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‘Quarteto Fantástico’: Roteirista revela os motivos por trás do fracasso do filme de 2015

O roteirista Jeremy Slater, responsável pelo polêmico remake de Quarteto Fantástico de 2015, que acabou sendo um fracasso de crítica e público, recentemente se manifestou sobre o longa.

Em uma entrevista ao ComicBook, Slater detalhou o que, em sua visão, motivou o insucesso do filme: conflitos de visão com o cineasta Josh Trank e um orçamento limitado.

Slater revelou que sua maior inspiração para o tom de Quarteto Fantástico foi o sucesso da Marvel Studios: “Sinceramente, minha maior referência de tom foi Os Vingadores. Tinha acabado de sair, naquele mesmo verão ou no verão anterior. Eu amei”.

“Achei que o Joss Whedon fez o impossível naquele filme, equilibrando todos aqueles tons. Ainda me lembro, no cinema, da primeira vez que o Thor girou o martelo e o usou para se lançar ao céu. Era só um gag de fundo e eu soltei um gritinho incontrolável. Era algo da minha infância que eu nunca pensei que veria em live-action”, acrescentou.

No entanto, Trank não compartilhava da mesma visão, preferindo se inspirar em filmes de super-herói mais sombrios para desenvolver o projeto.

“No fim das contas, esse foi o verdadeiro ponto de desconexão”, explicou Slater. “Provavelmente, eu e o Josh estávamos fazendo filmes diferentes em nossas cabeças. Eu era mais do tipo Vingadores, e — não quero colocar palavras na boca dele — mas ele era mais do tipo Batman Begins, com algo ultra-realista, sombrio e intenso. O lado mais ‘quadrinístico’ de algo como Os Vingadores, que eu absorvia e amava desde criança, ele não tinha as mesmas referências, então aquele tipo de filme não funcionava para ele como funcionava para mim”.

Além do conflito criativo, Slater revelou que o orçamento estava “sempre encolhendo”, o que limitou bastante as possibilidades da equipe durante a produção.

Sobre o novo filme da Primeira Família da Marvel, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, Slater demonstra total apoio.

“Gosto do fato de que estão apostando alto criativamente”, disse Slater. “Estão contando uma história multiversal, com um mundo diferente e um conjunto diferente de heróis. Parece que eles vão colocá-los em colisão com o nosso Universo Cinematográfico Marvel. Acho essa abordagem muito inteligente. E acho que eles estão acertando com o Galactus”.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

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Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Phineas e Ferb’: Revival conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; confira as críticas!

O revival de Phineas e Ferb já está disponível no Disney+, e a produção, que funciona como uma quinta temporada da amada animação, fez uma estreia excelente no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação com base em 8 análises.

A nova temporada mantém a tradição da série, que tem mantido avaliação perfeita de 100% ao longo dos anos.

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“É um alívio ter de volta em nossas vidas algo tão engraçado, otimista, alegre e criativo como Phineas e Ferb, agindo como se mal tivesse passado tempo algum”, disse Alan Sepinwall do Rolling Stone.

“Mesmo com o intervalo de dez anos entre as temporadas, a 5ª temporada de Phineas e Ferb não perde o ritmo, e isso não é apenas uma referência às músicas incrivelmente cativantes da série”, disse Aidan Kelley do Collider.

“A 5ª temporada honra o formato original da série do Disney Channel, incorporando toques de novos e excêntricos elementos, tornando-a divertida tanto para os fãs antigos quanto para os novos”, disse Chris Gallardo do Tell-Tale TV.

Phineas e Ferb retorna tão bom quanto sempre foi e começa novas tramas para Phineas, Ferb, Candace e o restante de Danville”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.

“Talvez o elemento mais revigorante do novo Phineas e Ferb seja o fato de ser, sem vergonha alguma, exatamente aquilo que sempre foi”, disse Callie Hanna do FandomWire.

“É tão divertido e criativo quanto sempre foi”, disse Joel Keller do Decider.

“Felizmente, o retorno da série prova que, embora nós tenhamos envelhecido, ela não envelheceu nem um pouco”, disse Chase Hutchinson do Seattle Times.

“O retorno perfeito a esse universo para os fãs, que faz parecer que nunca deixamos para trás nosso verão favorito”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Ao todo, serão 40 episódios inéditos, que serão lançados gradualmente na plataforma de streaming.

“A nova temporada de Phineas e Ferb seguirá os inventivos meio-irmãos enquanto eles enfrentam mais 104 dias de verão. Candace está mais determinada do que nunca a finalmente pegar seus irmãos mais novos, enquanto seu ornitorrinco de estimação, Perry, continua levando uma vida dupla como o elegante Agente P, cuja única missão é impedir que o Dr. Doofenshmirtz domine a área Tri-State”, diz a sinopse.

Vincent Martella (Phineas) e David Errigo Jr. (Ferb) retornarão para reprisar seus papéis nesse revival, e eles não estarão sozinhos. Ashley Tisdale dublará Candace mais uma vez, enquanto Dee Bradley Baker dará voz ao nosso querido Perry, o Ornitorrinco. E, claro, Dan Povenmire retornará para dar vida ao icônico Dr. Doofenshmirtz.

Olivia Olson também se juntará à equipe, escrevendo e interpretando Vanessa Doofenshmirtz.

 

Cartaz de Phineas e Ferb no palco, nova temporada.

Crítica | ‘A Caverna’ – Uma relação fragmentada entre mãe e filha com toques alegóricos certeiros [2a Edição – Festival de Cinema de Xerém]

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Conseguindo o efeito de uma poderosa bomba criativa que chega na raiz dos seus conflitos de forma acachapante, o filme A Caverna apresenta, de forma contundente, um recorte de uma relação intensa entre mãe e filha. A narrativa, com seus toques alegóricos certeiros, se liberta no denso terreno das emoções, formando uma experiência envolvente que facilmente fisga o olhar de quem enxerga algo próximo de alguma realidade.

Exibido na Mostra Competitiva de Curtas Nacionais da 2ª Edição do Festival de Xerém, esse interessante projeto parte do princípio de que tudo em cena importa, utilizando muitas vezes de um incomodar para chamar a atenção do público. Associado a isso, logo o temporal que se cruza, busca nas infinidades do cinema uma porta de entrada para o ‘fora da caixa’.

Mãe e filha se veem em momentos distantes, com a segunda prestes a sair da casa onde sempre morou e descobrir o mundo que se apresenta através do seu olhar como artista. Nesse conflito, que também tem lampejos do forte amor desse laço eterno, ambas buscam soluções para a relação já fragmentada por cuidados em excesso. Num lugar figurativo, cheio de possibilidades de entendimento – uma caverna – se torna o espaço onde soluções podem ou não serem alcançadas.

Um dilema aliado ao discurso – o ficar ou abandonar – guiados por duas inspiradas artistas em cena (Patrícia Saravy e Natália Garcia), se mostra uma base importante para pensarmos sobre a sociedade e os obstáculos na interrelação. Associado a isso, trazendo um olhar para o real através de um assunto que não se mostra completamente, a Síndrome do Pânico, vamos percorrendo embates fervorosos.

Escrito e dirigido por Louise Fiedler, esse curta-metragem dá margens para interpretações sem perder um ponto fixo onde seu desabrochar acontece.

 

‘Demolidor: Renascido’: Criadores justificam violência extrema do Justiceiro; “É para causar desconforto”

O episódio final da primeira temporada de Demolidor: Renascido’ chocou os espectadores com cenas de violência brutal, especialmente as envolvendo o Justiceiro de Jon Bernthal. Agora, os cineastas por trás da série se manifestaram, defendendo o uso da violência extrema e detalhando as escolhas criativas que diferenciaram os dois vigilantes.

Na trama, o Justiceiro ajuda o Demolidor a escapar da força anti vigilante comandada pelo Rei do Crime.

O diretor Aaron Moorhead explicou à Variety que a relação entre os personagens é complexa: “Você pode chamar de uma parceria, mas vai notar que eles não estão realmente trabalhando em equipe, porque há um problema filosófico entre eles.”

O diretor de ação e coordenador de dublês, Philip Silvera, destacou como os movimentos de câmera realçaram as diferenças:

“A linguagem da câmera para o Jon [Bernthal] era câmera na mão e em câmera lenta, e para o Charlie [Cox] eles queriam algo mais estável e em velocidade normal, então tivemos um contraste ótimo”, destacou Silvera: “Brincamos com a forma como cada um interage. O personagem do Jon, o Justiceiro, não tem medo de matar. O personagem do Charlie não tem medo de salvar pessoas ferindo gravemente seus inimigos. Isso vem da gravidade da situação e do que ele faria naquele momento. Se está interrogando alguém, é uma coisa. Mas se alguém tenta machucar alguém que ele ama e ele entra nesse estado de fúria, é algo bem diferente”.

Charlie Cox, que interpreta o Demolidor, comparou os vigilantes a uma franquia esportiva: “Se você pensar neles como uma franquia esportiva, eles estão no mesmo time, mas têm ideias completamente opostas sobre como alcançar o sucesso”.

Apesar da brutalidade do Justiceiro, o diretor Justin Benson elogiou a coreografia do Demolidor, mesmo que menos letal.

“Apesar de estarmos discutindo essa filosofia de matar ou não matar, isso não significa que uma luta vai ser legal e a outra não”, ele disse. “Essas foram algumas das lutas mais incríveis que já vi o Demolidor fazer. É divertido de assistir. Ainda parece humano, ainda parece realista, mas ele está muito mais agressivo com aquele bastão e o cabo de aço. É muito bom vê-lo lutando assim”.

A trilha sonora também teve um papel crucial em sublinhar a grande diferença entre os dois vigilantes. Moorhead explicou que a intenção não era glorificar a violência: “Assistir à violência não é para ser algo divertido, é para fazer você se sentir um pouco mal. E o mesmo vale para a música. A música não é heróica, parece que tem algo errado acontecendo ali”.

Ele acrescentou que a perspectiva do Demolidor guia a cena: “E isso porque a alma da cena está na perspectiva do Demolidor, que é: ‘O que ele (o Justiceiro) está fazendo é errado.’ Ele passa pela cena de uma forma que o faz se sentir confortável, que é usando um cano de ferro gigante para mandar pessoas para o hospital por toda a vida, mas sem matá-las. E sua coreografia é um pouco menos brutal, um pouco mais… Não quero dizer ‘dançante’, como se chama isso? É como se ele visse um caminho através de todos”.

Demolidor Renascido’ esta disponível no Disney+

 

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

‘American Love Story’: Grace Gummer, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola entram para a nova antologia de Ryan Murphy

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A nova série antológica de Ryan Murphy, ‘American Love Story‘, acaba de reforçar seu elenco com nomes de peso. Segundo informações do Deadline, Grace Gummer, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola foram escalados para a produção desenvolvida em parceria com a FX e a 20th Television.

Na trama, Grace Gummer (American Horror Story‘) terá um papel fixo como Caroline Kennedy. Sydney Lemmon (‘Succession‘) participará de forma recorrente como Lauren Bessette. Alessandro Nivola (‘O Brutalista‘) também entra com papel recorrente, dando vida ao estilista Calvin Klein.

Eles se juntam à Sarah Pidgeon no papel de Carolyn Bessette, Paul Kelly como John F. Kennedy Jr. e Naomi Watts interpretando Jacqueline Kennedy Onassis, mãe de JFK Jr.

American Love Story‘ é o mais novo derivado do universo de ‘American Crime Story‘, também criado por Murphy. A proposta é apresentar, em formato antológico, histórias de amor reais que comoveram o público e repercutiram na mídia mundial.

A primeira temporada será centrada no relacionamento entre John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, um dos casais mais icônicos e trágicos dos anos 1990.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

O diretor Max Winkler comandará o episódio piloto. Ele é um colaborador de longa data de Murphy, tendo dirigido e produzido a série de terror ‘Grotesquerie’, múltiplos episódios de American Horror Story e de ‘Feud’. Seus outros créditos incluem ‘Brooklyn Nine-Nine’‘New Girl’‘Espíritos da Escola’.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

A série faz parte do robusto portfólio de Ryan Murphy no FX e sucede sucessos como ‘The People v. O.J. Simpson’ e ‘The Assassination of Gianni Versace‘.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

‘The Cleaning Lady’ e ‘Alert’ são CANCELADAS pela Fox

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A Fox oficializou o cancelamento de duas de suas séries dramáticas em situação indefinida: ‘Alert: Missing Persons Unit‘ e ‘The Cleaning Lady‘.

As decisões foram tomadas após a exibição das temporadas atuais — ‘Alert‘ encerrou em 27 de maio, enquanto ‘The Cleaning Lady‘ teve seu final exibido em 3 de junho.

A medida já era esperada nos bastidores. Ambas as produções, ao lado de outras séries já descartadas como ‘Accused‘ e ‘The Great North‘, estavam nas últimas posições do ranking de audiência da Fox para a temporada 2024–2025. A última, atualmente em sua quinta temporada, também deve ser oficialmente cancelada até o fim do mês.

Apesar de também não ter sido renovada, a série antológica ‘Accused‘, produzida por Howard Gordon (‘24 Horas‘, ‘Homeland‘), ainda pode retornar como evento limitado, segundo o presidente da Fox Television Network, Michael Thorn. “Adoramos o projeto e o Howard. […] Como é uma antologia, não segue o mesmo cronograma das séries com elenco fixo. Pode haver uma oportunidade de retorno no futuro”.

Motivos dos cancelamentos

Ambas as produções eram coproduções da Fox com estúdios externos: Alert com a Sony Pictures TV, ‘The Cleaning Lady‘ com a Warner Bros. TV.

Alert: Missing Persons Unit‘, estrelada por Scott Caan e Dania Ramirez, chegou a ser considerada para uma possível renovação com reformulações, já que a Fox valorizava a química de Caan no papel principal e a evolução para um formato “buddy cop”. No entanto, a audiência não sustentou o investimento.

Já ‘The Cleaning Lady‘, protagonizada por Élodie Yung, enfrentou desafios criativos após a perda do ator Adan Canto, que faleceu em decorrência de um câncer. A série passou por reformulações, mas não conseguiu retomar o ritmo das temporadas anteriores, apesar de manter uma base fiel de fãs. O final da quarta temporada deixa pontas soltas e tramas não resolvidas.

Alert: Missing Persons Unit‘ acompanhava os esforços da unidade de pessoas desaparecidas da polícia da Filadélfia, com episódios focados na busca e no resgate de desaparecidos. No elenco estavam também Adeola Role, Ryan Broussard e Alisha-Marie Ahamed. A série era produzida por nomes como Jamie Foxx e Carla Kettner (showrunner).

The Cleaning Lady‘ era a primeira série dramática liderada por uma protagonista do Sudeste Asiático na TV aberta americana. Inspirada em um formato argentino, a trama seguia Thony De La Rosa, uma ex-cirurgiã cambojana-filipina que passa a trabalhar como faxineira e médica clandestina para uma organização criminosa em Las Vegas. Também estavam no elenco Martha Millan, Kate Del Castillo, Santiago Cabrera e outros.

‘Étoile’: Série de ballet dos criadores de ‘A Maravilhosa Sra. Maisel’ é CANCELADA após uma temporada

Adieu, ‘Étoile‘. A série de comédia dramática ambientada no mundo do balé, criada por Amy Sherman-Palladino e Daniel Palladino, não terá uma segunda temporada no Prime Video, segundo informações da Deadline. A decisão foi tomada mesmo após o projeto ter sido inicialmente encomendado com duas temporadas.

Apesar do cancelamento, a Amazon MGM Studios continuará apoiando a campanha de ‘Étoile‘ para o Emmy 2025, nas categorias de comédia.

A produção era um projeto pessoal de Sherman-Palladino, que tem formação em balé, e acompanhava os bastidores de duas companhias renomadas — uma em Nova York, outra em Paris — que decidem trocar seus dançarinos mais talentosos para tentar salvar suas instituições.

A série estreou em 24 de abril no formato de lançamento completo, mas não conseguiu se destacar nas métricas de audiência. ‘Étoile‘ não entrou no Top 10 da Nielsen para originais e foi rapidamente superada no próprio ranking interno da plataforma por ‘Reacher‘, que não lançava novos episódios desde março.

Pouco depois, a produção saiu totalmente da lista, enquanto títulos como ‘A Roda do Tempo‘ — também cancelado recentemente — ainda figuram entre os mais assistidos.

A decisão de não continuar com a segunda temporada teria sido motivada por uma análise de desempenho versus custo, não estando relacionada à recente troca de comando na Amazon MGM Studios, com a saída de Jennifer Salke, que havia aprovado a série.

O Prime Video já havia utilizado o modelo de encomenda direta para duas temporadas com sucessoa anteriores, como no caso de ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘ em 2017. No entanto, como indicam os bastidores, essa prática não garante a produção de ambas as temporadas sem uma nova avaliação — algo que também se aplica a séries como ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’.

Étoile‘ marcou a segunda incursão de Sherman-Palladino no universo do balé após ‘Bunheads‘ (2012–2013), e sua quarta série após os sucessos ‘Gilmore Girls‘ e ‘Mrs. Maisel‘.

Relembre o trailer:

Luke Kirby (‘The Marvelous Mrs. Maisel‘) estrela a produção ao lado de Charlotte Gainsbourg (‘O Pálido Olho Azul’).

O elenco da série ainda conta com Lou de Laâge (‘The Innocents‘), Gideon Glick (The Marvelous Mrs. Maisel‘, ‘Maestro‘), David Alvarez (‘Amor, Sublime Amor‘), Ivan du Pontavice (‘Rupture‘), Taïs Vinolo (‘The Show Must Go On‘), David Haig (‘Quatro Casamentos e um Funeral‘), Simon Callow (‘Outlander‘) e Yanic Truesdale (‘Gilmore Girls‘).

Vale ressaltar que ‘Étoile’ já está renovada para sua segunda temporada.

Amazon MGM Studios assume a produção, com Sherman-Palladino, Palladino e Dhana Rivera Gilbert na função de produtores executivos.

Dica | Dobradinha de musicais que vão agradar até quem não gosta de musicais

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De 2016 para cá, a quantidade de musicais lançados nos cinemas parece ter crescido bastante, após uma década de pouco prestígio deste gênero ante o grande público. O sucesso de longas como La La Land – Cantando Estações (2016) e Nasce Uma Estrela (2018) foi importante para mostrar a uma nova geração que é possível contar boas histórias sem necessariamente seguir aquele formato clássico.

E o mais interessante é que essa ‘retomada’ trouxe espaço para todas as formas de musicais, fazendo dele um gênero bastante popular novamente. Dentro deste cenário, um nome bastante inesperado surgiu com um estilo próprio muito intenso. O australiano Michael Gracey surgiu de forma avassaladora com um dos musicais hollywoodianos mais amados dos últimos anos, e viveu uma grande frustração ano passado. Seu estilo é marcado por fazer biografias musicais carregadas de emoção, cortes dinâmicos e frustrações. Seus protagonistas vivem verdadeiras montanhas-russas emocionais, indo do sucesso à lama em um estalar de dedos – e vice-versa.

Sua escolha por protagonistas polêmicos e tramas aventurescas, embaladas por trilhas extremamente marcantes atraiu públicos diferentes e ele acabou ganhando o título de diretor de ‘musicais para quem não gosta de musicais’, o que é exagerado, mas certamente traz um ponto. Seu talento para dialogar com diferentes tipos de público acaba fazendo de seus filmes “portas de entrada” para outros musicais.

Seu primeiro grande filme é o já clássico O Rei do Show. Lançado em 2017, o filme aproveita o talento musical de Hugh Jackman e um elenco que mistura astros do falecido Disney Channel com as peças da Broadway, o longa é uma adaptação biográfica do controverso P.T. Barnum, um empresário do entretenimento norte-americano que é considerado o responsável por moldar o circo como o conhecemos.

O longa sofreu críticas desde o começo por suas escolhas criativas. A vida real de P.T. Barnum foi marcada por polêmicas, como exploração de portadores de deficiência e propaganda enganosa, já que seus primeiros shows de entretenimento vendiam fraudes como se fossem atrações verdadeiras. Ele prometia encantar crianças e adultos com sereias, lobisomens, homens-macacos, mulheres barbadas e gigantes, sendo que eram apenas pessoas comuns fantasiadas ou com deficiências, como o famoso Tom Thumb, que era apenas um homem com nanismo. Ainda assim, ele conseguiu feitos incríveis na vida, principalmente depois de entrar para a vida política.

Outra escolha questionada na época foi a de Hugh Jackman para o papel principal. Afinal, Barnum era um homem calvo, narigudo, barrigudo e baixinho, nada a ver com Hugh, que é um dos grandes galãs de Hollywood. Mas é garantido que absolutamente todas essas desconfianças e polêmicas desaparecem nos primeiros segundos de filme, quando o picadeiro começa a ritmar The Greatest Show, uma das mais espetaculares canções desta trilha sonora original composta para o longa. É de arrepiar!

E o carisma de Jackman é simplesmente arrebatador. Ele te conquista desde a primeira aparição, mesmo deixando claro que o rapaz é um picareta de marca maior. Suas vigarices se mesclam com a vontade de dar uma vida melhor para a família, mesmo que isso signifique atropelar quem passar pela frente. Paralelamente a isso, conforme ele vai montando seu espetáculo circense, os personagens que entram em sua vida trazem novos dramas e se libertam de uma existência marcada por frustrações e preconceitos.

E justamente neste ponto que o público geral se encantou. O que deveria ser uma biografia empresarial acabou virando um grito por liberdade e inclusão, mostrando que todos importam, apesar das pressões sociais para que todos ajam da mesma forma. Em meio as pilantragens de P.T. Barnum, um grupo de excluídos ganha voz e assume o protagonismo de forma espetacular.

A outra dica é um filme cujo desempenho foi o extremo oposto de O Rei do Show. Se o musical circense virou um fenômeno de bilheteria, Better Man – A História de Robbie Williams foi um autêntico desastre comercial. Adorado pela crítica, o filme sofreu um duro baque com uma arrecadação risível nos Estados Unidos, principal praça comercial do cinema, com a justificativa de que o público norte-americano não conhecia o cantor Robbie Williams – ou apenas não se importava o suficiente com ele para prestigiar um filme sobre sua vida.

E o mais engraçado de toda essa situação, considerada por muitos executivos como uma vergonha, é que isso ter acontecido justamente em sua biografia acaba complementando toda a mensagem que Williams passa sobre sua vida durante o filme. O lado bom é que ele levou tudo na esportiva, mas é incrível como colabora para essa sensação de “montanha-russa” retratada na trama.

Embalado pelos maiores sucessos da carreira de Robbie, o filme retrata o artista britânico como um chimpanzé. E isso foi uma escolha do próprio cantor, que justificou dizendo que sempre se sentiu um macaco de circo, cuja única missão na vida era entreter o público. Ao longo da trama, o público vê seus primeiros passos como um garotinho talentoso, apoiado principalmente por sua avó, enquanto via o pai sofrer com delírios de grandeza e altas doses de um narcisismo que influenciaria diretamente na vida do garoto, que cresceria sempre em busca da aprovação alheia.

Essa mistura de infância e juventude, trazendo o contraste da vida de um menino solitário e inventivo com a de um jovem astro, consumido pelos exageros da vida de celebridade no Reino Unido, transitando pelas boates LGBT, pelas drogas, pelas bebedeiras e pelas mulheres, acaba criando uma história de ascensão e queda ridiculamente interessante. A própria escolha pelo macaco, que causou um estranhamento em parte do público, se mostra espetacular, já que o CGI é muito bem feito, o que acaba colaborando com toda a excentricidade desse projeto.

Por ter um ritmo ainda mais frenético e menos familiar que O Rei do Show, Better Man é uma história que é tão grandiosa quanto a vida de celebridade, arrancando gargalhadas e lágrimas na mesma intensidade. Você torce pelo sucesso do protagonista, enquanto percebe que sua glória é também sua ruína. Em meio a essa dualidade, o público se vê em uma ‘sinuca de bico’, aumentando o desespero que aflige o pequeno Robbie, que só queria ser famoso, mas logo é confrontado pelos fantasmas de sua vida.

É tão intenso que você acha que a única saída para ele é a morte, e olha que ela o acompanha em diferentes fases da vida, só que é um filme inspirado na história real do cantor, que está vivo até hoje e está levando uma vida mais equilibrada. Então, vê-lo encontrar uma saída é muito emocionante. E, ao contrário de outras produções biográficas, essa aqui consegue transmitir toda essa emoção sem virar um filme apelativo. É uma experiência sensorial, praticamente como acompanhar a vida de um amigo próximo que está cometendo erros enquanto tenta acertar.

Com seus protagonistas erráticos, Michael Gracey conseguiu criar experiências musicais capazes de “furar a bolha”, fazendo com que o interesse por esse gênero desperte em muita gente. Ambos os filmes são espetaculares e carregam mensagens interessantíssimas, além de trilhas sonoras que vão grudar na cabeça por meses.

O Rei do Show está disponível no Disney+ e no Mercado Livre Play. Better Man – A História de Robbie Williams está disponível no Amazon Prime Video.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Taylor Sheridan, de ‘Yellowstone’, entra na disputa pelos direitos da franquia

A icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ está no centro de uma intensa disputa em Hollywood, com negociações oficialmente iniciadas na última segunda-feira (02), segundo a Deadline.

De cinco a oito estúdios e plataformas de streaming estão concorrendo pelos direitos da IP criada por Tobe Hooper e Kim Henkel, que inclui cinema, televisão, eventos ao vivo e jogos.

Representada desde 2017 pela agência Verve, a propriedade tem como produtora principal a Exurbia Films, com Pat Cassidy, Ian Henkel e Kim Henkel à frente do projeto. O advogado Marios Rush cuida da parte legal da negociação.

Apesar de ainda não haver um favorito claro, novas propostas criativas estão atraindo atenção. Entre os nomes em destaque está Taylor Sheridan, criador de ‘Taylor Sheridan’, que demonstrou interesse na franquia — embora, por ora, apenas na função de produtor. Sheridan cresceu no Texas, o que reforça sua conexão com o material.

Outro nome em potencial é o de Oz Perkins (‘Longlegs‘), que estaria se unindo a Bryan Bertino (‘Os Estranhos‘, 2008) em uma proposta para um novo longa, com Bertino na direção. Esse projeto seria apresentado pela distribuidora independente Neon.

Além disso, o cineasta J.T. Mollner (‘Strange Darling‘) e o produtor Roy Lee (‘Minecraft: O Filme‘) estão desenvolvendo um pitch para TV em parceria com a A24, com envolvimento do texano Glen Powell — que não deve atuar na produção. Separadamente, Roy Lee também estaria propondo um filme para a Netflix.

Jordan Peele também entrou na disputa, com sua produtora Monkeypaw interessada em produzir uma nova versão. A empresa tem um acordo de produção com a Universal Pictures.

O filme original de 1974, feito com um orçamento modesto de US$ 140 mil, arrecadou mais de US$ 31 milhões, tornando-se um clássico do terror e gerando uma franquia que já ultrapassa US$ 252 milhões em bilheteria mundial, com nove filmes, quadrinhos, livro e duas adaptações em jogos.

A versão de maior bilheteria da saga segue sendo o remake de 2003, produzido por Michael Bay e estrelado por Jessica Biel, que arrecadou US$ 107 milhões e reintroduziu Leatherface para uma nova geração.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

A lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘The Five-Star Weekend’: Regina Hall entra para o elenco de novo drama do Peacock estrelado por Jennifer Garner

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O Peacock confirmou a entrada de Regina Hall (‘Uma Batalha Atrás da Outra‘) como parte do elenco principal de ‘The Five-Star Weekend‘, série dramática estrelada e produzida por Jennifer Garner.

Hall interpretará Dru-Ann Jones, uma das convidadas do fim de semana que promete mudar tudo na vida da protagonista.

Criada por Bekah Brunstetter (‘Maid‘, ‘This Is Us’) e baseada no best-seller homônimo de Elin Hilderbrand (‘O Casal Perfeito‘), a produção acompanha Hollis Shaw (Garner), uma influenciadora digital de gastronomia conhecida por seu estilo sofisticado e carisma acolhedor. Após uma perda devastadora, a aparente perfeição de sua vida começa a ruir — incluindo um casamento em crise, dificuldades com a filha e a obsessão crescente por validação nas redes sociais.

Na tentativa de superar o luto, Hollis reúne quatro amigas de fases distintas da vida para um fim de semana em sua casa em Nantucket. Ambientada num cenário costeiro de luxo, a série explorará amadurecimento, amizades à prova do tempo e verdades que vêm à tona quando menos se espera.

Além de Brunstetter, o time criativo conta com Beth Schacter (‘Billions‘) como roteirista e produtora executiva.

Também produzem Sue Naegle e Ali Krug pela Dinner Party Productions, em parceria com o Universal Studio Group. A própria Elin Hilderbrand atua como produtora executiva.

Ainda sem data de estreia, ‘The Five-Star Weekend‘ é mais um esforço do Peacock para ampliar seu portfólio de séries premium ancoradas em personagens femininas fortes e narrativas emocionais de recomeço e reconexão.

Dica do fim de semana | Novidades para curtir no Disney+

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O Disney+ trouxe produções bastante variadas para seu catálogo neste mês. E como sabemos que nem sempre é fácil escolher o que assistir, dada a grande variedade de opções, listamos cinco produções, dentre filmes, séries e documentários que acabaram de entrar no streaming.

E como indicado no título, todas as produções listados neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Basta ligar a TV, selecionar o streaming e assistir. Confira!

Capitão América: Admirável Mundo Novo

Consolidado como Capitão América e respeitado na posição, Sam Wilson (Anthony Mackie) segue fazendo missões contra traficantes internacionais de vibranium e um novo metal extremamente perigoso: o adamantium. Convidado pelo Presidente Ross (Harrison Ford) para tentarem usar seu prestígio como super-herói para apoiar a diplomacia americana em um projeto de parceria de exploração desse metal, Sam até topa participar, mas logo se vê dentro de uma trama conspiratória que envolve um velho amigo seu e inimigos de outras épocas em busca de vingança. E quando o próprio presidente dos EUA se transforma em um Hulk, caberá ao Capitão América tentar contê-lo e impedir uma nova guerra mundial.

Predador: Assassino de Assassinos

Após décadas de tentativas de repetir o sucesso do primeiro filme da saga em live-action, a franquia Predador se rendeu a um formato que está cada vez mais popular dentre o público adulto: as animações 3D. Em Predador: Assassino de Assassinos, o filme de animação original do 20th Century Studios, o público acompanha as histórias de três guerreiros contadas de forma antológica. Ao longo de décadas, é possível acompanhar a jornada de uma viking que está levando seu filho pelo caminho da vingança, um ninja do Japão feudal que entra em uma guerra contra o próprio irmão, e um piloto da Segunda Guerra Mundial que está investigando uma possível ameaça de outro mundo. O que esses três têm em comum? Além da brutalidade, todos estão sendo caçados pelo Predador. É uma grata surpresa.

Oceanos com David Attenborough

Sir David Attenborough embarca em uma nova aventura com a equipe do National Geographic. Foto: Conor McDonnell.

A partir deste domingo (8), os fãs de documentários da vida selvagem vão poder conferir o novo projeto do lendário Sir David Attenborough, maior especialista neste ramo de filmes. Aos 99 anos, o apresentador lidera este documentário, que mostra ao público a importância dos oceanos e como é possível reestabelecer a grandeza das vastas e interconectadas águas da Terra, apresentando as possíveis soluções para a proteção marinha que poder ajudar a reverter a situação. O documentário é baseado em pesquisas científicas e conta com a consultoria de uma equipe de cientistas especializados, entre eles o Dr. Enric Sala, fundador da National Geographic Pristine Seas. E a data de estreia não poderia ser outra, já que o dia 8 de junho marca o Dia Mundial dos Oceanos.

Phineas & Ferb

Uma das séries animadas de maior sucesso da reta final dos anos 2000 está de volta. Após um hiato de nada menos que dez anos, Phineas & Ferb retornam para uma quinta temporada que promete resgatar a essência da série que fez dela um sucesso entre crianças e adultos. Os primeiros episódios já estão disponíveis e estão sensacionais. Talvez parte do público estranhe a mudança dos dubladores de alguns personagens, mas isso se deu muito pelo crescimento do elenco e as mudanças naturais das vozes. Felizmente, a maioria dos dubladores brasileiros originais retornam para os papéis tão queridos. A trama? Bom, segue a mesma. Phineas & Ferb estão novamente de férias e não querem perder tempo, então constroem as invenções mais mirabolantes possíveis, o que enlouquece Candice, a irmã mais velha, que tenta dedurar seus irmãozinhos para a mãe. Paralelamente a isso, Perry, o Ornitorrinco volta a enfrentar o Dr. Doofenshmirtz, que deixou de lado a aposentadoria e voltou a fazer maldades por aí.

Kun por Agüero

Por fim, a última dica deste fim de semana é um documentário que estreou há pouco tempo e deu uma boa encorpada ao catálogo de produções esportivas do Disney+. Em Kun por Agüero, o público vai embarcar de cabeça na história, vitórias e dramas de Sergio Agüero, ídolo do Manchester City e um dos grandes atacantes da Seleção Argentina. Com depoimentos de craques com quem ele dividiu campo e vestiário, além de pessoas importantes de sua vida pessoal, o ex-camisa 9 conta detalhes de sua infância, passando pelos percalços que enfrentou até conseguir se tornar jogador de futebol profissional. E sua história guarda ainda um capítulo muito complexo, que foi sua aposentadoria precoce devido a um problema cardíaco que chocou torcedores de todos os cantos do mundo.

Mariah Carey dá início a nova era com a inédita “Type Dangerous”; Ouça!

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou recentemente a inédita canção “Type Dangerous”, que dá início à sua mais nova era musical.

lead single traz elementos do R&B integrados ao hip hop soul e ao gênero conhecido como new jack swing, explorando uma narrativa de atração romântica e sexual a alguém potencialmente perigoso.

Trazendo um sample da clássica canção “Eric B. Is President”, lançada em 1987 por Eric B. & Rakim, a faixa é o primeiro vislumbre do vindouro 16º compilado de originais de Carey (que ainda segue sem detalhes confirmados).

Ouça:

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

Investigação paranormal no trailer de ‘House on Eden’, TERROR found footage estilo ‘A Bruxa de Blair’

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O terror found footage ‘House on Eden‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Além de roteirizar e dirigir, Kris Collins também estrela a produção ao lado de Celina MyersJason-Christopher Mayer.

Os investigadores paranormais Kris, Celina e seu cinegrafista Jay esperam os sustos de sempre ao embarcarem em seu mais novo caso. Mas, após serem misteriosamente redirecionados para uma casa abandonada no meio da floresta, eles se veem diante de uma força diferente de tudo o que já encontraram. À medida que a noite se transforma em caos, membros da equipe desaparecem e fenômenos sinistros sugerem uma presença antiga e malévola observando cada movimento deles.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 25 de julho.

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’: Após bilheteria decepcionante, diretor DEFENDE aparição de Huck Vermelho nos trailers

Lançado em fevereiro, ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ marcou a estreia solo de Sam Wilson (Anthony Mackie) como o novo Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel.

Mas a nova fase do herói começou com o pé esquerdo: o filme dividiu a crítica e o público e encerrou sua trajetória nos cinemas com apenas US$ 415,1 milhões em bilheteria global, resultado catastrófico para um título da Marvel Studios.

Entre os fatores apontados pelos fãs para o desempenho abaixo do esperado, uma questão em especial vem sendo debatida: a revelação precoce do Hulk Vermelho nos trailers. Segundo parte do público, o marketing deveria ter focado nos vilões O Líder e Sociedade da Serpente, guardando a transformação de Thaddeus Ross (Harrison Ford) em Hulk Vermelho como uma surpresa exclusiva para o público nas salas de cinema.

Mas para o diretor Julius Onah, essa estratégia seria praticamente impossível de sustentar. Em entrevista à Empire Online, ele afirmou:

“Quando você está fazendo um filme assim e o anúncio de que Harrison Ford interpretará Thaddeus Ross é divulgado, e você tem um fandom tão massivo e apaixonado como o da Marvel, você já está perdido nesse ponto”.

Segundo Onah, a expectativa gerada em torno de Ford — substituindo o falecido William Hurt no papel — tornava inviável manter qualquer segredo sobre o arco de transformação do personagem.

“No cenário ideal, seria incrível se isso fosse uma surpresa nos cinemas, mas seria muito difícil. Um brinquedo teria vazado, ou alguém teria soltado um trailer. É muito difícil manter segredos hoje em dia”. 

Apesar do apelo visual de personagens como o Hulk Vermelho, o cineasta reforçou que o que realmente importa é o componente dramático.

“Você tem um cara voando com asas de vibranium, tem um Hulk Vermelho — eu adoro isso. Mas isso só importa de verdade se você se importar com o lado humano da história, com os temas que ela carrega.”

Para Onah, o verdadeiro centro emocional do filme está na representação de Sam Wilson como um Capitão América negro:

“O que é tão poderoso na ideia de ele usar as estrelas e listras é representar um tipo de progresso. Renovar essa noção de que um grupo diverso pode se unir por uma visão comum de esperança e possibilidade”. 

Ele conclui com uma nota idealista — ou “um pouco Pollyanna”, como reconhece:

“Se não acreditarmos em uma visão compartilhada de mundo, nação ou comunidade, o que estamos fazendo?”

Ainda assim, o futuro do personagem no MCU permanece incerto, especialmente diante da recepção morna de ‘Amirável Mundo Novo‘ e das reformulações constantes no calendário da Marvel.

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e arrecadou US$415,1 milhões mundialmente.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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‘Jogos Mortais 11’ é CANCELADO e Blumhouse vai assumir a franquia

De acordo com informações exclusivas do site Deadline, a Blumhouse — renomada produtora especializada em filmes de terror e suspense, responsável por sucessos como Atividade Paranormal, A Entidade e O Telefone Preto — está adquirindo os direitos da icônica franquia Jogos Mortais (Saw), anteriormente controlada integralmente pela Twisted Pictures.

Apesar da grande movimentação nos bastidores, a Lionsgate, estúdio que distribuiu todos os filmes da saga desde seu início em 2004, permanecerá ligada à marca. Segundo a reportagem, a Lionsgate continuará como co-detentora da propriedade intelectual, mantendo 50% dos direitos sobre a franquia.

Ainda não há uma confirmação oficial sobre os rumos criativos ou comerciais da série após essa reestruturação, mas fontes próximas ao estúdio afirmam que as discussões já estão em andamento. A troca de comando acontece em um momento delicado, poucos meses depois de Jogos Mortais 11 ter sido adiado indefinidamente e, segundo relatos anteriores, praticamente cancelado.

O site Bloody Disgusting, especializado em filmes de horror, chegou a divulgar que o décimo primeiro capítulo da franquia está “100% morto” e que o projeto foi oficialmente arquivado. O colapso criativo teria começado no início de 2024, quando desentendimentos graves entre os produtores vieram à tona. “Tudo começou a dar errado em janeiro de 2024. Os produtores começaram a brigar. Enquanto um deles queria avançar com o novo filme, o outro colocava inúmeros obstáculos. A Lionsgate não interveio para acalmar a situação, e a tensão aumentou até o ponto de ruptura,” revelou uma fonte ao portal.

Os indícios de instabilidade nos bastidores já vinham aparecendo há alguns meses. Um dos momentos que mais chamou atenção foi a saída do diretor Kevin Greutert, que comandou diversos filmes da franquia, incluindo Jogos Mortais X (2023) e Jogos Mortais VI. Em um ato que causou alvoroço entre os fãs, Greutert apagou sua conta na rede social X (antigo Twitter) logo após publicar uma mensagem enigmática, que muitos interpretaram como uma despedida definitiva da saga.

A entrada da Blumhouse pode representar um novo fôlego para Jogos Mortais, especialmente levando em conta o histórico da produtora em revitalizar franquias e investir em histórias com forte apelo psicológico e comercial. Ainda assim, resta saber se a nova administração irá optar por um reboot completo, uma continuação direta, ou algo completamente diferente.

Por enquanto, fãs da icônica armadilha de Jigsaw terão que esperar para descobrir qual será o próximo jogo.

O próximo capítulo da franquia seria lançado originalmente em 2024, mas acabou sendo adiado em um ano.

Artigo | Dean DeBlois se prepara para um duelo de legados nos cinemas

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O mundo das animações é um dos mais fantástico no meio do cinema, porque consegue transportar crianças e adultos para mundos mágicos da forma mais encantadora possível. Por meio de sua técnica artística refinada, personagens 2D ou 3D ganham as telas e fascinam gerações com suas histórias marcadas por aventuras inesquecíveis, personagens carismáticos e dramas bastante profundos, mascarados por um rótulo de serem produções supostamente feitas para o público infantil.

No entanto, um ponto curioso desse meio animado é que as aventuras costumam ser tão marcantes, que o público se apega mais às tramas ou aos personagens, em vez de se conectarem com os diretores, mais ou menos como acontece nos filmes em live-action. É muito comum que o público geral seja apaixonado por Toy Story, por exemplo, mas não faça a menor ideia de quem foram as mentes por trás da quadrilogia imortal da Pixar. E essa pegada mais “anônima” dos diretores de animações acaba de ganhar um capítulo muito interessante.

O diretor e roteirista Dean DeBlois aparece dirigindo Gabriel Howell (Melequento) e Nico Parker (Astrid) no set de ‘Como Treinar o Seu Dragão’. Divulgação/ Universal Pictures.

Com esta nova tendência dos estúdios fazerem adaptações de animações em filmes live-action, parecia apenas uma questão de tempo para que essa curiosidade acontecesse. E a partir deste sábado (7), com a estreia do novo Como Treinar o Seu Dragão em sessões especiais para o público, o diretor Dean DeBlois vai ver seus ‘dois filhos’ mais proeminentes duelarem pelas salas de cinema do mundo e pelas bilheterias.

Para quem não está por dentro, DeBlois é o diretor da trilogia original animada de Como Treinar o Seu Dragão, e foi escolhido pela Universal Pictures para dirigir a adaptação em live-action da franquia. Apaixonado por esses personagens e esse universo, o diretor afirmou estar tentando trazer uma visão mais humana para Soluço (Mason Thames), Stoico (Gerard Butler) e Astrid (Nico Parker), enquanto aposta na fofura e diversão de um Banguela feito com uma impressionante computação gráfica.

Dean DeBlois e o elenco infantil da adaptação de ‘Como Treinar o Seu Dragão’. Divulgação/ Universal Pictures.

Sob forte expectativa do estúdio, o novo Como Treinar o Seu Dragão já nasce com a responsabilidade de honrar uma das melhores trilogias da história das animações, mantendo o altíssimo nível conquistado por ela na última década, mas também já dá indícios de que será o primeiro capítulo de uma nova saga, que pode ou não seguir os mesmos caminhos da animação, que contou ainda com algumas séries animadas derivadas. Fato é que essa saga é o grande legado de Dean DeBlois para o cinema, mas não é o único.

E é justamente por conta deste outro sucesso atribuído à mente de DeBlois que o mês de junho será tão especial para ele. Para quem não sabe, o primeiro grande trabalho do diretor canadense foi uma animação lançada em 2002 sobre um alienígena destrutivo que caía no Havaí, onde desenvolveria uma grande amizade com uma garotinha esquentada, enquanto se apaixonaria pela cultura local. Pois é, Dean DeBlois estreou na direção justamente com Lilo & Stitch, outra animação que não apenas ganhou uma versão em live-action esse ano, como também ainda segue firme em cartaz pelos cinemas do mundo.

Stitch também ganhou uma versão em live-action. Divulgação/ Disney. © 2024 Disney Enterprises Inc.

Ao lado do amigo Chris Sanders, escreveu o roteiro e dirigiu o Lilo & Stitch original, sendo o grande trabalho dele até emplacar a trilogia Como Treinar o Seu Dragão. Quis o destino que seus dois grandes legados para o cinema ganhassem versões em live-action ao mesmo tempo e se enfrentassem nas bilheterias na mesma janela de lançamento. Porém, vale destacar que a adaptação da Disney, ao contrário da DreamWorks, optou por trazer um novo diretor para Lilo & Stitch. Comandado por Dean Fleischer Camp, o longa abraçou mais Chris Sanders, que retornou para trabalhar no roteiro e dar voz ao Stitch novamente.

Apesar do não envolvimento de DeBlois no live-action de Lilo & Stitch, essa história não existiria sem seu trabalho brilhantemente feito há mais de 20 anos. Então, será interessante ver essa batalha de legados nas bilheterias. Obviamente, para Dean, é muito mais vantajoso se Como Treinar o Seu Dragão sair “vencedor”, já que uma boa bilheteria praticamente garantiria seu retorno para uma possível sequência. Ao mesmo tempo, Lilo & Stitch segue firme no topo das bilheterias, sem dar sinais de que vá “perder o fôlego”.

Sydney Agudong interpreta a Nani, e Maia Kealoha é a Lilo em ‘Lilo & Stitch’. Divulgação Disney. © 2025 Disney Enterprises Inc.

De qualquer forma, independentemente dos resultados – o mais provável é que as duas adaptações façam bilheterias extremamente expressivas -, essa “disputa” será muito divertida de acompanhar. E certamente será um capítulo bastante especial na carreira de Dean DeBlois e seus personagens tão queridos.

Lilo & Stitch (2002) pode ser assistido no Disney+, enquanto Como Treinar o Seu Dragão (2010) está disponível para aluguel no Amazon Prime Video. Já Lilo & Stitch (2025) está em cartaz nos cinemas. E Como Treinar o Seu Dragão (2025) está com estreia marcada oficialmente para o dia 12 de junho, mas já terá sessões disponíveis nos cinemas brasileiros a partir deste sábado (7).

Crítica | Urchin – Harris Dickinson faz grande estreia na direção com um olhar intenso sobre o vazio existencial e a dependência química [Cannes 2025]

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A estreia de Harris Dickinson na direção, Urchin, é um soco seco, direto e necessário. Aos 28 anos, o ator e agora cineasta conduz seu primeiro longa com surpreendente contundência e sensibilidade. Ele mostra-se plenamente consciente do que quer dizer — e de como dizer — ao abordar o mergulho de um jovem na espiral da dependência química, sem cair na tentação de oferecer respostas fáceis ou atalhos morais.

O protagonista Mike, vivido de forma arrebatadora por Frank Dillane (ganhador do prêmio Un Certain Regard em Cannes), é um jovem que carrega no rosto uma empatia desarmante — a expressão de um “bom moço” —, mas cuja conduta revela o desespero, o asco e a brutalidade da dependência. Em uma das cenas iniciais, ele luta para encontrar um canto seco para dormir sobre seus papelões. Logo depois, já está pedindo moedas na rua. O desconforto é imediato: Mike não tem a aparência típica do “pedinte”, mesmo em contextos urbanos do hemisfério norte. Ele é jovem, saudável, forte — a exclusão que o marca é invisível, psíquica. E é aí que o filme finca suas raízes: na dor que não se vê.

Também roteirista do longa, Harris Dickinson, sabiamente, evita conduzir Urchin como uma história de redenção. Em vez disso, oferece uma narrativa de submersão — uma crônica da degradação gradual, mas inevitável, de alguém à deriva. Não há revelações melodramáticas, nem flashbacks explicativos. A ausência de grandes exposições sobre o passado do personagem central é um acerto: Urchin é sobre a experiência da queda, não sua origem.

Frank Dillane encarna cada etapa dessa trajetória com nuances impressionantes — da relutância em voltar ao vício até o colapso emocional. Quando, após um breve gesto de solidariedade de um desconhecido, o personagem vai parar na prisão por agressão, percebemos que o sistema o engole com a mesma frieza com que tenta “ressocializá-lo”. 

Na saída da detenção, há um fio de esperança: ele consegue um emprego como cozinheiro em um hotel decadente. Vemos seu esforço para se manter estável, ainda que em permanente tensão. Antes mesmo que o caldeirão de emoções internas transborde, ele é demitido por um atrito banal com um colega.

Sem alternativas e temporário abrigo social, Mike busca novamente as soluções fáceis — as que já conhece. Após resistir por um tempo, uma nova tentação se apresenta: ele conhece uma jovem usuária de drogas, espírito livre, e em sua primeira fungada, é como se voltasse direto ao ponto zero. Morador de rua outra vez.

O que torna Urchin tão eficaz é que não há ali qualquer concessão dramática. O filme não nos oferece alívio. A câmera de Harris Dickinson é precisa, muitas vezes claustrofóbica, nos colocando dentro dos labirintos mentais do protagonista. A fotografia é suja, melancólica, mas nunca estética demais. Cada plano tem um propósito. A direção é honesta, despretensiosa e, por isso mesmo, poderosa. Não é por acaso que o filme ganhou também o prêmio da FIPRESCI em Cannes, de melhor produção na mostra Un Certain Regard.

Harris Dickinson já havia provado seu talento como ator desde Ratos de Praia (2017), passando por Triângulo da Tristeza (2022) e, por último, Babygirl (2024), mas agora revela-se um diretor promissor e consciente de suas escolhas. Com Urchin, o jovem cineasta entrega um retrato complexo de uma juventude que se afoga tentando tapar seus buracos internos com qualquer coisa — mesmo que custe a própria vida. Uma estreia corajosa, incômoda e, acima de tudo, necessária a nossa reflexão sobre a marginalização de indivíduos que não conseguem se encaixar na sociedade. 

Capcom anuncia novo jogo da franquia ‘Resident Evil’; Confira o trailer!

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Durante sua apresentação na Summer Game Fest, a Capcom anunciou oficialmente o novo capítulo da popular franquia de jogos ‘Resident Evil‘.

Intitulado ‘Resident Evil: Requiem‘, o próximo jogo será lançado no dia 27 de fevereiro de 2026, e estará disponível na Steam, PlayStation 5 e Xbox Series.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Descrito como “uma nova era de terror de sobrevivência”, o lançamento do nono jogo irá coincidir com o aniversário de 30 anos da saga.

Seis anos se passaram desde o desastre biológico em Raccoon City. Leon S. Kennedy, um dos sobreviventes do incidente, é recrutado como um agente que responde diretamente ao Presidente dos EUA. Com a experiência de diversas missões, Leon é enviado para resgatar a filha do presidente, Ashley. Ele a rastreia até um vilarejo recluso na Europa, onde há algo terrivelmente errado com as pessoas locais…

Dica | Novidades para ver na Netflix

Junho chegou com uma porção de novidades no catálogo da Netflix. Dentre lançamentos recém-saídos dos cinemas e grandes projetos que foram sucesso nos cinemas há um pouco mais de tempo, é fato que o streaming do N vermelho investiu pesado neste mês.

Então, o CinePOP listou as principais novidades para te ajudar a decidir o que assistir neste fim de semana. Confira!

M3GAN

Sucesso do ‘terror pop’ de 2023, M3GAN vai ganhar uma continuação no fim deste mês – e parece que vão abraçar de vez a galhofa, transformando o longa de terror em uma aventura ao estilo O Exterminador do Futuro. No filme original, a trama acompanha uma cientista que trabalha para uma fábrica de brinquedos que tenta criar uma melhor amiga para as menininhas solitárias. Para isso, ela cria uma boneca muito realista que funciona com uma avançada inteligência artificial. O problema é que o projeto não é muito bem visto, e ela decide levar a M3GAN para casa, onde ligará a boneca a sua sobrinha. Aí já viu, né? As coisas saem do controle, a robozinha desenvolve um ciúme doentio sobre a criança e começa a assassinar qualquer um que se coloque no caminho da amizade das duas.

Até a Última Gota

Grande lançamento da Netflix, Até a Última Gota é um drama do diretor Tyler Perry. Por mais que o nome do diretor seja controverso, principalmente por conta de uma série de comédias que não foram lá muito bem recebidas, vale a pena dar uma chance para sua visão dramática sobre uma mãe solteira que está no limiar da sanidade. Com uma filha doente, ela perde seu emprego, é despejada de sua casa e aí, quando parecia que nada mais poderia abalá-la, ela vai ao banco tentar descontar um cheque, mas acaba sendo humilhada novamente. Diante desse cenário, ela acaba vivenciando um assalto barra pesada marcado por muitas controvérsias, já que testam o limite do quanta humilhação um ser humano é capaz de aguentar nos EUA.

Serra das Almas

Após ter uma excelente performance na temporada de premiações nacionais em 2024, Serra das Almas chegou à Netflix para contar essa mistura de ação e suspense sobre um grupo de amigas desajustadas que embarcam em uma trama de roubo de joias em Pernambuco. Mas o interessante é que essa história é contada de forma não-linear. Sim, o filme já começa no meio, explorando as narrativas que levaram a esse evento caótico e desenvolvendo uma série de mistérios que serão solucionados ao longa da trama. É um filme muito interessante e que acabou recebendo pouquíssima atenção do público comum no breve período que esteve em cartaz nos cinemas. Vale dar uma segunda chance para ele no streaming.

Super Mario Bros. O Filme

A partir de domingo (8), um dos maiores sucessos de bilheteria de 2023 muda de casa e chega ao catálogo da Netflix. Em Super Mario Bros. O Filme, primeira adaptação da icônica saga dos videogames em animação 3D, o público acompanha a jornada de Mario e Luigi, dois irmãos que investiram tudo o que tinham em um comercial para promover sua empresa de encanadores. Porém, a dupla acaba sendo transportada para um reino mágico, de onde tentarão escapar. Só que eles vão fazendo novos amigos pelo caminho e acabam irritando o terrível Bowser, que é doentiamente apaixonado pela princesa Peaches. Agora, se quiserem escapar, os Irmãos Mario vão ter de superar desafios inimagináveis, como vencer uma corrida de kart.

Wonka

Também a partir de domingo (8), a prequel que ninguém pediu, mas todo mundo amou chega à Netflix. Em Wonka, o público vai descobrir a história do jovem Willy Wonka, um rapaz sonhador que almejar virar um grande chocolateiro e abrir sua própria Fantástica Fábrica de Chocolates. O problema é que ele é muito inocente e acaba sendo feito de otário por empresários gananciosos, que praticamente o escravizam em troca de moradia. Mas ele não se deixa abalar pela condição e começa a dar pequenas escapadas para vender seus chocolates na praça, o que desperta a ira dos concorrentes, que querem manter seu monopólio doceiro. Entrando em rota de colisão contra as autoridades corruptas, ao mesmo tempo em que encanta o povo com seus doces mágicos, Wonka enfrenta o maior desafio de sua vida. Tudo isso sendo um simpaticíssimo musical.

Ninguém pode te ouvir GRITAR no novo clipe do terror ‘Animais Perigosos’; Confira!

O terror ‘Animais Perigosos‘, que foca em um assassino que alimenta tubarões com suas vítimas vivas, ganhou um novo clipe tenso.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

 

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de setembro, pela Diamond Films.

Aclamado pelos críticos, o longa alcançou com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia direção de Sean Byrne (‘Entes Queridos’), destacando positivamente a improvável mistura de elementos populares do gênero: serial killers e tubarões assassinos.

“A mistura intensa envolvendo assassinos em série e terror aquático cria uma aventura emocionante e cheia de riscos que vai te deixar sem fôlego.” (Bloody Disgusting)

“Embora as coisas possam ficar cada vez mais ridículas no ato final, ‘Animais Perigosos’ apresenta pontos positivos suficientes para que você se envolva completamente e fique feliz em embarcar nesta jornada distorcida.” (Digital Spy)

“‘Wolf Creek’ com tubarões, ‘Animais Perigosos’ tem todos os elementos necessários para ser o sucesso do gênero no verão.” (THN)

“‘Animais Perigosos’ é um filme maldoso. Às vezes, é agradavelmente nojento. Na maioria das vezes, porém, parece ultrapassado no ódio de seu vilão pelas mulheres.” (Indiewire)

“O diretor Sean Byrne conduz o filme a sério demais para maximizar a diversão, ao contrário de alguns dos filmes de tubarão mais absurdos lançados nos últimos tempos. Mas ele oferece muitas cenas tensas e coloca uma heroína incrível em perigo.” (The Hollywood Reporter)

“O fato do filme fazer uma ligação genuinamente inteligente sobre a história cinematográfica dos tubarões e o medo que eles causam em nossa imaginação é apenas um pequeno bônus adicional que oferece um pouco mais para nos fazer refletir.” (TheWrap)

Sean Byrne (‘Entes Queridos’) é responsável pela direção.

Presa no barco de um assassino com tubarões famintos circulando abaixo, uma surfista deve sobreviver a um predador mais perigoso do que o próprio oceano — ela escapará ou se tornará a próxima oferenda às profundezas?

Hassie Harrison (‘Yellowstone’), Jai Courtney (‘Esquadrão Suicida’) e Josh Heuston (‘Heartbreak High’) estrelam a produção.

Nick Lepard assina o roteiro.