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‘Lilo & Stitch’ já arrecadou quase US$ 950 milhões mundialmente

Sucesso! O live-action de ‘Lilo & Stitch‘ já arrecadou quase US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas da animação chinesa ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$954.4M).

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 400 milhões. No mercado internacional, foram US$ 545.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 945.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$65.7M), Reino Unido (US$47.4M), França (US$38.8M), Brasil (US$35.5M) e Alemanha (US$30M).

Vale lembrar que o live-action abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).

Com o sucesso, a sequência do live-action já foi confirmada pela Disney.

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Live-action ‘Como Treinar Seu Dragão’ ultrapassa US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$954.4M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$946M) e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ (US$562M).

Nos EUA, a produção já soma US$ 200 milhões. No mercado internacional, foram US$ 254.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 454.4 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o China (US$31.1M), México (US$30M), Reino Unido (US$21.8M), Brasil (US$15M) e Coreia (US$11.4M).

Vale lembrar que o live-action registrou uma estreia global de US$ 197.8 milhões – o que representa o quarto maior lançamento do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Ne Zha 2‘.

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também parece ter agradado os espectadores após receber uma nota A no CinemaScore.

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Mason ThamesNico Parker estrelam como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

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‘Reacher’: Assista aos momentos mais DIVERTIDOS da 3ª temporada!

A 3ª temporada de ‘Reacher‘, série de ação estrelada por Alan Ritchson, já está disponível no catálogo do Prime Video – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os momentos mais divertidos do recente ciclo.

Lembrando que a quarta iteração já está em desenvolvimento.

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Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

‘Extermínio: A Evolução’: Por que as pessoas são tão FASCINADAS por zumbis? Elenco responde!

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os astros Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Alfie Williams falaram sobre ‘Extermínio: A Evolução‘ e revelaram por que eles acham que as pessoas são tão fascinadas por zumbis.

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Em menos de duas semanas, a sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o longa já conseguiu superar a bilheteria total do primeiro filme (US$74.9M) – tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Com 95% de aprovação no Rotten Tomattoes, a produção já conquistou o selo “fresh” que indica sua alta qualidade.

Segundo o consenso geral, o filme foi elogiado pela profundidade narrativa e pela perspicaz direção de Danny Boyle, que amplifica as temáticas de ‘Extermínio‘, observando o contexto sociocultural atual.

extermínio a evolução
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Algumas avaliações ainda salientam que a continuação é um dos melhores filmes do subgênero e ainda abre margem para uma expansão da franquia.

Confira as principais avaliações:

“Uma ótima série de zumbis se recusa a morrer.”. – Matt Singer, ScreenCrush

“Este é um filme sobre amadurecimento excepcionalmente comovente, considerando a quantidade de medulas espinhais que são arrancadas dos corpos”. – Jake Coyle, Associated Press

Boyle reinventa o filme de zumbi como uma instalação de pop art sangrenta”. – Philip De Semlyen, Time Out

“Sombrio e estranho, ‘Extermínio: A Evolução‘ encontra Boyle mais uma vez seguindo os ritmos irregulares de seu cérebro”. – Richard Lawson, Vanity Fair

“Como o início de uma nova trilogia para a franquia, é uma entrada promissora que sinaliza uma abordagem diferente para um subgênero desgastado”. – Alejandra Martinez, Austin Chronicle

“Um dos filmes de terror mais ricos dos últimos tempos”. – Jordan Hoffman, Entertainment Weekly

“Uma aventura arrebatadora repleta de pavor e admiração, há um classicismo macabro no filme — uma sensação de que, mesmo que a vida como a conhecemos desmorone, alguns elementos essenciais perseveram”. – Jacob Oller, AV Club

“É o médico gentilmente patrício e com sotaque forte de Fiennes que dá a ‘Extermíno: A Evolução‘ sua dor persistente e kiplingiana” – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)

“Normalmente, buscamos entretenimento cheio de adrenalina para a catarse. O reboot emocionante de Boyle também oferece esclarecimento”. – Peter Debruge, Variety

“‘Extermínio: A Evolução‘ tenta superar o filme original e acompanhar a cultura em geral, mas, em vez disso, fica lentamente para trás”. – Rafer Guzman, Newsday

Extermíno: A Evolução‘ já está em exibição nos cinemas e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

‘Superman’ e Krypto se reúnem na Fortaleza da Solidão no clipe INÉDITO do longa; Confira!

O aguardado Superman, longa que marca o início oficial do novo Universo DC nos cinemas (DCU), ganhou mais um teaser promocional inédito.

Confira:

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Relembre as Atrizes Consideradas as PIORES da Última Década pelo Framboesa de Ouro

Época de Oscar, não se fala em outra coisa. Esse é o momento de celebrar o melhor do cinema, as melhores atuações, os melhores atores e atrizes do ano que passou. Mas o início do ano também traz uma premiação bem obscura e incorreta, que surge como o anti-Oscar. Falamos do Framboesa de Ouro, que premia não o melhor, mas sim o pior de cada ano. É uma ideia original, mas que em tempos politicamente corretos, pode soar como sendo de mau gosto.

Tirando alguns lapsos, o espírito do Framboesa de Ouro é sempre o da zoeira. A “premiação” apenas reforça o que todos nós já sabemos e comentamos. O prêmio apenas destaca os filmes que todos já consideram os piores e as atuações já comentadas de forma negativa. Ou seja, os indicados e vencedores de cada ano raramente são surpresa.

Pensando nisso, decidimos relembrar um pouco essas verdadeiras preciosidades da interpretação. É preciso frisar também que o Framboesa apenas destaca performances ruins de atrizes muitas vezes talentosas, em determinados filmes. Afinal, todo mundo tem direito a um dia ruim. Abaixo separamos as piores atuações femininas dos últimos 10 anos. Confira.

Leia também: Framboesa de Ouro – Relembre os Atores Considerados os PIORES da Última Década!

Megan Fox por ‘Johnny e Clyde: Parceiros no Crime’ e ‘Os Mercenários 4

Desde que apareceu em cena, Megan Fox se tornou alvo de críticas devido à sua capacidade como atriz. Sua beleza, por outro lado, sempre foi indiscutível. E não é apenas no Framboesa, pois desde ‘Transformers’ até ‘Jonah Hex’ os críticos pegam no pé da moça. E talvez com razão. Ano passado, Fox levou o “prêmio” não apenas como atriz protagonista pelo tosco ‘Johnny e Clyde: Parceiros no Crime’, quanto como coadjuvante por ‘Os Mercenários 4’, o declínio da querida franquia criada por Sylvester Stallone.

Ryan Kiera Armstrong por ‘Chamas da Vingança

Esse aqui criou polêmica! Em 2023, o Framboesa de Ouro se meteu em uma enrascada, ao passar dos limites. A premiação que foca no pior do cinema nunca se levou a sério e sempre foi motivo de escracho. Suas indicações sempre colocaram o dedo na ferida, e por bem ou por mal, sempre foram levadas na esportiva. Porém, em tempos mais politicamente corretos, ninguém gostou muito e considerou uma brincadeira de mau gosto indicar e depois premiar como a pior atriz do ano uma menina de então 12 anos.

Isso, entre outras coisas, poderia ter acabado com a carreira da garota. Percebendo a mancada que deram, a organização decidiu rescindir o prêmio. Ainda bem que Ryan Kiera Armstrong não se deixou abalar e conseguiu o papel em uma produção de grande destaque, com ‘Skeleton Crew’, do universo de Star Wars.

Adria Arjona por ‘Morbius

No mesmo ano em que a pequena Ryan Kiera Armstrong levava o prêmio de pior atriz pelo pseudo terror ‘Chamas da Vingança’, a bela e carismática Adria Arjona, de origem porto-riquenha, levava o seu como coadjuvante pelo desastre de trem conhecido como ‘Morbius’.

O longa só não é considerado o pior filme de super-herói dos últimos anos porque o mesmo estúdio tratou de remediar isso e lançar obras do nível de ‘Madame Teia’ e ‘Kraven: O Caçador’. Arjona, a namorada de Jason Momoa na vida real, por outro lado, se recuperou e emplacou sucessos como ‘Assassino por Acaso’ e ‘Pisque Duas Vezes’, no ano passado.

Jeanna de Waal por ‘Diana: O Musical

Agora temos um filme desconhecido do grande público, o que é uma coisa boa, pois significa que apenas uma parcela bem pequena dos espectadores precisou sofrer ao assistir este que é considerado não apenas um dos piores filmes da Netflix, como também um dos piores dos últimos tempos.

A ideia até que era digna: fazer uma homenagem para a saudosa e querida Princesa Diana, na forma de um musical. Mas algo no caminho deu muito errado. Pior para a intérprete da protagonista, a atriz Jeanna de Waal, que encarnou a personalidade no mesmo ano em que Kristen Stewart fazia o mesmo e saía com uma indicação ao Oscar.

Kate Hudson por ‘Music

Em 2021, um dos filmes mais criticados da temporada foi ‘Music’, o pseudo musical sobre autismo que marcou a estreia na direção de longas-metragens da cantora Sia. O que podemos dizer é que a estrela da música certamente escolheu um projeto ambicioso para marcar seu debute. Muito ligada às causas de pessoas autistas, Sia decidiu fazer um filme para eles.

Deu certo? Não, deu muito errado, pois todos consideraram a produção equivocadíssima em seu retrato de autistas. Não ganhou pior filme, mas foi indicado. Porém, premiou a indicada ao Oscar Kate Hudson, que se jogou de cabeça no projeto, e até raspou o cabelo. Se arrependimento matasse…

Maddie Ziegler por ‘Music

Sobrou para todo mundo que trabalhou em ‘Music’, um dos filmes mais rechaçados por crítica e público dos últimos anos. Até o título do filme é pretensioso, que não por menos é também o nome pretensioso da personagem principal. Ela é interpretada pela jovem Maddie Ziegler, que estrela muitos dos clipes de Sia. Seu retrato de uma jovem autista está bastante caricato e afetado. Mas a culpa não é só da atriz, pois deve ter sido a direção que Sia a deu. Enquanto Kate Hudson foi escolhida a pior atriz do ano, Ziegler foi a pior coadjuvante.

Dakota Johnson por ‘Cinquenta Tons de Cinza

Algumas atrizes acreditam que estrelar uma grande produção baseada em um livro de enorme sucesso pode ser a porta de entrada para Hollywood. E não estão erradas, o problema é o resultado destas obras. Para Emma Watson e Jennifer Lawrence deu muito certo, em ‘Harry Potter’ e ‘Jogos Vorazes’, respectivamente.

Já para Kristen Stewart e Dakota Johnson, a coisa não fluiu tão bem assim, em ‘Crepúsculo’ e ‘Cinquenta Tons de Cinza’. Por este fato, Johnson ficou estigmatizada. Não ajuda nada na causa ela ter embarcado em outro fiasco, com ‘Madame Teia’ ano passado. Em 2016, ela levou o prêmio de pior atriz e pode vir a levar novamente este ano pelo malfadado filme de herói citado.

Kim Basinger por ‘Cinquenta Tons Mais Escuros

A franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza’ seguiu fazendo vítimas pela década passada. Um verdadeiro sucesso de vendas, os livros deste universo apelaram muito para as chamadas “jovens mamães”, mulheres que queriam dar mais emoção às suas vidas. E nada melhor que apimentar com um livro que retrata muito sexo, erotismo e sadomasoquismo, quando uma jovem aceita ser secretária de um ricaço excêntrico.

No cinema, os filmes não foram nada mais do que motivo de chacota. É curioso notar que muitas das atrizes e também dos atores premiados pelo Framboesa, já ganharam também o Oscar. Foi o caso com a veterana Kim Basinger, que deu às caras no segundo filme da franquia e foi premiada como a pior coadjuvante daquele ano por isso.

Melissa McCarthy por ‘Crimes em Happytime’ e ‘Alma da Festa

Muitos podem não lembrar, mas a atriz Melissa McCarthy já foi indicada ao Oscar. E não foi apenas uma vez, mas ela foi nomeada duas vezes ao maior prêmio do cinema – pela comédia ‘Missão Madrinha de Casamento’ e pelo drama ‘Poderia me Perdoar?’.  Mas McCarthy nunca foi uma atriz unânime e muitos de seus filmes não agradam a todos.

Em 2018, McCarthy não deu muita sorte e terminou estrelando dois de seus filmes mais criticados. Justamente por isso, ela terminou recebendo o “prêmio” como a pior atriz daquele ano pela combinação dos filmes ‘Crimes em Happytime’ e ‘Alma da Festa’. McCarthy já havia sido “premiada” pelo Framboesa em 2015 por ‘Tammy: Fora de Controle’, considerado seu pior filme.

Rebel Wilson por ‘Cats

Rebel Wilson é outra atriz rechonchuda que ficou muito famosa na década de 2010. De origem australiana, a loirinha também não é uma atriz que agrada todos os públicos, e muitos cinéfilos não são muito adeptos de seu tipo de humor. Mas se tivermos que indicar um trabalho onde Wilson se sai bem, é na franquia de cantoras à capela ‘A Escolha Perfeita’.

Wilson, assim como Melissa McCarthy, pensando na saúde, resolveu perder muitos quilos e hoje tem uma forma física bem diferente. Antes disso, no entanto, foi presenteada com a “vitória” no Framboesa de Ouro. Aliás, em 2020 a atriz estava na mira da premiação e foi indicada duplamente como pior atriz por ‘As Trapaceiras’, com Anne Hathaway, e como pior coadjuvante pela atrocidade conhecida como ‘Cats’. Ela só levaria o segundo “prêmio”.

Tyler Perry por ‘Boo 2! O Halloween de Madea’

Finalizando a matéria, temos uma escolha curiosa. Tyler Perry é na realidade um homem. Diretor, roteirista, produtor e ator, Perry é um dos maiores nomes da indústria cinematográfica americana. Ele é um empresário bem-sucedido do ramo, que construiu seu próprio estúdio de cinema, no melhor estilo Projac. Perry é dono de uma imensa propriedade, a qual ele transformou em um imenso estúdio, com prédios que são verdadeiros sets de filmagens.

Diversas produções alugam o espaço para suas gravações, entre filmes e séries. Perry, porém, insiste em fazer filmes, e raramente eles são bons – apesar de o cineasta possuir sim seu público cativo. Seu personagem mais marcante é a idosa Madea. E justamente por isso, o ator recebeu o Framboesa de pior atriz, ao interpretar o papel na continuação ‘Boo 2’, filme de halloween de Madea.

As 10 PIORES Sequências de Filmes de Super-Herói de TODOS os TEMPOS…

Qual o melhor filme de super-herói de todos os tempos? Essa pode ser uma pergunta capciosa, é verdade, mas tudo irá depender do seu gosto e geração. Por exemplo, os que pertencem mais à velha guarda poderão afirmar com certeza que ‘Superman – O Filme’ (1978), com Christopher Reeve, é o melhor de todos os tempos. Bem, podemos dizer que ele foi o primeiro e mais influente, o que possibilitou de certa forma o que temos hoje no gênero. É para estar pelo menos na conversa do top 5. Para uma geração um pouco mais nova (mas nem tanto), os filmes ‘Batman’, de Tim Burton serão para sempre lembrados com seu teor sombrio. Eles definiram toda uma geração para o gênero.

Alguns outros títulos podem entrar nessa conversa também, como ‘O Cavaleiro das Trevas’ (2008) ou ‘Homem-Aranha 2’ (2004). E mais recentemente os dois últimos (até então) ‘Vingadores’. É difícil definir com exatidão. Talvez mais fácil seja apontar os piores filmes do gênero – título que facilmente recai sobre filmes como ‘Batman & Robin’ (1997), ‘Mulher-Gato’ (2004) e mais alguns tantos. Mas e quando falamos das piores continuações destes filmes? Essa é a resposta que tentaremos desvendar aqui nessa nova matéria. Confira abaixo as piores sequências dos filmes de super-heróis de todos os tempos.

10) Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Começamos com um filme que serve como resposta para a pergunta: qual o pior filme do MCU? É verdade que cada um tem o seu, mas ‘Quantumania’, o terceiro filme do ‘Homem-Formiga’ agradou um total de zero pessoas. Dentre as maiores críticas ao filme, o desenvolvimento insatisfatório do antagonista Kang (Jonathan Majors) e o retrato equivocado de MODOK (Corey Stoll). Os filmes do ‘Homem-Formiga’ nunca foram o ponto alto desta saga, mas com o terceiro conseguiram atingir o ponto mais baixo. Resultado: nada mais de filme solo para o personagem.

09) Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007)

A primeira superequipe da Marvel, que é também uma grande família, nunca teve vida fácil no cinema. A salvação da marca pode vir com o próximo longa estrelado pelos heróis, desta vez já nas mãos da Marvel Studios – o blockbuster estreia no fim de julho. Voltando no tempo vinte anos, nos deparávamos com a primeira superprodução da equipe, em tom mais leve e cômico – sem a dramaticidade que muitos do gênero possuíam. ‘Quarteto Fantástico’ foi uma aventura escapista e despretensiosa. Fez sucesso o suficiente para gerar uma sequência, que marcou a primeira aparição do lendário Surfista Prateado nas telas. Mas na hora de retratar o vilão Galactus, o transformaram em uma fumaça cósmica. Por essa e por outras, a franquia parou por ali e sofreu um reboot.

08) Vidro (2019)

Sim, iremos incluir na lista todo tipo de filme de super-heróis e não apenas os baseados em quadrinhos. Na época deu o que falar, mas vendo agora, o desfecho de ‘Fragmentado’ (2017), que o une ao agora clássico ‘Corpo Fechado’ (2000) pode ter sido um grande erro da parte do diretor M. Night Shyamalan. Acontece que ambos os filmes eram celebrados pelos fãs do diretor, um como obra altamente cult e outro como sucesso comercial e de crítica. Assim, ao ligar os dois e prometer um terceiro filme com a conclusão, tudo o que Shyamalan fez foi planejar o seu fracasso. Afinal, nada cumpriria tamanha expectativa. E bem, podemos dizer que ‘Vidro’ criou um dos desfechos mais deprimentes do cinema nos últimos 10 anos (ou quem sabe de todos os tempos).

07) Kick-Ass 2 (2013)

Kick-Ass: Quebrando Tudo’ (2010) foi um enorme sucesso surpresa, baseado nos quadrinhos de Mark Millar. A ideia de um rapaz inapto decidindo combater o crime por conta própria como um justiceiro não era exatamente nova, mas a história é repleta de frescor o suficiente para dar um selo de originalidade ao longa – apesar do alto grau de violência explícita envolvendo crianças. É claro que o público-alvo, os adolescentes, “comeram com farinha”. Uma continuação era só questão de tempo. Mas então a sequência enfrentou dois grandes problemas: o amadurecimento rápido dos protagonistas e a campanha contrária à violência contida no filme de Jim Carrey, um dos astros da continuação. Assim, Kick-Ass 2’, sem o mesmo frescor, foi varrido rapidamente para debaixo do tapete, com muitos até esquecendo que ele foi lançado.

06) Batman vs. Superman (2016)

Infelizmente, ‘Batman vs. Superman’ entrou para a história como um dos filmes mais problemáticos do gênero. Goste você ou não do filme, é preciso reconhecer que ele poderia ter sido muito mais, e que seu potencial não foi realmente atingido. Afinal, falamos de duas das maiores marcas da cultura pop de todos os tempos: Batman e Superman. Basta revisitar o longa para perceber que falta muita coisa nele: falta alegria, falta humor, falta ação, faltam cenas verdadeiramente espetaculares, mas sobram sequências que não se pagam e não chegam a lugar algum. A única coisa criativa em relação ao filme foi fazer dele a sequência de ‘O Homem de Aço’.

05) Blade Trinity (2004)

Até hoje, muitos apontam ‘Blade’, de 1998, como o marco zero para a era dourada das adaptações de HQs de heróis que temos hoje. Um personagem obscuro, do terceiro escalão da Marvel, ‘Blade’ se tornou um sucesso surpresa, muito graças à personificação certeira de Wesley Snipes no papel. A primeira sequência, de 2002, embora não tenha repetido o sucesso financeiro, caiu mais nas graças dos críticos e do público, sendo considerado um filme melhor que o original. Porém, quando foi a hora de fechar a trilogia, como em muitos casos na história do cinema, os realizadores deram aquela boa derrapada. ‘Blade: Trinity’, no entanto, se mostrou um longa enfadonho e que ficou bem abaixo dos anteriores – com coadjuvantes sem graça, um vilão de quinta e um protagonista bastante desmotivado.

04) X-Men: Fênix Negra (2019)

A franquia ‘X-Men’ no cinema começou muito bem e o primeiro longa, de 2000, assim como ‘Blade’, foi o responsável pelo surgimento do que temos hoje em matéria dos filmes do gênero. A continuação de 2003 foi ainda mais longe, superando o original. Mas a partir do terceiro, de 2006, os longas da franquia ficaram entre altos e baixos. De todos os filmes ‘X-Men’, podemos dizer com certeza que o menos apreciado é justamente este último esforço lançado antes do título ir para as mãos da Disney. ‘Fênix Negra’ soa muito como aquele fim de festa, onde os convidados em sua maioria já foram para casa, e só sobraram os bêbados cambaleantes.

03) Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2012)

Chegamos ao top 3 das piores continuações de filmes de super-heróis. Muita tranqueira já passou, mas ainda temos reservado três preciosidades. A terceira é esta continuação de um filme bem mediano. Falamos de ‘Motoqueiro Fantasma’, personagem cult da Marvel que ainda não fez sua estreia no MCU. No filme de 2007 ele foi interpretado por Nicolas Cage e a proposta era fazer algo aprazível para todos os públicos, no estilo ‘Homem-Aranha’, apesar do personagem ser mais sombrio e assustador. Já na continuação, a intenção era justamente dar o teor merecido do personagem. Apesar da boa vontade, ficou com cara de produção B do cinema, graças a um orçamento bem mais apertado.

02) Superman IV – Em Busca da Paz (1987)

Em segunda posição, temos o filme que colocou um ponto final em uma das maiores franquias dos anos 80. Falamos dos filmes do maior de todos dos quadrinhos, o Superman (ou Super-Homem como era conhecido antigamente). Eternizado por Christopher Reeve, a primeira superprodução do gênero data de 1978. O sucesso foi grande, sendo claro que teria uma continuação. O filme de 1980 manteve o interesse no personagem. Mas à altura que o terceiro foi lançado em 1983, a empolgação pelo personagem nas telonas já havia caído bastante. Não ajudou em nada o quarto ter sido produzido pela picareta Cannon Films, que ficou quase sem orçamento no final da produção e precisou utilizar efeitos especiais de quinta, deixando tudo bem tosco.

01) Batman & Robin (1997)

Em primeira posição, temos o herói que foi remodelado nos anos 80. Até ‘Batman’ (1989), de Tim Burton, o personagem era visto de forma colorida pela série dos anos 60 em live-action e pelos desenhos animados que faziam sucesso na época. Foi com o filme de Tim Burton que o personagem passou a usar trajes negros e uma armadura, com uma história mais realista e bastante sombria. Assim como os filmes de ‘Superman’, o terceiro ‘Batman’ no cinema mudaria completamente o tom das aventuras, entrando a direção de Joel Schumacher e adotando um clima mais divertido e colorido. As coisas ficavam mais infantilizadas, para render uma bilheteria maior. Porém, tudo sairia completamente dos trilhos com ‘Batman & Robin’, a quarta aventura que resolve trocar de vez a seriedade e o realismo, pela galhofa e a zoeira, criando uma aventura boba, rasteira e, por que não, ridícula.

Criadores de ‘Cobra Kai’ queriam que Hilary Swank voltasse para a temporada final

Cobra Kai tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix – trazendo lendas da franquia ‘Karatê Kid’ de volta para uma das séries mais elogiadas dos últimos anos.

Entretanto, uma dessas lendas não apareceu: Julie Pierce, que foi interpretada por ninguém menos que Hilary Swank.

Em uma recente entrevista à Entertainment Weekly, Josh Heald, que cocriou o projeto ao lado de Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg, revelou que eles tentaram trazer a protagonista de ‘Karatê Kid 4 – Uma Nova Aventura’ de volta para a série, mais especificamente para a sexta e última temporada.

“Entramos em contato logo nos primeiros dias antes da temporada para ver se havia um jeito [dela aparecer]”, ele conta. “Tínhamos o rascunho de uma ideia sobre como ela poderia entrar na história e não ter que se comprometer com dez episódios ou algo assim”.

O trio contatou a assessoria de Swank com “os começos da gênese de uma ideia” sobre como Julie poderia regressar ao universo, procurando “ter uma discussão com ela sobre isso e nos introduzir”.

“Da parte dela, foi tudo muito respeitoso, mas nunca tivemos a oportunidade de sentar e abrir nossos corações da maneira que costumamos fazer quando trazemos personagens-legado de volta”, ele explica. Heald acrescenta que Swank “estava num lugar em que não tinha vontade de fazer isso” e que a atriz “recusou respeitosamente a ideia de sequer uma reunião”.

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

Morre Anísio Mello Júnior, músico por trás das aberturas de ‘Dragonball’, aos 60 anos

Nesta última sexta-feira (27), Anísio Mello Júnior, músico que emprestou sua voz para a versão dubladas das aberturas das populares animações Dragon Ball e Dragon Ball Z’, faleceu aos sessenta anos.

A trágica notícia foi revelada através do Instagram por Diogo Miyahara, amigo próximo de Júnior com quem subiria aos palcos neste domingo, para um festival de animes na cidade de Registro, interior de São Paulo.

“Meu amigo, tínhamos um show a [sic] realizar no próximo domingo e você nos deu um susto na semana passada durante o show na cidade de Jundiaí, onde passou mal e seguimos para um ambulatório no próprio evento”, explicou Miyahara na postagem.

O amigo afirma que retornou para a cidade de São Paulo ao lado de Júnior, e o músico realizou exames e “estava em repouso para estar zerado para mais um show”.

“Espero que você alcance o céu com todo seu talento e carisma que você deixou nas nossas lembranças”, ele acrescenta. “Sempre lembraremos de você ao tocar o tema de Dragon Ball e Dragon Ball Z’, onde sua voz eternizou e cativou todos os fãs”.

A causa da morte de Anísio não foi revelada.

O artista não apenas trabalhava como dublador, mas expandia suas habilidades para instrumentista, compositor, produtor musical e escritor.

Artigo | Como ‘Barbie’ se baseou na filosofia árabe para falar sobre governos falhos e autoritários

Há dois anos, Greta GerwigMargot Robbie faziam história ao unirem forças para o aclamado live-action Barbie – que não apenas superou todas as nossas expectativas, como tornou-se um sucesso de arrecadação e de crítica, além de ter conquistado oito indicações ao Oscar.

Baseada na famosa franquia de brinquedos lançada pela Mattel, a narrativa convida o público a conhecer a Barbieland, um país fictício e fora da realidade como a conhecemos em que todas as múltiplas variantes da boneca vivem, bem como outros personagens que fazem parte do mesmo universo – como Ken, Allan e Midge. O enredo principal acompanha a versão mais famosa de Barbie, interpretada por Robbie, que se vê compelida a sair de sua terra natal quando eventos estranhos a arrancam de uma perfeição intangível – permitindo que ela comece a vivenciar emoções humanas como a frustração, a tristeza, a raiva e a monotonia. Ao lado de seu companheiro Ken, cuja versão protagonista é interpretada por Ryan Gosling, ela cruza a barreira entre a ficção e a realidade para descobrir o que está acontecendo e como ela pode recuperar a própria vida.

O filme trouxe à tona inúmeras questões importantes, lançando-se a questões sobre feminismo, disparidade de gênero e até mesmo capitalismo predatório – porém, um dos temas que aparece pela estrutura do projeto, ainda que de maneira mais indireta, refere-se à Cidade Excelente, termo cunhado pelo filósofo árabe Al-Farabi, que viveu em meados do século XII. Através de releituras das obras de Platão, em especial a República, ele disserta sobre a existência humana e de que forma os indivíduos podem utilizar suas capacidades para encontrar a felicidade – em que as cidades, em si, deve “guiar-se pela busca da sabedoria, ao preço de, se não o fizerem, arruinarem a si mesmas e a seus habitantes”.

Segundo Al-Farabi, um único ser humano não tem a capacidade de suprir as próprias necessidades e, dessa maneira, faz-se necessário que participe de um coletivo para que as múltiplas e diversas habilidades confluam em harmonia. Assim, essa jornada de aperfeiçoamento culmina na excelência em si, em que tal agrupamento, caso “bem organizado e bem dirigido” (a cidade em si), permite que o humano caminhe em direção à felicidade e à completude, sejam elas como for.

Todavia, é importante destacar que, para que a cidade insurja como meios para esse fim específico de plenitude, ela precisa de um governante que utilize de valores como justiça, amor e sabedoria, por exemplo, para que não desvie os humanos em caminhos a uma pseudo-felicidade. Destarte, Al-Farabi divide os próprios conceitos entre as chamadas cidades excelentes (que levam à felicidade em si) e as cidades desviadas (que guiam os humanos a direções errôneas).

A cidade excelente, em si, não se configura como uma utopia, e sim como uma arquitetura mais palpável. A utopia é inatingível, enquanto a cidade excelente pode ser traçada ao início, ao momento em que a existência é como tal, uma existência primordial caracterizada pela autossuficiência e pela impossibilidade de uma existência anterior a ela. Partindo desse princípio, as cidades excelentes é una e completa em si, não se deixando levar pelas paixões e pelos instintos, mas sim pela trajetória de aperfeiçoamento de seus habitantes e de que forma agem para que atinjam o objetivo da felicidade, prezando pelo desenvolvimento dos humanos. E, dentro dessa arquitetura, é possível que diferentes habitantes estejam na mesma cidade (espiritual), ainda que em lugares e tempos distintos.

Em contraposição às cidades excelentes, Al-Farabi delineia uma gama de cidades contrárias que se dividem em: “a cidade ignorante, a cidade depravada, a cidade errática e a cidade desorientada”.. Grosso modo, a cidade ignorante comporta os habitantes (ou existentes) que desconhecem a felicidade e que nem ao menos sabem que podem alcançá-la através da própria cidade e de seu governante ou de seu grupo de governantes; a depravada, por sua vez, engloba as ações dos habitantes que se assemelham às cidades ignorantes, ainda que desfrutem das opiniões das cidades excelentes; a errática, outrora compartilhando das ideias e das ações das cidades excelentes, foi bombardeada com opiniões externas que mudaram o conceito da cidade em si e foram transmutadas em um tortuoso caminho que leva os existentes a um caminho diferente da felicidade; e, por fim, a desorientada traz o governante como um símbolo falso de inspiração, cujos motivos e objetivos podem ser usados para “falsificações, imposturas e ilusão”, deturpando a ideia da felicidade e induzindo os habitantes a uma realização equivocada.

Para além das delineações acerca das cidades contrárias às excelentes, Al-Farabi também discorre sobre a caracterização dos habitantes dessas cidades, explorando de que forma a pseudo-felicidade ou a falta de conhecimento dela existe em detrimento do que é a verdadeira felicidade. E, a partir das análises feitas pelo pensador, é possível associar esses conceitos a Barbie.

Infundido com questões existencialistas e metafísicas que nutrem de inúmeros paralelos com o pensamento de Al-Farabi, um dos pontos de encontro entre a produção cinematográfica e A Cidade Excelente reside no personagem de Ken e de que forma ele emerge como um governante da cidade contrária à excelente após afastar-se do status quo em que todos os Kens estavam submissos à Barbie e colocar em prática um plano de “sequestro social” em que os valores de uma outrora cidade excelente são deturpados a seu bel-prazer e através de motivos ególatras que não prezam pelo aperfeiçoamento do humano, mas sim pela conquista bélica de algo que apenas ressoa familiar à felicidade.

Em determinado momento do longa-metragem, Ken se depara com uma série de livros que exaltam a masculinidade em sua forma mais estereotipada – um recurso estilístico adotado com sabedoria por Gerwig na produção – e, tendo contato com uma perspectiva que se afasta do papel a que era destinado na Barbieland, ele resolve voltar para casa para mostrar aos outros Kens que, na verdade, o mundo real é essencialmente pautado no patriarcalismo e no tradicionalismo de gênero, em que “as mulheres devem ser submissas ao homem”. Assim, ele utiliza um conhecimento recém-adquirido para remodelar a estrutura social do lugar onde mora e afastá-lo do conceito de cidade excelente para transformá-la em uma cidade contrária.

É possível associar as ações de Ken aos quatro tipos de cidades contrárias delineadas por Al-Farabi. Iniciando com a cidade ignorante, em que os habitantes desconhecem a felicidade, Ken anuncia aos outros companheiros que eles devem tomar propriedade de Barbieland para saírem da condição de subjugados às Barbies e alçarem voo em direção à soberania. Nota-se o diálogo que a construção do arco do personagem de Gosling à cidade do coletivo, uma das subcategorias da cidade ignorante, em que os supostos governantes “estão em conformidade com a designação de suas cidades, onde cada um deles somente governa a cidade na qual ele é soberano com o intuito de realizar seus caprichos e sua propensão”. Ora, ao serem influenciados pelo Ken “primordial”, por assim dizer, os outros Kens percebem que podem utilizar a exaltação da masculinidade tóxica e estereotípica para mascararem as inseguranças e adotarem um semblante de governantes sem permitir que a busca da felicidade seja, de fato, uma opção dos habitantes. E, impotentes às forças externas e às opiniões diferentes que adentraram Barbieland, as Barbies se transfiguram em figuras submissas – refletindo o caráter de uma cidade errática.

As feições da cidade ignorante e da errática, quando unidas dentro do cosmos construído por Gerwig, culminam nas características da cidade depravada: à medida que a influência externa trazida por Ken rearranja o modelo de cidade que outrora existia em Barbieland, as ações de cada um dos personagens também passam a se respaldar nas ações dos existentes na cidade ignorante, por mais que acreditem estar em uma cidade excelente e emulem, de modo inautêntico, seus ideários. Por fim, Barbieland se fecha em uma cidade desorientada, em que “seu comandante, o primeiro, é alguém que estima ser inspirado sem que o seja” – ou, no caso, o conglomerado de Kens que ascendem ao poder sem terem as qualidades de um bom governante e premeditando uma queda que, conforme nos aproximamos do desfecho do filme, retorna a própria cidade ao seu status de excelência.

A verdade é que, após a tomada de controle por parte dos Kens, percebemos que Barbieland nunca, de fato, sagrava-se como cidade excelente. A felicidade impressa pelas Barbies ao seu próprio mundo e aos Kens era momentânea e fugaz, visto que a partida da versão interpretada por Robbie indicava uma considerável remodelação no sistema político-social daquela nação e cultivou as sementes necessárias para que o Ken encarnado por Gosling pudesse desmantelar a ordem outrora estabelecida.

Barbie, que poderia ter sido encarada como uma “governante da cidade excelente” ao lado das outras variantes, precisava passar por uma jornada de autodescoberta para perceber que renegar os Kens a meros peões em um jogo muito mais complexo do que parece teria resultados catastróficos – motivo pelo qual, com sua volta a Barbieland e seu entendimento de que a estrutura precisava passar por modificações consideráveis, ela evolui ao patamar de uma verdadeira governante, dotada de todos os requisitos para que a cidade, agora, guie os existentes à felicidade verdadeira.

No vigésimo oitavo capítulo do livro, Al-Farabi discorre sobre as características que fazem de determinado humano um comandante da cidade excelente. O filósofo apresenta doze requisitos inatos que podem ou não destinar-se apenas a um representante do governo da cidade excelente ou a um grupo de pessoas – e, como vemos em Barbie, faz-se a escolha da segunda opção. A personagem de Robbie, ao voltar do mundo real, nota que é necessário haver uma comunhão entre todos os habitantes da Barbieland, considerando que características como devoção ao aprendizado, completude de faculdades, boa memória, compreensão, justiça, sinceridade e tantos outros defendidos por Al-Farabi não estão, indispensavelmente, confinados em apenas um indivíduo – mas podem estar espalhados em vários.

Após compreender que a excelência da cidade será alcançada através de um conjunto de fatores que inclui as Barbies, os Kens (e a presença de Midge e Allan, que entram como escapes cômicos da narrativa e uma menção jocosa aos bonecos fora de linha da Mattel), a protagonista resolve abdicar do lugar que ocupa dentro dessa estrutura social, tornar-se humana e assimilar a felicidade através de uma trajetória inesperada e que a coloca dentro de uma cidade excelente pessoal.

‘Extermínio: A Evolução’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o longa já conseguiu superar a bilheteria total do primeiro filme (US$74.9M) – tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Nos EUA, o longa soma US$ 50.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 52.7 milhões através de 63 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 103 milhões.

Internacionalmente, a produção tem registrado um desempenho maior do que outros sucessos recentes do gênero, ficando 26% acima de ‘Pecadores‘ e 18% acima de ‘Sorria 2‘ neste mesmo período.

Vale lembrar que o terceiro filme arrecadou US$ 60 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura doméstica e internacional da saga.

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e uma nota B do público no CinemaScore, este é um ótimo começo nas telonas para uma produção orçada em US$ 60 milhões.

Vale lembrar que o longa foi desenvolvido como a primeira parte de uma trilogia e as filmagens do próximo filme – intitulado ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ – já foram finalizadas. O lançamento nos cinemas nacionais está programado para o dia 15 de janeiro de 2026.

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‘F1’ arrecada US$ 144 milhões em estreia GLOBAL e se torna o maior sucesso da história da Apple

Sucesso! O longa ‘F1‘ superou as projeções e dominou as telonas ao redor do mundo, registrando uma estreia global de impressionantes US$ 144 milhões.

Nos EUA, a produção alcançou o topo das bilheterias, arrecadando US$ 55.6 milhões. Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 88.4 milhões através de 78 mercados.

O resultado representa o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$4.8M), França (US$3M), México (US$2.8M), China (US$2.7M) e Austrália (US$2M).

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, o Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Como parte de uma campanha promocional diferenciada – que faz beneficio de sua própria tecnologia e plataforma –, a Apple exibiu o trailer do filme na tela principal de seu serviço de streaming e enviou notificações para usuários de iPhone oferecendo um desconto de US$ 10 dólares na compra de ingressos on-line.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Cuz I Love You | O impacto do ACLAMADO álbum de Lizzo, que completa seis anos

Melissa Vivianne Jefferson pode não ser um nome muito conhecido, mas seu alter-ego Lizzo certamente nos roubou a atenção neste ano. Começando sua carreira no início da década, não foi até 2013 que a rapper de Minnesota lançou seu primeiro álbum de estúdio, o incrível ‘Lizzobangers’. Porém, a fama despontaria no começo de 2019, alavancando sua carreira de modo exponencial ao divulgar o single principal de uma ambiciosa obra, Cuz I Love You. O aclamado disco endossou seu patamar como uma das melhores artistas do gênero, bem como uma compositora com incrível talento que merece mais reconhecimento pelo público do que atualmente tem.

O compilado de originais é nostálgico, envolvente, inebriante do começo ao fim, e tem uma capacidade já vista em nomes como Lady Gaga e Beyoncé de unir diversos estilos musicais em um único lugar. E foi misturando sonoridades como funk, pop e R&B que a cantora inaugurou um novo caminho em sua ainda jovem carreira, arquitetando ao longo de catorze belíssimas faixas uma jornada que explora empoderamento feminino, amor, tragédias e comédias – tudo pincelado com um delicioso sarcasmo lírico.

O álbum abre com a faixa-titular, em um estrondo que nos remete imediatamente ao escopo sonoro do musical ‘O Fantasma da Ópera’; porém, a explosão da guitarra logo cede a uma brusca mudança instrumental, deixando que a sutileza demarcada do piano acompanhe a voz de nossa lead singer e a profundidade exuberante de toques que relembram os anos iniciais do trap. Já aqui, Lizzo usa e abusa de sua extensa tecedura vocal, explorando a proposital dissonância que engloba o chorus, recuando ao falar cantado do rap e até mesmo ousando os extremos do falsetto e do fry. De fato, sua performance tangencia uma teatralidade incrível, que expande-se também para as músicas seguintes.

Vê-se também uma profunda reverência a The Supremes e tantos outros grupos abraçados pela Motown Records nos anos 1960 em “Juice”. A impecável produção de Ricky Reed só não supera a rendição enérgica e narcótica da artista, que nos convida para um sensorial retorno às décadas de 1970 e 1980, sem perder de vista sua repaginação modernizada. O mesmo também acontece na balada “Jerome” que, se restringe a uma cíclica construção (como as vistas nas obras de Amy Winehouse e Michael Jackson). A arriscada verborragia felizmente encontra um fértil território para emergir em primeiro plano, aliado ao slow-tempo e à perfeita presença dos trompetes sinfônicos com a chegada do segundo refrão.

Ao longo do álbum, percebe-se que Lizzo não pensa duas vezes antes de escrever versos sarcásticos, almejando a uma paradoxal narrativa que, como visto na track supracitada, nos dá ares de um romance não correspondido, mas na verdade se isola em frases como “vá para casa e volte quando tiver crescido”. O mesmo se repete na overdose de R&B e funk de “Crybaby”, cuja sensual entrega funciona como uma propriocepção de autonomia e independência chocante – ainda que não abra mão de alguns práticos convencionalismos, principalmente no tocante aos bridges e as oscilações vocais.

Ela também se une à lendária Missy Elliott para uma das melhores faixas do álbum: “Tempo” abre com uma poderosa guitarra que pode nos guiar para uma investida do mais puro rock – mas isso até a canção realmente começar. Elliott e Lizzo optam pela volta ao rap e, mais que isso, a um minimalismo sintético executado com minúcia e com máxima atenção aos detalhes sonoros, caminhando para uma interessante conclusão. Enquanto a letra não é a das mais originais ou enaltecedoras, os poucos deslizes aqui encontrados são ofuscados pela presença harmônica das artistas, unindo duas gerações em um metalinguístico e explícito arco.

A obra, como já mencionado alguns parágrafos acima, também não deixa de lado o liricismo empoderador. Temos o classicismo do trap-pop com a divertida “Like a Girl”, e o retorno para o funk-pop com “Exactly How I Feel”, um hino de autoaceitação performado junto ao rapper Gucci Mane. As declarações de amor também surgem na saudosista rendição de “Better in Color”, mostrando que nomes como Nina Simone e Aretha Franklin não apenas são como devem ser homenageados quando for possível. Podemos encarar essa track como uma das mais subestimadas do álbum – e uma que realmente merecia mais atenção, com potencial incrível para se transformar em single: afinal, não é apenas a poderosa voz de Lizzo que se exalta, mas a perfeição estético-fonográfica do escopo instrumental (que varia da sutil guitarra até os contemporâneos sintetizadores.

A grande ideia do álbum é fornecer aos fãs e aos ouvintes em geral uma perspectiva repaginada, ainda mais num momento tão mercadológico da música quanto este em que vivemos. Desde sempre, o hibridismo de gêneros foi acatado por artistas revolucionários dessa imortal indústria, e até seus suis-generis mais inovadores adquiriram um patamar mainstream. Lizzo, por sua vez, não se contenta ao que vem se fazendo, mas ao que poderia estar sendo feito, e é aqui que a delineação refrescante de “Truth Hurts” nos chama a atenção, desconstruindo o trap, o synth-pop e até mesmo o rap em prol de uma reconstituição extremamente sagaz.

Cuz I Love You é mais uma ótima adição para a carreira de Lizzo e, sem sombra de dúvida, é uma produção que ficará para os anos, não apenas por sua competente fusão de estilos, mas também pelo que representa para a música em si. E, dito isso, é meio óbvio comentar que a obra em si é uma das melhores de 2019 – e até mesmo dos anos 2010.

Lorde lança ‘Virgin’, seu antecipado quarto álbum de estúdio

A aclamada cantora e compositora Lorde lançou no último dia 27 de junho seu antecipado quarto álbum de estúdio, intitulado ‘Virgin’.

O compilado conta com os singles “What Was That?”“Man of The Year’, além de outras nove faixas inéditas.

Relembre a tracklist:

1. Hammer
2. What Was That?
3. Shapeshifter
4. Man of the Year
5. Favourite Daughter
6. Current Affairs
7. Clearblue
8. GRWM
9. Broken Glass
10. If She Could See Me Now
11. David

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

‘M3GAN 2.0’ DECEPCIONA em estreia nos EUA

Inicialmente programada para estrear em torno de US$ 20 milhões nos EUA, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ decepcionou em seu primeiro final de semana no país – abrindo com apenas US$ 10.2 milhões.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 7 milhões através de 80 mercados – totalizando uma estreia global de apenas US$ 17.2 milhões.

Para termos de comparação, o resultado ficou muito abaixo do lançamento do longa original, que estreou com US$ 30.4 milhões no território norte-americano (e US$ 45 milhões mundialmente), em 2023.

Apesar do desempenho decepcionante da sequência nas telonas, os números não são desastrosos para uma produção que custou apenas US$ 25 milhões – mas podem não ser o suficiente para justificar um terceiro capítulo.

Enquanto ‘M3GAN 2.0‘ dividiu a opinião dos críticos – alcançando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o público parece ter aprovado a nova aventura da boneca assassina. A continuação recebeu uma nota B+ no CinemaScore, ficando acima da média de aprovação do primeiro filme (B).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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‘Velozes e Furiosos 11’ ganha NOVIDADES e só estreia em 2027

Durante uma participação inesperada no Fuel Fest, evento automotivo criado pelo irmão de Paul Walker, Cody Walker, o astro Vin Diesel pegou os fãs de surpresa ao anunciar oficialmente que Velozes e Furiosos 11 – também conhecido como Velozes e Furiosos 10: Parte 2 – já tem data de estreia marcada: abril de 2027.

Segundo Diesel, que além de protagonista também atua como produtor da franquia, o novo capítulo marcará um retorno simbólico às raízes da saga, com a trama sendo ambientada novamente em Los Angeles – cidade onde tudo começou em Velozes e Furiosos (2001). A proposta, segundo ele, é resgatar o espírito original da série, focando menos em missões globais cheias de explosões e mais na “cultura dos carros” e nas corridas de rua que conquistaram o público no início da franquia.

“Vamos voltar ao coração da história. Às ruas. À cultura que nos formou. Essa sempre foi a essência de Velozes e Furiosos”, declarou o ator no palco do evento, sendo ovacionado pelos fãs presentes.

No entanto, a revelação mais emocionante da noite foi a confirmação do retorno do personagem Brian O’Connor, interpretado originalmente por Paul Walker, falecido em 2013. Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

Com esse retorno e o tom mais emocional anunciado para o filme, Velozes e Furiosos 11 parece caminhar para um encerramento épico e nostálgico da saga principal, que já dura mais de duas décadas. A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.

Assista:

James Gunn revela se Batman vai usar a CUECA por cima da calça no DCU

Durante uma entrevista concedida ao ComicBook, James Gunn, co-CEO da DC Studios, comentou sobre o design dos uniformes dos heróis do novo Universo DC (DCU), que ele está ajudando a construir.

Um detalhe curioso que voltou à pauta foi o famoso traje do Superman com a cueca vermelha por cima da calça, um visual clássico dos quadrinhos que dividiu opiniões ao longo dos anos.

Gunn afirmou que esse elemento do traje tradicional pode estar presente não apenas no novo Superman, interpretado por David Corenswet no aguardado filme Superman (2025), mas também em outros personagens do DCU. Contudo, ele destacou que esse estilo não deve ser adotado por um dos principais heróis da editora: o Batman.

“É uma parte mais icônica do traje do Superman do que do Batman, embora ele ainda a tenha em várias histórias em quadrinhos”, explicou Gunn, indicando que a estética da cueca por cima da calça é muito mais associada culturalmente ao Homem de Aço do que ao Cavaleiro das Trevas.

De fato, quando se trata de adaptações em live-action, o visual clássico com a cueca sobre a calça foi utilizado apenas uma vez pelo Batman: na icônica série de televisão dos anos 1960, estrelada por Adam West. O uniforme colorido e exagerado da época fazia parte do tom campy da produção, que contrastava bastante com as abordagens mais sombrias que viriam a seguir.

Já nos cinemas, essa escolha estética foi rapidamente abandonada. Na versão dirigida por Tim Burton em 1989, com Michael Keaton no papel principal, o traje do Batman passou a adotar um visual mais moderno e sombrio, todo em preto, refletindo o tom mais sério da narrativa e do personagem. Desde então, nenhuma versão cinematográfica voltou a usar o famoso detalhe do traje clássico.

Na última semana, Matt Reeves usou as redes sociais para divulgar que finalmente terminou o roteiro de ‘The Batman: Parte II’, a aguardada sequência do longa estrelado por Robert Pattinson.

A produção do filme esteve envolta em diversos atrasos e críticas, inclusive com rumores de que teria sido cancelada. Vale lembrar que o primeiro ‘The Batman’ foi lançado em 2022 e se tornou um grande sucesso.

Reeves usou sua conta no X (antigo Twitter) para dar a notícia, escrevendo: “Parceiros no Crime (Combatentes)”, e marcando Mattson Tomlin, corroteirista do filme.

A publicação veio acompanhada de uma foto de Reeves e Tomlin com o roteiro finalizado.

 Inicialmente, a Warner Bros. marcou a estreia de ‘The Batman 2’ para 3 de outubro de 2025, três anos e meio após o primeiro longa. Porém, o filme foi adiado em um ano para 2 de outubro de 2026 e, em dezembro passado, sofreu novo adiamento.

Agora, o longa estreia dia 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Saiba QUAL será a próxima série dos criadores de ‘Stranger Things’

Os cineastas Matt e Ross Duffer, responsáveis pelo aclamado sucesso Stranger Things, já definiram QUAL será seu próximo projeto pela Netflix.

Segundo o Deadline, os irmãos Duffer estão desenvolvendo a adaptação do romance de Ron Currie, ‘The Savage, Noble Death of Babs Dionne’.

O próprio autor, ao lado de seu parceiro de escrita Joshua Mohr, será o responsável pelo roteiro da série e atuará como produtor executivo. Hilary Leavitt também será produtora executiva, junto aos Duffer.

O thriller acompanha Babs Dionne, uma avó carismática e implacável chefe do crime, que domina a cidade de Waterville, no Maine. Com a ajuda de amigas de longa data e da filha veterana de guerra, ela controla o tráfico em Little Canada.

Quando um chefão do narcotráfico percebe perdas na região, envia um misterioso agente, conhecido apenas como O Homem, para investigar. Ao mesmo tempo, a filha mais nova de Babs desaparece, e em 24 horas será encontrada morta. A cidade inteira se prepara para enfrentar a fúria da matriarca.

Este ano, os irmãos Duffer também lançarão a quinta e última temporada da aclamada e multifacetada série Stranger Things’.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Saiba aonde assistir ao ESQUECIDO 4º filme ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ de Chris Nolan

Aclamada por sua profundidade e realismo sombrio, a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, composta por “Batman Begins” (2005), “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), é inegavelmente um divisor de águas no cinema de super-heróis.

Para milhões de fãs ao redor do mundo, a interpretação de Christian Bale como Bruce Wayne/Batman, sob a direção magistral de Nolan, é a quintessência do herói. No entanto, por trás da grandiosidade desses sucessos de bilheteria, existe um “quarto filme” dessa mesma franquia que muitos admiradores desconhecem: a animação Batman: Gotham Knight.

Lançado discretamente em 8 de julho de 2008, apenas duas semanas antes da explosão mundial de “Batman – O Cavaleiro das Trevas“, “Batman: Gotham Knight” foi um projeto nipo-americano estrategicamente concebido para servir como uma ponte narrativa entre “Batman Begins” e seu aclamado sucessor. Embora os filmes de Nolan dominassem as conversas e bilheterias, a animação, por não ser um live-action e ser uma antologia, passou despercebida por grande parte do público.

A essência de “Batman: Gotham Knight” – que no Brasil recebeu o título ‘Batman – O Cavaleiro de Gotham‘, reside na exploração do desenvolvimento do Batman de Nolan no período que separa os dois primeiros filmes.

A coletânea de seis curtas-metragens, cada um com um estilo de animação distinto, ilustra como o Cavaleiro das Trevas aprimorou suas técnicas de combate e investigação, ganhando experiência e solidificando sua reputação no submundo do crime de Gotham.

A antologia expande o universo da trilogia ao apresentar o Batman enfrentando uma galeria de vilões que não apareceram nos filmes de Nolan, como o temível Killer Croc e o letal Pistoleiro. Essa inclusão não só enriquece a mitologia de Gotham, mas também oferece aos fãs um vislumbre de ameaças adicionais que o herói enfrenta nos intervalos de suas grandes sagas cinematográficas. Embora esses vilões não fossem cruciais para a trama principal dos filmes de live-action, sua presença na animação confere um contexto mais amplo e vibrante ao universo do Cavaleiro das Trevas.

Você pode assistir Batman – O Cavaleiro de Gotham na AppleTV.

Um dos aspectos mais fascinantes do filme é sua diversidade visual. Cada um dos seis curtas foi produzido por um estúdio de animação diferente, resultando em uma fusão de influências do estilo japonês com a estética ocidental do herói. Essa abordagem criativa permite que cada segmento explore uma faceta diferente do Batman de Christian Bale, mantendo, no entanto, uma coesão narrativa que guia o espectador pela evolução do herói antes dos eventos de “O Cavaleiro das Trevas”.

Apesar de não ser uma peça “essencial” para a compreensão da trilogia principal de Nolan, a animação oferece uma camada adicional de contexto e aprofundamento para os fãs mais dedicados. Os produtores fizeram questão de ressaltar que as histórias são autônomas, mas para quem busca uma imersão completa no universo de Nolan, “Gotham Knight” é uma joia a ser descoberta.

Apesar de não ter tido um lançamento cinematográfico, o filme demonstrou um impressionante desempenho financeiro. Com um orçamento modesto de US$ 3 milhões, a animação arrecadou US$ 8,5 milhões apenas em vendas domésticas de DVD e Blu-ray. Esse retorno substancial para um projeto que não recebeu a mesma divulgação massiva dos filmes de live-action é um testamento de sua qualidade e do interesse do público em expandir a experiência do universo de Nolan.

Além do sucesso comercial, a animação foi bem recebida pela crítica, conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso atesta sua qualidade e sua relevância dentro da franquia, mesmo que tenha sido, em grande parte, ofuscada pelo brilho avassalador dos filmes de Nolan.

Em suma, “Batman: Gotham Knight” representa um capítulo importante, mas frequentemente esquecido, do legado da aclamada trilogia Cavaleiro das Trevas. A animação expande o universo de Gotham e do Batman de uma maneira única, oferecendo aos fãs uma oportunidade valiosa de ver o Cavaleiro das Trevas de Christian Bale em novas aventuras e desafios, além de proporcionar um olhar aprofundado sobre sua evolução entre “Batman Begins” e “O Cavaleiro das Trevas”. Para os entusiastas do herói que ainda não exploraram esta obra, “Batman: Gotham Knight” é uma redescoberta que promete enriquecer ainda mais sua compreensão do universo de Nolan.

Veja fotos:

Batman animado em caverna sombria.
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Personagem de anime com chapéu e rosto parcialmente robótico.
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Batman e Mulher ao fundo, em cena animada.
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Personagem robótico com capa e olhos vermelhos brilhantes.
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Batman em ação à noite na cidade.
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Batman animado luta em uma instalação tecnológica.
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Saiba QUAL atriz brasileira recusou o convite de Vin Diesel para estrelar ‘Velozes e Furiosos’

Durante uma participação no videocast ‘Conversa vai, conversa vem‘, a atriz Taís Araújo compartilhou uma experiência curiosa e significativa de sua carreira.

Ela revelou que foi convidada para participar de um teste de seleção para integrar o elenco de um dos filmes da franquia de sucesso ‘Velozes e Furiosos‘, uma das mais famosas produções de ação de Hollywood.

Apesar de ter sido uma oportunidade que poderia abrir portas para uma carreira internacional, Taís surpreendeu ao contar que, mesmo viajando até Los Angeles para participar do processo seletivo, escolheu recusar o papel.

Segundo ela, naquele momento, havia algo ainda mais importante em sua vida do que um novo trabalho: seu desejo de formar uma família.

Ela explicou que estava em um ponto da vida em que sentia a necessidade de se dedicar mais ao lado pessoal do que ao profissional.

“Eu queria ter filho. Meu marido está me esperando lá em Nova York. Mas é óbvio que se eu te falar que vou fazer, vou fazer, mas meu desejo agora é olhar para a minha vida pessoal”, contou a atriz, referindo-se ao também ator Lázaro Ramos, com quem é casada.

Taís destacou que, apesar de ser uma oportunidade em um filme de grande repercussão mundial, nunca se deixou seduzir pelo chamado “sonho americano” — aquele ideal de sucesso que muitos artistas buscam ao tentar uma carreira em Hollywood. Com sinceridade, afirmou:

“Nunca tive esse ‘American dream’. Tenho uma vida muito boa aqui no Brasil, sou muito feliz aqui.”

Com isso, ela deixou claro que, para ela, a realização pessoal e a felicidade não estão necessariamente atreladas a uma carreira internacional. Seu foco sempre esteve em construir uma trajetória sólida no Brasil, onde conquistou reconhecimento, respeito e admiração do público. A fala de Taís mostra não apenas sua maturidade profissional, mas também uma forte consciência sobre suas prioridades e valores pessoais.

Velozes e Furiosos 11‘ promete não apenas encerrar a saga de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez da franquia um fenômeno global por mais de duas décadas.

O filme estreia em Abril de 2027.