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O tempo não curou NADA no novo teaser de ‘Extermínio: A Evolução’; Assista!

A Sony Pictures divulgou um teaser inédito da aguardada sequência ‘Extermínio: A Evolução‘.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho.

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

‘Heartstopper’: Começam as gravações do longa-metragem; Confira a primeira imagem promocional!

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A Netflix anunciou recentemente que a aclamada série Heartstopper não terá uma quarta temporada. Em vez disso, a plataforma revelou que a história do adorado casal Nick e Charlie chegará a uma conclusão em um filme.

E, agora, a plataforma de streaming trouxe boas notícias aos fãs da saga ao anunciar que as gravações do longa-metragem já foram iniciadas – e a primeira imagem de bastidores já foi divulgada, trazendo os astros Joe LockeKit Connor, bem como a criadora Alice Oseman.

Confira:

Segundo o Deadline, o longa-metragem terá a direção de Wash Westmoreland (‘Para Sempre Alice’).

Oseman, a criadora da série de graphic novels que inspirou Heartstopper, retorna como roteirista do filme. A trama se baseará no sexto e último volume dos quadrinhos, ainda inédito.

Vale lembrar que a primeira temporada da série adaptou os volumes 1 e 2, a segunda temporada foi baseada no volume 3, e a terceira temporada cobriu os volumes 4 e 5.

A data de lançamento do Volume 6 ainda não foi divulgada, pois a obra está em processo de escrita. Oseman expressou o desejo de que o livro seja lançado antes da conclusão da série na televisão.

Locke e Connor se juntam à equipe de produtores executivos do filme ao lado de Oseman, Lyn, Patrick Walters, Iain Canning e Emile Sherman, todos produtores das três temporadas anteriores.

“Estou absolutamente radiante por termos a oportunidade de contar o final da história de Heartstopper, declarou Oseman. “Sou imensamente grata a todos que trabalharam arduamente para tornar isso possível e aos incríveis fãs de Heartstopper por sua paciência e paixão. Mal posso esperar para apresentar este final mágico.”

Heartstopper’ está disponível na Netflix

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William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e mais fazem parte do elenco.

‘Harry Potter’: Astro de ‘The Crown’ será Cornélio Fudge na série da HBO

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Segundo o Deadline, o vencedor do Tony e do Prêmio Olivier Bertie Carvel (‘The Crown’) foi escalado para a ambiciosa série-reboot de Harry Potter, da HBO.

Carvel dará vida a Cornélio Fudge, Ministro da Magia entre os anos de 1990 e 1996, que abriu mão do cargo após o retorno definitivo de Lorde Voldemort. Na saga de filmes, o personagem foi interpretado por Robert Hardy.

O astro se junta aos previamente confirmados Dominic McLaughlin, Arabella Stanton e Alastair Stout, que serão Harry Potter, Hermione Granger e Ron Weasley, respectivamente.

Vale lembrar que membros-chave do elenco adulto também foram anunciados. São eles:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon como Prof. Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch

Francesca Gardiner servirá como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira temporada está programada para 2026.

J.K. Rowling, autora dos romances originais, servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Ginny e Georgia’: Assista às cenas DELETADAS da 3ª temporada!

A aguardada 3ª temporada de ‘Ginny e Georgia‘ já está disponível no catálogo da Netflix – e continua a conquistar os fãs ao redor do mundo.

Para promover o mais recente ciclo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo com cenas inéditas e que não entraram para o corte final.

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No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

Tony Awards 2025 | Sarah Snook, ‘Stranger Things: The First Shadow’ e mais na lista de VENCEDORES da premiação!

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Os vencedores da 78ª edição do Tony Awards, considerado o Oscar do teatro, foram revelados hoje (08).

A cerimônia de vencedores acontece no Radio City Music Hall, em Nova York, com a indicada ao Oscar e vencedora do Tony Cynthia Erivo como anfitriã.

Confira a lista completa de ganhadores:

MELHOR PEÇA
English
The Hills of California
John Proctor is the Villain
Oh, Mary!
Purpose (VENCEDORA)

MELHOR MUSICAL
Buena Vista Social Club
Dead Outlaw
Death Becomes Her
Maybe Happy Ending (VENCEDOR)
Operation Mincemeat: A New Musical

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
Eureka Day (VENCEDOR)
Romeo + Juliet
Thornton Wilder’s Our Town
Yellow Face

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
Floyd Collins
Gypsy
Pirates! The Penzance Musical
Sunset Blvd. (VENCEDOR)

MELHOR ATOR EM PEÇA
George Clooney, Good Night, and Good Luck
Cole Escola, Oh, Mary! (VENCEDOR)
Jon Michael Hill, Purpose
Daniel Dae Kim, Yellow Face
Harry Lennix, Purpose
Louis McCartney, Stranger Things: The First Shadow

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Laura Donnelly, The Hills of California
Mia Farrow, The Roommate
LaTanya Richardson Jackson, Purpose
Sadie Sink, John Proctor is the Villain
Sarah Snook, The Picture of Dorian Gray (VENCEDORA)

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Darren Criss, Maybe Happy Ending (VENCEDOR)
Andrew Durand, Dead Outlaw
Tom Francis, Sunset Blvd.
Jonathan Groff, Just in Time
James Monroe Iglehart, A Wonderful World: The Louis Armstrong Musical
Jeremy Jordan, Floyd Collins

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Megan Hilty, Death Becomes Her
Audra McDonald, Gypsy
Jasmine Amy Rogers, Boop! The Musical
Nicole Scherzinger, Sunset Blvd. (VENCEDORA)
Jennifer Simard, Death Becomes Her

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Glenn Davis, Purpose
Gabriel Ebert, John Proctor is the Villain
Francis Jue, Yellow Face (VENCEDOR)
Bob Odenkirk, Glengarry Glen Ross
Conrad Ricamora, Oh, Mary!

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Tala Ashe, English
Jessica Hecht, Eureka Day
Marjan Neshat, English
Fina Strazza, John Proctor is the Villain
Kara Young, Purpose (VENCEDORA)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Brooks Ashmanskas, Smash
Jeb Brown, Dead Outlaw
Danny Burstein, Gypsy
Jak Malone, Operation Mincemeat: A New Musical (VENCEDOR)
Taylor Trensch, Floyd Collins

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Natalie Venetia Belcon, Buena Vista Social Club (VENCEDORA)
Julia Knitel, Dead Outlaw
Gracie Lawrence, Just in Time
Justina Machado, Real Women Have Curves: The Musical
Joy Woods, Gypsy

MELHOR LIVRO MUSICAL
Buena Vista Social Club, Marco Ramirez
Dead Outlaw, Itamar Moses
Death Becomes Her, Marco Pennette
Maybe Happy Ending, Will Aronson e Hue Park (VENCEDORES)
Operation Mincemeat: A New Musical, David Cumming, Felix Hagan, Natasha Hodgson e Zoë Roberts

MELHOR TRILHA SONORA (MÚSICA E/OU LETRA) PARA TEATRO
Dead Outlaw, Música & Letra: David Yazbek e Erik Della Penna
Death Becomes Her, Música & Letra: Julia Mattison e Noel Carey
Maybe Happy Ending, Música: Will Aronson; Letra: Will Aronson e Hue Park (VENCEDORES)
Operation Mincemeat: A New Musical, Música & Letra: David Cumming, Felix Hagan, Natasha Hodgson e Zoë Roberts
Real Women Have Curves: The Musical, Música & Letra: Joy Huerta e Benjamin Velez

MELHOR DESIGN CÊNICO EM PEÇA
Marsha Ginsberg, English
Rob Howell, The Hills of California
Marg Horwell and David Bergman, The Picture of Dorian Gray
Miriam Buether and 59, Stranger Things: The First Shadow (VENCEDORES)
Scott Pask, Good Night, and Good Luck

MELHOR DESIGN CÊNICO EM MUSICAL
Rachel Hauck, Swept Away
Dane Laffrey e George Reeve, Maybe Happy Ending (VENCEDORES)
Arnulfo Maldonado, Buena Vista Social Club
Derek McLane, Death Becomes Her
Derek McLane, Just in Time

MELHOR FIGURINO EM PEÇA
Brenda Abbandandolo, Good Night, and Good Luck
Marg Horwell, The Picture of Dorian Gray (VENCEDORA)
Rob Howell, The Hills of California
Holly Pierson, Oh, Mary!
Brigitte Reiffenstuel, Stranger Things: The First Shadow

MELHOR DESIGN EM MUSICAL
Dede Ayite, Buena Vista Social Club
Gregg Barnes, Boop! The Musical
Clint Ramos, Maybe Happy Ending
Paul Tazewell, Death Becomes Her (VENCEDOR)
Catherine Zuber, Just in Time

MELHOR DESIGN DE LUZ EM PEÇA
Natasha Chivers, The Hills of California
Jon Clark, Stranger Things: The First Shadow (VENCEDOR)
Heather Gilbert and David Bengali, Good Night, and Good Luck
Natasha Katz and Hannah Wasileski, John Proctor is the Villain
Nick Schlieper, The Picture of Dorian Gray

MELHOR DESIGN DE LUZ EM MUSICAL
Jack Knowles, Sunset Blvd. (VENCEDOR)
Tyler Micoleau, Buena Vista Social Club
Scott Zielinski and Ruey Horng Sun, Floyd Collins
Ben Stanton, Maybe Happy Ending
Justin Townsend, Death Becomes Her

MELHOR DESIGN DE SOM EM PEÇA
Paul Arditti, Stranger Things: The First Shadow (VENCEDOR)
Palmer Hefferan, John Proctor is the Villain
Daniel Kluger, Good Night, and Good Luck
Nick Powell, The Hills of California
Clemence Williams, The Picture of Dorian Gray

MELHOR DESIGN DE SOM EM MUSICAL
Jonathan Deans, Buena Vista Social Club (VENCEDOR)
Adam Fisher, Sunset Blvd.
Peter Hylenski, Just in Time
Peter Hylenski, Maybe Happy Ending
Dan Moses Schreier, Floyd Collins

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA
Knud Adams, English
Sam Mendes, The Hills of California
Sam Pinkleton, Oh, Mary! (VENCEDOR)
Danya Taymor, John Proctor is the Villain
Kip Williams, The Picture of Dorian Gray

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Saheem Ali, Buena Vista Social Club
Michael Arden, Maybe Happy Ending (VENCEDOR)
David Cromer, Dead Outlaw
Christopher Gattelli, Death Becomes Her
Jamie Lloyd, Sunset Blvd.

MELHOR COREOGRAFIA
Joshua Bergasse, Smash
Camille A. Brown, Gypsy
Christopher Gattelli, Death Becomes Her
Jerry Mitchell, Boop! The Musical
Patricia Delgado e Justin Peck, Buena Vista Social Club (VENCEDORES)

MELHOR ORQUESTRAÇÃO
Andrew Resnick and Michael Thurber, Just in Time
Will Aronson, Maybe Happy Ending
Bruce Coughlin, Floyd Collins
Marco Paguia, Buena Vista Social Club (VENCEDOR)
David Cullen and Andrew Lloyd Webber, Sunset Blvd.

‘Maybe Happy Ending’ conquista o prêmio de Melhor Musical no Tony Awards 2025

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical Maybe Happy Ending foi um dos principais relembrados.

Além de ter conquistado as estatuetas de Melhor Livro MusicalMelhor Trilha Sonora, o projeto foi condecorado com um dos maiores prêmios da noite: o de Melhor Musical.

Darren Criss também saiu vitorioso da premiação com a estatueta de Melhor Ator em Musical.

O musical, que é apresentado sem intervalo, acompanha dois robôs ajudantes realistas, Oliver e Claire, que se descobrem em Seul no final do século XXI e desenvolvem uma conexão que desafia o que eles acreditam ser possível para si mesmos, explorando relacionamentos, amor e mortalidade.

Helen J. Shen co-estrelou a versão da Broadway ao lado de Criss.

Maybe Happy Ending foi criado por Will AronsonHue Park.

Nicole Scherzinger leva o Tony Award de Melhor Atriz em Musical por ‘Sunset Blvd.’

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical ‘Sunset Blvd.’ foi um dos principais relembrados.

A produção conquistou o prêmio de Melhor Revival de Musical, além de ter levado para casa a estatueta de Melhor Design de Luz em Musical.

Além disso, Nicole Scherzinger foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Musical por seu aplaudido trabalho como Norma Desmond.

O musical, criado por Andrew Lloyd WebberDon Black Christopher Hampton, é baseado no clássico filme de 1950 dirigido por Billy Wilder.

A trama gira em torno de Norma Desmond, uma estrela decadente da era do cinema mudo, que vive no passado em sua mansão decadente na Sunset Boulevard, em Los Angeles. Quando o jovem roteirista Joe Gillis acidentalmente cruza seu caminho, ela vê nele uma oportunidade de retornar às telonas, com romance e tragédia por vir.

Tom Francis co-protagoniza a nova versão e foi indicado à categoria de Melhor Ator em Musical.

Darren Criss leva o Tony Award de Melhor Ator em Musical por ‘Maybe Happy Ending’

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical Maybe Happy Ending foi um dos principais relembrados.

Além de ter conquistado as estatuetas de Melhor Livro MusicalMelhor Trilha Sonora, o projeto garantiu a Darren Criss a estatueta de Melhor Ator em Musical.

O musical, que é apresentado sem intervalo, acompanha dois robôs ajudantes realistas, Oliver e Claire, que se descobrem em Seul no final do século XXI e desenvolvem uma conexão que desafia o que eles acreditam ser possível para si mesmos, explorando relacionamentos, amor e mortalidade.

Helen J. Shen co-estrelou a versão da Broadway ao lado de Criss.

Maybe Happy Ending foi criado por Will AronsonHue Park.

‘Sunset Blvd.’ leva o prêmio de Melhor Revival de Musical no Tony Awards 2025

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Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o aclamado musical ‘Sunset Blvd.’ levou para casa uma das principais estatuetas da noite.

A produção conquistou o prêmio de Melhor Revival de Musical, além de ter levado para casa a estatueta de Melhor Design de Luz em Musical.

O musical, criado por Andrew Lloyd WebberDon Black Christopher Hampton, é baseado no clássico filme de 1950 dirigido por Billy Wilder.

A trama gira em torno de Norma Desmond, uma estrela decadente da era do cinema mudo, que vive no passado em sua mansão decadente na Sunset Boulevard, em Los Angeles. Quando o jovem roteirista Joe Gillis acidentalmente cruza seu caminho, ela vê nele uma oportunidade de retornar às telonas, com romance e tragédia por vir.

Nicole ScherzingerTom Francis, que protagonizaram a mais nova versão, também concorrem nas respectivas categorias de Melhor Atriz em MusicalMelhor Ator em Musical.

‘Stranger Things: The First Shadow’ conquista QUATRO estatuetas do Tony Awards 2025

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Stranger Things, o aclamado sucesso da Netflix, expandiu seu universo com um novo derivado que, surpreendentemente, tomou a forma de uma peça de teatro, contrariando as expectativas de muitos fãs que aguardavam outra série ou filme.

A peça de terror e ficção científica intitulada Stranger Things: The First Shadow’ oferece uma perspectiva inédita sobre o Mundo Invertido e a origem do temível Vecna, transportando o público para a Hawkins de 1959 – e o tremendo sucesso de sua temporada na Broadway lhe rendeu diversos prêmios.

Durante a cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025, o projeto levou para casa nada menos que quatro estatuetasMelhor Design Cênico em PeçaMelhor Design de Luz em PeçaMelhor Design de Som em Peça, além do Prêmio Especial Tony.

Em uma entrevista à Variety, os criadores da série, os irmãos Duffer, revelaram uma forte influência mútua entre a peça e a aguardada 5ª temporada da série.

A roteirista Kate Trefry e o diretor Stephen Daldry trabalharam na peça simultaneamente ao desenvolvimento da temporada final.

“A peça forçou Kate e nós a mergulharmos profundamente na história de Henry, o que desempenha um papel crucial na 5ª temporada — os dois projetos meio que dialogaram entre si”, explicou Ross Duffer. “Foi um pouco estressante porque a 5ª temporada ainda não estava totalmente definida e a peça já estava em pré-estreia, mas no final tudo se encaixou. Foi por pouco”.

Daldry compartilhou que, ao apresentar a ideia de adaptar Stranger Things para o teatro, os irmãos Duffer inicialmente pensaram que ele estava “louco”.

“Não há CGI aqui, você não pode escapar disso. E, curiosamente, depois que começamos a desenvolver o projeto, [os Duffer] nos apoiaram completamente”, disse Daldry.

A chegada da peça aos Estados Unidos, após mais de um ano em cartaz em Londres, também permitiu à equipe incorporar os aprendizados adquiridos com o público britânico.

“Há efeitos especiais grandiosos, mas também tivemos a chance de ajustar a história”, contou Trefry. “Aprendi muito com o público em Londres, e foi ótimo poder deixar tudo mais enxuto e claro. Cortamos mais 15 minutos do tempo total”.

Sobre o futuro da franquia, Ross Duffer indicou que a peça é apenas o começo.

“Para nós, isso estabeleceu o tom”, afirmou Ross Duffer. “Se as pessoas estiverem realmente apaixonadas por uma ideia e ela vier do lugar certo, estamos abertos a tudo. Essa colaboração com todos os envolvidos foi incrível e tão tranquila do começo ao fim. Faríamos algo assim de novo num piscar de olhos”.

‘Stick’: Gosta de ‘Ted Lasso’? Cleide Klock entrevista Owen Wilson e elenco da nova série da Apple TV

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Stick, nova comédia estrelada por Owen Wilson (‘Uma Noite no Museu’), já chegou ao catálogo da Apple TV+ e vai agradar em cheio aos fãs de ‘Ted Lasso‘.

A nossa correspondente Cleide Klock entrevistou Wilson e o elenco da série no Red Carpet em Hollywood.

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Na trama, Wilson interpreta Pryce Cahill, um ex-jogador profissional de golfe decadente cuja carreira foi interrompida prematuramente há 20 anos. Após o fim de seu casamento e depois de ser demitido de uma loja de artigos esportivos em Indiana, ele aposta seu futuro em ajudar um jovem de 17 anos, ainda imaturo, mas que é um fenômeno no esporte, chamado Santi (Peter Dager). 

Jason Keller é o showrunner e atua como produtor executivo ao lado de Owen Wilson e Ben Silverman.

Marc Maron, Mariana Treviño, Lilli Kay, Judy Greer e Timothy Olyphant fazem parte do elenco, assim como participações especiais de astros do golfe como Collin Morikawa, Keegan Bradley, Max Homa, Wyndham Clark e muito mais.

A direção dos episódios fica por conta de Valerie Faris, Jonathan Dayton e Jaffar Mahmood, além de David Dobkin (‘Jack, o Caçador de Gigantes’), M.J. Delaney (‘Ted Lasso’) e John Hamburg (‘Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família’).

‘Wicked: Parte 2’ ganha teaser com cenas INÉDITAS

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A tão aguardada sequência Wicked: Parte 2’, adaptação do aclamado musical da Broadway, ganhou um novo teaser com cenas inéditas.

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O diretor Jon M. Chu explicou que o novo filme trará uma participação mais significativa de Dorothy Gale, a icônica protagonista deO Mágico de Oz, obra que inspirou o universo de Wicked.

“Esse ponto de interseção é o lugar onde fomos apresentados a Oz pela primeira vez”, disse Chu à Vanity Fair. “Pisamos com cuidado, mas tentamos fazer mais sentido de como isso afeta nossas garotas e nossos personagens do que talvez o show tenha feito”.

Chu garantiu que a inclusão de Dorothy na adaptação cinematográfica não desviará o foco da história de Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande): “Estamos sendo delicados. Delicados. Delicados”.

Embora o musical original mostre apenas a sombra de Dorothy do outro lado de um pano de fundo, sua presença na história é fundamental para Elphaba, que simula sua morte depois que a protagonista de O Mágico de Oz joga um balde de água na Bruxa Má do Oeste.

“Acho que a essência do que Wicked representa acontece no segundo filme. Para mim, é por isso que essa história existe. É onde nossos sonhos de infância colidem com nossos eus adultos”, acrescentou.

Anteriormente, Chu havia evitado revelar quanto tempo de tela Dorothy terá na sequência, embora tenha confirmado que uma atriz foi escalada para o papel, após reações mistas dos fãs sobre sua aparição nos teasers do primeiro filme.

“Bem, definitivamente escalamos uma atriz para Dorothy. Você a vê em alguns dos nossos teasers”, disse ele em dezembro. “Quanto você verá de Dorothy? Vou deixar o público curioso, não posso confirmar nem negar o quanto ela aparece. Mas posso dizer que acho importante, seja lá quem Dorothy representa para você, tentar respeitar isso ao máximo. Mas O Mágico de Oz e nosso filme se cruzam no segundo filme mais do que nunca? Com certeza, 100%”. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Jon M. Chu retorna à direção.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros também fazem parte do elenco.

Sarah Snook conquista o Tony Award de Melhor Atriz em Peça por ‘O Retrato de Dorian Gray’

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A cerimônia de vencedores do Tony Awards 2025 ocorreu hoje (08) e a aclamada atriz Sarah Snook foi condecorada com um dos principais prêmios da noite.

Snook levou para casa a estatueta de Melhor Atriz em Peça por seu aclamado trabalho em O Retrato de Dorian Gray, baseado no lendário romance homônimo de Oscar Wilde.

A atriz viveu nada menos que todos os 26 personagens da história original em palco, conquistando a crítica e o público ao redor do mundo. Snook também já possui uma estatueta do Emmy Awards por seu trabalho em Succession – e está um passo mais perto de alcançar o status de EGOT.

Além disso, Marg Horwell foi condecorada com o prêmio de Melhor Figurino em Peça.

Vale lembrar que, em abril de 2024, a companhia Dirty Films, fundada pela vencedora do Oscar Cate Blanchett, adquiriu os direitos autorais da peça e irá transformá-la em um longa-metragem.

Chris Evans revela que pediu a esposa luso-brasileira Alba Baptista em casamento em português

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Aos 43 anos, Chris Evans, eternizado como o Capitão América no universo cinematográfico da Marvel, parece estar vivendo uma fase mais serena e emocionalmente profunda — longe dos holofotes incessantes de Hollywood e cada vez mais dedicado à vida pessoal. Desde seu casamento com a atriz luso-brasileira Alba Baptista, de 27 anos, em 2023, o astro tem dado sinais claros de que, para ele, amor é coisa séria. E, se depender de seus gestos, talvez Chris seja mesmo um dos últimos românticos de sua geração.

Em entrevista recente ao site The Knot, durante a promoção do longa Amores Materialistas (The Materialists), Evans surpreendeu ao contar que preparou seu pedido de casamento em português, língua nativa de sua esposa.

“Pedi minha esposa em casamento em português. Ela é portuguesa, então aprendi a dizer ‘quer se casar comigo?’ em português. Pratiquei a semana toda”, revelou o ator.

O momento, segundo ele, foi cuidadosamente planejado. Evans disse que chegou a ensaiar tanto a frase que quase a soltou sem querer, durante a rotina matinal do casal.

“Enquanto estava preparando o café da manhã, quase comecei a dizer a pergunta em voz alta. Tipo, ‘meu Deus, isso não é só uma música grudada na minha cabeça! Vai acabar entregando tudo’”, brincou, aos risos.

Alba Baptista, por sua vez, é uma atriz em ascensão, conhecida pelo papel de Ava Silva na série Warrior Nun, da Netflix. Filha de mãe portuguesa e pai brasileiro, ela nasceu em Lisboa, mas tem forte ligação com a cultura brasileira e fluência em várias línguas, incluindo inglês, francês e alemão. A diferença de idade entre ela e Evans, embora notada pelo público, nunca foi um obstáculo para o casal, que sempre manteve a relação com discrição e afeto.

Eles começaram a namorar em 2021, e em janeiro de 2023, Evans oficializou a relação ao compartilhar em suas redes sociais um vídeo bem-humorado dos dois se assustando mutuamente em casa.

“Uma retrospectiva de 2022”, escreveu o ator na legenda, com emojis de coração. O momento encantou fãs e amigos, que notaram a espontaneidade e leveza do casal.

Fontes próximas aos dois afirmam que o relacionamento trouxe uma nova perspectiva à vida de Evans.

“Ele é o homem mais comprometido que se pode lembrar em muito tempo, se não em toda a sua vida”, declarou um amigo ao site Us Weekly.

O ator inclusive decidiu desacelerar a carreira para aproveitar mais o relacionamento.

“Não trabalhei o ano todo e não pretendo trabalhar, o que tem sido ótimo”, disse Evans ainda em 2023. “Quando começamos a namorar, eu pensei: ‘É, eu faço um filme por ano. Tento nunca trabalhar agora’. Mas, adivinha? Poucos meses depois estávamos morando em Atlanta por um ano, por causa das filmagens. E mesmo assim pensei: ‘Cara, nunca mais quero me afastar disso por tanto tempo’.”

O casamento dos dois foi discreto e longe da agitação das manchetes. A cerimônia aconteceu na região de Cape Cod, em Massachusetts, com poucos amigos e familiares presentes. Mais tarde, eles celebraram novamente com uma cerimônia em Portugal, prestigiando as origens da noiva.

“Foi realmente ótimo. Tivemos duas cerimônias”, contou Evans durante uma aparição na New York Comic Con. “Fizemos uma na Costa Leste e outra em Portugal.”

Apesar de manterem uma vida bastante reservada, os dois continuam encantando fãs com pequenos gestos de carinho e respeito mútuo. Enquanto Evans se dedica a projetos pontuais e à produção executiva, Alba continua atuando e expandindo sua carreira internacional. Juntos, eles formam um dos casais mais adorados — e discretos — da nova geração de celebridades.

Se Chris Evans é ou não o “último romântico de Hollywood”, como muitos passaram a chamá-lo, talvez seja cedo para dizer. Mas que ele está vivendo uma história digna de filme, isso ninguém duvida.

Matérias sobre comportamento de Jared Leto viralizam após ele ser acusado de assédio e abuso sexual

Após o Air Mail publicar uma reportagem sobre nove mulheres que vieram à tona e acusaram Jared Leto de má conduta sexual, várias matérias sobre o ator estão sendo revividas na internet.

O astro de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Morbius’ tinha um histórico de comportamento “diferenciado” no set.

Agora, algumas vítimas alegam que eram menores de idade quando o astro vencedor do Oscar se envolveu em conversas de teor altamente sexual ou fez investidas agressivas contra elas.

Rumores sobre o suposto comportamento de Leto em relação a mulheres jovens e menores de idade datam pelo menos de 2005. À época, o New York Post publicou uma matéria que começava com “Jared Leto gosta de jovens”, alegando que ele havia sido pego fazendo propostas sexuais para modelos adolescentes no Maritime Hotel.

Após a publicação, internautas começaram a reviver matérias que já indicavam algo estranho.

Confira:

“O fato de Jared Leto ser um predador tem sido um dos segredos mais abertos de Hollywood nas últimas décadas. Alguns até com 15 anos. Quando eu era assistente pessoal, depois de me formar, isso era sabido e aceito no set, e ele se mantinha ocupado e com a agenda cheia. Isso não é novidade. Espero que a queda do Diplo seja a próxima.”

“O fato de Jared Leto ter dito que todas as suas histórias sobre enviar o elenco do Esquadrão Suicida usaram preservativos, bolas anais e porcos mortos, foi invenção da internet.

Filho da p*ta, VOCÊ criou essa história toda! De um jeito nada brincalhão, aliás. E o elenco a repassou, seu ator inadequado.”

“Acabei de lembrar que, enquanto fazia Morbius, Jared Leto usou muletas para ir ao banheiro e permanecer no personagem, mas demorava muito, então ele pediu para a equipe levá-lo em uma cadeira de rodas. O diretor confirmou tudo isso pessoalmente.

Leto deve ser desprezado por todas as equipes de filmagem com as quais trabalha”

“[As] mulheres com quem conversei dizem que o suposto comportamento passado de Leto não era uma fase, mas sim parte de um padrão de longa data — um padrão que era e continua sendo amplamente conhecido em alguns círculos e, em geral, discretamente aceito. ‘é um segredo aberto há muito tempo’, me conta uma das mulheres”.

“Mesmo assim, nas três semanas seguintes, as ligações continuaram. “Sempre à uma, duas, três da manhã”, lembra [uma mulher que tinha 16 anos na época]. “E as conversas se tornavam sexuais. Ele perguntava coisas como: ‘Você já teve namorado? Você já chupou um p**?'”.

“Outra mulher com quem conversei, uma atriz que começou um relacionamento por mensagens de texto com Leto quando ela ainda era menor de idade, descreveu como as visitas à casa dele podiam rapidamente se tornar desconfortáveis. Ela se lembra dele dizendo coisas como: ‘Algum dos garotinhos com quem você anda te f***?'”.

Um representante não identificado de Leto disse: “todas as alegações são expressamente negadas” e negou, da mesma forma, que os incidentes acima tenham ocorrido conforme descrito. O próprio ator não se pronunciou diretamente em resposta à reportagem.

No mês passado, a DJ Allie Teilz, de Los Angeles, alegou que foi “agredida e traumatizada por esse sujeito quando tinha 17 anos” e acrescentou: “o grande volume desses casos — e o quão jovens algumas dessas garotas eram, com apenas 14, 15, 16 anos — parte meu coração”.

Morre Marise Wipani, atriz de ‘Xena: A Princesa Guerreira’, aos 61 anos

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A atriz neozelandesa Marise Wipani faleceu na última sexta-feira, dia 6 de junho, aos 61 anos — data em que também celebrava seu aniversário. A informação foi divulgada por meio de uma publicação em seu perfil oficial no Facebook, embora a causa da morte não tenha sido revelada.

Nascida em 1963, na Nova Zelândia, Wipani tornou-se conhecida internacionalmente por sua atuação em produções televisivas dos anos 1990. Seu papel de maior destaque foi como a rainha Kanae, na popular série ‘Xena: A Princesa Guerreira‘, exibida originalmente a partir de 1995.

No mesmo ano, ela também participou de ‘Hércules: A Lendária Jornada‘, interpretando a personagem Janista — ambas as produções eram ambientadas em universos mitológicos e compartilhavam elenco e estilo de narrativa.

Antes de alcançar notoriedade como atriz, Marise Wipani já era uma figura conhecida da televisão neozelandesa. No início de sua carreira, ela foi escolhida para apresentar o primeiro sorteio televisivo da loteria nacional da Nova Zelândia, em um evento que marcou a história da TV local. Graças a essa aparição, ela ganhou o apelido carinhoso de ‘Lotto Lady’, sendo lembrada por sua simpatia e presença de palco.

Ao longo da carreira, Wipani também se envolveu com produções teatrais e projetos sociais ligados às artes e à cultura em sua terra natal. Ela era conhecida por seu comprometimento com a representação das mulheres maoris na mídia e frequentemente participava de eventos voltados à valorização das tradições indígenas neozelandesas.

Marise Wipani deixa um legado importante na televisão neozelandesa e internacional, sendo lembrada por fãs como uma artista carismática, talentosa e pioneira em diversos sentidos.

‘Invocação do Mal 1, 2 e 3’ serão RELANÇADOS nos cinemas nacionais; Saiba quando!

Em preparação para ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘, os três primeiros filmes da franquia serão relançados nos cinemas nacionais.

A Warner vai relançar os três primeiros filmes no dia 21 de Agosto, enquanto o quarto filme chega aos cinemas dia 4 de Setembro.

Foram divulgadas novas fotos do filme, que marca o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

Confira:

A saga de filmes pode se expandir, tornando-se uma franquia ainda maior, segundo Richard Brener, chefe da New Line Cinema.

Conforme o ComicBook, o executivo compartilhou atualizações recentes sobre a produção: “Está indo muito bem nas exibições e estamos apenas na versão do diretor, na parte de 10 semanas do filme, onde você normalmente está muito, muito preocupado com o status do seu filme. Estamos bem no início do processo, com efeitos visuais preliminares, mas já está indo muito bem. Então, enquanto este é o último filme da chamada fase um, temos esperança de que possamos fazer mais”.

Ao ser questionado sobre o futuro da franquia, Brener afirmou que o novo longa encerra a “fase um” e que a “fase dois está para ser determinada”.

A franquia ‘Invocação do Mal’ já gerou diversos filmes derivados de sucesso, incluindo três filmes de ‘Annabelle’, dois filmes de A Freira e ‘A Maldição da Chorona’. 

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção fica a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

‘Stranger Things’: 5ª e última temporada quebra RECORDE na Netflix meses antes da estreia

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Stranger Things, sucesso absoluto da Netflix, está prestes a retornar com sua quinta e última temporada, uma das produções mais aguardadas do ano. Embora a estreia ainda esteja distante, isso não impediu a série de já quebrar um recorde impressionante na plataforma.

O vídeo de anúncio da data de lançamento, divulgado em 31 de maio, já acumulou 250 milhões de visualizações nos canais oficiais da Netflix em apenas quatro dias, segundo informações do ComicBook.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Retro Dance #28 | O reencontro de Kylie Minogue com as pistas de dança no ótimo ‘Disco’

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Desde que atingiu sua maturidade com o subestimado ‘Impossible Princess’, Kylie Minogue vem apostando em revitalizações da própria carreira e até mesmo se aventurou no country-pop de ‘Golden’ (que também merecia mais atenção por seu teor intimista e extremamente verdadeiro). Em 2020, em um ano que clamava por um escapismo artístico em meio a tantas tragédias e conturbações, Minogue resolveu visitar de novo as raízes oitentistas de seu début com uma apaixonante e dançante jornada intitulada Disco – seu 15º compilado de originais.

Desde o prematuro anúncio de que traria tendências clássicas do que se entende como a melhor era do pop, era inegável que sua legião de fãs ficaria em êxtase, aguardando o que a imperatriz australiana da indústria fonográfica lhes entregaria. Como era de se esperar, o forte primeiro single, “Say Something”, daria as cartas do jogo através de uma bombástica sutileza movida por sintetizadores e um cativante ritmo – canalizado para as outras duas canções promocionais, a sinestésica “Magic” e a irretocável “I Love It”. Não é nenhuma surpresa que a garantia de uma produção coesa era certeira, mas o que não esperávamos era que o CD seria uma homenagem não apenas a si mesma, mas a todas as divas que explodiram na época em questão – incluindo Gloria Gaynor, Diana Ross, Roberta Kelly e tantas outras. Mais do que isso, Minogue fez questão de, ao longo de doze faixas (dezesseis, se considerarmos as faixas extras da versão deluxe), não invadir o espaço de outros nomes da atualidade que também voltaram suas referências ao passado.

Disco, como o título já premedita, é uma infusão exuberante de disco-pop e faz flertes com o eurodance popularizado em 1970. Diferente de Dua Lipa, que mergulhou de cabeça no synth-dance com ‘Future Nostalgia’, e Lady Gaga, que entregou um apaixonante house com ‘Chromatica’, Kylie se restringiu a nos convidar para a pista de dança e a esquecer de nossos problemas – falando sobre amores platônicos e a paixão pela música com composições certeiras. No final das contas, não resta mais nada a se fazer por agradecê-la por um mimo que não sabíamos que precisávamos até darmos play na faixa inicial – e pelo fato dela ter, assim como sua iteração predecessora, um controle bem maior das próprias canções.

É notável como a performer se sente bem ao regressar à sua zona de conforto – mas não entenda isso como um comentário simplista; pelo contrário, esse “retorno da filha pródiga” é o que transforma a obra na melhor de Kylie Minogue em dez anos, desde que lançou o vibrante ‘Aphrodite’. A temática, por mais rasa que pareça, é mascarada pelo uso constante do baixo, da bateria e de um soubrette on point. Em “Miss a Thing”, contemporaneidade e nostalgia se misturam em uma sensual narrativa que nos enlaça do começo ao fim em uma montanha-russa melismática (cujo único problema é a longa duração). “Real Groove” é uma perfeita continuação assinada com múltiplas camadas vocais que lembram Michael Jackson e um deep-dance narcótico (seja na versão original ou no remix ao lado de Lipa lançado para o álbum promocional ‘Infinite Disco).

Minogue não pensa duas vezes antes de abarcar territórios normalmente inexplorados, como a agressividade percussional-eletrônica de “Supernova”, um dos vários ápices do álbum e até faz alusão a eras passadas com “Last Chance” – que nutre de similaridades com o icônico grupo ABBA e suas progressões transgressoras. Talvez a track mais surpreendente (e, na honesta opinião deste que vos fala, a excelência musical do CD) é o saudosismo tocante de “Where Does the DJ Go?”, comandada pelo poder incomparável de sua rendição quase teatral e crescendo soberbos que precedem um dos refrões mais sólidos do ano, estendendo suas ramificações inclusive para o gospel-pop. Kylie, há muito sofrendo com diversos problemas que perscrutavam sua vida pessoal e profissional, está se divertindo como num enredo que faz sentido não apenas para ela, como também para os fãs que a vêm acompanhando desde a estreia de “Locomotion” ainda em 1987.

A cantora e compositora também faz alguns movimentos arriscados que, apesar de não funcionarem totalmente (principalmente nas iterações que precedem a conclusão), mostram que ela ainda tem muito a nos contar. “Dance Floor Darling”, regada por versos que nos transportam de volta para o nova-iorquino Studio 54 e celebra a felicidade daqueles que buscam por um lugar “onde a música nunca acaba”. Entretanto, a discrepância estilística, escondida pela pungência de uma guitarra elétrica muito bem estruturada, começa a ganhar força num up-tempo inesperado e, infelizmente, fragmentado demais para ser aprazível. “Unstoppable”, por sua vez, dá um passo para trás e cede espaço a uma preamar semi-balada setentista que drena forças do baixo e da harmonização de seu coro. Por fim, “Celebrate You” é uma declaração romântica que, apesar de soar pueril quando justaposta as outras faixas, nos comove pela simplicidade das mensagens que passa.

Disco é um retorno digno à forma de uma das maiores popstars do mundo. Kylie, provando que permanece fiel às vertentes que a colocaram no topo do mundo à medida que não tem medo de ousar e de criar o impensável: uma carta de amor àquilo que lhe dá vontade e prazer de viver.

Crítica | Remake em live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ é uma carta de AMOR aos fãs da animação

Poster do filme Como Treinar Seu Dragão em IMAX
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A trilogia animada ‘Como Treinar o Seu Dragão’ é uma das franquias mais belas e bem recebidas da década passada, alcançando uma recepção fortíssima através de longas-metragens muito bem-produzidos e que acompanharam de perto o sucesso inenarrável da DreamWorks Animation. Acompanhando as aventuras de Soluço e seus amigos em um reino viking povoado por humanos e dragões em uma disputa interminável que logo se transforma em uma improvável aliança, a saga transformou-se em um universo multimidiático que estende um importante legado até os dias de hoje.

Acompanhando a onda de remakes em live-action da Walt Disney Studios, o anúncio de uma nova adaptação pela DreamWorks veio com comoção generalizada por parte dos inveterados fãs, ansiando por uma nova perspectiva que reuniria boa parte da equipe do projeto original em uma celebratória carta de amor cinematográfica. E, mergulhando de cabeça nessa apaixonante e fabulesca empreitada, o resultado é extremamente positivo e aprazível, trazendo um time de atores de ponta que vibra nas telonas em um épico emocionante que nos tira o fôlego desde os primeiros segundos.

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Existe uma discussão acalorada entre cinéfilos que comenta sobre a fidelidade de produções em live-action quando em comparação com a obra original. Tivemos, em 2023, a estreia da primeira temporada de ‘The Last of Us’, que caiu nas graças dos espectadores e dos especialistas como uma joia da televisão contemporânea e uma das melhores séries do século – mas trouxe breves críticas que discorriam sobre a verossimilhança exagerada para com o game, como se fosse um projeto desprovido de autenticidade e de alma própria. E, após a primeira exibição oficial para os jornalistas, ‘Como Treinar o Seu Dragão’ atraiu comentários similares que denotavam a falta de um objetivo claro para a existência de tal produção – algo que não faz sentido, considerando que a animação já completou quinze anos desde sua estreia e que revitalizá-la para uma nova geração apenas ajuda a corroborar seu impacto.

As proclamações caem por terra à medida que o projeto se desenrola e nos convida a uma epopeia de tirar o fôlego e que passa em um piscar de olhos: aqui, Mason Thames, que ganhou notoriedade depois de estrelar o ótimo ‘O Telefone Preto’, encarna Soluço, um jovem que não se sente parte da comunidade em que vive, Berk. Afinal, sendo filho do chefe da tribo, Stoico (Gerard Butler reprisando o papel que eternizou nas animações), ele sofre uma pressão constante para seguir os passos do pai, mas não encontra sucesso por não sentir o mesmo ímpeto que os outros guerreiros em enfrentar o constante ataque de perigosos dragões que assola o cotidiano dos vikings. Aliás, ele tem muito mais apreço por criar invenções mirabolantes que são diminuídas por olhares tortos de desaprovação – incluindo do ferreiro Bocão Bonarroto (Nick Frost) e da corajosa guerreira Astrid (Nico Parker).

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Em uma determinada noite, Soluço faz o impossível: consegue atingir um Fúria da Noite, a raça de dragão mais perigosa de todas e que nunca foi capturado ou abatido por um viking. Porém, ao encontrá-lo no meio da floresta, ele desenvolve uma afeição pela criatura, que apelida carinhosamente de Banguela, e passa a estudar seu comportamento e a enxergar os dragões com um outro olhar – um olhar de companheirismo, de respeito e de amizade. E as coisas se complicam mais quando Stoico coloca seu filho no treinamento para combater dragões, supervisionado por Bocão e onde irá concorrer ao lado de cinco jovens, incluindo a impetuosa e determinada Astrid.

Dean DeBlois, que fez história ao trazer a história de Soluço às telonas há uma década e meia, retorna à cadeira de direção e demonstra estar ainda mais apaixonado pelo universo arquitetado por Cressida Cowell. Enquanto o projeto animado estendeu-se por pouco mais de uma hora e meia, o live-action brilha em mais de duas horas de pura diversão, transformando-se em uma mistura quase perfeita de drama, aventura e comédia. O realizador singra pela mitologia nórdica de maneira despojada, abraçando cada um dos personagens como se fossem seus próprios filhos, e permitindo que os atores escalados façam um trabalho magnífico. E, ficando responsável pelo roteiro, DeBlois consegue expandir os momentos certos e se esquiva de potenciais escolhas equivocadas.

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A beleza do projeto desponta de maneiras diferentes e, à medida que as engrenagens vão se encaixando, é notável a preocupação estética do time em não repetir o que já nos presenteado há vários anos, mas garantir que novidades existam: temos a trilha sonora remanejada de John Powell, que acrescenta mais elementos palpáveis a um épico orquestral de tirar o fôlego; a fotografia de Bill Pope pega elementos do gênero fantástico para construir uma montanha-russa de sensações que nos aproxima dos personagens em momentos mais melodramáticos e que os coloca frente a forças inimagináveis quando partem para uma aventura mortal.

A cereja do bolo, é claro, vem com a entrega irretocável do elenco: Thames parece ter nascido para interpretar Soluço, apropriando-se da personalidade propositalmente estabanada do herói para nos encantar com seu charme performático; Parker, recém-saída de uma premiada performance em ‘The Last of Us’, explora novas camadas de Astrid e nutre de uma química invejável com Thames; e Butler, reprisando o papel de Stoico, diverte-se nas telonas em um dos melhores papéis de sua carreira, navegando pela complexa mentalidade de um homem dividido entre a tarefa de ser pai e de ser um líder. E é claro, nomes como Frost, Julian Dennison, Bronwyn James e Gabriel Howell são bem-vindas adições a essa equipe dos sonhos.

O remake em live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ honra o profundo legado deixado pela animação de 2010 – e faz isso não só ao manter-se extremamente fiel à obra original, mas ao acrescentar elementos inéditos em uma grande declaração de amor aos fãs.

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