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‘Game of Thrones’: Samuel L. Jackson recapitula todas as temporadas em 8 minutos

Se você pensou que já tinha conferido o melhor vídeo da semana… pode ficar certo para mudar de opinião.

A HBO liberou há pouco um vídeo que funciona como um guia completo de’Game of Thrones‘, relembrando todas as temporadas.

E o mais sensacional, narrado por Samuel L. Jackson e no melhor estilo Samuel L. Jackson!

Confira:

Na semana passada, os produtores David Benioff e Dan Weiss disseram em entrevista ao podcast UFC Unfiltered que já definiram como será o final de ‘Game of Thrones

A reta final se aproxima, já que a série terá apenas duas temporadas antes de ser encerrada.

“Nós sabemos para onde estamos indo. Sabemos como a última temporada vai acabar. Poderíamos estar escrevendo o episódio final neste momento”, revelaram.

Segundo eles, faltam apenas 13 episódios para concluir a história (7 da sétima temporada, e 6 da oitava).

A decisão de diminuir o número de episódios se deu para não arrastar a trama.

“A HBO e os fãs adorariam que a série continuasse indefinidamente, mas eles confiam em nós. Queremos entregar um final satisfatório e fechar a história onde achamos que ela deve acabar. Menos episódios funciona melhor”, concluíram.

A série, que tradicionalmente estreia em abril, terá sua próxima temporada adiada para o final de 2017 – saiba mais!

Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (10º Episódio)

Recentemente, a HBO liberou a lista completa dos diretores que irão comandar os episódios.

‘Game of Thrones’: Vídeo mostra como foram criados os efeitos especiais da Batalha dos Bastardos 

Diretores que irão comandar a sétima temporada de ‘Game of Thrones‘:

Alan Taylor (‘Thor – O Mundo Sombrio‘ e ‘O Exterminador do Futuro – Gênesis‘)
Jeremy Podeswa (‘Boardwalk Empire‘)
Mark Mylod (‘Shameless‘, ‘Entourage‘)
Matt Shakman (‘Mad Men‘)

Game of Thrones se destacou nos Primetime Emmys® de 2015, recebendo 12 prêmios, um recorde para uma série em um ano. Os prêmios incluíram as categorias Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (o segundo prêmio para Peter Dinklage nesta categoria), Melhor Diretor (David Nutter) e Melhor Roteiro. A série é um fenômeno porque consegue ser tão influente, amada pelo público e pela crítica, e ao mesmo tempo ter tanto impacto na televisão, na produção e na criação de conteúdo de programação.

Novo trailer de ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, do diretor de ‘O Orfanato’

A seguir, você confere o novo trailer de  ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite‘ (A Monster Calls).

Dirigido pelo espanhol Juan Antonio Bayona, de ‘O Impossível‘, ‘O Orfanato‘ e do aguardado ‘Jurassic World 2‘, o filme chega aos cinemas nacionais dia 27 de Outubro.

Assista, com os trailers legendados:


Com uma vida cheia de problemas, Connor (Lewis MacDougall) tem a mãe (Felicity Jones) com câncer, a avó (Sigourney Weaver) que não gosta muito dele, um pai (Toby Kebbell) ausente e os colegas de escola não o deixam em paz. Seu único amigo é um monstro-árvore (Liam Neeson) com quem se encontra todas as noites para contar e ouvir histórias.

O elenco conta com Sigourney Weaver (‘Avatar’), Liam Neeson (‘Sem Escalas’) e Felicity Jones (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’).

Sete Minutos Depois da Meia-Noite‘ é baseado no romance de Patrick Ness, que também assina o roteiro, lançado no Brasil pela Editora Ática.

sete minutos

‘The Hollars’: Anna Kendrick e John Krasinski no emocionante trailer

Foi divulgado o primeiro trailer da comédia dramática ‘The Hollars‘, estrelada por John Krasinski, Anna Kendrick, Mary Elizabeth Winstead, Charlie Day e Sharlto Copley.

Na trama, o artista John Hollar (Krasinski) precisa voltar para sua cidade natal para ver a mãe, que será submetida à uma cirurgia cerebral. Lá, ele começa a relembrar tudo o que viveu na adolescência dentro de uma família disfuncional e na companhia dos amigos da escola.

Assista:

John Krasinski também dirige. A estreia acontece 26 de Agosto nos EUA, sem previsão no Brasil!

‘The Walking Dead’: Liberada primeira imagem e novos detalhes da 7° temporada

Agora sim a brincadeira realmente começou para ‘The Walking Dead‘.

A Entertainment Weekly acaba de liberar a primeira imagem oficial da 7° temporada da série, que como esperado, vai começar a partir do exato momento em que Negan (Jeffrey Dean Morgan) escolhe sua vítima.

Greg Nicoreto, o mais expressivo dos produtores executivos, ressaltou que ainda iremos ouvir e conferir todo um novo monólogo do novo vilão, afinal, essa é sua psicologia.

Negan é esse tipo de cara. Então, eu realmente não vejo um monte de momentos tranquilos com Negan. Eu sinto que com Negan realmente teremos ele gesticulando e saboreando o som da sua própria voz enquanto ele comanda o palco na frente de quem está vivo.

Confira:

thewalkingdead

 

Na semana passada, Tom Payne (que vive Jesus), Jeffrey Dean Morgan (que vive Negan), Austin Amelio (Dwight) e Xander Berkeley (Gregory) passaram para o elenco fixo.

‘The Walking Dead’: Atores filmaram múltiplas cenas de morte com Negan 

Recentemente, foi revelado que os episódios da 7° temporada estão sendo rodados fora de ordemsaiba mais!

‘The Walking Dead’: Episódios da 7° temporada serão rodados fora de ordem 

As filmagens da 7° Temporada de ‘The Walking Dead‘ estão a todo vapor na Geórgia, e a estreia acontece dia 9 de Outubro de 2016.

‘Aquarius’, com Sônia Braga, ganha primeiro vídeo dos bastidores

A página oficial de Aquarius‘ no Facebook liberou o primeiro vídeo, de uma série de cinco, dos bastidores do longa que representou o Brasil no Festival de Cannes desse ano.

Assista, com o primeiro trailer:


Sônia Braga (‘O Beijo da Mulher-Aranha’) vive a protagonista.

A história acompanha Clara, 65 anos, uma escritora e crítica de música aposentada. Ela é viúva, mãe de três filhos adultos, e moradora de um apartamento repleto de livros e discos no Bairro de Boa Viagem, num edifício chamado Aquarius. Clara tem também o dom de viajar no tempo, um super poder que poucas pessoas no mundo são capazes de desenvolver.

aquarius

‘Outlander’: Atores comentam em vídeo sobre o aclamado Season Finale

Se você acompanha a imprensa americana muito possivelmente deve saber que o season finale da segunda temporada de ‘Outlander‘ foi aclamado, tanto por seu roteiro extremamente bem escrito, quanto pelas atuações do elenco principal e pela direção clássica, mas com toques de eletricidade para tornar a trama mais ágil.

Pois bem, a Variety então sentou com parte do elenco principal para comentar qual a visão deles a respeito do último episódio de uma das séries que mais vem ganhando um sensacional respeito da crítica e do público nos Estados Unidos.

Confira:

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

A estreia da terceira temporada deverá acontecer entre abril e junho de 2017.

‘Supergirl’: Ian Gomez entra como o novo chefe de Kara

E o nome do papel de Ian Gomez é Snapper Carr, achou familiar?!

Pois bem, nas HQs, ele funciona como um amuleto da sorte da Liga da Justiça durante a primeira batalha do grupo, mas sua presença nunca foi sentida ao longo do Universo DC.

Com isso, a Entertainment Weekly confirma que Carr entra para ser o novo chefe de Kara, a ‘Supergirl‘.

O personagem é descrito da seguinte forma:

Um jornalista perspicaz e teimoso, contratado por Cat Grant (Calista Flockhart) para ser o editor-chefe da CatCo Magazine. O compromisso de Snapper é empurrar os repórteres para irem fundo nas suas abordagens. Ele é um homem que diz às pessoas o que pensa deles e sua entrada vai alterar a vida de Kara (Melissa Benoist) de maneira inesperada.

 

Vale lembrar que no início de julho, David Harewood, que interpreta Hank Henshaw, confirmou em seu perfil no Instagram que a 2° Temporada de ‘Supergirl‘ irá se chamar ‘As Aventuras da Supergirl‘.

Caso você não esteja familiarizado, o título faz referência a uma das primeiras HQs da DC que ganhou uma adaptação para a TV, lá nos anos 50.

Resta saber agora se a HQ será utilizada como expansão desse universo na TV, ou apenas como título de referência.

 

Let’s go. #SupergirlCW

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Jared Leto posta selfie assustadora como o Coringa

Jared Leto divulgou em seu perfil no Instagram uma nova foto, possivelmente, do período que passou nos bastidores de ‘Esquadrão Suicida‘. Ou seria uma dica que ele estará em ‘Liga da Justiça‘?

P.S. Ressaltando que a pré-venda de ingressos no Brasil começa em 21 de julho. Não vai esquecer!!!

Confira:

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Dirigido por David Ayer,  ‘Esquadrão Suicida’ trará o debut dos personagens nos cinemas e tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

 

‘Capitão América’: Confira como seria o visual do Pantera Negra

Andy Park, um dos maiores profissionais dos Estados Unidos quando o assunto é arte conceitual para blockbusters, liberou em seu perfil no Twitter uma nova arte de ‘Capitão América – Guerra Civil’, que traz o visual um tanto diferente para o Pantera Negra‘.

Confira:


Mundialmente, ‘Capitão América – Guera Civil‘ soma US$ 1,14 bilhão e ultrapassou a bilheteria de ‘BatmanO Cavaleiro das Trevas‘ (US$ 1 bilhão) e ‘BatmanO Cavaleiro das Trevas Ressurge‘ (US$ 1,08 bilhão), se tornando a quarta maior bilheteria para um filme de super-herói de todos os tempos, atrás de ‘Os Vingadores‘ (US$ 1,5 bilhão), ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1,4 bilhão) e ‘Homem de Ferro 3‘ (US$ 1,2 bilhão).

No Brasil, ‘Capitão América – Guerra Civil‘ ultrapassou ‘Batman vs Superman – A Origem da Justiça‘ como a maior bilheteria de 2016 – leia mais!

Diretores querem Deadpool em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ 

No começo da semana, a Marvel divulgou quais extras virão acompanhados da edição Blu-ray. Além de materiais inéditos, o disco trará uma nova prévia de ‘Doutor Estranho‘.

Confira:

Unidos Venceremos, Divididos Cairemos – Os bastidores do filme.
Capitão América: A Jornada para a Guerra Civil – Conheça a evolução do Primeiro Vingador e os eventos que o levaram até Guerra Civil.
Homem de Ferro: A Jornada para a Guerra Civil – Conheça a jornada de Tony Stark/Homem de Ferro, tão tumultuada quanto a do Capitão América.
Abra sua Mente: Prévia de Doutor Estranho – Vídeo inédito sobre os bastidores de Doutor Estranho.
– Comentários em áudio dos diretores e roteiristas.
– Erros de Gravação.
– Cenas Deletadas.

O Blu-ray será lançado em novembro.

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Assista nossa crítica:

‘Capitão América 4’: Chris Evans topa renovar o contrato para mais filmes 

20 curiosidades de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Saiba quanto Robert Downey Jr. ganhou para ‘Capitão América: Guerra Civil’

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

 

 

 

 

‘Outcast’: Robert Kirkman conecta HQ e série de TV em novo vídeo

O canal americano Cinemax liberou um novo vídeo dos bastidores de ‘Outcast‘. Desta vez, o destaque fica por conta do criador da HQ, Robert Kirkman, o mesmo de ‘The Walking Dead e ‘Fear The Walking Dead‘.

No vídeo, Kirkman destaca o processo de adaptar uma HQ de terror para a TV:

Confira, com a prévia do sexto episódio:

Patrick Fugit (‘Garota Exemplar’) interpreta o protagonista Kyle Barnes, que tem problemas com possessão desde criança, quando sua própria mãe foi possuída. Depois de adulto, ele parte em uma missão para entender os mistérios sobrenaturais, mas acaba descobrindo alguns segredos que podem levar ao fim o mundo que conhecemos.

O próprio Kirkman escreveu o episódio piloto e também serve como produtor executivo da série ao lado de David Alpert.

Reg E. Cathey (‘House of Cards’), Wrenn Schmidt (‘Boardwalk Empire’) e Kip Pardue (‘Ray Donovan’) completam o elenco. Adam Wingard (‘Você é o Próximo’) dirige o piloto.

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‘Supergirl’: Tyler Hoechlin diz que ainda é possível inovar com o ‘Superman’

Com o papel de maior destaque na temporada 2016/2017 da TV americana, Tyler Hoechlin conversou com o MovieFone sobre a sua perspectiva para o Superman‘, tendo em vista que ele já foi apresentado na telinha e na telona diversas vezes.

É definitivamente incrivelmente humilhante e lisonjeiro ser dado a chance de fazê-lo. E eu acho que eu só vou fazer o máximo que eu puder para ver como trazê-lo o mais verdadeiro espírito do personagem para o show. E estou ainda mais animado para fazê-lo de forma clara e não tentar replicar ou duplicar tudo o que já tem sido feito, mas apenas sendo honesto com a história e com eles que estão escrevendo.

Pode ficar certo que a expectativa ao redor da primeira imagem oficial de Tyles como o personagem está nas alturas.

Tyler Hoechlin
Tyler Hoechlin

Vale lembrar que na semana passada, David Harewood, que interpreta Hank Henshaw, confirmou em seu perfil no Instagram que a 2° Temporada de ‘Supergirl‘ irá se chamar ‘As Aventuras da Supergirl‘.

Caso você não esteja familiarizado, o título faz referência a uma das primeiras HQs da DC que ganhou uma adaptação para a TV, lá nos anos 50.

Resta saber agora se a HQ será utilizada como expansão desse universo na TV, ou apenas como título de referência.

Let’s go. #SupergirlCW

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‘Arrow’: Stephen Amell divulga primeira imagem no set da 5° Temporada

Em seu perfil no Twitter, Stephen Amell liberou a primeira imagem direto do set da 5° Temporada de ‘Arrow‘.

Confira:


No a última semana, Marc Guggenheim, um dos criadores de ‘Arrow’ e ‘Legends of Tomorrow‘, revelou por meio de seu perfil no Twitter que o título do primeiro episódio da 5° Temporada será “Legado“.

‘Arrow’: Stephen Amell explica o controverso romance de Oliver e Felicity

A 5° Temporada deverá estrear em meados de Outubro de 2016.

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‘The Flash’ e ‘Supergirl’ estampam guia oficial da San Diego Comic-Con 2016

A Warner Bros. TV e a San Diego Comic-Con firmaram uma parceria para que os maiores heróis da tv americana estampasse o guia oficial do maior evento de entretenimento do mundo.

Confira:

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Recentemente, Grant Gustin confirmou em seu perfil no Twitter que o título da terceira temporada será Flashpoint ou Ponto de Ignição, na tradução da HQ para o português.

A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

A nova temporada de ‘The Flash‘ começa a ser rodada entre junho e agosto e a estreia está marcada para outubro.

Emma Stone e Ryan Gosling apaixonados no belo trailer do musical ‘La La Land’

La La Land‘, novo filme do prestigiado diretor Damien Chazelle, teve seu belo trailer divulgado.

musical romântico é estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling. A dupla volta a colaborar junta após ‘Amor a Toda Prova’ e ‘Caça aos Gângsteres’.

Assista:

La La Land‘ foi o escolhido para abrir a 73ª edição do Festival de Veneza, que acontece entre os dias 31 de agosto a 10 de setembro.

O filme fará parte da seleção oficial do Festival, que ainda terá todos os seus concorrentes anunciados.

La La Land é um incrível tributo à idade de ouro dos musicais americanos, passando por ‘Um Americano em Paris’ de Vicente Minnelli, e ‘New York New York’, de Martin Scorsese”, afirmou Alberto Barbera, diretor do Festival.

Chazelle comandou o elogiadíssimo ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição‘, que concorreu ao Oscar de Melhor Filme em 2015.

Projeto antigo de Chazelle, o filme acompanha dois jovens sonhadores – a aspirante a atriz Mia (Stone) e o carismático pianista Sebastian (Gosling) – que se apaixonam na cidade de Los Angeles. A produção é descrita como um “um filme sobre grandes sonhos na cidade grande e o tipo de amor que faz você viver como se estivesse em um musical.

O ator J.K. Simmons (‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’) também estrela, após colaborar com o diretor em ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição‘.

O filme tem estreia prevista para 2 de Dezembro de 2016.

Crítica | A Comunidade

Família! Família! Papai, mamãe, titia, Família! Família! Almoça junto todo dia, nunca perde essa mania. O novo filme do excepcional cineasta dinamarquês e criador do movimento Dogma 95 Thomas Vinterberg é um trabalho que fala sobre o sentimento forte da ideologia de mudança nas relações. Ambientado na década de 70 e cheio de assuntos a serem explorados, como a ‘política’ dos relacionamentos e as novas ideologias frutos de pensamentos inovadores sobre uma sociedade que está em constante crise, o longa-metragem transporta o espectador para uma viagem muito diferente sobre o ser humano e suas constantes ideias mirabolantes. Somos brindados também por uma atuação maravilhosa dos atores dinamarqueses Trine Dyrholm e Ulrich Thomsen, ambos que aturam no inesquecível clássico de Vinterberg, Festa em Família.

Na trama, conhecemos o professor de arquitetura Erik (Ulrich Thomsen) e sua esposa, a apresentadora de televisão Anna (Trine Dyrholm) que está se mudando para um enorme casarão com sua filha Freja (Martha Sofie Wallstrøm Hansen). Adeptos de idéias inovadoras e pensando que poderiam melhor seu cotidiano, a família resolve chamar amigos e conhecidos para morarem com eles, formando uma espécie de comunidade, assim dividem as despesas e passam a ter uma grande reunião diária, seja no almoço, seja no jantar. Porém, ao longo do tempo, Erik começa a se distanciar de Anna e acaba se apaixonando pela estudante Emma (Helene Reingaard Neumann) e para piorar os moradores da casa concordam em deixar a jovem morar com eles fazendo com que Anna tenha sua vida destruída em poucos dias.

Vinterberg é muito objetivo em focar no tema central de sua história (o roteiro foi escrito pelo diretor e por Tobias Lindholm – esse último teve seu último filme, como diretor, indicado ao Oscar deste ano, Krigen). Por mais que tenhamos muitos personagens entrando e saindo das cenas, a trama que se desenvolve passa mesmo pelo triângulo amoroso instaurado e uma história quase que paralela sobre o desenvolvimento da juventude da filha de Erik e Anna, Freja. Essa última, possui um olhar muito delicado e emocionado sobre o desenrolar dos fatos que acontecem com seus pais, é quase que um ponto de equilíbrio do casal, ela percebe tudo, ela vê tudo mas ainda possui uma imaturidade para lidar com tanta informação.

Uma coisa que se torna um pouco difícil durante as quase duas horas de duração do longa é determinar todos os reais motivos da criação dessa comunidade. Um fato forte e batido muitas vezes nos diálogos de Erik é a questão financeira mas não é só isso, ou talvez essa seja somente a visão dele. Em Anna, por outro lado, percebemos uma objetiva vontade de agregar valores ao cotidiano do casal mas logo percebe que a mais prejudicada nessa ideia foi a mesma.

Com lançamento previsto para agosto deste ano nos cinemas brasileiros, A Comunidade (como deve ser mesmo chamado por aqui o filme), é um projeto que nos faz pensar sobre a sociedade e os impactos familiares que possamos ter quando deixamos de acreditar na união. Família êh! Família ah! Família! Família êh! Família ah! Família!

Crítica | Irmão de Espião

Bobeira é não viver a realidade. Depois de alguns papéis um pouco mais sérios, em produções hollywoodianas, o humorista britânico Sacha Baron Cohen volta ao seu lar: o das comédias sem noção que gostam de gerar polêmica atrás de polêmica. Irmão de Espião (Grimsby), sem previsão de estreia nos cinemas daqui, é um longa-metragem politicamente incorreto que envolve espionagem, ação e comédia. Dessa vez, dirigido pelo francês Louis Leterrier (Truque de Mestre) e contando com um elenco de peso com nomes como Mark Strong e Penelope Cruz, o Sr. Cohen usa e abusa de sua maneira de contar histórias, dessa vez com direito até a piadinha sem noção com o intérprete do Harry Potter. Mas uma vez está provado que Sacha possui seu próprio universo e você vai amá-lo ou odiá-lo.

Na trama, conhecemos o agente especial do MI6 Sebastian (Mark Strong), um espião que se vê metido dentro de uma conspiração que planeja um assassinato e acaba sendo acusado por um crime que não cometeu. Assim, acaba reencontrando seu irmão Nobby (Sacha Baron Cohen), um fanático por futebol inglês que possui muitos filhos e vive em uma cidade longe do grande centro. Juntos, eles vão redescobrir memórias e traçar um plano para livrar Sebastian de todas as acusações. Mas para isso acabam se metendo em situações constrangedoras como ficar no meio de um sexo entre elefantes.

O filme é totalmente sem noção, como já esperávamos. Você até consegue rir de algumas cenas mas percebe-se um exagero além, o longa tá longe de ter a essência de Borat. Em uma das cenas mais constrangedoras, lembramos da letra dos inesquecíveis Mamonas Assassinas: ‘Os animal, tem uns bicho interessante. Imagine o tamanho que é o pinto de um elefante’. Nessa sequência, a mais maluca do filme com toda certeza, onde os personagens, fugindo de assassinos que os perseguiam, acabam se escondendo dentro de uma elefanta e de repente começa um sexo entre elefantes. O mais inacreditável é como um ator como Mark Strong aceitou esse papel.

Talvez a alma do negócio talvez seja não levar o filme muito a sério. Na tentativa de criar um universo 007 diferente, Sasha (um dos que também assinam o roteiro) não consegue criar uma receita de sucesso. Embarcar em suas ideias, ainda mais nos dias atuais, está cada vez mais difícil.

Crítica | High-Rise

As mais loucas distopias futurísticas podem estar mais perto do que pensamos. Baseado no livro homônimo, publicado na década de 70 pelo escritor J.G. Ballard, High-Rise é quase um sci-fi social que se baseia única e exclusivamente em como um desproporcional crescimento tecnológico da classe mais rica pode ser um caos no convívio e no relacionamento de toda um planeta que praticamente é banido de não ter o que uma minoria tem. Com locações quase que totais na Irlanda, o filme possui uma pegada bem forte (com cenas bem impactantes) e consegue ao longo dos seus intensos 120 minutos passar toda uma ideia que muito se parece, se traçarmos um paralelo, com várias etapas de ascensão e declínio de classes sociais que o mundo já passou.

Na trama, acompanhamos a chegada de Laing (Tom Hiddleston), um homem solitário, de classe média, que se muda para um novo arranha céu que possui muitas peculiaridades. Aos poucos vamos percebendo, junto ao personagem principal, que os andares são divididos em classes sociais, além do edifício ter uma ‘vida própria’, lá funcionam uma espécie de shopping, tem escola, supermercado, o que faz com que seus moradores percam quase que por total a noção do mundo fora dali. Aos poucos, como a maioria das revoluções que o mundo já viu em sua história, em High Rise acontece uma rebelião dos moradores dos andares de baixo com os que moram e ostentam em suas coberturas.

Se isso fosse um jogo de RPG, Laing é o nosso personagem. As surpresas que chegam para ele, impactam demais nossos raciocínios mais distantes buscando sempre um paralelo com alguma coisa do mundo real. A história, muito bem destrinchada e com alta margem para debates, é ‘delicadamente’ dirigida e com muita eficiência pelo cineasta Ben Wheatley. A luta, muitas vezes com agressões físicas, provocadas por ideias conflitantes em relação aquele mundo instaurado, é movido à sangue e tinta. A loucura também faz parte da história, principalmente no segundo ato em diante. A falta de noção da realidade fora do edifício, coloca em cheque qualquer tipo raciocínio trivial sobre como viver em sociedade.

Quase como a cereja do bolo, a entrada de Jeremy Irons e seu impactante personagem, Royal, transforma tudo aquilo que alguns personagens achavam em forma de teoria em uma realidade angustiante que envolve ganância, egoísmo e traições. Como muitos personagens ganham força ao longo da projeção, o personagem principal vai ficando quase que em segundo plano chegando ao ponto de ser apenas nossos olhos dentro da história. High-Rise, absurdamente sem previsão para estrear nos cinemas brasileiros, muito se parece com outro belo filme, O Expresso do Amanhã. Uma das poucas diferenças entre os dois é que um você vai pra frente e o outro você vai subindo de elevador.

Se você gosta de pensar um pouco sobre como o mundo está em constante rotação de ideias, fruto por demais de uma tecnologia que não chega para todos, esse é um filme que você precisa ver. Em seu ato final, completamente emblemático, percebemos que existe um dia outros High Rise possam ganhar vida em nossa realidade, ou, como muitos vão pensar, eles já existem.

Crítica | Midnight Special

Até onde vai a força de um pai lutando pela sobrevivência de um filho? Chega dos Estados Unidos (mas bem longe de ser um blockbuster que todos assistirão), um dos filmes mais intrigantes deste ano: Midnight Special. Com um ritmo alucinante, envolvendo tiroteios intensos e explosivas perseguições de carros, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Jeff Nichols (dos ótimos O Abrigo e Amor Bandido) explora bem profundamente a possibilidade de uma vida extraterrestre e como entidades governamentais e religiosas as explorariam a situação caso realmente existissem esses indícios. Esse realmente é um filme que Fox Mulder gostaria de participar.

Na trama, somos rapidamente apresentados a um pai chamado Roy (Michael Shannon) e seu filho chamado Alton (Jaeden Lieberher) que estão em uma fuga alucinante pelas estradas norte-americanas contando com a ajuda apenas de Lucas (Joel Edgerton), um policial que abandonou toda sua vida para ajudar a dupla em seu objetivo. Aos poucos vamos descobrindo o porquê desta fuga, que envolve uma seita religiosa, o governo dos EUA e uma analista de inteligência do FBI, esse último interpretado por Kylo Ren (ou Adam Driver se preferirem). Midnight Special possui sua própria personalidade nas intensas e inteligentes rotações de gênero que possui ao longo dos quase 120 minutos de projeção.

Os arcos do filme são muito bem explorados dentro do excelente roteiro. Após uns 10 minutos iniciais de tirar o fôlego, somos situados em uma trama paralela (mas ao mesmo tempo simultânea) para podermos entender os porquês das escolhas dos personagens e seus verdadeiros objetivos dentro do contexto. Assim, somos apresentados a uma seita em que o pai e filho mencionados faziam parte, um analista do FBI começa a descobrir segredos sobre os enigmas que o são apresentados, e aos poucos as habilidades do menino são reveladas ao público gerando uma série de perguntas sobre quem ele realmente é. O intrigante nisso tudo é que o filme se torna um quebra-cabeça de ações e objetivos, oriundos de uma ideia inicial de que o menino em questão tem poderes especiais.

Já na metade final da trama, entra na história uma figura que completa grande parte do quebra cabeça: a mãe, interpretada com bastante competência por Kirsten Dunst. Com o ciclo familiar apresentado e as razões para eles estarem juntos nesse momento explicados, o longa, que não tem previsão de estrear nos cinemas brasileiros por enquanto, entra em seu louvável ato final com todos sofrendo as consequências de suas escolhas. Midnight Special é a prova de como um roteiro poderoso pode transformar um longa-metragem em uma singela obra prima de um gênero explorado muitos vezes por ideias sem força e com fundamentos explicados apenas na superfície.

Crítica | A Espera (L’attesa)

Como lidar com a dor e as com as consequências oriundas da mesma? Falando sobre a perda em uma escala intensa e com direito a um ritual de passagem do luto instaurado, o longa-metragem italiano L’attesa é filme denso que requer a atenção e paciência do espectador. Há um sofrimento evidente nos silenciosos primeiros minutos de projeção, além de uma metáfora quase que indecifrável em muitas das sequências desta obra. Um tom fúnebre percorre todos os 95 minutos de projeção que fica mais compreensível e deixa a perplexidade tomar conta dos sentimentos pelas atitudes inconsequentes de uma das protagonistas, interpretada pela estonteante atriz francesa Juliette Binoche.

Na trama, acompanhamos a chegada da jovem e bela Jeanne (Lou de Laâge, a nova musa do cinema francês) a um casarão no interior da região de Sicilia. Chegando lá, a francesa se depara com uma reunião de luto e fica angustiada para encontrar com Anna (Juliette Binoche), dona da casa e mãe de seu namorado Giuseppe. Assim, percebemos que Jeanne saiu da França e chegou na Itália para encontrar seu namorado. No aguardo da chegada de Giuseppe, as duas mulheres, de duas gerações completamente diferentes, vão criando um pequeno laço maternal até as descobertas de alguns segredos que vamos sabendo aos poucos.

A abertura do filme, em forma de raio-x de bagagens de aeroporto já traça o primeiro paralelo com a trama em si. Somos convidados pelo diretor de primeira viagem em longas-metragens, o italiano Piero Messina, a uma viagem rumo ao universo enigmático das emoções e como as reações que tomamos, ou que não conseguimos tomar, nesses momentos acarretam uma infinidade de consequência para as pessoas ao redor. Falar que Juliette Binoche é uma excelente atriz é redundante mas nesse filme ela praticamente louva o público com uma Masterclass de atuação. Impecável. Perdida na própria solidão, sua personagem Anna é o espelho da amargura como se não tivesse mais forças para acreditar em dias melhores. Tudo muda com a chegada de Jeanne que revitaliza nela a presença do filho distante que tanto ama. Por meio de uma mentira escancarada, somos testemunhas, se projeta rumo ao desabrochar de seu estado de luto sem pensar em consequências pelos seus atos.

Na outra ponta do Iceberg, Jeanne. Durante os dias de estadias na casa de Anna, percebemos um amadurecimento da jovem, seus olhos azuis não querendo enxergar o que seria evidente para muitos projeta um ar de ingenuidade e ao mesmo tempo de querer embarcar em um espírito de liberdade. Mesclando uma sensualidade delicada e momentos de intensa reflexão, Lou de Laâge é a companheira de cena perfeita para a professora Binoche.

L’attesa estreou na Itália dia 17 de setembro do ano passado, após desfilar sua forte trama por vários festivais importantes mundo a fora. Na Brasil, já foi comprado por uma distribuidora e em breve deve estar brindando os cinéfilos nas grandes telas das melhores salas do Brasil. Belo filme, não percam.

Crítica | Demolição (Demolition)

Quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino. Dirigido pelo ótimo cineasta canadense Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas, Livre) e com um excepcional roteiro escrito por Bryan Sipe, Demolição (Demolition) é com certeza uma das gratas surpresas deste ano. Falando sobre a solidão e a perda, o longa metragem estrelado pelo excelente ator Jake Gyllenhaal não deixa de ser uma viagem nas nossas emoções mais profundas e uma lição de que a vida é uma eterna caixinhas de surpresas. A trilha sonora é arrepiante, os arcos do roteiro são milimetricamente bem executados e nada, absolutamente nada é, deixado na superfície, as emoções acabam ganhando forma concretas em forma de metáforas que nos fazem refletir a cada cena.

Na trama, conhecemos o banqueiro bem sucedido Davis (Jake Gyllenhaal), um homem perto dos 40 anos que possui uma pacata vida ao lado de sua esposa que é filha de seu chefe. Após um terrível acidente de carro, Davis fica viúvo e a partir daí sua vida ganha um novo sentido, mesmo não sabendo como lidar com essa perda, e ele precisará passar por uma auto descoberta e começa a prestar mais atenção no mundo ao seu redor. Assim, acaba, inusitadamente, conhecendo Karen (Naomi Watts), uma solitária e mãe solteira atendente de um SAC de Vending machines. Juntos passarão dias se redescobrindo, quase um tratamento de como redescobrir o simples ato de viver.

O grande destaque da produção é o roteiro. Muito complexo e com diálogos inesquecíveis, cria uma originalidade para o gênero drama no mais alto nível. Sentamos na cadeira do cinema e embarcamos direto nas emoções do protagonista, uma difícil construção feita por Gyllenhaal, que exala simpatia do início ao fim da projeção. A relação dele com o sogro (interpretado pelo sempre ótimo Chris Cooper) – seus altos e baixos – as descobertas feitas sobre sua esposa que são uma conseqüência do relacionamento que tinham, a inusitada ação do destino que por meio de uma reclamação – que mais parece uma fuga para o momento que vive – faz entrar em sua vida uma mulher admirável, solitária quase um  alter ego, um ‘outro eu’ que Davis nunca imaginara que existia.

O desfecho é emblemático e faz muito sentido. Davis é um eterno paciente em busca de respostas sobre quem ele realmente é, um cidadão comum, um pouco solitário que também busca saber as razões de sua evidente solidão.  Ele entra em uma fase de loucura (daí a ideia do título provavelmente) que nada mais é que uma proteção anônima de seus sentimentos, que quando são encontrados fazem a vida ter um pouco mais de sentido. Demolição (Demolition) estreia no circuito brasileiro dia 04 de agosto e promete fazer bastante sucesso com o público.