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RUMOR: Mephisto deve FINALMENTE estrear no MCU em ‘Coração de Ferro’; Entenda!

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Os fãs da Marvel Studios estavam convencidos de que Mephisto seria o grande vilão de WandaVision’, mas o vilão demoníaco nem sequer deu as caras.

Desde então, a frustração virou uma piada – em que o personagem era citado em vários programas do Disney+ (e até mesmo em alguns filmes) que se seguiram, mas há rumores de que o poderoso feiticeiro fará sua estreia no MCU em Coração de Ferro.

Fontes confiáveis ​​afirmaram que o ator Sacha Baron Cohen foi escalado como Mephisto, mas isso nunca foi anunciado oficialmente, e ainda não sabemos com certeza se ele aparecerá na série focada em Riri Williams (Dominique Thorne).

Nesse meio tempo, a Marvel Television revelou o cronograma de lançamento e os títulos de todos os seis episódios de Coração de Ferro– e há especulações de que o quinto capítulo, “Karma’s a Glitch”, pode conter uma dica da estreia de Mephisto no panteão super-heroico.

Como podemos ver na postagem abaixo, o M na palavra “karma” está destacado com uma sutil cor vermelha, destoando das outras letras e nos levando a pensar se esse design é proposital e pode indicar a presença de Mephisto.

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A produção estreará no Disney+ no dia 24 de junho.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

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Sarah Jessica Parker desabafa sobre críticas à sua aparência em ‘Sex and the City’

Photograph by Craig Blankenhorn/HBO Mario Cantone, Sarah Jessica Parker, Willie Garson HBO MAX And Just Like That... Season 1 - Episode 2

Sarah Jessica Parker, a eterna Carrie Bradshaw deSex and the City, abriu o coração recentemente sobre como foi profundamente afetada pelas críticas à sua aparência durante o período de sucesso da série.

Em um depoimento emocionante à People, a atriz emocionada declarou: “As conversas sobre meu físico [foram as mais difíceis]. Coisas que eu não podia mudar, não mudaria e nunca havia considerado mudar, e mesmo depois de ouvir algo como: ‘O quê? Alguém diria isso?’, mesmo assim, sem interesse em mudar”.

Ela continuou, expressando sua perplexidade diante da malícia gratuita: “Além disso, eu não sentia que era realmente uma conversa. Não parecia que eu poderia estar em uma sala com alguém e a pessoa dizer: ‘Você é muito feia’, e eu responder: ‘Uau. Primeiro, isso é difícil de ouvir. Mas, em segundo lugar, por que você parece estar com raiva por causa disso? Ou por que sente que é necessário comentar?’”.

Parker recordou um momento específico em que desabou ao ler comentários negativos sobre sua aparência em uma revista.

“Me disseram que uma revista disse algo realmente maldoso sobre quem eu sou, sobre como eu pareço. E foi como um soco no estômago. Fiquei pensando: ‘Por que isso é um problema? … Por que parece que vocês sentem prazer em dizer isso?’ Liguei para duas amigas… e estava chorando muito, porque aquilo parecia tão intencional”, acrescentou.

“Essa foi a única vez em que realmente chorei por causa disso. Acho que foi o acúmulo de uma temporada inteira com esse tipo de comentário. Chorei porque parecia algo muito cruel”, concluiu a atriz.

Parker interpretou Carrie Bradshaw emSex and the City de 1998 a 2004, participou dos dois filmes derivados e retornou ao papel na série sequência ‘And Just Like That…’, que estreou em dezembro de 2021.

A atriz também comentou que não estava preparada para a intensidade da reação do público à sua vida pessoal durante sua participação emSex and the City.

“Estar em uma série de televisão… foi realmente um teste para os meus mecanismos de enfrentamento, porque eu não estava preparada. E isso foi antes das redes sociais. Então eu realmente não estava pronta para os comentários públicos”, explicou.

Ela finalizou, destacando a dificuldade de discernir quando as opiniões eram sobre seu trabalho ou sobre ela como pessoa: “Em alguns momentos, foi muito desagradável, porque as pessoas tinham opiniões não sobre o que eu fazia. Naquela época, eu achava que era uma pessoa relativamente confiante… mas isso realmente foi colocado à prova. Acho que somos melhores por passar por essas experiências — mas nem todos nós sabemos lidar com isso logo de cara”.

Atualmente, And Just Like That’, o revival da aclamada série, está disponível na Max.

A produção conta com Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis reprisando os papéis que as levaram ao estrelato no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Cattrall também fez algumas participações especiais na série.

Conflito político será o tema de ‘Vingadores: Apocalipse’, segundo insider

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Vingadores: Apocalipse’ promete levar o Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) a um novo patamar, apresentando as tão esperadas Guerras Multiversais, além de mostrar uma icônica reunião dos heróis da Marvel.

Agora, novos rumores revelam que o longa também pode explorar um conflito político e militar entre Wakanda e Talokan, nação apresentada em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’. Segundo o portal The Cosmic Circus, Okoye (Danai Gurira) pode ter um papel importante nesse embate:

“Okoye está atualmente em missões pelo mundo, provavelmente ao lado de Aneka, protegendo os interesses de Wakanda como uma das Anjos da Meia-Noite, essencialmente realizando operações secretas como parte dos ‘Olhos de Wakanda’”, diz o rumor.

“Sobre sua aparição nos próximos filmes dos Vingadores, acredito que Danai Gurira retornará em Vingadores: Apocalipse, já que parte da trama envolverá relações tensas entre Wakanda e Talokan”, destacou.

Até o momento, a Marvel Studios não confirmou oficialmente a presença de Danai Gurira no elenco.

Lembrando que essas informações são apenas rumores, e nada foi confirmado pela Disney.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo serão responsáveis pela direção.

Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ chegarão aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026 e 17 de dezembro de 2027, respectivamente.

‘Cais’ e ‘Apenas Coisas Boas’ são os grande PREMIADOS no 14º Olhar de Cinema

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Romance rural LGBTQ+ de Nolasco levou os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Som e Melhor Direção de Arte. Já “Cais”, levou o prêmio Olhar de Melhor Filme, assim como o prêmios da crítica de Melhor Filme e o de Melhor Filme pelo voto popular 

O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, um dos mais importantes eventos dedicados à sétima arte no Brasil, revelou os ganhadores de sua 14ª edição. 

Reunindo mais de 92 produções de todo o mundo em sua ampla programação, o festival também contou com aguardadas estreias nacionais e internacionais em suas Mostras Competitivas, entre a Brasileira e a Internacional, com títulos que concorreram aos prêmios de Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Atuação, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som, Melhor Montagem e o Prêmio Olhar de Melhor Filme. Já os curtas-metragens concorreram ao Prêmio Especial do Júri e de de Melhor Filme. 

Na Competitiva Internacional, os longas-metragens competiram pelo Prêmio Olhar de Melhor Filme e Prêmio Especial do Júri. E os curtas, ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. 

O júri que avaliou as produções das mostras competitivas brasileiras (curtas e longas) e os curtas-metragens da Competitiva Internacional é formado pelo historiador, gestor audiovisual, produtor e diretor Rodrigo Antonio; a premiada atriz em Sundance, Berlim, Mix Brasil e Festival do Rio, Bruna Linzmeyer, que se destaca pelo ativismo LGBTQIA+ e está desenvolvendo seu primeiro longa de ficção, “Corupá”; a gerente de departamento de programação e programadora na equipe de longas do Festival Sundance de Cinema e de Sun Valley, Ana Souza; a pesquisadora, programadora de festivais e também diretora do Berlinale Forum, Bárbara Wurm; e Pedro Freire, diretor de “Malu”, que fez sua estreia na direção no Festival de Sundance, em 2024, e levou quatro prêmios no Festival do Rio, incluindo o de Melhor Filme. 

Confira os ganhadores da Mostras Competitiva Brasileira do 14º Olhar de Cinema:

“Cais” (Bahia), da diretora Safira Moreira, foi agraciado com três dos principais prêmios da noite, sendo o Prêmio Olhar de Melhor Filme, o de Melhor Longa pelo Voto do Público e o Prêmio da Crítica Abraccine. A produção aborda o delicado tema do luto e do tempo, em que a cineasta viaja, dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, em busca de encontrá-la em outras paisagens, percorrendo cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

Outro grande destaque da noite foi Apenas Coisas Boas(Goiás), do diretor Daniel Nolasco, um dos principais nomes do cinema queer brasileiro e internacional, que também levou três prêmios. O longa, que é o segundo de ficção do cineasta, é um romance rural LGBTQ+ com drama que parte do encontro entre dois homens no interior do Goiás, em 1984, apresentando uma narrativa marcada pela solidão e a tensão entre o desejo e a repressão. 

Apenas Coisas Boas levou os troféus de Melhor Roteiro (Daniel Nolasco), Melhor Som (Guile Martins, Jesse Marmo, Naja Sodré e Daniel Nolasco), e Melhor Direção de Arte (Marcus Takatsuka). 

O novo filme de Maria Clara Escobar, “Explode São Paulo, Gil” (São Paulo) levou os prêmios de Melhor Atuação (Gildeane Leonina) e de Melhor Direção (Maria Clara Escobar). O longa-metragem gira em torno de Gil, que sempre teve o sonho de ser cantora e que se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e pouco anos. Agora, com 50 anos, trabalha como faxineira. Do encontro de Gil com Maria Clara, surgiu a possibilidade para fazer o filme acontecer, para transformar a “sonhadora” em uma cantora, trazendo reflexões sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento. 

Aurora” (Rio de Janeiro), de João Vieira Torres, levou o prêmio de Melhor Fotografia (Wilssa Esser e Camila Freitas). A produção leva o nome da avó do diretor, que foi parteira e curandeira por mais de 40 anos no sertão profundo da Bahia. De um encontro a outro, entre os vivos e os mortos, o filme segue os rastros de Aurora, confrontando a violência estrutural de gênero e racial, presentes na formação história do Brasil. 

“A Voz de Deus” (São Paulo), do diretor Miguel Antunes Ramos, ganhou o Prêmio de Melhor Montagem (Yuri Amaral). O longa gira em torno de duas crianças pregadoras que buscam uma vida melhor através da fé, um de 17 anos que era a criança pregadora mais famosa do Brasil, mas à medida que cresce, enfrenta menos interesse por parte do público, e João, de 12 anos, que está no auge e possui um milhão de seguidores no Instagram, pregando para multidões.

 

Já os curtas-metragens da Mostra Competitiva Brasileira premiado no 14º Olhar de Cinema foram: “Fronteriza”, que levou o Prêmio Olhar de Melhor Filme Curta-Metragem (Rosa Caldeira e Nay Mendl). A produção acompanha Lucca, uma jovem trans da periferia de São Paulo, que viaja até Foz do Iguaçu, no limite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em busca do pai que nunca conheceu; e “Americana”, com o Prêmio Especial do Júri. Dirigido por Agarb Braga, o curta gira em torno de cinco amigas, que são detidas após uma briga em praça pública, motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, os segredos vêm à tona, com revelações inesperadas. 

 

Confira os ganhadores da Mostras Competitiva Internacional do 14º Olhar de Cinema:

Na Mostra Competitiva Internacional de longas-metragens, “Ariel”, produção deEspanha/Portugal, levou o Prêmio Especial do Júri. Com direção de Lois Patinõ, o longa é um filme de teatro dentro do teatro, focando em uma atriz argentina que desembarca em uma ilha estranha e encantadora, onde os habitantes transcenderam em personagens shakespearianos. 

Já o Prêmio Olhar de Melhor Filme ficou com “A Árvore da Autenticidade”, de Sammy Baloji. A produção da Bélgica/Congo se passa na floresta tropical do Congo, em que os restos de um centro de pesquisa dedicado à agricultura tropical revelam o peso do passado colonial e seus vínculos indissociáveis com as mudanças climáticas contemporâneas. 

Entre os curtas-metragens internacionais, e o curta “Conseguimos Fazer Um Filme”, de Tota Alves, levou o Prêmio Olhar de Melhor Filme. A produção de Portugal acompanha a jovem Maria Inês, que vive as primeiras brisas de amor nas férias de Verão. Acompanhada das amigas, ela passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme. “O Reinado de Antoine”, de José Luis Jiménez Gómez, ganhou uma Menção Honrosa da Mostra Competitiva Internacional. A produção cubana traz um jovem obcecado por fantasias históricas, que se refugia nelas para explorar a complexidade de seus laços familiares e seu ambiente social. Responsável pelo cuidado exclusivo de seu pai deficiente, ele se empenha em dar vida à sua narrativa épica ‘O Reinado de Antoine’, enfrentando adversidades diárias e buscando uma fuga em um mundo em ruínas;

 

Mostra Novos Olhares

As produções da Mostra Novos Olhares, um espaço voltado a filmes ousados, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, concorreram ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. O filme contemplado com o prêmio foi “Voz Zov Vzo” (Rio de Janeiro), do diretor Yhuri Cruz, seu primeiro longa-metragem que oferece uma perspectiva racializada para as memórias da ditadura militar no Brasil. 

 

Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Neste ano, as profissionais que fazem parte do júri da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema,  são a jornalista e crítica de cinema Cecília Barroso, integrante da Critics Choice Association e votante internacional do Globo de Ouro; a crítica de cinema, curadora, repórter e roteirista Nayara Reynaud; e a jornalista cultural convidada especial Luciana Melo, repórter de cultura no jornal Plural. As juradas escolheram quais foram considerados no olhar da crítica, os filmes de melhor longa e curta-metragem da Mostra Competitiva Brasileira.

O longa-metragem “Cais”, de Safira Moreira, levou o Prêmio da Crítica – Abraccine. Já o curta contemplado foi “Ontem Lembrei de Minha Mãe” (Foz do Iguaçu), de Leandro Alonso, em que um episódio da infância retorna à memória de um homem sem terra. 

 

Prêmio do Público

O público tem voz ativa no Olhar de Cinema, que decidiu qual foi o Melhor Filme entre curtas e longas-metragens das Competitivas Brasileiras e Internacional. 

O longa-metragem escolhido pelo público foi “Cais” (Bahia), de Safira Moreira; e os curtas foram “Girassóis” (Rio de Janeiro), de Jessica Linhares e Miguel Chaves, que aborda um casal da terceira idade do subúrbio carioca e que, mesmo após os 60 anos, precisam continuar trabalhando para garantir a sobrevivência.

 

Prêmio AVEC – PR – Uma homenagem ao cineasta Cyro Matoso

No 14º Olhar de Cinema, o Prêmio AVEC – Associação de Cinema e Vídeo do Paraná, que será concedido a um curta da Mostra Mirada Paranaense, homenageia o cineasta Cyro Matoso

Os jurados deste ano são a roteirista, diretora e artista audiovisual Bea Gerolin; a pesquisadora, produtora cultural e educadora, Cristiane Senn; e a programadora, diretora artística e curadora, Waleska Antunes.

O curta-metragem premiado é o “Interior, Dia”, da cidade de Sapopema, dirigido por Luciano Carneiro e Paulo Abrão. O Prêmio AVEC – PR Cyro Matoso concede Menção Honrosa ao “Entre Sinais e Marés”, produção de Maringá, dirigida por João Gabriel Ferreira e João Gabriel Kowalski. 

 

Prêmio Canal Brasil de Curtas e premiação de R$15 mil

Com o objetivo de estimular a nova geração de cineastas, o Prêmio Canal Brasil de Curtas premia o melhor curta-metragem da Mostra Competitiva Brasileira com o Troféu Canal Brasil e o valor de R$15 mil, além da inserção da produção na programação do canal, que está presente nos mais representativos festivais de cinema do Brasil.

A produção contemplada é o curta carioca “Girassóis”, de Jessica Linhares e Miguel Chaves. 

Prêmio Canal Like

O 14º Olhar de Cinema ainda conta, de forma inédita, com o Prêmio Canal Like, que valoriza e apoia a produção cinematográfica brasileira, oferecendo visibilidade e incentivo aos profissionais do setor audiovisual. O canal contemplará o produtor responsável pela produção do longa-metragem vencedor da Mostra Competitiva Brasileira com um apoio de mídia no valor de R$50 mil, destinado à divulgação da obra vencedora ou de um próximo projeto do produtor. 

Quem leva o Prêmio Canal Like é o longa “Cais”, de Sofia Moreira. 



Os 10 filmes na Prime Video que você precisa conferir em 2025!

Um dos catálogos mais acessados quando falamos de streaming, o Prime Video consegue, semana após semana, alimentar nossa ansiedade ao adicionar inúmeros filmes interessantes às suas prateleiras virtuais. Se você está em busca de boas opções para assistir, confira abaixo 10 ótimas dicas que separamos para você!

 

Better Man – A História de Robbie Williams

Em uma narrativa envolvente que atravessa diferentes fases da vida do cantor Robbie Williams, este projeto é uma viagem inesquecível pelos sonhos, o sucesso, as quedas e os recomeços.

 

O Último Respiro

Lançado este ano, o filme retrata os momentos de tensão vividos por uma equipe de mergulhadores que, após um grave acidente com um dos membros, precisa encontrar soluções urgentes para realizar o resgate.

 

Tempo de Guerra

Lançado no início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que ficaram cercados em uma casa por inimigos, em meio a conflitos no Iraque.

 

Beyond The Mountain

Miguel é um jovem abandonado pelo pai que trabalha como datilógrafo em um escritório na Cidade do México. Ele vive com sua mãe em um humilde apartamento e tem o sonho de chamar Carmela, uma cliente regular do seu trabalho, para um encontro. Após uma tragédia, resolve ir atrás do pai para dar um ponto final no passado que o atormenta.

 

O Reformatório Nickel

Ambientado em partes na década de 1960, acompanhamos Elwood (Ethan Herisse) um jovem, cheio de sonhos, que um dia após pegar uma carona acaba sendo enviado injustamente para um reformatório conhecido pelo tratamento abusivo. Nesse lugar, vive experiências marcantes numa época de separação racial e enorme preconceito, encontrando na amizade do colega Turner (Brandon Wilson) uma força para passar pelos obstáculos que o destino colocou em sua frente.

 

A Ordem

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

 

Herege

Na trama conhecemos Irmã Paxton (Chloe East) e a Irmã Barnes (Sophie Thatcher) duas jovens missionárias mórmons que vão até a casa de um homem para tentar convertê-lo à religião delas. A questão é que logo elas percebem estarem de frente com Mr. Reed (Hugh Grant), um pesquisador pra lá de maluco que as envolve em uma espécie de jogo macabro.

 

Kompromat – O Dossiê Russo

Na trama, conhecemos Mathieu (Gilles Lellouche), um simpático e muito querido diretor da Aliança Francesa, que trabalha na região da Sibéria, na Rússia, que certo dia é detido pelas formas militares russas (ligadas à FSB, órgão que substituiu a KGB) acusado de um crime que não cometeu. Sem saber direito o que fazer nessa situação, e com os diplomatas franceses em Moscou reféns da diplomacia nesse país sempre complicado, vamos acompanhando as estratégias de sobrevivência dele ao longo de 5 meses em território hostil. Para ajudá-lo, somente uma jovem russa que ele conhecera em uma festa que pode ser também um dos fatores que levaram aos motivos de sua prisão.

 

O Conclave

Na trama, que envolve muitas surpresas, acompanhamos a saga do Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) que tem a missão de organizar a sempre misteriosa seleção de um novo papa.

 

Wicked – Parte 1

Baseado no sucesso da Broadway, Wicked nos leva à Terra de Oz para contar a história de uma profunda amizade entre duas jovens estudantes, cujos caminhos tomam rumos opostos após um decisivo encontro com o Mágico de Oz.

‘The Boys’: Eric Kripke diz que série NÃO vai aliviar críticas políticas sob novo mandato de Trump

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Com a 5ª e última temporada de ‘The Boys‘ prevista para 2026, o criador e showrunner Eric Kripke deixou claro que a série continuará sem filtros ou suavizações políticas — especialmente diante do cenário atual dos Estados Unidos, sob o segundo mandato de Donald Trump.

Em entrevista ao Los Angeles Times, Kripke reafirmou o posicionamento político da série:

“Obviamente, coisas estão acontecendo no país onde eu moro que me afetam. A série é um reflexo daquilo que os roteiristas veem e temem.”

Desde sua estreia em 2019, ‘The Boys‘ sempre foi mais do que apenas uma sátira ultraviolenta de super-heróis. Para Kripke, o personagem Capitão Pátria (vivido por Antony Starr) foi desde o início “uma analogia direta a Trump” — uma figura carismática, autoritária e manipuladora, com um culto de personalidade perigoso.

“Descobrimos logo no começo essa interseção entre fascismo e celebridade. É algo muito atual, não só nos EUA, mas no mundo inteiro — como pessoas usam o poder da fama para impulsionar ideias autoritárias.”

Mesmo com o aumento das tensões políticas e possíveis pressões no setor de entretenimento, Kripke afirmou que nenhuma autoridade envolvida com a série tentou censurá-los ou sugeriu que fossem mais suaves nos temas abordados:

“Recebemos um total de zero notas pedindo para aliviar ou tornar as coisas menos políticas. Os responsáveis sabem que faríamos do nosso jeito de qualquer forma, então nem tentam.”

Ele reconhece, no entanto, a possibilidade de um efeito de autocensura mais amplo:

“Não só sobre essa série, mas sim, me preocupo com um efeito de resfriamento [criativo]. Mas agora, mais do que nunca, precisamos de gente no fundo da sala jogando bolinhas de papel. Isso não é só saudável — é vital.”

A temporada final de ‘The Boys promete continuar desafiando os limites da sátira e da crítica social, encerrando uma era marcada por violência estilizada, humor corrosivo e reflexões cada vez mais afiadas sobre poder, política e culto à personalidade. Para Kripke, recuar não é uma opção.

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Toy Story 3 | Os 15 anos de um dos melhores FILMES da história do cinema

A franquia Toy Story possui um legado inegável e contínuo, desde sua revolucionária estreia em 1995 até um já confirmado quinto capítulo com estreia agendada para o próximo ano. E, filme a filme, os cineastas envolvidos em trazer essas apaixonantes histórias às telonas mostraram que o universo de Woody, Buzz e todos os outros brinquedos ainda tinha muito a mostrar. E, há uma década e meia, a Pixar nos agraciava com a terceira entrada dessa saga – vertendo um público multigeracional em lágrimas e nos convidando a uma jornada apaixonante marcada pelo melhor da comédia e do drama.

O longa dá um salto temporal em comparação ao capítulo predecessor – e nos apresenta a um Andy já crescido e pronto para sair de casa e viver sua vida, preparando-se para a faculdade. Clamando por mais uma ínfima centelha de atenção de seu dono, Woody (Tom Hanks), Buzz (Tim Allen) e o restante dos brinquedos tenta impedi-lo de ir embora, visto que foram feitos para entreter as crianças – e as coisas tomam um rumo ainda mais complicado quando Andy resolve levar Woody consigo para a faculdade e, acidentalmente, seus amigos são enviados em uma caixa de doações para uma creche local chamada Sunnyside. Com o relógio tiquetaqueando, o nosso adorado caubói vai até lá para resgatá-los, mas fica em choque ao perceber que eles foram bem recepcionados por um urso com cheiro de morangos chamado Lotso (Ned Beatty) e que eles sentem que reencontraram um propósito.

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Porém, a alegria dura pouco – e Lotso logo mostra quem é de verdade: um tirano autocrata que subjuga os brinquedos recém-chegados – que incluem Jessie (Joan Cusack), Sr. e Sra. Cabeça de Batata (Don Rickles e Estelle Harris, respectivamente), Rex (Wallace Shawn), Hamm (John Ratzenberger), Barbie (Jodi Benson) e Slinky (Blake Clark) – a uma vida de “tortura” na mão das crianças mais novas e que ainda não têm discernimento para entender o que é certo e errado. Buzz, confrontando Lotso, cai em uma perigosa armadilha e é forçado a retornar às configurações de fábrica, tornando-se um lacaio do vilão e prendendo seus amigos ao se deixar levar pela ilusão de que é um patrulheiro espacial lutando contra forças intergalácticas sombrias. E, em uma tentativa de salvá-los de uma vez por todas, Woody parte para o resgate e arquiteta um elaborado plano de fuga.

Para essa mais nova empreitada, Lee Unkrich, que co-dirigiu Toy Story 2’, assume as rédeas desse ambicioso projeto e une-se ao roteirista Michael Arndt para não apenas entregar uma das melhores animações do século, mas um dos melhores filmes da história do cinema – navegando através de temas extremamente importantes e profundos que singram por análises sobre amadurecimento, solidão, letargia e o próprio sentido da vida (por mais que, aqui, estejamos nos referindo a objetos personificados). Em outras palavras, Unkrich e Arndt transformam esse filme de animação em uma obra-prima da sétima arte, carregando cada sequência com uma carga dramática de tirar o fôlego que nos impede de tirar os olhos da tela – e que, à medida que caminha para os créditos, reitera o impacto dessa irretocável franquia.

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Falar do trabalho do elenco é redundante a esse ponto, considerando as impecáveis performances eternizadas por Hanks, Allen e Cusack, que retornam para mais uma incrível aventura, e a presença bem-vinda de Beatty como o vilanesco Lotso, bebendo de tropos dos antagonistas dos anos 1990 em um psicótico equilíbrio entre uma perturbadora calmaria que esconde sentimentos de vingança e ressentimento que nunca se curaram; e de Benson e Michael Keaton como Barbie e Ken, respectivamente, trazendo elementos cômicos em um dos melhores arcos do filme. Aqui, é notável como cada um dos atores acompanhou a evolução psíquica e emocional de seus personagens, acrescentando mais camadas a suas personalidades.

Unkrich faz questão de fornecer aos fãs a até então definitiva conclusão da saga – o que se provou falso, considerando que, nove anos mais tarde, um quarto capítulo chegou aos cinemas -, e alcança seu objetivo com “sangue nos olhos”, por assim dizer. Trazendo Jeremy Lasky e Kim White para comandar a belíssima fotografia do filme, percebemos um embate entre a crescente tensão que acompanha os personagens (através de meneios breves para clássicos expressionistas e um uso pungente de luz e sombra, que denota o caráter prisional e claustrofóbico de Sunnyside) e a efemeridade da vida como ela é (principalmente quando o foco é reduzido a ponto de criar um vínculo indestrutível com os protagonistas – e sim, estou me referindo à infame e dilacerante cena do incinerador).

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Todavia, o ponto de maior encanto do projeto é a maneira como une passado e presente em um testamentário solilóquio de liberdade e de mudança, deixando claro que a única certeza da realidade como a conhecemos é sua metamórfica natureza: as coisas vêm e vão, e saber lidar com elas é um trabalho doloroso, mas necessário, eventualmente transformando-se em um melancólico e esperançoso prisma de compreensão – e trazer isso com a sinceridade e a honestidade vistas em Toy Story 3’ é, no final das contas, um acerto incomparável.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Disney+.

Os 23 Filmes IMPERDÍVEIS que chegam ainda em 2025 em breve

2025 chegou em sua metade. É hora de olhar para o futuro. E em matéria de cinema, começar a contagem regressiva para um novo lote de centenas de filmes, que irão pipocar em mais seis meses. Quais serão os novos sucessos e os novos fracassos do cinema? Isso só saberemos mais tarde. O que sabemos agora é quais são os filmes que nos deixam com a maior expectativa. E são justamente eles que iremos abordar nesta matéria, com Os 23 Filmes IMPERDÍVEIS que chegam ainda em 2025 em breve

 

23) Five Nights at Freddy’s 2

Poster do jogo Five Nights at Freddy's 2 com animatrônicos

Sucesso surpresa de 2023, o filme adaptou de forma bem-sucedida um famoso videogame assustador, onde numa lanchonete abandonada, bonecos animatrônicos ganham vida à noite. E tudo que dá certo em Hollywood, sabemos que veremos a parte dois.

22) Mortal Kombat 2

Personagens diversos de filme de ação e fantasia

O reboot do game violento para o cinema se mostrou um sucesso moderado de 2021. As novidades agora são os personagens Jade, Kitana e Johnny Cage nas formas de Karl Urban.

21) Freakier Friday

Duas mulheres gritando alegremente em pijamas

Cult de 21 anos atrás, Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan voltarão na continuação desta comédia família, onde vivem mãe e filha respectivamente, trocando de lugar como num passe de mágica. Será que a troca ocorrerá novamente entre mãe e filha? Ou melhor, apenas com elas? Veremos.

20) Elio

Garoto animado voa com monstro em cenário colorido cósmico

A primeira produção animada da Disney / Pixar em 2025 será ‘Elio’, filme sobre um menino que termina levado para o espaço, onde viverá uma aventura interplanetária ao lado de muitas formas de vida extraterrestres.

19) Anônimo 2

Poster do filme Nobody 2 com homem machucado

John Wick’ definitivamente fez escola. Quando pensamos nos filmes “tiro, porrada e bomba” de sucesso na atualidade, automaticamente pensamos no filme do matador de Keanu Reeves. Mas não só ele, pois um “imitador” seu também fez muito sucesso. E ‘Anônimo’ retorna em 2025.

18) Drácula de Luc Besson

Homem idoso e guerreiro em armadura discutem sob luz

O francês Luc Besson parece ter feito de tudo em sua carreira. Desde uma homenagem à heroína francesa Joana D’Arc até sua visão steampunk em ‘O Quinto Elemento’. Mas o que ele ainda não tinha feito foi sua versão de Drácula. O que entregará em 2025.

17) Truque de Mestre 3

Elenco de Truque de Mestre 3 com cartas mágicas

A trupe de mágicos justiceiros mais carismáticos da cultura pop estará de volta em 2025. Os quatro cavaleiros armarão um novo esquema de vingança. As adições são de Rosamund Pike e Dominic Sessa.

16) Tron: Ares

Homem vestido de tron em ambiente futurista iluminado

Jared Leto se tornou um ator azarado. Apesar de seu talento, ele acaba sempre se metendo em filmes que, digamos, não dão muito certo. Esperamos que não seja o destino do terceiro ‘Tron’, que trará não apenas aventuras no mundo virtual, mas também no mundo real.

15) Corra que a Polícia Vem Aí!

Leslie Nielsen ficou imortalizado como o detetive trapalhão Frank Drebin na trilogia da década de 80 e 90. Fazer mais um filme desta série seria impossível. Ou será? A verdade é que um novo longa entrará em cartaz em 2025, com Liam Neeson vivendo o filho do detetive. A expectativa é alta.

14) O Sobrevivente

Homem com camiseta amarela olhando sério.

Se for receber o mesmo título dos anos 80 em português, ‘The Running Man’, baseado em um conto futurista de Stephen King pode vir a se chamar ‘O Sobrevivente’, como sua contraparte. Na trama, um homem injustiçado precisa lutar pela vida em jogos mortais – bem no clima ‘Round 6’. O novo protagonista será Glen Powell e a direção é de Edgar Wright.

13) Predador: Badlands

Criatura alienígena em deserto no filme Badlands

A Fox, agora nas mãos da Disney, conseguiu revitalizar suas duas franquias de monstro mais famosas: Alien e Predador. A primeira foi ‘Predador – A Caçada’, que voltou ao passado, numa tribo de indígenas que enfrentam o alienígena caçador. Agora, uma nova aventura pelas mãos do mesmo diretor será lançada.

12) Entre Facas e Segredos 3

Homem de terno em galpão industrial iluminado

O diretor Rian Johnson tirou a sorte grande com seus thrillers detetivescos cômicos, conseguindo superar até mesmo as adaptações modernas de Agatha Christie, sua grande inspiração. Em 2025 o investigador de Daniel Craig retorna em mais uma trama repleta de suspense e personagens de rostos famosos.

11) Invocação do Mal 4: Os Últimos Rituais

Cena de trailer com mulher aflita e figuras encapuzadas

James Wan entregou dois dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos com os dois primeiros ‘Invocação do Mal’. No terceiro, Wan não dirigiu, apenas produziu, e o resultado não foi o mesmo. Veremos o casal Warren mais uma vez em 2025, sem Wan na direção novamente.

10) O Telefone Preto 2

Pessoa com máscara de demônio em ambiente sombrio

Por falar em filmes de terror que deram certo, o primeiro ‘O Telefone Preto’ foi elogiado por críticos e o público, baseado em um conto do filho de Stephen King. Só existe uma questão para esta sequência, o vilão Grabber está morto. Assim, podemos imaginar que irão mergulhar de vez no sobrenatural.

09) The Bride

Mulher com maquiagem artística preta no rosto.

Entre outras coisas, o ano de 2025 ficará conhecido como o ano do clássico ‘Frankenstein’ no cinema. Isso porque duas produções irão abordar o tema. Em ‘The Bride’, Maggie Gyllenhaal, que se saiu muito bem em sua estreia na direção, com ‘A Filha Perdida’, recria ‘A Noiva de Frankenstein’ – com Christian Bale como o monstro, Jessie Buckley como sua noiva, e Jake Gyllenhaal, Penélope Cruz e Annette Bening no elenco.

08) Frankenstein

Homem observa laboratório gótico com corpo sobre mesa.

O segundo filme de ‘Frankenstein’ do ano não será sobre a Noiva e sim sobre a criatura propriamente dita. Aqui, o monstro será vivido pelo galã Jacob Elordi, e o seu criador será Oscar Isaac. O elenco conta ainda com Christoph Waltz, Ralph Ineson e Mia Goth. Mas o chamariz mesmo é a direção de Guillermo del Toro.

07) Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Claquete de filme sendo usada em set nebuloso

Pânico’ mostrou que era possível continuar uma franquia slasher querida do passado nos dias de hoje. Tudo o que precisava era cativar a nova geração, ao mesmo tempo em que se homenageia os filmes clássicos para os antigos fãs. Agora, o “primo” de ‘Pânico’ também irá tentar. E para tal trará Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. para viveram seus personagens da década de 90. Nostalgia é pouco!

06) Zootopia 2

Coelho e raposa animados em cenário de cidade fictícia

A Disney ataca em todas as frentes e em 2025, tem tudo para ser o estúdio mais rentável de novo. Foi reportado recentemente, que a Disney foi o primeiro estúdio a conseguir arrecadar US$5 bilhões em bilheterias mundiais desde a pandemia. E se depender de 2025, esse número só vai subir. Acontece que além de duas versão em live-action, o estúdio trará também suas famosas animações, incluindo a continuação de um filme de US$1 bilhão, com ‘Zootopia 2’.

05) Jurassic World: Recomeço

Homem e mulher observam atentamente em campo de milho

O título já diz tudo. Uma das franquias mais bem-sucedidas da história do cinema, ‘Jurassic Park/ Jurassic World’ mostra por A mais B que o público não cansa de ver dinossauros nas telonas. Muito pelo contrário. Só na trilogia ‘Jurassic World’, que por si só já era um reboot, tivemos os três longas rompendo a barreira de US$1 bilhão. Agora, o plano é por uma nova trilogia, desta vez estrelada por Scarlett Johansson, a primeira protagonista feminina da franquia.

04) Wicked: Parte 2

Bruxa verde e moça loira surpresas em cenário mágico

Wicked’ se tornou um fenômeno no mundo todo, um dos filmes mais adorados de 2024, que fez as pessoas literalmente cantarem nos cinemas. O filme continua a arrecadar rios de dinheiro e entrou no top 10 das maiores bilheterias do ano, derrubando pesos pesados como ‘Godzilla X Kong’ e ‘Kung Fu Panda 4’. O longa já soma mais de meio bilhão de dólares. A continuação, que conclui a saga sai ano que vem.

03) Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Pôster do filme Fantastic 4 da Marvel Studios

Como dito, a Marvel lançará três filmes em 2025. Destes, apesar de termos um novo filme do Capitão América, com uma passagem de bastão e sem o protagonista original, o mais esperado é mesmo a reformulação da primeira família da editora: ‘O Quarteto Fantástico’. Essa será a estreia dos personagens no MCU, e é preciso acertar, pois eles serão a base do que veremos nos próximos anos – o que inclui o vilão a ser vivido por Robert Downey Jr. Pressão pouca é bobagem.

02) Avatar: Fogo e Cinzas

Imagem promocional do filme Avatar: Fogo e Cinzas

Os filmes de super-heróis voltarão com tudo em 2025. Mas não dá para apostar contra ‘Avatar’. Sem dúvida o bem mais precioso da aquisição da Fox pela Disney, os filmes ‘Avatar’, de James Cameron, são uma verdadeira fábrica de dinheiro. O público simplesmente adora esses filmes, ao redor do mundo todo. O que fala alto é sempre a parte técnica, e os impressionantes efeitos especiais – sempre revolucionando. Estes são filmes feitos para ver no melhor cinema que você puder encontrar.

01) Superman

Super-herói e cão observam a Terra do espaço

Não tem como ser outro. Por mais que a Marvel esteja planejando voltar com tudo. Por mais que ‘Avatar’ sempre se torne o filme mais rentável de seu respectivo ano. A produção mais importante de 2025 é a que chega para reinventar todo um universo. Como sabemos, a Marvel domina o mercado cinematográfico desde 2012, quando acertou ouro, e juntou suas franquias em uma só, criando algo sem precedentes, um universo compartilhado.

Todos os estúdios encheram os olhos depois disso e tentaram o mesmo. Até o que seria mais propício a isso, a Warner, dono do universo DC. Mas correu antes de andar, tropeçou e deu ruim. Agora, pelas mãos de James Gunn, tudo irá começar de novo. E a primeira peça será ‘Superman’. A julgar pela reação ao trailer, tudo está no caminho certo para o sucesso.

10 curiosidades de ‘Velozes e Furiosos 7’, um dos MELHORES da saga

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Lançado há oito anos e marcado por uma tragédia que chocou o mundo do cinema, Velozes e Furiosos 7 se tornou um dos mais emocionantes e melhores dirigidos filmes da saga da Família Toretto nos cinemas.

E como somos muito fãs da saga aqui no CinePOP, reunimos 10 curiosidades sobre os bastidores do filme para você ficar por dentro. Confira!

Acidente fatal

Programado para estrear em julho de 2014, Velozes & Furiosos 7 sofreu um atraso de quase um ano por conta de um acidente fatal que vitimou o ator Paul Walker, em 30 de novembro de 2013. Walker estava no banco do carona de um Porsche dirigido por seu amigo, que bateu em uma árvore em alta velocidade. Com o impacto, o veículo pegou fogo e ambos morreram. Com essa fatalidade, as filmagens foram interrompidas no dia seguinte.

Debate ético

Como Brian – personagem de Walker – era fundamental para a trama e ainda faltavam cenas para concluir sua jornada no filme, houve um debate ético sobre como resolver a situação. Então, em conjunto com a família do ator, eles decidiram manter o personagem no filme e completar sua participação utilizando seus irmãos como dublês de corpo e utilizando da computação gráfica para recriar seu rosto digitalmente.

Conflito de agenda

A morte de Paul Walker gerou uma situação muito complicada para a atriz Jordana Brewster. Na época das filmagens, ela estava ocupada com as gravações da série Dallas. Então, por conta deste conflito de agenda, a produção de Velozes & Furiosos 7 concordou em deixar para filmar suas cenas por último. O problema é que sua personagem era esposa de Brian, e como Walker já havia morrido, ela precisou contracenar com os irmão do ator ou sozinha, interagindo com inserções de materiais não usados ou de filmes anteriores da saga.

Ator de peso

O papel do Senhor Ninguém precisava ser feito por um ator mais conhecido. A ideia inicial era contar com Denzel Washington, mas o ator recusou a proposta da Universal Pictures, que prometeu a ele uma maior participação nos filmes seguintes. O segundo nome considerado para o papel foi da Halle Berry, mas a produção se encantou com o teste de Kurt Russell e acabou convidando o experiente ator para o papel.

Família Shaw

Deckard Shaw se tornou um dos personagens mais interessantes de toda a franquia. No entanto, a ideia era que Jason Statham fizesse parte deste universo no filme anterior, em Velozes & Furiosos 6. O problema é que ele estava gravando nada menos que dois filmes a mesmo tempo e não pôde se comprometer. Assim, o vilão do sexto capítulo acabou sendo Owen Shaw (Luke Evans), irmão de Deckard. Só que Vin Diesel queria mesmo contar com Jason na saga, então conseguiu que ele gravasse uma ponta no 6 para poder ter maior destaque no filme 7.

Cronologia

A cronologia de Velozes & Furiosos é bastante confusa. A ordem correta para assistir é Velozes & Furiosos, +Velozes + Furiosos, Velozes & Furiosos 4, Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, Velozes & Furiosos 6, Velozes & Furiosos: Desafio em Tóquio e aí sim Velozes & Furiosos 7.

Sucesso total

Com a direção de James Wan, conhecido como o Midas de Hollywood, toda a comoção do público pela morte de Paul Walker, e a curiosidade de ver qual seria a homenagem prometida para honrar o legado do ator, tudo relacionado a Velozes & Furiosos se tornou um sucesso. O filme se tornou o primeiro da saga a fazer mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias, enquanto a música “See You Again”, feita em homenagem ao ator, quebrou recordes e mais recordes no YouTube.

Impressionante

Na época, Avatar era soberano na marca de filme mais rápido a arrecadar 1 bilhão de dólares em bilheteria. No entanto, Velozes & Furiosos 7 superou as expectativas do estúdio e quebrou esse recorde impressionante com apenas 17 dias em cartaz.

Pioneiro na saga

Parte desse sucesso estrondoso nas bilheterias se deu também porque Velozes & Furiosos 7 se tornou o primeiro filme da saga a ser lançados nos cinemas de todo o mundo, incluindo na América Latina e no poderoso mercado asiático no formato 3D.

Maior lançamento

A Universal sabia do potencial do filme e decidiu transformá-lo em sua galinha dos ovos de ouro, fazendo dele seu maior lançamento da história. Além de ter sido lançado em nada menos que 810 salas IMAX simultaneamente, um recorde deste formato, o filme também foi registrado sendo exibido simultaneamente em 4.004 salas de cinema.

Velozes & Furiosos 7 está disponível nos catálogos do Amazon Prime Video, Globoplay e Max.

10 Filmes dos anos 80 que foram FRACASSO, mas se tornaram POPULARES de novo!

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Nada como um dia após o outro. O tempo cura todas as feridas. Você certamente já ouviu esses dizeres antes. Eles são boas filosofias de vida para levarmos conosco. E eles se traduzem também para o mundo do cinema. Neste universo, eles querem dizer que o fracasso do passado, pode vir a se tornar o sucesso do futuro. Tudo o que necessita é a mudança de pensamento de uma geração para a outra.

A verdade é que os filmes muitas vezes precisam se tornar sucesso em sua época de estreia, para renderem dinheiro e fazer valer o seu custo. Mas quando isso não acontece podem ganhar algo ainda melhor: a imortalidade no consciente social. Isso quer dizer que um sucesso financeiro em sua época de lançamento pode não se traduzir ao longo do tempo. E por outro lado, um fracasso do passado pode entrar para a história como um filme verdadeiramente apreciado. Abaixo falaremos justamente de dez casos assim, dez filmes que foram fracasso em sua época de lançamento nos cinemas, mas que depois se tornaram extremamente populares. Confira.

Blade Runner: O Caçador de Androides (1982)

Blade Runner’, de Ridley Scott, define como nenhum outro o propósito desta matéria. Hoje, o longa é considerado um dos melhores filmes da história da sétima arte, e uma ficção científica altamente influente. O longa até hoje é estudado e figura no top 5 dos filmes mais marcantes de seu gênero. Com toda essa glória fica até difícil de acreditar que o longa fracassou em sua época de lançamento, no início dos anos 80. Mas foi o que aconteceu, com a audiência da época não comprando muito sua proposta lenta de uma ficção noir. Justamente por também ser uma quebra dos filmes energéticos que Harrison Ford estrelava na época (vide Star Wars e Indiana Jones). Tudo o que bastou foi o filme ser lançado nas locadoras e ser descoberto por todo um novo público. Assim começava a jornada ascendente de ‘Blade Runner’.

Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986)

Por falar em filmes que marcaram época, todos que cresceram nos anos 80 certamente lembram das infinitas reprises deste longa dirigido por John Carpenter na Sessão da Tarde. A frase “marcou época” parece ter sido criada para este filme. Assim, acostumados a adorar o filme quando passou na TV aberta, muitos sequer podem imaginar que ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ na verdade se tornou um fracasso para a carreira do cineasta e que isso o deixou bastante chateado na época. Acontece que o diretor investiu pesado na criação do filme e esperava ter um sucesso em mãos. Mas na época ninguém ligou muito para o filme. Inacreditável.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Voltando para o ano de 1982 e voltando a falar de John Carpenter, o diretor é considerado hoje um verdadeiro mestre do cinema e um dos maiores marcos dos anos 80. De fato, ele e Steven Spielberg surgem lado a lado como os dois diretores mais adorados e influentes da época, tendo criado um clássico atrás do outro. A diferença, porém, é que os filmes de Spielberg fizeram sucesso quando lançados, já os de Carpenter só seriam descobertos anos mais tarde, por um novo público. Acontece, na arte temos diversos gênios que só foram apreciados após sua morte, inclusive. Carpenter entrega uma verdadeira obra-prima do medo e da paranoia, cujos efeitos práticos ainda chamam atenção até hoje. Porém, o filme precisou lidar com o sucesso do rival ‘E.T.’ (por falar em Spielberg) e daí já viu, não tinha para ninguém.

Highlander: O Guerreiro Imortal (1986)

A graça das videolocadoras é que ninguém se importava ou sabia na época se um filme havia sido sucesso ou não nos cinemas. A partir do momento em que ele chegava em vídeo, bastava olharmos para sua capa para decidirmos se iríamos gostar ou não. Assim surgia a trajetória de muitos clássicos dos anos 80. O mesmo ocorria com suas exibições na TV aberta. Foi só quando nos ternamos mais velhos que fomos capazes de entender que bem, aquele filme que adorávamos não havia feito sucesso nos cinemas. Foi o caso com o cult máximo ‘Highlander: O Guerreiro Imortal’, que mesmo contando com Sean Connery no elenco e a trilha sonora do Queen, passou em branco nas telonas, conquistando o público apenas em casa. Mas foi o que bastou para o longa gerar uma sequência alguns anos depois. Mas isso é assunto para outra hora…

Flash Gordon (1980)

Por falar na banda Queen, o grupo musical comandado por Freddie Mercury é um dos mais celebrados de todos os tempos. Mas isso não impediu a banda de ser considerada “tóxica”, ao menos para as trilhas sonoras do cinema. Acontece que duas produções relativamente ambiciosas contrataram a banda para escrever e cantas as canções da trilha sonora, e ambos se tornaram fracassos de bilheteria. Bom, mas podemos dizer que ambos foram resgatados logo depois se tornando filmes cult. Depois de ‘Highlander’, temos agora na lista ‘Flash Gordon’ – baseado em clássicos quadrinhos pulp. A tentativa foi transformar a ideia no novo ‘Star Wars’, após o sucesso do filme de George Lucas. Aqui também tínhamos uma aventura espacial grandiosa, porém, o longa ficou parecendo uma paródia da saga de Luke Skywalker. Hoje, o filme é visto com olhos bem mais benevolentes.

Deu a Louca nos Monstros (1987)

Aqui temos outro caso de filme bastante querido pela geração cujo primeiro contato com os filmes ocorria através das exibições da rede Globo. Quando pensamos nos filmes queridos de 1987, pensamos automaticamente em longas como ‘O Predador’, ‘Robocop’, ‘Máquina Mortífera’ e até mesmo em ‘Os Garotos Perdidos’. Hoje, as gerações mais novas quase não falam em ‘Deu a Louca nos Monstros’, nome que ‘Monster Squad’ ganhou no Brasil. porém, todos que viveram àquela época jamais esquecerão do filme que juntou em tela os maiores monstros do cinema (Drácula, Frankenstein, Lobisomem, a Múmia e o monstro da lagoa) para enfrentar uma espécie de ‘Os Goonies’. E são justamente estes fãs mais velhos que mantém a obra viva em sessões de meia noite e sessões especiais, principalmente nos EUA, onde o filme ganhou inclusive um documentário. Isso termina apresentando o longa para novas gerações.

Brazil – O Filme (1985)

Ao lado de ‘Blade Runner’, ‘Brazil – O Filme’ se tornaria uma das ficções científicas mais queridas a sair dos anos 80, e um dos filmes mais à frente de seu tempo. A diferença é que ‘Brazil’ é uma grande crítica social, que possui muito humor ácido incluído em sua narrativa, fazendo sátira de tudo o que ainda rege nossa sociedade, desde trabalhos altamente burocráticos, a obsessão por cirurgias plásticas, nossa capacidade de ficar dormente em meio aos grandes problemas e como a engrenagem pode nos engolir se não soubermos dosar com o que verdadeiramente importa. O protagonista vivido por Jonathan Pryce desejava apenas escapar de tudo isso e fugir para longe com sua amada. É claro que um filme tão complexo seria uma venda difícil e ‘Brazil’ realmente não obteve sucesso. Mas obteve o maior prêmio, se tornou um cult por excelência.

Era uma Vez na América (1984)

Um dos cineastas mais cultuados de todos os tempos pelos cinéfilos é o italiano Sergio Leone. Ele foi o responsável por lançar a carreira de Clint Eastwood no cinema, por exemplo, graças aos faroestes conhecido como a trilogia dos dólares (‘Por um Punhado de Dólares’, ‘Por uns Dólares a mais’ e ‘Três Homens em Conflito’). Mas Leone lançaria ainda o que muitos consideram sua verdadeira obra-prima, ‘Era uma Vez no Oeste’. O último filme do diretor, no entanto, contradizendo o resultado de seus trabalhos anteriores, se tornaria um fracasso financeiro. A ideia era realizar “o grande filme de máfia”, assim como havia feito com “o grande faroeste” em ‘Era uma Vez no Oeste’. Mas o público não comprou a ideia e ‘Era uma Vez na América’ amargaria o fracasso. Hoje, mais de 40 anos depois, o filme é lembrado com mais carinho tendo se tornado um cult do gênero gangster.

O Rei da Comédia (1982)

Acima falei de ‘Era uma Vez na América’, filme de Sergio Leone, estrelado pelo grande Robert De Niro. É o veterano ator que aparece de novo na lista agora, estrelando outro longa que foi fracasso em sua época de estreia nos cinemas, somente para ressurgir como sucesso cult alguns anos depois. Bem, e se dissermos que o longa é dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese a coisa ainda melhora. Acontece que Scorsese é um dos cineastas mais cultuados de todos os tempos, mas nos anos 80 entregou algumas obras que não foram tão bem-vistas assim pela crítica da época.

Filmes como ‘A Última Tentação de Cristo’, ‘Contos de Nova York’, ‘A Cor do Dinheiro’, ‘Depois de Horas’ e este ‘O Rei da Comédia’. Foi só depois de adentrar os anos 90, e fazer as pazes com os críticos, graças ao indicado ao Oscar ‘Os Bons Companheiros’ (que marcou o início de uma nova boa safra), que os filmes dos anos 80 do diretor começaram a ser revisitados e revistos como obras incompreendidas. Do lote, ‘O Rei da Comédia’ sobressai. Junte a isso o lançamento de ‘Coringa’ (2019), filme que pegou muita inspiração do longa de Scorsese, e que foi redescoberto por uma nova geração graças ao blockbuster do palhaço do crime.

Os Sete Suspeitos (1985)

Finalizando a matéria, temos o “whodunit” definitivo dos anos 80. Mas não se trata de um suspense eletrizante, e sim de uma comédia que brinca com o gênero do assassino oculto, que permeou os grandes livros de Agatha Christie, por exemplo. ‘Os Sete Suspeitos’ na verdade é bem mais que uma brincadeira com o suspense clássico do assassinato em uma grande mansão onde todos são suspeitos, inclusive o mordomo. O longa é a adaptação para o cinema do jogo de tabuleiro ‘Clue’, no Brasil conhecido como “Detetive”. Você lembra?

Pois é, nos anos 80 fizeram um filme dele, que rapidamente foi desmerecido e varrido para debaixo do tapete. É claro que bastou o longa ser lançado nas locadoras para um novo público o descobrir. Hoje, o longa é um dos maiores cults saídos dos anos 80, com uma verdadeira legião de fãs. Também pudera, é diversão garantida. O mais legal é que de fato os realizadores gravaram três finais alternativos, e cada um era exibido em um cinema diferente. Fora isso, a ideia vem sendo anunciada para um reboot, que será encabeçado por Ryan Reynolds e Jason Bateman.

Os Trapalhões na Amazon Prime Video!

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Você sabia que nos anos 80 Os Trapalhões dominavam as bilheterias brasileiras, sem dar chance inclusive para as superproduções de Hollywood? Os filmes do quarteto cômico eram a sensação da época no cinema – essa era a fase de sua maior popularidade. Segundo dados da própria ANCINE (a agência nacional de cinema do país), nesta época 13 filmes dos Trapalhões figuraram entre as 20 maiores bilheterias de nosso país. Já imaginou?

Renato Aragão, o eterno Didi, já havia talhado a alcunha como Trapalhão desde meados da década de 1960. Mas a “equipe oficial” com Dedé, Mussum e Zacarias surgiu uma década depois, em 1973, em um programa humorístico aos sábados na extinta rede Tupi. Quatro anos depois, em 1997, mudavam-se para a mais abrangente TV Globo e foi nessa fase que grande parte do público os conheceu, e fez deles um enorme sucesso. O auge, como dito, foram os anos 80, onde todos lembram até hoje de seu programa dominical, que ia ao ar antes do Fantástico.

Essa enorme popularidade na TV, em especial com as crianças, foi levada de maneira sábia aos cinemas, aproveitando o toque de midas do quarteto. Quem cresceu na época certamente lembra de ter assistido a algum dos filmes dos humoristas nas telonas. Esse foi o primeiro contato que muitos de nós tivemos com a sétima arte – como sempre buscando o entretenimento em família. E ninguém melhor para fornecer isso na época do que os Trapalhões. Para termos uma ideia, nessa fase de popularidade máxima, o quarteto lançava dois filmes por ano, chegando inclusive a lançar três longas em um determinado ano.

E foi justamente nessa época que, como citado, os filmes dos Trapalhões não davam folga para as superproduções Hollywoodianas, que chegavam e muitas vezes eram esmagadas pela força dos humoristas de nosso país. Isso nunca mais se repetiu. Esse foi o auge do cinema entretenimento brasileiro. Os filmes dos Trapalhões muitas vezes eram sátiras em cima de personagens e histórias bastante conhecidas, como os Três Mosqueteiros, ‘O Mágico de Oz’, ‘O Auto da Compadecida’ e até aventuras espaciais, pegando carona em ‘Star Wars’.

Justamente por isso, não deixa de ser uma surpresa muito bem-vinda saber que a Amazon Prime Video disponibilizou de forma INÉDITA no streaming nada menos do que 19 filmes do trupe em seu acervo. Abaixo iremos dar uma olhada nos selecionados. Confira e depois corra para assistir os filmes, que são verdadeiras pérolas cômicas de nosso cinema.

Os Saltimbancos Trapalhões (1981)

Provavelmente o maior clássico dos Trapalhões, esse longa marcou época e definiu bastante o sentimento do que era o quarteto na época. Os quatro interpretam parte de uma trupe de circo, explorados por seu patrão. O filme possui canções de Chico Buarque e em 2017 gerou uma continuação tardia.

Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987)

Na infância de muitos da geração anos 80, nada de Selton Mello e Matheus Nachtergaele, a forma que ficamos familiarizados com a obra de Ariano Suassuna foi com este longa estrelado pelos Trapalhões – que reconta de forma hilária a história, trazendo Didi como João Grilo e Dedé como Chicó.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (1984)

E o que dizer da versão de ‘O Mágico de Oz’ (1939), clássico dos clássicos, estrelada pelos Trapalhões? Muito antes de ‘Wicked’ ser uma investida nova no clássico do cinema, os Trapalhões estavam lá e fizeram primeiro. Como sempre Didi comanda a festa, seguido por Dedé como o Leão, Mussum como o Homem de Lata e Zacarias como o Espantalho.

A Princesa Xuxa e os Trapalhões (1989)

Em meados dos anos 80, uma figura muito importante para a cultura pop do Brasil surgia em cena: Xuxa. Seus filmes, assim como o dos Trapalhões faziam enorme sucesso. Assim não demorou para o “crossover de milhões” acontecer. E ele surgiu no fim da década. A trama espacial apresenta uma aventura intergalática repleta de efeitos.

O Casamento dos Trapalhões (1988)

Vivendo como caipiras do interior, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são irmãos. Mas quando Didi vai até a cidade e arruma uma noiva, a dinâmica do quarteto começa a mudar. Este é outro dos filmes que marcaram época se tornando um dos mais famosos da trupe.

Os Trapalhões e o Rei do Futebol (1986)

No mesmo ano de ‘Top Gun’, os Trapalhões lançavam seu filme com o Rei do Futebol, aproveitando a enorme popularidade do Rei Pelé internacionalmente. E não, não é nesse filme que Pelé xinga uma mulher gerando o famoso meme.

Uma Escola Atrapalhada (1990)

Neste filme, os Trapalhões se tornam coadjuvantes da história, inteiramente passada em um colégio, que precisa ser salvo de inescrupulosos empresários. Os verdadeiros protagonistas são a garotada que interpreta os alunos. Eles são encabeçados pela mocinha Tamí (Angélica) e o rebelde Carlão (Supla).

Adorável Trapalhão (1967)

Esse é de uma época que precede o quarteto. Aqui temos apenas Renato Aragão protagonizando, como um sujeito que tenta arranjar uma namorada para seu patrão. A produção é em preto e branco.

O Cangaceiro Trapalhão (1983)

Outro clássico muito famoso dos Trapalhões, aqui a brincadeira é em cima do mito de Lampião, o mais temido cangaceiro do sertão. Didi é confundido com um homem valente, e entra em um grupo de cangaceiros assumindo a alcunha de “Lamparino”.

O Trapalhão na Ilha do Tesouro (1975)

Nessa época, o famoso quarteto ainda não havia sido formado. Assim, nessa aventura que brinca com o gênero bucaneiro, de capa e espada, piratas e o clássico de ‘A Ilha do Tesouro’, apenas Didi e Dedé estão no elenco.

Cinderelo Trapalhão (1979)

Aqui já tínhamos o time inteiramente formado. Na trama, Didi realiza uma façanha ao derrubar um touro bravo e é visto como valente pelo trio de amigos. Assim, eles são incumbidos de defender uma família humilde de um poderoso coronel das redondezas.

Ali Babá e os 40 Ladrões (1972)

Curiosamente, esse é um dos poucos filmes que não leva a palavra ‘Trapalhão’ no título. Aqui temos o título até bem tradicional para o conto, que você já imagina qual seja. Didi vive o Ali Babá do título, um sujeito desafortunado, que vê uma oportunidade de mudar sua vida e de sua namorada. Para isso precisará encarar uma quadrilha de contrabandistas. Essw também é de uma época anterior ao quarteto.

O Incrível Monstro Trapalhão (1981)

Tudo entra na dança aqui, e o filme mistura inclusive o clássico ‘Superman’, sucesso nos cinemas então. A verdadeira sátira aqui é em cima de ‘O Médico e o Monstro’, com Didi na pele de um cientista que termina se transformando em um homem superforte, porém, monstruoso.

Os Trapalhões na Serra Pelada (1982)

A Serra Pelada foi notícia pelo mundo na década de 1980 por ser o maior garimpo a céu aberto do mundo – foi uma verdadeira corrida pelo ouro aqui no Brasil. Na trama, o quarteto se aventura no local e precisa lidar com homens poderosos que escravizam seus garimpeiros.

Os Fantasmas Trapalhões (1987)

E se o grupo Polegar participou de ‘Uma Escola Atrapalhada’, três anos antes outra “boyband” tupiniquim estrelava um filme dos Trapalhões. O grupo Dominó marcou presença nesta aventura, que leva o quarteto até um castelo assombrado na Itália.

Robin Hood – O Trapalhão da Floresta (1974)

Outro filme de uma época anterior à formação do quarteto, aqui temos uma sátira em cima da lenda de Robin Hood, adaptada para o olhar cômico de Renato Aragão. Curiosamente, inspirado por Suassuna, Didi vive o personagem Zé Grilo na trama, e o elenco conta ainda com Dedé.

Simbad – O Marujo Trapalhão (1975)

Novamente, apenas Didi e Dedé estrelam nessa aventura, que precede a criação do quarteto como ficariam mais conhecidos. Aqui, temos uma aventura marítima, tendo como inspiração o conto de Sinbad, a lenda dos sete mares.

Os Trapalhões no Reino da Fantasia (1985)

Um dos filmes mais divertidos e criativos do quarteto, a aventura leva os humoristas até o parque de Beto Carrero, enquanto perseguem criminosos. Assim, o saudoso caubói brasileiro, que era uma espécie de super-herói de nosso país, se junta aos Trapalhões para distribuir muitos sopapos. Quem estrela também é Xuxa no papel de uma freira. Fora isso, 20 minutos do filme são inteiramente criados em animação, desenhada por ninguém menos que Mauricio de Sousa.

Os Três Mosquiteiros Trapalhões (1980)

Sacou o trocadilho? Sim, esses são os mosquiteiros e não os mosqueteiros. Isso porque Dedé, Zacarias e Mussum vivem um trio de jardineiros, partindo atrás de pedras preciosas em Foz do Iguaçu. Didi se junta a eles, como o tratador de aves Zé Galinha.

10 Filmes dos anos 90 que MATARAM Grandes Franquias!

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Um dos exercícios que mais gostamos de fazer aqui no CinePOP é voltar no tempo, para as queridas décadas de 80 e 90. Falando da segunda, ela foi responsável pelo surgimento de algumas das franquias mais queridas até hoje na sétima arte, e que continuam a render frutos hoje, com filmes modernos. Sucessos como ‘Jurassic Park’, ‘O Rei Leão’, ‘Toy Story’, ‘Missão: Impossível’ e ‘Pânico’, por exemplo, seguem firmes e fortes inseridos na cultura popular.

Por outro lado, enquanto alguns filmes foram capazes de cativar tanto o público que deram origem à inúmeras continuações até hoje, outros filmes foram responsáveis por cortar essa fonte, e acabar de vez com os planos para as continuações de uma franquia. Abaixo conheceremos 10 filmes muito promissores dos anos 90 que tinham tudo para iniciar ou continuar uma franquia, mas que foram responsáveis por mata-las. Confira.

Robocop 3 (1993)

Robocop – O Policial do Futuro’ (1987), de Paul Verhoeven, se mantém ainda hoje não apenas como um dos melhores filmes de ação de todos os tempos no cinema, como também uma das melhores produções a sair dos anos 80. Ácido, violento e incrivelmente satírico, ‘Robocop’ possui camadas profundas que vão muito além do cinema de ação. Seu recado é claro. Com tantos elogios, o estúdio não ia perder a oportunidade de criar um novo herói, mas sem Verhoeven para dirigir ‘Robocop 2’ (1990), o filme sofreu críticas duras, mas ainda fez dinheiro o suficiente para seguir com os planos de ‘Robocop 3’ (1993). Já este terceiro filme provou que os filmes do policial mecânico já não tinham mais fôlego, ficando cada vez mais infantilizados – terminou por completo com qualquer possibilidade de um ‘Robocop 4’. E a franquia permanece na gaveta.

Super Mario Bros. (1993)

Outro filme de 1993. ‘Super Mario bros.’ guarda o título de ser o primeiro filme baseado em um videogame famoso da história do cinema. O sinal dos novos tempos havia chegado, e a popularidade dos personagens dos games adentrava o mundo do cinema em grande estilo, em clima de superprodução. Afinal, os quadrinhos haviam se mostrado uma fonte bastante rentável com ‘Batman’ (1989). É claro que o investimento pesado do estúdio tinha planos para criar uma franquia, e caso o primeiro filme tivesse caído nas graças do público, certamente teríamos visto um ‘Super Mario Bros.’ ainda nos anos 90, trazendo novos personagens queridos do público. Mas nem os carismas de Bob Hoskins e Dennis Hopper foram capazes de salvar essa versão sombria do colorido jogo. Mais alinhado com a verdadeira essência está o novo filme em animação, lançado em 2023.

As Tartarugas Ninja 3 (1993)

Não é implicância com 1993, mas o ano realmente trouxe muita tranqueira em seu repertório, com alguns dos filmes que infelizmente ficaram muito longe de seu potencial. Assim como ‘Robocop 3’, ‘As Tartarugas Ninja 3’ serviu para enterrar uma franquia querida do grande público, e dizer adeus a muitos milhões de dólares, tendo em mãos um dos produtos mais quentes da época. As quatro tartarugas humanoides eram as figuras mais amadas da criançada na época, e era uma verdadeira fábrica de fazer dinheiro.

Hollywood logo percebeu isso e transformou em filme, com visual mais adulto e sombrio – criando um verdadeiro sucesso em 1990. Os pais reclamaram da violência, e a continuação ficou mais domada, mesmo assim agradando, em 1991. Porém, os produtores deviam achar que podiam fazer qualquer coisa com o título, que teriam um sucesso. Ledo engano. Assim, uma aventura chata, no Japão feudal, sem qualquer personagem dos desenhos (que era o que a criançada queria ver), levou essa franquia para o buraco e nunca mais veríamos as tartarugas de “borracha” em live-action.

Mortal Kombat: A Aniquilação (1997)

Hollywood pode ser uma fábrica de sonhos e movimentar rios de dinheiro, mas a maior indústria de cinema no mundo também sabe como ninguém perder verdadeiras fortunas. E tudo o que precisa para isso é não ouvir os fãs, e deixar de entregar o que eles verdadeiramente querem. A New Line Cinema até tirou a sorte grande e conseguiu adaptar o videogame ‘Mortal Kombat’ de forma satisfatória em 1995. Esse sucesso deu sinal verde para a continuação. Mas infelizmente, o que seguiu foi um dos piores filmes da história, com ‘A Aniquilação’ em 1997, que ficou parecendo um filme totalmente B, com caracterizações dignas de qualquer “cospobre”. Sendo assim, qualquer intenção de um ‘Mortal Kombat 3’ foi varrido para debaixo do tapete. Esperamos que o reboot da franquia se saia melhor – o segundo filme será lançado este ano.

Street Fighter – A Última Batalha (1994)

Se ‘Mortal Kombat’, de Paul W. S. Anderson, fez sucesso em 1995 ao menos para ganhar uma continuação, ‘Street Fighter’ não conseguiu o mesmo no ano anterior, mesmo contendo um dos maiores astros da ação da época estrelando o filme. A geração que cresceu nos anos 90, lembra bem a popularidade dos maiores jogos de luta da época: Street Fighter e Mortal Kombat. O anúncio de que ambos seriam adaptados ao cinema causou comoção em todo menino do período, e de seus pais, que iriam leva-los ao cinema.

Street Fighter’ foi o primeiro a chegar, e a produção conseguiu escalar Jean-Claude Van Damme, um dos maiores nomes da ação da época como o protagonista. Mas não apenas isso, o talentoso Raul Julia também estava no elenco, no papel do vilão. Apesar do grande potencial para se tornar uma franquia, até mesmo os fãs perceberam que muita coisa estava errada, e jamais tivemos um ‘Street Fighter 2’. Mas um reboot da ideia está vindo aí…

Double Dragon (1994)

No mesmo ano de ‘Street Fighter’ nos cinemas, tivemos também o seu irmão pobre ‘Double Dragon’. Como dito acima, os games de luta mais populares da época dos 16 bits eram Mortal Kombat e Street Fighter. Mas eles não eram os únicos. Antes de ambos fazerem sucesso, existiu Double Dragon. Essa produção menor tentou pegar carona na onda que começava a crescer nos anos 90, a de adaptação de games queridos. Super Mario Bros, Street Fighter e Mortal Kombat estavam sendo produzidos, assim só restava vasculhar o que mais poderia ganhar as telas. Com Robert Patrick e Alyssa Milano no elenco, ‘Double Dragon’ contou com efeitos especiais chamativos para a época, mas passou bem longe de ser considerado um sucesso, recaindo mais no terreno cult e permanecendo na gaveta até hoje.

Spawn – O Soldado do Inferno (1997)

Os anos 90 também viram surgir uma era de quadrinhos promissores, com artistas que haviam deixado a Marvel e a DC, e formado sua própria editora, a Image Comics. O carro-chefe da recém-formada editora era ‘Spawn’, um anti-herói demoníaco, que foge do inferno para completar uma missão. Repleto de poderes sobrenaturais, a criação de Todd McFarlane caiu nas graças dos fãs. Assim, rapidamente o sinal verde foi dado para sua versão cinematográfica, repleta de efeitos especiais (revolucionários para a época), uma boa maquiagem e efeitos práticos, figurinos e caracterizações. Tudo parecia no lugar para o sucesso. A única coisa que faltou foi a mão firme de um bom diretor e um roteiro mais enxuto. Há certo tempo comenta-se sobre um reboot com Jamie Foxx, mas que parece não conseguir sair do papel.

Godzilla (1998)

Godzilla é provavelmente o monstro mais famoso do cinema. A criação japonesa de 1954, surgiu como crítica aos testes nucleares realizados pelas grandes potências, que na ficção terminaram por criar o monstro radioativo gigante que se volta contra a humanidade. O filme original fez tanto sucesso que gerou inúmeras sequências japonesas. O personagem sempre fez parte da cultura pop, mas foi só em 1998 que Hollywood resolveu dar seu pitaco sobre a criatura, transformando a ideia em uma superprodução milionária. Para o comando, ninguém menos que Roland Emmerich, o responsável por destruir o mundo em ‘Independence Day’, um enorme sucesso do cinema. Emmerich queria fazer o mesmo com Godzilla, deixando a possibilidade de uma sequência ao final do filme, como os ovinhos do réptil prontos para chocar. As críticas negativas que o longa recebeu colocaram um fim a essa possível franquia.

Predador 2 (1990)

Os dois últimos itens da lista podem soar como uma pegadinha para muitos. O primeiro, ‘Predador 2’ pode fazer muitos pensarem: “peraí, Predador é uma franquia estabelecida, que inclusive irá lançar um novo exemplar esse ano”. Tudo bem, mas vamos por partes. Voltando para 1987, o primeiro ‘O Predador’ fez sucesso ao misturar ‘Rambo’ e ‘Aliens’, como comentaram alguns críticos da época. É claro que o desejo foi por uma continuação, mas o astro Arnold Schwarzenegger não conseguiu chegar a um acordo sobre seu salário para reprisar o papel de Dutch, assim Danny Glover, astro de ‘Máquina Mortífera’, o substituiu em um filme passado no futuro, que apresentava a selva de pedra de uma Los Angeles quase apocalíptica.

Apesar de ser um cult muito apreciado hoje em dia, ‘Predador 2’ foi um fracasso de crítica e público em sua época de lançamento em 1990. O fato colocou um ponto final (até então) na promissora franquia. O bichão com cara de crustáceo ficaria fora do ar por 14 anos, até ser trazido de volta em 2004 para ‘Alien vs. Predador’. Hoje, a franquia passa por seu terceiro ou quarto reboot (já perdemos as contas). Mas o que todos queriam ver mesmo na época era ‘O Predador 3’ – que nunca chegou.

Batman – O Retorno (1992)

Com ‘Batman – O Retorno’ temos o mesmo caso com o item acima. Uma franquia pode continuar, tendo sofrido inúmeras modificações e reboots. É o caso com ‘O Predador’ e ‘Alien’, por exemplo, que não seguiram uma única linha narrativa, e passaram por diversas reformulações. Esse é o caso também com o herói Batman no cinema. Podemos dizer que a primeira linha narrativa do cavaleiro das trevas começou em 1989 no cinema e seguiu até 1997 com o infame ‘Batman & Robin’. Aos trancos e barrancos, essa era para ser uma mesma série de filmes – até sofrer seu primeiro reboot com ‘Batman Begins’, de Christopher Nolan.

Mas existe ainda um outro porém nessa primeira narrativa – pois ela é dividida entre duas visões do mesmo mundo: a visão de Tim Burton e a de Joel Schumacher. A de Tim Burton termina justamente após ‘Batman – O Retorno’, quando o diretor foi afastado da cadeira de comando, sendo levado a servir como produtor do terceiro filme. O motivo: a violência do segundo. Ah, como toda criança da época sonhou com um terceiro Batman de Tim Burton.

Mark Ruffalo critica bilionários e chama Trump de “grifter”: “Estão roubando vocês enquanto culpam imigrantes

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O ator e ativista Mark Ruffalo, conhecido por interpretar o Hulk no universo Marvel e por seu engajamento político, voltou a se posicionar com firmeza contra o ex-presidente Donald Trump e as políticas migratórias dos EUA.

Em uma série de vídeos e publicações recentes nas redes sociais, Ruffalo afirmou que “os bilionários são o verdadeiro problema, não os imigrantes”, e chamou Trump de “grifter” — um termo pejorativo em inglês usado para descrever golpistas ou aproveitadores.

“Imigrantes não são criminosos. Eles contribuem com bilhões para a economia”, declarou Ruffalo em vídeo. “Os verdadeiros vilões são os bilionários, que tornam nossas vidas insuportáveis e nos deixam desesperados.”

O ator também criticou os apoiadores das políticas de deportação de Trump e da atuação do ICE (agência de imigração dos EUA), dizendo que muitos apontam suas armas para as pessoas erradas:

“Vocês querem expulsar quem colhe sua comida, mas não se importam com quem envenena seus corpos com produtos químicos que não deveriam nem existir. Querem eliminar quem facilita sua vida, mas não questionam quem entorpece suas mentes com mentiras para destruir a solidariedade entre nós.”

Em outro post, Ruffalo acusou Trump de “roubar o povo às claras”, enquanto promove medo e desinformação.

“O presidente é um grifter. Sua família está lucrando com esquemas de criptomoeda. Enquanto isso, o bilionário da tecnologia pega o seu dinheiro de imposto para bancar a fantasia de morar em Marte, enquanto você passa fome e se preocupa com o amanhã.”

O ator ainda criticou cortes em pesquisas contra o câncer e a negligência com populações em situação de risco:

“Ele deixa pessoas com AIDS, famintas ou perseguidas morrerem em silêncio. Demite seus familiares e corta fundos que poderiam salvar quem você ama.”

Ruffalo segue ativo tanto no ativismo quanto na carreira artística. Ele recentemente esteve no filme de Bong Joon Ho, ‘Mickey 17‘, e é protagonista da nova série policial da HBO, ‘Task‘, criada por Brad Ingelsby (‘Mare of Easttown’), com estreia prevista para setembro. Também tem o drama ‘Crime 101‘ programado para 2026.

Conhecido por não se calar diante de injustiças, Ruffalo reforça sua posição como uma das vozes mais combativas de Hollywood — usando sua visibilidade para denunciar desigualdades e defender os mais vulneráveis.

‘Superman Vive’, ‘Homem-Aranha 4’, ‘Batman: Ano Um’ e os Filmes de Super-Heróis que Foram CANCELADOS

Hoje, os super-heróis de quadrinhos são a fonte mais confiável e rentável para as superproduções de Hollywood. E os louros devem ir à Marvel. Porém, mesmo hoje – ou quem sabe há alguns poucos anos no passado – estes projetos enfrentam, vez ou outra, problemas para sair do papel. Seja devido ao orçamento, desistência do estúdio ou dos envolvidos, o que inclui o diretor ou os atores principais, tudo pode se tornaram barreira na hora de criar algo deste porte – mesmo, como dito, sendo um negócio altamente lucrativo. Símbolos icônicos e atemporais como Superman, Batman e Homem-Aranha são verdadeiras máquinas de fazer dinheiro, mas é preciso ter muita cautela e planejamento para levar estes personagens simbólicos para a terceira dimensão das telonas.

De fato, para cada filme concretizado com estes personagens específicos, podemos contar muitos mais que terminaram parando em diversas fases de sua pré-produção. Ou seja, assunto para este tipo de matéria é o que não falta, já que existem mais filmes do gênero que não foram feitos, do que existem os que foram feitos. Para começar a demonstrar isso, trago abaixo alguns dos casos mais famosos de blockbusters que geravam grande expectativa, alguns inclusive iniciando seu processo de produção, que simplesmente não foram adiante, frustrando os realizadores e mais ainda o público – é sempre o público que perde mais. Confira abaixo, diga se conhecia todos os casos e não esqueça de comentar dizendo qual destes você mais gostaria de ter visto realizado nos cinemas.

Batman: Ano Um // de Darren Aronofsky

O novo Batman arrecadou US$ 770 milhões mundialmente e recebeu elogios dos fãs e da imprensa ao trazer Robert Pattinson como o herói. Mas o Homem-Morcego é um personagem que quase teve diversos filmes que nunca chegaram a sair do papel. De fato, poderíamos fazer uma lista só com os filmes do herói que nunca chegaram a se concretizar. Porém, para esta matéria escolhemos um dos que consideramos mais interessantes. Batman: Ano Um. Esse foi a planta do projeto que seria Batman Begins (2005) eventualmente, que, como sabemos, foi o início da trilogia do Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan.

Após o resultado, digamos, não muito positivo de Batman & Robin (1997) – tanto financeiramente, quanto de crítica -, a Warner optou por reiniciar a franquia, e alguns projetos foram ventilados. O escolhido pelo estúdio terminou sendo Batman: Ano Um, que contaria a história de como Bruce Wayne vestiu o uniforme do Batman pela primeira vez. Para comandar, o visionário Darren Aronofsky, então recém-saído de Réquiem para um Sonho (2000). O cineasta queria Joaquin Phoenix no papel principal do herói, e um filme de censura alta, com bastante violência. No fim das contas, a Warner deu para trás nesta visão tão pesada, mas como dito, usou muitas destas ideias em Batman Begins.

 

Superman Lives // de Tim Burton

O maior herói dos quadrinhos, muitos dirão, o Superman foi o primeiro personagem do gênero a ganhar uma franquia nas telonas. Durante a década de 80, os filmes do Super-Homem faziam bastante sucesso nos cinemas, até o resultado frio do quarto e último longa em 1987. Depois disso, já na década de 90, a Warner procurava um jeito de revitalizar a marca, e pensou em projetos que variavam de uma continuação direta a um reboot. Ou quem sabe uma mescla dos dois. Assim, o diretor e roteirista Kevin Smith foi chamado para escrever a história, que deveria ter uma aranha gigante, ursos polares e um parceiro robótico, eram as exigências do excêntrico produtor Jon Peters.

Quando o diretor Tim Burton foi contratado para o comando, Smith saiu e o texto foi modificado, para contar Lex Luthor (Kevin Spacey), Brainiac (Jack Nicholson) e Doomsday como o trio de vilões. Sandra Bullock e Courteney Cox competiam pelo papel de Lois Lane, e Chris Rock havia sido contratado como o novo Jimmy Olsen. Ah Sim, o protagonista seria vivido por Nicolas Cage – temos certeza que você já tinha visto os testes de figurino do ator no papel – e a trama seria baseada nos quadrinhos da Morte do Superman. Realmente, este foi um dos projetos que chegou mais perto de sair do papel, com Superman Lives sendo programado para estrear em 1998. Existe inclusive um documentário sobre os bastidores da produção, com entrevistas de todos, incluindo Kevin Smith e Tim Burton, intitulado The Death of Superman Lives – What Happened?

 

Homem-Aranha 4 // de Sam Raimi

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um dos maiores sucessos do cinema e definitivamente o maior sucesso da última temporada. A parceria entre a Marvel e a Sony para trazer o herói ao MCU se mostrou uma ideia acertadíssima, fazendo a alegria dos fãs. Voltando algum tempo no passado, 20 anos para ser exato, o mundo vivia a celebração de outro Homem-Aranha, o primeiro. Dirigido por Sam Raimi, o filme original do herói foi uma verdadeira comoção e abriu as portas para o gênero, mostrando para Hollywood que a fonte dos quadrinhos podia ser extremamente rentável se feita da maneira correta. Após o terceiro filme, de 2007, que obteve críticas mornas, mas uma boa bilheteria, Raimi ainda almejava realizar não apenas mais um filme, mas dois.

Homem-Aranha 4 e 5 estavam na agenda do diretor e do estúdio. Tobey Maguire e Kirsten Dunst estavam a bordo igualmente, e o diretor iria poder finalmente retratar o Abutre, seu vilão favorito, nas telonas – papel que ficaria com John Malkovich. Outra que estava praticamente contratada era Anne Hathaway no papel de Felicia Hardy, a Gata Negra – embora algumas fontes afirmem que no filme ela se transformaria numa versão feminina do Abutre. Hathaway eventualmente se tornou a Mulher-Gato de O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Também fala-se em Rachel McAdams em algum papel no longa. As filmagens começariam em 2010, para o lançamento em 2011 – porém, o cronograma apertado e o roteiro de um reboot sendo produzido ao mesmo tempo (caso o filme de Raimi não desse certo), terminaram por fazer o cineasta desistir do quarto filme. Uma grande pena.

Pantera Negra // com Wesley Snipes

Pantera Negra (2018) é definitivamente um dos maiores sucessos da Marvel e um dos maiores sucessos recentes do cinema. Extremamente representativo, o longa de Ryan Coogler foi indicado ao Oscar de melhor filme. Esse ano, fomos agraciados com a sequência Pantera Negra: Wakanda para Sempre, que conseguiu honrar o legado deixado por Chadwick Boseman. Antes do blockbuster do MCU, no entanto, o super-herói africano quase foi aos cinemas na década de 1990, e teria ninguém menos que Wesley Snipes como protagonista. Snipes estava muito investido na produção, empolgadíssimo para levar o personagem importante para as telonas. Teria sido um filme bem diferente do que de fato ganhamos, afinal os tempos agora são outros. Fora isso, a realidade dos filmes de super-heróis era outra no início de 1990 também – época em que o ator fazia sucesso com filmes como Homens Brancos Não Sabem Enterrar e Passageiro 57. A produção chegou a ter um roteiro, mas não foi para a frente. Alguns anos depois e Snipes finalmente conseguiria se tornar um personagem de quadrinhos com Blade – O Caçador de Vampiros (1998), uma das principais pedras no alicerce do cinema de gênero.Gambit // com Channing Tatum

Esse é um dos exemplos mais recentes da lista, e um que pode até vir a sair do papel em algum momento futuro. Quem sabe? O personagem é parte do acervo quase ilimitado de mutantes da Marvel, dentro da franquia X-Men. Esse é um universo quase tão rico e repleto de personagens quanto toda a Marvel em si. Após a trilogia dos X-Men no cinema, que terminou em 2006, o plano da 20th Century Fox, estúdio então detentor dos direitos, era criar spin-offs solo para determinados personagens. O primeiro, é claro, foi o mais popular deles, Wolverine, personificado pelo astro Hugh Jackman – que ganhou sua própria trilogia. O segundo da lista seria o vilão Magneto, projeto que foi remodelado como X-Men: Primeira Classe (2011). Depois que Ryan Reynolds fez campanha e ficou à frente do projeto de Deadpool (2016) para que o longa saísse da forma correta, a Fox logo escalou Channing Tatum para ser o frontman do filme solo de Gambit. Por anos o ator e o estúdio tentaram tirar do papel o projeto, com o filme sendo adiado inclusive nos anos de 2019 e 2020. Porém, com a aquisição da Fox pela Disney, a produção foi completamente desligada a esta altura. Mas como dito, pode ser que veja a luz em algum momento futuro.

Inumanos // da Marvel

Um dos triunfos mais louváveis da Marvel no cinema foi apresentar personagens do time B da editora e transformá-los em grandes astros do cinema. Isso foi verdade até mesmo em seu primeiro filme, afinal o Homem de Ferro não era um produto do mesmo nível do Homem-Aranha ou dos X-Men. Seja como for, o MCU seguiu introduzindo marcas desconhecidas do grande público, vide Guardiões da Galáxia, e extraindo ouro deles. É o que a casa de ideias segue fazendo até hoje, com Shang-Chi e Eternos, por exemplo. Tudo é planejado de forma minuciosa e com muita antecedência, fazendo da Marvel Studios, uma das produtoras mais calculistas da Hollywood atual. Dificilmente veremos um filme anunciado sendo engavetado. Mas existe precedente. É o caso com Inumanos, planejado para estrear em 2018, adiado para 2019 e depois indefinidamente. É curioso que o astro Vin Diesel havia sido contratado com um acordo duplo com o estúdio, cederia a voz para o alienígena árvore Groot, de Guardiões da Galáxia, e seria a forma física do mudo Raio Negro de Inumanos. Mas este foi um projeto que a Marvel varreu para debaixo dos panos, tirando de seu cronograma. Alguns dizem que foi por causa da entrada do Homem-Aranha no MCU, outros dizem que foi por motivo da péssima recepção da série de TV com os personagens em 2017. Existe até a possibilidade de que o projeto tenha evoluído para se tornar o filme dos Eternos em 2021.

Liga da Justiça // de George Miller

“Quem é Jack Snyder?” Bem antes do diretor Zack Snyder entregar sua versão (dupla) da Liga da Justiça, o projeto quase viu a luz do dia em meados da década de 2000. Falando em outro projeto que quase saiu do papel, assim como Superman Lives, o primeiro filme do supergrupo da DC é um dos mais famosos a se tornar lenda urbana do que poderia ter sido. Com o título de Liga da Justiça – Mortal, o diretor e elenco haviam sido contratados, o filme tinha um roteiro, e já estava em fase de pré-produção, sendo cancelado devido a impostos. George Miller, dos filmes Mad Max, estava no comando, e havia escalado Armie Hammer como Batman, DJ Cotrona como Superman, Megan Gale como Mulher-Maravilha, Adam Brody como Flash, Common como Lanterna Verde, Santiago Cabrera como Aquaman, Hugh Keays-Byrne como Manhunter e Zoe Kasan como Iris Allen. Já os vilões seriam Maxwell Lord, vivido por Jay Baruchel e Talia al Ghull, vivida por Teresa Palmer – isso antes de Pedro Pascal e Marion Cotillard viverem os antagonistas nos filmes Mulher-Maravilha 1984 e O Cavaleiro das Trevas Ressurge, respectivamente. Se o nível de ação e adrenalina fosse o mesmo de Mad Max – Estrada da Fúria, estaríamos feitos.

EXCLUSIVO: Diretor de ‘Memórias de um Caracol’ fala sobre as profundas mensagens da animação; Confira!

A aclamada animação indicada ao Oscar Memórias de um Caracol continua em exibição nos cinemas nacionais e, recentemente, tivemos a oportunidade conversar com o diretor Adam Elliot, que trouxe detalhes sobre os bastidores e sobre o processo de construção do filme.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Adam Elliot.

Grace Pudel é uma garota solitária que coleciona caracóis ornamentais e tem um enorme amor pelos livros. Ainda muito jovem, Grace foi separada do irmão gêmeo, o pirofagista Gilbert, e a partir daí, entrou em uma espiral contínua de ansiedade e angústia. Apesar dessas inúmeras dificuldades, a menina volta a encontrar inspiração e esperança quando inicia uma amizade duradoura com uma idosa excêntrica chamada Pinky, repleta de coragem e desejo de viver.

O elenco de voz é formado por Sarah SnookKodi Smit-McPheeJacki WeaverEric BanaMagda Szubanski e outros.

10 filmes brasileiros necessários disponíveis nas plataformas de streaming!

O cinema brasileiro vive um grande momento, conquistando prêmios internacionais e mostrando uma produção que não para de crescer. Mas essa força e versatilidade não são de hoje. Ao longo dos anos, nossas histórias vêm provocando importantes reflexões e aproximando o público da realidade do país. Pensando nisso, selecionamos 10 filmes brasileiros indispensáveis que você pode encontrar nos streamings:

 

Homem com H (Netflix)

Nesta brilhante cinebiografia, acompanhamos a trajetória de Ney Matogrosso desde a infância, conhecendo de perto os passos iniciais e a chegada ao sucesso desse fantástico artista da música brasileira.

 

Oeste Outra Vez (Telecine)

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

 

Vítimas do Dia (Globoplay)

O motorista de aplicativo Elder (Amaury Lorenzo) estava em uma noite comum na sua rotina. Chegando em casa, no subúrbio do Rio de Janeiro, após trabalhar o dia todo, vai ao supermercado comprar um item desejado pela esposa Daiane (Jéssica Ellen), grávida. Chegando no lugar, é atingido por uma bala perdida. Em meio a um intenso tiroteio, precisa aguardar atendimento, sendo amparado por frequentadores e funcionários do estabelecimento. Em paralelo, Daiane sem saber notícias do marido, acaba entrando em trabalho de parto e tem dificuldades de sair de casa pois a violência também bate em sua porta.

 

Kubrusly – Mistérios Sempre há de pintar por aí (Globoplay)

 

Uma história de amor em meio a um rico material de um profissional exemplar que sempre colocou a cultura brasileira em suas pautas. Assim podemos começar uma análise sobre esse cativante projeto. Exibido em primeira mão na Mostra de Cinema de Gostoso 2024, Kubrusly – Mistérios Sempre há de pintar por aí reúne uma importante pesquisa, que junta materiais de arquivo aos detalhes do cotidiano, para registrar o começo, meio e as novas descobertas do viver de um homem diagnosticado com uma doença cruel que continua a escrever a sua própria história.

 

Kasa Branca (Telecine)

Na trama conhecemos o jovem e gente boa Dé (Big Jaum) que está passando por um momento delicado. Sua avó, a única parente de seu presente, está numa estrada sem volta com a doença de alzheimer e, precisando cuidar dela, as contas só acumulam. Morador de um bairro de Mesquita, Chatuba, no Rio de Janeiro, ele resolve enfrentar esse momento vivendo o máximo de experiências com ela, contando com a ajuda de seus dois melhores amigos Adrianim (Diego Francisco) e Martins (Ramon Francisco).

 

Propriedade (Netflix)

Na trama, conhecemos Tereza, uma mulher de família rica (Malu Galli) que no passado fora vítima de um assalto que acabou na morte do assaltante, fato que a deixou traumatizada. O tempo passa e junto ao seu marido resolvem fazer uma viagem para a fazenda da família no interior. Só que chegando no lugar, os trabalhadores que prestam serviços lá, liderados por Dona Antônia (Zuleika Ferreira), se revoltam por uma série de situações e tomam o lugar. Tereza consegue se trancar no seu carro mas sem ter a chance de fugir. Assim, começa um jogo psicológico onde a não comunicação se torna um elemento importante para refletirmos sobre o que assistimos até o último segundo de projeção.

 

Tia Virgínia (Canal Brasil)

Na trama conhecemos Virginia (Vera Holtz), uma mulher solteira, que nunca teve filhos ou se casou, que cuida da sua mãe de quase 100 anos em uma casa confortável. Ela está prestes a receber a visita das duas irmãs, o esposo de uma delas e alguns de seus sobrinhos para comemorarem juntos aquele que pode ser o último natal da mãe já bem debilitada. Ao longo de memórias da família, situações que beiram ao constrangimento, Virgínia passa esse dia prestes a perceber que é a hora de realizar tudo aquilo que sempre sonhou, entrando em conflito com quem quer que seja.

 

Levante (Globoplay)

Na trama, conhecemos Sofia (Domênica Dias), uma adolescente super alegre, entrosada com as amigas de longa data, craque do time de vôlei de seu bairro que após se destacar nas quadras recebe uma possível proposta irrecusável, sendo forte concorrente à uma bolsa de estudos para jogar seu esporte favorito em outro país sul-americano. Acontece que no mesmo período dessa grande notícia, uma outra abala suas estruturas emocionais, ela está grávida. Desesperada e querendo interromper a gravidez, ela busca forças nas amigas e no seu pai (Rômulo Braga) mas sem deixar de sentir a fúria de um grupo de pessoas que fica sabendo da tentativa de aborto e que começa a discriminá-la.

 

Estranho Caminho (MUBI)

Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.

 

Cadê o Amarildo? (Globoplay)

Um caso que chocou o Brasil e até hoje com pontas soltas. Trazendo para o público mais um olhar para uma história que completa 10 anos em 2023, uma abordagem policial feita por membros da UPP da rocinha, no Rio de Janeiro e o sumiço de um ajudante de pedreiro, o documentário da Globoplay Cadê o Amarildo? ao longo das quase duas horas de projeção, busca encontrar mais respostas através de depoimentos da família, das autoridades policiais da época, de testemunhas nunca ouvidas e do julgamento de policiais envolvidos em uma ação que até hoje parece ter peças que não se encaixam. A dor e o sofrimento dos familiares também é mostrada, uma busca por justiça constante ao longo de todo esse tempo.

Terminam as filmagens do aguardado filme ‘Talismã’, de Thais Fujinaga

Após o sucesso do tocante A Felicidade das Coisas, sua participação como roteirista em alguns episódios da série Os Outros, do Globoplay, e com diversos curtas premiados em festivais no Brasil e no exterior, a cineasta paulista Thais Fujinaga acaba de concluir sua segunda direção de um longa-metragem de ficção: o drama Talismã.

Foto: André Luiz de Luiz
Foto: André Luiz de Luiz

Rodado em locações de Porto Alegre e Guaíba, no Rio Grande do Sul, o projeto nos mostrará a história de uma dançarina (Fernanda Chicolet) que, mesmo se dedicando ao máximo, nunca chegou ao sucesso que esperava. Quando sua filha começa a ganhar destaque em um reality show infantil, a protagonista entra em uma complicada crise existencial.

Foto: André Luiz de Luiz
Foto: André Luiz de Luiz

O elenco reúne nomes conhecidos do nosso cinema, como Stepan Nercessian, Fernanda Chicolet e Allan Souza Lima, além da atriz mirim Sophia Fuggacy, que faz sua estreia nas telonas. Outro destaque é a participação especial do jornalista e crítico de TV Chico Barney, conhecido por seus comentários sobre o universo do entretenimento.

Thais Fujinaga - Foto: Daniel de Bem
Thais Fujinaga – Foto: Daniel de Bem

O filme ainda não tem data de estreia mas em breve deve estar chegando aos festivais de cinema e depois aos cinemas brasileiros. Ficaremos de olho!

Crítica em Vídeo | ‘Extermínio – A Evolução’ aposta no drama e esquece o terror

Eu trago a crítica em vídeo de ‘Extermínio: A Evolução‘ (28 Years Later), terceiro filme da franquia.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Ainda vivendo em quarentena devido ao vírus da raiva, um sobrevivente decide se aventurar no coração sombrio do continente.

Desenvolvido como a primeira parte de uma nova trilogia, o longa contou com um orçamento de US$ 60 milhões.

Extermínio: A Evolução’ já está em exibição nos cinemas.

Além de Jodie Comer, o elenco ainda conta com Jack O’Connell (‘Invencível’),  Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

 

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Blumhouse oficializa COMPRA dos direitos da franquia ‘Jogos Mortais’

A Blumhouse, responsável por inúmeros sucessos do terror, adquiriu os direitos de todos os futuros filmes, séries e outras propriedades da franquia Jogos Mortais (via Variety).

A icônica saga slashergore, criada por James Wan, estendeu-se por nada menos que dez longas-metragens, sendo o mais recente deles conquistando inúmeros elogios da crítica e do público.

A companhia pagou um valor não divulgado pela parte da franquia atualmente detida pelos produtores Oren Koules e Mark Burg. Em declarações, Koules disse que parecia “o momento certo para passar o bastão”, enquanto Burg afirmou que queria “seguir em frente e contar novas histórias”.

A Lionsgate, que lançou todos os filmes da série e arrecadou mais de US$1 bilhão em bilheteria global, continuará como parceira na propriedade e manterá sua participação acionária atual de 50%, bem como a distribuição de produções futuras.

Em uma declaração oficial, Jason Blum, fundador da Blumhouse, afirmou que Jogos Mortais “definiu uma geração do terror” e que “seu impacto cultural continua a crescer, tornando este um investimento estratégico em uma das propriedades do gênero mais reconhecidas e bem-sucedidas das últimas duas décadas”.

Blum também disse que disse que Wan e Leigh Whannell, roteiristas do primeiro filme, serão trazidos “de volta ao grupo” e ajudarão a guiar o futuro da franquia.

Crítica | ‘Nem Toda História de Amor Acaba em Morte’ – Comédia romântica apresenta primeira protagonista surda da história do cinema brasileiro

A rotina que mata. Trazendo um importante olhar para a surdez e acessibilidade gerando uma representatividade importante e ainda pouco vista nos produtos audiovisuais brasileiros, o longa-metragem paranaense Nem Toda História de Amor Acaba em Morte, entre beijos e feridas, num cair e levantar, busca um retrato sutil do cotidiano. Escrito e dirigido por Bruno Costa, e já exibido em dois dos principais festivais de cinema do Brasil, este é um projeto que explora, com leveza, as gangorras emocionais do coração.

Sol (Chiris Gomes) é uma professora que está em um casamento na iminência do fim. Quando resolve tomar essa decisão, acaba conhecendo e se apaixonando por Lola (Gabi Grigolom), uma jovem atriz surda que luta para manter viva sua companhia de teatro. Quando as duas resolvem embarcar de forma definitiva nesse relacionamento, conflitos com o ex-marido de Sol, Miguel (Octávio Camargo), se tornam presentes.

Nessa tragicômica jornada, que ganha força à medida que se afasta de seu início, acompanhamos uma protagonista em crise, descobrindo novas formas de amar e de enxergar as relações. O roteiro se arrisca ao adotar uma estrutura quase episódica, como pequenas esquetes que se costuram em busca de simplificar o que é, por natureza, complexo. Fórmula que funciona quando o filme, num segundo momento, engrena.

Uma nova fase da vida e os sussurros dos que cismam em não entender, se tornam alguns dos contrapontos que se chocam numa narrativa com um abre alas com o freio de mão puxado mas que de alguma forma utiliza um trunfo interessante, um papo reto, uma mensagem objetiva, que deixa o filme sutil, com momentos cômicos e fácil identificação. Embora nem sempre alcance maior profundidade e por vezes se embarace em suas próprias propostas, mantém um tom leve e agradável que convida o espectador a seguir até o fim.

Além dos méritos já mencionados, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte traz um importante espaço para a representatividade da comunidade surda, apresentando a primeira protagonista surda da história do cinema brasileiro. O filme estreia em 2026 nos cinemas do nosso país.