‘Sereias’, nova comédia sombria estrelada por Meghann Fahy, Milly Alcock e Julianne Moore, chega este mês ao catálogo da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito explorando a mitologia por trás da narrativa.
Lembrando que a estreia está agendada para o dia 22 de maio.
O elenco ainda conta com Bill Camp, Glenn Howerton, Kevin Bacon, Josh Segarra, Felix Solis, Trevor Salter, Britne Oldford, Lauren Weedman, Jenn Lyon, Erin Neufer e Emily Borromeo.
A trama acompanha Devon (Fahy), que está preocupada com o relacionamento assustador de sua irmã Simone (Alcock) com sua nova chefe, a misteriosa socialite e ativista animal Michaela Kell (Moore). O estilo de vida cult e ultraluxuoso de Michaela é como uma droga para Simone, e Devon acha que é hora de uma intervenção. Quando Devon rastreia sua irmã para descobrir o que está acontecendo, ela subestima o que esperar quando se tem Michaela como inimiga.
Em um cenário historicamente dominado por diretores homens, Cannes segue — ainda que lentamente — abrindo espaço para novas vozes femininas. Pelo segundo ano, o festival atinge um marco simbólico: 7 das 22 obras selecionadas para a Palma de Ouro são assinadas por mulheres. Embora ainda representem apenas 32% da competição oficial, esses números consolidam um movimento crescente de diversidade que tem ganhado corpo desde a vitória de Jane Campion (1993), até o impacto de Julia Ducournau (2021) e Justine Triet (2023).
Entre veteranas e novas apostas, as cineastas de 2025 trazem obras que exploram identidade, corpo, memória e tradição — refletindo a pluralidade do olhar feminino no cinema contemporâneo. E, como reforço desse momento, duas figuras conhecidas do cinema — Scarlett Johansson e Kristen Stewart — estreiam na mostra Un Certain Regard, prometendo unir sensibilidade artística e poder narrativo, agora atrás das câmeras.
Quatro anos depois de conquistar a Palma de Ouro com Titane (2021), a cineasta francesa retorna à competição com um thriller existencial e a promessa de body horror, assim como em suas duas obras precedentes.
Com a trama mantida completamente em segredo, tudo que se sabe é que a narrativa acompanha a menina Alpha, de 13 anos. Ela é uma adolescente inquieta que vive sozinha com sua mãe. Seu mundo desmorona quando, um dia, ela volta da escola para casa com uma tatuagem em seu braço.
Pela primeira vez em Cannes, a diretora alemã apresenta seu segundo filme já em competição pela Palma de Ouro. Seu primeiro longa Dark Blue Girl foi lançado no Festival de Berlim em 2017, mas nunca chegou ao Brasil. Com mais visibilidade no evento, sua estética contemplativa e de reconexão com a natureza deve ressoar aos distribuidores e pode chegar ao país.
Em Sound of Falling, Schilinski narra a trajetória de quatro jovens em quatro épocas diferentes. Alma, Erika, Angelika e Lenka passam sua adolescência na mesma fazenda no norte da Alemanha. À medida que a casa se transforma ao longo do século, ecos do passado reverberam em suas paredes. Apesar dos anos que as separam, suas vidas parecem responder umas às outras.
Atriz e, mais recentemente, diretora franco-tunisiana, Hafsia Herziestreou no cinema em O Segredo do Grão (2007), de Abdellatif Kechiche, pelo qual ganhou um César e um troféu de Atriz Revelação no Festival de Veneza. De lá para cá, ela atuou em mais de 50 projetos e acaba de ganhar o César, em março deste ano, por sua performance como uma ambígua policial emBorgo, de Stéphane Demoustier.
Sua estreia atrás das câmeras ocorreu com Você Merece Um Amor (2019), apresentado na Semana da Crítica de Cannes, e, dois anos depois, sua segunda obra, A Boa Mãe(2021), esteve na mostra Un Certain Regard. Agora, retorna a Cannes com um drama intimista sobre maternidade e imigração no sul da França. Fátima, 17 anos, vai para Paris estudar filosofia e começa a questionar sua própria identidade, buscando se emancipar de sua família e de suas tradições.
A diretora escocesa é conhecida pelas intensas obras Precisamos Falar Sobre o Kevin (2011) e Você Nunca Esteve RealmenteAqui (2017), este último ganhador do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes. Sua carreira é marcada por personagens femininas complexas e dramas psicológicos.
Em Morra, Amor, adaptação do romance da escritora argentina Ariana Harwicz, Ramsay apresenta uma protagonista instável à beira da loucura, vivida por Jennifer Lawrence, enquanto tenta cumprir os papeis sociais de esposa e mãe.
Esta é a terceira vez deKelly Reichardt na Croisette. Sua primeira participação foi com Wendy e Lucy, na mostra Un Certain Regard, e a segunda já em competição oficial com Esculturas da Vida (2022). Seu filme de estreia, Antiga Alegria (2006), e First Cow – A Primeira Vaca da América (2021) estão entre os títulos mais aclamados por crítica e público. Reichardt tornou-se conhecida por seu estilo minimalista e naturalista.
Seu novo trabalho The Mastermind segue um ladrão amador de arte nos anos 70, vivido por Josh O’Connor, e sua relação conflituosa com o mundo acadêmico. A obra explora os meandros entre memória, obsessão e identidade.
Vencedora do Urso de Ouro em Berlim com Alcarràs (2022), seu primeiro longa-metragem, a diretora espanhola é conhecida pelo retrato delicado da vida rural e das relações familiares.
Em seu novo projeto Romería, Carla Simón traz a história de Marina, uma jovem que volta à Galícia em busca de suas origens, confrontando tradições e segredos familiares. Guiada pelo diário de sua mãe, ela viaja para a costa atlântica e encontra toda uma parte da família de seu pai que ela não conhecia.
Aos 48 anos, a cineasta japonesa ganhou projeção internacional com seu primeiro longa, Plan 75, indicado ao Oscar pelo Japão e participante da seção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2022.
Em seu segundo longa, Renoir, Chie Hayakawa investiga a sensibilidade infantil de uma menina em meio ao luto e à solidão, em um verão nostálgico e misterioso nos anos 80. Aos 11 anos, Fuki vive com um pai sobrecarregado e uma mãe ausente. Este é o retrato de uma jovem com uma sensibilidade incomum, que busca fazer contato com os vivos, os mortos e, talvez, consigo mesma.
Uma das atrizes mais reconhecidas de sua geração, Scarlett Johansson estreia na direção com sensibilidade e carisma. Conhecida por seu trabalho em filmes como Encontros e Desencontros, História de um Casamento e pelo papel icônico de Viúva Negra, ela agora assume o controle criativo completo com uma comédia dramática tocante.
Em Eleanor the Great, June Squibb dá vida a Eleanor, uma viúva de 94 anos que, em meio ao luto, inventa uma pequena mentira que cresce fora de controle. Johansson explora temas como envelhecimento, identidade e reinvenção com leveza, humor e um olhar carinhoso para a terceira idade.
Kristen Stewart faz sua estreia com a adaptação do memoir ‘The Chronology of Water’.
Após uma carreira de destaque como atriz — com papeis marcantes em Spencer, Acima das Nuvens e Crepúsculo — Kristen Stewartestreia na direção com um projeto ousado e profundamente pessoal. A cineasta adapta a autobiografia de Lídia Yuknavitch, em uma narrativa que flui como poesia e dor.
A Cronologia da Água acompanha Lídia, uma jovem marcada por traumas familiares e abusos, que encontra na literatura um caminho de salvação. Em uma abordagem lírica e visceral, Stewart explora a sexualidade, a violência e o poder transformador da arte com coragem.
Já conhecia todas essas cineastas presentes em Cannes 2025? A partir do dia 13 até o dia 24 de maio, fique de olho na cobertura especial do Festival de Cannes no site e mídias sociais do CinePOP.
Foram 10 anos de espera. Desde a última vez que se apresentaram em solo carioca, em 2015, durante uma noite na edição do Rock in Rio daquele ano, a banda System of a Down finalmente voltou à capital do Rio de Janeiro na última quinta-feira, 8 de maio. A banda, formada por Serj Tankian, Daron Malakian, Shavo Odadijan e John Dolmayan, vivia um hiato de uma década sem se apresentar ao público, até que anunciaram, no fim do ano passado, uma inesperada turnê pela América do Sul, intitulada ‘Wake Up’, passando por cidades como Lima (Peru), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e, no Brasil, por três capitais: Curitiba (dia 6/5), Rio de Janeiro (8/5) e São Paulo (três shows: 10 e 11/5 no Allianz Park e 14/5 no Autódromo de Interlagos).
Em solo brasileiro, algumas características permaneceram em comum nas três cidades: o show de abertura ficou a cargo da banda paulista Ego Kill Talents, que divertiu o público carioca a partir das 19h15; outra característica é que em todas as cidades os fãs se organizaram para receber o System of a Down com um show de celulares coloridos, que, com suas lanternas ligadas, formavam a bandeira da Armênia (azul, vermelho e amarelo), o país de origem dos integrantes da banda. Ver essa projeção no estádio Nilton Santos, no bairro do Engenho de Dentro, foi realmente muito comovente, como o próprio baterista Dolmayan comentou.
Os quatro integrantes subiram ao palco pontualmente às 21h30, sorrateiramente. Não fossem os aplausos do público e as luzes que se apagaram, a gente nem saberia. Então, rapidamente o silêncio foi preenchido pelos riffs de guitarra de Malakian com a música ‘X’, seguida por ‘Suite-Pee’ e ‘Prison Song’. Com uma abertura assim, esperava-se que, após dez minutos sem parar, a própria banda deve um intervalinho para cumprimentar o público, mas não foi o que aconteceu – nem nesse momento, nem depois. O quarteto estadunidense-armênio tocou literalmente por duas horas sem parar, sem parar mesmo, nem pra beber água, nem para tomar fôlego. Considerando que a faixa etária média do público do SOAD é de quarenta anos, e que os próprios integrantes da banda estão entre 50 e 60 anos, é simplesmente impressionante a energia e a disposição de ambos os lados.
Com um setlist de 32 músicas ininterruptas e recheado de hits inesquecíveis, o público carioca não deixou barato e simplesmente enlouqueceu dentro do estádio Nilton Santos. Mesmo com a proibição de sinalizadores, o público encontrou sua forma de levar o artefato e acenderam o tempo todo, criando uma atmosfera apocalíptica entre luzes vermelhas e muita fumaça embalando os acordes pesados do nu metal do SOAD. Dentre os 40 mil espectadores presentes, foi possível avistar um Pikachu e até mesmo um Jesus Cristo – provavelmente em referência à eleição do novo Papa, horas antes.
Quando chegamos ao refrão da famosa ‘Aerials’, ficou muito evidente a boa escolha do local para a apresentação do System: a acústica do Engenhão é simplesmente foda demais, fazendo com que o mantra do público ecoasse como se estivéssemos no meio de uma reza coletiva. A mesma sensação perdurou em outros momentos da apresentação, como nos refrões mais alegres de ‘B.Y.O.B’ e ‘Sugar’ ou nos momentos ápices das icônicas ‘Hipnotize’ e ‘Prison Song’.
Então, houve dois momentos de pura catarse coletiva, aquele momento que o fã que é fã sente que está vivendo o melhor momento da sua vida, aquele que nunca mais vai esquecer e pelo qual é grato à banda: quando o System tocou as terrivelmente doloridas ‘Lonely Day’ e ‘Chop Suey!’. Não é exagero dizer que, neste ponto, havia muita gente chorando no público, que cantava a plenos pulmões fazendo suas vozes ecoarem no Engenhão e dando uma sensação de que participávamos de um expurgo espiritual ou algo do tipo. Quem estava presente, sabe do que estamos falando.
Do transe, fomos convidados pelo guitarrista Malakian a despertar e a girar, girar, girar muito no ponto alto do show, quando eles tocaram ‘Toxicity’, um dos maiores sucessos do grupo e primeira música do Youtube a bater 1 bilhão de views. Por um minuto inteiro, dezenas de rodas se formaram nas pistas (comum e premium) e centenas de pessoas giraram e giraram no ritmo do riff da guitarra da Malakian, pois era simplesmente impossível ficar parado quando os gritos do público batiam nas paredes do estádio e ecoavam de fora, como que num estado de guerra (como as imagens de drone fazem parecer).
Com letras que falam de saúde mental, guerras, hipocrisia política e solidão, o System of a Down entregou um show ininterrupto, intenso, catártico e hipnotizante, e o público carioca devolveu na mesma medida, pulando e cantando do início ao fim como numa arena de gladiadores. Dessa sintonia, facilmente a apresentação do último dia 8 de maio superou, em muito, o show doRock in Rio em 2015, realizando o sonho de toda uma geração que era jovem demais para ter conseguido ir no festival e matando a saudades da geração que viu a banda surgir e esteve junto desde o início. Entre nostalgia e gratidão, quem foi no show do System of a Down no dia 8 de maio no Estádio Nilton Santos viveu um dos melhores shows de rock que a cidade do Rio de Janeiro já teve. Histórico e inesquecível, como o próprio SOAD.
A bandeira às costas do baterista Dolmayan (o mesmo que, momentos antes do show, desceu à área PCD do público e foi tirar foto com a galera) indicaram o fim da apresentação, com um abraço coletivo do quarteto satisfeito. Mesmo que o System talvez não volte a fazer uma turnê nem lance nenhum CD novo, eles entregaram tudo de si aos fãs, que para sempre serão gratos pela noite compartilhada naquele 8 de maio de 2025.
O Prime Video revelou hoje (12) que a série ‘Elle’, prelúdio da icônica comédia romântica ‘Legalmente Loira’, já tem previsão para chegar à sua grade de programação.
A plataforma de streaming revelou que a pré-sequência será lançada no verão norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de junho e agosto do ano que vem.
As boas novas vieram acompanhadas de uma nova imagem promocional que dá destaque a Lexi Minetree, que dá vida à versão mais nova de Elle Woods.
Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, fica encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, deReese Witherspoon (intérprete de Elle na duologia original).
A série irá acompanhar a vida de Elle Woods, interpretada por Minetree, no ensino médio, enquanto exploramos as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no primeiro filme de ‘Legalmente Loira’.
Laura Kittrell e Caroline Dries atuam como co-showrunners e produtoras executivas. Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.
Estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt,‘F1’ é uma aposta ambiciosa que promete agradar aos fãs de automobilismo com um tom realista.
Agora, a Apple TV+ divulgou o novo cartaz oficial da atração, que chega aos cinemas nacionais no dia 26 de junho.
Confira, junto ao mais recente trailer:
Apesar dos rumores iniciais de um orçamento astronômico de US$ 300 milhões, o produtor Jerry Bruckheimer e o diretor Joseph Kosinskidesmentiram as especulações, garantindo que o custo real está significativamente abaixo desse valor.
Segundo o ScreenRant, sem mencionar valores específicos, o produtor afirmou que o divulgado orçamento de US$ 300 milhões está muito distante da realidade: “está completamente, fora da realidade em dezenas de milhões de dólares na direção errada, e na direção certa para nós”.
Ele ainda explicou: “o que as pessoas não percebem é que, primeiro, estamos filmando em locais com descontos. A Inglaterra tem grandes incentivos fiscais, muitos países europeus também oferecem descontos, e o mesmo acontece com Abu Dhabi. Tudo isso reduz consideravelmente o orçamento. Além disso, arrecadamos mais dinheiro para nosso carro [através de patrocínios] do que alguns times de Fórmula 1. Levando tudo isso em consideração, o número real é muito menor do que as pessoas imaginam”.
O produtor também revelou por que não pode divulgar o orçamento exato: “não podemos fornecer um número porque o dinheiro é da Apple e cabe a eles divulgar. Mas posso dizer que é significativamente menor do que o que foi reportado”.
Kosinski acrescentou: “Eu apenas direi que estou acostumado, em muitos dos filmes em que trabalhei, a ter seus custos superestimados por qualquer motivo, mas nunca tive uma experiência onde estivessem tão equivocados em um filme. Não sei de onde esse número surgiu”.
‘F1‘ é estrelado por Brad Pitt no papel de um ex-piloto que retorna à Fórmula 1, ao lado de Damson Idris, como seu companheiro na fictícia equipe APXGP do grid da competição. O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte.
O elenco estelar inclui ainda Kerry Condon, indicada ao Oscar; Javier Bardem, vencedor do Oscar; Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia, Samson Kayo e Simone Ashley.
O novo ciclo chegou ao catálogo da plataforma de streaming no último dia 09 de maio.
Relembre o trailer:
Com produção executiva de Ewan McGregor (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Trainspotting: Sem Limites‘, ‘Álbum de Família‘) e Charley Boorman (‘Excalibur, a Espada do Poder’, ‘Amargo Pesadelo’, ‘Floresta das Esmeraldas‘), essa aventura de 10 episódios traz de volta o famoso espírito de viagem da dupla, mas dessa vez um pouco mais perto de casa.
‘Long Way Home‘ acompanha Ewan e Charley pilotando motocicletas restauradas e antigas da casa de Ewan, na Escócia, até a casa de Charley, na Inglaterra – mas, em vez de pegar a rota mais curta, eles fazem o percurso mais longo!
Atravessam o Mar do Norte até a Escandinávia, vão até o Círculo Polar Ártico, depois descem até os países bálticos e cruzam a Europa continental, antes de voltarem ao Canal da Mancha dois meses depois.
Esta aventura os levará a mais de quinze países, passando por cenários espetaculares e por algumas das melhores estradas do mundo para pilotar. Ao longo do caminho, vão mergulhar na cultura de cada país, conhecer os habitantes locais e experimentar atividades únicas e inusitadas.
Na trama, Pfeiffer dá vida a Claire Clauster, uma mulher que está organizando uma festa muito especial de Natal para a família. Entretanto, quando seus parentes a esquecem em meio a uma confusão, Claire bola um plano diferente para eles – desaparece e deixando a família sem ideia de onde ela poderia estar.
Foi divulgada o primeiro e espetacular teaser da série ‘Homem-Aranha Noir’, nova série da Amazon MGM Studios estrelada pelo vencedor do Oscar Nicolas Cage.
A atração chega ao catálogo do Prime Video em 2026, ainda sem dia confirmado.
Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”
Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.
Uma parte significativa da experiência cinematográfica se deve à música: de um lado, temos um trabalho sólido de compositores que arquitetam trilhas sonoras belíssimas para dialogar com o tipo de narrativa a que assistimos; de outro, cantores de grande calibre que, volta e meia, são selecionados para assinar ou performar músicas originais que conquistam o público e a crítica.
E, nesse quesito, os anos 2020 se mostrou bastante promissora para faixas desse tipo. Pensando nisso, preparamos uma breve lista selecionando as dez melhores canções originais de filmes da década (até agora).
Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ se consagrou como um marco da cultura mundial este ano – principalmente por reavivar uma das melhores franquias cinematográficas do século. E, considerando que Rachel Zegler foi escalada como a protagonista Lucy Gray Baird, era apenas natural que ela emprestasse suas incríveis habilidades vocais ao longa-metragem. Foi assim que surgiu a ótima “Nothing You Can Take From Me”, uma mistura de blues e country que casa perfeitamente com o tom do filme e que arrebatou audiências ao redor do mundo com uma poderosa mensagem.
‘Festival Eurovision da Canção’ estreou há alguns meses na Netflix e, ainda que não tenha encantado muitos fãs ao redor do mundo, de fato nos entregou algumas das melhores canções do ano. A mais emblemática delas é “Double Trouble”, performada por Will Ferrell, My Marianne e porduzida pelo lendário Dj Tiësto em uma carta de amor ao Europop dos anos 1990.
O filme ‘Tetris’ estreou em março deste ano na Apple TV+ e, além da instigante história, veio acompanhado de uma trilha sonora impecável – incluindo a faixa original “Hold on Tight”, do grupo sul-coreano aespa. A faixa explode no melhor do synth-pop dos anos 1980, pincelada com tons que fazem parte do próprio jogo. O resultado é simplesmente espetacular, com todos os elementos que esperaríamos desse grupo e uma infusão dançante e impactante que precisa estar na sua playlist.
Com “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’, Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.
Em 2024, Luca Guadagnino lançou um dos melhores filmes de sua carreira com a ótima e angustiante dramédia esportiva ‘Rivais’ – e o diretor não apenas comandou o projeto com hábeis mãos, como ficou responsável pela trilha sonora do longa. E, aliando-se aos vencedores do Oscar Trent Reznor e Atticus Ross, Guadagnino deu vida a “Compress/Repress”, uma explosiva track pautada no melhor do techno e do trance que nos convida a uma viagem narcótica e simplesmente irretocável.
Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos,Taylor Swiftnos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.
Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.
3. “WE DON’T TALK ABOUT BRUNO”, Vários Artistas
‘Encanto’, a nova animação da Walt Disney Studios, se tornou uma das produções mais vibrantes e incríveis do estúdio – e o musical veio acompanhado de uma trilha sonora simplesmente inenarrável. Contemporânea, envolvente e dançante, uma das faixas mais bem estruturadas é “We Don’t Talk About Bruno”, que introduz a cúmbia à Casa Mouse e a funde com incursõs do pop latino – aumentando a necessária representatividade tão importante nos dias de hoje.
2. “FIGHT FOR YOU”, H.E.R.
‘Judas e o Messias Negro’ foi um dos filmes mais aclamados de 2021 e não apenas rendeu uma estatueta de Melhor Ator Coadjuvante a Daniel Kaluuya, como também a H.E.R., D’Mile e Tiara Thomas pela música “Fight for You”. Canalizando Marvin Gaye para um hino de libertação e de empoderamento, a faixa é uma mistura perfeita entre blues, neo-soul e funk-R&B que ergue-se em uma construção uptempo e que, de fato, mereceu levar a estatueta dourada para casa.
Quando Billie Eilish foi anunciada como uma das artistas do compilado de músicas originais que integrariam o filme ‘Barbie’, já sabíamos que a múltipla vencedora do Grammy traria mais uma potente balada à sua discografia. O resultado emergiu com a tocante e emotiva “What Was I Made For?”, uma faixa que carrega inúmeras referências a reflexões sobre o próprio eu e sobre as crises de identidade que temos ao longa da vida – possivelmente lhe garantindo mais uma indicação ao Oscar e, quiçá, sua segunda estatueta da premiação.
O Prime Video renovou oficialmente o reality de competição ‘Beast Games‘ para mais duas temporadas – garantindo a continuidade do programa até, pelo menos, o terceiro ciclo.
Comandada pelo Mr. Beast, também conhecido como Jimmy Donaldson, a primeira temporada trouxe mil jogadores competindo por um prêmio de US$ 10 milhões.
“Mr. Beast alcançou marcas significativas de audiência com nossos espectadores globais, com o maior programa competitivo da história,” declarou Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon MGM Studios. “Após recordes de audiência, estamos animados em confirmar que mais duas temporadas de ‘Beast Games’ estão a caminho, e mal podemos esperar para ver os novos desafios eletrizantes que o Mr. Beast planejou para os próximos jogadores.”
Sucesso no serviço de streaming, a produção conseguiu ultrapassar a marca de 50 milhões de espectadores ao redor do mundo.
O programa se tornou a série não roteirizada mais assistida da história do Prime Video em seus primeiros 25 dias. Além disso, o reality também se tornou a segunda série mais assistida do serviço de streaming em 2024, atrás apenas de ‘Fallout‘.
O Prime Video ainda confirmou que mais da metade do público veio dos mercados internacionais, destacando uma forte performance na Índia, Reino Unido e México.
Vale lembrar que o reality alcançou o topo das produções mais assistidas do serviço de streaming em mais de 50 países. Além de ter conquistado #1 no Brasil, a produção também dominou territórios populares, como os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Austrália.
Beast Games is ranked #1 in almost half the countries on earth
#1 United States
#1 India
#1 Angola
#1 Australia
#1 New Zealand
#1 Azerbaijan
#1 Bahamas
#1 Bahrain
#1 Hong-Kong
#1 Papua New Guinea
#1 Jordan
#1 Kazakhstan
#1 Qatar
#1…
O programa contará com 2000 participantes competindo pelo prêmio de $5 milhões de dólares. Os concorrentes serão divididos em seis equipes – cada equipe consistindo de 400 concorrentes.
A Amazon Prime alegadamente deu US$ 100 milhões ao Youtuber para a produção deste game show.
A Apple TV+ revelou hoje (12) que Jude Law (‘Star Wars: Skeleton Crew’) e Andrew Garfield (‘Tick, Tick… Boom!’) irão estrelar e produzir a ambiciosa minissérie focada nos famosos mágicos Siegfried e Roy, respectivamente (via Deadline).
A produção traz John Hoffman (‘Only Murders in the Building’) como showrunner, produtor executivo e roteirista.
Baseado no podcast original da plataforma de streaming‘Wild Things: Siegfried & Roy’, o projeto conta a história de um relacionamento alucinante entre dois dos maiores mágicos-showmen da história que, junto com seus tigres brancos, têm a tarefa de transformar a Cidade do Pecado em um destino familiar. A dupla leva o conceito de ilusão versus realidade ao extremo, pessoal e profissionalmente, até que a tragédia a reformula e desvenda um mistério em torno de seu último e fatídico show em Las Vegas.
As gravações têm início agendado para o outono norte-americano (isto é, entre setembro e novembro deste ano), com Matt Shakman (‘WandaVision’) responsável por comandar o episódio piloto.
Hoffman também entra como diretor.
A minissérie contará com oito episódios de uma hora cada. Mais informações não foram reveladas.
Antes mesmo da estreia do segundo ciclo, a aclamada adaptação pós-apocalíptica ‘Fallout’ foi oficialmente renovada para a 3ª temporada pelo Prime Video (via Deadline).
As boas novas vêm poucas semanas depois da Amazon MGM Studios, responsável pela série, revelar o término das filmagens da próxima iteração, que tem estreia prevista para dezembro de 2025.
“Estamos absolutamente entusiasmados que nossos clientes globais do Prime Video possam mergulhar ainda mais fundo no mundo maravilhosamente surreal e cativante de Fallout”, disse Vernon Sanders, chefe global de televisão da Amazon MGM Studios. “Jonah [Nolan], Lisa [Joy], Geneva [Robertson-Dworet] e Graham [Wagner] fizeram um trabalho excepcional dando vida a esta adorada franquia de videogame no Prime Video. Juntamente com nossos incríveis parceiros da Bethesda Games e da Bethesda Softworks, temos o prazer de anunciar uma terceira temporada de Fallout, bem antes da tão aguardada estreia da segunda temporada”.
Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
‘Murderbot’, série de comédia sci-fi estrelada por Alexander Skarsgård(‘O Homem do Norte’), chega esta semana ao catálogo da Apple TV+ – e acabou de ganhar uma prévia inédita.
A produção será lançada na plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira,16 de maio.
Confira:
Na trama…
Murderbot é um consciente androide de segurança que se sente aterrorizado pelas emoções humanas ao mesmo tempo em que se vê atraído por seus “clientes” vulneráveis. Para esconder o seu livre arbítrio, ele deve completar missões perigosas, mas tudo o que ele quer fazer é ficar sozinho assistindo séries dramáticas futuristas e descobrir o seu lugar no universo.
Criada por Chris ePaul Weitz (‘Mozart in the Jungle’), a série é baseada no livro ‘The Murderbot Diaries’, escrito por Martha Wells.
Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”
Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.
O dorama ‘Gostinho de Amor‘, que mistura romance e gastronomia, já está disponível no streaming. O primeiro episódio da produção teve sua estreia nesta segunda-feira (12) na grade de programação da Netflix.
Os demais capítulos estreiam semanalmente, sempre às segundas-feiras.
Confira o trailer legendado:
Na trama, Han Beom-woo e Mo Yeon-joo estão em guerra, Ele é o sucessor de uma grande empresa de alimentos que administra o melhor restaurante de alta gastronomia de Seul, mas não tem interesse em “sabor”. Já ela é uma chef louca por “sabor” que administra um restaurante sem placa, de uma mesa ,em um canto remoto do interior. Eles crescem juntos e se apaixonam enquanto administram um pequeno restaurante na cidade de Miraek, Jeonju.
De acordo com o Deadline, Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) retornará às telinhas norte-americanas em ‘Memory of a Killer‘, nova série de suspense que está sendo desenvolvida pela FOX.
O ator interpretará um assassino profissional com Alzheimer.
O seriado é inspirado pelo filme bélgico De Zaak Alzheimer (La Memoire Du Tueur), de 2003. O longa ganhou um remake hollywoodiano, ‘Assassino Sem Rastro‘, quase duas décadas depois.
Na trama…
Angelo Ledda (Dempsey) vive duas vidas completamente separadas — um temível assassino de aluguel de Nova York e um sonolento vendedor de fotocopiadoras e pai de família de Cooperstown. Ambos se sentem ameaçados quando ele é diagnosticado com Alzheimer, doença para a qual já perdeu seu irmão mais velho.
Para complicar ainda mais as coisas, ele descobre que a morte recente de sua esposa pode não ter sido um acidente. Quando alguém vai atrás de sua filha — que está grávida — fica claro que o muro entre suas vidas foi rompido. Angelo precisa deter quem quer que esteja atrás de sua família, vasculhando seus antigos casos em busca de pistas, e a lista é muito longa…
“Na veia de ’24 Horas’ e ‘House’, estamos introduzindo uma nova série com um complicado anti-herói que precisa enfrentar uma ameaça inimaginável,” declarou Michael Thorn, presidente da Fox Television Network.
“Eu realmente assisti”, revelou a atriz, conforme o Deadline. “Sou uma das poucas pessoas que viram o filme, incluindo meu marido, que ainda não o assistiu”.
Questionada sobre detalhes, ela brincou: “Adivinhem? Alguém mata alguém e recebe uma carta dizendo: ‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’. Mas isso fica entre nós – não contem a ninguém”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.
Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick.
“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.
O elenco conta com Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).
Além dela, Anna Baryshnikov (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’), Jamie Hector (‘Bosch’), Clara Wong (‘Billions’), Lily Collias (‘Palmeiras e Linhas Elétricas’) e Joe Anders (‘1917’) também foram confirmados na produção.
Infelizmente, detalhes sobre seus papeis não foram divulgados.
Morten Tyldum (‘Silo’) comandará o episódio piloto, além de servir como produtor executivo.
Adams e Bardem também irão servir como produtores executivos ao lado dos vencedores do Oscar Martin Scorsese e Steven Spielberg.
Bardem (‘007 – Operação Skyfall’) dará vida ao vilão, Max Cady.
A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados, quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.
Do criador Nick Antosca (‘O Ato‘, ‘Candy‘, ‘A Friend of the Family‘), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.
Dez episódios foram encomendados para o projeto.
A adaptação de 1991 foi estrelada por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange.
Em 1863, durante o período da Guerra Civil, um esquadrão de elite de seis soldados negros, liderados pelo ex-escravo Barrabás, é enviado em uma missão suicida para se infiltrar em um forte confederado fortemente protegido, escondido nas profundezas da natureza selvagem do Arkansas. Equipes já foram enviadas antes, mas ninguém jamais conseguiu escapar com vida…
O objetivo deles? Destruir os canhões de longo alcance do forte e mudar o rumo da guerra. Mas, à medida que se aventuram em território inimigo, a missão toma um rumo assustador. Os soldados descobrem um segredo obscuro e sinistro enterrado no coração da floresta — um segredo que testará sua coragem, lealdade e vontade de sobreviver como nunca antes.
O astro Jackie Chan, atualmente com 71 anos, falou recentemente sobre o futuro de sua carreira e destacou que não pretende parar de realizar suas próprias acrobacias tão cedo.
Segundo o Deadline, com uma trajetória de mais de 60 anos e mais de 150 créditos no cinema, o ator afirmou que as acrobacias fazem parte de sua essência:
“Claro que sempre faço minhas próprias acrobacias. Isso faz parte de quem eu sou. E isso não vai mudar até o dia em que eu me aposentar — o que nunca vai acontecer! Para ser honesto, depois de 64 anos fazendo isso sem parar, não é mais preciso preparo físico. Tudo já está no coração, na alma; é memória muscular”, declarou.
Apesar dos avanços da indústria cinematográfica com o uso de efeitos visuais e cabos que permitem acrobacias mais seguras e complexas por dublês, Jackie Chan segue fiel à velha escola. Ainda assim, ele deixa claro que não incentiva ninguém a se arriscar como ele fez ao longo da carreira.
“Antigamente, a única opção que tínhamos era estar lá e pular — só isso”, explicou. “Hoje, com os computadores, os atores podem fazer qualquer coisa. Mas sempre parece que falta um senso de realidade”.
Chan ainda refletiu: “É uma faca de dois gumes. Por um lado, os atores conseguem realizar acrobacias impossíveis com a ajuda da tecnologia. Por outro, o conceito de perigo e de limite vai se perdendo, e o público acaba ficando insensível a isso. Mas eu não encorajo ninguém a arriscar a vida como eu fiz — realmente é perigoso demais”.
Vale lembrar que seu próximo trabalho nas telonas é ‘Karatê Kid: Lendas’.