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‘O Ataque dos Vermes Malditos’: Kevin Bacon vai estrelar série de TV

Kevin Bacon assinou contrato para estrelar na série de TV baseada no clássico ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘.

Estrelado por Bacon em 1990, o longa original acompanha os moradores de uma isolada e pequena cidade que se unem para se defender do ataque de estranhas criaturas subterrâneas, que começam a matá-los, um por um.

Segundo o EW, o ator voltará a viver Valentine McKee na série, e também servirá como produtor executivo.

“Eu sempre tive esse sonho. Quero estar no reboot, ver como o personagem está 25 anos depois, ver o que ele se tornou. Fazia 25 anos que não assistia ao filme, quando comecei a pensar nisso, fui lá e o vi de novo. Fui uma ótima surpresa. Ainda era muito divertido”, disse o ator.

Michael Gross também está confirmado no elenco. Ele reprisará o papel do caçador de monstros Burt Gummer, que interpretou em todos os longas e também na série de TV de 2003.

A franquia já havia ganhado uma série de TV pelo canal SciFi em 2003, com apenas 13 episódios.

Em junho desse ano, foi lançado em Home Video o quinto filme da série ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘, intitulado ‘Tremors 5: Bloodline’. ‘O Ataque dos Vermes Malditos 5‘ serve como uma mistura de sequência e reboot, já que não vai ignorar eventos anteriores mas pretende recomeçar a série, com uma trama independente.

Assista ao trailer:

‘Luke Cage’: Sonia Braga viverá a mãe de Rosario Dawson na série da Netflix

A atriz brasileira Sonia Braga (‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’) se juntou ao elenco de ‘Luke Cage‘, a terceira de cinco produções épicas de aventura que chegarão com exclusividade aos membros da Netflix (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro protagonizarão mais uma minissérie original chamada ‘Os Defensores‘).

A atriz vai interpretar Soledad Temple, mãe da personagem Claire Temple (Rosario Dawson), vista nas séries ‘Demolidor‘ e ‘Jessica Jones‘.

A primeira temporada terá 13 episódios e chegará ao serviço de streaming em 2016.

Nessa série de ação da Marvel, um lutador de rua e ex-golpista enfrenta o crime no bairro de Hell’s Kitchen como o super-herói Luke Cage (Mike Colter).

Demolidor’, ‘Jessica Jones e as vindouras Luke Cage’, ‘Punho de Ferro’ e ‘Os Defensores’ fazem parte de um quinteto de produções televisivas da parceria da Disney/Marvel com o Netflix.

O Netflix se comprometeu a produzir pelo menos 13 episódios para cada temporada inaugural. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

 

Trailer épico de ‘Legends of Tomorrow’ faz referência a Batman e Superman

DC’s Legends of Tomorrow’, a série derivada de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, ganhou um trailer épico.

“Eu já vi o Homem de Aço morrer e o Cavaleiro das Trevas cair”, afirma Rip Hunter.

E com essas palavras, Batman e Superman são oficialmente parte do Universo DC do canal CW.

Confira o trailer:

A série estreia dia 21 de janeiro de 2016 nos EUA.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

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Guia de Filmes da PIXAR

De um estúdio de curtas a maior potência no terreno das animações, a Pixar (o famoso estúdio da luminária saltitante) percorreu um longo caminho. Já são vinte anos de parceria com a toda poderosa Disney, na qual a sociedade quase foi desfeita, mas terminou por ser readquirida de vez.

As animações da Pixar não são apenas impecáveis no aspecto técnico, mas igualmente primorosas em suas histórias universais, onde a criatividade (quase) sempre impera. Em homenagem ao novo produto da casa, Divertida Mente, que chega em Home Vídeo nesta semana, aqui vai um guia com todos os filmes que levam o selo Pixar/Disney (sim, a ordem é essa).

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1995 – Toy Story

Em meados da década de 1990, o estúdio Pixar mudava para sempre a forma como o cinema veria a animação. Então bidimensional e criada à mão através de desenhos, o estúdio aprimorou a técnica com o uso de computadores, dando uma dimensionalidade a mais na textura, e nos incluindo em aventuras outrora chapadas. É uma pena, no entanto, que a velha animação tradicional tenha sido basicamente extinta. Um estúdio brasileiro na mesma época clamava pelo marco de ter criado a primeira produção animada inteiramente por computação gráfica, com o filme Cassiopéia.

Sinopse: Brinquedos ganham vida na imaginação do diretor John Lasseter, que com o filme captura também a imaginação de todas as crianças da época. Afinal, quem nunca quis que seus brinquedos ganhassem vida. Uma emocionante história de amizade, que mostra um menino deixando de lado seu antigo companheiro, o cowboy Woody, em nome de um novo boneco, o astronauta Buzz.

Com as vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, Don Rickles, Jim Varney, R. Lee Ermey e Laurie Metcalf.

Direção: John Lasseter.

Avaliação dos Fãs8.3

11

1998 – Vida de Inseto

Passados três anos e a Pixar agora tinha concorrência. O estúdio recém-formado pelos pesos pesados Steven SpielbergDavid Geffen (da gravadora Geffen Records) e Jeffrey Katzenberg (ex-presidente da Walt Disney Studios), DreamworksKatzenberg chegava com tudo para enfrentar seus ex-empregadores, apostando firme no departamento de animação também. E assim, o ano de 1998 era marcado com duas grandes animações focadas em insetos: Formiguinhaz (da Dreamworks – que contava com vozes de famosos como Woody Allen, Sylvester StallloneSharon Stone e Jennifer Lopez, entre outros) e Vida de Inseto (da Pixar/Disney). Enquanto o filme da Dreamworks usava uma pegada mais existencialista, tendo inclusive Allen reprisando a persona de filmes seus e indagando sobre seu papel no formigueiro; o da Pixar tinha uma abordagem mais infantil e apresentava criaturas mais bonitinhas, e não apenas formigas, mas diversos insetos.

Sinopse: Uma formiga deslocada, viaja para procurar fortes insetos para lhe ajudar na luta contra os gafanhotos que irão destruir sua colônia. Mas termina por conhecer uma trupe de circo.

Com as vozes de: Dave Foley, Kevin Spacey, Julia Louis-Dreyfus, Hayden Panettiere, David Hyde Pierce, Richard Kind, Denis Leary.

Direção: John Lasseter, Andrew Stanton.

Avaliação dos Fãs7.2

12

1999 – Toy Story 2

A Pixar resolve voltar para terreno seguro ao ver que agora tinha forte concorrência, e que seu último produto não foi, por assim dizer, tão unânime. Mais uma vez apresentando os bonecos que todos aprenderam a adorar, assim como introduzindo novos personagens, os criadores aumentam o universo das aventuras dos brinquedos indo além dos limites do quarto do menino Andy.

Sinopse: Um colecionador de brinquedos raros sequestra Woody, e assim Buzz e os outros partem para resgatá-los. Entra para a turma, a boneca vendida como namorada de Woody, a cowgirl Jessie.

Com as vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Don Rickles, Kelsey Grammer, Jim Varney, Wayne Knight, Laurie Metcalf, R. Lee Ermey.

Direção: John Lasseter, Ash Brannon e Lee Unkrich.

Avaliação dos Fãs7.9

13

2001 – Monstros S.A.

Até então a Pixar entregava filmes esporadicamente, dando grandes espaços entre uma produção e outra. Monstros S.A. foi apenas seu quarto longa-metragem. E assim como Toy Story, acertou em cheio seu público-alvo, deixando para trás a recepção morna de Vida de Inseto. Mesmo com a grande concorrência de um certo ogro verde da Dreamworks, que chegava no mesmo ano, e satirizava contos de fadas que a Disney havia consolidado no imaginário coletivo.

Sinopse: O mundo dos monstros é alimentado pelos sustos e o medo de crianças. A missão das criaturas é manter os pequenos em estado de terror, mas quando uma delas passa pelo portal de seu mundo até o deles, tudo pode desmoronar.

Com as vozes de: Billy Crystal, John Goodman, Steve Buscemi, James Coburn, Jennifer Tilly, Frank Oz, Bonnie Hunt.

Direção: Pete Docter, Lee Unkrich e David Silverman.

Avaliação dos Fãs8.0

14

2003 – Procurando Nemo

Aqui, pode-se dizer que é onde as aventuras da Pixar começaram a ter um nível maior de sentimentalismo, e grande analogia com situações reais de nossas vidas. Uma verdadeira obra-prima que fala sobre o incondicional amor de um pai buscando seu filho no outro lado do mundo, poderia muito bem ser aplicado num filme adulto, com atores reais de carne e osso. Uma aventura submarina, com um design maravilhoso e gráficos espantosos. Foi aqui que comecei a prestar atenção de verdade nos filmes da Pixar. Essa foi a primeira obra do estúdio que assisti (impressionado) no cinema.

Sinopse: Um precavido peixe palhaço parte numa jornada para recuperar seu filho, capturado e levado para a Austrália. O filme nos apresentou uma das personagens mais carismáticas da Pixar, a peixinha azul amnésica Dory.

Com as vozes de: Albert Brooks, Ellen DeGeneres, Willem Dafoe, Alexander Gould, Allison Janney, Elizabeth Perkins, Stephen Root, Geoffrey Rush.

Direção: Andrew Stanton, Lee Unkrich.

Avaliação dos Fãs8.1

15

2004 – Os Incríveis

Chegava a hora da Pixar homenagear o então crescente cinema de super-heróis da época, apresentando uma família bem diferente. Esse é o mais próximo que uma obra do estúdio chegou de um filme de ação. Os Incríveis funciona tanto como atração mirada aos pequeninos, quanto como um genuíno filme de super-heróis, nos quais os jovens estão viciados. Na época, mais uma polêmica para o estúdio, em torno das acusações de plágio dos heróis da Marvel, O Quarteto Fantástico (que também aborda as aventuras de uma família super poderosa e estava sendo gravado para o lançamento no ano seguinte). Ao ser perguntado sobre o fato, o diretor Brad Bird foi categórico: “Vamos ver quem sairá melhor nas bilheterias”. É o caso do imitador superar o imitado.

Sinopse: Após a atuação de seres superpoderosos ser abolida por lei, uma família de heróis tenta viver normalmente. A chance de voltar à ativa chega com a ameaça de um novo super vilão.

Com as vozes de: Craig T. Nelson, Holly Hunter, Samuel L. Jackson, Jason Lee.

Direção: Brad Bird.

Avaliação dos Fãs8.0

16

2006 – Carros

Aqui, a concorrência já estava mais do que estabelecida. E em meados da década passada, praticamente todos os grandes estúdios, assim como muitos pequenos, pareciam querer uma parcela mirada ao público infantil com animações computadorizadas. Não existia mais surpresa, e a coisa já dominava o mercado. Até a própria Disney resolveu arriscar sem a parceira da Pixar, cuja relação já se encontrava estremecida na época. O Galinho Chiken Little (2005), segunda animação por computador da Disney sem a Pixar (depois de Dinossauro, 2000) naufragou, e talvez o reflexo tenha sido Carros, considerado o produto mais fraco da empresa.

Sinopse: Um carro de corrida maioral, chamado Lightning McQueen, vai para numa pequena cidade, onde aprende o significado de família e amizade.

Com as vozes de: Owen Wilson, Paul Newman, Bonnie Hunt, Larry the Cable Guy, Cheech Marin, Tony Shalhoub, Michael Keaton.

Direção: John Lasseter e Joe Ranft.

Avaliação dos Fãs: 7.3

17

2007 – Ratatouille

Para uma coisa a animação Carros foi boa, serviu como divisor de águas para a Pixar, no sentido de que foi a partir dele que a empresa marcou ponto todo ano lançando uma produção. Outro favorito pessoal, a aventura do ratinho chef Remy é uma obra sofisticada que apela tanto ao público infantil, quanto aos adultos que sonham com os cafés e restaurantes parisienses.

Sinopse: um rato com grandes sonhos de se tornar chef, se une a um desengonçado aprendiz humano, e formam o cozinheiro perfeito.

Com as vozes de: Patton Oswalt, Ian Holm, Peter O´Toole, Brian Dennehy, Will Arnett, Janeane Garofalo.

Direção: Brad Bird e Jan Pinkava.

Avaliação dos Fãs8.0

18

2008 – Wall-E

Aqui, a Pixar deu seu passo mais ambicioso. Embora esta produção não tenha se tornado um enorme sucesso financeiro, como algumas anteriores, este talvez seja o filme mais adulto e inteligente da história do estúdio. Uma aventura justamente mirada mais aos adultos do que para crianças, que faz referência ao cinema mudo e aos musicais, dono de um visual assombroso, e uma forte mensagem social e ecológica. Poucos foram os especialistas que não apontaram o robozinho Wall-E em suas listas dos melhores de 2008.

Sinopse: Num futuro distante, um pequeno robô que coleta lixo, inadvertidamente embarca numa jornada espacial que irá definitivamente decidir o destino da humanidade.

Com as vozes de: Jeff Garlin, Fred Willard, Sigourney Weaver, Kathy Najimy.

Direção: Andrew Stanton.

Avaliação dos Fãs: 8.5

19

2009 Up, Altas Aventuras

Um dos motivos da Academia de Artes Cinematográficas ter aumentado a vaga dos candidatos a melhor filme do ano no Oscar foi Wall-E não ter sido escolhido entre os cinco concorrentes. O filme do robozinho figurou em quase todas as listas dos melhores de 2008. Up, ao contrário, se deu bem, e estava lá quando as vagas foram modificadas para dez filmes.

Sinopse: Ao amarrar milhares de balões de ar em sua casa, Carl, um senhor de 78 anos, sai para cumprir seu sonho de uma vida inteira: conhecer a natureza selvagem da América do Sul. Russell, um explorador da natureza, 70 anos mais novo, inadvertidamente segue junto na aventura.

Com as vozes de: Edward Asner, Christopher Plummer, Jordan Nagai, Delroy Lindo.

Direção: Pete Docter, Bob Peterson.

Avaliação dos Fãs8.3

3

2010 – Toy Story 3

Mais uma produção da Pixar emplaca entre os candidatos a melhor filme do ano no Oscar, e não apenas na categoria de melhor animação. Essa é a mais longínqua saga da Pixar (que tem apostado muito em continuações recentemente – seria falta de ideias novas?), e igualmente sua cara e representante. Algo como o Mickey é para a Disney e o Homem-Aranha para a Marvel. Esse é um dos mais emocionantes filmes do estúdio, é impossível não engolir seco na despedida de amigos de quase duas décadas.

Sinopse: Os brinquedos são entregues por engano para uma creche, ao invés de colocados no sótão, antes de Andy sair para a faculdade. Lá, conhecem novos brinquedos, e um certo urso rosa, que se transforma automaticamente num dos melhores personagens de toda a série.

Com as vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Ned Beatty, Don Rickles, Michael Keaton,.

Direção: Lee Unkrich.

Avaliação dos Fãs8.5

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2011 – Carros 2

Como se fizesse pirraça, a Pixar empurra goela abaixo do público a continuação de um de seus filmes menos adorados. Uma coisa é gerar continuações para filmes unânimes como Toy Story ou Procurando Nemo (que vem sendo pedida há anos e só atendido agora). Outra é querer lucrar em cima de um produto que não exibe criatividade, sendo apenas uma grande e desavergonhada desculpa para vender mais brinquedos e produtos licenciados. A franquia Carros soa mais como uma grande campanha de marketing, do que como filmes em si.

Sinopse: Lightning McQueen e Mate viajam para outro continente a fim de participar de uma grande corrida. Chegando lá, acabam se envolvendo numa trama de espionagem, numa espécie de 007 dos Carros animados.

Com as vozes de: Owen Wilson, Larry the Cable Guy, Michael Caine, Emily Mortimer, Eddie Izzard, John Turturro, Franco Nero.

Direção: John Lasseter, Brad Lewis.

Avaliação dos Fãs6.3

20

2012 – Valente

Valente é importante por algumas razões. Primeiro, por marcar a primeira protagonista feminina de um filme da Pixar, uma princesa diferente de todas as outras da Disney. Segundo, por ser a aventura mais realística, em certo sentido, do estúdio. A obra poderia ter sido grande se justamente apostasse apenas no seu lado de aventura épica medieval. O design de personagens e paisagens é impressionante e mereciam o Oscar. No entanto, se fossem totalmente ao fundo de uma aventura medieval, iriam automaticamente excluir seu público-alvo, os pequeninos. Ou será que iriam mesmo? Uma subtrama de fantasia, envolvendo bruxas e ursos, precisou ser adicionada. O problema? Lembra muito um dos últimos filmes tradicionais da Disney, Irmão Urso (2003).

Sinopse: Determinada a trilhar seu próprio caminho, a Princesa Merida desafia um costume e traz o caos ao Reino. Presenteada com um desejo, Merida precisa confiar em sua bravura e talento com o arco para desfazer uma maldição bestial.

Com as vozes de: Kelly Macdonald, Billy Connolly, Emma Thompson, Julie Walters, Robbie Coltrane, Craig Ferguson.

Direção: Mark Andrews, Brenda Chapman, Steve Purcell.

Avaliação dos Fãs7.2

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2013 – Universidade Monstros

Aqui, a Pixar resolveu apostar mais uma vez no seguro. Seus dois últimos filmes não foram, por assim dizer, sucessos unânimes. Carros 2 é o filme mais mal avaliado do estúdio, e Valente também não emplacou como deveria (embora mereça mais). Assim, o estúdio resolveu trazer de volta personagens que o público se identificou e não via há muitos anos, na sua primeira pré-sequência (prequel – continuação passada antes do filme original) da casa. No entanto, Universidade Monstros não obteve um resultado tão bom com os críticos, que reclamaram da sua falta de originalidade.

Sinopse: Mike e Sully retornam aos tempos de universidade, antes de se tornarem funcionários da fábrica de monstros, ainda na fase jovem. O filme se desenrola como uma destas comédias adolescentes, as quais estamos muito acostumados a assistir. Tanto que Universidade Monstros foi muito comparado a uma versão animada de A Vingança dos Nerds (1984).

Com as Vozes de: Billy Crystal, John Goodman, Steve Buscemi, Helen Mirren, Sean Hayes, Charlie Day, Alfred Molina, Aubrey Plaza.

Direção: Dan Scanlon.

Avaliação dos Fãs: 7.4

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2015Divertida Mente

A quase separação da Disney poderia ter feito da Pixar parte de estúdios como a Sony ou a Warner, já imaginou? Apesar de terem se acertado para longo prazo, a Disney começou a investir pesado em seu braço de animação, longe da Pixar. Acertos como Detona Ralph (2012), Operação Big Hero (2014) e principalmente o fenômeno assombroso Frozen: Uma Aventura Congelante (2013) mostraram que a Disney pode caminhar sozinha no gênero. A Pixar precisava elevar o seu jogo, caso não quisesse ficar em desvantagem em relação à parceira. Desejo conquistado. Divertida Mente é o sucesso deste ano, enaltecido por diversos especialistas como o melhor filme de 2015 e garantido de figurar na próxima edição do Oscar. Deem logo a sua estatueta.

Sinopse: Emoções e sentimentos são os protagonistas aqui. Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho convivem dentro da mente da menina Riley, comandando suas ações.

Direção: Pete Docter, Ronaldo Del Carmen.

Avaliação dos Fãs: 8.7

 

10 Filmes Ruins que você deveria Assistir

Sem dúvidas, o IMDb é uma das principais referências utilizadas pelos cinéfilos para saber se um filme é bom ou não antes de assisti-lo. Porém, não existe um consenso sobre qual a “nota de corte” que desaconselhe alguém de assistir determinada película. Eu diria que depende do seu tempo disponível, quanto menos tempo, maior deve ser a nota de corte. De qualquer forma, dificilmente um filme com nota inferior a 5.0 recebe a atenção de alguém. Sendo assim, resolvi montar uma lista com 10 filmes ruins que você deveria assistir.

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Confesso que não foi nada fácil compilar esta lista e encontrar filmes com nota inferior a 5.0 no IMDb e que ainda assim me agradam. Claro que nenhum destes filmes será bom e você precisa enxergar esta lista tendo isso em mente. Mas, mesmo que não possuam bons roteiros ou atuações memoráveis e não sejam dignos de premiações, cada um destes filmes tem algo que os destaca e os transforma em uma experiência divertida.

Também é preciso ressaltar que nenhuma crítica, mesmo que especializada, deve ser tomada como verdade absoluta. Sempre existirá um fator subjetivo na análise de um filme e pessoas diferentes podem ter reações totalmente opostas, basta ler algumas das críticas destes filmes da lista. É por isso que nunca me baseio em uma única opinião e confio mais em uma avaliação coletiva, como a que é feita no IMDb. A chance de erro, neste caso, é muito menor.

Com certeza muita gente tem a sua lista de filmes injustiçados ou possui pelo menos um filme que gosta muita apesar dos outros dizerem o contrário. Talvez esta seja a chance de você aumentar sua lista ou então, pelo menos, de se juntar à maioria das pessoas que não suportam estes filmes.

 

10. A Ilha do Dr. Moreau (1996) (Nota IMDb: 4.4)

Este remake de um filme de 1977, apesar de ter Marlon Brando e Val Kilmer no elenco, não agradou em nada os críticos. Ainda que não tenhamos Brando em uma de suas melhores performances e em fim de carreira, ele ainda é um ótimo ator. Com certeza merece uma chance, nem que seja para ver Ron Perlman roubando a cena.

 

9. Crepúsculo de Aço (1987) (Nota IMDb: 4.9)

Um futuro pós-apocalíptico que é meio que um “clone” de Mad Max não foi nenhuma novidade para o mundo do cinema e o roteiro raso não ajudou muito. Mesmo assim, temos um elenco competente e boas cenas de ação neste filme que deveria ser mais apreciado, principalmente pelos fãs de Patrick Swayze.

 

8. A Colônia (1997) (Nota IMDb: 4.7)

Ninguém deveria assistir a um filme de Jean-Claude Van Damme esperando mais do que uma boa diversão descompromissada. E aqui não é diferente, temos boas cenas de ação e também algumas risadas garantidas a partir de uma das parcerias mais esquisitas do cinema entre ele e Dennis Rodman.

 

7. Depois da Terra (2013) (Nota IMDb: 4.9)

Já estou de saco cheio de quererem transformar o filho de Will Smith em um astro do cinema. De qualquer forma, temos seu pai e uma história que, ainda que nunca decole, consegue entreter com bons momentos de ação e ótimos efeitos especiais. Ainda que seja um “filme ruim que deveria ser bom”, este filme não merece todo o ódio que tem recebido.

 

6. Ultravioleta (2006) (Nota IMDb: 4.4)

Hoje vemos Milla Jovovich como uma estrela de ação e um de seus papéis marcantes no estilo foi, sem dúvidas, neste filme de 2006. Com ótimas cenas de luta e uma história totalmente surtada, este filme é uma boa desculpa para gastar um pacote de pipoca de micro-ondas.

 

5. Elektra (2005) (Nota IMDb: 4.8)

Depois do fracasso que foi o Demolidor, restou aos envolvidos pegarem a única parte boa daquele filme e estragá-la em outro filme. Ainda assim, temos a belíssima Jennifer Garner distribuindo sopapos com uma roupa de couro apertada. Preciso realmente falar algo mais para te convencer?

 

4. Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2011) (Nota IMDb: 4.3)

Mesmo achando que este ótimo personagem da Marvel merece um tratamento bem melhor e que use de maneira mais madura a sua complexidade psicológica, este filme consegue fugir da enrolação de história de origem da película anterior e focar mais na ação. Os efeitos continuam muito bons e, mesmo com um vilão fraco, temos boas cenas de lutas e de ação para justificar uma chance.

 

3. Anaconda (1997) (Nota IMDb: 4.6)

Este filme é um daqueles que, de tão ruins, chegam a ser engraçados. O mais interessante é que temos um elenco “de peso” com nomes como Jennifer Lopez, Ice Cube, Jon Voight, Eric Stoltz, Owen Wilson e Danny Trejo. Hoje em dia este filme é considerado um “cult” dos filmes B e está sempre presente neste tipo de lista. Eu não poderia deixar ele de fora.

 

2. Howard, o Super-Herói (1986) (Nota IMDb: 4.5)

Os anos 80 estão recheados de filmes que admiro, talvez seja a minha década preferida no cinema, e este aqui é um daqueles que assisti repetidas vezes na minha infância. Baseado em um quadrinho da Marvel e produzido pela Lucas Arts, ele traz um pato humanoide cheio de personalidade que está tentando voltar para casa depois de ser trazido de seu planeta natal. Com todos os clichês desta década tão charmosa, este filme transpira diversão por todos os seus poros e merece muito mais crédito do que tem recebido.

 

1. Guerreiros de Fogo (1985) (Nota IMDb: 4.9)

Quem conhece a história de Conan com certeza já ouviu falar de Red Sonja e este filme foca nesta heroína medieval que, com sua beleza, finalmente justifica a ideia absurda de um guerreiro sem armadura. Ainda que Conan no final das contas se chame Kalidor, ele é interpretado por Arnold Schwarzenegger em uma rara chance de ver o eterno “Terminator” em um papel coadjuvante. Cheio de efeitos especiais trashs e personagens profundos como um pires, este filme é um representante digno do “cinema pipoca” da época. E a presença do “Pequeno Mestre” é apenas a cereja do bolo para fechar a conta e passar a régua!

 

E você, também conhece filmes ruins que merecem uma chance? Compartilhe nos comentários!

Netflix prepara reboot de ‘Perdidos no Espaço’

A clássica série dos anos 60 ‘Perdidos no Espaço‘ terá uma nova versão para a TV a ser lançada pelo canal de streaming Netflix. Segundo o Deadline, os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, do vindouro ‘Drácula – A História Nunca Contada’, vão escrever o remake, produzido pela Legendary TV.

Situada no ano de 1997, a série original mostra a Terra em crise, como um planeta superpopulado. Diante do cenário crítico, a família Robinson é a primeira escolhida para colonizar outro planeta, o Alpha Centaury.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

No ano que vem, ‘Perdidos no Espaço‘ comemora seu 50º aniversário de lançamento.

A Netflix não divulgou quantos episódios serão produzidos e quando eles estarão disponíveis no serviço de streaming.

Crítica | Condado Macabro

Nitidamente inspirado em ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ‘Condado Macabro‘ obedece a quase todas as convenções daquele clássico – inserindo as sacanagens brasileiras, é claro – e se sustenta mais como uma homenagem ao estilo, do que especificamente um novo frescor no gênero.

O filme de André de Campos Mello e Marcos DeBritto brinca com muitos dos estereótipos que recheiam 99% dos filmes de terror: toda a turminha adolescente envolto à música, sexo e diversão, está lá. Aquela personagem deslocada e zoada pelos outros, também está lá. O brincalhão inconveniente também. E até o Leatherface – que aqui, ao invés de colocar pele humana como máscara, prefere a de um porco! – também não foi esquecido. E sem falar que tem lugar até pra dois palhaços. E óbvio: uma casa de veraneio onde eles passarão um fim de semana sem luz e com muito sangue.

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Uma casa alugada por cinco jovens transforma-se no palco de uma chacina. Um palhaço suspeito é encontrado todo ensanguentado na cena do crime e precisa provar sua inocência para o investigador da pequena cidade onde cometia seus delitos. Sem evidências para prendê-lo, o policial entra no jogo ardiloso do acusado e precisa averiguar sua versão de que assassinos sanguinários possam ter passado pela mansão.

A narrativa poderia ter virado o “samba do crioulo doido” com tantos pastiches dentro desse filão, mas a direção consegue manter o envolvimento, e como já dito, presta boas referências ao filme dos irmãos canibais do Texas, como a fotografia envelhecida e saturada pro amarelo nos ambientes ensolarados, a moto-serra de forma evidente e muitas tomadas quase idênticas ao filme de Tobe Hooper. O que poderia soar como apenas uma “imitação em cenários diferentes”, é driblado por uma história contada em flashback por um dos sobreviventes e que, em certos trechos, até acompanhamos alguns acontecimentos sob dois pontos de vistas. O que gera algo interessante.

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Sem pretensões ambiciosas e com um roteiro bem simples, ‘Condado Macabro‘ se mantém bem durante suas quase 2 horas de duração (pelo enredo, poderia até ser mais enxuto), e que só não alcança mais intensidade devido a um elenco um tanto frágil e irregular. Mas no fim de toda a sangreira, se coloca como uma divertida brincadeira num gênero tão pouco explorado no Brasil: o do terror-gore.

 

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Vídeo anuncia crossover entre as séries ‘Demolidor’ e ‘Jessica Jones’

A Netflix divulgou um novo trailer de sua série original ‘Jessica Jones‘, que traz a protagonista vivida por Krysten Ritter segurando um cartão na Nelson e Murdock, a firma de advocacia de Matt Murdock, da série ‘Demolidor‘.

A série já está disponível em todos os territórios onde o serviço está disponível.

Confira:

 

Krysten Ritter (Jessica Jones) vem acompanhada de um elenco incrível, que conta com David Tennant (Kilgrave), Mike Colter (Luke Cage), Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty, Wil Traval, entre outros.

O ator David Tennant​ (Doctor Who, Broadchurch, Harry Potter e o Cálice de Fogo) interpreta Kilgrave, um homem com poderes para controlar qualquer pessoa e com uma queda por roupas púrpuras.

Presidente da HBO revela que ‘Game of Thrones’ pode ganhar série derivada 

Desde que sua curta jornada como super-heroína terminou em tragédia, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

‘AKA Jessica Jones’ apresentará o primeiro casal gay da Marvel; veja fotos

Jessica Jones surgiu em 2001 nos quadrinhos ‘Alias’ (não confundir com a série estrelada por Jennifer Garner). Ela é uma jovem que sofreu um acidente com químicos radioativos e ganhou super-força, invulnerabilidade temporária e o poder de voar.

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Cartaz de ‘Game of Thrones’ traz retorno de personagem morto

O mistério foi resolvido. A HBO divulgou o sexto cartaz da série ‘Game of Thrones’, que é estampado por Jon Snow e uma simples legenda:

“ABRIL. #GoTSeason6”

Confira:

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Ian McShane é a nova adição no elenco da sexta temporada, e revelou em entrevista ao PopGoestheNews detalhes sobre seu misterioso personagem.

“Posso apenas revelar uma coisa: meu personagem será responsável por trazer dos mortos alguém que você achava que não voltaria para a série. Essa é a única informação”, afirmou.

Fotos do set confirmam retorno de personagem em ‘Game of Thrones’ [SPOILER]

McShane vai aparecer em apenas um episódio, e especula-se que ele viverá Septão Meribald.

Após cinco temporada de sucesso e uma à caminho, ‘Game of Thrones‘ recentemente entrou pela segunda vez no Livro Guinness dos Recordes, que contém uma coleção de recordes e superlativos reconhecidos internacionalmente – saiba mais!

A esperadíssima sexta temporada de Game of Thrones estreia entre março e junho de 2016.

Recentemente, George R.R. Martin desmentiu que a série será adaptada aos cinemas.

“Isso é totalmente falso. Não há ninguém trabalhando em um filme sobre Game of Thrones. E, se um dia tiver, não será sobre a rebelião de Robert”, afirmou.

Criada por D.B. Weiss e David Benioff, Game of Thrones é um fenômeno, alcançando uma audiência cada vez maior ao longo de suas temporadas. A quinta chegou a registrar 8,1 milhões de espectadores.

Gillian Anderson apresenta novo teaser de ‘Arquivo X’

A próxima temporada de ‘Arquivo X‘, que estreia em 24 de janeiro nos EUA, ganhou um novo teaser.

Assista, com cartazes:

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Os Pistoleiros Solitários vão voltar em ‘Arquivo X’ 

Segundo o showrunner Chris Carter, os seis novos episódios terão como base o caso de Edward Snowden, funcionário da Agência de Segurança Nacional que foi acusado de trair os EUA após vazar informações sigilosas de segurança do país – saiba mais!

A nova temporada de ‘Arquivo X‘ começa com a dupla brigada e separada por anos, com cada um seguindo caminhos diferentes. A volta da série terá uma mistura de mitologia e episódios independentes, com o “monstro da semana” – leia mais.

Chris Carter, o criador da série, também teve seu retorno garantido. Além de escrever os roteiros, Carter servirá como produtor executivo.

Mitch Pileggi (Walter Skinner) e William B. Davis (Canceroso) também retornam. Pileggi reprisará o papel de diretor assistente do FBI severo, mas leal aos agentes Fox Mulder (Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Skinner apareceu em 81 dos mais de 200 episódios da série original.

Os agentes John Doggett (Robert Patrick) e Monica Reyes (Annabeth Gish), introduzidos na oitava temporada, também estão previstos para voltar.

Confira os trailers e cartazes anteriores:

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Mistérios e trilha sonora eletrizante marcam abertura de ‘Jessica Jones’; assista

A gente por aqui já está contando as horas, afinal, a partir das 6 horas da manhã, seremos muito bem apresentados a ‘Jessica Jones‘.

Até lá, ficamos com a abertura da série. Tudo bem que não ficou tão primorosa quando a de ‘Daredevil‘. Mas ainda assim ficou interessante.

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Krysten Ritter (Jessica Jones) vem acompanhada de um elenco incrível, que conta com David Tennant (Kilgrave), Mike Colter (Luke Cage), Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty, Wil Traval, entre outros.

O ator David Tennant​ (Doctor Who, Broadchurch, Harry Potter e o Cálice de Fogo) interpreta Kilgrave, um homem com poderes para controlar qualquer pessoa e com uma queda por roupas púrpuras.

Presidente da HBO revela que ‘Game of Thrones’ pode ganhar série derivada 

Desde que sua curta jornada como super-heroína terminou em tragédia, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

‘AKA Jessica Jones’ apresentará o primeiro casal gay da Marvel; veja fotos

Jessica Jones surgiu em 2001 nos quadrinhos ‘Alias’ (não confundir com a série estrelada por Jennifer Garner). Ela é uma jovem que sofreu um acidente com químicos radioativos e ganhou super-força, invulnerabilidade temporária e o poder de voar.

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Crítica | Chatô – O Rei do Brasil

Antes Tarde do que Nunca

Chatô – O Rei do Brasil provavelmente entrará para a história como uma das produções mais problemáticas de todos os tempos. Com atraso de inacreditáveis vinte anos, a obra dirigida pelo ator Guilherme Fontes, baseada no livro homônimo de Fernando Morais, finalmente está vendo a luz do dia. Houve uma época em que se acreditava que o projeto maldito nunca de fato seria lançado.

Deixando de lado toda a polêmica (a batalha nos tribunais, condenações, a briga do governo com o ator pelo ressarcimento de uma pequena fortuna), Chatô é um filme extremamente satisfatório, que surpreende pelo tom irônico e humorístico, do que muitos acreditavam que seria um drama biográfico.

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Fontes narra as desventuras megalômanas de Assis Chateaubriand (Marco Ricca), magnata da mídia brasileira – responsável entre outras coisas pela chegada da TV ao país (para transmitir seus programas) – transitando entre passado e presente, através de flashbacks. O domínio narrativo e de montagem de Fontes são de um veterano, nos levando de forma detalhada por uma jornada épica.

Não seria difícil adentrar a exibição com um alto nível de incredulidade em relação à obra. Mas ser surpreendido positivamente e ter que dar o braço a torcer nunca foi tão bom. Meio Cidadão Kane, meio O Lobo de Wall Street, Chatô é a versão tupiniquim do esbanjamento de caráter imoral, mas também do comprometimento empreendedor. O filme de Fontes não repreende ou enaltece Chatô, apenas romantiza seus relatos.

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De certa forma, publicidade negativa pode se transformar em positiva. A curiosidade de conferir o filme já era grande para a maioria dos cinéfilos. E com a chegada da notícia de que é de fato bom, o desejo somente aumenta. Chatô merece seus louros e uma boa campanha junto ao público.

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Fora a parte técnica, Marco Ricca dá show de atuação, incorporando com grande energia de interpretação. A vontade, os trejeitos, a voz adotada, tudo adiciona à formulação de um personagem deliciosamente caricato, porém, altamente crível. Seu Chatô é devasso, desonesto, manipulador e desleal. Segundo o mesmo, fez também mais pelo país do que grande parte dos regentes.

Os veteranos Paulo Betti e (a belíssima) Andrea Beltrão igualmente possuem destaque na trama, como o presidente Getúlio Vargas e a socialite Vivi Sampaio, respectivamente. Certas curiosidades, no entanto, não deixam de permear a obra. Como o fato dos saudosos José Lewgoy (falecido em 2003) e Walmor Chagas (falecido em 2013) estarem presentes como parte do elenco, e a excelente Leandra Leal (musa atual do cinema brasileiro) exibir seus 15 aninhos no filme. Vida longa a Chatô. Mas se não a tiver, que maneira de morrer!

Crítica | Para Minha Amada Morta

Este filme é repleto de boas qualidades, talvez o que se possa chamar de um bom filme para os padrões narrativos clássicos. Não é, porém, seguida uma cartilha de como fazer um bom filme de gênero. Elementos interessantes e não tão usuais permeiam o suspense angustiante de Aly Muritiba, fora outros aspectos mais comuns que tem solidez admirável. Por último e não menos importante, trata-se de um filme de suspense num pais que produz pouco ou nada de longas-metragens desse tipo. Não é obrigatório que seja produzido pelo menos um exemplar de cada gênero, mas a existência deste filme e outros como o excelente Mate-me por Favor, de Anita Rocha da Silveira, só enriquecem o nosso cinema.

A graça do filme de Muritiba reside não no que acontece, mas no que deixa de acontecer e na expectativa criada sobre isso. Como Bresson, parece mirar sempre em algo fora do próprio alcance; extra tela. O sentimento vem não só do que acontece, mas do que poderia acontecer e esse vai e não vai se mantém graciosamente até o final. Essa expectativa se constrói não só por cada um dos acontecimentos que culminam num impasse, mas também no grande objetivo estabelecido pelo protagonista.

Fernando (Fernando Alvez Pinto) não quer apenas vingança, ele quer acabar com a vida do homem que transou com sua esposa enquanto ela era viva (o ato foi consensual); quer destruir com precisão cirúrgica a vida de Salvador (Lourinelson Vladmir). Para isso ele se infiltra na vida do alvo visando destruí-lo por dentro, preferindo a dor lenta e gradual através da intervenção estratégica ao contrário da intensidade e rapidez de uma única investida.

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Fernando é bastante humano e o que o leva a apelar a esta estratégia é justamente não conseguir realizar a outra. Ele chega a seguir o sujeito até a sua casa, armado e pronto para descarregar o pente, mas chegando lá avista Salvador não sozinho, mas acompanhado da esposa e dos filhos; uma adolescente e uma criança de colo. Ele abaixa a cabeça e nesse momento o conflito que durará por toda a projeção começa a ser sentido.

Fernando é um Homem Kantiano por excelência; em eterno conflito, ele parece nunca chegar a um resultado concreto até o último plano. Seu lado racional e animalesco estão – através do excelentíssimo trabalho de Fernando Alves Pinto e Aly Muritiba na construção do personagem e seus conflitos – em eterno embate. Isso culmina nos ápices de tensão que aparecem com frequência ao longo do filme. Ás vezes representados pelos revólveres e pás empunhadas por um dos dois homens, outras por seus olhares e punhos cerrados que nessas circunstâncias poderiam se tornar armas.

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Muritiba tem um talento fora de sério para fazer crescer esses momentos. A câmera na mão, a baixa profundidade de campo (exagerada em alguns momentos) e a Mise-en-scène (posicionamento no espaço) constroem uma sensação perturbadora, aliadas ao uso espetacular de planos sequências (não há cortes) que fazem com que se prenda a respiração por dados momentos. Aly entende a natureza do tempo e como ela contribui na construção da tensão, firmando a cada segundo que passa um contrato de veracidade com o espectador.

Este embate vai sendo travado até o último plano quando Fernando parece finalmente resolvido sobre o ponto que se encontra. Ao mesmo tempo que este final não é grandioso; é. Além da extrema beleza visual e do próprio conteúdo do que acontece ser belo, há algo sublinhado no plano final que apaga a labareda acendida pelos cem minutos anteriores. O que importa num filme de suspense é o suspense. Parece óbvio, mas não é.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

(The Hunger Games – Mockinjay Part 2)

 

Elenco:

Jennifer Lawrence – Katniss Everdeen
Natalie Dormer – Cressida
Gwendoline Christie – Comandante Lyme
Elizabeth Banks – Effie Trinket
Elden Henson – Pollux
Julianne Moore – Presidente Alma Coin
Sam Claflin – Finnick Odair
Liam Hemsworth – Gale Hawthorne
Jena Malone – Johanna Mason
Josh Hutcherson – Peeta Mellark
Woody Harrelson – Haymitch Abernathy
Stanley Tucci – Caesar Flickerman
Philip Seymour Hoffman – Plutarch Heavensbee
Michelle Forbes – Lt. Jackson
Willow Shields – Primrose Everdeen

Direção: Francis Lawrence

Gênero: Ficção Científica

Duração: 137 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 18 de novembro de 2015

Sinopse:

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final traz agora o capítulo que encerra a franquia, no qual Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) percebe que os riscos não são apenas por sobrevivência – são pelo futuro.

Com a nação de Panem vivendo a guerra em grande escala, Katniss confronta o Presidente Snow (Donald Sutherland) nesse último episódio. Com a ajuda de seus melhores amigos – Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin) e Peeta (Josh Hutcherson) – Katniss parte em uma missão com o grupo do Distrito 13, enquanto arriscam suas vidas para libertar os cidadãos de Panem e planejar a tentativa de assassinato do Presidente Snow, que está cada vez mais obcecado em destruí-la. As armadilhas mortais, inimigos e escolhas morais que aguardam por Katniss vão desafiá-la mais do que qualquer arena que ela tenha enfrentado nos Jogos Vorazes.

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» Baseado em ‘A Esperança‘ (Mockingjay), terceiro livro da franquia ‘Jogos Vorazes‘, sucesso mundial da escritora Suzanne Collins.

» Quarta parte de um trilogia de livros: ‘Jogos Vorazes‘, ‘Em Chamas‘ e ‘A Esperança‘.

» A antes mesmo da estreia do primeiro filme, a Lionsgate planejou transformar a trilogia de livros em quatro filmes. ‘A Esperança‘, foi dividido em dois filmes, seguindo a tendência de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte‘ e ‘Amanhecer‘ – e arrecadando mais dinheiro. ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ estreou em 21 de novembro de 2014, e ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2‘ em 20 de novembro de 2015.

» O diretor Francis Lawrence revelou que o final de ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final’ apresenta diferenças em relação ao livro de Suzanne Collins. “Provavelmente é uma das maiores mudanças nessa divisão do livro [em dois filmes]. Cada longa tem suas próprias questões dramáticas, um propósito. Na parte 1, Katniss finalmente assume seu papel como símbolo da revolução e começa a contra-atacar. Mas a questão dramática é se eles vão conseguir resgatar Peeta. Na parte 2, a questão é: vamos pegar o presidente Snow”, explicou.

» A Parte 1 encerrou seu primeiro fim de semana nos EUA com a maior abertura de 2014. Como esperado, o penúltimo filme da série faturou US$ 123 milhões, superando os US$ 100 milhões de ‘Transformers – A Era da Extinção’, e liderando com folga as bilheterias americanas. Mundialmente, o longa totalizou US$ 275 milhões em seus primeiros dias de exibição. Em compensação, ‘A Esperança – Parte 1’ fez a pior abertura da franquia – o primeiro filme arrecadou US$ 152,5 milhões nos EUA, enquanto o segundo acumulou US$ 158 milhões em sua estreia.

Trailer:

Cartazes:

 

 

Fotos:

 

 

Chatô: O Rei do Brasil

(Chatô: O Rei do Brasil)

 

Elenco:

Marco Ricca – Assis Chateaubriand
Andrea Beltrão – Vivi Sampaio
Paulo Betti – Getúlio Vargas
Ingrid Borgoin – Estudante
Gabriel Braga Nunes – Rosemberg
Nathália França
Eliane Giardini – Consuelo
Leandra Leal – Lola
Tatiana Monteiro – Tarcilete
Luís Antônio Pilar
Zezé Polessa
Letícia Sabatella

Direção: Guilherme Fontes

Gênero: Cinebiografia

Duração: 102 min.

Distribuidora: Distribuição Própria

Orçamento: R$ 70 milhões

Estreia: 19 de Novembro de 2015

Sinopse: 

Cinebiografia de Assis Chateaubriand, também conhecido como Chatô. Primeiro magnata das comunicações do Brasil, destacando-se entre o final dos anos 1930 e início dos anos 1960, tinha uma próxima e polêmica relação com o ex-presidente Getúlio Vargas. Baseado em livro homônimo de Fernando Morais.

Curiosidades: 

» ‘Chatô: O Rei do Brasil’ ficou 20 anos em produção. A cinebiografia captou mais de R$ 8 milhões para ser produzida, valor que, corrigido monetariamente, hoje chega a R$ 66 milhões.

» O filme de longa gestação também pode ter uma versão para a TV. O cineasta disse ter feito um compacto da produção e deve oferecê-lo na forma de uma minissérie em dez capítulos para a Rede Globo, que já obteve os direitos de exibição do filme.

» Fontes ainda planeja convidar os atores do longa original – Marco Ricca, Andrea Beltrão, Paulo Betti e Leandra Leal – para gravar novas cenas, visando “amenizar” a diferença de mais de 20 anos entre as duas obras.

» ‘Chatô: O Rei do Brasil‘ conta a vida do jornalista Assis Chateaubriand (1892 -1968), pioneiro da televisão no Brasil. O filme tem como base a biografia de Fernando Morais e é estrelado por Marco Ricca.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Heróis se unem no trailer épico do crossover entre ‘Arrow’ e ‘The Flash’

O crossover entre as séries ‘Arrow‘ e ‘The Flash‘ ganhou seu primeiro – e épico – trailer.

A primeira parte será exibida nos EUA dia 1º de dezembro, com o título Legends of Today. A segunda parte é intitulada Legends of Yesterday e será exibida no dia 2 de dezembro.

Os dois episódios servirão como estopim para a série derivadaDC’s Legends of Tomorrow‘.

Assista:


Speedy (Willa Holland), Arqueiro Verde (Stephen Amell), Canário Negro (Katie Cassidy), Flash (Grant Gustin), John Diggle (David Ramsey), Mulher-Gavião (Ciara Renée) e Gavião Negro (Peter Francis James) estarão presentes no episódio duplo.

Os episódios irão ao ar em Dezembro. Já o spin-off estreia nos EUA no início de 2016.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

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Ninguem Ama Ninguem Por Mais de Dois Anos

(Ninguem Ama Ninguem Por Mais de Dois Anos)

 

Elenco:

Gabriela Duarte
Marcelo Faria
Ernani Moraes

Direção: Clovis Mello

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 87 min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Novembro de 2015

Sinopse: 

NINGUÉM AMA NINGUÉM… POR MAIS DE DOIS ANOS acompanha paralelamente a vida de cinco casais no Brasil no início dos anos 60. Se dentro da sociedade, são considerados casais convencionais, na vida íntima, as insatisfações e os desejos latentes fogem um pouco do moralismo. NINGUÉM AMA NINGUÉM… POR MAIS DE DOIS ANOS fala de forma bem-humorada e intrigante sobre fragilidade dos relacionamentos, fazendo, como Nelson Rodrigues, um retrato da VIDA COMO ELA É.

Curiosidades: 

» Filme baseado na obra de Nelson Rodrigues.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

Malala

(He Named Me Malala)

 

Elenco:

Malala Yousafzai
Ziauddin Yousafzai
Toor Pekai Yousafzai

Direção: Davis Guggenheim

Gênero: Documentário

Duração: 88 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Novembro de 2015

Sinopse: 

Malala é um retrato íntimo da vida de Malala Yousafzai, a jovem que foi ferida pelo Talibã quando um atirador atacou o ônibus escolar em que ela estava no Paquistão. Na época, a adolescente de 15 anos virou alvo do grupo por se tornar a porta-voz pela educação das garotas na região do vale do Swat, no Paquistão. Malala levou um tiro na cabeça, chamando a atenção de todo o mundo para essa questão. Em dezembro de 2014, Malala virou a mais jovem vencedora do Prêmio Nobel da Paz.

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

Taxi Teerã

(Taxi)

 

Elenco:

Jafar Panahi

Direção: Jafar Panahi

Gênero: Drama

Duração: 82 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Novembro de 2015

Sinopse: 

Atrás do volante de seu táxi, Jafar Panahi cruza as ruas movimentadas de Teerã. Conversando com os passageiros ao longo do trajeto, o diretor retrata a sociedade iraniana entre o riso e emoção, abordando discussões sobre a política nacional, os costumes locais e a liberdade de expressão no cinema.

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

EXCLUSIVO: Entrevistamos os diretores do terror nacional ‘Condado Macabro’

Em entrevista ao CinePOP, os diretores André de Campos Mello e Marcos DeBrito falaram sobre o terror nacional ‘Condado Macabro‘.

A dupla nos contou como surgiu a ideia de fazer o filme, o preconceito que o gênero sofre no Brasil e como foram as filmagens.

A produção chega aos cinemas nacionais nessa quinta-feira, dia 19 de Novembro.

Confira, com duas cenas EXCLUSIVAS:

Uma casa alugada por cinco jovens transforma-se no palco de uma chacina. Um palhaço suspeito é encontrado todo ensanguentado na cena do crime e precisa provar sua inocência para o investigador da pequena cidade onde cometia seus delitos. Sem evidências para prendê-lo, o policial entra no jogo ardiloso do acusado e precisa averiguar sua versão de que assassinos sanguinários possam ter passado pela mansão.

O terror foi eleito o Melhor Filme no Fantaspoa (Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre).

Bia Gallo, Fernando de Paula, Leonardo Miggiorin, Francisco Gaspar e Beto Brito estrelam.

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