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Diretor de ‘Lilo & Stitch’ elogia talento de Maia Kealoha: “Ainda me dá arrepios”

lilo e stich 02
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O cineasta Dean Fleischer, responsável pelo live-action de Lilo & Stitch, revelou recentemente sua admiração pelo talento de Maia Kealoha, a jovem atriz que interpreta Lilo no filme.

Em entrevista à Variety, Fleischer compartilhou um momento marcante durante as filmagens: “Estávamos fazendo a cena em que Stitch ‘morre’ na praia, e já tínhamos trabalhado nela por um bom tempo. Mesmo para um ator infantil muito bom, é preciso muito para atingir aquele nível emocional de forma convincente, especialmente em um set de filmagem com todo o caos e 100 pessoas assistindo”.

A performance de Maia, no entanto, superou as expectativas.

“Na primeira tomada, Maia acertou em cheio e fez exatamente o que você vê na tela. Aquela cena em que ela está chorando e com ranho escorrendo, não é um truque de edição, e foi tão comovente e inesperado”, acrescentou o diretor.

Fleischer descreveu o que o deixou ainda mais impressionado com a criança: “Caminhei até Maia depois e disse: ‘Isso foi tão bom. No que você estava pensando?’ e ela respondeu: ‘Ah, eu estava pensando em como Stitch vai conhecer mamãe e papai.’ Ainda me dá arrepios falar sobre isso. Eu não dei essa ideia a ela, Sara [Finn, a produtora] não deu. Essa é apenas uma criança incrivelmente perspicaz e talentosa manifestando essa performance incrível a partir da sua imaginação”.

Lilo & Stitch” está em cartaz nos cinemas nacionais.

A nova versão é dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Lilo & Stitch conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

‘Tuesday Night Titans’: Jon M. Chu está desenvolvendo série dramática sobre wrestling para a Netflix

jon m chu
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A Netflix está desenvolvendo ‘Tuesday Night Titans‘, nova série dramática ambientada nos bastidores intensos do mundo da luta livre profissional.

Segundo o Deadline, o projeto vem do roteirista Michael Notarile (WWE Monday Night RAW, ‘The Cleaning Lady‘), que também atua como produtor executivo ao lado de Jon M. Chu (‘Wicked‘, ‘Podres de Ricos‘) e Caitlin Foito, através da produtora Electric Somewhere.

Ainda em estágio inicial de desenvolvimento, a série promete explorar o espetáculo e os bastidores muitas vezes turbulentos da luta livre, com foco em temas como amizade, ambição, identidade e as fronteiras entre o que é encenação e o que é real — tanto dentro quanto fora do ringue.

Segundo a sinopse oficial:

Tuesday Night Titans acompanha uma roteirista determinada que arrisca sua carreira na liga principal da luta livre para recrutar sua melhor amiga de infância — hoje uma “jobber” (lutadora que perde propositalmente) no circuito independente — para o mesmo império do wrestling que ambas idolatravam na juventude. Enquanto lutam com demônios pessoais, colegas implacáveis e um passado compartilhado, as duas enfrentam uma indústria onde o “kayfabe” — a encenação típica da luta livre — ultrapassa os limites do palco e se infiltra em todos os aspectos da vida.

Apesar de compartilhar o nome com um talk show de wrestling dos anos 1980 transmitido pela USA Network, o novo projeto da Netflix não tem ligação com a atração original.

A notícia surge meses após a Netflix fechar um contrato bilionário com a WWE, tornando-se o novo lar do Monday Night RAW — marco que estreou na plataforma em janeiro de 2025. Essa nova produção dramática amplia o investimento da gigante do streaming em narrativas voltadas para fãs do wrestling e histórias com forte apelo emocional e visual.

Michael Notarile traz experiência direta do universo retratado: foi roteirista do RAW da WWE e também trabalhou em séries como ‘The Cleaning Lady‘ e ‘The Resident‘. Ele também tem projetos em desenvolvimento com Showtime, Netflix e Monarch Media, além de já ter desenvolvido pilotos com Amazon e NBC.

Jon M. Chu, que recentemente dirigiu o musical ‘Wicked‘ — indicado ao Oscar de Melhor Filme — está em alta em Hollywood. Ele também está envolvido em uma série de projetos ambiciosos, incluindo uma cinebiografia de Britney Spears baseada no livro A Mulher em Mim, e uma adaptação de Oh, The Places You’ll Go!, de Dr. Seuss, com produção da Bad Robot de J.J. Abrams.

Ainda não há previsão de estreia para ‘Tuesday Night Titans‘, mas tudo indica que a série chegará para conquistar tanto fãs do wrestling quanto amantes de boas histórias dramáticas.

‘Echo Valley’, suspense estrelado por Julianne Moore e Sydney Sweeney, conquista 58% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as criticas!

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Echo Valley, estrelado por Julianne Moore e Sydney Sweeney, obteve uma aprovação mediana no Rotten Tomatoes, com 58% de avaliação positiva da crítica especializada, com base em 19 análises.

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Os críticos ficaram divididos: alguns elogiaram o longa pela trama interessante e pelas boas atuações, enquanto outros criticaram duramente, apontando personagens rasos e uma narrativa que pouco aproveita seu elenco estelar.

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“Ingelsby é um contador de histórias excepcional, entregando um thriller de tirar o fôlego que, além de sua trama envolvente, explora com profundidade as dinâmicas familiares e os limites do amor incondicional de uma mãe por seu filho”, Pete Hammond do Deadline.

“Na produção da Apple TV+, bem escalada, embora por vezes incoerente, Moore eleva com sutileza o que facilmente poderia ter sido apenas mais um drama convencional sobre uma mãe protetora”, disse Peter Debruge da Variety.

“Com um foco intimista, onde as verdadeiras tensões surgem das traições emocionais, uma atmosfera melancólica e atuações sólidas, o filme se destaca como uma escolha envolvente e recompensadora no streaming”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.

“Embora não seja um triunfo inesquecível como um todo, o filme provoca reflexões sobre os limites do amor e da moralidade, impulsionado pelas atuações impactantes de Julianne Moore e Sydney Sweeney, sem nunca abrir mão do entretenimento necessário para cativar seu público-alvo”, disse Manuel São Bento do FandomWire

Julianne Moore está impecável, como sempre, mas Echo Valley não oferece a ela nem a Sydney Sweeney personagens profundos ou desenvolvidos o suficiente para brilhar neste thriller vazio”, disse Mary Kassel do Screen Rant.

“Uma história intensa e emocionalmente poderosa, impulsionada pelas atuações excepcionais de Moore, Sweeney e um Gleeson arrepiante, Echo Valley se consagra como um dos thrillers mais marcantes do ano”, disse Jeff Ewing do Collider.

“Ao escolher se render a uma trama criminal cada vez mais melodramática e sórdida justamente no momento em que deveria se voltar para a profundidade emocional de seus personagens, o filme desvia fatalmente o olhar do amor incondicional que os une”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Após uma abertura intrigante, a narrativa confusa não só perde o rumo como se entrega completamente, deixando o “tubarão” pular por cima dela, antes que ambos dancem charleston pelo interior ondulado da Pensilvânia, onde o filme se passa”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

O longa-metragem será lançado no Apple TV+ no próximo dia 13 de junho.

O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.

Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.

Domhnall GleesonKyle MacLachlanFiona ShawEdmund DonovanRebecca Creskoff completam o elenco.

‘Boston Blue’: Marcus Scribner, de ‘Black-Ish’ entra para o elenco da série derivada de ‘Blue Bloods’

marcus scribner
marcus scribner

A CBS continua reforçando o elenco de ‘Boston Blue‘, spin-off de ‘Blue Bloods‘ centrado em uma nova geração de agentes da lei em Boston.

Segundo o Deadline, a novidade da vez é a escalação de Marcus Scribner, conhecido pelo papel de Junior na comédia ‘Black-Ish‘, como Jonah Silver — o mais jovem membro de uma influente família de policiais.

Scribner se junta a um elenco já estrelado, que inclui Donnie Wahlberg (repetindo seu papel como Danny Reagan, agora na polícia de Boston), Sonequa Martin-Green (‘The Walking Dead‘, ‘Star Trek: Discovery‘), Ernie Hudson (‘Caça-Fantasmas‘), Maggie Lawson (‘Psych‘) e Gloria Reuben (‘ER’).

Na nova série, Danny Reagan (Wahlberg) deixa a NYPD para assumir um posto na Boston PD, onde será parceiro da detetive Lena Silver (Martin-Green), filha mais velha de uma família com profundas raízes na aplicação da lei. Gloria Reuben interpreta Mae Silver, a matriarca da família e atual Promotora Distrital da cidade. A dinâmica familiar se expande com a meia-irmã Sarah (Lawson), que ocupa o cargo de Superintendente da Polícia, e o patriarca Reverendo Peters (Hudson), uma figura de moral e tradição.

Jonah, personagem de Scribner, é o caçula da família e um recém-formado na polícia. Apesar da pouca experiência, ele tem personalidade de sobra: sempre foi o “cool kid” da família e carrega uma confiança natural — o que contrasta com sua atual posição como novato, à margem das investigações mais importantes da cidade. Esse contraste deve alimentar parte do conflito interno e familiar do personagem.

Com essa estrutura familiar multifacetada — que inclui policiais, uma promotora e um líder religioso — ‘Boston Blue‘ promete mergulhar em dilemas éticos, conflitos intergeracionais e disputas de poder que transcendem os corredores da delegacia.

A série é uma das grandes apostas da CBS para expandir o universo de ‘Blue Bloods‘, encerrado recentemente após 14 temporadas.

A produção estreia entre setembro e novembro de 2025 – ainda sem data definida.

Confira o teaser:

Wahlberg, Brandon SonnierBrandon MargolisJerry BruckheimerKristieAnne Reed entram como produtores executivos.

‘Quasimodo’: Vincent Cassel vai estrelar épico histórico da Netflix inspirado em ‘O Corcunda de Notre Dame’

vincent cassel
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A Netflix acaba de anunciar a produção de ‘Quasimodo‘, um novo longa-metragem francês que promete revisitar um dos personagens mais marcantes da literatura europeia sob uma nova perspectiva.

Estrelado por Vincent Cassel (‘Cisne Negro‘, ‘La Haine‘) e dirigido por Jean-François Richet (‘Invasores‘, ‘O Imperador de Paris‘), o filme será uma releitura histórica inspirada na figura real que teria servido de base para Victor Hugo criar o célebre sineiro de O Corcunda de Notre-Dame.

Com filmagens marcadas para o verão europeu de 2025, o projeto é ambientado em Paris às vésperas da Revolução de Julho de 1830 — um período de intensas transformações sociais e políticas. Enquanto uma epidemia de cólera se espalha pela capital francesa, o protagonista se vê dividido entre o caos político e um amor impossível.

O roteiro é assinado por Eric Besnard (‘Inimigo do Estado‘, ‘Wrath of Man‘) e a produção fica por conta da Radar Films, braço da Mediawan, com Clément Miserez e Matthieu Warter na linha de frente.

Segundo a sinopse oficial divulgada pela Netflix, ‘Quasimodo‘ busca reimaginar a história do homem que teria inspirado Victor Hugo a criar seu ícone literário. O projeto promete equilibrar drama pessoal e contexto histórico, em um retrato menos fabuloso e mais humano do personagem.

Vincent Cassel, que já interpretou figuras históricas e lendárias em outras adaptações francesas, como ‘Astérix & Obélix: O Império do Meio‘, assume agora um papel que já teve diversas versões no cinema: Anthony Hopkins viveu o personagem em 1982, e Tom Hulce deu voz a Quasímodo na animação da Disney de 1996.

A Netflix aposta na força do cinema francês e no fascínio contínuo por histórias ambientadas em períodos turbulentos da história europeia. Ainda sem data de estreia definida, ‘Quasimodo‘ já está gerando expectativa como um possível destaque da plataforma para 2026.

‘Baby’: Filme nacional brilha no Festival Kashish de Mumbai com prêmio de melhor roteiro

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O longa-metragem brasileiro ‘Baby’ conquistou um importante reconhecimento na 16ª edição do Festival de Cinema do Orgulho Kashish de Mumbai, na Índia. Segundo a Variety, o filme foi premiado na categoria de Melhor Roteiro, assinado por Gabriel Domingues e Marcelo Caetano.

Além da vitória no roteiro, o ator João Pedro Mariano, protagonista de ‘Baby’, recebeu uma menção especial por sua atuação.

Emocionado com o alcance de seu trabalho, Mariano declarou: “Meu coração está batendo aqui, completamente tomado de alegria, por saber que meu trabalho toca pessoas em diferentes partes do mundo, em outros continentes”.

O diretor Marcelo Caetano, que já havia visitado a Índia em 2020, expressou seu desejo de retornar ao país para futuras produções: “Espero voltar ao país para realizar algum projeto nesse lugar tão bonito”.

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Caetano também assina o roteiro ao lado de Gabriel Domingues.

Logo após ser liberado de um Centro de Detenção para jovens, Wellington (João Pedro Mariano) se vê à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa, que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.

Ana Flavia CavalcantiBruna LinzmeyerLuiz BertazzoMarcelo VarzeaMauricio de BarrosKyra ReisPatrick CoelhoBaco Pereira também fazem parte do elenco.

Teodoro venceu o prêmio de Melhor Ator Revelação em Cannes e de Melhor Atuação no Festival de Lima, enquanto o filme levou para casa as estatuetas de Melhor Filme no Festival de Biarritz e Melhor Filme LGBTQIA+ em Lima e no Festival de San Sebastiàn.

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‘Lizzie McGuire’: Jake Thomas fala sobre o fracasso do revival e admite que o timing era “ruim”

Mais de cinco anos após o cancelamento oficial do revival de ‘Lizzie McGuire‘, o ator Jake Thomas, que interpretava Matt McGuire, irmão caçula da protagonista vivida por Hilary Duff, comentou pela primeira vez sobre o destino da série.

“Às vezes isso simplesmente acontece”, disse Thomas ao E! News. “Foi uma questão de timing. Tudo aconteceu bem no começo da COVID.”

O projeto foi anunciado com entusiasmo durante a D23 Expo de 2019, como uma das apostas iniciais do Disney+ — mas enfrentou turbulências logo após o início das gravações.

A criadora original, Terri Minsky, deixou o projeto em janeiro de 2020, e Duff chegou a pedir publicamente que a série fosse transferida para o Hulu, a fim de permitir uma abordagem mais adulta e realista da personagem, agora na casa dos 30 anos.

Apesar de o revival ter sido oficialmente cancelado, Thomas celebrou o legado da série original:

“É louco como Lizzie McGuire está incrustada na cultura millennial. Ainda é algo que as pessoas mencionam hoje. Isso me surpreende, e sou grato por isso.”

Em 2024, o roteirista Jonathan Hurwitz revelou em um vídeo no TikTok que dois episódios chegaram a ser gravados. O piloto mostrava Lizzie vivendo como designer de interiores em Nova York, mas retornando à Califórnia após descobrir que o namorado chef a traiu com sua melhor amiga — e lá, reencontra a versão animada de si mesma.

No roteiro do terceiro episódio (que nunca foi filmado), Lizzie acordava na cama de Ethan Craft — seu antigo crush do colégio — vestindo a camiseta do time de polo aquático dele. A versão animada da personagem então surgia com uma lista de afazeres onde riscava o nome de Ethan, dizendo: “Completei essa tarefa – pausa dramática – duas vezes.” Hurwitz acredita que esse tipo de conteúdo pode ter incomodado a Disney e contribuído para o engavetamento da série.

Hilary Duff, por sua vez, nunca perdeu a esperança. Em entrevista ao Watch What Happens Live em 2023, ela afirmou que a série “representava sua visão” e se disse otimista:

“O Disney+ ainda era muito novo e acho que eles estavam se entendendo, e nós também… Eu continuo esperançosa.”

Com a integração recente dos catálogos da Hulu e do Disney+, que permite assistir a títulos como ‘Only Murders in the Building‘ e ‘The Handmaid’s Tale‘ diretamente na plataforma da Disney, parte do público acredita que um novo espaço — e talvez um novo fôlego — possa surgir para Lizzie McGuire.

Lizzie McGuire‘ contou com duas temporadas, exibidas entre os anos de 2001 e 2004. Em 2003, a produção ganhou seu próprio filme para TV.

Novo TERROR slasher estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica’ ganha trailer TENSO

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O terror slasher ‘Brute 1976‘, que faz homenagem aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha dos Sádicos‘ –, ganhou o primeiro trailer.

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Marcel Walz (‘Seed 2: A Nova Geração’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Joe Knetter.

Ambientada em agosto de 1976, a trama segue Raquel e sua namorada, que estão em viagem quando seu carro quebra em uma estrada no meio do nada. Ao mesmo tempo, um grupo de pessoas está no deserto para uma sessão de fotos. Logo, eles se deparam com uma cidade abandonada onde reside uma família de psicopatas mascarados.

O elenco conta com Adriane McLean, Sarah French, Gigi GustinAdam BucciMark Justice, Robert Felsted Jr., Ben Kaplan, Dazelle Yvette, Bishop Ali StevensJed RowenAlex Dundas Andreas Robens.

O terror será lançado em VOD no dia 26 de agosto.

Vale destacar que uma sequência, intitulada ‘Brute 1986‘, já se encontra em pós-produção.

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‘Love Of Your Life’: Aaron Pierre se junta à Margaret Qualley em novo filme da Amazon MGM

aaron pierre
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Aaron Pierre está confirmado como co-protagonista ao lado de Margaret Qualley no novo longa ‘Love of Your Life‘, produzido pelo Amazon MGM Studios. A novidade foi revelada pelo Deadline.

Pierre vive um momento de ascensão acelerada em sua carreira. Em 2024, ele se destacou com performances aclamadas, especialmente no thriller da NetflixRebel Ridge‘, que não só se tornou um sucesso de audiência como também rendeu ao ator prêmios importantes: ele venceu o Gotham TV Award de “Melhor Performance em Filme Original” e o NAACP Image Award de “Melhor Ator em Filme para TV, Minissérie ou Especial Dramático”.

O ator também emprestou sua voz a Mufasa na animação ‘Mufasa: O Rei Leão‘, dirigida por Barry Jenkins. O filme foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, ultrapassando a marca de US$ 700 milhões em arrecadação global.

Vale lembrar que Pierre se junta a Patrick Schwarzenegger e Margaret Qualley.

Rachel Morrison assina a direção do vindouro longa, que conta com roteiro escrito por Julia Cox e que terá Ryan Gosling e Jessie Henderson como produtores.

Os detalhes da trama seguem mantidos em sigilo, mas o projeto já vinha gerando burburinho em Hollywood desde outubro de 2023, quando a Amazon MGM venceu um intenso leilão de roteiros disputado por diversos estúdios — mesmo sem qualquer nome do elenco atrelado à produção na época.

A vitória da equipe de Gosling e Henderson no processo garantiu o desenvolvimento do longa sob o selo da Amazon, e o papel principal logo se tornou um dos mais cobiçados da indústria.

O projeto marca mais uma colaboração de peso para Morrison, que se tornou a primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Fotografia, por ‘Lágrimas Sobre o Mississipi, e tem se firmado como diretora em ascensão.

‘The White Lotus’: Criador revela trama que achou “sombrio demais” para mostrar

Mike White, criador e diretor de The White Lotus, levou a aclamada série da HBO a lugares ainda mais desafiadores em sua terceira temporada, incluindo uma chocante cena de incesto entre irmãos.

Contudo, conforme a Variety, apesar de sua propensão a explorar as falhas e sombras do comportamento humano, White revela que há uma linha que ele se recusa a cruzar: o assassinato-suicídio envolvendo toda uma família.

“Por mais sombrios que sejamos neste programa, isso seria sombrio demais”, afirma White.

Essa decisão fundamental explica por que Timothy Ratliff (Jason Isaacs), um dos personagens centrais da temporada, não concretiza seu plano de envenenar a esposa e os filhos após descobrir que está prestes a ser desmascarado em um escândalo financeiro. No final, ele opta por deixá-los viver, mesmo ciente de que, em breve, todos descobrirão que ele perdeu absolutamente tudo.

Para White, encontrar o equilíbrio é crucial. “Você mostra o pior do comportamento humano e as consequências trágicas disso. Mas, ao mesmo tempo, precisa haver algum tipo de empatia, um fio de humanidade que torne tudo isso suportável. É essa mistura que mantém a série palatável e, ao mesmo tempo, imprevisível”.

A inspiração para o complexo personagem de Timothy veio de uma figura real e perturbadora: Xavier Dupont de Ligonnès, o aristocrata francês que, em 2011, desapareceu após supostamente assassinar sua esposa, quatro filhos e dois cachorros.

A história foi sugerida a White por um produtor. Inicialmente, ele achou a ideia “deprimente demais”, mas o caso continuou a assombrá-lo.

“Fiquei obcecado com a ideia de alguém que ama tanto a própria família que acredita estar poupando-a da ruína. Como se o mundo fora da bolha de privilégios deles fosse tão hostil que a morte fosse preferível. E aí imaginei esse homem descobrindo tudo isso logo no início de umas férias em um paraíso distante, enquanto o escândalo estoura do outro lado do mundo. Isso me pareceu a essência de The White Lotus, explicou.

Na trama, a família Ratliff tem os celulares confiscados ao chegar ao resort na Tailândia, mas Timothy consegue contornar a regra e logo descobre que o FBI está em seu encalço. Drogado com lorazepam, furtado da esposa, Victoria (Parker Posey), ele passa a temporada tendo visões de suicídio, que rapidamente se transformam em planos de assassinato-suicídio, à medida que percebe o quão despreparada sua família está para encarar uma vida fora da elite.

“Não é apenas uma fantasia. É um plano, ainda que turvado por drogas”, explica Jason Isaacs sobre o arco de Timothy. “Mesmo se ele não estivesse dopado, o terror que sente é real. É o medo do abismo”.

Para compor o personagem, Isaacs se inspirou em Robert Maxwell, magnata britânico envolvido em escândalos de fraude e desvio de dinheiro. Embora a morte de Maxwell por afogamento em 1991 tenha sido oficialmente considerada acidental, Isaacs vê de outra forma: “Ele pulou de seu iate para evitar enfrentar as consequências em terra firme. Pensei muito nisso para construir Timothy”.

“Ele está o tempo todo tentando encontrar uma saída”, explica Isaacs. “Sempre há alguém a quem culpar, algo que ele pode fazer. E quando não há mais nada, a ideia da morte como um retorno sereno se torna irresistível”.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Max.

Ambientada na Tailândia, a temporada mais recente foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

‘Building the Band’, reality musical com o saudoso Liam Payne, ganha trailer e data de estreia na Netflix; Assista!

liam payne building the band
liam payne building the band

A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Building the Band‘, reality musical que traz a última participação de Liam Payne na televisão, participando como jurado.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming em 9 de julho.

Confira:

A produção da série foi concluída antes da trágica morte de Payne, em outubro passado, em Buenos Aires. Diante da perda inesperada, a Netflix decidiu suspender o lançamento temporariamente e consultou a família do cantor para avaliar a melhor forma de seguir adiante com a exibição. Segundo a própria plataforma, a decisão de manter Liam no programa foi tomada com total respaldo e apoio de seus entes queridos.

As gravações de ‘Building the Band‘ aconteceram em Manchester, no Aviva Studios, e incluíram três episódios ao vivo realizados em agosto, com plateia presente. Fãs do cantor compartilharam nas redes sociais registros emocionados da experiência, muitos relatando encontros com Payne nos bastidores — que, agora, ganham um peso ainda maior.

A série, descrita como uma mistura de talent show e experimento social no estilo ‘Love is Blind‘, convida jovens cantores a formarem uma nova boy band — mas sem se verem. O programa é apresentado por AJ McLean, dos Backstreet Boys, e conta com um painel de jurados formado por Nicole Scherzinger (Pussycat Dolls), Kelly Rowland (Destiny’s Child) e o saudoso Liam Payne, do One Direction.

Building the Band‘ é uma produção da Remarkable Entertainment, subsidiária do grupo Banijay. A série promete oferecer não apenas um novo olhar sobre a criação de bandas, mas também uma celebração final da trajetória de um dos artistas mais queridos da música pop dos últimos anos.

A Netflix descreve o programa como “um reality show verdadeiramente único, onde a formação da banda perfeita depende exclusivamente da química entre os participantes. Os cantores terão total controle enquanto buscam montar suas próprias bandas em ‘cabines’ individuais, sem nunca se encontrarem pessoalmente. A única base para sua formação é a compatibilidade musical, conexão, química e mérito”.

O programa promete revelar: “O que acontecerá quando as bandas finalmente se encontrarem e a aparência, coreografia e estilo começarem a influenciar? Com performances impressionantes, drama envolvente e um grande objetivo — encontrar a próxima grande banda musical — o palco está pronto para uma experiência inesquecível”.

No Building the Band, 50 músicos selecionados através de audições virtuais serão agrupados de acordo com suas afinidades musicais, mesmo sem se conhecerem pessoalmente. Eles colaborarão em projetos musicais distintos e só se encontrarão pessoalmente em fases mais avançadas do programa. A proposta é formar grupos com uma forte química musical antes que as questões pessoais entrem em cena.

Dominique Thorne indica possível retorno de Riri Williams em ‘Vingadores: Apocalipse’ e ‘Guerras Secretas’

dominique thorne
dominique thorne

Depois de ter feito sua estreia oficial em Pantera Negra: Wakanda para Sempre’Dominique Thorne irá retornar como Riri Williams na vindoura série Coração de Ferro, que chega em breve ao catálogo do Disney+.

Todavia, segundo recentes comentários, a atriz pode dar as caras como a icônica personagem no antecipado ‘Vingadores: Apocalipse’ ou na subsequente sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Em uma recente entrevista ao The Direct, Thorne foi questionada sobre a possibilidade de aparecer nos próximos filmes da saga ‘Vingadores’ – e deu uma resposta um tanto quanto evasiva.

“Sabe, o que eu posso dizer? A sorte pode estar a nosso favor”, ela respondeu. “Quem sabe? Veremos, veremos”.

Lembrando que Coração de Ferro tem estreia agendada para o dia 24 de junho.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

Brian Wilson, gênio musical dos Beach Boys, morre aos 82 anos

brian wilson, beach boys co founder, dies at 82
brian wilson, beach boys co founder, dies at 82

Brian Wilson, o lendário músico e cérebro criativo por trás dos Beach Boys, morreu aos 82 anos. Ele foi o responsável por eternizar o estilo de vida adolescente da Califórnia nos anos 1960 por meio de uma série de sucessos que marcaram época e definiram uma geração.

A notícia de seu falecimento foi confirmada por sua família através de uma postagem no Instagram.

“Estamos de coração partido ao anunciar que nosso amado pai, Brian Wilson, faleceu”, escreveu a família. “Neste momento, estamos sem palavras. Pedimos que respeitem a nossa privacidade enquanto vivemos este luto. Sabemos que estamos dividindo essa dor com o mundo.”

A mensagem de despedida foi encerrada com as palavras “Love & Mercy” — “Amor e Misericórdia” — uma referência tocante à canção que deu nome ao primeiro álbum solo de Wilson, lançado em 1988, e também ao filme biográfico de 2014 que retratou sua vida e seus desafios pessoais e criativos.

Entre os anos de 1962 e 1966, os Beach Boys se tornaram uma das bandas mais populares dos Estados Unidos, registrando 10 músicas no Top 10 e outras sete no Top 40 das paradas americanas, todas lançadas pelo selo Capitol Records. Muitas dessas composições — que capturavam a juventude, o surfe e os romances da costa oeste americana — foram escritas, coescritas e produzidas por Brian Wilson, cuja genialidade moldou a sonoridade do grupo.

Durante esse período, a popularidade da banda só era rivalizada por um outro fenômeno musical da época: os Beatles. Wilson chegou a considerar os Beatles seus principais rivais artísticos e essa “disputa criativa” serviu de inspiração para que ele expandisse os limites do que o rock poderia ser.

Muito mais do que um produtor de hits ensolarados, Brian Wilson era uma alma sensível e um artista profundamente ambicioso. Na metade da década de 1960, ele passou a buscar novas sonoridades e conceitos musicais que romperam com os padrões da época. Em 1966, ele lançou com os Beach Boys o aclamado álbum Pet Sounds, considerado uma obra-prima tanto pela crítica quanto por músicos de gerações posteriores. O disco introduziu arranjos orquestrais complexos e letras emocionalmente profundas, distanciando-se dos temas mais leves dos primeiros sucessos da banda.

Trailer FINAL legendado de ‘Superman’ tem prédios colidindo, visão de calor e MUITAS cenas inéditas

Superman chega em breve aos cinemas, e a Warner Bros. divulgou o trailer final repleto de cenas inéditas.

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O filme ‘Superman’ tem lançamento agendado para 10 de julho de 2025 nos cinemas nacionais.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Roteirista de ‘A Noiva-Cadáver’ assina com a Laika para NOVO filme em stop-motion

John August, roteirista conhecido por seu trabalho em ‘A Noiva-Cadáver’, assinou recentemente com o renomado estúdio Laika para a produção de um novo longa-metragem em stop-motion, ainda sem título definido.

De acordo com o Deadline, o filme será dirigido por Pete Candeland e é baseado em uma ideia original do próprio Candeland. A trama acompanhará uma estudante do ensino médio apaixonada por teatro que, enquanto busca por sua mãe desaparecida, é arrastada para um misterioso e interminável bacanal.

Durante o Festival Internacional de Animação de Annecy, John August expressou seu entusiasmo em retornar ao universo do stop-motion:

“Estou empolgado por voltar ao mundo do stop-motion, trabalhando com uma equipe de artesãos incríveis, contando histórias quadro a quadro”, declarou August. Ele ressaltou a natureza única da técnica: “Tudo nesse tipo de animação é demorado e difícil, mas o resultado tem uma textura e uma autenticidade que não podem ser replicadas. Você sente as impressões digitais de cada pessoa que tocou o projeto”.

‘The Westies’: Atriz de ‘Ozark’ entra para o novo drama criminal do criador de ‘Narcos’

jessica frances dukes ozark
jessica frances dukes ozark

Segundo o DeadlineJessica Frances Dukes (‘A Idade Dourada’, ‘Ozark’) foi escalada para o elenco da série The Westies, drama criminal de época criado por Chris Brancato (‘Narcos’).

Dukes interpretará Birdie Polk, uma perspicaz e inflexível agente especial encarregada da Força-Tarefa Gambino do FBI, determinada a acabar com o crime organizado irlandês e italiano.

A atriz se junta aos previamente confirmados J.K. Simmons (‘Whiplash’) e Titus Welliver (‘Bosch’).

Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.

Supervisionada pela MGM+, a atração traz Simmons como Eamon Sweeney, o carismático e impiedoso líder dos Westies, cujo charme old school e sua lealdade à vizinhança que vive mascaram uma ambição criminosa e uma brutalidade calculada.

Welliver interpretará Glenn Keenan, um problemático policial de Nova York que cresceu com a turma dos Westies, dividido entre a lealdade à lei e o amor por seu filho rebelde.

Confira a sinopse:

Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.

Brancato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.

The Westies é a 3ª série desenvolvida por Brancato para a MGM+. Ele é o mesmo responsável por ‘Godfather of Harlem‘ e ‘Hotel Cocaine‘.

As gravações começam em julho deste ano em Toronto, Canadá.

Um dos atores da Trilogia original se RECUSA a voltar para a franquia ‘O Senhor dos Anéis’

Hugo Weaving, conhecido por interpretar Elrond em O Senhor dos Anéis, afirmou que não tem interesse em retornar à Terra-média, mesmo com os novos filmes da franquia sendo anunciados. Em entrevista recente ao GamesRadar+, o ator explicou que, embora tenha sido uma experiência incrível, sua relação com a saga chegou ao fim.

Weaving, que apareceu em seis filmes da franquia e tornou Elrond um dos personagens favoritos dos fãs, revelou que sua participação na saga já acabou.

“Pessoalmente, já tive o suficiente disso. Foi ótimo estar na Nova Zelândia durante um período de dez anos. Depois, voltei a trabalhar com a mesma equipe [o diretor Peter Jackson e a escritora Fran Walsh] em um projeto chamado ‘Máquinas Mortais’, que seria a próxima grande franquia deles, mas morreu de forma desastrosa. Então, já tive o suficiente da Terra-média e não imagino que alguém me peça para fazer isso de novo”, declarou Hugo Weaving.

Sobre a possibilidade de reprisar o papel, Weaving admitiu que, mesmo que quisesse retornar, a questão da imortalidade do personagem dificultaria sua volta.

“Elrond deveria ser imortal e eu estou envelhecendo. Elrond é um dos poucos personagens, acho que há apenas três ou quatro deles, que aparece em ‘O Silmarillion’, ‘O Senhor dos Anéise ‘O Hobbit’. Mas mesmo quando voltamos para refazer algumas partes de O Senhor dos Anéis, eu estava ciente de que estava mais velho do que antes. E filmar em ‘O Hobbit’ estava começando a ficar um pouco ridículo. Eu adorei fazer parte dessa franquia, mas não tenho absolutamente nenhum plano ou desejo de fazer parte dela novamente”, disse o ator. 

Lembrando que o novo filme live-action da aclamada franquia O Senhor dos Anéis’ foi adiado para 2027.

Intitulado ‘A Caçada por Gollum’, o longa será comandado por Andy Serkis. Peter Jackson, diretor da trilogia original e da pré-sequência ‘O Hobbit’, retornará como produtor ao lado de Fran WalshPhilippa Boyens, e estará envolvido em todas etapas do projeto.

Apesar de detalhes mais objetivos não terem sido revelados, o longa-metragem também trará Serkis de volta como o icônico personagem titular – e Ian McKellen pode retornar como Gandalf. Isso indica que a mais nova adição à franquia fantástica existirá dentro de adaptações já feitas, podendo, inclusive, abrir portas para outras produções.

‘Pânico 2’ teria OUTROS Ghosfaces e o FIM de Sidney | Saiba como era o ROTEIRO ORIGINAL de Kevin Williamson

Pânico 7 teve suas filmagens ENCERRADAS e estreia em 26 de Fevereiro de 2026.

Para aquecermos os motores para o novo exemplar desta querida franquia da sétima arte, o CinePOP tem matérias que não acabam mais sobre os filmes anteriores.

Tudo o que você quiser saber sobre os quatro filmes predecessores e mais um pouco tempos aqui – é só procurar no site. Recentemente, trouxemos para você uma matéria sobre as curiosidades mais interessantes dos bastidores do segundo filme, Pânico 2 (1997), o único que estava faltando fazermos. Aqui, continuaremos focados na primeira continuação que o filme recebeu, desta vez para escancarar uma versão completamente diferente que o filme teria.

Acontece que Pânico 2 foi um dos primeiros grandes filmes (ou quem sabe o primeiro) a sofrer com o advento da internet. Explico. O longa de terror teve seu roteiro vazado online por um figurante, e isso numa época em que ainda vivíamos os primórdios do mundo virtual. Pioneirismo até mesmo nas derrotas.

Na versão original do roteiro de Pânico 2, a protagonista Sidney (Neve Campbell) morria!

Desta forma, com a história nas mãos de qualquer um que quisesse ler, o mistério estava revelado. E como sabemos, os filmes desta franquia dependem muito das reviravoltas, de quem morre e quem fica vivo e, principalmente, quem são os assassinos da vez. Como consequência deste ato sem noção, o roteirista Kevin Williamson precisou basicamente reescrever a história, modificando diversos fatos, inclusive a identidade dos assassinos. Confira abaixo como seria Pânico 2 antes do vazamento. Ah sim, o texto abaixo contém inúmeros spoilers da trama, ou seja, continue se você já está cansado de saber tudo. Ou por sua conta e risco.

Dewey, o segurança do campus

O policial “trapalhão” Dewey (David Arquette) deveria ter morrido no desfecho do original. Mas o diretor Wes Craven gostou tanto do desempenho de Arquette no papel, que gravou dois finais, um que ele morria e outro que ficava vivo. No final, terminou optando pelo segundo. Assim, na continuação Dewey dá as caras novamente e aparece no campus da universidade da amiga Sidney quando novos assassinatos começam a ocorrer. Neste segundo filme, Dewey não é mais um policial e tem a marca de seu ferimento, com uma perna manca e um braço quase inutilizado. Mas se pararmos para pensar, o personagem não tem uma profissão e nem muito o que fazer ali, a não ser ficar de olho na colega.

No texto original, Dewey seria um dos seguranças do campus da universidade. O personagem propositalmente iria pedir transferência da polícia de Woodsboro para o campus da faculdade, a fim de ficar perto de Sidney. Esse trabalho faz mais sentido e daria uma função maior ao personagem.

Randy, o cameraman

Randy (Jamie Kennedy), o nerd preferido de todos, seria o cameraman de Gale na versão original.

Randy (Jamie Kennedy) foi um dos personagens favoritos dos fãs no primeiro filme. O nerd especialista em filmes de terror infelizmente é morto neste segundo longa, decisão que Wes Craven diz ter tomado para demonstrar que ninguém estava seguro desta vez. O diretor, no entanto, muitos anos depois disse ter se arrependido de matar o querido personagem. Seja como for, Randy é outro estudante de cinema na mesma universidade de Sidney. No roteiro original não seria assim, e Randy seria na verdade o cameraman de Gale Weathers. Essa dinâmica seria muito divertida.

Por outro lado, Joel (Duane Martin), o sujeito que de fato é o cameraman de Gale, e que espertamente “se manda” quando os corpos começam a se empilhar, conseguindo sobreviver no fim das contas, seria um estudante de medicina da mesma universidade. Joel seria um dos melhores amigos de Sidney nesta versão. Resta saber se ele também sobreviveria assim, ou com a mudança de profissão encontraria um destino pior.

Debbie Salt mais agressiva

Laurie Metcalf viveu a psicopata Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt. Vinte anos depois seria indicada ao Oscar por Lady Bird.

A Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt, é uma personagem que aparece pouco no filme, mas suas incisões são certeiras. Seu “disfarce” no filme é o de uma jornalista “abelhuda” que está sempre no lugar certo, na hora certa. É claro, assim estudando bastante não apenas os avanços da polícia em relação às mortes, como também o cenário de sua matança. Existe um meme na internet que diz que se Sidney a visse em algum momento, iria reconhece-la e o filme acabaria bem rápido. É verdade, mas justamente por isso a mulher se certificou de nunca cruzar o caminho com a ex-nora.

Na versão original do roteiro, Debbie Salt era mais agressiva e ácida, dando alfinetadas em suas perguntas jornalísticas. Talvez essa característica tenha sido mudada para que as pessoas não desconfiassem dela como sendo uma das assassinas. Em uma cena do roteiro original, ela perguntaria para Sidney se ela havia “finalmente surtado e se era ela cometendo todos os assassinatos”. No fim da cena, ela seria socada no rosto por Gale, emulando a cena do original em que Sidney soca Gale após a repórter fazer um comentário irônico sobre a acusação da protagonista. Só não sabemos como Sidney não reconheceria a Sra. Loomis. Talvez por isso a cena tenha sido mudada. Ou quem sabe a explicação viria com muitas cirurgias plásticas.

Derek, o documentarista

“Copia, mas faz diferente”. Jerry O’Connell como Derek seria o segundo namorado de Sidney a ser revelado o assassino.

Faz sentido que o assassino do segundo filme agora ande com uma câmera filmando os crimes e suas vítimas. Bem, isso foi antes da época dos Smartphones e das câmeras de celulares, o que facilitaria bem mais a vida do Ghostface. Seja como for, em determinado momento do filme, esse fato entra em jogo quando os protagonistas descobrem estar sendo filmados pelo assassino. E bem, só um personagem anda com uma câmera para cima e para baixo no filme: Mickey. E adivinhe só: ele é o assassino. Porém, na versão original do roteiro, Derek seria o assassino. E não apenas isso, mas também seria ele o estudante de cinema que viveria com uma câmera documentando tudo à sua volta.

Mickey, o cantor

Em seu início de carreira, Timothy Olyphant era sempre o vilão.

Basicamente, teríamos os papeis de Derek e Mickey invertidos. A não ser pelo fato de que Derek ainda seria o namorado de Sidney. Nesta versão original do roteiro também seria adereçado de forma mais efusiva a paixão de Mickey por Hallie, a melhor amiga de Sidney – com os dois talvez engatando em um romance. O fato é levemente pincelado na versão que ganhamos nas telonas. No original, Mickey é quem cantaria no refeitório, assim como Derek fez para Sidney. O rapaz, porém, cantaria para Hallie e a canção também seria outra, ao invés de ‘I Think I Love You’, a escolhida seria ‘I Will Always Love You’, de Whitney Houston.

Porta aberta para o três

Ambos Pânico (1996) e Pânico 2 (1997) terminam de uma forma que não necessariamente pedem continuações. Kevin Williamson disse que pensou na ideia para o dois enquanto ainda escrevia o primeiro. Mesmo assim, nada no desfecho do original indicava que o longa poderia ter uma sequência. Afinal, ele é uma história fechadinha em si. O que empurrou a continuação, podemos pensar que foi unicamente o sucesso e, claro, o dinheiro. O mesmo ocorre com Pânico 2. Mas nem sempre foi assim. No roteiro original de Williamson, o segundo filme terminaria revelando outro Ghostface, que olharia tudo de longe, do alto da torre do sino do campus. Esse final indicaria a existência de um quarto assassino na trama, ou simplesmente um novo psicopata se preparando para entrar em ação no três.

 

Os Assassinos Originais

Apenas a Sra. Loomis, vulgo Debbi Salt (Laurie Metcalf) foi mantida como uma das identidades do Ghostface.

Como sabemos, Pânico 2 contém dois Ghostface assim como o original. E suas identidades são: Mickey, o estudante de cinema que está sempre com uma câmera na mão filmando tudo (vivido por Timothy Olyphant) e a jornalista Debbie Salt (Laurie Metcalf) que vive atormentando a outra repórter do filme Gale Weathers (Courteney Cox). Debbie, é claro, revela-se a Sra. Loomis, a mãe de Billy Loomis, o assassino do original, que é citada no primeiro Pânico como tendo abandonado o marido após descobrir uma traição. Pelo visto a família não era muito boa da cabeça, já que a mãe resolveu orquestrar sua própria matança, seguindo os passos do filho. A Sra. Loomis encontra Mickey num site e o contrata para seu plano sanguinolento.

Mas nem sempre foi assim. No primeiro roteiro vazado, Kevin Williamson havia programado os assassinos para serem Derek e Hallie; além da Sra. Loomis, a única mantida do roteiro original. Ou seja, no segundo filme teríamos três Ghostface: duas mulheres e um homem. Embora não saibamos a dinâmica dos três no filme, podemos imaginar que a mãe de Billy estaria no comando novamente, orquestrando os planos e usando os jovens como seus peões na matança. Essa revelação viria como dupla faca nas costas da protagonista Sidney (Neve Campbell). Isso porque Hallie, papel de Elise Neal, é sua melhor amiga no segundo filme. E Derek (Jerry O’Connell), seu novo namorado. Isso explica porque existe numa versão – que fez parte do trailer – Ghostface chama Sidney de “girlfriend” ao telefone. À princípio podemos pensar que está emulando Billy, mas com a conclusão originalmente pensada faz todo sentido. Essa versão foi mudada no filme. Ou seja, Sidney teria novamente um namorado se revelando um psicopata. Isso que é dedo podre.

Sidney e Gale morreriam

Cotton Weary (Liev Schreiber) seria o assassino de Gale e Sidney na versão original.

Na versão original deste roteiro, o desfecho terminaria com um verdadeiro bad ending, onde numa matança todos os personagens principais seriam mortos. Além de Randy, Gale e Sidney também morreriam, e possivelmente Dewey também. Isso nos faz pensar que Kevin Williamson planejava encerrar a franquia com este segundo filme. O terceiro não havia sido planejado, e demoraria três anos até finalmente chegar aos cinemas – e sem um roteiro de Williamson.

Na primeira história do roteirista para Pânico 2, assim como no original a Sra. Loomis termina matando seus comparsas – aqui Derek e Hallie. No filme, a Sra. Loomis tenta convencer Cotton Weary (Liev Schreiber), que chega ao local armado, de deixa-la matar Sidney, já que a protagonista o acusou de assassinato e o manteve na cadeia por um ano. Por alguns momentos acreditamos que o sujeito irá aceitar a proposta, mas finalmente ele atira na assassina a matando. Na versão original do roteiro, Cotton iria esfaquear a Sra. Loomis, mas não iria parar por aí. Considerando que ambas Sidney e Gale foram responsáveis por arruinar sua vida, Cotton surtaria, e esfaquearia Gale a matando também. No fim, Cotton perseguiria Sidney, e o filme terminaria com os dois se esfaqueando até a morte, e caindo lado a lado. Um baita final mórbido.

Critics Choice Super Awards 2025 | ‘Deadpool e Wolverine’, ‘Xógum’ e mais na lista de indicados à premiação

deadpool

Foram divulgados hoje, 11 de junho, os indicados ao Critics Choice Super Awards 2025, que visam premiar as melhores produções de super-heróis, sci-fi, terror e ação do ano passado.

Os vencedores serão revelados no dia 7 de agosto.

Confira:

CATEGORIAS FÍLMICAS

MELHOR FILME DE AÇÃO
Guerra Civil
O Dublê
Missão: Impossível – O Acerto Final
Fúria Primitiva
Rebel Ridge
Tempo de Guerra

MELHOR ATOR EM FILME DE AÇÃO
Tom Cruise, Missão: Impossível – O Acerto Final
Taron Egerton, Bagagem de Risco
Ryan Gosling, O Dublê
Dev Patel, Fúria Primitiva
Aaron Pierre, Rebel Ridge
Jack Quaid, Novocaine

MELHOR ATRIZ EM FILME DE AÇÃO
Emily Blunt, O Dublê
Ana de Armas, Bailarina
Kirsten Dunst, Guerra Civil
Cailee Spaeny, Guerra Civil
June Squibb, Thelma
Anya Taylor-Joy, Furiosa: Uma Saga Mad Max

MELHOR FILME DE SUPER-HERÓI
Capitão América: Admirável Mundo Novo
Deadpool e Wolverine
The People’s Joker
Robot Dreams
Thunderbolts*
Venom 3: A Última Rodada

MELHOR ATOR EM FILME DE SUPER-HERÓI
David Harbour, Thunderbolts*
Tom Hardy, Venom 3: A Última Rodada
Hugh Jackman, Deadpool e Wolverine
Anthony Mackie, Capitão América: Admirável Mundo Novo
Lewis Pullman, Thunderbolts*
Ryan Reynolds, Deadpool e Wolverine

MELHOR ATRIZ EM FILME DE SUPER-HERÓI
Emma Corrin, Deadpool e Wolverine
Vera Drew, The People’s Joker
Lady Gaga, Joker: Delírio a Dois
Jennifer Garner, Deadpool e Wolverine
Julia Louis-Dreyfus, Thunderbolts*
Florence Pugh, Thunderbolts*

MELHOR FILME DE TERROR
Faça Ela Voltar
Herege
Longlegs – Vínculo Mortal
Nosferatu
Pecadores
A Substância

MELHOR ATOR EM FILME DE TERROR
Nicolas Cage, Longlegs – Vínculo Mortal
David Dastmalchian, Entrevista com o Demônio
Hugh Grant, Herege
Michael B. Jordan, Pecadores
Bill Skarsgård, Nosferatu
Justice Smith, Eu Vi o Brilho da TV

MELHOR ATRIZ EM FILME DE TERROR
Lily-Rose Depp, Nosferatu
Willa Fitzgerald, Desconhecidos
Sally Hawkins, Faça Ela Voltar
Demi Moore, A Substância
Wunmi Mosaku, Pecadores
Naomi Scott, Sorria 2

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA
Alien: Romulus
Acompanhante Perfeita
Dune: Parte 2
Planeta dos Macacos: O Reinado
Mickey 17
Robô Selvagem

MELHOR ATOR EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA
Austin Butler, Duna: Parte 2
Timothée Chalamet, Duna: Parte 2
David Jonsson, Alien: Romulus
Robert Pattinson, Mickey 17
Jack Quaid, Acompanhante Perfeita
Miles Teller, Entre Montanhas

MELHOR ATRIZ EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA
Naomi Ackie, Mickey 17
Lupita Nyong’o, Robô Selvagem
Cailee Spaeny, Alien: Romulus
Sophie Thatcher, Acompanhante Perfeita
Alicia Vikander, A Avaliação
Zendaya, Duna: Parte 2

MELHOR ANTAGONISTA EM FILME
Austin Butler, Duna: Parte 2
Emma Corrin, Deadpool e Wolverine
Hugh Grant, Herege
Jack O’Connell, Pecadores
Lewis Pullman, Thunderbolts*
Denzel Washington, Gladiador II

CATEGORIAS TELEVISIVAS

MELHOR SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE AÇÃO PARA TV
9-1-1
Black Doves
O Dia do Chacal
Magnatas do Crime
Reacher
Xógum: A Gloriosa Saga do Japão

MELHOR ATOR EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE AÇÃO PARA TV
Sterling K. Brown, Paradise
Theo James, Magnatas do Crime
Eddie Redmayne, O Dia do Chacal
Alan Ritchson, Reacher
Hiroyuki Sanada, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão
Ben Whishaw, Black Doves

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE AÇÃO PARA TV
Angela Bassett, 9-1-1
Viola Davis, G20
Keira Knightley, Black Doves
Lashana Lynch, O Dia do Chacal
Zoe Saldaña, Operação Lioness
Anna Sawai, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão

MELHOR SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE SUPER-HERÓI PARA TV
Agatha Desde Sempre
The Boys
Fallout
The Last of Us
Pinguim
Superman & Lois

MELHOR ATOR EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE SUPER-HERÓI PARA TV
Charlie Cox, Demolidor: Renascido
Colin Farrell, Pinguim
Walton Goggins, Fallout
Tyler Hoechlin, Superman & Lois
Pedro Pascal, The Last of Us
Antony Starr, The Boys

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE SUPER-HERÓI PARA TV
Danai Gurira, The Walking Dead: The Ones Who Live
Kathryn Hahn, Agatha Desde Sempre
Cristin Milioti, Pinguim
Erin Moriarty, The Boys
Ella Purnell, Fallout
Bella Ramsey, The Last of Us

MELHOR SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE TERROR PARA TV
Entrevista com o Vampiro
Evil
From
The Last of Us
True Detective: Terra Noturna
O Que Fazemos nas Sombras

MELHOR ATOR EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE TERROR PARA TV
Kevin Bacon, Caçador de Demônios
Matt Berry, O Que Fazemos nas Sombras
Mike Colter, Evil
Michael Emerson, Evil
Pedro Pascal, The Last of Us
Harold Perrineau, From

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE TERROR PARA TV
Natasia Demetriou, O Que Fazemos nas Sombras
Jodie Foster, True Detective: Terra Noturna
Katja Herbers, Evil
Melanie Lynskey, Yellowjackets
Niecy Nash-Betts, Grotesquerie
Bella Ramsey, The Last of Us

MELHOR SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA PARA TV
Andor
Black Mirror
Doctor Who
Dune: A Profecia
Fantasmas
Ruptura

MELHOR ATOR EM PRODUÇÃO DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA PARA TV
Ncuti Gatwa, Doctor Who
Walton Goggins, Fallout
Diego Luna, Andor
Adam Scott, Ruptura
Tramell Tillman, Ruptura
Julio Torres, Fantasmas

MELHOR ATRIZ EM PRODUÇÃO DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA PARA TV
Adria Arjona, Andor
Caitriona Balfe, Outlander
Kathryn Hahn, Agatha Desde Sempre
Britt Lower, Ruptura
Cristin Milioti, Black Mirror
Michelle Yeoh, Star Trek: Section 31

MELHOR VILÃO EM PRODUÇÃO PARA TV
Vincent D’Onofrio, Demolidor: Renascido
Michael Emerson, Evil
Colin Farrell, Pinguim
Takehiro Hira, Xógum:A Gloriosa Saga do Japão
Julianne Nicholson, Paradise
Jesse Plemons, Black Mirror

10 curiosidades de ‘Jurassic World’, o primeiro capítulo bilionário da saga

Por anos, os fãs de Jurassic Park sonharam com o praticamente lendário Jurassic Park IV. Ele passaram por mais de uma década de rumores, com direito a artes conceituais e um suposto roteiro vazado, que traria o tema central da nova franquia: os híbridos genéticos. Porém, dizem os fóruns que a versão tratada no filme IV seria algo bastante bizarro, trazendo dinossauros antropomórficos para as telonas.

Leia também: Jurassic Park ou Jurassic World? As ideias do livro que foram usadas na nova trilogia

No fim das contas, essa proposta absurda acabou sendo descartada e os executivos optaram por dar início a uma nova franquia ambientada no mesmo universo, mostrando como seria se o sonho de John Hammond (Richard Attenborough) se tornasse realidade. Com a proposta de mostrar o parque efetivamente funcionando, Jurassic World nasceu e se tornou o grande sucesso de 2015. Diante desse sucesso, o CinePOP separou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Era pra ser?

O grande astro da nova franquia é o ator Chris Pratt, que teve uma ascensão meteórica em Hollywood a partir de 2014, virando praticamente sinônimo de bom retorno financeiro. No entanto, há uma vídeo de bastidor que ele gravou de brincadeira durante a segunda temporada de Parks and Recreation, lá pelos anos de 2009, em que ele finge estar trocando mensagens com o diretor Steven Spielberg e supostamente recusa um papel em Jurassic Park IV para gravar os bastidores da série. Seis anos mais tarde, lá estava ele aloprando com os dinossauros do Spielberg nas telonas.

Apadrinhado

A ideia de revisitar o Jurassic Park veio de Steven Spielberg, que passou anos se reunindo secretamente com o produtor Mark Protosevich para discutir ideias e se era viável fazer um novo filme da saga. Então, ao ouvir falar sobre o interesse do lendário diretor de retornar a uma de suas franquias mais celebradas, Colin Trevorrow correu para conversar com Spielberg, se oferecendo, na cara de pau, para dirigir o novo filme. Mais do que a empolgação do rapaz, o que convenceu Steven a apostar em Colin foi que ele já chegou na mesa com um pré-roteiro bastante elaborado que acabou ditando os rumos do filme e impressionou completamente Spielberg.

 

Mente criativa

Mesmo sem ter voltado para a direção, Spielberg se envolveu diretamente com o projeto, assumindo o cargo de produtor executivo e dando várias sugestões criativas para o diretor Colin Trevorrow. Dentre elas, as mais legais foram o vale das Girosferas e a arquibancada móvel do aquário do Mosassauro. A Girosfera seria o equivalente a ideia do passeio original do primeiro filme, que era de poder transitar em meio aos dinossauros. Já a arquibancada veio de um mix de ideias. Colin queria de toda forma colocar o Mosassauro no filme para comer um tubarão. Mas ao saber disso, Spielberg se encantou com as possibilidades e sugeriu que a arquibancada “afundasse” junto com o réptil para que o público pudesse vê-lo debaixo d’água.

Dez anos

Neste universo, o Jurassic World foi inaugurado em 2005. Com isso, ele funcionou por aproximadamente uma década até o incidente com a Indominus-Rex fechar o parque de uma vez por todas. Nesse mesmo contexto, o parque teria sido aprovado para funcionar após apenas oito anos dos incidentes de O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997), em que uma T-Rex ficou à solta pelas ruas de San Diego, causando uma verdadeira chacina pelas ruas da cidade. O mais interessante é que o filme é realmente o primeiro a mostrar um parque da franquia completamente inaugurado, já que o primeiro Jurassic Park estava na fase de testes, com diversas atrações ainda não finalizadas, e a filial de San Diego ainda estava em obras quando o Tiranossauro escapou, embargando o resto das instalações.

 

O parque

A proposta do filme é mostrar o parque em funcionamento na Ilha Nublar, a mesma do Jurassic Park original. Para isso, a produção fez cenas na ilha havaiana de Oahu, mas especificamente no Kualoa Ranch, onde foi gravado o filme de 1993. No entanto, como a ideia era fazer um novo parque temático, a produção aproveitou a estrutura do parque Six Flags (imagem acima), abandonado em Nova Orleans após o furacão Katrina, para transformá-la no corredor central do Jurassic World, o enchendo de lojas e ativações típicas desses parques de diversões. Já a sala de controle do parque foi inspirada na do Universal Studios, em Orlando, e nas instalações da NASA.

Bem-vindos, pela última vez

A morte de Sir Richard Attenborough em 2014 foi um baque terrível para a produção, que concluiu o filme em homenagem ao ator, além de colocar uma estátua em sua memória no centro de convenções do parque. No entanto, seu último papel pode ser considerado o de John Hammond, já que Spielberg e Trevorrow se encontraram ele algum tempo antes de sua morte e regravaram o icônico “Bem-vindos ao Jurassic Park!” para o novo filme. Infelizmente, seu “Bem-vindos ao Jurassic World!” acabou sendo usado apenas no primeiro trailer do longa.

Visual

O primeiro trailer do filme foi altamente criticado pelo público por conta do grande uso de CGI nos dinossauros, em vez de criá-los por meio de bonecos animatrônicos, como na trilogia original. O problema é que o preview do filme foi disponibilizado com a computação gráfica não finalizada. Isso causou uma péssima impressão e acabou trazendo uma certa má vontade de parte do público para o projeto, que contou também com dinossauros animatrônicos misturados com os dinos de CGI. Ainda assim, conforme a franquia foi avançando, mais animatrônicos foram tomando espaço das criaturas de computação gráfica.

Nada de salto!

Talvez a crítica mais impressionante ao filme foi a viralização das piadas sobre a personagem de Bryce Dallas Howard, Claire, não ser levada a sério por passar o filme inteiro de salto alto, se enfiando no meio do mato e até mesmo correndo da T-Rex com seu par de saltos nos pés. Pois bem, isso não foi uma coincidência, mas sim algo pensado e que deu muito trabalho para a atriz. Afinal, o roteiro foi escrito com ela tendo de manejar a a maior crise da história do parque momentos após uma reunião de negócios com acionistas e o dono da empresa. Ela não ia para uma reunião dessas de tênis, né? Então, sabendo desse desafio, Bryce fez um treinamento especial para aprender a correr de salto, já que entre andar no matagal descalça ou com os sapatos pontudos, ela preferiu manter os pés cobertos. Com o sucesso do filme, Colin garantiu a ela que a atriz não usaria saltos na sequência, com direito ao diretor anunciando que o segundo filme aconteceria com uma mensagem que trazia a “#SemSaltoAltoEm2018”.

Velha conhecida

Se você acha que apenas o Dr. Henry Wu retornou do primeiro filme, se enganou. Isso porque uma velha conhecida que já tinha encantado o mundo em 1993 foi trazida de volta para brilhar novamente nas telonas em Jurassic World. A foto já entrega tudo, né? A T-Rex do novo parque é a Roberta, a mesma que tocou o terror no trio de cientistas que fez o passeio do parque original. A informação foi confirmada pelo diretor, que afirmou que era uma moradora de 22 anos da Ilha Nublar, que cresceu, envelheceu e ficou mais raivosa e faminta do que nunca.

Treinador

Na época do lançamento, Owen Grady (Pratt) foi alvo de uma teoria bastante divertida. Os fãs acreditavam que toda essa mensagem de “relacionamento baseado em respeito mútuo” entre ele e os raptores vinha de um trauma de infância vivido por ele em 1993. Sim, para alguns fãs, Owen era aquele menino que zomba do fóssil de Velociraptor descoberto em Badlands e acaba sendo aterrorizado pelo Dr. Alan Grant (Sam Neill) no início do filme original. Entretanto, o próprio ator que viveu o menino se pronunciou de forma bem-humorada nas redes sociais, dizendo que homens que nem ele “não crescem e viram o Chris Pratt”. Já o diretor Colin Trevorrow sempre afirmou que a história oficial de Owen era dele ser um cientista que trabalhava com o treinamento de golfinhos na Marinha, o que o credenciou a entrar no projeto para trabalhar com o treinamento de animais de inteligência complexa, como os raptores.

Tendo arrecadado mais de 1,6 bilhão de dólares, Jurassic World conquistou a segunda maior bilheteria de 2015 (perdendo apenas para Star Wars: O Despertar da Força) e se consagrou como a quarta maior bilheteria da história na época de seu lançamento (atualmente, é a nona maior). As críticas foram mistas, mas ainda assim o filme conquistou um espaço bem interessante na Cultura Pop, ajudando a trazer os dinossauros de volta aos cinemas.

E você? É fãs do filme? Diga nos comentários!

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros está disponível na Netflix e no Amazon Prime Video.