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Crítica | ‘Nem Toda História de Amor Acaba em Morte’ – Comédia romântica apresenta primeira protagonista surda da história do cinema brasileiro

A rotina que mata. Trazendo um importante olhar para a surdez e acessibilidade gerando uma representatividade importante e ainda pouco vista nos produtos audiovisuais brasileiros, o longa-metragem paranaense Nem Toda História de Amor Acaba em Morte, entre beijos e feridas, num cair e levantar, busca um retrato sutil do cotidiano. Escrito e dirigido por Bruno Costa, e já exibido em dois dos principais festivais de cinema do Brasil, este é um projeto que explora, com leveza, as gangorras emocionais do coração.

Sol (Chiris Gomes) é uma professora que está em um casamento na iminência do fim. Quando resolve tomar essa decisão, acaba conhecendo e se apaixonando por Lola (Gabi Grigolom), uma jovem atriz surda que luta para manter viva sua companhia de teatro. Quando as duas resolvem embarcar de forma definitiva nesse relacionamento, conflitos com o ex-marido de Sol, Miguel (Octávio Camargo), se tornam presentes.

Nessa tragicômica jornada, que ganha força à medida que se afasta de seu início, acompanhamos uma protagonista em crise, descobrindo novas formas de amar e de enxergar as relações. O roteiro se arrisca ao adotar uma estrutura quase episódica, como pequenas esquetes que se costuram em busca de simplificar o que é, por natureza, complexo. Fórmula que funciona quando o filme, num segundo momento, engrena.

Uma nova fase da vida e os sussurros dos que cismam em não entender, se tornam alguns dos contrapontos que se chocam numa narrativa com um abre alas com o freio de mão puxado mas que de alguma forma utiliza um trunfo interessante, um papo reto, uma mensagem objetiva, que deixa o filme sutil, com momentos cômicos e fácil identificação. Embora nem sempre alcance maior profundidade e por vezes se embarace em suas próprias propostas, mantém um tom leve e agradável que convida o espectador a seguir até o fim.

Além dos méritos já mencionados, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte traz um importante espaço para a representatividade da comunidade surda, apresentando a primeira protagonista surda da história do cinema brasileiro. O filme estreia em 2026 nos cinemas do nosso país.

‘The Boys’: Anthony Starr revela seus cinco momentos favoritos como Capitão Pátria

Com quatro temporadas de sangue, caos e litros de leite desconfortavelmente ingeridos, Antony Starr colecionou momentos icônicos interpretando o instável e ameaçador Capitão Pátria em ‘The Boys‘.

Durante um painel para a campanha do Emmy da série, o ator revelou quais foram os momentos mais marcantes da sua jornada como o super-herói mais perigoso do universo da Prime Video — e ambos envolvem a deterioração psicológica do personagem.

“Um momento que se destaca para mim na terceira temporada foi a cena no espelho”, contou Starr. “Lembro de ler o roteiro e dizer ao [criador] Eric Kripke: ‘Acho que tem algo a mais aqui. A gente pode ir mais fundo.’”

A cena em questão, onde o Capitão Pátria conversa consigo mesmo diante do espelho, escancarando sua dualidade e desequilíbrio mental, nasceu de uma ideia trazida pelo próprio ator — e abraçada por Kripke.

“Temos uma colaboração incrível. É a melhor da minha carreira. A gente construiu aquela cena juntos e ela acabou ficando realmente sombria e distorcida”, disse Starr. “Foi ali que pensei: ‘Meu Deus, podemos ir até lá mesmo.’”

O ator também destacou outro momento de impacto na quarta temporada, especificamente no episódio 4, em que o passado de seu personagem é revelado por meio de flashbacks em um laboratório da Vought, onde ele foi criado como uma experiência.

“Foi mais um daqueles momentos ‘oof, tá aí’. O que estava no papel já era bom, mas enxerguei um novo ângulo. Levei para o Eric, montamos juntos e ficou incrível. Se eu não sei o que vai acontecer, o público também não sabe. E estar nesse limite criativo é um lugar muito fértil.”

No painel, Starr foi acompanhado por colegas de elenco como Jack Quaid, Erin Moriarty, Colby Minifie, Tomer Capone, Susan Heyward, Nathan Mitchell, Claudia Doumit, Jessie T. Usher e Chace Crawford. Juntos, eles refletiram sobre a profundidade emocional dos personagens.

“Todo mundo aqui interpreta personagens profundamente danificados. E isso é algo do qual me orgulho: o quanto vamos fundo nesses lugares escuros com os quais o público se identifica.”

A temporada final de ‘The Boys promete continuar desafiando os limites da sátira e da crítica social, encerrando uma era marcada por violência estilizada, humor corrosivo e reflexões cada vez mais afiadas sobre poder, política e culto à personalidade. Para Kripke, recuar não é uma opção.

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‘O Píer’: Kevin Williamson revela que nova série da Netflix foi inspirada no passado criminoso de seu pai

Mais de 25 anos após conquistar o público com ‘Dawson’s Creek‘, o roteirista e produtor Kevin Williamson retorna ao universo das histórias à beira-mar — desta vez, em um dos projetos mais pessoais de sua carreira.

Em entrevista ao New York Post, Williamson revelou que sua nova série da Netflix, ‘O Píer‘, que estreia nesta quinta-feira (20), foi “livremente inspirada” no passado de seu pai.

“Meu pai era pescador e acabou se metendo em problemas ao contrabandear algumas drogas no barco de pesca”, contou. “Mas era coisa pequena. Ele foi pego, preso e pagou o preço.”

Williamson explicou que o pai, já falecido, sempre dizia: “Espere até eu morrer” para contar essa história.

“Mas sei que ele tinha um grande senso de humor e, onde quer que esteja, deve estar feliz por eu ter feito essa série.”

Na trama de ‘O Píer‘, os Buckleys, uma tradicional família de pescadores da Carolina do Norte, recorrem ao tráfico de drogas para tentar salvar seu império em decadência — mas rapidamente tudo sai do controle.

Apesar das semelhanças, Williamson deixou claro que o enredo é apenas inspirado, não biográfico.

“Meu pai foi o melhor homem que conheci. Sempre me perguntei como alguém tão bom pode ter tomado um rumo errado. Acho que estamos num mundo onde todo mundo tem um ‘bico’, todo mundo está tentando sobreviver, pagar as contas. Quis explorar essa luta.”

O Píer‘ marca uma guinada mais sombria na carreira do criador de sucessos como ‘Pânico‘ e ‘The Vampire Diaries‘, abordando temas como moralidade, sobrevivência e os limites do certo e errado dentro da própria família.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Holt McCallany, Maria Bello, Jake Weary, Melissa BenoistDave Annable e outros estrelam.

 Williamson assina o roteiro da produção, além de servir como produtor executivo ao lado de Ben Fast.

Apesar de ser conhecido por criar a icônica franquia ‘Pânico‘ e estar fortemente associando ao gênero terror, Williamson também tem experiência em projetos dramáticos – tendo sido responsável pelo clássico teen ‘Dawson’s Creek‘.

Holt McCallany revela que Mindhunter pode voltar como trilogia de filmes dirigida por David Fincher

Cinco anos após o fim de sua aclamada segunda temporada, ‘Mindhunter‘ pode finalmente ganhar uma continuação — e em novo formato.

Em entrevista ao CBR, o ator Holt McCallany, que interpretou o agente do FBI Bill Tench, revelou que o criador da série, David Fincher, está considerando reviver a história como uma trilogia de filmes para a Netflix.

“Tive uma reunião com o David Fincher no escritório dele há alguns meses, e ele me disse que existe uma chance de a série voltar como três filmes de duas horas cada. Mas é só uma chance”, revelou.

Segundo o ator, há roteiristas trabalhando em esboços, mas o projeto só avançará se Fincher estiver completamente satisfeito com o material.

“Ele precisa estar feliz com os roteiros. E para isso acontecer, o sol, a lua e as estrelas precisam se alinhar”, brincou.

McCallany também deixou claro que os filmes seriam produzidos diretamente para a Netflix, plataforma original da série.

“Em termos de datas e logística, tudo pode ser resolvido. Mas depende mesmo de o David ter o tempo e a vontade, e de ele ficar feliz com o material — e isso é uma grande incógnita.”

Baseada no livro Mindhunter: O primeiro caçador de serial killers americano, de John E. Douglas e Mark Olshaker, a série original estreou em 2017 e foi elogiada por sua abordagem minuciosa e sombria sobre a criação da unidade de perfis criminais do FBI.

Holt McCallany e Jonathan Groff interpretaram os agentes Bill Tench e Holden Ford, versões ficcionais dos investigadores reais, que entrevistavam serial killers como Ed Kemper, Charles Manson e David Berkowitz para entender seus padrões psicológicos.

Desde o fim da segunda temporada, os fãs pedem pela continuação — e agora, com a possibilidade da trilogia de filmes, há uma nova fagulha de esperança.

“Me senti muito sortudo por ter feito parte daquela série. Adoraria se ela voltasse”, concluiu McCallany. “Fincher me deu um pouco de esperança nessa reunião.”

Por enquanto, os projetos seguem em fase embrionária, mas os seguidores do universo ‘Mindhunter‘ certamente terão um bom motivo para ficar atentos aos próximos passos de David Fincher.

Relembre o trailer da 2ª temporada:

A história acompanha dois agentes do FBI na década de 1970, que entrevistam serial killers na esperança de ajudar a resolver outros assassinatos.

O elenco conta com Jonathan Groff, Holt McCallany, Anna Torv, Stacey Roca, Michael Cerveris, Joe Tuttle, Lauren Glazier, e Albert Jones. 

‘Juntos’: Diretor, Neon e WME responde a acusação de plágio envolvendo o filme: “A história é profundamente pessoal”

O cineasta Michael Shanks, roteirista e diretor do aguardado thriller de horror corporal ‘Juntos‘, se pronunciou publicamente na última segunda-feira (16) após ser alvo de um processo por suposta violação de direitos autorais.

A ação judicial, registrada em maio, acusa o longa de ser uma cópia do filme independente Better Half (2023), dirigido por Patrick Henry Phelan. A produtora Neon, os atores-produtores Dave Franco e Alison Brie, e a agência WME (que representa todos os envolvidos) também são citados no processo.

Em uma declaração com forte tom emocional, Shanks classificou as acusações como “devastadoras” e afirmou que ‘Juntos‘ é uma obra inspirada diretamente em sua própria vida e relacionamentos.

“Estive com minha parceira por mais de 16 anos — quase metade da minha vida. Essa fusão de identidade, amor e codependência é o que inspirou ‘Juntos‘. Não é apenas um roteiro; é um reflexo de algo profundamente pessoal”, afirmou o diretor.

Segundo ele, o primeiro rascunho do roteiro foi concluído e registrado junto à Writers Guild of America (WGA) em 2019, muito antes do roteiro de Better Half ter sido enviado à WME. Shanks também diz que o projeto recebeu apoio financeiro da Screen Australia em 2020 e que, dois anos depois, foi apresentado a Dave Franco, que se interessou pelo projeto e trouxe Alison Brie para o elenco e produção.

“Ser acusado de roubar essa história — tão profundamente baseada na minha vivência pessoal, desenvolvida ao longo de anos — é devastador”, escreveu.

A Neon e a WME também reagiram fortemente às alegações. Em comunicado conjunto, as empresas acusaram o autor do processo de tentar “conseguir 15 minutos de fama” e de agir de má-fé ao acionar a imprensa antes mesmo de registrar o processo formalmente.

“Não houve qualquer tentativa de apurar se o roteiro de ‘Juntos‘ precedia o do autor da ação — e precede”, afirmam. “Quase todas as semelhanças apontadas já estavam no roteiro original de 2019 escrito por Shanks, muito do qual foi inspirado em sua própria história de vida”.

Juntos‘, que estreou com elogios no Festival de Sundance 2025, foi adquirido pela Neon por US$ 17 milhões — o maior acordo de distribuição do festival.

Apesar do impacto emocional das acusações, Shanks diz estar confiante:

“Os fatos importam. A linha do tempo está documentada. Os rascunhos, registros e comunicações estão todos lá. Eu me orgulho de ‘Juntos‘ e da longa jornada que foi trazê-lo à vida.”

O caso segue em trâmite judicial, mas a disputa promete movimentar ainda mais a discussão sobre originalidade, inspiração e limites criativos na indústria cinematográfica.

Sobre a acusão

Segundo a denúncia, os produtores de ‘Better Half‘, Jess Jacklin e Charles Beale, descobriram a existência de ‘Juntos‘ na véspera de sua exibição no festival e decidiram assistir.

“Enquanto a plateia ria e aplaudia, Jacklin e Beale ficaram em silêncio absoluto, vendo seu pior pesadelo se desenrolar”, diz o processo. “Cena após cena confirmava que os réus não apenas se apropriaram de ideias genéricas, mas roubaram praticamente todos os aspectos únicos da expressão protegida de ‘Better Half‘”.

A origem do suposto plágio remontaria a agosto de 2020, quando a diretora de elenco de ‘Better Half‘ enviou o roteiro e uma proposta formal para Brie e Franco, através de seus agentes na WME. De acordo com os documentos judiciais, a resposta foi rápida: “Dave vai recusar, mas obrigado por pensar nele”. 

Na descrição original, ‘Better Half‘ era apresentado como uma comédia satírica e surreal, e não como um filme de terror. A obra estreou no Brooklyn Film Festival como uma comédia romântica e marcou a estreia do roteirista e diretor Patrick Henry Phelan, que assina o projeto.

A ação destaca várias similaridades entre os dois filmes. Ambas as histórias acompanham casais que precisam aprender a viver fisicamente unidos, explorando o controle compartilhado do corpo e a evolução do relacionamento. “Enquanto inicialmente tentam de tudo para se separar — de intervenções médicas a motosserras —, no final aceitam sua nova condição”, diz a queixa.

Entre as cenas apontadas como cópias, há uma sequência no banheiro em que os protagonistas, unidos pelas genitálias, tentam esconder a situação de outro personagem próximo. A ação também ressalta que ‘Juntos‘ termina com os personagens ouvindo o álbum Spiceworld, das Spice Girls — mesmo desfecho de ‘Better Half‘.

Com estreia marcada para 14 de agosto e distribuição brasileira pela Diamon Films, ‘Juntos‘ agora enfrenta uma batalha legal que pode manchar sua trajetória promissora. Até o momento, os envolvidos no processo não se manifestaram publicamente.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Sucesso entre os críticos, o longa conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os especialistas, de maneira geral, elogiaram as atuações de Dave Franco e Alison Brie, além de destacarem o roteiro e a direção de Michael Shanks.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

‘Extermínio: A Evolução’: Danny Boyle fala sobre retorno ao terror e possibilidade de dirigir James Bond novamente

Após anos afastado da icônica franquia de terror iniciada com ‘Extermínio‘ (28 Days Later), Danny Boyle está de volta com ‘Extermíno: A Evolução‘, novo capítulo da saga que mistura horror, tensão social e vírus que transformam pessoas em criaturas violentas.

Em entrevista ao podcast Crew Call, do Deadline, o cineasta britânico compartilhou detalhes sobre o projeto — e comentou a possibilidade de voltar à franquia 007, agora sob comando da Amazon MGM Studios.

Boyle revelou que o novo longa, protagonizado por Aaron Taylor-Johnson e o jovem ator Alfie Williams, foi filmado com um iPhone 15 Pro Max, utilizando iluminação natural inspirada no estilo do cineasta grego Theo Angelopoulos. A decisão estilística, segundo ele, traz uma estética crua e visceral ao filme, evocando realismo e urgência.

“Há um movimento em direção à beleza. Não é apenas sobre o horror — embora haja muito horror —, mas também é uma jornada em direção ao belo”, afirmou Boyle.

O longa traz uma dimensão mais íntima ao universo caótico dos infectados: um pai tentando proteger seu filho pequeno em meio ao cenário devastado do Reino Unido, agora transformado em uma ilha de quarentena infestada de monstros. A sensibilidade do enredo contrasta com o terror físico e psicológico que marca a franquia.

Alex Garland, roteirista de ‘Extermínio‘, também retorna à parceria com Boyle — algo que os fãs aguardavam desde que os planos de continuação se esfriaram após ‘Extermínio 2‘ (2007), dirigido por Juan Carlos Fresnadillo. A vivência do mundo real com a pandemia de COVID-19 reacendeu o interesse de ambos pelo tema:

“Foi impossível não pensar em como a nossa história parecia ter previsto o que vivemos em 2020”, refletiu o diretor.

Sobre os próximos passos da trilogia, Boyle comentou sobre um possível retorno à franquia James Bond, após sua saída do projeto ‘007: Sem Tempo para Morrer‘. O cineasta deixou a porta entreaberta:

“Nunca diga nunca. Mas no momento, estou totalmente imerso nesse mundo [‘Extermíno: A Evolução‘], e tem sido incrivelmente recompensador.”

Extermíno: A Evolução‘ estreia nos cinemas nesta quinta-feira (21) e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Mundo Pixar retorna a São Paulo com novas salas e experiência de imersão inédita

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Os estúdios Pixar não alcançaram a aclamação e o impacto que possuem hoje por qualquer motivo: desde 1995, quando estrearem com a lendária animação ‘Toy Story’, o time criativo e executivo da companhia vem apostando fichas em profundas narrativas que fornecem uma perspectiva original sobre a multiplicidade e a complexidade da vida – e que, de maneira apaixonante, atravessam gerações e nos conquistam pelas ambiciosas incursões que promovem.

Através de um sucesso constante e quase sempre certeiro, não é surpresa que o legado do estúdio tenha se expandido mundo afora – conquistando uma legião de fãs no Brasil. E foi pensando nisso que Luiza Queiroz e Wagner Zaratin uniram forças para trazer à vida a exposição Mundo Pixar, que retorna para uma segunda temporada na cidade de São Paulo.

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Após encantar o público no Shopping Eldorado, a exposição agora acontece no estacionamento do Shopping Center Norte, ampliando-se para nada menos que 3500 m² e 14 salas imersivas que respiram história e que nos convidam a uma jornada memorialística e tocante que merece ser apreciada em sua completude.

Com ingressos disponíveis no site oficial do evento e nas bilheterias físicas, a atração conta com cenários inéditos de produções mais recentes da Pixar, além de trazer clássicos atemporais: a exposição tem início com um breve vídeo introdutório antes de abrir espaço para os fãs se divertirem com o formigueiro de ‘Vida de Inseto’, revisitar a casa do Sr. Fredricksen, de ‘Up – Altas Aventuras’, passear pelo ateliê de Edna Moda, de ‘Os Incríveis’, e conhecer o Mundo dos Mortos de ‘Viva: A Vida é uma Festa’.

“O mais legal é que o Mundo Pixar nasceu no Brasil, né?”, disse Zaratin, sócio-diretor da produtora SolutionOff, em entrevista exclusiva ao CinePOP. “Nós criamos o Mundo Pixar no período pós-pandemia. Então, havia uma demanda muito grande de sair de casa. Todo mundo queria sair de casa e a Pixar queria que as pessoas saíssem em família – e nós tínhamos que tirar as pessoas de dentro do mundo eletrônico”.

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Diferente da primeira edição, o retorno do Mundo Pixar conta com franquias mais recentes do estúdio, como a idílica e fantasiosa ‘Luca’, a aclamada vencedora do Oscar ‘Divertida Mente’, e a subestimada animação ‘Elementos’. E, para compor cada uma das salas, o time responsável pela criação construiu uma experiência sinestésica e introduziu uma aromatização específica para os cenários, prezando pela imersão completa dos visitantes.

“O intuito não é tecnologia, é realmente a história da imersão, do passeio em família e cada um no seu saudosismo. E o contato humano, que é o que a Pixar preza. Quando criamos o projeto, ele foi pensado para isso. Começamos no Eldorado. Não estava nos planos transformá-lo em algo itinerante, mas se tornou um sucesso gigante. Viajamos pelo Brasil e mundo afora. Agora está em Seul e em Bruxelas. Só que precisávamos voltar para São Paulo e, para isso, precisávamos trazer coisas novas. Então, criamos [a exposição], junto à Pixar e usando muito pesquisa, escutando o que as pessoas que visitaram tinham para dizer. Escolhemos essas novas franquias em cima disso e continuamos fazendo essa mistura entre clássicos e novidades”, Zaratin acrescenta.

Quando questionada sobre os principais obstáculos enfrentados para trazer a exposição de volta a São Paulo, Queiroz, diretora de marketing da Live Entertainment & Franchise Integrated, também frisou na necessidade de trazer novidades aos fãs.

“Eu acho que o desafio foi a gente se superar, porque tínhamos que trazer coisas novas, somar àquilo que gostaríamos de repetir, por exemplo, o quarto do Andy. Então, o que a gente pode trazer de diferente? Dessa vez, você pode entrar embaixo da cama e ver o famoso sapato com o nome dele. Então, pensamos em detalhes que pudessem somar à experiência do consumidor e em quais novas histórias traríamos, porque são muitas, não era viável trazer todas”, ela explica.

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Queiroz continua, afirmando que o público sempre teve voz ativa na seleção dos projetos que integrariam as salas, além de esclarecer alguns dos aspectos levados em consideração para a composição do evento: “fizemos uma pesquisa sobre a primeira [exposição], então sabíamos o que o consumidor queria mais ver e ‘Vida de Inseto’ entra nessa seleção – algo que nos surpreendeu. Mas também trouxemos alguns lançamentos [recentes], como ‘Red: Crescer é uma Fera’”.

“Então, acho que foi um pouco dessa soma, sabe? Do que é lançamento, do que é relevante para o consumidor, do que fica legal em 3D. Porque, por exemplo, ‘Wall-E’, tentamos e não ficou tão legal. Ficou um pouco escuro, um pouco triste. Fizemos um pouquinho de cada coisa para que se transformasse nessa mistura”.

Queiroz também foi questionada sobre o impacto da Pixar no Brasil, explorando a visão mercadológica e humana causada pelo estúdio nos espectadores.

“Quando pensamos em fazer esse evento lá atrás, nos perguntamos: por que fazer um Mundo Pixar?”, ela disse. “Primeiro, porque queríamos reforçar o posicionamento da marca Pixar no Brasil, porque as pessoas amam as histórias e os filmes, mas existem obras que elas nem sabem que pertence à Pixar. ‘Luca’, ‘Red’, ‘Valente’Pixar é esse nome de inovação, de tecnologia, de inclusão. Quisemos trazer o mundo Pixar como um guarda-chuva para que o consumidor pudesse reconhecer essas histórias dentro desse panteão”.

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Em 2025, o capítulo inicial da Pixar, ‘Toy Story’, completa trinta anos – e a terceira entrada da saga faz uma década desde sua chegada aos cinemas. Pensando nisso, os idealizadores do projeto remodelaram a sequência de visitação das salas para que os espectadores se encantassem com um grand finale pensado minuciosamente, iniciando com uma recriação em escala do quarto de Andy, com a presença dos icônicos protagonistas Woody e Buzz, e expandindo-se para uma sala adjacente de ‘Toy Story 3’, nos convidando para revisitar a creche Sunnyside e o vilanesco urso de pelúcia Lotso.

Lançado em 1995 e responsável por inúmeras inovações tecnológicas que foram incorporadas em outros espectros, a animação dirigida por John Lasseter promoveu uma grande revolução no cenário animado – e eternizou diversos personagens amados pelo público e que, agora, fazem parte de uma marca multimidiática que continua a gerar frutos.

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“Este ano, ‘Toy Story’ completa três décadas”, Queiroz acrescenta. “Fizemos questão de terminar a exposição com Sunnyside e com ‘Toy Story’, para nos lembrarmos desse legado. Falamos na empresa que existe a geração ‘Toy Story’. Das pessoas que foram assistir ao filme como o primeiro na vida. E hoje elas são millennials e estão trazendo seus filhos para ver os novos filmes da Pixar. Acho que tínhamos essa missão de continuar e preparar essas pessoas para ‘Toy Story 5’. E vão acontecer várias histórias por aí que vão gerar novas memórias inesquecíveis para todo mundo”.

A exposição, que já foi vista por quase 3 milhões de pessoas ao redor do planeta e já passou por países como Chile, México, Espanha, Bélgica e Coreia – com possibilidades palpáveis de ser levada para lugares inéditos, inclusive no Brasil.

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“Nós presenteamos o Rio de Janeiro, que foi um dos grandes públicos na primeira versão. Para além desse eixo São Paulo-Rio, possivelmente iremos para Belo Horizonte, mas não está nada certo, por enquanto. Porém, essa nova versão vai para fora do Brasil primeiro, e só no final do ano que vem”, revela Zaratin.

Lembrando que a exposição Mundo Pixar já estreou oficialmente para o público. Ingressos e informações podem ser encontrados aqui!

Estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal, ‘Eddington’ ganha vídeo INÉDITO de bastidores; Confira!

Eddington, longa estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal, ganhou um novo vídeo promocional nos convidando a conhecer os bastidores do projeto.

O filme tem estreia marcada para o dia 18 de julho nos cinemas norte-americanos.

Confira:

O filme teve uma estreia morna no Rotten Tomatoes, abrindo com 65% de aprovação, com base em 49 análises.

Os críticos, em geral, elogiaram o longa, embora tenham apontado algumas falhas na narrativa.

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“O filme provavelmente teria sido melhor se fosse mais focado (e mais curto), mas a visão insana de Aster faz com que a maioria dos diretores pareça tímida em comparação”, disse Nicholas Barber do BBC.

“Sem cerimônia nem piedade, Eddington arranca o curativo de uma vez — e nem todos vão querer olhar ou pensar sobre o que está por baixo dele”, disse Damon Wise do Deadline.

“Há um lado indulgente em Ari Aster e, embora esteja mais contido aqui, é possível sentir que ele ainda se entrega a isso. No entanto, esse traço também é inseparável do que faz dele, em Eddington, um cineasta tão estimulante”, disse Owen Gleiberman do Variety.

“Se Hereditário e Midsommar mexeram com o psicológico por meio de narrativas genuinamente assustadoras e imagens impactantes, e Beau Tem Medo foi igualmente desconcertante e enlouquecedor, Eddington é apenas irritante e vazio”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Aster nos entregou mais um filme que arrepia, perturba e dá vontade de sair da própria pele. Você só gostaria que este não parecesse tão próximo da não ficção”, disse David Fear do Rolling Stone.

“O quarto longa de Aster é menos impactante como um choque ao sistema do que pela forma vívida, e desconfortável, com que retrata, no dia a dia, o quanto o nosso futuro digital tem tirado das pessoas a capacidade de identificarem suas próprias verdades”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“‘Eddington’ pode parecer um passo atrás para Ari Aster no que diz respeito aos seus visuais marcantes e à sua habilidade de criar experiências cinematográficas perturbadoras. No entanto, o filme revela justamente o contrário: Aster mostra que é capaz de transportar esses pesadelos para o mundo real — e fazê-los funcionar dentro dele”, disse Emma Kiely do Collider.

“Um filme melhor sintetizaria de forma coesa o macro com o micro, mas Aster, em vez disso, os deixa lado a lado de forma dissonante, ressoando ao vento do deserto”, disse Richard Lawson do Vanity Fair.

O longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.

Crítica | ‘O Último Respiro’ – Chegou no Prime Video uma narrativa intensa e carregada de tensão!

Baseado em uma história real que envolve uma das profissões mais perigosas do mundo, o longa-metragem O Último Respiro vai direto ao ponto, sem rodeios, ao reconstituir um resgate inacreditável – e até hoje considerado inexplicável – ocorrido a centenas de metros de profundidade no Mar do Norte. Sob a direção de Alex Parkinson, o filme conduz o espectador por uma narrativa intensa e cheia de tensão, onde o foco e a precisão exigidos pelo ofício se chocam com variáveis incontroláveis da natureza.

Ao longo de 93 minutos, acompanhamos a trajetória de Chris (Finn Cole), um mergulhador especializado em grandes profundidades, que é escalado para uma missão de manutenção em oleodutos submarinos, ao lado de Duncan (Woody Harrelson) e Dave (Simu Liu). Quando o navio que os leva começa a sofrer com o tempo ruim, Chris acaba ficando para trás com apenas 10 minutos de oxigênio emergencial restante. Correndo contra o tempo, Duncan, Dave e toda a equipe de comando no navio buscam soluções para trazê-lo de volta.

São 30 mil quilômetros de oleodutos – tubulações subaquáticas responsáveis pelo transporte de petróleo – cuja manutenção depende exclusivamente de mergulhadores de saturação, profissionais que passam longos períodos em grandes profundidades. Partindo desse cenário arriscado, o roteiro escolhe um recorte específico: uma intensa história de sobrevivência, que concentra seu foco no clímax e nas decisões cruciais de toda uma equipe, sem se aprofundar em muitas camadas narrativas.

Movimentando-se entre thriller e drama, uma fórmula eficiente acaba sendo imposta, indo direto ao centro de suas questões, algo que se difere de muitos outros filmes que retratam resgate e mostram o sopro da tentativa de sobrevivência. Soma-se a isso uma ótima direção e competentes atuações. O projeto, com cenas de tirar o fôlego, teve locações em Aberdeen (Escócia) e em Malta, tendo o auxílio do documentário Last Breath como referência – também dirigido por Parkinson (ao lado de Richard da Costa).

Essa história é algo até hoje sem muitas explicações científicas. A água fria e a mistura de gases com alta pressão parcial de oxigênio pode ser algo que explique o retorno intacto do mergulhador. Mas até os dias atuais esse resgate bem-sucedido é um dos grandes mistérios do mundo e aqui nessa obra, que chegou na Prime Video em 2025, vemos com real impacto todo o mix de emoções que trabalhadores numa das mais arriscadas profissões do mundo podem passar a qualquer momento do seu perigoso ofício.

Lorde anuncia “Hammer” como próximo single do álbum ‘Virgin’

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A aclamada cantora e compositora Lorde revelou hoje (18) que irá lançar um terceiro single oficial de seu antecipado quarto álbum de estúdio, ‘Virgin’.

Intitulada “Hammer”, a canção já está disponível para pré-salvamento, mas ainda não tem data de lançamento confirmada.

Em seu perfil oficial no X (antigo Twitter), Lorde revelou que a faixa, que abre o álbum, é uma “ode à vida urbana e ao tesão”.

Veja:

Com lançamento agendado para o dia 27 de junho, o compilado conta com os singles “What Was That?”“Man of The Year’, além de outras nove faixas inéditas.

Confira:

1. Hammer
2. What Was That?
3. Shapeshifter
4. Man of the Year
5. Favourite Daughter
6. Current Affairs
7. Clearblue
8. GRWM
9. Broken Glass
10. If She Could See Me Now
11. David

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

Connie Britton, de ‘The White Lotus’, entra para a nova COMÉDIA da HBO

Segundo o Deadline, a indicada ao Emmy Connie Britton (‘The White Lotus’, ‘A Lista da Minha Vida’) foi escalada para a nova série de comédia da HBO estrelada por Steve Carell.

Britton dará vida à ex-mulher do personagem interpretado por Carell.

A atriz se junta também aos previamente confirmados Charly ClivePhil DunsterDanielle DeadwylerJohn C. McGinleyLauren TsaiAnnie Mumolo.

Ainda sem título oficial, sabe-se que a atração foi criada por Bill Lawrence (‘Ted Lasso’, ‘Falando a Real’) e Matt Tarses (‘Scrubs’).

A série é ambientada em um campus universitário e gira em torno do relacionamento complicado de um autor (Carell) com sua filha Katie (Clive).

Tsai dará vida a uma candidata a doutorado em neurociência na universidade em questão, que está em um relacionamento com Phil (Dunster), ex-marido de Katie.

O episódio de estreia é assinado por Lawrence e Tarses, que também entram como produtores executivos ao lado de Carell, Jeff IngoldLiza Katzer.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

10 filmes pra você presentear em um futuro ‘Inimigo Oculto’

Todo mundo conhece o ‘Amigo Oculto’. Mas você já brincou de ‘Inimigo Oculto’? É o aposto da primeira brincadeira! Pensando nesses jogos que dominam alguns lares rodeados de amigos e boas risadas, segue abaixo algumas sugestões de filmes pra você presentear caso seja chamado para um ‘Inimigo Oculto’:

 

A Reconquista

Na trama, baseada em uma obra homônima de L. Ron Hubbard, que passou longe de ser um enorme sucesso, acompanhamos um mundo já no século XXX onde a terra foi colonizada por alienígenas e assim chegamos na saga de um homem que deseja liderar uma revolução contra os agora donos do nosso planeta.

 

Rampage: Destruição Total

Na trama, conhecemos o especialista em primatas Davis Okoye (Dwayne Johnson, o The Rock), um funcionário dedicado de um centro de controle de animais que possui uma relação muito próxima dos animais dos quais é responsável, principalmente de um gorila albino chamado George que sabe se comunicar pela linguagem dos sinais. Certo dia, após um experimento caótico no espaço deixar cair amostras na terra de uma substância que muda o perfil de quem tem contato, George é afetado pela substância o transformando em um animal descontrolado. Buscando uma solução para o fato e tentando proteger a cidade onde mora da destruição, Okoye e uma engenheira genética (Naomie Harris) tentam encontrar um antídoto para reverter essa situação.

 

Ilha de Segredos

Na trama, conhecemos Jonas (Philip Froissant) um jovem atormentado por sequentes tragédias em sua vida que o faz morar com seu avô que teve pouquíssimo contato durante toda sua vida onde nasceu, uma ilha pertencente a Alemanha. Ele sempre conta com a ajuda da amiga Nina (Mercedes Müller). Certo dia, após alguns meses das mencionadas tragédias que se seguiram em sua vida, chega à escola a nova professora de alemão Helena (Alice Dwyer), uma mulher misteriosa que em pouco tempo na ilha já se relaciona com Jonas e apresenta misteriosos olhares que escondem segredos sobre seu passado.

 

Titan

Titan conta a história do piloto da força aérea norte americana Rick (Sam Worthington, da franquia Avatar) que é um dos selecionados para um programa espacial com aval da Nasa e da Otan que consiste em enviar para Titã, a segunda maior lua do sistema solar, maior até do que o planeta Mercúrio, um grupo de pessoas/experimentos já que para sobreviverem em Titã precisarão passar por uma mudança genética, uma criação de uma nova espécie evolutiva em cima do DND Humana que conhecemos. Conforme se avança, a esposa de Rick, Abi (Taylor Schilling, conhecida pelo ótimo seriado Orange Is the New Black), que é médica, começa a perceber que há algo de muito errado em toda essa experiência.

 

O Terremoto – A Falha de San Andreas

Na trama, conhecemos Ray (Dwayne Johnson) um especialista na arte do resgate e socorros que está se divorciando de sua ex-mulher Emma (Carla Gugino). Perto de sair de folga para levar a filha até a nova faculdade, um impactante terremoto atinge a cidade onde vive deixando o caos pelo caminho. Esse terremoto foi previsto pela equipe da Caltech chefiada pelo Doutor Lawrence (Paul Giamatti) que faz de tudo para avisar a população sobre os perigos intermináveis dessa ação natural. Com esse cenário de destruição eminente, Ray não mede esforços, seja pilotando um helicóptero, um avião monomotor ou uma lancha contra um tsunami para salvar sua família.

 

Dolittle

Na trama, conhecemos conhecido, genial e excêntrico Dr. Dolittle (Robert Downey Jr.), um homem recluso que passa os dias lutando contra a solidão desde o dia que sua esposa partiu em uma aventura e nunca mais voltou. Tudo muda quando o protagonista recebe duas visitas ao mesmo tempo e acaba embarcando em uma aventura para salvar uma rainha de um terrível final.

 

O Babá(ca)

Na trama, um estudante universitário (que está suspenso) é indicado por sua mãe para ser babá de três crianças numa noite.  Ele só não contava estar totalmente despreparado para a noite maluca que vinha pela frente ao lado desses três jovens com personalidades completamente diferentes.

 

O Sacrifício

Remake de um filme da década de 70, dirigido por Neil LaBute, O Sacrifício nos leva até a história de um homem da lei que começa uma investigação sobre um desaparecimento em uma ilha.

 

O que esperar quando você está esperando?

Na trama, conhecemos cinco casais que estão prestes a entrar na galeria de pais do ano. Cada casal reage de uma maneira diferente à expectativa da primeira gravidez e algumas vezes vemos essas histórias serem interligadas. Tem o casal jovem que inesperadamente recebe a notícia da gravidez, um casal de famosos que buscam a melhor maneira de se entender quando o assunto é gravidez, uma mulher que se dedica a ensinar mamães mas na verdade reage bem escandalosamente à gravidez, entre outras histórias.

 

The Babymakers

Na trama, conhecemos um casal que sofre muito (principalmente o homem) por não conseguir obter a gravidez tão esperada. Após muito escutar as fofocas nocivas alheias e meio já de saco cheio de ser dado como o grande responsável de não conseguirem engravidar, o rapaz recebe uma grande ajuda de seus amigos com o único objetivo de ir até um depósito e roubar o esperma que ele deixou em um banco de esperma alguns anos no passado.

 

Crítica | ‘Extermínio – A Evolução’ NÃO é terror e nem dá medo, mas emociona…

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Após duas décadas do lançamento de ‘Extermínio‘ (2002) e sua sequência ‘Extermínio 2‘ (2007), a franquia retorna com Extermínio – A Evolução‘, prometendo resgatar o horror visceral e o impacto apocalíptico que marcaram os dois primeiros filmes. No entanto, o que se esperava ser uma reinvenção empolgante do gênero zumbi, nas mãos do roteirista Alex Garland, se transforma em uma experiência frustrante, desorientada e, acima de tudo, sem alma.

Os dois primeiros capítulos da franquia foram marcos do cinema de terror britânico. ‘Extermínio‘ inaugurou uma nova era de filmes de zumbi com sua abordagem mais realista e agressiva, apresentando infectados rápidos, uma atmosfera sufocante e reflexões sociais sobre o colapso da civilização. A cena em que o Cillian Murphy acorda sozinho no hospital e anda por uma Londres vazia e devastada se tornou uma das mais icônicas do cinema.

Extermínio 2‘, que dividiu os críticos, me agradou em cheio por expandir esse universo com mais ação, mantendo a tensão e a brutalidade, além de uma direção visual forte e coesa. A cena inicial em que o pai abandona sua esposa e filhos e foge dos zumbis é extremamente perturbadora e bem dirigida.

Já ‘Extermínio – A Evolução‘ parece esquecer completamente o que tornava seus antecessores tão eficazes. O roteiro assinado por Alex Garland, conhecido por obras instigantes como ‘Ex Machina‘ e ‘Aniquilação‘, transforma o longa em um drama familiar melodramático, sem espaço para sustos, tensão ou cenas memoráveis de terror. O que poderia ser uma nova onda de caos e desespero se dilui em conflitos emocionais, diálogos expositivos e um arco dramático que emociona – mas pode decepcionar quem esperava algo aterrorizante.

Danny Boyle, que comandou o primeiro, traz uma direção confusa e fragmentada, investindo em efeitos duvidosos e uma edição frenética. E o que falar das tais cenas filmadas com iPhone? Uma ótima ideia, uma péssima execução.

A fotografia contribui para a sensação de desorientação. A escolha de filtros diferentes — ora verde-escuro, ora azul intenso — cria uma identidade visual por vezes confusa, quase como se estivéssemos assistindo a pedaços de filmes distintos colados em sequência. Em vez de enriquecer a narrativa ou destacar mudanças de tom, essas decisões estéticas apenas tornam o filme visualmente cansativo.

Entre as atuações, o destaque surpreendentemente fica por conta do garotinho Edvin Ryding, que entrega uma performance sensível e instintiva, muitas vezes superando Aaron Taylor-Johnson, que faz o seu melhor mesmo tendo pouco tempo em tela. Jodie Comer, por sua vez, até consegue criar uma personagem intrigante, mas é sabotada por diálogos fracos que minam qualquer profundidade emocional que ela tenta construir.

Extermínio – A Evolução‘ é uma tentativa ambiciosa de reinventar a saga, mas falha justamente por negar o que fez a franquia funcionar: o medo, a urgência, o caos. Em vez de elevar a narrativa a novos patamares, Garland entrega um roteiro introspectivo demais, que não assusta. O drama familiar pode emocionar, mas não era isso que eu esperava de um filme da franquia. Para um filme que carrega o peso de uma franquia consagrada, sair do cinema com indiferença é o pior dos destinos.

Vale lembrar que uma nova trilogia já foi anunciada, e o cliffhanger final deve dividir opiniões.

James Gunn rebate pressão sobre ‘Superman’: “É apenas um filme”

A chegada deSuperman aos cinemas, marcando o início do novo Universo Cinematográfico da DC (DCU), tem gerado muita expectativa e, para alguns fãs, a ideia de que um possível fracasso do filme poderia significar o fim do universo compartilhado.

No entanto, o cineasta James Gunn, responsável pelo longa, minimizou essa pressão em uma entrevista à Rolling Stone.

“Realmente, eu apenas digo: ‘Isso é problema deles'”, afirmou Gunn, referindo-se às altas expectativas. “Porque essa não é a verdade para mim. Minha verdade é que este é o primeiro filme da DC Studios. Outras pessoas podem dizer: ‘Tem que ser um home run, nada mais’. Eu fico tipo, ‘Não, eu ficaria muito feliz com um duplo'”.

Gunn fez um paralelo com o início do MCU para ilustrar seu ponto: “A porra do Homem de Ferro não era o princípio e o fim de tudo. Não era Avatar. Estamos fazendo algo que é uma peça do quebra-cabeça. Não é o quebra-cabeça em si. Temos Pacificador, temos Supergirl, e o que queremos fazer é fazer um filme que as pessoas amem, elas se sintam conectadas aos personagens. É apenas um filme. Não é tudo”.

O diretor também expressou sua frustração com a narrativa midiática que amplifica a pressão sobre Superman. “Eu odeio quando há um artigo de merda e está acontecendo sobre todos os problemas e blá, blá, blá, blá, blá, e ‘isso significa ainda mais pressão sobre James Gunn e Superman’. Eu fico tipo, ‘Pessoal, eu não sou responsável por tudo isso. Eu sou responsável pela minha fatia do bolo. Eu tenho que fazer meu orçamento de volta. Ficarei muito feliz com isso'”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Superman’: Rachel Brosnahan critica atores que desdenham de filmes de heróis após participarem

Rachel Brosnahan, a futura Lois Lane do filmeSuperman, expressou recentemente sua desaprovação em relação a atores que aceitam papéis em grandes produções de super-heróis e, posteriormente, as criticam publicamente.

De acordo com a Variety, Brosnahan foi direta em sua opinião: “Não sei por que as pessoas dizem sim [a um projeto] apenas para depois virar e reclamar dele. Olha, não quero falar mal de outros atores, mas por um tempo parecia legal não gostar de filmes de super-heróis e olhar para projetos como esse com desdém. Faça ou não faça, e depois assuma”.

Embora a atriz não tenha citado nomes, diversos colegas de profissão têm se distanciado publicamente de seus projetos de super-heróis. Recentemente, Dakota Johnson comentou sobre o fracasso de ‘Madame Teia’, afirmando: “Não foi culpa minha”.

Chris Hemsworth também refletiu sobre ‘Thor: Amor e Trovão’ em entrevista à GQ, descrevendo o filme como “bobo demais” para o seu próprio bem. Em outro bate-papo com a Vanity Fair, ele admitiu: “Fiquei preso no improviso e na esquisitice, e virei uma paródia de mim mesmo. Não consegui concluir bem”.

Por outro lado, Rachel Brosnahan demonstrou entusiasmo com seu novo papel e a possibilidade de futuras produções. “Sim, eu voltaria”, disse ela sobre participar de uma sequência. “Nos divertimos muito. E tem muita gente do elenco com quem eu nem tive a chance de trabalhar”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

James Gunn revela se vilões de ‘The Batman’ podem aparecer no DCU

James Gunn, chefe do DC Studios, comentou recentemente sobre a possibilidade de vilões clássicos do Batman, como o Charada e o Pinguim, aparecerem tanto no Universo Cinematográfico da DC (DCU) quanto na “Batman Epic Crime Saga” de Matt Reeves, apesar de os personagens já estarem sendo adaptados nesta última.

Segundo o ComicBook, James Gunn explicou a situação: “Não [há uma regra contra]. Mas tanto a Crime Saga quanto o DCU fazem parte dos Estúdios DC, então é claro que levamos tudo em consideração. Mas não há nenhuma regra rígida”.

Ainda não foram confirmados quais vilões do Batman aparecerão na sequência de ‘The Batman’, que Matt Reeves está dirigindo como o próximo capítulo de sua saga. No entanto, rumores ao longo dos anos apontam para a possível introdução de personagens como o misterioso e enfaixado Silêncio (Hush) e o ambíguo Harvey Dent (Duas-Caras).

Lembrando que Superman estreia em 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.

Sarah Jessica Parker revela que quase recusou papel icônico em ‘Sex and the City’

sarah jessica parker
sarah jessica parker

A atriz Sarah Jessica Parker, eternizada como Carrie Bradshaw emSex and the City, revelou recentemente que quase recusou seu papel icônico na série. A vencedora de seis Globos de Ouro chegou a pedir à sua agente para “me tirar disso” logo após a HBO aprovar a série, em junho de 1997, depois da gravação do episódio piloto.

Segundo o Deadline, Parker explicou o pânico que sentiu, apesar de ter tido uma experiência “adorável” filmando o primeiro episódio.

“Quando a série foi aprovada, entrei em pânico. Pensei: Não posso estar em uma série de TV. Acho que não sou feita para esse tipo de vida”, confessou a atriz.

Ela detalhou a razão de seu receio: “É muito difícil explicar. Isso meio que me deixou deprimida. Acho que era a ideia de fazer a mesma coisa repetidamente. Eu sempre tive sorte de participar de séries que tinham fim. Conhecia pessoas incríveis, tinha boas experiências, trabalhava com atores e diretores maravilhosos, achava as histórias interessantes… Mas elas duravam uma ou duas temporadas, e depois eu seguia em frente”.

Parker explicou que preferia papéis menores, atuando como uma atriz “nômade” que gostava de estar disponível para trabalhar com cinema e teatro.

“Queria estar em movimento. Para mim, isso era ter tudo”, disse ela. “A ideia de uma série fixa significava que eu não poderia fazer todas essas coisas. E parecia que alguém estava colocando a mão na minha boca. Foi muito estranho”.

A atriz chegou a ligar para seus agentes, pedindo: “Ei, vocês conseguem me tirar dessa?”. Ela até se ofereceu para fazer vários filmes para a HBO em troca. No entanto, seu agente a convenceu a tentar por um ano: “Faça por um ano. Se você não quiser continuar depois disso, não continuamos”.

O ponto de virada para Parker foi o encontro com a lendária figurinista Patricia Field.

“Passou de uma ideia opressora para possibilidades infinitas”, afirmou. “E eu nunca mais olhei para trás. Nunca deixei de estar feliz por estar lá. Não havia lugar onde eu preferisse estar do que no nosso set, todos os dias, sem exceção”.

Atualmente, And Just Like That’, o revival da aclamada série, está disponível na Max.

A produção conta com Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis reprisando os papéis que as levaram ao estrelato no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Cattrall também fez algumas participações especiais na série.

Anne Burrell, chef e apresentadora de ‘A Batalha dos Piores Cozinheiros’, morre aos 55 anos

anne burrell
anne burrell

A renomada chef de cozinha e personalidade televisiva Anne Burrell, famosa por apresentar o programa ‘A Batalha dos Piores Cozinheiros’, faleceu aos 55 anos. O falecimento ocorreu em sua casa, em Nova York, na manhã desta terça-feira, conforme noticiado pelo Deadline.

A família da chef emitiu um comunicado lamentando a perda: “Anne foi uma esposa, irmã, filha, madrasta e amiga muito amada, seu sorriso iluminava todos os ambientes por onde passava. A luz de Anne irradiava muito além das pessoas que a conheciam, tocando milhões ao redor do mundo. Embora ela não esteja mais conosco, seu calor, espírito e amor infinito permanecerão eternos”.

Burrell era amplamente reconhecida como uma das grandes estrelas do Food Network, cativando o público com seu icônico cabelo loiro espetado e sua personalidade vibrante.

Um porta-voz da emissora também se pronunciou: “Anne era uma pessoa extraordinária e um talento culinário marcante — ensinando, competindo e sempre compartilhando a importância da comida em sua vida e a alegria que uma refeição deliciosa pode proporcionar. Nossos pensamentos estão com a família, amigos e fãs de Anne neste momento de imensa perda”.

A carreira televisiva de Anne Burrell começou como sous chef no programa ‘Iron Chef America’. Em seguida, ela estrelou seu próprio show, ‘Segredos de uma Chef’, que teve nove temporadas. Seu trabalho mais recente foi em ‘House of Knives’, que estreou em março deste ano.

Anne Burrell casou-se com Stuart Claxton em 16 de outubro de 2021. Ela deixa o marido, o enteado Javier, sua mãe Marlene e a irmã Jane.

‘Vingadores: Apocalipse’: Novo set pode ter confirmado aparição do Sentinela no filme [RUMOR]

A BBC está relatando que a Marvel Studios está em vias de construir outro cenário de ‘Vingadores: Apocalipse’ (Avengers: Doomsday) no Reino Unido, desta vez no lado da Floresta Bracknell, na fronteira com Windsor (via CBM).

A Marvel está buscando uma permissão de planejamento de 10 semanas (entre 14 de julho e 20 de setembro), dando-lhes tempo para construir e desmontar o cenário, que é descrito como “uma casa com calçada e marcações rodoviárias”. As filmagens ocorreriam por apenas um dia em agosto.

Os planos de aplicação confirmam que o cenário em questão é a casa de Annie Reynolds, mãe de Robert Reynolds em ‘Thunderbolts*’/‘Os Novos Vingadores’. Ainda que seja possível que os executivos estejam usando codinomes, o projeto em questão parece sugerir que Bob/Sentinela, se reúna com a mãe no longa-metragem.

vingadores apocalipse
vingadores apocalipse

O personagem foi interpretado por Lewis Pullman em ‘Thunderbolts*’.

Enquanto nada é confirmado, vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Crítica | ‘Sally’ – Uma história real e emocionante sobre a primeira norte-americana a viajar para o espaço

Em busca de uma história real, marcante e cheia de camadas, o documentário Sally nos conduz pela trajetória pessoal e profissional de Sally Ride, a primeira astronauta norte-americana a viajar para o espaço. Corajosa e pioneira, ela abriu caminhos em um ambiente dominado pelo machismo dentro dos estudos aeroespaciais. Disponível no Disney Plus, o projeto, vencedor de um prêmio no Festival de Sundance deste ano, já desponta como um dos grandes documentários lançados em 2025.

O roteiro é cirúrgico ao revelar os detalhes mais significativos da trajetória de Sally Ride, desde o circo midiático em torno de sua primeira missão até os debates sobre sexualidade em uma década de 1970 e 1980 ainda marcada por forte preconceito contra quem decidia se assumir. Além disso, somos guiados pela própria Sally em muitos momentos, por meio de áudios e vídeos da época. Nessa narrativa em grande parte contada por ela mesma, o documentário nos ajuda a compreender o contexto social da época e as inúmeras pressões que ela enfrentou por todos os lados.

Um dia a NASA colocou um anúncio com vagas para selecionar o primeiro grupo de mulheres astronautas do programa espacial norte-americano. Num mundo dominado por homens, Sally foi uma das selecionadas. Num primeiro momento somos convidados a conhecer um pouco sobre a protagonista desta história, como se fosse uma espécie de prólogo sobre o que o projeto abordaria mais pra frente. Esses primeiros minutos são fundamentais para reter nossa atenção, somos logos fisgados pelas dicas de camadas que logo se abririam. Embarcamos em um universo de sonhos e segredos.

Graduada simultaneamente em Inglês e Física pela prestigiada Universidade de Stanford, Sally Ride era altamente qualificada para ocupar qualquer cargo que desejasse na NASA. No entanto, a pressão da opinião pública e o ambiente conservador da época a fizeram manter em segredo, por toda a vida, seu relacionamento com Tam O’Shaughnessy — revelação trazida de forma sensível por este documentário. Ao expor essa parte até então oculta de sua história, o filme propõe um exercício de revisitar os mesmos acontecimentos sob uma nova perspectiva, iluminando os sacrifícios pessoais que Sally precisou fazer em sua trajetória. Tudo isso é conduzido com delicadeza e profundidade pelo roteiro.

Dirigido por Cristina Costantini, Sally chega para mostrar todas as verdades de uma vida dedicada a sua profissional mas também com sacrifícios dolorosos. Depois das soviéticas Valentina Tereshkova e Svetlana Savitskaya, Sally Ride marcou seu nome como uma das poucas mulheres a irem para o espaço. Você precisa conhecer essa história!