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Quais são os astros mais chatos e legais para se pedir autógrafos?

Hollywood tem todo tipo de celebridade, indo das simpáticas às grosseiras, das acessíveis às intocáveis. Um bom termômetro para a boa vontade dos astros com seus fãs é sua disposição para assinar autógrafos.

Todos têm dias bons e ruins, e atores e atrizes não são exceção, mas alguns são consistentemente abertos ou fechados para pedidos de autógrafos. Tanto que a Autograph Magazine tem listas anuais para os melhores e os piores.

Uma das estrelas que mais figura entre as piores é Cameron Diaz. A atriz não economiza no desdém, e chegou a mandar os fãs “fuck off” (cair fora, em uma tradução livre e amenizada) quando abordada.

Igualmente difícil é conseguir um autógrafo do comediante Will Ferrell. “Ele caçoa das pessoas, as insulta e as envergonha quando elas pedem autógrafos”, revela a revista.

Apesar de sua cara de bom moço, Tobey Maguire também é pouco acessível. Menos surpreendente foi a presença de Russell Crowe, notável bad boy, na lista de piores de 2006 – mas, chocante que seja, no ano seguinte ele apareceu na 10ª posição entre os melhores. Nada como um bom profissional de relações públicas.

Aí vai uma série de outras celebridades que podem transformar o simples ato de pedir um autógrafo em uma dor de cabeça: Joaquin Phoenix, Bruce Willis, Renée Zellweger, John Malkovich, Scarlett Johansson, Teri Hatcher… até Julie Andrews, que viveu as amáveis protagonistas de ‘A Noviça Rebelde’ e ‘Mary Poppins’, entra na lista.

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Com William Shatner, o capitão Kirk original, a situação é um pouco diferente. Ele assina seus livros, mas cobra US$ 10 para cada autógrafo. Ninguém disse que ser fã de ‘Star Trek’ era um hobby barato.

Escrevendo para a seção de fofocas do New York Post, chamada Page Six, a colunista Cindy Adams citou um fã de Kevin Spacey que não foi tratado muito bem. O ator tratou o indivíduo com superioridade, mas a fonte tentou não dar importância ao caso: “Eu vou acreditar que foi apenas um ataque de hemorroidas.”

Ewan McGregor foi outro que passou por uma situação desconfortável. Embora costume autografar com boa vontade, ele foi abordado por uma garota em sua própria casa, e não cedeu porque sentiu sua privacidade invadida. “Sim, eu entendo, mas você poderia assinar isto, por favor”, pediu a menina, mas o boato é que ele fechou a porta.

Por sorte, a lista de astros bem dispostos é grande. O ator e cineasta Clint Eastwood não só dá autógrafos, mas dá autógrafos para todos que quiserem. Nada como a paciência de um veterano.

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Alimentando suas famas de boa praça, George Clooney e Matt Damon estão sempre prontos para deixar sua marca em tinta para os fãs. Jack Nicholson, Will Smith, Tom CruiseJohn Travolta também não reclamam nada por serem galãs conhecidos até hoje e assinam sem problemas.

Entre as atrizes, Cindy Adams destaca Rosario Dawson, Dakota Fanning e Katherine Heigl como simpáticas e abertas para autógrafos.

De qualquer forma, autógrafos podem se tornar relíquias e valer o esforço. Um negociante afirmou que assinaturas antigas têm grande demanda. Uma de Fred Astaire pode ser vendida por US$ 3. Já Frank Sinatra foi valorizado “após se tornar camarada do presidente”: o valor de seu autógrafo subiu de US$ 1 para US$ 1,25 na época.

Como vários astros continuarão famosos por muitas décadas, vale a pena checar listas confiáveis de quem causará menos dor de cabeça por um autógrafo.

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Praia é invadida por Walkers em novo trailer de ‘Fear The Walking Dead’

E só lembrando que como o apocalipse está ainda muito no começo, os Walkers (se é que podemos chamá-los assim), ainda não estão tão desfigurados.

Então, vamos ao novo trailer de ‘Fear The Walking Dead‘.

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A 2ª temporada de ‘Fear the Walking Deadterá 15 episódios, e estreia nos EUA dia 10 de abril de 2016, uma semana após o término da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘.

Dougray Scott (‘Para Sempre Cinderela’, ‘Exorcistas do Vaticano’) é a nova adição no elenco. Segundo o TV Line, seu personagem não foi divulgado. Ele se junta a Daniel Zovatto, ator do terror ‘Corrente do Mal‘.

O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

 

‘Demolidor’ ensanguentado em novos e sensacionais cartazes comemorativos

Os cartazes foram liberados em comemoração à estreia da segunda temporada de ‘Demolidor‘ na Netflix. Já conferiu o primeiro episódio?! Sensacional, não é mesmo?!

Então, confere e volta já pra terminar a temporada toda.

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Justo quando Matt achava que tudo começava a entrar nos eixos em Hell’s Kitchen, novas forças do mal passam a assombrar a cidade. Agora, o Homem sem Medo precisa encarar um novo adversário, Frank Castle, enquanto lida com uma velha paixão: Elektra Natchios.

Novos problemas surgem quando o vingativo Frank Castle ressurge como “O Justiceiro”, um homem que insiste em fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto tenta equilibrar seu trabalho como o advogado, defendendo os interesses da comunidade, e sua perigosa vida como o Demolidor de Hell’s Kitchen, Matt enfrenta um momento decisivo que o obriga a analisar o verdadeiro significado da palavra “herói”.

A segunda temporada está sob o comando de um novo showrunner (produtor principal): a dupla de roteiristas Doug Petrie e Marco Ramirez assumirá a função no lugar de Steven DeKnight. Ramirez escreveu o terceiro e sexto episódios, por sua vez, Petrie assinou os episódios 7, 11 e 12.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Netflix divulga o teaser-trailer da série ‘Luke Cage’

Os fãs que fizeram maratona e já terminaram a segunda temporada de ‘Demolidor‘ tiveram uma grata surpresa: o primeiro teaser-trailer de ‘Luke Cage’, série de TV que a Netflix e a Marvel produzem sobre o herói titular.

Quem não teve tempo para assistir a temporada completa, pode conferir o trailer aqui:

Se o vídeo acima sair do ar, os fãs podem conferir o teaser por este link (somente assinantes da Netflix).

A Netflix lança ‘Luke Cage’ dia 30 de Setembro.

 

 

Cheo Hodari Coker (‘Almost Human’, ‘Southland’) servirá como produtor principal, e também assinará os dois primeiros episódios.

Nesta série de ação da Marvel, um lutador de rua e ex-golpista enfrenta o crime no bairro de Hell’s Kitchen como o super-herói Luke Cage (Mike Colter, foto acima).

Nos quadrinhos, o personagem foi cobaia de um experimento semelhante ao que criou o Super-soldado Steve Rogers, o Capitão América, e acabou com uma pele quase indestrutível e durabilidade e força sobre-humanas. Um filme com o herói seria feito em 2003, mas o projeto não foi adiante.

A atriz brasileira Sonia Braga (‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’) vai interpretar Soledad Temple, mãe da personagem Claire Temple (Rosario Dawson), vista nas séries ‘Demolidor‘ e ‘Jessica Jones‘.

Essa será a terceira de cinco produções épicas de aventura que chegarão com exclusividade aos membros da Netflix (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro protagonizarão mais uma minissérie original chamada ‘Os Defensores‘).

Netflix se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

 

‘Supergirl’ e ‘The Flash’ apostam corrida em nova prévia do episódio crossover

O crossover entre ‘Supergirl‘ e ‘The Flash‘ ganhou um novo teaser.

Confira, com as várias imagens divulgadas:

 

Worlds Finest” – Kara ganha um novo aliado quando o super-herói veloz The Flash (Grant Gustin) aparece após uma viagem através do universo alternativo e ajuda Kara na batalha contra Silver Banshee e Livewire. Em troca, ela o ajuda a encontrar uma maneira de voltar para casa.

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O encontro entre os super-heróis será exibido no dia 28 de março nos EUA.

CBS encomenda 1ª temporada completa de ‘Supergirl’

 

É Hoje! ‘Demolidor’, Elektra e Justiceiro em novo cartaz animado

Então, corre já pra conferir que a nova temporada de ‘Demolidor já chegou a Netflix.

Mas antes, que tal aquela rápida conferida no último cartaz só pra aguçar ainda mais a curiosidade?

Justo quando Matt achava que tudo começava a entrar nos eixos em Hell’s Kitchen, novas forças do mal passam a assombrar a cidade. Agora, o Homem sem Medo precisa encarar um novo adversário, Frank Castle, enquanto lida com uma velha paixão: Elektra Natchios.

Novos problemas surgem quando o vingativo Frank Castle ressurge como “O Justiceiro”, um homem que insiste em fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto tenta equilibrar seu trabalho como o advogado, defendendo os interesses da comunidade, e sua perigosa vida como o Demolidor de Hell’s Kitchen, Matt enfrenta um momento decisivo que o obriga a analisar o verdadeiro significado da palavra “herói”.

A segunda temporada está sob o comando de um novo showrunner (produtor principal): a dupla de roteiristas Doug Petrie e Marco Ramirez assumirá a função no lugar de Steven DeKnight. Ramirez escreveu o terceiro e sexto episódios, por sua vez, Petrie assinou os episódios 7, 11 e 12.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Elodie Yung (‘GI Joe: Retaliação’) foi a escolhida para interpretar Elektra, uma perigosa misteriosa mulher do passado de Matt Murdock. A primeira temporada chegou a fazer referência à personagem, que foi interpretada por Jennifer Garner no filme de 2003.

Ela se junta a Jon Bernthal, que interpretou Shane Walsh na sérieThe Walking Dead‘, e foi contratado para viver o Justiceiro.

Scott Glenn volta a interpretar Stick, o mentor cego de Matt Murdock. O personagem vai retornar para ajudar o herói em uma missão, em um arco de três episódios.

O Mercenário também deve aparecer na segunda temporada – saiba mais.

‘Demolidor’ é a série mais bem avaliada da história da Netflix

Charlie Cox vive o advogado cedo Matt Murdock e seu alter-ego Demolidor. Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Scott Glenn (Stick) e Rosario Dawson completam o elenco.

Rosario Dawson tem retorno confirmado na 2ª temporada

A série faz parte de um quinteto de produções televisivas da parceria da Marvel com o Netflix, que se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada, que ainda incluem os heróis Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage, nesta ordem. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande
time de personagens heróicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

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T-Bag retorna na nova temporada de ‘Prison Break’

Segundo o The Wrap, mais três atores de ‘Prison Break‘ foram confirmados na nova temporada. Robert Knepper volta como T-Bag; Rockmond Dunbar como C-Note; e Amaury Nolasco retorna ao papel de Fernando Sucre.

Sarah Wayne Callies (‘The Walking Dead’) já assinou reprisar o papel da Dra. Sara Tancredi. Wentworth Miller e Dominc Purcell vão estrelar como Michael Scofield e Lincoln Burrows.

A estreia acontece na Fall Season 2016/2017. Leia a sinopse:

No novo capítulo deste intenso drama, vamos acompanhar os acontecimentos que seguem a aparente morte de Michael Scofield (Wentworth Miller). Quando evidências surgem de que Michael ainda está vivo, a Dra. Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies) e Lincoln Burrows (Dominc Purcell) se reunirão para ajudá-lo a fazer a maior fuga de toda a história da série.

A nova temporada terá 12 episódios e seguirá os eventos de ‘The Final Break‘, telefilme lançado diretamente em DVD.

Dana Walden, co-presidente da Fox, revelou que a reinicialização será “uma sequência” e mostrará os personagens vários anos após os acontecimentos da última temporada.

Originalmente exibida entre 2005 e 2009, ‘Prison Break’ teve quatro temporadas produzidas e foi uma das séries mais populares da história da TV americana.

Confira o cartaz animado:

Prison Break ReturnsThe ultimate escapist series is returning to FOX.

Publicado por Prison Break em Sexta, 15 de janeiro de 2016

Frank Underwood tira sarro da política brasileira em vídeo de ‘House of Cards’

Os recentes acontecimentos na política brasileira deixaram até os roteiristas da série ‘House of Cards‘ de queixo caído.

Com uma plot twist a cada minuto, o Twitter oficial da série da Netflix aproveitou o momento para brincar com a situação do nosso país.

No vídeo divulgado, Frank Underwood (Kevin Spacey) ri enquanto acompanha as recentes notícias do país.

Confira:

 

Vale lembrar que a Netflix renovou a série ‘House of Cards‘ para sua 5ª temporadaque estreia em 2017. Já os 13 novos episódios do quarto ano foram disponibilizados em 4 de março de 2016.

Criado pelo showrunner indicado ao Golden Globe® e ao Emmy®, Beau Willimon, o drama aclamado pela crítica, apresenta os ganhadores do Golden Globe®, Kevin Spacey e Robin Wright, que estão de volta à Washington e com as apostas maiores do que nunca.  O Presidente Underwood luta para assegurar seu legado. Claire quer ser mais do que a Primeira-Dama.  A maior ameaça que estão enfrentando é concorrer um contra o outro.

Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles e Eric Roth.

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Último episódio de ‘The Walking Dead’ foi filmado no mesmo set de ‘Jogos Mortais’

[SPOILERS]

Os fãs que assistiram ao último episódio de ‘The Walking Dead‘, intitulado The Same Boat, podem ter achado o salvadores dos salvadores bastante familiar.

Isso é porque o mesmo set foi usado em um filme de terror bastante popular: ‘Jogos Mortais‘.

Quando Carol e Maggie foram mantidos como reféns, o quarto em que foram inicialmente trancadas é o mesmo usado em praticamente todas as cenas do primeiro ‘Jogos Mortais‘. Sim, aquele quarto sinistro em que  Adam e Lawrence ficam presos no filme de 2004.

A informação foi revelada pelo Twitter oficial da série.

Confira:

Depois do episódio brutal e sensacional entre Carol e Maggie, a 6° Temporada de ‘The Walking Dead‘ está chegando ao fim, então, nada de desistir agora.

Partiu conferir a prévia do episódio Twice as Far, que vai ao ar no próximo domingo, 20.

Confira a sinopse dos próximos episódios, com SPOILERS:

6×14 – Twice as Far

Heath e Tara continuam sua busca por alimentos. Em vez de encontrar produtos para Alexandria, que encontram problemas.

6×15 – The Calm Before

O grupo de Rick enfrenta uma situação horrível que pode não ser capaz de superar.

6×16 – Something to Fear

Na sequência de um golpe trágico, Eugene é capturado por Dwight, um membro dos Salvadores, que irão levar o inferno até Alexandria. Negan ensina Rick e seu grupo uma lição brutal, o que mostra que eles finalmente tem algo a temer .

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”. Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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Clima tenso em fotos da 4ª temporada de ‘Orange Is the New Black’

A Netflix divulgou as primeiras imagens da quarta temporada de ‘Orange is the New Black‘, que retorna no dia 17 de junho, sexta-feira, exclusivamente na Netflix.

Criada por Jenji Kohan de ‘Weeds‘, ‘Orange is the New Black‘ é uma instigante, divertida e evocativa série sobre a vida em uma prisão feminina. Baseada no best-seller de Piper Kerman, a nova temporada de Orange mergulha mais fundo nas tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. Tomada por novos detentos e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.

Confira:

Tendo em vista que nas séries americanas o elenco fecha contrato para pacotes de três a quatro temporadas, é bem possível que as atrizes já tenham assinado até a sétima temporada, o que levou a Netflix a confirmar todas elas de uma só vez.

Orange’ tem sido uma das séries originais mais vistas do serviço de streaming, além de ser uma das queridinhas da crítica. O programa já conquistou mais de 20 prêmios, sendo eles 3 Emmys.

Um crime cometido quando Piper Chapman era mais jovem bate à porta anos depois e acaba levando Piper à penitenciária, onde ela troca uma vida privilegiada em Nova York por um mundo de camaradagem e conflito com um grupo excêntrico de detentas. O quarto ano já está garantido e vai ao ar em 2016.

Zootopia – Essa Cidade é o Bicho

(Zootopia)

 

Elenco:

Jason Bateman – Nick Wilde (voz)
Ginnifer Goodwin – Judy Hopps (voz)
Alan Tudyk
Shakira – Gazelle (voz)
Katie Lowes

Dublado:

Rodrigo Lombardi -Nick Wilde (voz)
Mônica Iozzi – Judy Hopps (voz)

Direção:  Byron Howard e Rich Moore

Gênero:  Animação

Duração: 108 min.

Distribuidora: Walt Disney

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 17 de Março de 2016

Sinopse:

A moderna metrópole de mamíferos chamada Zootopia é uma cidade diferente de todas as outras. Composta de bairros-habitat como a elegante Sahara Square e a gelada Tundratown, é uma grande mistura onde animais de todos os ambientes vivem juntos — um lugar onde não importa o que você é, do maior elefante ao menor musaranho, você pode ser qualquer coisa.

Mas quando a otimista policial Judy Hopps chega, ela descobre que ser a primeira coelha numa força policial de animais grandes e fortes não é nada fácil. Determinada a provar seu valor, ela agarra a oportunidade de solucionar um caso, mesmo que isso signifique formar uma parceria com o raposo falante e vigarista Nick Wilde, para desvendar o mistério.

Curiosidades:

» Gazelle é dublada pela superestrela internacional, vencedora do Grammy®, Shakira. Ela também será responsável por cantar a música-tema Try Everything.

» A comédia de aventura é dirigida por Byron Howard (Enrolados, Bolt – O Supercão) e Rich Moore (Detona Ralph, Os Simpsons) e codirigida por Jared Bush (Penn Zero: Part-Time Hero) e estreia nos cinemas em 3 de março de 2016.

 

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

 

 

Crítica | Demolidor – 1ª Temporada

FUSÃO DE MARVEL E NETFLIX RESULTA EM UMA DAS MAIS INTERESSANTES SÉRIES DE SUPER-HERÓIS JÁ FEITAS

Depois de solidificar a marca e transformar o subgênero indicativo no maior filão da indústria cinematográfica hollywoodiana, a Marvel Studios decidiu investir também em outra grande mídia do meio audiovisual, o sistema televisivo. Este que vem atingindo enormes índices de audiência e, pela quantidade de material produzido, chega a alcançar e muitas vezes até superar os números da sétima arte.

A primeira empreitada do estúdio, Agents of S.H.I.E.L.D. (2013), apesar de ser bastante aguardada, não teve uma boa recepção por parte da crítica e do público. O programa simplesmente não funcionava, a história não envolvia, as tomadas de ação deixavam a desejar e os atores possuíam visíveis limitações artísticas. Foi preciso cerca de quinze episódios e contar com a ajuda de um longa do universo para enfim o troço despertar interesse. Hoje a realidade é bem diferente, a segunda temporada vem sendo elogiada e audiência só cresce.

Já com Agent Carter (2015), mesmo não alcançando números estrondosos, a produtora não teve problemas e conseguiu entregar oito primos episódios que foram bem recebidos e só acrescentaram tematicamente. Além da forte presença de Hayley Atwell como Peggy Carter, o show impressionou pelo belo design de produção e estética apurada.

Ainda no ano de estreia do programa do agente Phil Coulson, a Marvel havia anunciado que, em parceria com a Netflix, faria quatro novas séries: primeiro viria o Demolidor, seguido por Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage. Por fim, dando origem ao que futuramente irão chamar de Os Defensores. O anuncio prévio gerou duvida entre alguns fãs sobre a realização nubente, mas, diferente da concorrente DC/Warner, a empresa comandada por Kevin Feige, felizmente cumpre suas promessas.

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Desde a última sexta-feira (10), a Netflix disponibilizou em sua grade – em HD, como de costume – treze episódios (ou a primeira temporada) da nova série do Homem Sem Medo, concebida e produzida por Drew Goddard e Steven S. DeKnight. E, correspondendo às expectativas, o show já é um sucesso total, pois conseguiu inovar e acertar em vários aspectos. Trazendo, inclusive, novos públicos para o mundo explanado em questão.

Tido como o primeiro material de classificação indicativa para maiores, a obra tem em sua principal identidade a visão obscura do submundo do crime, brilhantemente simbolizada pelo já conhecido bairro chamado de Cozinha do Inferno (Hell’s Kitchen, no original), onde a violência e corrupção são fatores latentes; ou mesmo exibir uma atmosfera sombria que é evidenciada por um melancólico design de produção e uma negra fotografia que imediatamente remete a estética de filmes neo-noir. O grafismo de algumas mortes chega também chocar a plateia: fraturas expostas, tiros a queima roupa e surras que ocasionam desmaios são o de menos aqui. O gore se faz presente, porém nunca soa galhofa.

Muito dessa concepção visual que permeia a mise-en-scéne, teve como base o trabalho do ilustrador búlgaro Alex Maleev, que em sua passagem nos quadrinhos do Demolidor, no início dos anos 2000, onde, ao lado do roteirista Brian Michael Bendis – outro que também foi grande influência para os showrunners –, deu às histórias um tom mais policial e investigativo, além de toda proposta urbanista. Levando o personagem ao limite físico e psicológico, em excelentes arcos como Revelado, O Rei da Cozinha do Inferno e Decálogo. O que também ocorre aqui, e não só com a figura central, todos vivem num carma sem fim, o lugar parece não ter salvação.

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Para apresentar a origem de Matt Murdock e companhia, a dupla Goddard e DeKnight utiliza, inicialmente, a mesma estratégia vista em Arrow (2012), quando através de duas linhas narrativas desenvolvem a trama atual e exploram a fundo casos passados envolvendo o protagonista e os demais personagens do conto. Um artificio comum, mas que geralmente funciona – o caso do sétimo episódio, quando vemos o mestre Stick ensinar o pequeno Murdock a lidar com a dura vida. Alguns diálogos desse andamento são praticamente tirados da história O Homem Sem Medo, escrita por Frank Miller e quadrinizada por John Romita Jr., ambos, nomes que foram recorrentes nas publicações do Diabo Vermelho.

A bem da verdade, a (boa) trama em si não faz o espectador a ficar vidrado logo de cara, esta função fica a cargo das empolgantes cenas de luta corpo a corpo. Uma das primeiras aventuras do herói acontece num cais escuro, repleto de containers e bandidos – algo bem parecido com a que vimos no Batman Begins (2005) –, onde o advogado cego enfrenta no braço os meliantes, em batalhas muito bem coreografadas e cheias de impacto.

Aliás, a tomada final do segundo episódio é de uma beleza cinematográfica rara na TV mundial. O diretor Phil Abraham entrega uma cena repleta de simbolismos, que se passa num estreito corredor e é realizada através da simulação de um plano-sequência, quando vemos uma sala cheia de capangas e o Demolidor chegando para enfrenta-los, ainda se recuperando de um combate recente. A veracidade do momento não se dá apenas pelo estilo escolhido, mas também no modo propositalmente desleixado que as pancadas são destacadas. É de fato alguém sozinho batendo e apanhando. O andamento nos faz lembrar a icônica passagem do corredor em Oldboy (2003).

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Tudo bem auxiliado por uma minuciosa direção de arte, que igualmente chama atenção pela sofisticação estética evidente. Algo que pode ser notado na abertura do seriado, engendrada pelos mesmos autores que fizeram os créditos iniciais da magnifica True Detective (2014), quando simulam uma visão sangrenta de toda cidade.

Um dos maiores acertos da série é a escolha do elenco. Todo casting, certamente, foi selecionado a dedo, é difícil achar alguém que não desempenhe bem sua função. Mesmo personagens de núcleos distintos, como o repórter Ben Urich, vivido pelo ótimo Vondie Curtis-Hall, são desenvolvidos tridimensionalmente. Em pouco tempo, sabemos que Urich é um sujeito dedicado ao trabalho (mesmo isso o afetando neurologicamente), que está cansado da rotina e que sua mulher tem um delicado problema de saúde. Impedindo, dessa forma, que o sujeito não largue o que faz.

Da mesma maneira é explorado também o desprezível Wilson Fisk, um homem sem escrúpulos, assassino cruel e chefe do crime organizado, mas que devido o passado doloroso destacado, vemos sua figura ser humanizada. O que fez o escritor David Mack, em sua fase pela revista do Demônio da Guarda. E como era de se esperar, o ator Vincent D’Onofrio (conhecido por seu icônico papel no jovem clássico Nascido Para Matar) não deixa por menos e oferece um vilão à altura do ícone pop que leva a alcunha de Rei do Crime. Talvez este seja o antagonista mais fascinante da Marvel Studios, até agora.

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O trio formado por Matt Murdock (Charlie Cox), Karen Page (Deborah Ann Woll) e Foggy Nelson (Elden Henson) também é uma atração à parte. Quase como um involuntário triangulo amoroso, criando uma deveras estranheza, tanto Murdock, quanto seus amigos tem arcos e personalidades bem desenvolvidas. Figuras táteis que facilmente criam o processo de identificação, até pelo empenho e envolvimento dos atores.

Por sinal, Cox, afora estar fisicamente preparado, tem muita força e carisma e convence como advogado e vigilante. A química com o Nelson de Henson é quase instantânea, podendo ser mais bem notada no décimo episódio da temporada, quando nos é apresentado a adolescência dos dois, em plena época de faculdade. Os trajes usados pelo herói também são fieis ao que vemos nos quadrinhos, e mesmo numa atmosfera tão séria e pesada, não pintam ridículos em tela.

Com o viajar da trama, a tensão aumenta sobre os personagens e a atmosfera da Cozinha do Inferno fica cada vez mais densa. Os casos parecem incorrigíveis, o vilão intocável e um embate entre Matt e o que podemos chamar de maior símbolo da organização Tentáculo, deixa o protagonista quase imobilizado. Os caminhos parecem cada vez mais intricados e o público se ver aflito diante de tudo. No entanto, a resolução para o caso vem de maneira súbita, primitiva e agressiva. Ao mesmo tempo em que é acompanhada pela verdadeira lei. Trazendo uma ambiguidade interessantíssima à trama e tornando a série ainda mais atraente, do ponto de vista temático e artístico. Assim, esperamos que as demais obras da Marvel, dentro da mídia, sigam um pouco do que foi esta surpreendente adaptação do Demolidor, que juntou várias fases da nona arte e ainda conseguiu ser absolutamente original.

‘Gotham’ é renovada para sua terceira temporada

As histórias do detetive Jim Gordon, do jovem Bruce Wayne, e dos futuros vilões de Batman continuarão na terceira temporada de ‘Gotham‘.

O canal Fox anunciou que a série foi renovada para seu terceiro ano. Com uma média de 9 milhões de espectadores por semana, a série é um sucesso para a Fox.

“É preciso uma equipe muito especial para contar as histórias de Gotham”, disse o presidente da Fox, David Madden. “Para as duas últimas temporadas, honramos a mitologia de Gotham e trouxemos à vida com profundidade, emoção e drama memorável. Este elenco incrivelmente talentoso redefiniu esses personagens icônicos para uma nova geração, e não poderíamos estar mais orgulhosos desta série”.

Gotham’ ganhou um novo comercial e imagens do set, que mostram o ator Nathan Darrow como Victor Fries, o Senhor Frio.

 

 

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‘Gotham’: 2ª temporada introduzirá mais dois vilões da DC

Os 10 Melhores Filmes LGBT de todos os tempos

Carol‘, drama estrelado por Cate BlanchettRooney Mara, foi eleito pelo Instituto Britânico de Cinema como o Melhor Filme LGBT de todos os tempos.

A votação contou com 100 críticos e produtores, que consagraram o filme dirigido por Todd Haynes.

Os 10 melhores filmes Gays 

Confira os 10 Melhores Filmes LGBT de todos os tempos, segundo o IBC:

1. Carol (2015), dirigido por Todd Hayes
2. Weekend (2011), dirigido por Andrew Haigh
3. Felizes Juntos (1997), dirigido por Wong Kar-Wai
4. O Segredo de Brokeback Mountain (2005), dirigido por Ang Lee
5. Paris Is Burning (1990), dirigido por Jennie Livingston
6. Mal dos Trópicos (2004), dirigido por Apichatpong Weerasethakul
7. Minha Adorável Lavanderia (1985), dirigido por Stephen Frears
8. Tudo Sobre Minha Mãe (1999), dirigido por Pedro Almodóvar
9. Canção de Amor (1950), dirigido por Jean Genet
10. Garotos de Programa (1991), dirigido por Gus Van Sant

Cate Blanchett e Rooney Mara conversam pela primeira vez em novo clipe de ‘Carol’

Rooney Mara apaixonada por Cate Blanchett em clipe de ‘Carol’

‘Carol’: Romance gay com Cate Blanchett ganha data de estreia no Brasil

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Crítica | Mundo Cão

Depois de chamar a atenção da crítica com o excelente ‘Estômago’ (2007), e dirigir os não tão bem-sucedidos ‘Corpos Celestes’ (2010) e ‘O Duelo’ (2012), o diretor Marcos Jorge volta à cena cinematográfica brasileira com ‘Mundo Cão’.

Ambientado em São Paulo, o filme retrata a história de Santana (Babu Santana), um homem que ganha a vida recolhendo cães abandonados. Casado com Dilza (Adriana Esteves) e com dois filhos, Santana vê sua vida mudar completamente quando o dono de um cachorro que acabou de ser sacrificado aparece e os dois acabam discutindo. O dono em questão é Nenê (Lázaro Ramos), que é uma espécie criador de cães e que os utiliza para agredir e assustar seus inimigos.

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Roteirizado por Marcos Jorge e Lusa Silvestre (‘E aí… Comeu?’), o ponto alto do longa é exatamente o roteiro: além de inventivo, consegue surpreender com suas reviravoltas na história.

É interessante observar que, assim como outros filmes do diretor paranaense, este também se propõe a trabalhar o comportamento humano com a ajuda de elementos singulares. Estes, além de ajudarem a contar a história, também ampliam nossa percepção sobre a trama. Se em ‘Estômago’ a grande sacada era o envolvimento do personagem central com a comida, em ‘Mundo Cão’ são os cachorros os responsáveis por ilustrar os temas centrais do longa.

A inteligente produção trabalha com a complexidade humana. Não há cem por cento vilões, nem cem por cento mocinhos. É possível sentir pena de uma fera enjaulada, e é possível temer aqueles que, a princípio, nos parecem inofensivos.

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Contudo, apesar dos méritos do roteiro, o longa acaba pecando no desenvolvimento do núcleo familiar, que foi explorado de forma superficial e com cenas mal executadas. A trilha sonora também não é das melhores, e por muitas vezes se fazia desnecessária ou parecia não se encaixar.

Com uma história sobre vingança, o filme mostra o quão irracional o homem se torna quando está em uma situação alarmante.

Mundo Cão’ é um bom suspense nacional, que definitivamente vai surpreender o público e promover uma reflexão sobre como o meio e as situações em que vivemos podem influenciar e mudar nosso caráter.

 

Crossover entre ‘Supergirl’ e ‘The Flash’ ganha teaser-trailer e várias imagens

O crossover entre ‘Supergirl‘ e ‘The Flash‘ ganhou teaser-trailer e várias imagens.

Confira:

Worlds Finest” – Kara ganha um novo aliado quando o super-herói veloz The Flash (Grant Gustin) aparece após uma viagem através do universo alternativo e ajuda Kara na batalha contra Silver Banshee e Livewire. Em troca, ela o ajuda a encontrar uma maneira de voltar para casa.

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O encontro entre os super-heróis será exibido no dia 28 de março nos EUA.

CBS encomenda 1ª temporada completa de ‘Supergirl’

 

Justiceiro é o destaque em featurette legendado de ‘Demolidor’

Marvel's Daredevil

A estreia acontece em dois dias, na sexta-feira, 18!!!

E você já fez a maratona da primeira temporada de ‘Demolidor‘?!

Assista, com o trailer final:

Justo quando Matt achava que tudo começava a entrar nos eixos em Hell’s Kitchen, novas forças do mal passam a assombrar a cidade. Agora, o Homem sem Medo precisa encarar um novo adversário, Frank Castle, enquanto lida com uma velha paixão: Elektra Natchios.

Novos problemas surgem quando o vingativo Frank Castle ressurge como “O Justiceiro”, um homem que insiste em fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto tenta equilibrar seu trabalho como o advogado, defendendo os interesses da comunidade, e sua perigosa vida como o Demolidor de Hell’s Kitchen, Matt enfrenta um momento decisivo que o obriga a analisar o verdadeiro significado da palavra “herói”.

A segunda temporada está sob o comando de um novo showrunner (produtor principal): a dupla de roteiristas Doug Petrie e Marco Ramirez assumirá a função no lugar de Steven DeKnight. Ramirez escreveu o terceiro e sexto episódios, por sua vez, Petrie assinou os episódios 7, 11 e 12.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Elodie Yung (‘GI Joe: Retaliação’) foi a escolhida para interpretar Elektra, uma perigosa misteriosa mulher do passado de Matt Murdock. A primeira temporada chegou a fazer referência à personagem, que foi interpretada por Jennifer Garner no filme de 2003.

Ela se junta a Jon Bernthal, que interpretou Shane Walsh na sérieThe Walking Dead‘, e foi contratado para viver o Justiceiro.

Scott Glenn volta a interpretar Stick, o mentor cego de Matt Murdock. O personagem vai retornar para ajudar o herói em uma missão, em um arco de três episódios.

O Mercenário também deve aparecer na segunda temporada – saiba mais.

‘Demolidor’ é a série mais bem avaliada da história da Netflix

Charlie Cox vive o advogado cedo Matt Murdock e seu alter-ego Demolidor. Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Scott Glenn (Stick) e Rosario Dawson completam o elenco.

Rosario Dawson tem retorno confirmado na 2ª temporada

A série faz parte de um quinteto de produções televisivas da parceria da Marvel com o Netflix, que se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada, que ainda incluem os heróis Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage, nesta ordem. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande
time de personagens heróicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

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Mundo Cão

(Mundo Cão)

 

Elenco:

Lázaro Ramos
Adriana Esteves
Babu Santana
Milhem Cortaz
Thainá Duarte
Vini Carvalho
Paulinho Serra
Antonio Ravan

Direção: Marcos Jorge

Gênero: Drama, Ação

Duração: 100 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: — milhões

Estreia: 17 de Março de 2016

Sinopse: 

Santana (Babu Santana) é um funcionário do Departamento de Combate às Zoonoses que trabalha recolhendo cachorros perigosos das ruas, na época em que a lei que proíbe o sacrifício de animais sadios ainda não havia sido sancionada. Avesso a confusões, ele leva uma rotina tranquila com sua esposa e filhos até o dia em que seu caminho se cruza com o de um rottweiler. Por um mal-entendido, o dono do cão, Nenê (Lázaro Ramos) se indispõe com Santana e suas atitudes vão alterar completamente a vida dele e de sua família.

Curiosidades: 

» Marcos Jorge (‘O Duelo’) dirige.

» Prêmio do Concurso de Desenvolvimento de Roteiros do Ministério da Cultura

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

Crítica | Zootopia – Essa Cidade é o Bicho

Faça cada aventura de sua vida valer a pena. Desde fevereiro, um grande sucesso na Itália, França, Argentina, a nova aventura utilizando as técnicas de animação Zootopia é uma das grandes histórias voltadas ao público infanto-juvenil deste ano. Com muita intelecção e personagens cativantes consegue ensinar diversas lições para a criançada. Pelo trailer, a animação parecia ser até certo ponto bobinha e sem muitas novidades mas quando você assiste ao filme percebe o quão profundo e brilhante uma aventura pode ter ao nossos olhos.

Com direção dos cineastas Byron Howard (Enrolados) e Rich Moore (Detona Ralph), na trama de Zootopia, conhecemos a sonhadora coelhinha Judy Hopps que sonha em ser uma grande policial e defender o planeta do mal. Quando uma série de desaparecimentos pairam sobre a cidade de Zootopia, a agora recruta da polícia Judy percorre cada espaço da cidade atrás das pistas para resolver esse grande mistério. A simpática personagem contará com a ajuda da debochada raposa Nick Wilde.

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Um dos grandes ensinamentos deste belo trabalho são os entendimentos bem didáticos sobre o mundo dos animais. Zootopia é uma espécie de cidade habitat, onde os animais meio que se dividem sem nunca esquecer que podem conviver juntos como se fossem uma só espécie. A protagonista, uma coelinha, é forte, inteligente e quebra qualquer raciocínio sobre a fragilidade que um coelho pode ter em nossa realidade. A grande vilã da trama (sem dizer quem é para não entregar spoilers), é de uma espécie que nunca imaginaríamos fazer algum mal. Essa quebra de paradigmas é muito interessante e traz vários ensinamentos.

No segundo ato em diante a trama ganha mais contornos profundos e parte dos mistérios começam a ser descobertos. Saímos de um filme fofinho para uma trama bem aos contornos de Agatha Christie. Toda essa força do roteiro, assinado pela dupla Jared Bush e Phil Johnston (Detona Ralph),  é fabulosa e faz a criançada não tirar os olhinhos da telona. Zootopia estreia no Brasil na próxima quinta-feira (17) e promete ser mais um grande sucesso de um dos estúdios que mais emocionam o coração de todos nós.

Crítica | Unbreakable Kimmy Schmidt – 1ª Temporada

Em Maio de 2013, a polícia de Cleveland libertou 4 mulheres, entre elas uma criança de 6 anos, de um longo cativeiro. As mulheres adultas haviam sido confinadas, abusadas e torturadas por 10 anos. Tão complicado quanto imaginar tudo que elas passaram, é imaginar o processo de reconstrução da vida de cada uma.

Dentro desse grupo, uma das mulheres se destacou por ser quem segurou as pontas emocionais da geral, tirando de si mesma uma força e um otimismo que talvez nem ela soubesse que existia, Amanda Berry sempre dizia que nunca ia permitir ninguém quebrasse o espírito daquelas mulheres.

Aproximadamente 5 meses depois disso tudo, a NBC encomendou o roteiro de 13 episódios que trouxessem essa temática. A escolha certeira foi a nossa adorada dupla Tina Fey e Robert Carlock. Próximo da fase de finalização da série, a NBC desistiu do enredo (oi?) e ele acabou sendo apresentado pra Netflix, que abraçou a ideia e lançou ‘Unbreakable Kimmy Schmidt‘ em seu catálogo de originais.

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Pela história lá em cima eu nem preciso situar tanto vocês do que a série se trata, é claro que ela não é totalmente fiel aos acontecimentos reais. No caso estavam em cativeiro apenas mulheres adultas que não eram abusadas fisicamente (eram, claro, mas não no sentido sexual) e que foram capturadas por um maníaco religioso com umas neuras sobre o fim do mundo.

Após libertas – já falando apenas da série – todas voltam para suas vidas, em uma pequena e pacata cidade. Kimmy foi a única que soltou o “não sou obrigada” e resolve arriscar a vida em New York para não carregar o fardo de ser levada de volta a uma cidade pequena onde ela sempre seria lembrada como uma das mulheres que fez parte daquele infeliz episódio.

Representando a mais otimista de todas, Kimmy parte para uma nova vida na cidade grande, cercada de um estilo de vida e de pessoas totalmente diferentes dela. Inocente que só e totalmente deslocada, ela faz de sua filosofia de vida em cativeiro a ferramenta para se manter em pé na sua nova situação. Ou seja, nada vai quebrá-la.

Tirando o aspecto ‘resenha de contra-capa de DVD’, chega a hora de eu começar a colocar meu dedinho pessoal e dizer que a personagem da Kimmy é ótima em muitos pontos, mas às vezes ela me irrita profundamente… Talvez isso tenha uma pontinha de inveja do tipo “meu, ninguém consegue ser feliz, saltitante e otimista desse jeito”, mas às vezes irrita mesmo porque irrita mesmo, algumas situações são o surreal levado ao level hard… Coisas do tipo “ah, roubaram todo meu dinheiro… mas tudo bem, vamos viver e dançar porque tudo se acerta”. Fia, se eu perder 10 centavos hoje eu choro mais que criança tomando vacina!

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Quando a gente não se afeiçoa totalmente com a protagonista, corre alguns riscos. Deus é testemunha de que eu tentei gostar da série, e de que isso começou a acontecer com o passar dos episódios e foi decaindo novamente. Não foi uma série que eu assisti com aqueeeeele gosto. E isso não se dá por eu ser uma pessoa Telecine Cult pra séries, já fiz outras críticas sobre séries que são bem nonsense e que ainda assim me cativaram. Tem coisa que não bate e é simples assim, e isso foge totalmente da nossa compreensão.

Mas eu sempre fui e sempre serei a defensora do “assistam e tirem suas conclusões”, até porque eu fiz uma pesquisa no Google para saber se eu era anormal por não ter me apegado à série e eu já tô procurando ajuda especializada, pois pelo jeito eu sou a única que nutre esse sentimento. Todas as outras críticas que eu li são apenas elogios para tudo na série.

À medida que vai ajeitando a vida, Kimmy arruma alguém com quem dividir um lugarzinho pra morar, um lugar pra trabalhar e vai aumentando destemidamente seu círculo pessoal. Se talvez o excesso de otimismo que ela tenha me aperrenhe às vezes, a forma como ela lida com as relações do cotidiano me fascina. Mesmo tendo sido isolada da sociedade, ela consegue ter uma interação social destemida, ela não perde a confiança nas pessoas e não vira aquele ser amargo, vítima da própria história. Ponto pra ela!

A série em si também não se preocupa nem um pouco em mostrar como as coisas se deram. Pouco se sabe sobre como o cativeiro delas foi descoberto, ou sobre o fuá feito em cima do acontecimento depois disso. Alguns flashbacks vão revelando poucas situações que elas viviam lá dentro, mas eu gosto do fato de que eles tocaram o “bola pra frente” e não se aprofundaram muito na discussão do fanatismo religioso ou neuras assim. Mas é claro que a gente quer saber o que que pega em relação ao cara que deixou elas lá todo aquele tempo, e daí sim eu achei que os últimos episódios trouxeram algo muito raso e um julgamento bem mais ou menos.

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Enfim, é bem legal ir vendo as pessoas que ela vai encontrando pelo caminho, cada um com as suas situações e fragilidades pessoais. Parece que ela ainda tá lá, fechada com pessoas que ela tem que oferecer um suporte, uma ajuda ou um ombro. Ela tem uma natureza altruísta onde ela sente que tem de ser a muleta de todo mundo. Acho que a situação do cativeiro é uma ótima metáfora do como nos fechamos nas nossas próprias emoções. Às vezes temos de nos mostrar firmes quando não estamos e ajudar pessoas que nos procuram quando nem do nosso fardo estamos dando conta. Para algumas pessoas o modo de liberar as emoções é justamente aconselhar as pessoas, até de um modo que elas não conseguem aplicar nas próprias vidas.

A série funciona como um drama e muitos momentos, mas também tem um tom de comédia à lá Fey, que eu adoro! Também são trazidas várias referências da cultura pop e a gente acompanha um conflito de uma pessoa que ficou parada no tempo tendo que se atualizar e tentando entender como é que o mundo tá funcionando. À mesma medida que ela usa expressões que ninguém mais usa, o termo “googlar” é algo totalmente novo pra ela.

E, claro, não tem como não deixar de falar de alguns personagens específicos. Para mim, o Titus é um que rouba a cena. Ele mora sozinho e a Kimmy passa a morar com ele. O cara fez a cena que mais me matou de rir quando vai cantar no velório de um desconhecido e eu fico ruim só de lembrar a vergonha alheia que passei vendo aquilo! Épico! Ele também já tem um grande entrosamento com as produções da Fey, é uma parceria que já tá dando certo faz tempo.

Outra que não pode passar batida é a Lillian, aquela mulher parece um fantasma, surgindo do nada e aparecendo nas situações menos oportunas ever! Só a cara dela já me faz rir. Também temos a Jacqueline, a patroa da Kimmy, que é uma madaminha de primeira que é cheia de complexos pessoais, insegura e auto-depreciativa. Em alguns episódios, a gente tem vontade de abraçar ela e nunca mais largar.

Jacqueline tem uma enteada que também é uma figura, especialista em bater de frente com a Kimmy, naquela famosa relação de “sou eu que pago o seu salário” (mesmo que não seja ela) e vai mostrando várias e outras facetas no decorrer da série. Ela tem uma neura com a Kimmy por sentir que ela esconde algum segredo, e já que ninguém ali sabe que ela era uma daquelas mulheres em cativeiro, ela não está errada. A juventude livre dela em contraste com as situações de vida da Kimmy rendem alguns dos melhores momentos da série.

A série passou meio arrastada, tanto que já tá batendo na porta a segunda temporada, e eu super procrastinei ver a primeira, enquanto um monte de gente tava lá sofrendo horrores pensando em ter que esperar tanto tempo pra ver como a história ia continuar. Mas, acima do meu gosto pessoal, a série tem acertos, principalmente aquela abertura M A R A V I L H O S A que pegou uma tendência da internet pra fazer algo sensacional.

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São poucos e rapidinhos episódios, dá pra fazer temporada de boas, num finzinho de semana mais ocioso, dar umas boas risadas e alcançar pra ver a segunda já que sair. Muito embora ela não tenha batido em cheio com o meu gosto pessoal, eu recomendo que vocês deem uma olhada no piloto e tirem as suas próprias conclusões, já dá pra ter uma boa ideia do contexto da série e da vibe dos personagens.

A série é bem produzida, a fotografia é riquíssima em cores e acho que isso e um jeito lindo de mostrar a alma da Kimmy, o otimismo tudo que paira na áurea dela. O fato de eu ter achado a Kimmy meio irritante as vezes se dá com certeza pelo fato de uma personagem muito bem interpretada. O elenco é todo ótimo e a comédia rápida me agrada muito.

Vamos ver o que a segunda temporada tem pra trazer, algumas coisas ficaram aí pra se desenrolar, e vejo um panorama com uma nova temporada ainda melhor que a primeira. O que foi apresentado até agora leva um 7,0 de boas!