‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU) nos cinemas, já está em cartaz – e continua reiterando a paixão do público brasileiro por adaptações de histórias em quadrinhos.
O filme, que traz David Corenswet como o Homem de Aço, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor, teve uma arrecadação estrondosa nas pré-estreias ao faturar impressionantes US$1,2 milhão (R$6,6 milhões), incluindo exibições antecipadas.
A encargo de comparação, ‘Batman’ teve uma arrecadação inicial de US$1,5 milhão (R$8,3 milhões) em 2022.
Com isso, as fortes projeções indicam que o longa-metragem pode arrecadar entre US$6 milhões e US$8 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição.
#Brazil’s love for DC remains unchallenged, as #SUPERMAN crushed it all grossing strong $1.2M WED previews at Brazilian #BoxOffice, including TUE limited early screenings (vs #TheBatman’s $1.5M previews back in 2022), taking 308k Brazilians to the multiplexes, ahead of its THU,… pic.twitter.com/VG9jASpFjT
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Segundo a Variety, Barnes expressou seu otimismo em relação à nova adaptação: “Com literatura clássica, não há limites para as formas como ela pode ser adaptada, desde que seja algo fresco e que converse com uma nova geração”, disse ele.
Ele ainda acrescentou: “Acho que essas histórias… a fantasia permite contar histórias belamente alegóricas sobre esperança, bondade e fé. Vai ser muito interessante ver a abordagem dela. Estou empolgado que Nárnia está sendo recontada”.
Segundo fontes, Gerwig está adaptando O Sobrinho do Mago, sexto livro da série, que funciona como uma espécie de prelúdio para os demais volumes. A cineasta, que escreveu o roteiro e assume a direção, está em fase avançada de escalação de elenco.
O elenco em formação já conta com nomes de peso, como Carey Mulligan, Daniel Craig, Emma Mackey e Meryl Streep, enquanto a produção continua a busca por intérpretes para os papéis principais das crianças.
Com o apoio da Netflix, esta será a primeira incursão deGreta Gerwig no gênero de fantasia épica, após o sucesso de seus trabalhos em ‘LadyBird‘, ‘AdoráveisMulheres‘ e ‘Barbie‘.
Vale lembrar que a Netflix, responsável por supervisionar o projeto, vai desembolsar mais de US$ 200 milhões na produção do primeiro filme.
Com tanto gasto, o filme terá um lançamento especial: será exibido globalmente por duas semanas em cinemas IMAX, antes de sua estreia na plataforma de streaming.
O filme será lançado em IMAX no dia 26 de novembro de 2026 e estreará no catálogo da plataforma de streaming em 25 de dezembro de 2026.
No total, os livros da saga já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.
O cinema do nosso país vive um momento de grande destaque internacional, conquistando prêmios nos mais importantes festivais do mundo. No entanto, essa qualidade no nosso audiovisual não é novidade: há muito tempo produzimos obras marcantes, com qualidade técnica e artística de altíssimo nível. Pensando em filmes tão impactantes — ou até superiores — a muitos vencedores do Oscar, preparamos uma lista especial para você conferir:
Na trama conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas em respostas no sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.
Estabelecendo paralelos entre o poder da educação contra a violência, o fascinante documentário Hora do Recreio constrói uma narrativa que transita entre o documental e o ficcional, sempre alinhada ao discurso proposto. A partir de depoimentos de estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro, a obra traça de forma impactante reflexões profundas sobre a sociedade brasileira.
Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.
Exibido no Festival é Tudo Verdade, o espetacular documentário Morcego Negro nos leva de volta para o final da década de 80 e início dos anos 90, um período de recomeço da democracia, onde um lobista de Alagoas se tornaria uma figura central no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Com 10 anos de pesquisas sobre a vida de PC Farias, materiais de arquivos (alguns exclusivos), depoimentos de jornalistas, amigos, família, os cineastas Chaim Litewski e Cleisson Vidal resumem de forma intrigante o cenário político dentro da recém-restaurada democracia brasileira além de fatos sobre o misterioso assassinato do lobista.
Tereza é uma mulher de família rica (Malu Galli) que no passado fora vítima de um assalto que acabou na morte do assaltante, fato que a deixou traumatizada. O tempo passa e junto ao seu marido resolvem fazer uma viagem para a fazenda da família no interior. Só que chegando no lugar, os trabalhadores que prestam serviços lá, liderados por Dona Antônia (Zuleika Ferreira), se revoltam por uma série de situações e tomam o lugar. Tereza consegue se trancar no seu carro mas sem ter a chance de fugir. Assim, começa um jogo psicológico onde a não comunicação se torna um elemento importante para refletirmos sobre o que assistimos até o último segundo de projeção.
Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.
Irene (Maeve Jinkings) vive com o marido (Rômulo Braga), o filho Jean (Jean de Almeida Costa) e o pai – esse já em estado bastante debilitado – em uma cidade isolada no interior do Brasil. A família vive uma vida simples onde a falta de dinheiro é algo frequente. Certo dia, uma mulher aparece com uma proposta inusitada, que consiste na família hospedar um misterioso visitante internacional chamado Miguel (César Bordón), em troca de uma boa quantia de dinheiro. Eles topam. Assim, se seguem dias de muitos conflitos, onde vamos entendendo melhor cada um desses personagens.
Hermila (Hermila Guedes) chega de São Paulo com seu filho pequeno de volta para o interior do Ceará, mais precisamente a cidade de Iguatu, para morar um tempo na casa da avó e da tia, na espera da chegada de seu marido. Mas será que ele vem? Rodeada de incertezas e com uma certa desconfiança nesse relacionamento aos olhos de sua família, ela reencontra João (João Miguel), um antigo amor. Mas conforme os dias passam, ela começa a ter mais certeza que está sozinha nesse mundo, e assim, resolve tomar uma atitude desesperada e rifa a si mesmo gerando um grande bafafá na cidade.
Na trama, conhecemos Mauro, já adulto, que recebe uma notícia que o faz refletir sobre uma das pessoas mais importantes de sua vida, sua mãe, Pérola (Drica Moraes). Essa, uma esposa carinhosa, com dois filhos, moradora de Bauru, que tem uma personalidade forte mas nunca deixa de ser amável. Ao longo de alguns anos, onde, entre outras questões, vemos uma curiosa e demorada construção de uma piscina, vamos entendendo os grandes embates dessa família como tantas outras pelo Brasil, que brigam, fazem as pazes, buscam se entenderem nos conflitos mas nunca deixam de se amar.
Na trama, ambientado na década de 1930 no nordeste brasileiro, conhecemos dois amigos inseparáveis que se metem em diversas confusões próximo à região de Taperoá, na Paraíba. Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele) são dois jovens, pobres, que fazem vários bicos em busca de suas próprias sobrevivências. Conhecendo bem a região e seus moradores, envolvem a maioria desses em diversas situações que mexem com a fé, com as tradições, com a ambição, com o desejo.
A plataforma de streaming Max, anteriormente conhecida como HBO Max, usou as redes sociais para “reclamar” do X (antigo Twitter) por não permitir que a conta retorne ao seu nome original, conforme a Variety.
“O Twitter não me deixa mudar meu nome de volta”, escreveu a conta @streamonmax na manhã de quarta-feira no X/Twitter. Enquanto isso, a bio da conta @hbomax na plataforma diz: “O Twitter não nos deixa trocar nossos @ ¯_(ツ)_/¯”.
Mais tarde, na manhã de quarta-feira, a conta @streamonmax atualizou seu nome de exibição para “Na verdade, HBO Max”, com o logotipo da HBO Max como foto de perfil.
A ironia é que o próprio Elon Musk renomeou o Twitter para X em julho de 2023, aparentemente por ser sua letra favorita do alfabeto. Representantes do X não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
No início da quarta-feira, a Warner Bros. Discovery acionou a mudança: após dois anos como Max, o serviço de streaming voltou a se chamar HBO Max.
De acordo com a central de ajuda do X, alterar o nome de exibição de uma conta deveria ser simples. O site informa: “Seu nome de exibição – chamado de nome – é um identificador pessoal no X e é separado do nome de usuário. Pode ser algo divertido, o nome de um negócio ou seu nome real, e aparece ao lado do seu @. Você pode atualizá-lo a qualquer momento”.
Por outro lado, outro artigo no site do X diz: “Atualmente não oferecemos uma maneira de fundir várias contas em uma só, nem de migrar dados (postagens, seguidores ou seguidos) de uma conta para outra”.
A transição de Max de volta para HBO Max ainda está em andamento em outras plataformas da internet.
No Instagram, a conta @streamonmax já foi renomeada para @hbomax.
No Facebook, as duas contas ainda estão ativas, e de forma confusa, a página da HBO Max na manhã de quarta-feira dizia: “HBO Max agora é Max. @StreamOnMax”.
No YouTube, a conta @StreamOnMax foi alterada para @hbomax — exibindo o novo logotipo da HBO Max, mas ainda com o nome de exibição aparecendo como “Max”.
Cierra Ortega, ex-participante de ‘Ilha do Amor’ (Love Island USA), se manifestou publicamente após sua expulsão do reality show. A saída de Ortega ocorreu depois que uma postagem antiga, na qual ela utilizava linguagem racista, viralizou nas redes sociais.
De acordo com a Variety, em uma extensa publicação em suas redes sociais, Ortega declarou que teve “tempo para processar” toda a controvérsia em torno de sua saída do programa e que agora consegue abordar o assunto de forma mais calma, sem estar “altamente emocional”.
“Enquanto eu estava na vila, vieram à tona algumas postagens do meu passado, em que eu, de forma muito ingênua, usava um termo extremamente ofensivo e depreciativo”, disse ela. “E antes de entrar nos detalhes, quero começar pedindo desculpas, não apenas a qualquer pessoa que tenha ferido ou ofendido profundamente, mas, acima de tudo, à comunidade asiática. Sinto muito, profundamente, sinceramente. Eu não fazia ideia de que essa palavra carregava tanta dor, tanto dano e uma história tão pesada. Se eu soubesse, jamais a teria usado”.
Ortega continuou, explicando sua falta de conhecimento: “Quero sim assumir a responsabilidade por ter usado essa palavra, mas também quero deixar claro que, genuinamente, eu não sabia que se tratava de um insulto. Eu não conhecia o seu significado, e só fui alertada após publicar uma story em 2024, quando uma seguidora me procurou e explicou o quão ofensivo aquilo era.”
A ex-participante também revelou que sua família se tornou alvo de ataques após a repercussão da polêmica.
“Estou recebendo ameaças de morte. Não há necessidade de combater ódio com mais ódio”, acrescentou Ortega. “Não acho que isso seja justiça. E se você quer saber que foi ouvido, que eu sinto muito e que vou agir de maneira diferente, eu prometo: é isso que vai acontecer”.
Após sua saída repentina, a família de Cierra publicou um comunicado nos stories de seu Instagram, reforçando a gravidade das reações online:
“Vimos os posts, as manchetes, a dor e o ódio. E, embora Cierra ainda não tenha visto nada disso, nós vimos”, dizia o texto. “E as pessoas que a amam também. Não estamos aqui para justificar nem ignorar o que veio à tona. Entendemos por que as pessoas estão chateadas e sabemos que responsabilidade é importante. Mas o que está acontecendo online ultrapassou todos os limites. As ameaças. As mensagens cruéis. Os ataques à sua família, amigos e até aos seus apoiadores. É devastador. É injustificável. E ninguém merece esse tipo de ódio, não importa o erro que tenha cometido”.
Segundo o Deadline, durante o episódio 30 da Temporada 7, o narrador Iain Stirling fez o anúncio cerca de 15 minutos após o início do episódio.
“Bem-vindos de volta ao Ilha do Amor, Cierra deixou a villa devido a uma situação pessoal, deixando Nic [Vansteenberghe] oficialmente solteiro”, foi o que Stirling anunciou.
Nos últimos dias, uma postagem antiga de Cierra nas redes sociais foi revelada, mostrando a aspirante a influenciadora digital exibindo um procedimento estético que ela fez e mencionando seus olhos de forma ofensiva, usando um termo racial pejorativo para a comunidade asiática.
Os telespectadores se manifestaram nas redes sociais, exigindo publicamente sua remoção do reality show, e o episódio de domingo abordou sua saída após ela ser amplamente editada antes do anúncio.
A cena que seguiu o anúncio mostrou um Nic devastado lidando com a notícia de que sua conexão amorosa na série de namoro.
“Bem antes de Cierra ter saído, minha mente estava tranquila. Eu sabia o que o futuro seria, e agora estou perdido. Acho que agora que minha conexão mais forte se foi, só vou tentar descobrir o que fazer a partir daqui”, disse Nic. Quando perguntado se ele tentaria explorar outra conexão amorosa na villa, Nic respondeu: “Não sei”.
Cierra é a segunda participante da Temporada 7 de ‘Ilha do Amor’ a ser expulsa. No início da temporada, Yulissa Escobar também saiu no segundo episódio da série, depois que uma aparição em um podcast antigo dela revelou que ela usava repetidamente o termo racista.
Yulissa pediu desculpas após sair da série de namoro, mas subsequentemente fez publicações nas redes sociais minimizando a gravidade de suas ações.
‘Coração de Ferro’ (Ironheart), já disponível no Disney+, está envolta em rumores preocupantes sobre os bastidores. Fontes internas da Marvel estariam descontentes com o desempenho da série focada na nova heroína.
De acordo com o CosmicBook, há relatos de que pessoas dentro da Marvel consideram ‘Coração de Ferro’“a pior coisa que o estúdio já produziu”.
Vale lembrar que a série passou por quase uma dúzia de reedições e ficou paralisada por dois anos e meio antes de seu lançamento.
Essas reações negativas surgem em meio a críticas desfavoráveis e baixa audiência, o que sugere que ‘Coração de Ferro’ pode ser cancelada ainda em sua primeira temporada. A série também detém a pior nota de público no Rotten Tomatoes entre todas as produções da Marvel no Disney+.
Apesar da recepção negativa, há rumores de que alguns personagens de ‘Coração de Ferro’ retornarão em ‘Vingadores: Apocalipse’, indicando uma possível continuidade dos planos da Marvel no pós-“Ultimato”. Contudo, a série permanece entre as menos assistidas da Marvel no Disney+.
É importante ressaltar que todas essas informações são apenas rumores e, até o momento, nada foi confirmado oficialmente pela Marvel Studios.
O elenco ainda conta comAnthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes,Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash,Cree Summere Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
O site O Globo confirmou que um filme baseado na novela clássica ‘A Viagem‘ está oficialmente em desenvolvimento.
Jaqueline Vargas, de ‘Sessão de Terapia‘, será responsável pelo roteiro.
O portal ainda destaca que a nova versão contará com o retorno do personagem Alexandre (interpretado por Guilherme Fontes na novela original), mas outros devem ficar de fora.
Lançada originalmente em 1994 e reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, ‘A Viagem‘ gira em torno de Alexandre, um jovem problemático que comete um assassinato durante um roubo e, após ser condenado, se mata na prisão.
No plano espiritual, Alexandre, agora um espírito obsessor, busca vingança contra aqueles que considera responsáveis por sua morte, especialmente seu irmão, cunhado e o advogado que o condenou.
Vale destacar que a obra da Globo é uma releitura da novela da TV Tupi, exibida entre 1975-76.
Com 15 críticas publicadas até o momento, a série derivada ‘Dexter: Ressurreição‘, que dará continuidade aos eventos de ‘Dexter: New Blood‘, abriu com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral elogia o resgate do humor e do tom sombrio da produção original, destacando o embate entre o assassino titular e o personagem de Peter Dinklage como um dos pontos altos da história.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Esta última iteração está firmemente enraizada na fundação assustadora e sombria da série original.” (RogerEbert)
“Assistir Michael C. Hall e Peter Dinklage se enfrentando conforme a série se desenvolve faz todo o esforço valer a pena; quanto menos se falar sobre a atuação de Uma Thurman como a intermediária de Dinklage, melhor.” (Daily Telegraph UK)
“[Clyde Phillips] ainda constrói histórias concisas, doentias e cheias de suspense. Elas são movidas pelos personagens com humor bem colocado; as piadas recorrentes dos Bee Gees e as piadas veganas de ‘Resurrection’ arrancam mais sorrisos do que deveriam, enquanto as cenas macabras estão ainda mais brutais.” (San Francisco Chronicle)
“Dexter mostra a obsessão atual da sociedade com assassinos em série de uma forma divertida e um tanto catártica, o que torna a série relevante para os dias atuais.” (TheWrap)
“Esses pequenos detalhes — o novo cenário, o humor antigo, os novos assassinos (que são engraçados o suficiente para evocar os excelentes antagonistas de antigamente) — são um gancho suficiente para recompensar qualquer um que ainda esteja ansioso para se envolver com seu assassino em série favorito da era dos anos 2000.” (IndieWire)
“Tivemos muitas ameaças ao longo dos anos de que Dexter poderia, finalmente, enfrentar algumas consequências por suas ações. Mas, desta vez, talvez isso finalmente aconteça?” (Consequence)
A produção estreará amanhã (11) no serviço de streaming daParamount+.
Além de Michael C. Hall no papel titular, a nova série ainda contará com o retorno de David Zayas (Detetive Angel Batista), Jack Alcott (Harrison Morgan) e James Remar (Harry Morgan), John Lithgow (Arthur Miller/Trinity Killer) e Jimmy Smits (Miguel Prado) e David Magidoff (Teddy Reed).
Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.
Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.
O ator Taylor Kitsch, conhecido por ‘A Lista Terminal‘, foi confirmado como protagonista do longa independente ‘Eleven Days‘, um intenso thriller de sequestro dirigido por Peter Landesman (Parkland, Concussion). As filmagens estão programadas para setembro no Texas. A novidade foi divulgada pelo Deadline.
A trama se passa durante o escaldante verão texano de 1974 e gira em torno de Jim Estelle (Kitsch), chefe do Departamento de Correções do Texas, que se vê envolvido em um tenso jogo psicológico com o implacável traficante de heroína Federico Carrasco. Após um plano de fuga malsucedido, Carrasco toma o controle da Penitenciária de Huntsville, fazendo dezenas de pessoas reféns. Ao longo de onze dias aterrorizantes, as fronteiras entre justiça e sobrevivência, captor e cativo, começam a se dissolver em meio ao caos.
O roteiro é baseado no livro Eleven Days in Hell: The 1974 Carrasco Prison Siege at Huntsville, Texas, de William T. Harper. Kevin Sheridan assina o texto original, com revisões do próprio Landesman. A produção fica por conta de Vincent Newman e Vance Howard.
Kitsch vive um momento de destaque na carreira, com a estreia marcada para 28 de agosto do prelúdio de ‘A Lista Terminal‘, intitulado ‘Dark Wolf‘, no Prime Video.
Ele também estrelou recentemente duas minisséries de sucesso da Netflix: ‘Terra Indomável’ e ‘Império da Dor‘, ambas no topo da lista global da plataforma. Essa última ainda rendeu ao ator uma indicação ao Critics Choice Awards na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.
Guy Ritchie não estará mais à frente da direção de ‘Matador de Aluguel 2‘, sequência do sucesso estrelado por Jake Gyllenhaal lançado em 2024 pela Amazon MGM Studios. A informação foi confirmada por fontes próximas à produção, embora os motivos para a saída do cineasta britânico não tenham sido divulgados oficialmente.
O primeiro filme, que reimaginou o clássico dos anos 1980, foi um dos maiores sucessos da Prime Video em 2024, acumulando mais de 50 milhões de visualizações logo após sua estreia. Em oito semanas, esse número chegou à impressionante marca de 80 milhões, consolidando ‘Matador de Aluguel‘ como uma das produções mais assistidas do serviço de streaming.
Apesar da saída de Ritchie, a Amazon MGM Studios mantém a sequência como uma prioridade. O cronograma de filmagens segue planejado para começar ainda neste outono (no hemisfério norte) e a busca por um novo diretor já está em andamento. O processo de escalação de elenco também continua.
Jake Gyllenhaal retorna ao papel de Dalton, o ex-lutador do UFC que se envolve em confrontos intensos em um ambiente marcado por violência e redenção.
O roteiro da sequência é assinado por Will Beall (Bad Boys: Ride or Die), com produção da Atlas Entertainment (Charles Roven e Alex Gartner), além da Nine Stories Productions de Gyllenhaal. Josh McLaughlin e Ivan Atkinson também atuam como produtores executivos.
Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) assinou a direção do primeiro filme.
A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.
O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.
O canal Starz divulgou o trailer completo da série derivada ‘Outlander: Blood of My Blood‘, que servirá de pré-sequência ao seriado original.
O vídeo confirma que a Claire (Caitriona Balfe) não foi o primeiro membro de sua família a viajar no tempo.
A produção focará em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.
Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.
A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).
Poucas coisas doem mais no coração de um cinéfilo do que assistir a um filmaço e perceber que ele passou despercebido por grande parte do público. São tantas obras incríveis, muitas vezes ignoradas no lançamento e só reconhecidas com o tempo — quando já mereciam ter brilhado desde o início. Pensando nisso, reunimos uma lista com 10 filmes SUBESTIMADOS nos últimos anos que merecem muito mais atenção!
Durante um dia cheio de reviravoltas, conhecemos Daniel (Alfonso Dosal) e Sandra (Fiona Palomo), dois artistas com bom relacionamento fora das câmeras que estão rodando um filme. Numa das cenas, Sandra acusa Daniel de má conduta, desencadeando uma série de situações. Ela vai em busca de apoio jurídico para uma denúncia, enquanto a produção do filme tenta contornar a situação. Ao longo dessa jornada, as consequências são mostradas de várias formas, chegando até mesmo ao circo midiático que logo se mostra presente.
Daniel (Michiel Huisman) é um advogado tributário em ascensão na carreira morando na cidade de Nova Iorque, que está indo para a Irlanda após a morte de sua mãe. Durante o voo um senhor de idade ao lado da sua poltrona morre e de uma forma bem inusitada Daniel fica responsável por levar o corpo dele para ser enterrado ao lado de um parente na Irlanda do Norte. Durante essa jornada, o protagonista busca se reconectar com o irmão autista Louis (Samuel Bottomley) e acaba conhecendo melhor uma funcionária da funerária, a carismática Mary (Niamh Algar).
O britânico Leonard (Mark Rylance) é um experiente alfaiate que após uma tragédia se mudou para Chicago em meados da década de 1950. Nesse novo lugar, acabou se envolvendo, mesmo que de forma indireta, com a máfia, inclusive um dos chefões da região é o seu principal cliente. Quando em uma noite, uma série de acasos acontecem, o alfaiate precisará de muita habilidade para se livrar de uma peculiar situação.
Na trama acompanhamos uma noite conturbada na vida do experiente Chef Andy (Stephen Graham). Precisando lidar com problemas da sua equipe, e algumas questões inesperadas, como a visita de um ex-sócio celebridade, além de momento de vícios no seu presente – fato esse que vai destruindo a relação com a família – ao longo de uma noite, que parece não acabar, o esgotamento se torna uma questão de tempo.
Ollie (Tye Sheridan) é um esforçado novato na função de paramédico que se dedica também aos estudos para uma vida melhor. No seu ofício, no complexo turno da noite, logo de cara enfrenta o caos das emoções que chegam forte por um cotidiano repleto de dor e emoções conflitantes. Aos poucos busca na sua única referência, Rut (Sean Penn), um experiente na função, algum sentido para seu presente. Mas nada será tão simples.
A professora Sofia (Magalie Lépine Blondeau) é uma mulher inteligente, na casa dos 40 anos, que está em um relacionamento frio com o namorado Xavier (Francis-William Réaume). Certo dia, conhece o atraente Sylvian (Cardeal Pierre-Yves), responsável pela reforma de sua casa de campo. Mesmo sendo completamente diferentes, logo uma paixão intensa acontece entre os dois mas aos poucos a protagonista embarca em dolorosas incertezas.
Paul (Nicolas Cage) é um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viralizando após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.
Na trama, ambientada perto do ano 3.000, conhecemos o Cabo Bower (Ben Foster), um homem que acorda numa nave chamada Elysium, com grandes avarias, sem lembrar direito como foi parar ali. Ao seu lado, o sargento Payton (Dennis Quaid) também é acordado. A dupla então começa a busca entender o atual cenário da nave espacial em que estão, e entre alguns lapsos de memórias, precisam descobrir uma nova maneira de reestabelecer o controle da nave que está ocupada por seres nada amistosos. Assim, o Cabo Bower parte para as partes mais distantes da nave, já que uma solução pode ser a de chegar ao reator principal da nave, e assim descobre muitas surpresas pelo caminho.
Até Amanhã
Acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém-nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.
A Linha
Margaret (Stéphanie Blanchoud) é uma jovem que vive de trabalhos informais pela comunidade onde mora e com um passado recente ligado à música. Certo dia, vira autora de um ataque violento contra sua mãe Christina (Valeria Bruni Tedeschi) que é sentenciada pelas autoridades de justiça a ficar no mínimo 100 metros dela durante alguns meses. A partir disso, uma série de conflitos familiares tomam conta da história dessa família com integrantes completamente instáveis emocionalmente precisando conviver com a situação imposta pelo destino.
Os fãs de ‘Scrubs‘ já podem comemorar: a série médica cômica cult foi oficialmente aprovada para um reboot direto para série pela ABC. A nova produção marcará o retorno de Donald Faison, Sarah Chalke e Zach Braff aos seus icônicos papéis como Christopher Turk, Elliot Reid e J.D. Dorian, respectivamente. Os três também atuarão como produtores executivos.
O criador da série original,Bill Lawrence, retorna como produtor executivo, acompanhado pelos veteranos Tim Hobert e Aseem Batra — ambos com passagens marcantes pela produção original — que agora assumem os cargos de showrunners e produtores executivos.
A produção fica por conta da Doozer, empresa de Lawrence, com Jeff Ingold e Liza Katzer também no time de executivos.
O novo capítulo da série seguirá J.D. e Turk, que voltam a trabalhar juntos após um longo tempo longe das salas de cirurgia. Em um mundo onde a medicina mudou, os internos são de uma nova geração, mas a amizade entre os dois continua inabalável. A trama promete mesclar risos, emoção e surpresas, enquanto novos e antigos personagens circulam pelos corredores do hospital Sacred Heart.
Judy Reyes, que interpretou a enfermeira-chefe Carla Espinosa, atualmente está em outro sucesso da ABC, ‘High Potential’, estrelado por Kaitlin Olson. Apesar disso, fontes próximas à produção afirmam que estão em andamento conversas positivas para alinhar agendas e possibilitar que Reyes participe também do reboot de ‘Scrubs‘.
Ainda sem data oficial de estreia, o retorno da série promete atender à nostalgia dos fãs enquanto atualiza o universo hospitalar com novas dinâmicas e dilemas contemporâneos.
A série era uma sitcom de câmera única ambientada no Hospital Sacred Heart, narrada por J.D., enquanto ele e seus colegas avançavam em suas carreiras médicas.
Lançada em 2001 pela NBC, ‘Scrubs’ foi exibida por sete temporadas antes de ser cancelada. Em seguida, foi renovada pela ABC para uma oitava temporada, inicialmente planejada como a última. Contudo, a emissora acabou aprovando uma nona temporada, intitulada ‘Scrubs: Med School’, na qual apenasJohn C. McGinley eDonald Faison permaneceram como regulares no elenco.
Sem grandes pretensões além de entregar sustos e tensão típicos do universo zumbi, o longa-metragem tailandês Com Unhas e Dentes aposta em uma narrativa desenfreada onde artes marciais colidem com cadáveres reanimados por um vírus desconhecido. Dirigido por Kulp Kaljareuk e já disponível na Netflix, o filme não busca reflexões profundas — é um convite direto a quem quer embarcar em uma jornada de ação desenfreada.
Ambientado em um mundo distópico onde a fome se tornou um dos graves problemas da humanidade, um lutador de Muay Thai (Mark Prin Suparat) sobrevive do jeito que pode ao lado da companheira, a cirurgiã Rin (Nuttanicha Dungwattanawanich). Quando o local onde ela trabalha é tomado por uma epidemia zumbi, o lutador fará de tudo para conseguir salvá-la.
Mesmo partindo de um cenário promissor — um planeta devastado por seus próprios erros, onde a fome já ultrapassou o nível de alerta e a opressão domina nas mãos de quem detém o poder — o projeto estanca qualquer tentativa de aprofundamento, evitando explorar com mais contundência as possíveis críticas sociais. Uma pena!
As cenas de ação e luta são bem feitas, com os mais conhecidos exageros de outras estruturas narrativas de filmes onde zumbis tem um certo protagonismo. É clichê pra tudo que é lado, mas aqui adicionado ao fato de fugir da previsibilidade, talvez o maior mérito da produção. Com sangue jorrando em toda parte, o cenário caótico se prende ao ambiente hospitalar, um lugar onde a cura é constante mas aqui ganha ares horripilantes.
A proposta é muito simples: embarcar nos velhos e batidos dilemas de toda luta pela sobrevivência em um universo dominado pelo caos. Nessa batalha forçada entre o bem e o mal, com um lutador de artes marciais de um lado caminhando todos os passos e desafios na sua jornada do herói, e zumbis (do estilo corredores) dominando a vilania, é estabelecido um clássico molde narrativo onde pode entreter quem curte filmes do gênero.
Kanye West, também conhecido como Ye, enfrenta acusações graves de estupro, tráfico sexual e uma série de abusos e condutas inapropriadas, segundo uma nova queixa judicial apresentada por sua ex-assistente Lauren Pisciotta.
O documento, obtido pela revista Variety, amplia um processo inicial de junho de 2024 que já incluía alegações de assédio sexual e demissão indevida.
Pisciotta começou a trabalhar com West em 2021, durante a produção do álbum Donda, como profissional de A&R, e acabou sendo promovida a assistente pessoal. Segundo ela, a relação de trabalho rapidamente se transformou em um ambiente hostil e abusivo, marcado por exigências sexuais, manipulação emocional e agressões físicas.
Entre os episódios descritos no processo, Pisciotta afirma que o artista teria a estuprado oralmente sem consentimento e tentado penetrá-la com os dedos. As alegações incluem ainda que West teria oferecido mulheres como “presentes sexuais” a outros homens, inclusive oferecendo Pisciotta em troca de favores pessoais.
Ela também afirma que West a coagiu a participar de atos sexuais com falsas promessas de avanço profissional. “Ye submeteu a Sra. Pisciotta a comentários obscenos sobre seu corpo, exigiu que usasse roupas justas, apalpou-a regularmente, forçou-a a assistir a atos sexuais com outras mulheres e solicitou que enviasse fotos explícitas, exigindo o mesmo em retorno”, diz o processo.
Além de estupro e tráfico sexual, o novo processo lista uma série de outras acusações, incluindo agressão, cárcere privado, perseguição, discriminação de gênero, assédio moral e emocional, e tentativa deliberada de causar sofrimento psicológico.
Após recusar repetidamente os avanços sexuais do artista, Pisciotta afirma que foi demitida no outono de 2023. Segundo ela, o assédio continuou mesmo após a demissão: West teria se mudado para o mesmo complexo residencial onde ela morava, e em uma ocasião chegou a agarrá-la pelo pescoço.
Depois que ela se mudou para a Flórida, alegando estar fugindo de West, ele teria intensificado o assédio, com falsas denúncias de emergências — uma prática conhecida como swatting — incluindo chamadas à polícia alegando abuso infantil e até homicídio em sua residência.
Com a nova ação, Pisciotta busca um julgamento com júri e pede indenizações gerais, econômicas e punitivas, incluindo compensações por perdas financeiras passadas e futuras.
Representantes de Kanye West ainda não se pronunciaram sobre o novo processo. Na época da primeira ação, um advogado do rapper classificou as acusações como “infundadas” e anunciou a intenção de processar Pisciotta em resposta.
Desde 2022, a carreira de Kanye West tem enfrentado uma série de colapsos públicos e comerciais, após declarações antissemitas e atitudes polêmicas que resultaram na ruptura de parcerias com marcas como Adidas, Balenciaga, CAA, Universal Music Group e Gap.
Neste ano, ele chegou a comprar um espaço publicitário durante o Super Bowl para divulgar camisetas com símbolos nazistas, e tem demonstrado apoio público a figuras controversas, como Sean “Diddy” Combs, mesmo diante de investigações de abuso sexual.
A atriz Annie Potts foi confirmada no elenco de ‘Best Medicine‘, nova série da Fox que adapta para o público norte-americano o sucesso britânico ‘Doc Martin‘.
A produção, que mistura drama e comédia médica, traz Josh Charles (The Good Wife) como protagonista, interpretando Martin Best — um cirurgião brilhante, mas de temperamento difícil, que se muda de Boston para uma pequena e pitoresca cidade pesqueira no Maine.
Annie Potts viverá a tia Joan, descrita como uma mulher forte e determinada, que segue diariamente em seu barco de pesca e não aceita ordens de ninguém. Com um coração generoso por trás de uma casca dura, Joan é uma figura querida e respeitada na cidade. Ela mantém uma relação de afeto — ainda que desafiadora — com o sobrinho, e guarda segredos sobre o motivo pelo qual os dois perderam o contato por tantos anos. Na versão original britânica, a personagem foi interpretada por Stephanie Cole.
A série é baseada na aclamada produção britânica ‘Doc Martin‘, e terá suas gravações iniciadas neste verão no estado de Nova York.
Criada por Liz Tuccillo (‘Sex and the City‘) e produzida pela Propagate Content, ‘Best Medicine‘ está prevista para estrear na temporada 2025-2026. O projeto vinha sendo tratado como um dos favoritos da emissora na última temporada de desenvolvimento, e a confirmação de Charles no elenco foi o último passo necessário para a encomenda oficial da série.
Na trama, Charles interpreta Martin Best, um renomado cirurgião que abandona repentinamente sua prestigiada carreira em Boston para assumir o posto de clínico geral em uma pitoresca vila de pescadores na costa leste dos EUA — local onde passou os verões de sua infância. No entanto, seu comportamento direto e por vezes rude acaba afastando os excêntricos e carentes moradores, apesar de ele ser a única opção médica disponível.
Apesar de sua genialidade médica, Martin luta com uma fobia debilitante e questões psicológicas profundas que o impedem de manter relações íntimas. Em meio a uma comunidade persistente e cheia de peculiaridades, ele se vê constantemente envolvido nos dramas locais — mesmo tentando, desesperadamente, manter distância. Aos poucos, porém, esses mesmos moradores podem se revelar a cura que ele nem sabia que precisava.
Lançada em 2004 pela ITV, ‘Doc Martin‘ se tornou um fenômeno internacional ao longo de suas 10 temporadas, transformando a vila de Port Isaac, em Cornwall, em destino turístico. A série original, criada por Dominic Minghella, já inspirou versões em países como França, Alemanha e Espanha, com os direitos de formato sob responsabilidade da All3Media International.
Com ‘Best Medicine‘, a Fox reafirma sua aposta em séries de humor e emoção com apelo popular — e promete trazer uma nova leitura, ao mesmo tempo irreverente e sensível, de um personagem já consagrado na TV mundial.
A atriz Rachel Brosnahan, que interpreta a icônica jornalista Lois Lane no novo filme ‘Superman’ de James Gunn, compartilhou recentemente suas inspirações para dar vida à personagem no longa que marca o início do DCU.
Segundo o ComicBook, Brosnahan explicou como mergulhou na mente de uma jornalista séria, desde a intensidade do trabalho até os maus hábitos que vêm com a dedicação excessiva.
“Vou mantê-las anônimas, porque não perguntei se podia revelar que falei com elas, mas conversei com duas jornalistas investigativas”, contou Brosnahan. “Uma em particular, ela é uma jornalista brilhante, alguém que admiro muito e venho admirando de longe há algum tempo. Tive a oportunidade de falar com ela enquanto ela estava no meio de uma apuração, e fiquei muito impressionada com a forma como ela se movia e como falava sobre seu trabalho”.
Brosnahan captou claramente o tipo de personalidade e mentalidade que leva alguém a seguir essa carreira.
“Ela falava sobre ser atraída pela intensidade e pelos extremos da condição humana desde muito jovem”, disse a atriz. “Isso me tocou bastante, eu estava tentando encontrar algo em que me agarrar para construir essa versão da Lois, e adorei essa ideia”.
Ao mesmo tempo, ela também se inspirou nos “prazeres culposos” da personagem.
“Falamos muito sobre vícios… Não falamos sobre cigarros, mas a Lois, historicamente, é fumante, e não pudemos mostrar isso no filme”, disse Brosnahan. “O James [Gunn] disse: ‘Talvez ela tenha vaporizado por um tempo e estivesse tentando parar…’ A conversa era: quais são esses vícios, o que faz você seguir em frente quando está tão focada no trabalho. Adoro a ideia de que ela é alguém que perde a noção do tempo, consome quantidades infinitas de açúcar, comida industrializada, miojo, e tem roupas dobradas pela metade espalhadas pela casa”.
‘Superman’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O ator Bill Camp, conhecido por seus papéis intensos em produções como ‘O Gambito da Rainha‘ e ‘The Night Of‘, foi confirmado no elenco de ‘Karoshi‘, novo thriller de ação da Lionsgate que promete misturar intriga corporativa com elementos da tradição samurai. A novidade foi divulgada com exclusividade pela Variety.
Embora detalhes sobre o enredo e os personagens ainda estejam sendo mantidos em segredo, ‘Karoshi‘ é descrito como um thriller corporativo intenso, com uma reviravolta inspirada na estética e filosofia samurai — um contraste que promete cenas de ação marcantes e uma narrativa com profundidade moral. A história se passará em uma Nova York influenciada pelo Japão e ainda abordará temas ligados à vingança.
Takashi Doscher assina o roteiro e vai assumir a direção do longa. Ele é o mesmo responsável pelo scifi distópico ‘Procurada‘, estrelado por Freida Pinto e Leslie Odom Jr.
Em janponês, “karoshi” se refere a uma inexplicável e súbita morte ligada ao excesso de trabalho.
Chad Stahelski, Alex Young e Jason Spitz vão produzir o longa pela 87Eleven Entertainment. O projeto faz parte do acordo contratual firmado entre a produtora e a Lionsgate.
Durante uma entrevista ao Deadline, Johnson pontua o grande questionamento do filme, aonde sua personagem, Lucy, se vê dividida entre o charmoso e rico Harry e o “guerreiro” John.
A atriz pontua o grande questionamento do filme: “A questão é: você luta pela vida que acha que quer ou luta por ser realmente visto e amado? Mesmo que isso signifique não ter certo estilo de vida ou dinheiro?”.
Johnson aprofunda a reflexão, relacionando-a com os tempos atuais: “É uma pergunta boa. Hoje, por causa das redes sociais e do estado do mundo, as pessoas acham que devem ter uma vida de certo jeito, pela imagem online. Mas somos humanos. Não seria melhor se sentir verdadeiramente amado? Talvez isso devesse ser perguntado mais, e quem sabe tratássemos uns aos outros com mais cuidado”.
A atriz revelou que o trabalho de pesquisa para o filme foi intenso: “Falei muito com Celine, que era casamenteira profissional como Lucy. Ela ouviu histórias de pessoas sendo mais honestas com ela do que com amigos, família ou terapeutas, por desesperarem de encontrar um ideal. E ela achou curioso que tudo era mais sobre aspectos materiais que emocionais, viscerais. Foi pesquisa incrível”.
Johnson, com um tom bem-humorado, conclui sobre suas descobertas: “Também descobri que namorar é horrível”.
E complementa: “Bem, eu não sei bem… Não tenho experiência pessoal, mas sei por amigos que achar sua pessoa é difícil. É lindo e assustador e faz todo mundo questionar seu valor, o que é triste. Alguns apps de relacionamento funcionam, conheço gente que casou e está feliz, e há os que foram apresentados por amigos ou especialistas. Não existe um jeito certo ou errado de amar”.
Vale lembrar que ‘Amores Materialistas‘, mais recente longa da atriz, será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de julho, pela Sony Pictures.
O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.
Os produtores do projeto incluem Christine Vachon(‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler(‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa(‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.
Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.
A série de ficção científica ‘Murderbot‘ foi oficialmente renovada para uma segunda temporada pela Apple TV+, mesmo antes da exibição do episódio final da primeira temporada, marcado para 11 de julho.
Baseada na premiada novela All Systems Red, da escritora Martha Wells, ‘Murderbot‘ acompanha um androide de segurança que hackeou seus próprios sistemas para obter livre arbítrio. Apesar de ser extremamente eficiente em suas missões, ele sente repulsa por interações humanas — ainda que inexplicavelmente atraído pelas vulnerabilidades de seus clientes. Tudo o que deseja, no fundo, é ser deixado em paz para assistir a novelas futuristas e refletir sobre sua existência.
Confira a abertura da série:
Na trama…
Murderbot é um consciente androide de segurança que se sente aterrorizado pelas emoções humanas ao mesmo tempo em que se vê atraído por seus “clientes” vulneráveis. Para esconder o seu livre arbítrio, ele deve completar missões perigosas, mas tudo o que ele quer fazer é ficar sozinho assistindo séries dramáticas futuristas e descobrir o seu lugar no universo.
Relembre o trailer:
Criada por Chris ePaul Weitz (‘Mozart in the Jungle’), a série é baseada no livro ‘The Murderbot Diaries’, escrito por Martha Wells.