Rowan Joffe e John Hlavin entram como co-showrunners e produtores executivos ao lado de Tim Van Patten, que irá dirigir os dois primeiros episódios.
O projeto conta a história de Jonah Lynn (Schreiber), um ex-soldado que se tornou detetive de homicídios e, cansado de trabalhar nas ruas perigosas da Filadélfia, se muda para uma pequena cidade no oeste da Pensilvânia em busca de uma vida tranquila.
Mas, enquanto a cidade e sua família são atacadas pelo diabolicamente astuto assassino em série Jurek Walter (Graham), Jonah precisa proteger tudo o que lhe é querido. Quando a busca desesperada pela última vítima desaparecida de Jurek força Jonah a enviar sua filha adotiva, a agente do FBI Saga Bauer (Beetz), para enfrentá-lo, até onde Jonah irá?
O pseudônimo Lars Kepler já publicou dez romances criminais, que já venderam mais de 18 milhões de cópias mundialmente e foram traduzidos para 40 línguas diferentes em mais de 170 territórios.
O ator Vincent Martella, conhecido por dar voz a Phineas Flynn na animação ‘Phineas e Ferb’, comentou recentemente sobre seu retorno ao aclamado papel no revival da série, que em breve estará disponível no Disney+.
Em entrevista ao ComicBook, Martella celebrou a oportunidade de reviver o personagem após dez anos do encerramento da animação original.
“É extremamente surreal poder trazer esses personagens de volta e dar vida a eles novamente. Phineas faz parte da minha vida há vinte anos, e embora eu tenha trabalhado em muitos projetos incríveis que significaram muito para mim, ‘Phineas e Ferb’ foi, de longe, o mais significativo. Isso porque, além de amar trabalhar na série, ela também significa muito para os fãs e para os fãs da Disney. Já disse isso antes, mas o simples fato de estarmos de volta me faz realmente esperar que nos permitam continuar contando histórias e interpretando esses personagens pelo maior tempo possível, porque é uma grande alegria trabalhar nesta série e dar voz ao Phineas”, afirmou o ator.
Martella também acrescentou: “Isso sempre fez parte da minha vida, então, mesmo quando estou fazendo a voz do Phineas e falando como ele, tudo o que ouço é o Phineas. Eu só ouço o Phineas Flynn. Nem parece que sou eu. Por isso, quando assisto à série, consigo me separar completamente. Para mim, neste ponto, já é algo tão natural que não preciso mais de um grande processo para entrar no personagem — ele simplesmente faz parte de mim”.
Vale ressaltar que o revival funcionará como uma espécie de 5ª temporada da série e tem estreia prevista ainda para este ano no Disney+.
Ao todo, serão 40 episódios inéditos, que serão lançados gradualmente na plataforma de streaming.
“A nova temporada de Phineas e Ferb seguirá os inventivos meio-irmãos enquanto eles enfrentam mais 104 dias de verão. Candace está mais determinada do que nunca a finalmente pegar seus irmãos mais novos, enquanto seu ornitorrinco de estimação, Perry, continua levando uma vida dupla como o elegante Agente P, cuja única missão é impedir que o Dr. Doofenshmirtz domine a área Tri-State”, diz a sinopse.
Vincent Martella (Phineas) e David Errigo Jr. (Ferb) retornarão para reprisar seus papéis nesse revival, e eles não estarão sozinhos. Ashley Tisdale dublará Candace mais uma vez, enquanto Dee Bradley Baker dará voz ao nosso querido Perry, o Ornitorrinco. E, claro, Dan Povenmire retornará para dar vida ao icônico Dr. Doofenshmirtz.
Olivia Olson também se juntará à equipe, escrevendo e interpretando Vanessa Doofenshmirtz.
Uma nova equipe de roteiristas, junto com os veteranos, também participará do projeto. A equipe confirmou que a quinta temporada de ‘Phineas e Ferb’ contará com várias aparições especiais.
Jackie Chan é um dos astros de cinema mais conhecidos de todos os tempos e já protagonizou inúmeras franquias de ação e comédia que caíram no gosto do público – como é o caso de ‘Bater ou Correr’.
Agora, parece que Chan está prestes a revisitar a saga, que é co-estrelada por Owen Wilson – e o desenvolvimento do projeto já está tomando forma.
Durante uma recente entrevista ao Screen Rant, Chan comentou: “quero fazer [outro] ‘Bater ou Correr’. ‘Bater ou Correr’, ‘Bater ou Correr em Londres’ e ‘Bater ou Correr 3’. O roteiro ainda está em desenvolvimento. E quero fazer um ‘A Hora do Rush 4’“.
Lançado em 2000, ‘Bater ou Correr’ nos leva para 1800 e acompanha a princesa Pei Pei, que é sequestrada e feita refém na Cidade Proibida, na China, e levada até o velho oeste estadunidense. O guarda imperial Chon Wang parte na tentativa de salvá-la e se depara com uma cultura completamente diferente da sua. Ao ser atacado por caubóis armados, Wang responde com acrobáticos golpes de kung fu que deixam os estadunidenses de cabelo em pé. Ao se depara com o caubói Roy O’Bannon, Wang usa a paixão dele por dinheiro e o convence a ajudá-lo no resgate da princesa.
Dirigido por Tom Dey, o filme conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$100 milhões ao redor do mundo, dando origem a uma sequência lançada em 2003.
As incríveis musicistas Halsey e Amy Lee, vocalista da banda de rockEvanescence, lançaram hoje (30) o clipe oficial da canção “Hand That Feeds”, faixa que integra a trilha sonora do spin-off de ‘John Wick’, ‘Bailarina’.
A track marca o primeiro lançamento de Halsey desde o single“Safeword”, lançado em fevereiro deste ano; e o primeiro lançamento de Amy Lee desde “Afterlife”, canção que encabeçou para a animação ‘Devil May Cry’.
Confira:
Lembrando que o filme chega aos cinemas no dia 04 de junho.
Com direção de Len Wiseman (‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘), o filme se passa durante os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘ e acompanha Eve Macarro, que está começando seu treinamento nas tradições da organização Ruska Roma para se tornar uma assassina.
A trama de ‘Bailarina’ acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina’ será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.
Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.
“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick’ e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick“, ela disse.
A vencedora do Grammy Miley Cyrus lançou hoje (30) o videoclipe oficial de “Easy Love”, single de seu mais novo álbum de estúdio, ‘Something Beautiful’.
O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta também com as canções “End of the World” e “More to Lose”.
Confira:
O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.
O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
Quando pensamos no cenário da comédia norte-americana, inúmeros nomes vêm à nossa mente – e um deles é o de Melissa McCarthy. A indicada ao Oscar e vencedora de duas estatuetas do Emmy já participou de inúmeras produções cômicas que a colocaram no centro dos holofotes, como ‘Mike & Molly’, ‘Missão Madrinha de Casamento’ e ‘Caça-Fantasmas’. E, em meio à sua prolífica carreira, ‘A Espiã que Sabia de Menos’ desponta como não apenas um de seus melhores projetos, mais uma de suas atuações mais memoráveis.
Inspirado majoritariamente na popularização dos filmes de espionagem com a franquia ‘007’ e similares, o longa-metragem dirigido por Paul Feig acompanha Susan Cooper (McCarthy), uma funcionária da CIA que trabalha como auxiliar e assistente de um superespião de campo chamado Bradley Fine (Jude Law). Ficando nos bastidores e acompanhando cada movimento de seu colega, ela se mostra contente com seu trabalho e até sonha com o dia em que Bradley irá notá-la para além de uma amiga de trabalho – mas as coisas mudam quando ele é assassinado pela perigosa Rayna (Rose Byrne), filha de um mafioso russo que está planejando vender uma arma mortal para um terrorista italiano. Reunindo-se com a diretora da CIA, Elaine Crocker (Allison Janney), ela consegue uma “promoção” como agente de campo e resolve se infiltrar no submundo do crime para prender Rayna e seus associados.
Feig, também responsável pelo roteiro, constrói uma ótima história que aproveita o recente lançamento de títulos como ‘007: Operação Skyfall’ e ‘007 contra Spectre’ para nos manter instigados em um misto de ação e comédia que funciona do começo ao fim em uma espirituosa e despojada narrativa. Susan é a encarnação máxima dos icônicos tropos dos personagens espiões da cultura pop, mas transmuta-se em uma montanha-russa de quebras de expectativa que a tornam imediatamente amável – e que fornece todo o ritmo necessário para acompanharmos o enredo. E, é claro, McCarthy diverte-se como nunca ao encarnar a protagonista e entrega nuances poderosas em uma performance aplaudível.
A atriz, entretanto, não está sozinha nessa empreitada, dividindo os holofotes com desconstruções de arquétipos delineados com cautela meticulosa por Feig. Byrne faz um trabalho fabuloso como a irrefreável e impiedosa Rayna Boyanov, trazendo a atemporalidade de vilões dos anos 1990 para construir uma Femme fatale às avessas, enquanto Jason Stathamnos agracia com uma das melhores atuações de sua carreira como Rick Ford, uma proposital caricatura dos mocinhos ultra-machos de filmes do gênero que entra em sintonia exemplar com Susan. Law, Janney, Bobby Cannavale e Miranda Hart também emprestam suas habilidades irrefreáveis para dar ainda mais camadas ao andamento da obra.
Um dos aspectos mais notáveis da produção é seu grandioso escopo que não deve em nada a produções do gênero que pendem mais para o drama e para o suspense. A trilha sonora assinada por Theodore Shapiro é uma mistura de incursões à la Danny Elfman em ‘Missão: Impossível’ com acordes mais ásperos e retumbantes – e funciona de maneira bastante prática em momentos de maior risco enfrentado pela protagonista e pelos coadjuvantes, além de reiterar a atmosfera burlesca e quase non-sense do projeto. A montagem assinada por Brent White e Melissa Bretherton presta homenagem a títulos similares, enquanto a fotografia de Robert Yeoman é apoiada em aparatos tecnológicos e cenas panorâmicas que nos engajam cena após cena.
O longa também encontra sucesso ao garantir que cada uma das engrenagens esteja em conciliação – e faz isso com leveza invejável. É notável como os atores, o diretor e todos os membros da equipe garantem que o teor propositalmente descompensado exista sem esbarrar em inflexões escrachadas e que ultrapassem a barreira entre a paródia e a cópia. E, abraçando o “livrinho de regras” da comédia, há uma beleza em enxergar esses emblemas em uma clara homenagem a títulos como ‘Agente 86’ e ‘Johnny English’, mas nunca deixando sua identidade de lado.
‘A Espiã que Sabia de Menos’ completa dez anos em 2025 e, mesmo uma década depois de seu lançamento oficial nos cinemas, permanece como uma das melhores comédias das últimas décadas por saber exatamente o tipo de história que quer contar e de que forma deseja fazer isso.
O compilado de originais, que conta com canções como “End of the World”, “More to Lose” e “Easy Love”, foi lançado hoje, 30 de maio.
O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.
O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
Tim Story, do terror cômico ‘The Blackening: Jogo Mortal‘, comanda a produção.
Na trama, uma coleta de dinheiro de rotina se transforma em uma perseguição mortal quando dois motoristas de caminhão blindado são emboscados por criminosos cruéis com planos além do dinheiro.
O longa tem estreia marcada para o dia 19 de setembro nos cinemas norte-americanos.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que a trama será centrada em dois estranhos que, de forma inesperada, acabam cruzando caminho um com o outro.
Kogonada, conhecido por seu trabalho em ‘After Yang’ e ‘Pachinko’, entra como diretor.
De acordo com o Deadline, Kit Connor (‘Heartstopper’) está em negociações para estrelar a adaptação live-action de ‘Elden Ring‘, que está sendo desenvolvida pela A24.
O site afirma que diversos fatores ainda precisam ser resolvidos para a confirmação do astro no elenco – incluindo sua agenda –, mas tanto o ator quanto o diretor Alex Garland (‘Guerra Civil’) querem que isso aconteça.
O projeto marcará a reunião da dupla após sua colaboração em ‘Tempo de Guerra‘.
Além de comandar o projeto, Garland também assinará o roteiro.
Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.
‘Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.
Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.
Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.
Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.
Em entrevista ao 3C Films, o diretor Damien Leone revelou que o quarto filme ultraviolenta franquia ‘Terrifier‘ irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art.
Ele confirmou que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do próximo capítulo da saga.
“Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.“
Anteriormente, o cineasta havia revelado detalhes sobre o próximo filme: “O roteiro de ‘Terrifier 4’ já está em desenvolvimento e sinto que teremos uma conclusão satisfatória, épica, aterrorizante e emocionante à saga ‘Terrifier’. Pessoalmente, nunca estive tão animado em ver meu próprio roteiro passando para as telas. Eu finalmente vou revelar a história de origem do Art neste filme.”
Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Dirigido por Jeff Fisher (‘Killer Movie’), o longa é baseado no romance homônimo de Adele Parks.
Ali e sua filha Katie têm uma vida perfeita – até que um estranho afirma ser o pai de Katie. À medida que os segredos são revelados, sua obsessão se torna perigosa, arrastando-as para uma teia de mentiras e medo.
O elenco ainda conta com Chris Carmack (‘Terror na Água’), Amiah Miller (‘Planeta dos Macacos: A Guerra’) e Chris Johnson (‘Medo Profundo’).
O site afirma que o ator morreu pacificamente enquanto dormia na noite de terça-feira (27).
No clássico de John Carpenter, ele interpretou Rain, um dos mestres elementais conhecidos como as Três Tempestades.
Dentre seus créditos nos cinemas, destacam-se ‘O Rapto do Menino Dourado‘, ‘Comando de Resgate‘, ‘Skates na Pista da Morte‘, ‘Impacto Mortal‘, ‘Dinheiro Sujo‘, ‘Meu Parceiro é um Dinossauro‘, ‘Ameaça Vermelha‘, ‘Cooties: A Epidemia‘, entre outros.
Nas telinhas, ele também participou de séries populares como ‘Três é Demais‘, ‘Drake & Josh‘, ‘MacGyver‘, ‘Máquina Mortífera‘, ‘Eu, a Patroa e as Crianças‘ e ‘Mulher Maravilha‘.
Além de atuar, Kwong também era conhecido por seu talento em dança e artes marciais, além de ter sido um ativista contra os estereótipos asiáticos em Hollywood.
‘Faça Ela Voltar’ (Bring Her Back), novo terror da A24, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 95% de aprovação com base em 22 análises.
De modo geral, os críticos elogiaram o longa, destacando sua capacidade de capturar com intensidade o medo de perder alguém, além de transmitir com autenticidade o verdadeiro significado do terror.
“Os Philippou trabalham de uma forma que é impressionista, mas suficientemente refinada para se justificar. Eles não se preocupam em amarrar todos os fios soltos de sangue. O que buscam é uma sensação, uma experiência exuberante de choque maligno”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘Faça Ela Voltar’ captura a escuridão e o medo de perder alguém, ao mesmo tempo em que se firma como um dos melhores filmes de terror do ano. É essa combinação, assim como em Fale Comigo, que coloca Danny e Michael Philippou entre os cineastas mais promissores e emocionantes do gênero”, disse Ross Bonaime do Collider.
“Com atuações excepcionais de todo o elenco, uma direção brilhante dos irmãos Philippou, um roteiro arrepiante e um foco constante em aterrorizar o público, ‘Faça Ela Voltar’ é um filme que os fãs de terror definitivamente não vão querer perder”, disse Swara Salih do But Why Tho? A Geek Community.
“Hawkins adiciona uma nova camada ao seu já impressionante repertório com uma atuação que transita entre uma malevolência arrepiante e uma desesperação comovente”, disse Carlos Aguilar do IGN Movies.
“Uma experiência exaustiva. Mas não no sentido emocional, onde deveria impactar, já que, apesar do talento dos Philippou para a técnica, eles não conseguem conectar os pontos entre um filme de terror que aborda o luto e um filme de terror que realmente trata do luto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“Embora seja um filme de ritmo mais lento do que Fale Comigo e sua história seja um tanto genérica, o excelente desenvolvimento de personagens, as atuações e as cenas de terror fazem deste um filme de terror que você não vai conseguir esquecer”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“O terror baseado no luto dos irmãos Philippou é tão visceral e brutal quanto se poderia esperar após a estreia deles nos cinemas, mas sem qualquer traço de esperança. Em vez disso, ‘Faça Ela Voltar’ funciona a partir de uma sensação constante e palpável de pavor e angústia do início ao fim”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.
“Embora seus elementos possam parecer previsíveis e o ritmo seja particularmente lento, quando Faça Ela Voltar finalmente revela todo o seu horror, tanto o pessoal quanto o sobrenatural, é impossível desviar o olhar, por mais que se tente”, disse Hoai-Tran Bui do Inverse.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de agosto.
Na trama, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.
Durante o painel “FAST na Corrida da Monetização: O Conteúdo Localizado Sai na Frente?“, realizado no Rio2C, um dos grandes destaques foi a fala de Felipe Gagliardi, gerente sênior de desenvolvimento de negócios da Samsung TV Plus América Latina. Ao lado de representantes da LG Channels e da Kivi, Gagliardi apresentou os caminhos que o modelo FAST (Free Ad-Supported Streaming TV) está traçando no Brasil, com foco no público apaixonado por conteúdo sob demanda — especialmente cinema e séries de TV.
A plataforma Samsung TV Plus, nativa nas smart TVs da marca, já oferece uma programação extensa de canais gratuitos com anúncios — e a curadoria de conteúdos para fãs de cultura pop é um trunfo da operação no país. “A vertical de filmes é muito importante para a gente”, afirmou Felipe, destacando também o sucesso da vertical infantil. “O segredo está no mix: ter conteúdo novo, gravado, ao vivo… tudo se complementa. Cada gênero se comporta de um jeito diferente”.
Entre os canais disponíveis para o público brasileiro estão NetMovies, Clube Filmes, Runtime Ação, Cine Prime, Cine Estrelas, Quintal TV, Woohoo, Fuel TV, além de um focado em trailers, listas e bastidores de filmes e séries — reforçando o apelo ao público geek e cinéfilo.
Ao vivo também é estrela — mas não é tudo
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A programação ao vivo tem espaço garantido na estratégia da Samsung TV Plus, mas Gagliardi enfatizou que seu valor está no equilíbrio. “Eventos ao vivo, como esportes e premiações, geram picos de audiência. Mas para manter o engajamento constante e monetizar, é preciso que o usuário fique mais tempo na plataforma”, explicou.
Segundo ele, a lógica é similar à da televisão tradicional: quanto mais tempo assistindo, maior a exposição à publicidade — que é, afinal, o motor do FAST. “Se a pessoa vê só quatro ou cinco minutos e sai, isso não monetiza. A publicidade programática depende da quantidade de usuários expostos e do tempo de consumo”.
Felipe destacou ainda um movimento curioso que vem ganhando força no setor: a transformação de IPs (propriedades intelectuais) em canais dedicados. “A BunnyJai, por exemplo, criou um canal só com o Mr. Bean — e ainda usa as duas versões, o live-action e a animação”, citou. Segundo ele, isso mostra como os canais FAST têm um potencial enorme para explorar nostalgia e formatos alternativos de curadoria. “É uma forma de redescobrir conteúdos que pareciam já ter esgotado suas janelas de distribuição”.
Além disso, ele vê no FAST uma porta aberta para criadores independentes e produtores locais, que antes esbarravam em barreiras de custo ou acesso à TV tradicional. “Agora há um caminho mais acessível, inclusive para canais ao vivo criados exclusivamente para FAST. Isso democratiza a criação e oferece uma experiência de canal linear com outro tipo de liberdade”, disse.
Desafios e oportunidades na monetização
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Apesar do entusiasmo com o potencial do formato, Felipe foi direto ao falar sobre os desafios, especialmente na América Latina. O principal entrave? A diferença de percepção e valor de mercado em comparação com países como os Estados Unidos.
“Lá, a publicidade no FAST é tratada como publicidade de TV — é considerada ‘core TV’. Aqui ainda é vista como mídia digital barata, quase no mesmo nível de um vídeo num joguinho”, criticou. “O mesmo conteúdo que vendo nos EUA por um CPM (custo por mil impressões) de 35 dólares, aqui não querem pagar mais que 5”.
A consequência direta disso é a necessidade de curadoria precisa: “A gente precisa ser certeiro no tipo de conteúdo que coloca. A era das playlists aleatórias vai acabar. As plataformas vão exigir curadorias mais rigorosas para justificar o valor do inventário publicitário”, alertou.
O futuro é híbrido — e o público sai ganhando
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Apesar dos obstáculos, Gagliardi enxerga um futuro promissor para o FAST — e um leque de oportunidades para fãs de cultura pop. Com mais canais temáticos, nostalgia de sobra e uma interface simples, o Samsung TV Plus quer ocupar o tempo de quem quer descobrir algo novo… ou revisitar um clássico.
“Não é sobre substituir o que já existe. É mais uma possibilidade. Onde parecia que o conteúdo tinha esgotado suas opções de distribuição, surge um novo caminho”, concluiu.
James DeMonaco (‘Uma Noite de Crime’) comanda o projeto. Ele também assina o roteiro ao lado de Adam Cantor.
Max, um homem problemático, começa a trabalhar em uma casa de repouso e descobre que seus moradores e cuidadores guardam segredos sinistros. Ao investigar o prédio e seu quarto andar proibido, ele começa a descobrir conexões com seu próprio passado e sua criação como filho adotivo.
Fernanda Torres e Wagner Moura são dois dos atores mais prestigiados do cenário do entretenimento brasileiro – e, agora, dominaram o circuito cinematográfico internacional com produções premiadas e que os colocaram no centro dos holofotes. Torres, por exemplo, foi estrela do vencedor do Oscar ‘Ainda Estou Aqui’, que se tornou o primeiro longa de produção 100% brasileira a conquistar a estatueta de Melhor Filme Internacional, enquanto a atriz fez história ao ser condecorada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama. Moura, por sua vez, recebeu inúmeros aplausos após a estreia de ‘O Agente Secreto’, drama de Kleber Mendonça Filho que levou dois prêmios do Festival de Cannes para casa, incluindo Melhor Ator.
Logo, não demorou muito para que a Vitrine Filmes realizasse um relançamento especial nos cinemas: ‘Saneamento Básico’, que está em reexibição nos cinemas nacionais a partir de hoje, 29 de maio, reúne Torres e Moura em uma tragicomédia divertida e crítica que ainda conta com nomes como Camila Pitanga, Bruno Garcia, Tonico Pereira, Paulo José e Lázaro Ramos. Indicado a diversos prêmios, o longa é uma jocosa narrativa focada numa comunidade de descendentes de italianos que une forças para dar vida a um projeto fílmico a fim de conseguir a verba necessária para construir uma fossa e repaginar o fraco saneamento básico que continua a perturbar os moradores.
Dirigido por Jorge Furtado, que também fica responsável pelo roteiro, o enredo é centrado em Marina (Torres) e Joaquim (Moura), casal que mora na cidade fictícia de Linha Cristal, na Serra Gaúcha, e que reúne os representantes locais para discutir sobre a falta de saneamento básico no lugar e o mal cheiro que impregna o lugar em virtude da falta de um local propício para o descarte de lixo. Todavia, a prefeitura não dispõe de verba para arcar com os custos do projeto – mas a responsável os aconselha a participar de um edital que promove a produção de um curta-metragem de baixo orçamento. Caso selecionado, eles conseguirão a verba necessária para dar início à implementação das reformas e garantir uma melhor vivência dos habitantes.
A produção esconde críticas sociopolíticas por trás de uma máscara despojada e cômica, como já mencionado nos parágrafos acima. Porém, à medida que Marina e Joaquim percebem que produzir um filme não é uma coisa fácil, certas incursões sobre a necessidade do fomento à cultura e a produções nacionais – algo que, à época, não era um assunto tão comentado quanto nos dias de hoje – despontam em comentários tecidos como um reflexo anacrônico ao que artistas brasileiros enfrentam. Afinal, com a ascensão da extrema-direita no nosso país após o governo Jair Bolsonaro, diversas pessoas tornaram-se explicitamente contra a arte nacional, com frases de efeito vencidas e argumentos falhos que deixam de lado a importância da preservação e do investimento culturais.
A princípio, o casal protagonista deseja apenas construir uma história simples para conseguir a verba. Todavia, sendo obrigados a seguir uma cartilha de exigências – que obriga o projeto a ser ficcional, e não documental -, eles pedem a ajuda da jovem sedutora Silene (Pitanga), irmã de Marina, e de seu parceiro, Fabrício (Garcia), este possuindo uma filmadora que virá muito bem a calhar. O problema é que nenhum deles tem qualquer experiência na área cinematográfica, movendo céus e terras para garantir que tudo “entre nos conformes” e que o gasto com o curta-metragem não seja tão grande a ponto de tornar as obras de melhoria obsoletas e inviáveis.
O elenco como um todo faz um trabalho memorável, com destaques claros aos atores supracitados e à presença de Paulo José como o pai de Marina, Otaviano, um descrente do sistema político brasileiro que, já em sua terceira idade, se isola num ímpeto de contentamento mandatório que só deixa de existir quando ele participa do filme; e Tonico Pereira como Antônio, amigo de longa data de Otaviano e um orgulhoso descendente de italianos que deseja apenas o que é de melhor para a cidade. E, singrando em uma narrativa que, de maneira suntuosa, comporta inflexões metalinguísticas sobre a sétima arte, cada um deles tem seu momento de brilhar e nos agraciar em uma hilária e irretocável condução.
Talvez o aspecto de maior sucesso da obra seja o fato de orbitar em meio a temas complexos sem se deixar levar por panfletarismos forçados ou metáforas vencidas. Em outras palavras, as explorações estão bem à frente do nosso nariz e cumprem com aquilo que prometem, expandindo para um cuidado técnico que inclui a montagem, a fotografia e a trilha sonora – cada elemento pensado com cautela para manter o ritmo ao passo que a narrativa se desenvolve.
‘Saneamento Básico’ já está em reexibição nos cinemas e é precedido pelo curta ‘Ilha das Flores’, também dirigido por Jorge Furtado.
Bob Iger, CEO da Disney, estaria supostamente insatisfeito com as recentes produções da Marvel e, em particular, com a escassez de lançamentos cinematográficos da Marvel Studios programados para 2026.
No próximo ano, o estúdio terá apenas dois lançamentos nos cinemas: ‘Vingadores: Apocalipse’ (com estreia prevista para 18 de dezembro de 2026) e ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ (31 de julho de 2026).
Segundo o The Direct, novos rumores apontam que essa baixa quantidade de lançamentos teria irritado profundamente Bob Iger, especialmente porque ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, como todos os filmes do Homem-Aranha no MCU, é uma coprodução com a Sony, o que resulta em uma participação bem menor da Disney na bilheteria.
A reportagem ainda sugere pelo menos duas estratégias que poderiam ajudar a “salvar” o calendário de 2026:
Essas sessões poderiam incluir conteúdos especiais, como versões estendidas com cenas deletadas, bastidores exibidos antes ou depois do filme, ou uma prévia exclusiva de ‘Apocalipse’.
Conversão de lançamentos do streaming para as telonas: Uma opção mais ousada seria transformar alguns projetos do Disney+ em filmes para o cinema.
Por exemplo, o reboot de ‘O Justiceiro’ (Punisher), que traráJon Bernthal de volta como Frank Castle, poderia ser expandido de um especial de uma hora para um longa de 90 minutos.
Outra opção seria ‘Wonder Man’, estrelada porYahya Abdul-Mateen II como o ator que vira super-herói Simon Williams. A série, que contará com oito episódios de 30 minutos e tem estreia prevista para dezembro deste ano no Disney+, poderia ser parcialmente refilmada e reeditada para ganhar um formato mais adequado às salas de cinema.
Enquanto isso, ‘Thunderbolts*’, mais recente longa da Marvel, segue em cartaz nas telonas.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).
O atorRyan Phillippe revelou recentemente ter sentido muito “medo” de aceitar o papel de Billy Douglas na novela ‘One Life to Live’. Aos 17 anos, ele temia interpretar o que seria o primeiro adolescente gay da história da televisão diurna.
Segundo a Variety, Phillippe contou que pessoas próximas a ele o aconselharam a recusar o papel, dada a natureza pioneira do personagem.
“Eu era tão jovem que havia medo, porque era uma época muito diferente”, disse o ator. Phillippe explicou: “Acho que existiam medos associados ao momento em que vivíamos, antes de tantas barreiras e limites terem sido rompidos nesse sentido. Mas sei que qualquer medo que alguém tivesse em relação à minha decisão desapareceu imediatamente quando vi a reação do público”.
De acordo com o ator, o retorno dos telespectadores de ‘One Life to Live’ foi “quase instantâneo”, com cartas de fãs chegando logo após sua estreia. Ele recorda mensagens de pessoas dizendo: “Nunca vi alguém me representar em nenhum tipo de entretenimento antes na vida”.
Phillippe também recebeu cartas de pais que expressavam: “Assistir a essa novela no horário do almoço me deu uma forma de me conectar com meu filho LGBTQ”.
“À medida que o trabalho avançava, percebi o quanto aquilo era importante para algumas pessoas”, disse ele. “E eu só tinha 17 anos, então você não tem noção disso. Era uma época muito diferente, mas amadureci muito por ter tido essa experiência e por ver o impacto que teve sobre os outros”.
A atriz trans Lux Pascal (‘Narcos’), irmã de Pedro Pascal, vai estrelar a nova comédia independente da diretora Drew Denny, conhecida pelo elogiado ‘Wander Women‘.
Initulado ‘Love & Chaos‘. O longa ainda será estrelado Bebe Wood (‘Meninas Malvadas‘), Christine Taylor (‘Com a Bola Toda‘), Anna Akana (‘O Legado de Júpiter‘), Rio Mangini (‘Wolf Pack‘) e Warren Egypt Franklin (‘American Sports Story: Aaron Hernandez’).
Com roteiro assinado por Frederick W. Grimm, ‘Love & Chaos‘ acompanha um grupo improvável de jovens atores de improviso contratados para estrelar um reality show. O problema? A produtora por trás do projeto vai à falência e os abandona na Europa, deixando o elenco perdido no velho continente — literalmente e figurativamente. O que segue é uma jornada recheada de trapalhadas, um roubo inesperado, momentos tocantes e lições sobre trabalho em equipe, enquanto o grupo tenta chegar a um festival internacional de improviso.
A produção está sendo realizada em Montreal e reúne uma série de produtoras independentes, incluindo Triad Filmworks, Media Sparks Entertainment, Svelte Dog Productions e Kitchen Sink Productions.
Stacey Parks, Barbara Rosenstein e o próprio roteirista Frederick W. Grimm atuam como produtores. Paige Henderson e Nicole Murray assinam a coprodução.
Com um enredo que promete equilibrar comédia física, crítica ao universo dos realities e desenvolvimento emocional, ‘Love & Chaos‘ pretende se destacar como uma comédia de autodescoberta para uma nova geração — com toques de sátira e coração.
A estreia ainda não tem data definida, mas com a produção já em andamento, é provável que o filme comece a circular por festivais em 2026.
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