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Halsey e Amy Lee lançam a poderosa “Hand That Feeds”, música original do filme ‘Bailarina’

bailarina

As incríveis musicistas HalseyAmy Lee, vocalista da banda de rock Evanescence, lançaram hoje (09) a canção “Hand That Feeds”, faixa que integra a trilha sonora do spin-off de John WickBailarina.

track marca o primeiro lançamento de Halsey desde o single “Safeword”, lançado em fevereiro deste ano; e o primeiro lançamento de Amy Lee desde “Afterlife”, canção que encabeçou para a animação ‘Devil May Cry’.

Ouça:

Lembrando que o filme chega aos cinemas no dia 04 de junho.

Com direção de Len Wiseman (‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘), o filme se passa durante os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘ e acompanha Eve Macarro, que está começando seu treinamento nas tradições da organização Ruska Roma para se tornar uma assassina.

O longa ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Comédia ‘Nonnas’, estrelada por Vince Vaughn, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A comédia Nonnas, estrelada por Vince Vaughn, já está disponível no streaming. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (09), na grade de programação da Netflix.

Na trama, o astro interpreta Joe Scaravella, um homem que, para honrar a memória de sua mãe, decide arriscar tudo e abrir um restaurante italiano com um grupo peculiar de chefs: todas vovós.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco estelar conta com Lorraine Bracco (‘Sopranos’), Linda Cardellini (‘O Segredo de Brokeback Mountain’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Michael Rispoli (‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’), Joe Manganiello (‘One Piece: A Série’), Brenda Vaccaro (‘Perdidos na Noite’), entre outros.

A direção de Nonnas é de Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível’), com roteiro assinado por Liz Maccie (‘Siren: A Lenda das Sereias’).

Crítica | Miley Cyrus entrega uma das melhores músicas do ano com a catártica “More To Lose”

Quando ouvimos o nome Miley Cyrus, imediatamente identificamos uma das maiores estrelas pop do século – dona de hits atemporais e uma constante reinvenção que continua a colocá-la no centro dos holofotes. E, depois de uma era de extremo sucesso comercial e crítico, eternizada como ‘Endless Summer Vacation’ e que lhe rendeu duas estatuetas do Grammy Awards, Cyrus percebeu que reconquistara uma liberdade criativa que já nos vinha mostrando desde a subestimada era de rock consolidade como ‘Plastic Hearts’.

Dois anos mais tarde depois de sua última incursão, a cantora e compositora retornou com um ambicioso projeto intitulado Something Beautiful: o compilado de originais seria divulgado de maneira diferente, com inúmeras prévias musicais e audiovisuais que nos preparariam para essa sinestésica jornada. E, como a cereja do bolo, o álbum viria acompanhado de um filme com estreia mundial confirmada no Festival de Tribeca – coroando uma aventura inesperada e muito bem construída que já nos conquistou com a divulgação da faixa-titular e das tracks “Prelude” e “End of the World”.

Agora, ela nos agracia com mais uma pequena joia infundida em um belíssimo amadurecimento lírico e vocal: “More To Lose”.

Iniciando-se com uma cândida, poderosa e sutil rendição vocal de Cyrus, a faixa desmembra-se em uma construção cinemática e envolvente, puxando elementos de trilhas sonoras de longas-metragens de dramédias românticas com um arranjo de cordas e de teclas de tirar o fôlego. Sabemos que a performer tem um diferencial quando pensamos em baladas – e, aqui, ela prova mais do que nunca que nasceu para se transformar em uma das melhores vocalistas de sua geração. Apoiando-se na conhecida estética do pop-rock, cada uma das engrenagens dessa obra-prima musical é pensada com cautela, culminando em uma maestria sonora que nos arrebata do começo ao fim e que nos enche com uma montanha-russa de emoções.

Cyrus transmuta-se em uma diva dos anos 1990 em sua rendição irretocável, caminhando com facilidade para um crescendo que repete-se até explodir em um clímax arrepiante e que nos deixa de queixo caído – aproximando-a do auge artístico da lendária Bonnie Tyler. É notável as emulações que a artista promove, mas nunca deixando sua identidade de lado e nos surpreendendo beat após beat. E, aliando-se a nomes como Shawn Everett, Michael Pollack e Jonathan Rado, ela narra uma melancólica história de amor em que uma efervescente paixão desvanece como ecos de um passado distante e que não irá mais voltar.

“More To Lose” apenas reitera o poder incomparável de Miley Cyrus, principalmente em sua invejável capacidade de se metamorfosear como bem desejar. No final das contas, esse novo single promocional do que já caminha para ser uma de suas melhores eras – quiçá a melhor – se consolida como uma das mais belas canções do ano e da carreira dessa artista inspiradora.

Miley Cyrus lança “More to Lose”, single de seu novo álbum de estúdio; Ouça!

miley cyrus more to lose
miley cyrus more to lose

A vencedora do Grammy Miley Cyrus lançou hoje (09) a canção “More to Lose”, faixa inédita de seu aguardado álbum Something Beautiful.

O single veio acompanhado de um videoclipe oficial, dirigido por Cyrus, Jacob BixenmanBrendan Walter.

Confira:

O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single “Flowers” – incluindo Gravação do Ano.

No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.

Papa Leão XIV assistiu ao filme ‘Conclave’, revela seu irmão

Perfil de um homem em trajes religiosos

Robert Francis Prevost foi anunciado como novo Papa nesta quinta-feira, dia 8. Ele escolheu o nome de Leão XIV para liderar a Igreja Católica. Aos 69 anos, é agostiniano, considerado progressista e próximo de Francisco.

O mais interessante é que o irmão do Leão XIV revelou que o novo Papa assistiu ao filme ‘Conclave‘, dirigido por Edward Berger.

“Eu perguntei para ele: ‘Você assistiu ao filme Conclave para saber como você deve se comportar?’ E na verdade, ele tinha acabado de assistir.”, revelou à NBC News.

Antes de ficarem reclusos na Capela Sistina para o conclave, alguns cardeais participantes da eleição para eleger o novo papa assistiram ao filme ‘Conclave‘, de Edward Berger.

Segundo o site Politico, “Alguns assistiram ao filme nos cinemas” e ele “é considerado surpreendentemente preciso até mesmo pelos cardeais, o que o torna uma ferramenta de pesquisa útil”, já que “muitos dos participantes do conclave real têm pouca experiência com a política e com os protocolos do Vaticano”.  

O novo papa também tem cidadania no Peru, após anos de missão no país, onde foi nomeado bispo em 2015.

Em meio ao novo Conclave, as pessoas assistiram ao filme ‘Conclave‘ para entender melhor como a escolha do novo Papa realmente acontece na vida real.

O filme é baseado no livro de mesmo nome escrito por Robert Harris em 2016, que narra como a eleição de um novo papa se transforma em uma luta politicamente carregada pela alma de uma moderna Igreja Católica.

Harris afirmou à revista TIME que a “corrupção inevitável” daqueles que ocupam cargos de imensa autoridade, assim como os cardeais católicos, é um dos grandes temas da história humana.

“Com o poder temporal, ou mesmo espiritual, é muito difícil evitar facções, intrigas, o menor dos males — todos os compromissos que envolvem administrar qualquer grande organização e tentar manter, não apenas centenas, mas milhares de pessoas ao meu lado. Tenho muito tempo para políticos, assim como tenho muito tempo para esses cardeais, porque eles estão às voltas com problemas quase insolúveis. Mas alguém precisa fazer isso. Alguém precisa governar uma sociedade. E tentei escrever sobre eles com um certo grau de empatia.” 

Na nota de capa do livro, Harris se desculpa pelas possíveis coincidências.

Embora neste romance eu tenha usado, por uma questão de autenticidade, os títulos reais (arcebispo de Milão, decano do Colégio dos Cardeais e assim por diante), usei-os apenas no mesmo sentido de quem se refere a um fictício presidente dos Estados Unidos ou um primeiro-ministro britânico. Os personagens que criei para ocupar esses cargos não têm a intenção de se assemelhar às pessoas que os ocupam na vida real; se errei, e se alguma semelhança tiver ocorrido por coincidência, peço desculpas. Da mesma maneira, a despeito de algumas semelhanças superficiais, o Santo Padre falecido em Conclave de modo algum pretende ser um retrato do papa atual. 

Para termos de comparação, no dia anterior à morte do Papa, o filme havia alcançado 1.8 milhão de minutos assistidos. No dia 21 de abril, após sua morte ter sido anunciada, as visualizações do longa subiram para 6.9 milhões de minutos assistidos.

Além disso, ‘Dois Papas‘ também registrou um aumento de 417% na audiência no serviço de streaming da Netflix, alcançando 1.5 milhão de minutos assistidos.

Na trama de ‘Conclave‘, com a morte do Papa, o cardeal Lawrence reúne um grupo de sacerdotes para eleger seu sucessor. Cercado por líderes do mundo todo nos corredores do Vaticano, ele descobre uma trilha de segredos profundos que podem abalar a própria fundação da Igreja.

Com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu oito indicações ao Oscar – e acabou levando o prêmio na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Edward Berger constrói um potente thriller dramático com ‘Conclave’

Ralph Fiennes lidera um elenco que também conta com Stanley Tucci, John Lithgow, Carlos Diehz e Sergio Castellito.

Habemus Papam! Antes do ‘Conclave’, alguns cardeais assistiram ao filme para se preparar para o ‘Conclave’

Imagem costumizada por Simone Ashmoore (ScreenRant)

Antes de ficarem reclusos na Capela Sistina para o conclave, alguns cardeais participantes da eleição para eleger o novo papa assistiram ao filme ‘Conclave‘, de Edward Berger.

Segundo o site Politico, “Alguns assistiram ao filme nos cinemas” e ele “é considerado surpreendentemente preciso até mesmo pelos cardeais, o que o torna uma ferramenta de pesquisa útil”, já que “muitos dos participantes do conclave real têm pouca experiência com a política e com os protocolos do Vaticano”. 

O cardeal americano Robert Francis Prevost se tornou o novo papa e escolheu o nome de Leão XIV para liderar a Igreja Católica. Aos 69 anos, é agostiniano, considerado progressista e próximo de Francisco.

O novo papa também tem cidadania no Peru, após anos de missão no país, onde foi nomeado bispo em 2015.

Em meio ao novo Conclave, as pessoas assistiram ao filme ‘Conclave‘ para entender melhor como a escolha do novo Papa realmente acontece na vida real.

O filme é baseado no livro de mesmo nome escrito por Robert Harris em 2016, que narra como a eleição de um novo papa se transforma em uma luta politicamente carregada pela alma de uma moderna Igreja Católica.

Harris afirmou à revista TIME que a “corrupção inevitável” daqueles que ocupam cargos de imensa autoridade, assim como os cardeais católicos, é um dos grandes temas da história humana.

“Com o poder temporal, ou mesmo espiritual, é muito difícil evitar facções, intrigas, o menor dos males — todos os compromissos que envolvem administrar qualquer grande organização e tentar manter, não apenas centenas, mas milhares de pessoas ao meu lado. Tenho muito tempo para políticos, assim como tenho muito tempo para esses cardeais, porque eles estão às voltas com problemas quase insolúveis. Mas alguém precisa fazer isso. Alguém precisa governar uma sociedade. E tentei escrever sobre eles com um certo grau de empatia.” 

Na nota de capa do livro, Harris se desculpa pelas possíveis coincidências.

Embora neste romance eu tenha usado, por uma questão de autenticidade, os títulos reais (arcebispo de Milão, decano do Colégio dos Cardeais e assim por diante), usei-os apenas no mesmo sentido de quem se refere a um fictício presidente dos Estados Unidos ou um primeiro-ministro britânico. Os personagens que criei para ocupar esses cargos não têm a intenção de se assemelhar às pessoas que os ocupam na vida real; se errei, e se alguma semelhança tiver ocorrido por coincidência, peço desculpas. Da mesma maneira, a despeito de algumas semelhanças superficiais, o Santo Padre falecido em Conclave de modo algum pretende ser um retrato do papa atual.

De acordo com o Variety, após o anúncio da morte do Papa Francisco, o filme registrou um impressionante aumento de visualizações nas plataformas digitais.

Atualmente disponível em VOD e no serviço de streaming do Prime Video, a produção registrou um aumento de 283% na audiência ao redor mundo.

Para termos de comparação, no dia anterior à morte do Papa, o filme havia alcançado 1.8 milhão de minutos assistidos. No dia 21 de abril, após sua morte ter sido anunciada, as visualizações do longa subiram para 6.9 milhões de minutos assistidos.

Além disso, ‘Dois Papas‘ também registrou um aumento de 417% na audiência no serviço de streaming da Netflix, alcançando 1.5 milhão de minutos assistidos.

Na trama de ‘Conclave‘, com a morte do Papa, o cardeal Lawrence reúne um grupo de sacerdotes para eleger seu sucessor. Cercado por líderes do mundo todo nos corredores do Vaticano, ele descobre uma trilha de segredos profundos que podem abalar a própria fundação da Igreja.

Com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu oito indicações ao Oscar – e acabou levando o prêmio na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

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Crítica | Edward Berger constrói um potente thriller dramático com ‘Conclave’

Ralph Fiennes lidera um elenco que também conta com Stanley Tucci, John Lithgow, Carlos Diehz e Sergio Castellito.

Vingança SANGRENTA no teaser de ‘Sem Piedade’, novo thriller de ação da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser do thriller de ação ‘Sem Piedade‘ (Mercy for None).

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 6 de junho.

Depois de sair de sua gangue, um ex-criminoso volta para descobrir a verdade por trás da morte do irmão, embarcando em uma jornada de vingança incansável.

Baseada na webtoon homônima, a série foi criada por Choi Sung-eun e Yoo Ki-seong.

O elenco conta com So Ji-Sub, Heo Jun-Ho, Ahn Kil-Kang, Lee Beom-Soo, Gong Myung, Choo Yeong-Woo, Jo Han-Chul, Cha Seung-Won e Lee Jun-Hyuk.

‘Lilo & Stitch’ e ‘Missão Impossível 8’ estreiam no MESMO DIA no Brasil; Qual você vai ver primeiro?

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Maio vai ter um embate de peso nos cinemas. Tom Cruise vs um alienígena delicinha da Disney.

Lilo & Stitch‘, que seria lançado diretamente no Disney+, vai chegar primeiro nos cinemas. A Disney agendou a estreia do filme para 22 de maio de 2025 nos cinemas do Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

Trata-se do mesmo dia que a Paramount agendou a estreia de ‘Missão Impossível: O Acerto Final‘. Seria o novo ‘Barbenheimer‘?

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1‘, protagonizado por Tom Cruise, teve sua performance nas bilheterias prejudicada pelo fenômeno “Barbenheimer”.  O filme arrecadou apenas US$ 21 milhões no seu segundo fim de semana nos cinemas dos EUA.

Isso foi uma queda de 62% em relação ao fim de semana de abertura de US$ 54,6 milhões.

Será que o oitavo filme também será afetado pela concorrência.

Assista ao teaser de ‘Missão Impossível: O Acerto Final‘ e ‘Lilo & Stitch‘:

No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

 

Primeiras Impressões | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é a sequência mais AMBICIOSA da franquia….

Eu assisti ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e trago as primeiras impressões em vídeo…

É a sequência mais ambiciosa da franquia.

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.

Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Missão: Impossível’, ‘Karatê Kid’, ‘Lilo & Stitch’ e os filmes mais esperados de Maio 2025 nos CINEMAS!

É impressão minha ou parece que o tempo anda cada vez mais rápido? A impressão é que 2025 ainda mal havia começado e agora já adentramos o quinto mês do ano. Ou seja, estamos praticamente em sua metade. Para os amantes do cinema, em especial do cinema entretenimento (no espírito de que cinema é a maior diversão) isso significa que nos aproximamos da época das maiores e mais aguardadas estreias do ano. Isso porque nos EUA, o meio do ano é a época do verão norte-americano, famoso por ser a época de férias escolares e o cinema é sempre uma ótima opção para a garotada.

O maior sucesso Hollywoodiano de 2025 até o momento foi o inesperado ‘Um Filme Minecraft’ – que já passou dos US$800 milhões mundiais e tem tudo para se juntar ao seleto clube do bilhão. Grandes apostas como ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ e principalmente ‘Branca de Neve’ performaram mal junto ao público. Porém, ainda mais surpreendente é o verdadeiro fenômeno do ano: a animação ‘Nezha 2 – O Renascimento da Alma’, uma produção chinesa que basicamente passou só lá para eles e adjacências. O filme mostra a força da China também no cinema e já tem quase US$2 bilhões em bilheteria.

Abaixo veremos o que mais pode se tornar sucesso e que chega em maio aqui no Brasil.

Nos Cinemas

Thunderbolts*

Se para mais nada, os fãs poderão sanar a dúvida que vem remoendo desde o anúncio sobre o filme: que diabos significa este asterisco ao fim do título! E se ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ não atingiu o esperado, a Marvel Studios tenta de novo, desta vez com uma equipe de anti-heróis secundários que tem tudo para ser o sucesso surpresa do ano, com um filme mais sombrio e dramático do que o esperado da casa. As críticas rasgam elogios e todos os personagens são esperados para retornar no próximo filme dos ‘Vingadores’, a ser lançado em 2026.

Homem com H

Por falar em superproduções do cinema, aqui temos uma cem por cento brasileira. Dois gêneros que emplacam forte com o público de nosso país são as comédias e as biografias – em especiais as musicais. É exatamente o que teremos aqui, com esse retrato íntimo de um de nossos maiores intérpretes: o destruidor de barreiras, paradigmas e preconceitos Ney Matogrosso. No filme, ele é brilhantemente interpretado por Jesuíta Barbosa. O filme tem direção de Esmir Filho e tem tudo para ser o grande sucesso nacional da temporada.

Screamboat: Terror a Bordo

Seguindo a tendência recente de slashers que usam como antagonistas queridos personagens infantis que caíram em domínio público – depois do Ursinho Pooh, o marinheiro Popeye e até o veadinho Bambi (que chega em breve) – temos ninguém menos que o ratinho Mickey como assassino desta fita. Bem, ao menos a versão de Mickey que perdeu seus direitos: aquela em preto e branca, a primeira versão do personagem chamada ‘Steamboat Willie’. A graça está que o vilão tem o tamanho de um ratinho mesmo. O slasher é feito com mais esmero do que de costume (o que inclui maquiagem e efeitos), já que tem envolvimento dos mesmos responsáveis pela franquia ‘Terrifier’.

Amor Bandido

Você lembra do ator Ke Huy Quan? De nome é difícil, mas ele foi um ator mirim que fez sucesso em ‘Os Goonies’ (como Dado) e ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’ (como Baixinho). Só de ter esses clássicos no currículo, ele estaria para sempre marcado na eternidade. Porém, na fase adulta ele se tornou coreógrafo de lutas em filmes de Hollywood, voltou à frente das câmeras e ganhou um Oscar por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. Agora, o ator é figura quente em Hollywood, e já participou a segunda temporada de ‘Loki’, da Marvel. Seu mais recente filme é este ‘Amor Bandido’, que aproveita o hype “tiro, porrada e bomba” de John Wick para contar sobre um matador aposentado, trabalhando como corretor, que precisa voltar à ativa.

Estreias

Karatê Kid: Lendas

Com o fim da série ‘Cobra Kai’, da Netflix, após 6 temporadas, a história de ‘Karatê Kid’ volta ao cinema mais uma vez. O Brasil se antecipa e lança o aguardado ‘Lendas’ no início de maio, enquanto o resto do mundo recebe o longa só no final do mês. ‘Lendas’ é a volta de ‘Karatê Kid’ às telonas depois do reboot de 2010. E por isso mesmo, Jackie Chan está de volta como o Sr. Han para ensinar um novo aluno. Mas não é só ele, pois o verdadeiro atrativo é o retorno de Daniel San aos cinemas, novamente na pele de Ralph Macchio, depois do encerramento da trilogia original em 1989. Daniel  San e o Sr. Han se unem para ensinar um novo Karatê Kid e ao que tudo indica esse será o início de uma nova franquia.

A Mulher no Jardim

Terror sobrenatural misterioso, ‘A Mulher no Jardim’ deu o que falar ao ser lançado nos EUA, se tornando um dos filmes do gênero mais comentados do início do ano. Novo trabalho de Jaume Collet-Serra, especialista em ação, terror e blockbusters. Ele retorna ao gênero que o consagrou depois de ‘A Casa de Cera’ e ‘A Órfã’. Desta vez ele dirige Danielle Deadwyler no papel de uma mãe viúva em uma casa com seus dois filhos pequenos, em uma condição precária após a morte de seu marido e a sua perda do gosto de viver. Para piorar a situação, uma misteriosa mulher vestindo preto aparece sentada em seu jardim. Agora eles precisarão superar os traumas e encarar o medo.

Invencível

Este drama joga luz sobre a educação de uma criança autista – um tema que vem sendo muito trabalhado no cinema e precisa realmente ser muito falado em nossa sociedade. Porém, o que mais chama atenção aqui é a presença da ótima Meghann Fahy, que vem ganhando cada vez mais destaque e está a caminho de se tornar uma estrela em Hollywood. Ela chamou atenção na segunda temporada de ‘The White Lotus’ e depois apareceu na série ‘O Casal Perfeito’ da Netflix. Recentemente esteve no thriller ‘Drop: Ameaça Anônima’ e está para lançar ‘Sereias’, nova minissérie da Netflix. Aqui ela vive a mãe do menino autista.

15/03

Premonição 6: Laços de Sangue

Em 2025 teremos o retorno de várias franquias e personagens queridos da cultura pop. E quem irá retornar é a morte em pessoa também, pronta para fazer de vítima mais um grupo de jovens incautos. A franquia ‘Premonição’ se tornou icônica no gênero terror, tendo começado ainda em 2000 e seguido por cinco filmes, até 2011. Agora, quatorze anos depois ganhamos mais uma sequência – essa de forma tardia, apostando na nostalgia e modernizando o conceito para os tempos atuais. Aqui, a novidade é a premonição hereditária em uma família, que poderá usar o dom para ludibriar a morte.

Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes

O cantor The Weekend (vulgo de Abel Tesfaye) é um dos mais queridos da atualidade, com canções que muitas vezes parecem ter saído dos anos 80. O músico vem tentando emplacar também como ator, mas sua primeira investida – com a série ‘The Idol’, da HBO, não deu muito certo. Agora ele tenta de novo, desta vez levando uma trama fora da caixinha para o cinema. Ele vive um músico que sofre com insônia, encontrando uma fã obcecada e embarcando em uma viagem lisérgica. Além do músico, se destacam no elenco a musa juvenil da atualidade Jenna Ortega e o visceral Barry Keoghan.

22/05

Missão: Impossível – O Acerto Final

Desde que o fenômeno conhecido como “Barbenheimer” deu muito certo e incendiou as bilheterias norte-americanas e mundiais, os estúdios de Hollywood vem tentando recriar tal sucesso, ao lançar duas superproduções miradas a públicos distintos no mesmo dia. Foi assim ano passado com ‘Gladiador II’ e ‘Wicked’, ambos se deram bem, mas não chegaram aos pés de ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’. Esse ano irão tentar de novo, e uma dessas peças-chave será o novo blockbuster do Sr. Tom Cruise, nada menos que o oitavo e último (ao que tudo indica) filme da franquia Missão: Impossível.

Lilo & Stitch

O outro filme da dobradinha será a versão em live-action de ‘Lilo & Stitch’, um dos filmes mais novos que a Disney irá refilmar com atores reais. A animação original é de 2002 e traz um alienígena fugindo de uma prisão intergalática e vindo parar na Terra. Ele é uma espécie de Gremlin e assim como os famosos bichinhos, gosta de comer e destruir tudo. Mas aqui ele será domesticado, pois será descoberto por uma família, na verdade suas irmãs órfãs, uma mais velha, que cuida da mais nova como filha. Passado no Havaí, o longa fala muito da cultura local e suas tradições.

29/05

O Esquema Fenício

Depois de tantas estreias pesadas que irão dominar os cinemas, teremos um fim de mês sem blockbusters, apenas estreias menores e filmes mais adultos. Um deles é um presente para os fãs do diretor Wes Anderson (‘A Crônica Francesa’ e ‘Asteroid City’). Se você curte os filmes do diretor, em especial os dois últimos citados, irá se deleitar com sua próxima obra, que é estrelada por Benicio Del Toro em uma trama cômica com estilo próprio do cineasta, envolvendo espionagem. Como sempre, o chamariz (além do visual) são as participações de um elenco estelar. Esse aqui inclui Tom Hanks, Scarlett Johansson e Benedict Cumberbatch.

Confinado

Aqui temos uma produção que já foi refilmada em diversos países, inclusive aqui no Brasil – estrelada por Chay Suede e Alexandre Nero. A trama é sempre a mesma, um marginal tenta roubar um carro, mas ao adentrar o veículo se depara com uma grande surpresa: o automóvel foi inteiramente modificado para aprisiona-lo lá dentro. Assim, desesperado, o carro se torna uma jaula, uma prisão, e ele não consegue sequer pedir ajuda, pois é inteiramente preparado para ser à prova de som. Sem comida ou água, em breve até o seu ar irá acabar, numa espécie de ‘Jogos Mortais’. A única opção é tentar convencer o lunático dono do veículo, que se comunica com ele, a libertá-lo. No filme americano, Anthony Hopkins vive o sádico e Bill Skarsgard é o ladrão.

A Lenda de Ochi

O que acontece quando a produtora A24 resolve fazer um filme infantil? O resultado é ‘A Lenda de Ochi’, um filme para toda a família, mas criado nos moldes bizarros e fora da caixinha do estúdio. Aqui, em uma pequena cidade remota em uma ilha da Inglaterra, uma menininha tímida não tem muitos amigos. No local, existe uma lenda sobre criaturas místicas ferozes, conhecidas como ochi. Porém, a menina protagonista encontra um bebê ochi ferido, cuida dele, cria uma amizade com o filhote e resolve sair para devolvê-lo à sua família. Sua missão desperta o interesse dos locais, que acreditam que a menina está em perigo, e assim se inicia uma perseguição.

Saneamento Básico – O Filme

Uma das estreias mais legais de maio nos cinemas brasileiros será na verdade um relançamento de uma produção brasileira muito querida, de 2007. A comédia com grande mensagem social se tornou um dos mais comentados de nossa filmografia, e conta com um grande elenco, que inclui nomes como Fernanda Torres, Wagner Moura, Camila Pitanga e Lázaro Ramos. Na trama, moradores do interior do Rio Grande do Sul resolve fazer um filme para alertar as autoridades sobre um problema de saneamento de sua cidade. Imperdível.

‘A Odisseia’: Dublê destaca preparo de Matt Damon e Tom Holland no épico de Christopher Nolan

Nathan Drake (Tom Holland) in Columbia Pictures' UNCHARTED.

James Newman, dublê de ‘A Odisseia’, compartilhou recentemente detalhes sobre sua experiência treinando Matt Damon e Tom Holland para o próximo filme de Christopher Nolan.

Segundo o Screenrant, ele destacou as abordagens distintas dos atores para as cenas de ação.

“Tive a oportunidade de fazer algumas cenas de ação com um grupo talentoso para o filme e também de treinar Matt Damon e Tom Holland para o filme. Todos os rumores sobre Tom ser fisicamente capaz são totalmente verdadeiros. Ele pode literalmente fazer qualquer coisa. Ele deveria fazer todos os papéis físicos possíveis”, afirmou.

Newman revelou que Damon tinha uma visão clara de como queria que seu personagem, Ulisses, lutasse.

“Matt definitivamente queria ser mais eficiente, porque esse é o personagem. Ulisses, para quem conhece essa história, é realmente o único personagem das cenas de guerra ao longo dessa jornada. Os caras que estão com ele lutaram ao seu lado, mas Ulisses em si é tipo, ‘Eu vivi e respirei batalha,’ e isso o torna mais inteligente, e é por isso que ele é tão bom. Matt definitivamente entendeu isso, e então nós estávamos tentando enfatizar isso também. Então, ele não vai fazer coisas chamativas”, explicou.

Por outro lado, Tom Holland, mais jovem e atlético, trouxe uma energia diferente para as cenas: “Com o Tom, ele é obviamente mais atlético e mais jovem, então ele vai ser quase uma versão mais jovem de Ulisses”.

Newman também falou sobre a magnitude da produção de ‘A Odisseia’, destacando o compromisso de Nolan em buscar locais autênticos e intocados para as filmagens.

“Eles nunca mais vão fazer um filme como esse. Acho que vai ser uma epopeia das epopeias. Vai ser Nolan no seu melhor. Sem restrições. Ele definitivamente enfrenta uma batalha que muitas pessoas não estão enfrentando. O coordenador veio até nós com fotos de locais e é tudo pela Europa, porque a jornada de Ulisses é louca, dura 10 anos”, afirmou.

“Eles encontraram locais e Nolan dizia, ‘Ok, essa caverna, alguém já filmou aqui antes?’ E o cara local dizia, ‘Não’. [Nolan] respondia, ‘Ok, ótimo, vamos filmar aqui’. Esse lugar intocado. Ele quer ser a primeira pessoa a estar lá para fazer isso, quer sentir que ninguém jamais pisou naquele solo. E cada local é uma caminhada. Tem um castelo, acho que é a casa de Ulisses, mas fica no topo de uma colina e tem uma trilha de dois quilômetros para chegar até lá”, concluiu.

odisseia

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha Morton e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Depois de ‘Branca de Neve’ e ‘Lilo e Stitch’, quais outros live-actions faltam para a Disney refazer?

Branca de Neve’ é a mais recente superprodução da Disney nos cinemas. O filme faz parte de uma tendência do estúdio que se transformou em um subgênero próprio: as refilmagens com atores de carne e osso de clássicos da animação do estúdio. De ‘Cinderela’ e ‘Mogli: O Menino Lobo’ até ‘A Bela e a Fera’, ‘Aladdin’ e ‘A Pequena Sereia’, diversas obras queridas do estúdio ganharam reimaginações modernas para o público de hoje.

Como dito, ‘Branca de Neve’, com Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como a vilã, é a mais recente destas obras a aportar nos cinemas mundiais em grande estilo. Mas não será a única em 2025, pois o estúdio já prepara a estreia de ‘Lilo e Stitch’ para o fim de maio. Essa é uma das mais recentes a receber o tratamento de “carne e osso” (e efeitos especiais), já que sua contraparte animada teve lançado há (apenas) 23 anos.

Nesta nova matéria iremos dar uma olhada em quais são as animações da casa que ainda não receberam tal tratamento. Algumas estão na mira do estúdio, com produções já confirmadas, outras, temos certeza, não irão demorar para sair do papel. Confira abaixo as 10 mais interessantes que separamos.

Hércules

Branca de Neve’ está nos cinemas atualmente. Os próximos live-action da Disney no gatilho são o citado ‘Lilo e Stitch’, seguido por ‘Moana’, que chega ano que vem e aí sim se tornará a adaptação de um filme mais recente do estúdio, sendo que a animação original é de apenas dez anos atrás. Mas depois de ‘Moana’, ao que tudo indica, a programação é levar ‘Hércules’ para os cinemas com atores reais. O filme fez parte da retomada de animações de sucesso do estúdio ainda na década de 90 e vem prometendo direção de Guy Ritchie (o mesmo do live-action ‘Aladdin’ – que ainda aguarda uma sequência). Quem você imagina no papel do herói?

Robin Hood

Essa é uma das mais curiosas, que igualmente segue na agenda da Disney de próximas adaptações. Acontece que ‘Robin Hood’, de 1973, não é apenas a versão da Disney para o clássico herói arqueiro inglês; e sim uma aventura protagonizada por animais antropomórficos falantes e pensantes, narrativa que o estúdio resgatou em ‘Zootopia’. O filme tem a direção confirmada de Carlos López Estrada, o mesmo de ‘Raya e o Último Dragão’ (2021).

Agora resta pensar que o estúdio pode seguir por dois caminhos com este filme. Primeiro, uma obra mais tradicional, com atores reais substituindo os animais. Não imaginamos que este será o caminho, pois a graça era ter os animais como os personagens, afinal, qual seria a diferença dos outros trocentos filmes de Robin Hood que já temos? Sim, poderia ser a versão mais colorida e infantil de todos eles. Porém, acreditamos que o caminho será algo como o remake de ‘O Rei Leão’, com os animais falantes gerados por efeitos de CGI.

Os Aristogatas

Outra animação de sucesso da Disney saída da década de 1970, ‘Os Aristogatas’ até hoje é um filme inesquecível e conta sobre gatos que adoram música, em especial o jazz. Os felinos cantam, tocam instrumentos e dançam, como verdadeiros gatos boêmios. Mais uma vez, ao que tudo indica, o longa está na mira do estúdio para uma adaptação em “live-action” – entre aspas porque o caminho pode ser igual ao de ‘O Rei Leão’, ou seja, na verdade uma animação foto realista.

Ao que tudo indica também, a nova versão já tem diretor: Questlove, músico e produtor famoso, marcando sua estreia na direção. O ponto contra pode ser a associação com o desastre conhecido como ‘Cats’ (2019), que adaptou um famoso musical dos palcos e se tornou um dos piores filmes do cinema. Bem, pelo menos aí está o exemplo do que não fazer na hora de transpor os felinos para a nova versão cinematográfica (ou seja, nada de humanos vestidos de gatos).

Bambi

Bambi’ estava lá quando “tudo era mato”. O filme do veadinho órfão foi um dos primeiros da Disney, e é um de seus maiores clássicos. A animação foi a quinta produzida para os cinemas pelo estúdio, depois de ‘Branca de Neve’, ‘Pinóquio’, ‘Fantasia’ e ‘Dumbo’. Todos os outros ganharam versões com atores reais. Só falta ‘Bambi’. O longa também é prometido pelo estúdio para os próximos anos. Porém, ao que tudo indica, esse poderá ser um lançamento direto na Disney+, assim como foi ‘A Dama e o Vagabundo’, ‘Pinóquio’ e ‘Peter Pan’.

Isso porque essa é uma história simples e direta, assim como ‘Dumbo’ (que não teve a melhor das recepções em live-action). Segundo, sua história lembra bastante a de ‘O Rei Leão’ (2019), a de um animalzinho que fica órfão. E por fim, ‘Bambi’ ganhará uma versão de terror, já que o personagem caiu em domínio público. Tudo bem que esses filmes slasher de terror são tão vagabundos que não chegam a manchar a reputação de uma produção da Disney, mas mesmo assim pode vir a confundir o público.

Enrolados

Chegamos agora ao último item da lista que realmente vem sendo prometido pelo estúdio para ganhar uma versão em live-action. Ao que tudo indica, os demais filmes citados na lista acima são os próximos a aportar nos cinemas ou na Disney+ em versão de carne e osso (e CGI). Assim como ‘Moana’, ‘Enrolados’ é um dos mais recentes, datando de 2010. Ou seja, um filme com 15 anos de estreia. Seja como for, a versão de Rapunzel da Disney encantou plateias e segue fazendo sucesso até hoje.

Enrolados’ é uma versão moderna e empoderada de Rapunzel, que usa de bastante humor. O longa também possui um diretor vinculado ao projeto, este sendo o cineasta Michael Gracey, dos ótimos ‘O Rei do Show’ (2017) e ‘Better Man – A História de Robbie Williams’ (2024). Resta saber se assim como ‘Moana’, o live-action irá repetir Mandy Moore como a protagonista – ou será que a atriz já passou da idade para isso.

A Princesa e o Sapo

A Princesa e o Sapo’ marca não apenas um, mas dois marcos para a Disney. O primeiro e mais importante é que o filme traz a primeira princesa negra de uma animação da casa. Uma pena que tenha demorado nada menos que 72 anos para isso. Além disso, também seria a última animação no estilo tradicional da casa, ou seja, uma animação “desenhada à mão”. Embora tenha sido lançada em 2009, ‘A Princesa e o Sapo’ é uma ótima pedida para se transformar em live-action e poderia ser o primeiro remake do estúdio com um clima mais de terror.  Essa não está engatilhada, mas o que está é uma série em animação da protagonista Tiana para a Disney+.

A Espada era a Lei

A Disney já transformou as histórias mais icônicas da cultura mundial em animações. Além de Robin Hood, a lenda do Rei Arthur também foi tópico de uma de suas animações. O título aqui é ‘A Espada era a Lei’, que mostra um jovem humilde chamado Arthur, conseguindo tirar a espada Excalibur presa em uma rocha (ou bigorna) e se tornando o Rei da Inglaterra. Esse é um dos grandes folclores do país. A história ainda conta com o mago Merlin, é claro. Seria legal para vermos a infância do Rei Arthur em uma aventura medieval em grande estilo, com produção da Disney, que difere um pouco dos contos de princesas. O filme original foi lançado em 1963 e se tornou um dos mais obscuros da casa.

Pocahontas

Outro que quase não é mencionado nos dias atuais, e parece ter sido meio que varrido para debaixo dos panos é ‘Pocahontas’. Acontece que nesta época, o estúdio já começava a lançar suas animações em 3D e a mudar a indústria do gênero – a estreia de ‘Toy Story’ foi no mesmo ano. Assim, ‘Pocahontas’, um filme mais dramático e histórico, com elementos realistas e menos fantasiosos, não fez o sucesso esperado, ainda mais levando em conta que seguiu fenômenos como ‘O Rei Leão’, ‘Aladdin’ e ‘A Bela e a Fera’. Fora isso, hoje é visto como um filme meio problemático em sua interpretação dos povos originários e sua relação com o homem branco – nada que não pudesse ser adaptado à visão de hoje.

Atlantis, o Reino Perdido

Por falar em produções que não atingiram o sucesso esperado em sua época de lançamento, ‘Atlantis’ também sofreu com o advento das animações em 3D geradas por computadores. O longa foi lançado em 2001, mesma época de ‘Monstros S.A.’. Aventura à moda antiga, essa foi a tentativa da Disney de adentrar no gênero da ficção científica também, mostrando um grupo de aventureiros desbravando o reino mítico de Atlantis, o reino submarino. Anos depois o filme ressurgiu como cult, apreciado pelos fãs do gênero. Isso daria um impulso a mais para uma versão com atores de carne e osso, e poderia seguir mais ou menos um padrão dos filmes Marvel, um filme de aventura e ação para toda a família.

O Caldeirão Mágico

Finalizando a matéria, temos o que é provavelmente o filme mais cult e sombrio da história das animações da Disney. Os anos 80, embora sejam conhecidos como o berço do cinema blockbuster, que mudaria para sempre a forma como os filmes seriam vistos, trouxe também uma época de muito azar para um dos maiores estúdios de Hollywood. Bem, ao menos para suas animações. A Disney criava no período dois selos para seus filmes com atores de carne e osso, filmes mais adultos: a Touchstone Pictures e a Hollywood Pictures, que lançaram muitos filmes de sucesso.

Mas para as animações da criançada, o estúdio amargava uma fase sombria, de fracassos, até o lançamento de ‘A Pequena Sereia’ (1989). Um destes fracassos é a animação mais sombria da Disney, ‘O Caldeirão Mágico’ (1985), uma aventura medieval, com bruxos, magia, criaturas e um vilão arrepiante. Resta saber se a Disney atual teria coragem de levar algo assim, mais intenso, para as telonas em versão de carne e osso.

‘Do Sul, a Vingança’: Longa produzido no Mato Grosso do Sul ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Foram divulgadas imagens inéditas do ambicioso projeto ‘Do Sul, a Vingança’, que chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio com distribuição da Kolbe Arte.

O longa, que marca um feito inédito, é o primeiro filme produzido 100% no Mato Grosso do Sul a entrar em circuito comercial no Brasil, reforçando o crescimento do cinema regional e independente.

Com orçamento de apenas R$ 397 mil, a produção surpreende pela qualidade técnica e narrativa, e já começa a chamar atenção internacional: é finalista no Los Angeles Film Awards 2025 e no World Film Festival, em Cannes, um dos mais prestigiados eventos do cinema independente.

A produtora também divulgou nesta semana o trailer e o cartaz oficiais do longa, que mistura ação e comédia em um faroeste moderno com identidade brasileira.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Fábio Flecha, que também assina o roteiro ao lado de Edson Pipoca.

Em busca de material para seu novo livro, o escritor Lauriano parte para a conturbada fronteira entre Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia, onde o crime organizado dita suas próprias leis, em busca de um “Jacaré”. O que começa como uma simples investigação se transforma em uma jornada inesperada, repleta de ação, conflitos e personagens excêntricos. Em meio ao caos de uma vastidão silenciosa e cheia de contrastes, Lauriano mergulha em uma trama tão perigosa quanto cômica — onde sobreviver é o seu maior desafio.

Espedito Di Montebranco (Jacaré), Bruno Moser (Febem), Felipe Lourenço (Lauriano), Leandro Faria (Victor Bautista), Luciana Kreutzer (Dra. Lucia), Victor Samudio (Edson) e David Cardoso (Coronel Massada) estrelam.

‘Thunderbolts*’: Após lançamento, diretor Jake Schreier é cotado para assumir filme dos ‘X-Men’

Surpreendendo após o lançamento de Thunderbolts*’, que segue em exibição nos cinemas brasileiros, o diretor Jake Schreier agora figura como forte candidato para comandar outro projeto de grande magnitude da Marvel Studios: o aguardado filme dos ‘X-Men’.

Segundo informações do Deadline, Schreier está nas primeiras etapas de negociação para assumir a direção do novo longa dos mutantes.

Embora o estágio das conversas ainda seja incerto, a reportagem aponta que, após um encontro promissor na semana passada, Schreier emergiu como a principal escolha para liderar um dos projetos mais cobiçados do estúdio. O roteiro está sob a responsabilidade de Michael Lesslie, com a produção a cargo de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios.

Thunderbolts*’ segue em cartaz nos cinemas nacionais

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica em Vídeo | ‘Thunderbolts*’ é um aguardado retorno da Marvel Studios à boa forma

Crítica | ‘Thunderbolts*’ explora temas profundos e traz o MCU de volta à boa forma

Crítica 2 | ‘Thunderbolts*’ é uma reunião sindical com os trabalhadores do MCU

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

‘American Pie’: Natasha Lyonne revela que nunca assistiu aos filmes, apesar de ter atuado na franquia

A atriz Natasha Lyonne, que estreou emAmerican Pie como a sarcástica Jessica, revelou recentemente que nunca assistiu aos filmes da franquia, apesar de ter estrelado os longas.

Durante uma entrevista ao Deadline, Lyonne explicou que não assistiu aos filmes porque não se identifica com o universo adolescente.

“Eu acho que ele está talvez em alguns dos American Pies”, disse Lyonne, referindo-se a John Cho, seu colega em ‘Poker Face’. “Vou ser honesta, eu não vi esses filmes. Vi o primeiro na estreia. Eu adoro o Chris e o Paul Weitz, mas falo muito mal desse filme, embora seja mais porque não entendo o ensino médio, os bailes de formatura ou os subúrbios”.

Apesar de ter assistido apenas ao primeiroAmerican Pie — A Primeira Vez é Inesquecível’ (1999), Lyonne interpretou a personagem Jessica no filme e sua sequência, American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor’ (2001). Embora tenha ficado de fora de American Pie: O Casamento’ (2003), ela retornou paraAmerican Pie: O Reencontro’ (2012).

Lyonne ainda completou: “Mas eu acho que o John está nesses filmes. Sempre que vejo o John por aí, a gente sempre brinca, ‘American Pie!’ E aí, quando ele chegou no set, ficamos falando ‘American Pie!’ Mas eu estava meio que entrando na brincadeira, para ser honesta, porque já fazemos essa piada há mais de uma década, então eu meio que tive que embarcar. Ele está nos filmes, certo?”.

Olhar de Cinema! Festival Internacional de Curitiba divulga filmes selecionados para sua 14ª edição

Chegando em sua 14ª edição, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba anunciou os longas e curtas-metragens que compõem a programação deste ano.

Com realização de 11 a 19 de junho, o evento contará com sessões em espaços emblemáticos da capital paranaense, ocupando de forma inédita o MON – Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), um dos principais pontos turísticos da cidade. A Ópera de Arame, outro local imponente da capital, receberá por mais um ano a exibição do Filme de Abertura. As sessões também ocorrem no Cine Passeio, no Teatro da Vila, Cine Guarani, que pela primeira vez será local de exibição após passar por um processo de reforma e reestruturação, e a Cinemateca, que completa 50 anos de história com novos equipamentos de projeção e som.

Composto por 10 mostras, sendo Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense, Exibições Especiais, Olhar Retrospectivo, Olhares Clássicos, Foco, Pequenos Olhares, Filme de Abertura e Encerramento, o festival promove diferentes olhares sobre determinados segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção, contando com mais de 80 produções para a edição deste ano.

“Estamos muito felizes em anunciar os selecionados para a 14ª edição do Olhar de Cinema. São mais de 80 filmes que completam a nossa programação, entre estreias mundiais, nacionais, de cineastas de destaque, novos nomes da sétima arte, diretores e diretoras paranaenses, produções para a criançada, entre outros. Para este ano, abrimos ainda mais o nosso leque de locais de exibição, ocupando também o MON, O Cine Guarani e a Cinemateca”, comenta Antonio Gonçalves Jr, diretor do Olhar de Cinema.

Os ingressos para as sessões estarão à venda a partir do dia 16 de maio, com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16, disponíveis pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br. O Olhar de Cinema ainda contará com sessões gratuitas no Teatro da Vila, na CIC, e no Cine Guarani, no bairro Portão.

 

Filme de abertura

O longa-metragem que abrirá a edição 2025 do Festival Internacional de Curitiba é o “Cloud” (“Kuraudo”), assinado pelo diretor japonês Kiyoshi Kurosawa, um dos mais cultuados cineastas contemporâneos, conhecido por produções como “Pulse” (2001), “Creepy” (2016), e “A Cura” (1997).

O filme, que estreia no Brasil dentro do evento, representou o Japão na corrida do Oscar deste ano, na categoria “Melhor Filme Internacional”, e passou por outros renomados festivais internacionais, como o de Veneza, Toronto e Chicago.

Inspirado em uma história real, a produção é um suspense que aborda a história de um grupo de justiceiros formado na internet que se rebela contra Yoshii (Masaki Suda), que usa o pseudônimo Ratel, um revendedor online de produtos baratos a preços elevados. Apesar de trabalhar como operário em uma pequena fábrica, o jovem se dedica a revender todos os tipos de mercadorias online, desde roupas a equipamentos médicos. Após negar uma promoção no local onde trabalha, ele decide viver com sua namorada em uma casa afastada da cidade.

Ao se sentir lesada, sua clientela é dominada por um sentimento de raiva, levando até mesmo pessoas não diretamente prejudicadas a se unirem contra ele, motivadas por ressentimentos pessoais.

O Filme de Abertura será exibido em uma sessão exclusiva na Ópera de Arame, em uma tela especial de mais de 400 polegadas montada especialmente para a exibição.

Confira todos os filmes que fazem parte da 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

Mostras Competitivas

As produções selecionadas para as Mostras Competitivas, tanto a Internacional quanto a Brasileira, concorrem pelos prêmios de Melhor Filme, Direção, Roteiro, Atuação, entre outros, concedidos pelo Júri, além das premiações do público, responsável por eleger o Melhor Longa e Melhor Curta nas duas mostras.

 

Competitiva Brasileira – Longas

“Apenas Coisas Boas” (Dir. Daniel Nolasco | Brasil | 2025 | 108’)

Sinopse: Catalão, interior de Goiás, 1984. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

– “Aurora(Dir. João Vieira Torres | Brasil, Portugal, França | 2025 | 130’)

Sinopse: Aurora foi a avó do diretor. Sem saber ler ou escrever, ela foi parteira e curandeira por mais de quarenta anos no sertão profundo da Bahia. De um encontro a outro, com os vivos e os mortos, o filme segue seus rastros, confrontando a violência estrutural de gênero e racial, presentes na formação histórica do Brasil.

 “A Voz de Deus” (Miguel Antunes Ramos | Brasil | 2025 | 85’)

Sinopse: Duas crianças pregadoras buscam uma vida melhor através da fé. Daniel,17, lida com a frustração paterna: ele era a criança pregadora mais famosa do Brasil, mas à medida que cresce há cada vez menos interesse. João, por sua vez, está no auge: com 12 anos, possui um milhão de seguidores no Instagram, e prega para multidões. Um ciclo que termina e outro que começa. Um país que não é mais o mesmo.

– “Cais (Dir. Safira Moreira | Brasil | 2025 | 69’)

Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

–  “Explode São Paulo, Gil” (Dir. Maria Clara Escobar | Brasil, Portugal | 2025| 97’)

Sinopse: Gil sempre quis ser cantora. Ela se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e poucos anos. Agora, aos 50, é faxineira. Maria Clara lhe propõe fazer um filme no qual Gil será CANTORA. Ela também quer explodir São Paulo. Gil não quer, mas aceita para que o filme aconteça. Gil se torna uma famosa, elas explodem duas cidades e refletem sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento.

“Glória & Liberdade” (Dir. Letícia Simões | Brasil | 2025 | 73’)
Sinopse: 2050. O continente Pau-Brasil celebra 200 anos das Revoltas Regenciais que dividiram o Brasil em nações. Azul, documentarista da República da Bahia, viaja pelo Norte e Nordeste para investigar o colapso da unidade brasileira. Entrevistando líderes, camponeses, pajés e hackers, ela explora revolução e identidade. Em casa, enfrenta uma insurreição que desafia suas certezas sobre história e luta.

“Paraíso(Dir. Ana Rieper | Brasil | 2025 | 76’)

Sinopse: Documentário de longa-metragem sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas, o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e de pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto.

– “Torniquete(Dir. Ana Catarina Lugarini | Brasil | 2025 | 75’)

Sinopse: Uma família multigeracional de três mulheres enfrenta as marcas de mais uma invasão traumática, revisitando o passado, reconstruindo o futuro e curando suas feridas.

 

Competitiva Brasileira – Curtas

“A Nave que Nunca Pousa” ( Dir. Ellen Morais | Brasil | 2025 Z 15’)
Sinopse: A Nave que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda.

– “Americana(Dir. Agarb Braga |Brasil | 2025 | 20’)

Sinopse: Cinco amigas são detidas após uma briga em praça pública motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, segredos vêm à tona, revelando verdades inesperadas.

 “Fronteriza” (Dir. Rosa Caldeira, Nay Mendl | Brasil, Paraguai | 2025 | 20’)

Sinopse: Lucca, um jovem trans da periferia de São Paulo, viaja até Foz do Iguaçu, no limite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em busca do pai que nunca conheceu. Lá conhece Diego, um paraguaio, que o apresenta os segredos da fronteira.

– “Girassóis (Dir. Jessica Linhares, Miguel Chaves |Brasil, Paraguai |2025 |20’)

Sinopse: Em um Brasil de escala 6×1, Girassóis narra o cotidiano de Zé, um homem negro idoso, que ainda é obrigado a trabalhar. Abordando a realidade que sobrecarrega os trabalhadores brasileiros, a trama reflete sobre os desafios do trabalho, desde a rotina diária até o impacto no relacionamento familiar e nas esperanças para um futuro inóspito. Livremente baseado em fatos reais

– “Maira Porongyta – O Aviso do Céu” (Dir. Kujãesage Kaiabi |Brasil |2025 | 21’)

Sinopse: Itaarió, criador do mundo, é o mais poderoso entre os Mait, os deuses do povo Kaiabi. Ele convoca os outros Mait para uma reunião em sua casa no céu para transmitir um aviso inquietante. Ficção baseada em fatos.

“Mais Um Dia” (Dir. Vinícius Silva | Brasil | 2025 | 21’)

Sinopse: A artista Leonora Maia, mais um dia na Amazônia.

“Ontem Lembrei de Minha Mãe” (Dir. Leandro Afonso | Brasil | 2025 | 23’)

Sinopse: Um episódio da infância retorna à memória de um homem sem terra.

– “Seco(Dir. Stefano Volp | Brasil | 2025 | 17’)
Sinopse: Após terminar seu testamento, horas antes de morrer, um ex-militar viúvo percebe que não se recorda da última vez que chorou. Para encontrar suas lágrimas, ele provocará suas emoções correndo atrás de gestos e sentimentos soterrados.

 

Competitiva Internacional – Longas

“A Árvore da Autenticidade” (“L’arbre de l’authenticité” | Dir. Sammy Baloji | Bélgica, Congo |2025 | 87 min’)

Sinopse: No coração da floresta tropical do Congo, os restos de um centro de pesquisa dedicado à agricultura tropical revelam o peso do passado colonial e seus vínculos indissociáveis com as mudanças climáticas contemporâneas.

– “Ariel (Dir. Lois Patiño | Espanha, Portugal | 2025 | 108’)

Sinopse: Ariel é um filme de teatro dentro do teatro, sobre uma atriz argentina que desembarca em uma ilha estranha e encantadora, onde os habitantes transcenderam em personagens shakespearianos.

“Fire Supply” (“Fire Supply” | Dir. Lucía Seles | Argentina | 2024 | 156’)

Sinopse: Por que os podcasts têm um limite? Uma pessoa que ama sua mãe e seu pai gostaria de fazer gelo ou aço ou ter um cemitério para que sua mãe não sofresse por ninguém

“Medidas para um Funeral” (“Measures For A Funeral”|Dir. Sofia Bohdanowicz|Canadá|2024|142 min)

Sinopse: De Toronto a Oslo, seguimos a jornada de uma jovem acadêmica, Audrey Benac. Audrey embarca em uma busca por uma mulher — a renomada violinista canadense do início do século XX, Kathleen Parlow — enquanto, ao mesmo tempo, foge de outra: sua mãe, uma musicista fracassada.

“Quando o Telefone Tocou” (“Kada je Zazvonio Telefon”|Dir. Iva Radivojević|Sérvia, Estados Unidos|2024|73 min)

Sinopse: Por meio da reconstrução íntima de um telefonema importante, When The Phone Rang investiga o deslocamento e a natureza da memória. Na mente da protagonista de onze anos, a ligação apaga todo o seu país, sua história e identidade.

 “Um Corpo Para Habitar” (“A Body To Live In”|Dir. Angelo Madsen|Estados Unidos|2025|98’)

Sinopse: Entrelaçando fotografias estáticas deslumbrantes com as vozes de pessoas idosas queer, A Body to Live In traça as comunidades, filosofias e histórias controversas que cercam o movimento de Modificação Corporal, iniciao pelo artista underground Fakir Musafar.

 

Competitiva Internacional – Curtas

“As Loucas do Sótão” (“Locas del Ático”| Dir. Tamara García Iglesias|Espanha|2024|16’) 

Sinopse:  Marguerite Duras pode nos curar da loucura? Pode essa mulher que é muda na alma ser louca? Este filme, por meio de um elenco analógico, explora as representações da loucura nos filmes mudos das décadas de 20 e 30.

 

“Barco dos Tolos” (“ىقمحلا ةنيفس | Dir. Alia Haju | Líbano, Alemanha | 2024 | 30’)

Sinopse: Este anima-doc costura os fragmentos da vida pessoal de Alia, uma mulher libanesa. Crescendo enfrentando a guerra e o deslocamento, ela forma uma amizade com um possível super-herói na costa de Beirute, chamado Abu Samra. Ela treina com ele e seus monstros se encontram. Alia e Abu Samra sobrevivem encontrando conforto na insanidade que a cidade semeou neles. Então, a revolução libanesa começa.

 

 “Conseguimos Fazer um Filme” (Dir. Tota Alves | Portugal | 2024 | 15’)
Sinopse: Maria Inês vive as primeiras brisas de amor numas férias de Verão. Acompanhada das amigas, passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme.

 

 “Coração Azul” (“Coeur Bleu“| Dir. Samuel Suffren | Haiti, França | 2025 | 15’)

Sinopse: Marianne e Pétion vivem no Haiti e aguardam impacientemente uma ligação de seu filho nos EUA. À medida que o silêncio se instala, seus medos e preocupações crescem, revelando as fraturas em suas próprias vidas. A promessa do sonho americano agora parece escapar-lhes, à medida que a linha entre esperança e realidade se torna cada vez mais tênue.

 

 “Después del Silencio” (Dir. Matilde-Luna Perotti | Canadá | 2024 | 14’)

Sinopse: Em um curta-metragem profundamente comovente, uma cineasta retorna à sua avó após seis anos de silêncio para confrontar o tabu familiar: o abuso sexual que ela sofreu.

 

 “Esportes Aquáticos” (“Water Sports” | Dir. Whammy Alcazaren | Filipinas | 2024 | 15’)

Sinopse: Jelson e Ipe, estudantes profundamente apaixonados, enfrentam provas da mente e do corpo enquanto se preparam para sobreviver a um mundo devastado pelas mudanças climáticas. Jelson e Ipe logo descobrem que talvez a melhor maneira de sobreviver ao fim do mundo seja simplesmente viver, rir e amar.

 

 “Ídolo Evanescente” (“ليخنلا تابس” | Dir. Majid Al-Remaihi | França, Kuwait, Catar | 2025 | 19’)

Sinopse: Enquanto o céu azul se encontra com os mares ao redor, o nativo convertido em arqueólogo Hassan AlFailakawy retorna à ilha abandonada de Failaka, na costa do Kuwait. Entre a desolação e as diferentes ruínas da ilha após a Guerra do Golfo, Hassan se depara com questões sobre retorno, restituição e pertencimento.

 

“O Reinado de Antoine” (“El Reinado de Antoine” | Dir. José  Luis Jiménez Gómez | Cuba | 2024 | 19’)

Sinopse: Em uma cidade cubana, Visman, um jovem obcecado por fantasias históricas, se refugia nelas para explorar a complexidade de seus laços familiares e seu ambiente social. Responsável pelo cuidado exclusivo de seu pai deficiente, ele se empenha em dar vida à sua narrativa épica O Reinado de Antoine, enfrentando adversidades diárias e buscando uma fuga em um mundo em ruínas.

 

Mostra Olhar Retrospectivo – Agnès Varda

 

A Mostra Olhar Retrospectivo é um espaço dedicado a um grande nome do cinema mundial, apresentando um panorama de suas produções e uma reflexão sobre sua trajetória. Quem integra a mostra na 14ª edição do Olhar de Cinema é a cineasta Agnès Varda, cujo trabalho é referido como um dos marcos do cinema moderno, do cinema realizado por mulheres, dos filmes-ensaios e dos documentários subjetivos.

 

Foram selecionados 10 filmes da cineasta francesa, sendo seis longas e quatro curtas-metragens, em uma temática intitulada “Derivas por Varda”, em referência aos personagens “em deriva” da realizadora e ao percurso do público pela mostra.

 

– “Saudações aos Cubanos” (“Salut les Cubains / Dir Agnès Varda | França / 1964 / 29’) Sinopse: A partir de mais de mil fotografias tiradas por ela mesma em uma viagem a Cuba em 1963, Agnès Varda monta um documentário vibrante que celebra a cultura cubana pós-revolução. Com narração envolvente e ritmo dinâmico, o filme mistura informação, simpatia e crítica em um olhar afetuoso sobre o povo cubano.

 

“La Pointe-Courte” (“La Pointe-Courte | Dir. Agnès Varda | França | 1955 | 81’) 

Sinopse: No vilarejo pesqueiro de La Pointe Courte, um casal em crise revisita sua relação enquanto os habitantes locais enfrentam dificuldades cotidianas. Primeiro longa de Agnès Varda, o filme combina elementos documentais e ficcionais, antecipando a estética da Nouvelle Vague com um olhar lírico e social.

 

“A Ópera-Mouffe” (“L’Ópera Mouffe” | Dir. Agnès Varda | França | 1958 | 17’)

Sinopse: Neste curta-metragem documental-poético de Agnès Varda, uma mulher grávida caminha pelas ruas do bairro Mouffetard, em Paris, observando cenas da vida cotidiana com sensibilidade e estranheza. Misturando realidade e sonho, o filme capta personagens marginalizados e revela o olhar terno e crítico da cineasta sobre a condição humana.

 

“Cléo das 5 às 7” (“Cléo de 5 às 7” | Dir. Agnès Varda | França | 1962 | 90’)

Sinopse: Em tempo quase real, o filme acompanha duas horas na vida de Cléo, uma jovem cantora que espera ansiosamente o resultado de um exame médico. Enquanto vaga por Paris, confronta sua vaidade, seus medos e sua visão da morte. Um retrato sensível da feminilidade e da existência, marcado pelo estilo inovador de Agnès Varda.

 

“Tio Yanco” (“Oncle Yanco” | Dir. Agnès Varda | França | 1967 | 19’) 

Sinopse: Neste documentário leve e encantador, Agnès Varda encontra um tio artista que vive em uma casa-barco em Sausalito, Califórnia. A reunião entre os dois, que não se conheciam, dá origem a um retrato afetuoso e lúdico sobre identidade, arte e laços familiares.

 

“Documentira” (“Documenteur” | Dir. Agnès Varda | França | 1981 | 65’) 

Sinopse: Ambientado em Los Angeles, este filme mistura ficção e realidade para retratar a solidão de uma mulher francesa que vive com seu filho nos Estados Unidos após o fim de um relacionamento. Com tom melancólico e poético, Agnès Varda explora o exílio emocional e a busca por pertencimento em terras estrangeiras.

 

“Uma canta, a outra não” (“L’une chante l’autre pas” | Dir. Agnès Varda | França | 1977 | 122’) 

Sinopse: O filme segue a amizade entre duas mulheres, uma cantora e ativista política e a outra, dona de casa, que vivem experiências muito diferentes durante a Revolução Sexual e os movimentos feministas dos anos 1970. Agnès Varda explora temas de liberdade, feminismo e a complexidade da escolha e da identidade feminina.

 

“Ulysse“ (“Ulysse” | Dir. Agnès Varda | França | 1983 | 22’) 

Sinopse: Agnès Varda revisita a ilha grega de Chios, onde filmou seu marido, o cineasta Jacques Demy, no passado. Em uma reflexão sobre o tempo, a memória e o cinema, ela explora o legado da obra de Demy e sua própria jornada como cineasta. Através de imagens poéticas, Varda investiga as conexões pessoais e culturais com  o mito de Ulisses.

 

“Os Catadores e Eu“ (“Les glaneurs et la glaneuse” | Dir. Agnès Varda | França | 2000 | 82’)
Sinopse:
 Agnès Varda percorre a França filmando catadores — pessoas que recolhem sobras, objetos ou alimentos descartados. Ao mesmo tempo, reflete sobre o envelhecimento, o consumo e sua própria condição de cineasta que também “colhe” imagens.

 

“As Praias de Agnès“ (“Les Plages de Agnès” | Dir. Agnès Varda | França | 2008 | 108’) – Sinopse: Neste documentário autobiográfico, Agnès Varda revisita sua vida e carreira por meio de memórias afetivas e lugares marcantes — especialmente praias. Com humor, sensibilidade e invenção visual, ela costura passado e presente em um autorretrato lírico e criativo.

 

Mostra Pequenos Olhares

 

Este espaço reúne uma seleção de produções voltada às crianças, entre longas e curtas-metragens, com o intuito de promover aos pequenos uma experiência única dentro do festival.

 

“Dentro da Caixinha – Mundo de Papel” (Dir. Guilherme Reis | Brasil |2025 | 83’)
Sinopse: O menino Lúcio está no hospital quando recebe da palhaça Parafina uma misteriosa caixinha que transporta ele e sua família para o Sertão da Memória – um mundo esquecido, habitado por personagens das cantigas de roda brasileiras.

 

“A Lenda de Zamu” (Dir.Ana Clara Mancuso, Marina Okamoto, Mayara Mello, Ronaldo Yoshio, Theo Souza | Brasil | 2025 | 5’)

Sinopse: Um garoto sonhador e uma jovem inventora contam diferentes versões da história da fundação de sua cidade, que envolve um monstro marinho. Enquanto eles brigam sobre qual é a versão verdadeira, uma tempestade começa, e eles terão a oportunidade de conhecer a lenda de perto.

 

 “A Viagem de Tetê” (Dir. Betânia Furtado | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: A história de Tetê, uma teta cheia de leite, e Jojô, um bebê que ama mamar dia e noite. Mas o tempo passa e as coisas precisam mudar na vida dos dois.

 

– “Abraços (Dir. Barcabogante | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: Nanai, uma menina de seis anos, percebe que sua mãe está triste. Para alegrá-la, Nanai desenha em seu diário um universo onírico onde ambas vivem aventuras juntas. As peripécias do sonho transbordam para a realidade, afastando a tristeza, culminando em um abraço.

 

– “Mahuru(Dir. Vitor Ferraz | Brasil | 2025 | 12’)

Sinopse: Mahuru, uma jovem indígena, é escolhida para representar a paz em sua ilha. Em meio a rituais ancestrais e decisões importantes, ela precisa seguir seu próprio caminho buscando a liberdade e o direito de amar. Mahuru é uma jornada sobre coragem, amor e a força de ser fiel aos seus sentimentos.

 

“No Início do Mundo” (Dir. Camilla Osório de Castro| Brasil |2024 | 7’)
Sinopse: Maíra aprende o ofício de sua avó.

 

“Rosetta” (Dir. Isabela Paulovic |Brasil | 2025 | 7’)

Sinopse: Rosetta foi criada no ambiente de um circo, seu sonho é seguir os pais e se tornar uma palhaça, mas quando é oferecida a oportunidade de se apresentar em público pela primeira vez, fica nervosa e erra seu número.

 

“Três Vírgula Catorze” (Dir. Joana Nogueira, Patrícia Rodrigues |Portugal | 2024 | 11’)

Sinopse: Uma jornada interna sobre a condição de crianças diagnosticadas com TDAH, que lutam com sua própria visão de mundo e com o que é esperado delas. Uma alegoria sobre a mente e o comportamento dessas crianças.

 

“Um Monstro e Meia” (Dir. Rama Rambo, Mariana Leal | Brasil | 2025 | 22’)
Sinopse: Lola é uma garotinha de 8 anos que, após seu melhor amigo se mudar, enfrenta desafios emocionais lidando com frustrações, solidão e um travesso monstrinho chamado Tufo, que adora roubar suas meias.

 

 

Mirada Paranaense

 

A Mirada Paranaense promove um panorama da produção audiovisual do Paraná, com um olhar dedicado a filmes de todo o estado.

 

“Notas Sobre um Desterro” (Dir. Gustavo Castro | Brasil | 2025 | 80’)

Sinopse: Filmagens do encontro com uma família palestina-brasileira na Cisjordânia de 2018 são revisitadas após 7/10/23. O que era para ser um filme sobre as possibilidades de coexistência em uma terra ocupada, se transforma em uma reflexão sobre colonização, apartheid, genocídio e a recente proliferação de imagens de guerra produzidas pelas próprias vítimas de um massacre que se repete no curso do tempo.

 

“A Mão Invisível” (Dir. Fernando Moreira | Brasil | 2024|16’)
Sinopse: Na rua de um prédio público, Guilherme abre um estacionamento e Claudio cuida dos carros na rua. Quando o mundo real se comporta de forma diferente das palestras americanas que ele assiste no youtube, Guilherme toma uma atitude drástica.

 

“Areia” (Dir. Ive Machado, Gustavo Ribeiro | BRasil | 2024 | 7’)

Sinopse: Em uma jornada por um deserto distante, percorremos nossos desejos e medos mais íntimos a procura de uma resposta. Porém, a vida sempre nos reserva uma surpresa. Você se solta quando a chance aparece?

 

 “Bem Me Quer, Mal Me Quer” (Dir. Victoria Spitzner, Gabrielle Santana |Brasil| 2025| 14’)

Sinopse: Diretora e sua mãe revisitam o passado buscando curar feridas que atravessam gerações. Acompanhamos a história de uma menina do litoral envolta em perguntas sem resposta enquanto lida com a culpa e o fim de sua infância. De volta a Paranaguá, mãe e filha conversam sobre os amores que moldam uma mulher e, por meio da câmera, enfrentam as fragilidades de uma família marcada pelo abuso.

 

– “Dança dos Vagalumes” (Dir. Maikon Nery | BRasil | 2025 | 25’)

Sinopse: Joana retorna ao assentamento onde passou sua infância para trabalhar como professora. Sua volta obriga a confrontar partes esquecidas de sua memória, incluindo a perda de seu pai assassinado por fazendeiros em decorrência da luta pela terra na região. Dança dos vagalumes é um ensaio sobre paisagens afetivas, lampejos históricos, fragmentos da memória coletiva e da luta social no campo.

 

– “Entre Sinais e Marés” (Dir. João Gabriel Ferreira, João Gabriel Kowalski |Brasil |2025|14’)

Sinopse: Mari e Ana são duas surdas que se conhecem em uma festa e decidem fazer uma loucura: uma viagem com destino à Ilha do Mel. Ao chegarem, as duas buscam por um guia que fale a língua delas.

 

“Fabulosas – Operação Aranha” (Dir. Th Fernandes, Lua Lambertti | Brasil | 2025 | 15’)

Sinopse: Em uma cidade gelada, a jornalista travesti Leôncia busca justiça pelo assassinato de uma amiga, descobrindo uma teia de segredos e uma enigmática figura com poderes sobrenaturais. Fabulosas: Operação Aranha explora a força de uma comunidade unida para sobreviver e fazer justiça em seus próprios termos, mesmo que para isso seja preciso enfrentar o sobrenatural — ou ser parte dele.

 

 “Guairacá” (Dir. Luan Rodrigues | Brasil | 2025 | 18’)

Sinopse: Guairacá é um documentário sobre a história do indígena Guairacá, personagem que ganhou destaque no cenário paranaense graças ao movimento artístico paranista. O filme se debruça sobre a forma como a figura e a história do indígena é lida por indígenas e pessoas do Movimento Sem Terra da região, trazendo importantes reflexões sobre a ocupação territorial do Paraná.

 

“Interior, Dia” (Dir. Luciano Carneiro, Paulo Abrão| Brasil | 2025|20’)

Sinopse: Após o funeral de sua avó, Paulinho retorna à sua cidade natal no interior do Paraná. Um mal-entendido e uma fotografia perdida iniciam uma busca.

 

Mostra Exibições Especiais

 

Esse espaço é dedicado a obras inéditas no Brasil de grandes nomes do cinema mundial, assim como filmes brasileiros incontornáveis da última temporada que estrearam em outros eventos, mas chegam para Curitiba no Olhar de Cinema.

 

“Batguano Returnos – Roben na Estrada” (Dir. Tavinho Teixeira, Fred Benevides |Brasil | 2025 | 84 min)

Sinopse: Há anos na estrada, Roben se desespera quando uma presença desincorporada invade seus dispositivos eletrônicos: é Batma, seu ex-companheiro. Enquanto discutem as possibilidades de uma relação mediada pela nuvem, Roben precisará se confrontar com sua origem desprezada por ser apenas um coadjuvante, e descobrir se resta algo para além do desejo de dominação de Batma.

 

“Canções de uma Terra Ardente” (Dir. Olha Zhurba | Ucrânia, França, Suécia, Dinamarca | 2024 |95 min)

Sinopse: Um diário audiovisual da imersão da Ucrânia no abismo dos dois primeiros anos da invasão total da Rússia, composto por lugares, personagens ocasionais, diálogos raros, sons e silêncios dentro do quadro que, reunidos, capturam a cronologia da normalização da guerra. Tendo como pano de fundo essa paisagem (meta)física de desastre coletivo, uma nova geração de ucranianos aspira a imaginar o futuro.

 

 “Hot Milk” (Dir. Rebecca Lenkiewicz | Reino Unido, Grécia | 2024 | 92 min)
Sinopse: Com uma doença estranha, mãe e filha embarcam em uma jornada para a costa espanhola para encontrar uma cura, e ao longo do caminho a filha descobre outra realidade longe de sua mãe controladora.

 

– “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte(Dir. Bruno Costa | Brasil | 2025 | 84’)
Sinopse: Sol se apaixona por Lola, uma jovem atriz surda, e elas iniciam um romance. Tudo se complica quando Lola passa a conviver sob o mesmo teto que o ex-marido de Sol, Miguel. Nesse curioso triângulo, eles irão descobrir que a morte de um amor pode ser o nascimento de outro.

 

“Relâmpagos de Críticas, Murmúrios de Metafísicas” (Dir. Júlio Bressane, Rodrigo Lima |Brasil |2025 | 147’)

Sinopse: Montagem de 48 filmes brasileiros realizados entre 1898 e 2022. Os momentos, os fotogramas, onde sentimos aparecer uma clareira, uma inovação, alguma experimentação e emotividade que chega até nós em tempos diversos. Um fio fino que percorre o cinema desde o seu nascimento, e até antes.

 

– “Salomé(Dir. André Antônio | Brasil | 2024 | 118’)
Sinopse: Cecília, uma jovem modelo de sucesso, retorna ao Recife para passar o natal com a mãe. Certa noite, um vizinho que ela não vê há muito tempo, João, lhe mostra um misterioso frasco contendo uma substância verde tóxica. Cecília começa a se apaixonar por João, mas também descobre que ele está envolvido com uma estranha seita ao redor da figura de Salomé, a sanguinária princesa bíblica.

 

 “Tardes de Solidão” (“Tardes de Soledad” | Dir Albert Serra| Espanha, França, Portugal| 2024|125’)

Sinopse: Retrato de uma estrela ativa da tourada, Andrés Roca Rey, que nos permite refletir sobre a experiência íntima do toureiro que assume o risco de enfrentar o touro como um dever pessoal — por respeito à tradição e como um desafio estético.

 

Novos Olhares

 

A Mostra Novos Olhares é voltada a produções ousadas, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, optando pela radicalidade e desprendimento das convenções do cinema.

 

“Aoquic iez in Mexico! O méxico Não Existirá Mais” (“¡Aoquic iez in Mexico! ¡Ya México no existirá más!|Dir. Annalisa D. Quagliata Blanco | México | 2024 | 80’)

Sinopse: Uma visão frenética percorre uma Cidade do México convulsionada, uma colossal metrópole sustentada pelo mito do “mestizaje” e outras formas de violência colonial. Passado e presente tecem uma série de imagens; memórias fragmentadas dessa terra. Deidades antigas se encarnam, enquanto os sonhos se desenrolam através da intimidade, cumplicidade e tumulto.

 

 “Em vez de Árvores” (“En vez de árboles” / “Anstatt Bäumen” | Dir Philipp Hartmann |Alemanha, Argentina | 2024 | 79’)

Sinopse: Um filme que oscila entre a ficção e o documentário, questionando a natureza da natureza — e do cinema.

 

– “Invenção” (“Invention” | Dir. Courtney Stephens| Estados Unidos | 2024 | 72’)
Sinopse: Após a morte inesperada de um pai obcecado por teorias da conspiração, sua filha recebe a patente de um dispositivo experimental de cura. Com imagens de arquivo do verdadeiro falecido pai da atriz Callie Hernandez, Invenção explora o processo de luto por um pai complicado, e a própria realização do filme se torna parte desse processo.

 

“Na Passagem do Trópico” (Dir. Francisco Miguez| Brasil |2025 | 86’)
Sinopse: Um topógrafo mapeia áreas de risco de deslizamento na cidade de Ubatuba, em uma região de encosta na mata atlântica. Obcecado por medir e organizar, ele se depara com um território de ocupação humana caótica e repleta de conflitos. A história da cidade cruza seus passos, e através de seu teodolito, vê imagens do passado

 

“Os Lobos” (“Les Loups” | Dir. Isabelle Prim| França | 2024 | 96’)

Sinopse: No meio do século XVIII, a Besta é caçada ao redor do Château de Saint-Alban. No meio do século XX, um novo tipo de psiquiatria é inventado lá. Teatro e loucura atravessam os séculos.

 

 “Voz Zov Vzo” (Dir. Yhuri Cruz | Brasil | 2025 | 51’)

Sinopse: Voz Zov Vzo é um musical sobre os silêncios que acontece inteiro em um estúdio, numa noite de quarta-feira no ano de 1975, enquanto Jade aquece a sua voz. A chegada inesperada de uma velha amiga, traz de volta para Jade sua irmã – na forma de uma carta. Uma série de silêncios entram em seguida e ecoam pelo espaço. Jade se encontra com eles e com eles conversa.

 

Olhares Clássicos

 

Este espaço reúne uma seleção diversa de filmes de todo o mundo que marcaram a história da sétima arte, integrando a mostra como uma homenagem a seus realizadores, assim como por seus posicionamentos inovadores em relação às produções contemporâneas da edição.

 

“A Grande Cidade” (Dir. Carlos Diegues | Brasil| 1966 | 80’)
Sinopse: Luzia vem do sertão do Nordeste do Brasil para o Rio de Janeiro, em busca de seu noivo. Mas logo ela descobrirá que ele se tornou um criminoso perigoso e está sendo procurado pela polícia.

 

– “A Greve” (“Stachka” | Dir. Sergei Eisenstein | URSS | 1925 | 82’)
Sinopse: Stachka (1925), primeiro longa-metragem de Sergei Eisenstein, retrata a organização e a repressão de uma greve operária em uma fábrica russa no início do século XX. Através de uma estrutura narrativa inovadora e da montagem dialética, o filme apresenta a luta coletiva dos trabalhadores contra a exploração capitalista, destacando a brutalidade das autoridades e o poder da ação unificada.

 

“Carta Camponesa” (“Kaddu Beykat” | Dir. Safi Faye | Senegal | 1975 | 98’)

Sinopse: No vilarejo senegalês de Fad’jal, Kaddu Beykat retrata o cotidiano de camponeses enfrentando dificuldades econômicas e sociais, enquanto denunciam as consequências do colonialismo e das políticas agrícolas injustas.

 

“Desapropriado” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 59’)
Sinopse: 1983. Após 1 ano e meio de filmagens, Frederico Füllgraf lança este longa-metragem documental atento às famílias desapropriadas de suas terras, condenadas à submersão pelo futuro lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Registros importantes de movimentos sociais e lideranças envolvidas na luta pela vida e por terras produtivas para aqueles que tiveram seus destinos duramente alterados pela Usina se seguem em um trajeto fundamental para a memória de um dos grandes desastres da história paranaense.

 

 “Eraserhead” (Dir. David Lynch | Estados Unidos | 1977 | 89’)

Sinopse: O filme segue Henry Spencer, um homem que vive em um ambiente industrial e desolado, enquanto enfrenta a paternidade de um bebê deformado e a pressão de sua própria sanidade. O filme mistura elementos de horror psicológico, com cenas oníricas e imagens abstratas, criando uma atmosfera única de angústia e desconforto.

 

“Eu, A Pior de Todas” (“Yo, La Peor de Todas”| Dir. Maria Luisa Bemberg | Argentina | 1990 |105 min)

Sinopse: Yo, la peor de todas retrata a vida da escritora e freira mexicana Sor Juana Inés de la Cruz, abordando sua luta por liberdade intelectual e sexual no século XVII. O filme explora sua relação com a Igreja, o amor proibido e seu legado literário, destacando o conflito entre a fé, o desejo e a razão.

 

“Meu Nome é Oona” (“My name is Oona” | Dir. Gunvor Nelson | Estados Unidos | 1969|10’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que mergulha na experiência da infância por meio de imagens sensoriais e sonoras. A cineasta Gunvor Nelson utiliza filmagens de sua filha Oona, combinadas com gravações de sua voz dizendo seu nome e os dias da semana, criando uma estrutura rítmica e repetitiva que acompanha a dinâmica visual do filme.

 

“Plantar nas Estrelas” (Dir. Geraldo Sarno | Brasil | 1978 | 17’)

Sinopse: Moçambique, ex-colônia portuguesa na África, independente desde 1975, é um país que busca seu próprio caminho lutando pela erradicação do analfabetismo e a reconquista de seus valores culturais. A prática da discussão comunitária e a educação pelo cinema são amplamente utilizadas nas aldeias, no funcionamento da escola, no trabalho comunitário e nas manifestações culturais deste povo.

 

“Quarup Sete Quedas” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 14’)
Sinopse: Quarup é um ritual de homenagem aos mortos. As Sete Quedas eram as maiores cachoeiras, em volume de água, do mundo. Em 1982, foi concluído o violento processo de alagamento das cachoeiras e das terras de comunidades tradicionais da região para a inauguração do lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Neste curta, o cineasta Frederico Füllgraf registra os últimos dias desta maravilha natural paranaense, acompanhado pelos versos de Carlos Drummond de Andrade (escritos em alusão a destruição das cachoeiras) e do ritual quarup Avá-Guarani.

 

 “Yeelen – A Luz” (“The Light” | Dir. Souleymane Cissé | Mali | 1987 | 105’)

Sinopse: Em “Yeelen – A Luz”, um jovem, dotado de poderes mágicos, busca a ajuda de seu tio para confrontar seu pai, um feiticeiro poderoso que busca a morte do próprio filho. A história é uma exploração de conflitos entre o novo e o tradicional, a vida e a morte, e a luz e a escuridão, inspirada na mitologia africana, como a do Mande.

 

Mostra Foco

 

Neste ano, a Mostra Foco leva o tema “Arquivos Desobedientes: O Cinema e as Rasuras da História”, promovendo um recorte de filmes e diálogos entre comunidades do Sul Global, com obras de diferentes contextos e épocas, que convocam e elaboram arquivos a partir de posturas contestatórias.

 

“A Fidai Film” (Dir. Kamal Aljafari | Alemanha, Catar, Brasil, França |2024 | 78 min)
Sinopse: Durante a invasão de Beirute em 1982, o exército israelense confiscou o acervo visual do Centro de Pesquisa Palestina. Em “A Fidai Film”, Kamal Aljafari recupera essas imagens, criando uma narrativa que resiste ao apagamento da memória palestina.

 

 “A Zerda e os Cantos do Esquecimento” (“La Zerda et Les Chants de l’Oubli” | Dir. Assia Djebar |Algeria | 1983 | 60’)

Sinopse: Usando imagens de arquivo colonial, o filme revela a vida cotidiana dos povos do Magrebe sob o domínio francês, resgatando, com sensibilidade e poesia, as vozes silenciadas da história.

 

 “Dahomey” (Dir. Mati Diop| Senegal, França, Benim | 2024 | 68’)
Sinopse: O filme acompanha o retorno de 26 tesouros reais do antigo Reino do Daomé, saqueados por tropas coloniais francesas em 1892, ao atual Benin. Misturando realidade e ficção, a obra dá voz a uma das estátuas repatriadas e promove reflexões sobre identidade, memória e os impactos do colonialismo.

 

“Ngupelngamarrunu, Tempo da Noite Vamos” (“Ngupelngamarrunu, Night Time Go” | Dir. Elizabeth Povinelli | Austrália| 2017 | 31’)

Sinopse: Documentário experimental que revisita um episódio histórico da Austrália durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1943, um grupo de ancestrais Karrabing escapou de um campo de internamento em Delissaville, onde haviam sido confinados pelo governo australiano devido ao medo de que se tornassem espiões japoneses.

 

“Notas Sobre a Tortura e Outras Formas de Diálogo” (“Apuntes sobre la tortura y otras formas de diálogo” | Dir. Patricio Guzmán | Espanha | 1968 | 15’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que denuncia a repressão política na América Latina. Através de uma dramatização de tortura a um prisioneiro, o filme critica a brutalidade dos regimes militares e a passividade de certos intelectuais de esquerda. Utilizando uma estética que parodia a publicidade institucional, Guzmán combina elementos de humor negro e sátira para questionar a moralidade e a eficácia da resistência intelectual frente à opressão.

 

 “O Grito” (“El Grito” | Dir. Leobardo López Arretche | México | 1968 | 120’)

Sinopse: Documentário que registra o movimento estudantil mexicano de 1968, capturando manifestações, repressões e a tragédia de Tlatelolco, oferecendo um testemunho visual único desse período turbulento.

 

– “Recorrências Perpétuas” (“Perpetual Recurrences” | Dir. Reem Shilleh | Palestina | 2016 | 60’)
Sinopse: Documentário experimental que examina quatro décadas de cinema palestino e filmes sobre a Palestina. Em vez de apresentar filmes inteiros, Shilleh monta uma seleção de cenas recorrentes, identificando padrões visuais e narrativos que se repetem ao longo do tempo. Essas cenas incluem imagens de salas de aula, militantes discursando em campos abertos, jovens discutindo política revolucionária e tomadas de ruas e campos de refugiados. Ao reunir essas sequências, o filme questiona como a memória histórica e as narrativas políticas são construídas e perpetuadas no cinema palestino.

 

“Sobrenome Viet, Nome Próprio Nam” (“Surname Viet Given Name Nam” | Dir. Trinh T. Minh-ha | Estados Unidos | 1988 | 108’)
Sinopse: Documentário experimental que investiga as experiências de mulheres vietnamitas, tanto no Vietnã quanto nos Estados Unidos. Utilizando entrevistas encenadas, imagens de arquivo, poesia popular e dança, o filme questiona as representações tradicionais e as fronteiras entre realidade e ficção, explorando temas como identidade, memória e tradução cultural.

 

“Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá” (Dir. Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero, Luisa Lanna | Brasil | 2024 | 90’)
Sinopse: O filme narra a jornada de Sueli e Maísa Maxakali em busca de seu pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. Além de retratar esse reencontro, a obra aborda as lutas dos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá na defesa de seus territórios e modos de vida.

 

Filme de Encerramento

 

O longa selecionado para encerrar a 14ª edição do Festival Internacional de Curitiba é o “Verde Oliva”, do diretor Wellington Sari, um suspense político inspirado no filme de Brian de Palma, “Um Tiro na Noite”.

 

João, interpretado por Jean Guilherme, trabalha com edição e realização de vídeos, e está em busca de um novo trabalho. Ele consegue um job em uma agência de investigação, sendo contratado para captar imagens de drone de um caso de adultério, porém fica intrigado com as imagens que obtém. O jovem acaba registrando um suposto assassinato. Embora não haja corpo, nem um assassino, João fica cada vez mais obcecado e precisa enfrentar um exército de mentiras.

 

1º MECI – Mercado do Cinema Independente

 

A programação do Olhar de Cinema deste ano ainda conta com o 1º MECI – Mercado do Cinema Independente, um evento que nasce com o objetivo de fortalecer o cinema independente, criando um espaço dedicado à conexão entre realizadores, distribuidores, exibidores, plataformas de streaming, canais e profissionais do setor audiovisual.

 

Com realização de 16 a 18 de junho, no MON – Museu Oscar Niemeyer, o MECI é a primeira iniciativa no Brasil focada em longas-metragens independentes, visando ampliar oportunidades, fomentar parcerias estratégicas e impulsionar negócios que movimentam e fortalecem a sétima arte.

 

“O MECI é o momento ideal para trocas e construção de novos caminhos para a indústria cinematográfica independente no país, facilitando a comercialização de longas e oferecendo um espaço para rodadas de negócios, pitchings, masterclasses e painéis, viabilizando ainda filmes brasileiros para o mercado nacional e internacional”, explica Antonio Gonçalves Jr.

 

Entre alguns dos nomes confirmados para o 1º Mercado do Cinema Independente, estão as produtoras Fernanda Lomba e Ana Camila Esteves; o executivo de aquisição e coprodução de conteúdo nacional do Telecine, Gabriel Cohen; o chefe de estratégias de conteúdo da Disney, Cristiano Lima; a pesquisadora de cinema alemã, Barbara Wurm; e os cineastas Aly Muritiba e Marcelo Caetano.

 

Acompanhe a programação completa do Olhar de Cinema pelo site oficial www.olhardecinema.com.br ou pelas redes sociais oficiais Instagram @olhardecinema, Tik Tok @olhardecinema, X-Twitter @Olhardecinema_ e Facebook.com.br/Olhardecinema.

A 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba tem produção da Grafo Audiovisual, com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. O projeto foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. A edição é apresentada pela Rumo Logística, com patrocínio master do Itaú, patrocínio ouro do TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, patrocínio prata da Solvay Peróxidos e apoio da Sanepar, Adami S/A, do Instituto Rumo, do Projeto Paradiso, do Teatro da Vila, da Cinemateca, do Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba. Verifique a classificação indicativa de cada filme e as sessões com acessibilidade de audiodescrição e intérpretes de Libras.


Serviço
:
14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
Data
: 11 a 19 de junho de 2025
Site oficial: www.olhardecinema.com.br
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
                          Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema
                          Tik Tok: @olhardecinema,
X/Twitter: @Olhardecinema_
Realização: Ministério da Cultura – Governo Federal
Apresentação: Rumo Logística
Patrocínio Master: Itaú
Patrocínio Ouro: TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá
Patrocínio Prata: Solvay Peróxidos
Apoio: Sanepar, Adami S/A, Instituto Rumo, Projeto Paradiso, Teatro da Vila, Cinemateca, Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná
Produção: Grafo Audiovisual

Crítica | ‘Detetive Chinatown: O Mistério de 1900’ é uma frustrante comédia de mistério que se beneficia apenas de um bom elenco

Detetive Chinatown é uma das franquias cinematográficas mais conhecidas e bem-sucedidas da contemporaneidade e, desde sua estreia há uma década, vem conquistando o público e a crítica ao redor do mundo através de uma narrativa despojada e bastante envolvente. Agora, somos convidados a retornar a esse universo – mas não da maneira que esperamos. Apesar de trazer Wang Baoqiang e Liu Haoran de volta aos papéis principais, os espectadores são convidados a viajar no tempo para o último ano do século XIX em uma história à la Sherlock Holmes que, para o bem ou para o mal, é exagerada em cada uma de suas sequências.

Intitulado Detetive Chinatown: O Mistério de 1900’, a trama é centrada em Qin Fu (Haoran), um tradicional médico chinês que viaja para a cidade de São Francisco, em 1900, para resolver o mistério do brutal assassinato da filha do congressista Grant (John Cusack), cuja visão tradicionalista e xenofóbica afirma continuamente que os responsáveis pelo homicídio foram os imigrantes asiáticos que vivem no bairro de Chinatown. Aliando-se ao peculiar Ah Gui (Baoqiang), um indígena de descendência chinesa que vai para a cidade grande para vingar a morte do pai (cujo corpo foi encontrado ao lado da filha do congressista), Qin reúne todo seu conhecimento para descobrir quem, de fato, é o responsável por trazer caos à cidade – e de que forma uma artimanha política para expulsar os imigrantes chineses pode estar relacionada ao caso.

Como podemos perceber, a trama traz inúmeras inspirações de inúmeras obras detetivescas, como as já mencionadas aventuras de Sherlock (que inclusive dá as caras em uma remodelação mais cômica e menos atraente, por assim dizer) ou as de Hercule Poirot e Miss Marple, icônicos personagens do panteão detetivesco de Agatha Christie. Porém, apesar de um sólido início, que mantém-se fiel à identidade explorada nas incursões anteriores, as mais de duas horas de duração transformam-se em uma transbordante e cansativa jornada sem pé nem cabeça que não sabe que direção seguir e que vale a pena pelas boas mensagens de aceitação e equidade que dialogam com o tenso momento social que vivemos nos dias de hoje.

Chen Sicheng, retornando à cadeira de direção ao lado de Dai Mo e ficando responsável pelo roteiro, deixa de lado as costumeiras incursões neo-noir exploradas por Hollywood e abrindo espaço para um vibrante jogo de cores que acompanha cada um dos personagens em uma quantidade absurda de tramas e subtramas que, eventualmente, convergem para um mesmo ponto – ainda que como resultado de uma bola de neve incontrolável. O próprio ato de abertura não tem muito sentido quando paramos para analisar o projeto como um todo: uma investida em conjunto de países europeus contra o império chinês que, de alguma maneira, volta para a sequência inicial apenas para amarrar as pontas – mas que se mostra desnecessária e desgastada.

Baoqiang e Haoran têm uma química nata, já explorada nos títulos antecessores, e nutrem de um ótimo trabalho em conjunto com outros nomes do elenco – incluindo o vilanesco retrato que Cusack apresenta como o congressista Grant; a ótima performance de Chow Yun-fat como Bai Xuanling, dono de boa parte dos estabelecimentos de Chinatown e responsável pela proteção de seus moradores, ainda que faça parte de uma máfia local que não conhece limites para alcançar o que quer; Zhang Xincheng como Bai Zhenbang, filho de Xuanling, que é apontado como o culpado, mas, na verdade, emerge como um dos alicerces da revolução chinesa contra o imperialismo branco; e vários outros. Todavia, o estelar elenco não tem força o suficiente para ofuscar os múltiplos equívocos.

Conforme a história se desenrola, percebemos uma quantidade incontável de clichês do gênero que desponta em cada uma das falas, além de uma intrincada backstory que tenta fornecer mais profundidade às complexas relações entre os personagens e que, eventualmente, morre na praia por não conseguir explicá-las por completo e deixando pontas soltas que são aparadas em frenética pressa – e transformando o que poderia ser um competente final em uma série de conclusões desnecessárias e que servem apenas para tapar alguns buracos. E, por mais que o projeto emerja como um espetáculo visual que traz elementos de originalidade muito interessantes e dialogue com o teor cômico do enredo, inúmeras perguntas ficam em aberto e a desenvoltura do mistério, em si, é frustrante e aquém do esperado.

Apesar das ótimas atuações e da inegável química dos protagonistas e coadjuvantes, Detetive Chinatown: O Mistério de 1900’ falha em manter o mesmo nível da qualidade camp dos capítulos anteriores ao mergulhar em um mistério de época que infunde mensagens instigantes e necessárias a uma ambientação desequilibrada e sem muita palpabilidade – afastando-nos do que poderia ser e deixando uma sensação inquietante de incompletude assim que saímos da sala.

‘Juntos’: Terror estrelado por Dave Franco conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O terror Juntos, estrelado por Dave Franco (‘Anjos da Lei’) e Alison Brie (‘Bela Vingança’), teve uma estreia impecável no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação, com base em 46 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram as atuações de Dave Franco e Alison Brie, além de destacarem o roteiro e a direção de Michael Shanks.

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“Embora Alison Brie e seu marido, Dave Franco, já tenham dividido a tela anteriormente, desta vez eles se entregam completamente um ao outro em performances intensas, porém cheias de emoção e humor”, disse Glenn Garner do Deadline.

“É divertido (de uma forma um tanto ousada), estrelado por dois excelentes atores que interpretam um casal com tantos problemas quanto qualquer um na vida real, e funciona como um thriller totalmente imprevisível, mas longe de ser fútil, construído em torno de uma Grande Ideia”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Neste intenso romance de terror, Brie e Franco se entregam de corpo e alma a um conceito deliciosamente estranho, que acaba sendo um dos melhores trabalhos de suas carreiras. O roteiro de Shanks é uma excelente combinação de terror implacável com momentos hilariamente desconfortáveis”, disse Ross Bonaime do Collider.

“É o tipo de comédia excêntrica que cumpre sua premissa com um humor descontrolado e cheio de coração”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.

“O diretor Shanks está totalmente à vontade em seu elemento, com uma abordagem diabòlicamente irreverente, enquanto Brie e Franco se entregam intensamente a um cenário que se torna cada vez mais bizarro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Uma reviravolta deliciosamente descontrolada no gênero de body horror”, disse Kate Erbland do IndieWire.

Juntos é um filme óbvio, mas a forma como consegue equilibrar com maestria a comédia e o terror é simplesmente impressionante”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“Se você está procurando pelo mais novo filme de body horror para se viciar, não procure mais além da estreia de Michael Shanks na direção, Juntos, disse Brittany Patrice Witherspoon do Screen Rant.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

‘Crepúsculo’: Henry Cavill fala sobre ter sido cotado para viver Edward Cullen

O ator Henry Cavill, conhecido por interpretar o Superman no antigo DCEU e Geralt de Rívia em ‘The Witcher’, falou recentemente sobre ter sido cogitado para o papel de Edward Cullen na franquia Crepúsculo.

Segundo o ComicBook, a autora Stephenie Meyer afirmou abertamente que Cavill era sua primeira escolha para interpretar Edward, depois de vê-lo atuando em ‘O Conde de Monte Cristo’, onde interpretava Albert Mondego.

Sobre o assunto, Cavill revelou que teria ficado feliz em viver o icônico vampiro:

“Eu não sabia que eles queriam me escalar, e a internet não era o que é hoje, então só descobri depois. Pensei: ‘Ah, teria sido legal'”, contou o ator.

No entanto, apesar da preferência de Meyer, os produtores de Crepúsculo nunca chegaram a entrar em contato com Cavill para um teste.

Provavelmente, a idade foi um fator decisivo para sua exclusão. Quando o primeiro filme foi lançado, em 2008, Cavill já tinha 25 anos, enquanto Kristen Stewart, que interpretava Bella Swan, tinha apenas 18.

Crepúsculo’ está disponível no Prime Video.

Morre James Foley, diretor das sequências de ’50 Tons de Cinza’, ‘House of Cards’ e diversos projetos de Madonna

O cineasta James Foley, conhecido por seu trabalho marcante tanto no cinema quanto na televisão, faleceu aos 71 anos após uma batalha de um ano contra um câncer no cérebro. A informação foi confirmada por sua família por meio de um representante ao site Deadline.

Nascido no Brooklyn, em 28 de dezembro de 1953, Foley teve uma carreira que atravessou quatro décadas, iniciando com sua estreia na direção em ‘Reckless’ (1984), um drama romântico protagonizado por Aidan Quinn e Daryl Hannah, com roteiro de estreia de Chris Columbus. Em seguida, dirigiu ‘Caminhos Violentos‘ (1986), estrelado por Sean Penn e Christopher Walken — filme que estreou no Festival de Berlim e foi indicado ao prêmio Urso de Ouro.

Sua parceria com Madonna se destacou nos anos 1980, quando dirigiu clipes icônicos como Papa Don’t Preach, True Blue e Live to Tell, além do filme Who’s That Girl?. Foley também comandou o documentário-concerto ‘Madonna Live: The Virgin Tour’ e se tornou uma figura importante no universo da artista.

Em 1992, dirigiu uma de suas obras mais aclamadas, ‘O Sucesso a Qualquer Preço, adaptação da peça de David Mamet sobre corretores imobiliários em crise. O longa contou com um elenco estrelado por Al Pacino, Jack Lemmon, Alec Baldwin, Ed Harris, Alan Arkin, Kevin Spacey e Jonathan Pryce, consolidando Foley como um diretor respeitado em dramas de alto calibre.

Entre seus outros trabalhos no cinema estão ‘Medo‘ (1996), com Reese Witherspoon e Mark Wahlberg, ‘Confidence – O Golpe Perfeito‘ (2003), ‘A Estranha Perfeita‘ (2007) e os dois últimos filmes da trilogia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘ — ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ (2017) e ‘Cinquenta Tons de Liberdade (2018), ambos sucessos de bilheteria mundial.

Na TV, Foley também deixou sua marca dirigindo episódios da premiada série ‘House of Cards, da Netflix, e um capítulo da cultuada ‘Twin Peaks‘, de David Lynch, em 1991.

James Foley deixa um legado de versatilidade, indo do thriller psicológico ao drama político, da cultura pop à literatura adaptada, sempre com um olhar autoral. Seu impacto permanece tanto nas bilheterias quanto na memória cinéfila de diferentes gerações.