Em SNEAKS: DE PISANTE NOVO, Téo e Beca são um par de tênis de grife que vivem protegidos em sua caixa, até que Edson, um jovem humilde com o sonho de se tornar jogador de basquete, os ganha em um sorteio. Quando são roubados por um colecionador, o sonho de Edson é ameaçado e os tênis se separam. Determinado a reencontrar seu par, Téo se vê perdido nas ruas de Nova York, onde conhece Beto, um tênis de rua cheio de atitude. Juntos, embarcam em uma aventura repleta de surpresas, e Téo descobre que o mundo fora da caixa é muito maior e mais emocionante do que imaginava.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Rob Edwards também assina o roteiro ao lado de Erica Harrell, Dylan Hartman e Desiree Proctor;
Mesmo com o anúncio de que apenasShemar Moore retorna ao universo de ‘S.W.A.T.‘ como protagonista de ‘Exiles‘, a Sony Pictures Television não descartou a participação de outros membros do elenco original no novo derivado. A informação foi confirmada pelo presidente do estúdio, Keith LeGoy, durante o Banff World Media Festival.
“Existe uma família ‘S.W.A.T.‘ e essa família é importante”, afirmou LeGoy. “Adoraríamos ter outros membros envolvidos de alguma forma — seja todos o tempo todo, alguns de vez em quando, ou algo entre esses extremos. Ainda estamos definindo isso”.
A declaração vem dias após o anúncio oficial de ‘Exiles‘, uma série derivada centrada em Daniel “Hondo” Harrelson (Moore), que gerou surpresa e frustração entre parte do elenco original de ‘S.W.A.T.‘. Atores comoJay Harrington (Sgt. Deacon Kay) eDavid Lim (Oficial Victor Tan) afirmaram terem sido pegos de surpresa e usaram o mesmo termo para descrever o sentimento: “machucou”.
Ainda em fase inicial de desenvolvimento, ‘Exiles‘ não tem uma emissora definida, mas será oferecida ao mercado internacional como um projeto premium. A Sony aposta em uma distribuição global agressiva e estuda modelos alternativos de exibição — desde um acordo com uma plataforma de streaming até negociações por território, incluindo os Estados Unidos.
Shemar Moore também atua como produtor executivo. As filmagens devem começar no verão de 2025, em Los Angeles.
O retorno de outros personagens de S.W.A.T. — seja como participações especiais, arcos narrativos paralelos ou até mesmo em papéis recorrentes — ainda está sendo negociado, mas a abertura declarada da Sony reacende a expectativa dos fãs por reencontros em tela.
A série seguirá Hondo ao lado de um novo time de jovens recrutas “não testados e imprevisíveis”, após ele ser retirado da aposentadoria forçada por causa de uma missão mal sucedida. O derivado terá como foco a construção de uma nova equipe e a sobrevivência do próprio programa de elite, em meio a um cenário repleto de tensão, ação e diferenças geracionais.
“Estamos empolgados em levar esta amada franquia para uma nova era com S.W.A.T. Exiles”, disse Keith Le Goy, presidente da Sony Pictures TV. “Acreditamos no poder da narrativa e na capacidade das nossas equipes de criar histórias impactantes para públicos no mundo todo”.
O derivado será comandado por Jason Ning (‘Irmãos Sun‘), que atuará como showrunner e produtor executivo — parte de seu contrato global recém-renovado com o estúdio. Ning também está desenvolvendo uma série de ‘O Tigre e o Dragão‘ para a Amazon, com Ron Moore.
“Não poderia estar mais animado em dar vida a S.W.A.T. Exiles ao lado da Sony”, declarou Ning.“É uma honra dar continuidade ao legado de uma série que conquistou fãs ao redor do mundo. Trabalhar com Shemar Moore, que personifica o papel de protagonista, e apresentar uma nova geração de personagens é um sonho”.
Além de Ning, também assinam a produção executiva Shemar Moore, Neal H. Moritz e Pavun Shetty, da Original Film, e James Scura. A Sony Pictures será responsável pela distribuição internacional da série e já está em busca de compradores.
“Minhas oito temporadas em S.W.A.T. foram épicas e inesquecíveis. Entretemos o mundo, desafiamos as probabilidades, voltamos dos mortos duas vezes e conquistamos fãs e famílias no mundo todo”, disse Shemar Moore. “Estou empolgado com essa nova geração e iteração de S.W.A.T. com a Sony. Vamos manter viva a ação, o drama comovente e a narrativa que os fãs adoram”.
“Estamos muito animados em trazer o próximo capítulo de S.W.A.T. à vida — tanto para nossos fãs leais quanto para uma nova geração de espectadores”, completou KatherinePope, presidente do estúdio Sony Pictures TV Studios.
O anúncio de Exiles chegou apenas dois dias após o episódio final da série original ir ao ar. Após ser cancelada ao fim da 6ª temporada em 2023, ‘S.W.A.T.‘ foi renovada para uma 7ª temporada e, depois, para uma 8ª, antes de ser cancelada novamente pela CBS em março deste ano.
As temporadas 1 a 6 estão disponíveis na Netflix. Todos os ciclos estão disponíveis no Disney+.
Chad Stahelski, cocriador da aclamada franquia ‘John Wick’, revelou recentemente os motivos por trás da decisão de expandir a saga com um anime prequela. Segundo o ComicBook, Stahelski explicou a escolha de focar em um anime prequela.
“Keanu e eu não estamos interessados em voltar no tempo”, começou Stahelski, referindo-se à ideia de rejuvenescer os personagens em live-action.
Ele destacou a flexibilidade da animação: “Com o anime, você não precisa rejuvenescer personagens, nem explicar coisas estranhas, nem inventar origens. Você simplesmente aceita o anime em sua própria linguagem, sem precisar de explicações. Anime simplesmente… acontece”.
No ano passado, Stahelski já havia compartilhado sua visão sobre o projeto: “Estamos mergulhados no desenvolvimento de um longa-metragem em anime sobre John Wick… É uma prequela dos filmes, o que é incrível. É divertido que esteja em um meio diferente.”
Ele também adiantou que o anime explorará a missão “impossível” que permitiu a Wick se aposentar antes dos eventos do primeiro filme:
“Mais ou menos isso. Você está no caminho certo, mas é uma animação divertida. Diferente de outras franquias que são criadas para ter prequelas e continuações, nós só queremos nos divertir. Queremos brincar com o universo de Wick. Como já encerramos a história em um lado (Capítulo 4), agora vamos voltar ao passado usando outro formato”, ressaltou.
Sobre o motivo de explorar o formato anime para John Wick, Stahelski comentou que a equipe busca novas formas de contar histórias sem saturar a narrativa principal:
“Ficar lançando mais episódios das aventuras do John Wick parece meio forçado para nós. Mas explorar diferentes aspectos do mundo e do próprio John, antes dos filmes e através de outro meio, seja anime ou série de TV, é algo divertido. No anime, podemos ser mais malucos, exagerados. E na TV, podemos aprofundar mais a narrativa e a construção de mundo. Isso nos empolga, sem soar repetitivo. É aí que estamos focando nossas energias no momento”, concluiu.
Vale lembrar que ‘Bailarina’, o mais recente filme da saga, está em cartaz nos cinemas nacionais.
‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, está em cartaz nos cinemas nacionais.
Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.
Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.
Baseada na clássica saga de jogos do PlayStation, a próxima temporada estreará oficialmente no dia 31 de julho.
No Brasil, a primeira temporada está disponível no catálogo do Max.
Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.
O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.
A segunda temporada de ‘A Agência‘, série do Paramount+ com Showtime, ganhou reforços importantes no elenco, conforme revelado com exclusividade pelo Deadline.
O título atualizado da série, ‘The Agency: Central Intelligence‘, reflete o foco mais direto nas operações da CIA e nos desdobramentos de sua rede de espionagem internacional.
Christian Ochoa Lavernia será Grandma, um agente infiltrado que trabalha em parceria com Grandpa. Clayne Crawford interpreta Viking, procurado pela CIA por conexões com um grupo militar perigoso. Medalion Rahimi vive Darya, sobrinha de um influente Mullah e namorada de Hassan Zamani. Raza Jaffrey assume o papel de Craig, analista de dados da CIA focado no Irã. Tessa Ferrer interpreta Robyn, enfermeira da Força Aérea dos EUA baseada em Suffolk, na Inglaterra.
A trama gira em torno de Martian (Fassbender), um agente secreto da CIA, ordenado a abandonar sua vida secreta e retornar à estação de Londres. Quando o amor que ele deixou para trás reaparece, o romance reacende. A sua carreira, a sua verdadeira identidade e a sua missão estão contra o seu coração; lançando ambos num jogo mortal de intriga e espionagem internacional.
Segundo o Deadline, Universal Pictures definiu o protagonista de sua cinebiografia definitiva sobre Snoop Dogg: Jonathan Daviss, conhecido por seu papel como Pope na série ‘Outer Banks‘, interpretará o icônico rapper.
A escalação foi anunciada poucos dias após o estúdio confirmar Craig Brewer (‘Ritmo de um Sonho‘, ‘Meu Nome é Dolemite‘) como diretor do projeto.
Descrito pelo estúdio como um retrato cinematográfico da ascensão de Snoop de estrela do rap a magnata do entretenimento, o projeto contará com roteiro de Joe Robert Cole (‘Pantera Negra‘), que será revisado pelo próprio Brewer.
O filme acompanhará a trajetória de Calvin Broadus Jr., que adotou o nome artístico Snoop Doggy Dogg ao iniciar sua carreira nos anos 1990 pela Death Row Records. Parceiro criativo de Dr. Dre e dono de um estilo único — com rimas afiadas e uma cadência relaxada —, Snoop explodiu com o álbum Doggystyle, que se tornou um clássico instantâneo do hip hop.
A cinebiografia também deve explorar a versatilidade do artista, que se reinventou constantemente: de figura onipresente na cultura pop a comentarista das Olimpíadas de Paris em 2024, onde dividiu holofotes com Michael Phelps e se tornou um dos destaques da cobertura da NBC e do Peacock.
A produção está nas mãos de Snoop Dogg, Brian Grazer (‘8 Mile‘, ‘Straight Outta Compton‘) e Sara Ramaker, presidente da Death Row Pictures. A supervisão na Universal ficará com Ryan Jones, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produção.
A cinebiografia é o primeiro filme oficial da Death Row Pictures sob contrato com a NBCUniversal, uma nova fase da lendária gravadora fundada nos anos 1990, que lançou Snoop Dogg para o estrelato e que agora aposta na expansão do selo para o audiovisual. Segundo o estúdio, esse é apenas o início de uma nova estratégia que busca transformar a marca em uma potência narrativa para cinema e TV.
Brewer tem experiência consolidada em filmes com forte conexão com a música e com histórias de ascensão artística em contextos difíceis. Seu trabalho mais celebrado, ‘Ritmo de um Sonho‘, rendeu um Oscar de Melhor Canção Original, enquanto ‘Meu Nome é Dolemite‘, estrelado por Eddie Murphy, foi elogiado pela crítica e marcou presença em diversas premiações. Seu novo longa, ‘Song Sung Blue‘, estreia em 25 de dezembro de 2025 via Focus Features.
A Universal tem histórico positivo com biografias musicais ligadas ao hip hop. ‘Straight Outta Compton‘ (2015), dirigido por F. Gary Gray, contou a história do grupo N.W.A, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e arrecadou mais de US$ 200 milhões no mundo. Já ‘8 Mile‘ (2002), estrelado por Eminem e também produzido por Grazer, faturou o Oscar de Melhor Canção Original e ultrapassou a marca de US$ 250 milhões nas bilheteiras.
Além do longa,Snoop Dogg segue reforçando seus laços com a NBCUniversal. Ele retorna como jurado da 28ª temporada de The Voice neste segundo semestre e continuará atuando como colaborador em projetos multiplataforma. Em 2024, o rapper foi um dos destaques da cobertura dos Jogos Olímpicos de Paris pelo NBC/Peacock, provando mais uma vez sua versatilidade como entertainer.
O filme sobre sua vida ainda não tem data de estreia, mas é, sem dúvida, um dos projetos musicais mais aguardados da próxima safra de cinebiografias.
Não saber de uma informação é algo que geralmente causa angústia e ansiedade numa pessoa, principalmente quando se tinha uma informação prévia mas, por alguma razão, no meio do caminho, esqueceu-se. Não saber um segredo, um caminho, o que fazer, não conhecer. Imagina, então, qual seria o sentimento se em cima de tudo isso você ainda estivesse sendo acometido por uma doença incurável que, aos poucos, vai limando suas sinapses e suas memórias, sobre tudo e sobre todos, enquanto a verdade ainda está aí fora para ser descoberta. Este é o mote de ‘A Procura de Martina’, filme que teve exibição antecipada no Festival do Rio 2024 com a presença da protagonista, e que entrou em cartaz esta semana no circuito exibidor nacional.
Martina (Mercedez Morán, de ‘Neruda’) é uma senhora argentina cuja rotina é comum a tantas outras: viúva, passa os dias em aulas de natação e hidroginástica, encontro com as amigas da mesma idade, comprinhas no mercado da esquina e desabafos com sua diarista. Porém, há uma diferença – ou melhor, duas. O neto de Martina fora sequestrado durante a ditadura militar argentina, junto com sua filha desaparecida, e ela não sabe o paradeiro de ambos e passou o resto de sua vida na busca por uma pisca de onde encontrá-los. Além disso, Martina está começando a desenvolver Alzheimer, e realidade e delírios começam a se confundir na sua cabeça, que, aos poucos está esquecendo de detalhes cruciais de sua vida. Com ambas as urgências incidindo em sua vida, quando Martina recebe uma informação sobre o paradeiro de seu neto Ignacio, ela não tem dúvidas: larga tudo para trás para, uma vez mais, tentar encontrar esta peça que falta em seu quebra-cabeças.
Tecendo uma trama de muitos fios que se entrelaçam, o roteiro de Gabriela Amaral e Márcia Faria coloca em cheque duas realidades possíveis e até comuns a um grupo de pessoas idosas afetadas pelos horrores da Ditadura latino-americana: por um lado, seguem na busca por informações sobre parentes desaparecidos, por outro, começam a enfrentar sintomas comuns na terceira idade, como a perda de memória de curto e longo prazo. Do choque desses dois temas, surge o desafio de ‘A Procura de Martina’.
Márcia Faria (que foi assistente em ‘Diários de Motocicleta’ e dirigiu ‘Os Quatro da Candelária’) demonstra sua predileção por temas que interligam os países sul-americanos e mergulham no drama humano. Com locações incomuns, o filme tem seu maior alicerce na interpretação da ótima Mercedes Morán, que alterna muitos extremos emocionais ao longo da produção, ora ganhando a simpatia e a solidariedade do espectador, ora ganhando nossa raiva por suas ações tempestuosas. O filme ainda tem a participação da brasileira Luciana Paes (conhecida do humor, mas que rende bem nesse drama familiar) como uma recepcionista de hotel que se solidariza com a angústia da pobre senhora argentina e passa a ajudá-la em sua busca.
Mais do que ‘A Procura de Martina’, é a busca promovida por essa protagonista que embala o desenrolar do enredo. E essa busca, por vezes cega, é que aponta que o tempo passa diferente para pessoas que têm urgência. Angustiante e emocionante filme.
Após uma passagem discreta e fria pelo Festival de Cannes 2024, Oh, Canadá estreia nos cinemas brasileiros pela Califórnia Filmes. Baseado no romance Foregone de Russell Banks, o novo trabalho do veterano Paul Schrader tenta propor uma reflexão sobre identidade, legado e autoengano, mas tropeça em sua própria ambição. Com o objetivo de ser uma obra comovente sobre os limites da memória e da verdade pessoal, revela-se um monólogo arrastado, como um testamento que hesita entre confissão e encenação.
Logo de início, Leonard Fife — vivido por Richard Gere na fase madura —, um renomado documentarista canadense, está doente e aceita gravar um filme confessional com ex-alunos de sua escola de cinema, numa tentativa de, teoricamente, deixar as contas do passado em dia. O que se desenha na tela, entretanto, é menos uma jornada emocional e mais um emaranhado de cenas em torno das mesmas questões, sem jamais confrontá-las de frente. Galã de outrora, Gere interpreta Leonard com palidez emocional quase inerte. O mesmo vale para Jacob Elordi. Talvez seja uma escolha de direção, mas que esvazia os personagens.
Conhecido por personagens atormentados em busca de redenção, como em Fé Corrompida (2017) e O Contador de Cartas(2021), Paul Schrader, dessa vez, apresenta um protagonista apático com segredos mesquinhos, pois seus dilemas soam ocos diante do espectador. A ideia de um documentário dentro do filme até poderia ter oferecido algum frescor, porém acaba soterrada sob uma dramaturgia anêmica.
A estrutura fragmentada do filme, em vez de provocar curiosidade, acaba confundindo o espectador. Ora temos Richard Gereinterpretando o Leonard jovem em flashbacks alucinatórios, ora o papel cabe a Jacob Elordi, numa alternância de revisita ao passado, intenções não realizadas e a memória possivelmente real. A presença inócua de Uma Thurmancomo a esposa Emma, tanto no presente quanto em lembranças, reforça esta proposta do filme difusa e mal resolvida, entre o pretendido e o realizado.
Paul Schrader parece interessado em escavar a verdade emocional por trás da trajetória de Leonard — um homem que fugiu do alistamento militar na guerra do Vietnã alegando ser gay, abandonou duas famílias nos Estados Unidos e se reinventou no Canadá como um documentarista cultuado. Essa escavação, contudo, nunca vai além da superfície e os esqueletos no armário parecem triviais para sua atual esposa e equipe de filmagem, mas talvez não para sua imagem pública, ou melhor, ou memória pública nessa fase derradeira de sua vida.
Oh, Canadá propõe uma espécie de tribunal existencial onde Leonard se sentaria para confessar suas falhas, mas o que se ouve são apenas falas evasivas, autojustificativas e pequenas revelações que carecem de densidade dramática. O filme poderia explorar o litígio da perda da memória como uma metáfora poderosa para a falência da própria identidade, mas o faz de maneira dispersa e tímida, sem ousadia formal ou emocional.
O cineasta norte-americano opta por um ritmo de letargia absoluta, como se cada cena fosse um esboço interminável de um acerto de contas que nunca vem, muito diferente da sua penúltima obra protagonizada por Oscar Isaac. O drama da paternidade abandonada, das famílias deixadas para trás, do falso heroi que se escondeu atrás da arte, está todo lá — mas nenhum desses elementos se conecta. Oh, Canadáé, no fim das contas, autorretrato de um artista em ruínas que, ironicamente, recua diante de suas próprias rachaduras.
E quando finalmente há alguma quebra na dinâmica contemplativa, como no ato de traição do diretor do documentário (Michael Imperioli) ao capturar imagens de Leonard às escondidas em seu leito de morte, o enredo reage com apatia. Nenhuma consequência, nenhuma explosão. Apenas mais silêncio, mais névoa. Um filme que se propõe a confrontar a verdade termina escondido sob camadas de ambiguidade nada poéticas, apenas vagas.
Com o título em homenagem às primeiras palavras do hino canadense, Oh, Canadá tenta costurar temas como exílio, culpa, masculinidade, memória e recomeço em outra nação, mas não consegue alinhar as rotas para um impacto final. Mesmo com atores como Richard Gere, Uma Thurman e Jacob Elordi à disposição, falta tensão, falta emoção. O espectador é convidado a um labirinto de reminiscências, mas nunca encontra a porta da emoção. Sai do cinema como Leonard deixa a vida: cercado por histórias mal contadas, sem nenhum afeto que as perdure.
O cineasta Mike Flanagan (‘Missa da Meia-Noite‘) revelou que criar ‘A Maldição da Residência Hill‘ foi um ato profundamente pessoal: uma tentativa de processar o luto após um suicídio em sua família. A declaração foi feita durante o encerramento da primeira edição do SXSW London, logo antes da estreia europeia de seu novo filme, ‘A Vida de Chuck‘.
“Há imagens naquela série que vieram de sonhos e pesadelos que tive naquele período”, afirmou Flanagan. “Foi minha forma de tentar lidar com o luto e a perda. É algo com o qual vou lidar pelo resto da vida, mas ter um espaço criativo onde eu pudesse despejar isso foi incrivelmente terapêutico”.
Na série da Netflix, a personagem Nell Crain morre por suicídio — algo que, segundo o diretor, espelha sua vivência pessoal. Flanagan espera que a obra também possa servir de consolo para quem enfrenta dores semelhantes.
Durante o painel, o cineasta ainda comentou que outros projetos seus — como ‘Doutor Sono‘ e ‘Missa da Meia-Noite‘ — o ajudaram a enfrentar o alcoolismo. No caso da adaptação de Stephen King, ele credita o filme como o impulso definitivo para sua sobriedade.
Flanagan também criticou o que chamou de “viés contra o horror” por parte da indústria e do público.
“Existe uma ideia equivocada do que o terror pode ser”, disse. “Sempre que um projeto como os de Jordan Peele vence prêmios, o gênero é temporariamente legitimado, mas depois a roda gira e as pessoas voltam a se surpreender que ali exista uma boa história”.
Segundo ele, o terror é tão dramaticamente complexo e artisticamente válido quanto qualquer outro gênero, embora constantemente subestimado.
Grande parte da filmografia de Flanagan adapta obras deStephen King, com quem ele atualmente trabalha na ambiciosa adaptação de ‘A Torre Negra‘. Apesar da fama de “mestre do horror”, Flanagan vê King de outra forma:
“Ele não é um escritor de horror. É um humanista adorável, brincalhão e empático. As histórias dele falam sobre a natureza humana — os elementos de horror surgem organicamente dos personagens”.
Ao falar sobre seu novo filme, ‘A Vida de Chuck‘, baseado em um conto de King, Flanagan também defendeu o valor do monólogo no cinema — algo que, segundo ele, está sob ameaça diante de plataformas que priorizam ritmo acelerado e estímulos constantes:
“O monólogo é uma arte morrendo. Mas não há nada mais impressionante do que ver um ator mudar a realidade só com palavras”.
‘A Vida de Chuck‘ é estrelado por Tom Hiddleston e narra, de forma reversa, a trajetória de um homem comum cuja vida parece afetar o mundo ao seu redor. O filme marca uma guinada emocional e menos “explicitamente aterrorizante” na carreira de Flanagan — mas, como sempre, profundamente humano.
O longa chega aos cinemas nacionais em 28 de agosto, e apresenta a extraordinária história de um homem comum, conforme explora os altos e baixos da existência humana.
A trama gira em torno de Charles ‘Chuck’ Krantz, começando pelo final, desde sua trágica morte aos 39 anos causada por um tumor cerebral, até sua infância, crescendo em uma casa amaldiçoada.
Esta será a terceira adaptação de King pelo o cineasta após os incríveis ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘.
A Warner Bros. revelou um novo olhar sobre David Corenswet caracterizado como o Homem de Aço, em poses que homenageiam o estilo clássico do aclamado super-herói da DC Comics.
O filme ‘Superman’ tem lançamento previsto nos cinemas nacionais para 10 de julho de 2025.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O cineasta James Gunn recentemente compartilhou uma nova imagem de Rick Flag Sr., interpretado por Frank Grillo, em comemoração ao 60º aniversário do ator. Ainda não se sabe se a foto foi tirada no set de ‘Superman’ ou da segunda temporada de ‘Pacificador’.
De acordo com o ComicBookMovie, o filme ‘Superman’ revelará que Rick Flag Sr. agora está no comando da A.R.G.U.S., a agência governamental secreta do universo DC.
“Nem todo mundo no DCU é preto ou branco – a maioria são tons de cinza. E ninguém traz mais cor ao cinza do que Frank Grillo, nosso próprio Rick Flag, Sr. Mal posso esperar para que as pessoas vejam você reunir o DCU em #Superman e #Peacemaker. Feliz aniversário, amigo!”, escreveu Gunn.
Not everyone in the DCU is black or white – most are shades of gray. And no one brings color to gray more than Frank Grillo, our own Rick Flag, Sr. Can’t wait for folks to see you bring the DCU together in #Superman and #Peacemaker. Happy Birthday, buddy! pic.twitter.com/jfDh8l6Egd
O filme ‘Superman’ tem lançamento previsto nos cinemas nacionais para 10 de julho de 2025.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O longa estreou com uma recepção positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 41 avaliações.
Para efeito de comparação, a animação original, ‘Como Treinar o Seu Dragão’, alcançou 99% de aprovação. A sequência, ‘Como Treinar o Seu Dragão 2’, obteve 92%, e fechando a trilogia original, o terceiro filme, ‘Como Treinar o Seu Dragão 3’, marcou 90% de aprovação.
“O retorno de John Powell para compor a trilha sonora e expandir os temas que ele já havia estabelecido contribui para que a história alcance novas alturas”, disse Dessi Gomez do Deadline.
“É difícil superar o primeiro filme, embora o ato final pareça verdadeiramente icônico nesta nova versão, desbloqueando o poder expressionista dos desenhos de Heavy Metal e das pinturas de Boris Vallejo”, disse Peter Debruge da Variety.
“Como Treinar o Seu Dragão preserva o charme do original com respeito e sensibilidade. Não é um remake indispensável, mas pelo menos não compromete a essência da obra que o inspirou”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.
“O fato de [o diretor Dean DeBlois] ainda conseguir encontrar empolgação e alegria nessa história já tão conhecida é um testemunho tanto do seu trabalho quanto do material original. Ninguém precisa de um remake em live-action, mas produções tão fiéis e carinhosas como esta não são o problema”, disse Kate Erbland do IndieWire.
“[…] o cineasta aproveita a oportunidade para reinventar alguns de seus visuais de maneira impactante, e certas sequências do novo filme têm o mesmo poder de tirar o fôlego do público que as do original”, disse Caralynn Matassa do CBR.
“Como Treinar o Seu Dragão é simplesmente fantástico, não só recria a magia do original, como a supera, entregando ao mesmo tempo um blockbuster envolvente e emocionante, feito para encantar e empolgar o público”, disse Sarah Moran do Screen Rant.
“É evidente que foi feito com muito carinho e dedicação, mas mostra respeito excessivo à obra original. Mesmo em um remake, é preciso mais ousadia e originalidade, e menos apego a repetir velhos acertos”, disse Helen O’Hara da Empire Magazine.
“Como Treinar o Seu Dragão tem alma e propósito, qualidades que faltam à maioria dos remakes em live-action. No entanto, apesar de seus méritos, o filme enfrenta dificuldades em oferecer algo realmente novo ao público, já que segue de forma muito fiel à trama original”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.
‘Como Treinar o Seu Dragão’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
O elenco conta com Mason Thames e Nico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.
Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.
Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn James, Harry Trevaldwyn e Ruth Codd também estrelam.
Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.
O Prime Video revelou hoje (09) que ‘Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós‘, que se tornou a série internacional de maior sucesso da história do serviço de streaming, foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.
A 2ª temporada será baseada na segunda parte da série de livros best-seller Save You, de Mona Kasten.
Até aqueles que voam alto também podem cair. Depois de uma noite de paixão em Oxford e com seu maior objetivo de vida ao alcance, tudo parece estar indo perfeitamente bem para Ruby (Harriet Herbig-Matten). Mas um golpe na família de James (Damian Hardung) muda tudo e o próprio James, entre todas as pessoas, a faz voltar das nuvens para uma dura realidade. Ruby está arrasada. Ela nunca teve sentimentos tão fortes por alguém como tem por James – e também nunca foi tão magoada por ninguém. Ela quer sua antiga vida de volta, onde ninguém em Maxton Hall a conhecia e ela não fazia parte do mundo elitista de seus colegas de classe. Mas ela não pode esquecer James – especialmente porque ele está fazendo tudo o que pode para reconquistá-la.
A HBO anunciou uma série de novos atores que irão integrar a vindoura série-reboot de ‘Harry Potter’, baseada na famosa saga de fantasia assinada por J.K. Rowling (via Deadline).
Tim Story, do terror cômico ‘The Blackening: Jogo Mortal‘, comanda a produção.
Na trama, uma coleta de dinheiro de rotina se transforma em uma perseguição mortal quando dois motoristas de caminhão blindado são emboscados por criminosos cruéis com planos além do dinheiro.
Na trama, em determinado momento, há uma participação surpresa de Naru, protagonista de ‘Predador: A Caçada’.
“Quero deixar claro que não é viagem no tempo. Eles não estão viajando no tempo. Essa é a vantagem da cápsula criogênica, eles são retirados do seu período temporal, colocados em estase e depois liberados quando chega o momento, para o entretenimento daquela noite”, explicou Trachtenberg em entrevista ao Screen Rant.
Além disso, o cineasta também comentou sobre o visual do Rei Grendel, o vilão da animação, cuja capa parece ser feita de caudas esqueléticas de Xenomorfos, o que levantou entre os fãs teorias de uma possível conexão com ‘Alien vs. Predator’.
“Eu diria que os fãs devem interpretar isso da forma que quiserem”, provocou o co-diretor Josh Wassung. “Queríamos criar um Predador com uma mistura de elegância real e brutalidade, foi isso que nos guiou nesse design. E, para ser sincero, nos divertimos muito imaginando de onde ele poderia ter vindo”.
“Mas nossa intenção sempre foi deixar para os fãs imaginarem a origem de cada um daqueles esqueletos e partes das criaturas que ele claramente conquistou”, acrescentou.
A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.
O remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ estreou com uma recepção positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 41 avaliações.
Para efeito de comparação, a animação original, ‘Como Treinar o Seu Dragão’, alcançou 99% de aprovação. A sequência, ‘Como Treinar o Seu Dragão 2’, obteve 92%, e fechando a trilogia original, o terceiro filme, ‘Como Treinar o Seu Dragão 3’, marcou 90% de aprovação.
“O retorno de John Powell para compor a trilha sonora e expandir os temas que ele já havia estabelecido contribui para que a história alcance novas alturas”, disse Dessi Gomez do Deadline.
“É difícil superar o primeiro filme, embora o ato final pareça verdadeiramente icônico nesta nova versão, desbloqueando o poder expressionista dos desenhos de Heavy Metal e das pinturas de Boris Vallejo”, disse Peter Debruge da Variety.
“Como Treinar o Seu Dragão preserva o charme do original com respeito e sensibilidade. Não é um remake indispensável, mas pelo menos não compromete a essência da obra que o inspirou”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.
“O fato de [o diretor Dean DeBlois] ainda conseguir encontrar empolgação e alegria nessa história já tão conhecida é um testemunho tanto do seu trabalho quanto do material original. Ninguém precisa de um remake em live-action, mas produções tão fiéis e carinhosas como esta não são o problema”, disse Kate Erbland do IndieWire.
“[…] o cineasta aproveita a oportunidade para reinventar alguns de seus visuais de maneira impactante, e certas sequências do novo filme têm o mesmo poder de tirar o fôlego do público que as do original”, disse Caralynn Matassa do CBR.
“Como Treinar o Seu Dragão é simplesmente fantástico, não só recria a magia do original, como a supera, entregando ao mesmo tempo um blockbuster envolvente e emocionante, feito para encantar e empolgar o público”, disse Sarah Moran do Screen Rant.
“É evidente que foi feito com muito carinho e dedicação, mas mostra respeito excessivo à obra original. Mesmo em um remake, é preciso mais ousadia e originalidade, e menos apego a repetir velhos acertos”, disse Helen O’Hara da Empire Magazine.
“Como Treinar o Seu Dragão tem alma e propósito, qualidades que faltam à maioria dos remakes em live-action. No entanto, apesar de seus méritos, o filme enfrenta dificuldades em oferecer algo realmente novo ao público, já que segue de forma muito fiel à trama original”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.
‘Como Treinar o Seu Dragão’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
O elenco conta com Mason Thames e Nico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.
Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.
Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn James, Harry Trevaldwyn e Ruth Codd também estrelam.
Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.
Jeremy Slater, conhecido por seu trabalho como roteirista em ‘Cavaleiro da Lua’ e no filme ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, compartilhou recentemente qual projeto da Marvel ele adoraria desenvolver, caso tivesse a oportunidade de retornar ao estúdio.
Em uma entrevista ao ComicBook, Slater expressou seu ceticismo sobre um possível retorno à Marvel, mas não hesitou em revelar seu grande desejo: ‘Excalibur’.
“Quanto tempo você tem? Acho que meus dias na Marvel, infelizmente, chegaram ao fim. Depois que você sai de um dos projetos deles, não acho que eles te chamam de volta para outros”, explicou.
“O que eu sempre quis fazer era Excalibur. Excalibur saiu bem na época em que eu colecionava quadrinhos, e era a minha leitura número um. A base militar onde eu morava sempre tinha edições de Excalibur, Homem-Aranha e Quarteto Fantástico. Depois, tinha as reimpressões do Uncanny X-Men do Claremont. X-Men Classic, acho que era assim que se chamava”, acrescentou.
“Esses eram os únicos quadrinhos que eu lia quando era criança, e Excalibur era o mais estranho e criativo. É um quadrinho completamente insano. Noturno e Kitty Pryde são meus dois X-Men favoritos, então a ideia de fazer algo com os dois, em um pano de fundo multiversal com os Warwolves… e eles tinham um elenco de vilões incrível”, destacou.
“Eles eram criativos e não tinham medo de serem estranhos. E as dinâmicas de novela entre os personagens eram muito divertidas e intensas”, ressaltou.
“Eu sentia que Excalibur não funcionaria como filme, mas como uma série de TV contínua, poderia ter sido algo muito especial. Esse sempre foi “aquele que escapou” para mim”, concluiu.
A IGN divulgou, com exclusividade, um clipe inédito de de ‘Coração de Ferro‘ (Ironheart), nova série do Universo Cinemático Marvel centrada na Riri Williams (Dominique Thorne).
O elenco ainda conta comAnthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes,Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash,Cree Summere Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.
Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).
O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
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