A estrela Halle Berry causou surpresa ao revelar que precisou alterar seu vestido de última hora devido às novas diretrizes implementadas no Festival de Cinema de Cannes.
Conforme noticiado pela Variety, Berry surpreendeu ao explicar que a mudança em seu traje se deu por conta de uma cauda excessivamente longa.
“Eu tinha um vestido Gupta incrível que não poderei usar esta noite porque a cauda é grande demais”, declarou Berry. “Não vou infringir as regras. A parte da nudez também provavelmente é uma regra sensata”.
Pouco antes do início da edição de 2025, os organizadores de Cannes anunciaram que o evento proibiria nudez e vestimentas “excessivamente volumosas”. Vestidos com caudas longas e outros elementos que pudessem obstruir o tapete vermelho também foram vetados.
Sobre as alterações, o festival esclareceu que estas estão em consonância com “o quadro institucional” do Festival de Cannes e a legislação francesa.
“Este ano, o Festival de Cannes tornou explícitas em sua carta certas regras que já estavam em vigor há muito tempo. O objetivo não é regular o vestuário em si, mas proibir a nudez completa no tapete vermelho, em conformidade com o quadro institucional do evento e a legislação francesa”, detalha a nova diretriz do festival.
Cannes adicionou que “reserva-se o direito de negar acesso a indivíduos cujo traje possa obstruir o movimento de outros convidados ou dificultar a organização dos assentos nas salas de exibição”.
‘Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror, chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio – e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.
Confira:
O filme conquistou uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação, baseada em 48 análises.
A maioria dos críticos considera o longa divertido e uma obra que honra o legado da franquia.
“É uma diversão contagiante, repleta de referências sutis aos filmes anteriores e trilhas sonoras estrategicamente inseridas para agradar aos fãs mais fiéis da franquia”, disse Gregory Nussen do Deadline.
“A combinação de CGI e efeitos práticos funciona perfeitamente, e as sequências são editadas de forma sádica para gerar máxima tensão, aliviada, felizmente, por frequentes doses de humor mordaz”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.
“Você não pode escapar da Morte e, diante de um capítulo tão bem executado de uma franquia de terror como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, nem deveria querer”, disse Becky Darke do Total Film.
“Os fãs podem sair de Laços de Sangue satisfeitos com a revitalização da fórmula, mas, fiel à tradição da franquia, isso acontecerá principalmente porque três cenas são de fato interessantes”, disse Spencer Perry do ComicBook.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é um verdadeiro espetáculo, uma montanha-russa de emoções, e sem dúvida a versão mais divertida da franquia”, disse Nadir Samara do Screen Rant.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ prova que, mesmo com seis filmes, a franquia ainda tem vida, e muita morte, pela frente”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
“Com as franquias de terror constantemente ressurgindo, Laços de Sangue se destaca como uma das mais frescas que vimos em muito tempo. É uma mistura impecável de voltar às origens e, ao mesmo tempo, trazer algo inovador, repleto de sangue e ossos estalando”, disse Emma Kiely do Collider
“Muitos fãs certamente ficarão felizes com o retorno de Premonição após tanto tempo, mas será que essa ânsia movida pela nostalgia vale a pena se o filme não surpreender? No fim das contas, este é o mesmo Premonição que você já viu antes”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.
“Engraçado, delicado, afiado e cruel, ‘Laços de Sangue’ tem suas falhas, mas ainda assim confirma O design da morte como uma força digna de seu próprio lugar especial no hall da fama do terror”, disse Alison Foreman do IndieWire.
Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
A talentosa Halle Berry, eternamente lembrada por sua interpretação da memorável Jinx na franquia ‘007’, compartilhou recentemente suas reflexões sobre a amada série de filmes de espionagem.
Durante o prestigiado Festival de Cinema de Cannes, a atriz foi questionada sobre a possibilidade de retornar a esse universo cinematográfico icônico e até mesmo sobre a hipotética chance de assumir o papel do próprio James Bond.
Em declarações reproduzidas pela Variety, Berry expressou sua opinião sobre a direção futura da franquia: “Não sei se 007 deveria ser uma mulher”.
Ao abordar a possibilidade de um spin-off focado em sua personagem, ela acrescentou com uma ponta de nostalgia: “Houve um tempo em que isso poderia ter acontecido. Provavelmente deveria ter acontecido. Eu adoraria que tivesse acontecido”.
Enquanto isso, os produtoresAmy Pascal e David Heyman estão em negociações com a Amazon MGM para desenvolver a franquia James Bond. A Variety reportou que as negociações ainda estão em andamento, e nenhum acordo será fechado até que a Amazon finalize a compra do controle criativo da franquia, atualmente nas mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.
Vale lembrar que Andy Jassy, CEO da Amazon, falou recentemente sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.
O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.
“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”
O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa, que já está sendo filmado na Geórgia (EUA), promete ser um mergulho intenso em temas como punição, desejo e os limites da humanidade.
A trama gira em torno de uma professora presa a um casamento abusivo que aceita um emprego em uma prisão de segurança máxima. Lá, ela se envolve com um preso carismático, iniciando uma cadeia de eventos que desafia noções de moralidade, justiça e sobrevivência emocional.
Nelson, conhecido tanto por seu trabalho como ator quanto como diretor, celebrou o elenco reunido.
“Sinto-me profundamente sortudo por contar essa história com um elenco tão extraordinário. Sempre admirei Amanda e trabalhar com ela no filme ‘Ann Lee‘ confirmou o quanto ela é uma pessoa excepcional, além de talentosa. Quanto ao Scoot, é maravilhoso poder oferecer a ele um papel tão exigente. Ninguém viu ainda o que ele está prestes a fazer neste filme”.
O diretor também destacou a ligação pessoal com a região onde o filme se passa:
“Este é meu terceiro longa ambientado em Oklahoma, um lugar que amo. É uma história difícil, mas feita para agarrar o público e não soltar. Reunimos um time dedicado a criar algo não apenas envolvente, mas inesquecível”.
Roy Scheider, Meryl Streep, Jessica Tandy, Joe Grifasi, Sara Botsford
Robert Benton, um dos grandes nomes do cinema americano, faleceu no último domingo (11) aos 92 anos em sua casa em Manhattan. A informação foi confirmada ao The New York Times por sua assistente e empresária, Marisa Forzano.
Com uma carreira que atravessou mais de quatro décadas, Benton foi responsável por alguns dos filmes mais emblemáticos do cinema norte-anericano, como ‘Bonnie & Clyde‘ (1967), ‘Kramer vs. Kramer‘ (1979) e ‘Um Lugar no Coração‘ (1984).
Nascido em Waxahachie, no Texas, durante a Grande Depressão, Benton cresceu em um cenário que influenciaria diretamente sua obra. Seu olhar sensível para temas sociais e familiares marcou profundamente a cinematografia americana do final do século 20.
Benton começou sua carreira no mundo editorial, como editor da Esquire nos anos 1960, em plena efervescência do movimento conhecido como New Journalism. Foi lá que conheceu David Newman, com quem escreveria o roteiro de estreia, ‘Bonnie & Clyde‘.
Fascinados pela história do casal de criminosos que se tornou símbolo da era da Depressão, os dois viajaram pelos EUA entrevistando pessoas que os conheceram para criar um roteiro inovador — que, mesmo com contribuições não creditadas de Warren Beatty e Robert Towne, acabou sendo indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
A parceria entre Benton e Newman rendeu ainda sucessos como ‘What’s Up, Doc?‘ (1972), ‘Má Companhia‘ (1972) e ‘Superman: O Filme’ (1978), este último coescrito também por Mario Puzo e Leslie Newman.
Mas foi como diretor que Benton atingiu o auge. Em ‘Kramer vs. Kramer‘, ele abordou de forma pioneira temas como o divórcio e as mudanças nos papéis de gênero. O drama estrelado por Dustin Hoffman e Meryl Streep conquistou o público e a crítica: venceu cinco Oscars, incluindo Melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado para Benton, além de Melhor Ator (Hoffman) e Atriz Coadjuvante (Streep).
Cinco anos depois, ele voltaria a explorar suas raízes texanas em ‘Um Lugar no Coração‘, com Sally Field no papel de uma viúva tentando manter sua fazenda durante a Depressão. O filme foi indicado a sete Oscars e venceu dois: Melhor Atriz (Field) e Melhor Roteiro Original para Benton.
Ao longo da carreira, Benton dirigiu outros filmes de destaque como ‘O Indomável: Assim é Minha Vida‘ (1994), com Paul Newman, ‘Revelações‘ (2003), comNicole Kidman, e ‘Banquete do Amor‘ (2007), seu último longa. Sua obra é marcada pela humanidade dos personagens e pela delicadeza com que abordava dramas cotidianos.
Robert Benton deixa um legado de elegância narrativa, sensibilidade social e personagens que marcaram gerações. Sua morte representa o fim de uma era no cinema americano — mas suas histórias permanecem vivas nas telas e na memória dos amantes da sétima arte.
Jaume Collet-Serra é um dos realizadores cinematográficos mais conhecidos da atualidade e ficou responsável por inúmeros clássicos do gênero terror e ação – como o remake de ‘A Casa de Cera’, o subestimado ‘A Órfã’ e títulos como ‘Bagagem de Risco’ e ‘Desconhecido’. Ainda que tenha escorregado em alguns momentos de sua carreira, como a recente adaptação ‘Adão Negro’, estrelada por Dwayne Johnson, Collet-Serra sempre teve um apreço por produções pautadas no puro entretenimento – e foi isso o que almejou com o ambicioso terror psicológico ‘A Mulher no Jardim’, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 08 de maio.
A trama é centrada em Ramona (Danielle Deadwyler), uma mulher viúva e mãe de dois filhos que ainda lida com a trágica morte do marido, David (Russell Hornsby), e é forçada a se recordar do acidente dia após dia, considerando os ferimentos que tem na perna e o fato de não aceitar que o amor de sua vida se foi. Deteriorando-se em meio a uma relação nada saudável com o filho mais velho, Taylor (Peyton Jackson), e a caçula, Annie (Estella Kahiha), Ramona parece ter desistido de qualquer prospecto de manter a família estável, além da propriedade da família que ela e David estavam reformando para transformá-la em um idílico paraíso recheado de írises – as flores favoritas da protagonista.
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As coisas começam a tomar um rumo estranho quando Annie percebe que uma mulher coberta por um vestido e um véu pretos está sentada no jardim de sua casa – em uma presença sinistra e agourenta. Ramona, munida apenas da muleta que utiliza para se movimentar, se arrisca ao sair da casa e tentar entender quem é aquela misteriosa mulher, a princípio tentando ajudá-la apenas para descobrir que ela é mais perigosa do que parece e que, pouco a pouco, encarcera a problemática família em um labirinto inescapável de horror que terminará apenas quando todos estiveram mortos.
Collet-Serra faz um sólido trabalho de direção ao não se render aos costumeiros jump scares do gênero, pegando páginas emprestadas de seu trabalho em ‘A Órfã’ para construir um terror atmosférico que se inclina para o thriller psicológico de maneira envolvente e arrepiante. Aqui, ele se une à fotografia excessivamente simétrica de Pawl Pogorzelski e ao contraste promovido pela dissonante trilha sonora de Lorne Balfe para arquitetar o que precisa para transformar o projeto em uma jornada sinestésica: de um lado, os enquadramentos dão enfoque quase total aos personagens, maximizando a abertura focal para colocá-los em um cenário que singra entre a loucura e a realidade; de outro, o arranjo de cordas e o tique-taque incessante gradativamente levam os personagens a uma insanidade interna e externa, engolfando-os em um beco sem saída que ressoa nos espectadores.
Para além do domínio técnico, o roteiro do estreante Sam Stefanak é conduzido com maestria nos dois primeiros atos, deixando que Deadwyler domine os holofotes com uma atuação irretocável e com uma química invejável com Jackson e Kahiha – além de garantir que Okwui Okpokwasili, intérprete da mulher no jardim, tenha seu momento de fisgar a atenção do público. Porém, tanto preparo é jogado no lixo quando o ato de conclusão se inicia em uma mixórdia incompreensível de incontáveis metáforas sobre depressão, ressentimento e culpa, além de um final ambíguo que se transforma em um amontoado de convencionalismos previstos em sutilezas presentes no longa-metragem. E, conforme Collet-Serra e seu time criativo se perdem em uma presunção desmedida, o terreno cultivado na primeira hora do projeto destoa por completo do modo como o enredo é finalizado, deixando-nos frustrados pela própria imemorabilidade.
São claras as referências temáticas que o filme pega de produções como ‘O Babadook’ e ‘Quando as Luzes se Apagam’ ao transformar a presença sobrenatural da mulher encoberta pelo véu em uma materialização de pulsões psíquicas, como já mostrado. Seguindo as tendências exploradas nas obras em questão, Collet-Serra cria um reflexo derradeiro e torturante que se expande para discussões sobre o suicídio como única forma de libertar os entes queridos, ainda mais considerando o segredo que Ramona guarda de seus filhos e a culpa dilacerante que a consome pouco a pouco – além de mergulhar em pontos que abrem debates sobre a falsa ideia de que maternidade é algo natural e inerente da mulher. Entretanto, enquanto as boas intenções existem, o resultado fica aquém do esperado, perdendo potencial em um vórtice intrincado demais para ser levado a sério.
‘A Mulher no Jardim’ não chega a ser uma produção ruim, mas poderia ter sido muito melhor – ainda mais considerando as ótimas investidas dos dois primeiros atos. Contando com fabulosas atuações, em especial a de Danielle Deadwyler, o longa morre na praia ao não saber como alcançar a linha de chegada, deixando-nos com um gostinho agridoce de que, caso melhor pensado, o filme tinha todos os elementos para se sagrar um dos melhores filmes de terror do ano.
Em KARATÊ KID: LENDAS, depois de uma tragédia familiar, o prodígio do kung fu Li Fong (Ben Wang) é forçado a sair de sua casa em Beijing para morar em Nova York com sua mãe. Li sofre para superar o passado enquanto ele tenta se encaixar na nova escola e, apesar de não querer lutar, os problemas parecem que o encontram em todos os lugares. Quando um novo amigo precisa de ajuda, Li entra em uma competição de caratê – mas só suas habilidades não bastam. O professor de kung fu de Li, Sr. Han (Jackie Chan) recruta o Karate Kid original, Daniel LaRusso (Ralph Macchio) para ajudar, e Li aprende uma nova maneira de lutar, unindo os dois estilos em um só para um show definitivo de artes marciais.
Em A MULHER NO JARDIM, Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.
Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.
Curiosidades:
» O terror é produzido pela Blumhouse;
» Do mesmo diretor de ‘A Casa de Cera‘, ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘;
Como qualquer outro adolescente, Austin adora pizza, filmes, dança e garotas. Mas, ao contrário da maioria dos outros jovens de 18 anos, ele tem uma doença rara de ossos quebradiços e é autista. Austin é literalmente um em um bilhão.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Jon Gunn também é responsável pelo roteiro da produção;
O astroTom Hardy revelou recentemente que seu corpo já ultrapassou o limite de recuperação, após anos acumulando lesões em cenas de ação nos sets de filmagem.
Segundo a Variety, o ator, conhecido por seus papéis intensos em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ e ‘Venom’, desabafou sobre os impactos físicos de sua carreira:
“Já passei por duas cirurgias no joelho, tenho uma hérnia de disco nas costas e sofro de ciática”, contou Hardy. “E ainda apareceu aquela… como chama? Fascite plantar? De onde isso surgiu? E por quê? Por quê?! Também rompi o tendão do quadril. É como se tudo estivesse se desfazendo agora, e não há perspectiva de melhora”.
Atualmente, Hardy protagoniza ‘Terra da Máfia’, nova série criminal da Paramount+ dirigida por Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’). A produção, que também conta com Pierce Brosnan e Helen Mirren no elenco, estreia este mês no catálogo da Paramount+ Brasil.
A produção será lançada no próximo dia 30 de maio na plataforma de streaming, dois meses depois do lançamento nos Estados Unidos.
A trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo”.
‘Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror, conquistou uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 93% de aprovação, baseada em 43 análises.
A maioria dos críticos considera o longa divertido e uma obra que honra o legado da franquia.
“É uma diversão contagiante, repleta de referências sutis aos filmes anteriores e trilhas sonoras estrategicamente inseridas para agradar aos fãs mais fiéis da franquia”, disse Gregory Nussen do Deadline.
“A combinação de CGI e efeitos práticos funciona perfeitamente, e as sequências são editadas de forma sádica para gerar máxima tensão, aliviada, felizmente, por frequentes doses de humor mordaz”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.
“Você não pode escapar da Morte e, diante de um capítulo tão bem executado de uma franquia de terror como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, nem deveria querer”, disse Becky Darke do Total Film.
“Os fãs podem sair de Laços de Sangue satisfeitos com a revitalização da fórmula, mas, fiel à tradição da franquia, isso acontecerá principalmente porque três cenas são de fato interessantes”, disse Spencer Perry do ComicBook.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é um verdadeiro espetáculo, uma montanha-russa de emoções, e sem dúvida a versão mais divertida da franquia”, disse Nadir Samara do Screen Rant.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ prova que, mesmo com seis filmes, a franquia ainda tem vida, e muita morte, pela frente”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
“Com as franquias de terror constantemente ressurgindo, Laços de Sangue se destaca como uma das mais frescas que vimos em muito tempo. É uma mistura impecável de voltar às origens e, ao mesmo tempo, trazer algo inovador, repleto de sangue e ossos estalando”, disse Emma Kiely do Collider
“Muitos fãs certamente ficarão felizes com o retorno de Premonição após tanto tempo, mas será que essa ânsia movida pela nostalgia vale a pena se o filme não surpreender? No fim das contas, este é o mesmo Premonição que você já viu antes”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.
“Engraçado, delicado, afiado e cruel, ‘Laços de Sangue’ tem suas falhas, mas ainda assim confirma O design da morte como uma força digna de seu próprio lugar especial no hall da fama do terror”, disse Alison Foreman do IndieWire.
‘Premonição 6: Laços de Sangue’ tem estreia nos cinemas nacionais marcada para 15 de maio.
Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
O astro Ryan Reynolds falou recentemente sobre os bastidores de ‘Deadpool & Wolverine’, sucesso de bilheteria da Marvel, e revelou algumas restrições criativas impostas pela Disney durante a produção do longa.
Segundo o ComicBook, Reynolds explicou que o próprio CEO da Disney, Bob Iger, esteve pessoalmente envolvido no projeto e definiu duas regras claras que nem mesmo Deadpool poderia quebrar.
“A primeira vez que ele [Bob Iger] viu o filme, ele já estava em boa forma”, contou Reynolds. “E ele disse: ‘Você precisa tirar aquela fala, certo?’ E eu fiquei tipo: ‘Qual fala?’ E ele respondeu: ‘Você sabe qual’. E eu: ‘A do Mickey Mouse?’ E ele: ‘É’. Aí eu falei: ‘Mas Bob, o filme inteiro gira em torno dessa fala! Ela é o coração do roteiro, a base de tudo'”.
Reynolds ainda comentou que teve dificuldade em aceitar a mudança: “Meu cérebro só pensava: ‘É preciosa, não posso tirar’. Tive que dar umas voltas no escritório dele, respirar fundo, e no fim resolvemos. Fizemos uma mudança. Ele só… simplesmente não queria a piada com o Mickey Mouse”.
A piada em questão, revelada mais tarde no roteiro de divulgação da campanha For Your Consideration, mostrava Deadpool reclamando ao descobrir que o Magneto não faria uma participação especial:
“P*! O quê, a gente não pode nem pagar por mais um X-Man? A Disney é tão mão de vaca. Mal consigo respirar com todo esse p** do Mickey Mouse entalado na minha garganta”, afirmava.
Além disso, Reynolds também comentou o quanto lutou para que ‘Deadpool & Wolverine’ saísse do papel:
“Lembro de tentar fazer esse filme acontecer, e foquei totalmente nisso”, continuou. “Disse: ‘Vou garantir o retorno do investimento. Pode confiar. Não sou um piloto inconsequente, vou pousar esse avião com precisão. Vai ser um filme para quatro quadrantes com classificação +18. O primeiro da Disney com essa proposta'”.
Segundo o ator, o projeto só foi aprovado após diversas negativas: “Eles disseram ‘não’ para 18 ideias diferentes, incluindo uma em que Deadpool caçava o caçador que matou a mãe do Bambi. A resposta foi: ‘Não mexemos com Bambi’. E eu disse: ‘Mas vocês também disseram que não mexem com o Mickey Mouse’. E eles: ‘Exatamente. Não tocamos no Bambi e não tocamos no Mickey Mouse'”.
Lembrando que ‘Deadpool &Wolverine’, que arrecadou US$1,388 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo e conquistou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, está disponível no Disney+.
De acordo com o Deadline, Elizabeth Olsen (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’) se juntou a Kristen Stewartem um novo filme de vampiros. E não, não é ‘Crepúsculo‘.
Ela foi confirmada no elenco de ‘Flesh of the Gods‘, novo filme de vampiros descrito como “glamoroso, surrealista e cheio de violência”.
Ela se junta a Stewart e Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’), previamente anunciados.
O filme será dirigido por Panos Cosmatos, mais conhecido por seu alucinante filme de terror de 2018, ‘Mandy‘.
A trama seguirá o casal Raoul (Isaac) e Alex (Stewart), que descem todas as noites de seu luxuoso condomínio em um arranha-céu e se dirigem para um reino noturno elétrico da Los Angeles dos anos 80. Quando eles se cruzam com a mulher misteriosa (Olsen) e enigmática e sua conspiração festeira, Raoul e Alex são seduzidos para um mundo glamoroso e surrealista de hedonismo, emoções e violência.
“Como a própria Los Angeles, Flesh of the Gods habita o reino liminar entre a fantasia e o pesadelo”, disse Cosmatos em comunicado. “Ao mesmo tempo propulsivo e hipnótico, Flesh irá levá-lo em um passeio de rodinhas nas profundezas do coração brilhante do inferno.”
Adam McKay está produzindo esse novo filme junto com Betsy Koch por meio da produtora Hyperobject Industries da dupla.
Os produtores esperam começar a filmar ainda este ano.
A icônica Neve Campbell, eternamente lembrada por seu papel na franquia ‘Pânico’, acaba de ter sua participação confirmada na segunda temporada de ‘X-Men ’97’, a aclamada animação da Marvel.
De acordo com o ComicBookMovie, a atriz emprestará sua voz a Polaris, uma notícia agora oficialmente confirmada pelo ex-showrunner da série, Beau DeMayo.
A Dra. Lorna Sally Dane, mais conhecida como Polaris, fez sua estreia nos quadrinhos no final dos anos 60. Anos mais tarde, foi revelado seu parentesco com Magneto, sendo sua filha. Dotada de poderes magnéticos semelhantes aos do pai. Em diferentes fases de sua história, ela também assumiu as identidades de Malice e Pestilência, como um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse.
Recentemente, Brad Winderbaum, da Marvel, confirmou que a segunda temporada de ‘X-Men ’97’ tem previsão de lançamento para 2026 no Disney+.
“A segunda temporada de ‘X-Men ’97’ será em 2026. Estamos trabalhando nela agora”, declarou Winderbaum ao Collider. “É empolgante. Aquele universo dos anos 90 é simplesmente… Honestamente, não acredito que me deixaram fazer isso. Eu cresci na Marvel, como vocês sabem, passei muito tempo aqui, e sinto que usei muito do meu prestígio para reviver essa coisa que eu adorava assistir depois da escola. Então, o fato de podermos brincar nesse universo com esses atores é honestamente o motivo pelo qual entrei nesse negócio em primeiro lugar”.
Questionado sobre a possibilidade de mais séries animadas – e talvez até um longa-metragem – serem anunciados em breve, Winderbaum adotou uma postura mais cautelosa.
“Está tudo nos estágios preliminares. Como você sabe, desenvolvemos mais do que produzimos, então não quero anunciar nada antes que esteja pronto. Mas espero que haja coisas empolgantes no horizonte”, concluiu.
Lembrando que a 1ª temporada da animação já está disponível na Disney+.
Com direção de Len Wiseman (‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘), o filme se passa durante os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘ e acompanha Eve Macarro, que está começando seu treinamento nas tradições da organização Ruska Roma para se tornar uma assassina.
A trama de ‘Bailarina’ acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina’ será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.
Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.
“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick’ e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick“, ela disse.
Em PEQUENOS INVASORES, Norman é um adolescente comum que gosta de alienígenas e tem uma preocupação acima da média com o futuro do nosso planeta. Tudo se torna muito real quando três alienígenas microscópicos que mantêm a paz caem em seu chá gelado e ficam presos no cérebro de Norman.
Curiosidades:
» Além de dirigir, a dupla Paul Meyer & Gerhard Painter também assina o roteiro ao lado de Daniel Buckland e Ronald Henry;
No ano 2000, um roteiro especulativo da icônica série ‘Arquivo X’ era remodelado para se transformar no início de uma das franquias de terror mais famosas da atualidade: ‘Premonição’.
Através de uma perspectiva original que transformou a costumeira ideia dos serial killers em uma entidade cosmológica intangível – ou seja, a própria Morte -, a narrativa é centrada em um grupo de pessoas que escapa de um trágico acidente e que, acreditando estar a salvo, é caçado através de complicadas cadeias de ação e reação que enchem as telonas com catástrofes sangrentas e chocantes. E, duas décadas e meia depois do início dessa saga, somos convidados a retornar para um sexto capítulo intitulado ‘Premonição 6: Laços de Sangue’.
Com estreia marcada para este próximo dia 15 de maio nos cinemas brasileiros, a trama nos apresenta a um evento cataclísmico que tem início nos anos 1960 e se estende por décadas, atormentando uma família que nem sequer deveria existir.
Pensando nisso, preparamos o ranking oficial da franquia, incluindo a mais recente iteração.
Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu favorito.
6. PREMONIÇÃO 4 (2009)
Em 2009, ‘Premonição 4’ chegou aos cinemas sob uma ótica diferente das produções anteriores e acompanhando a popularização do 3D nos cinemas. Apesar das claras inovações tecnológicas empregadas no longa-metragem, que conseguiram nos levar para dentro do projeto, a fraca narrativa e as exageradas sequências de morte não fazem muito sentido e apenas emergem como uma emulação cansada de várias incursões anteriores. Ora, nem mesmo a atuação de Bobby Campo como o protagonista Nick é boa o bastante para nos convencer dessa “farofada” nonsense – transformando-o no protagonista mais fraco de toda a saga.
5. PREMONIÇÃO (2000)
O primeiro capítulo da franquia ‘Premonição’ ganha pontos pela originalidade de seu enredo e pelas complexas sequências trágicas que acompanham os protagonistas. Porém, vinte e cinco anos depois do lançamento do longa-metragem, é notável como a qualidade do projeto não envelheceu muito bem – e que, apesar da forte memória afetiva, existem vários erros amadores que permeiam a estrutura do filme, incluindo eventos desequilibrados e atuações um tanto quanto estereotipadas e cansativas. Mesmo assim, não podemos tirar crédito do diretor e roteirista James Wong em apresentar um novo tipo de serial killer no cenário do entretenimento.
4. PREMONIÇÃO 5 (2011)
‘Premonição 5’ chegou às telonas dois anos depois do suposto capítulo final da saga slasher – o que, por um lado, encantou os fãs mais assíduos e deixou o restante dos espectadores crente de que o projeto era apenas um Money-grabber. Todavia, a incrível reviravolta do terceiro ato justificou a existência dessa nova iteração, além de aparar excessos do filme anterior e investir mais esforços nos efeitos visuais. E, para além das incríveis cenas de morte, as atuações do elenco se mostraram sólidas o bastante para nos envolver do começo ao fim – apostando fichas em um suspense intrapessoal que não víamos nessa ambientação há meia década.
3. PREMONIÇÃO 3 (2006)
Estrelado por Mary Elizabeth Winstead em sua era pré-sucesso comercial e crítico, ‘Premonição 3’ apresenta uma das melhores protagonistas da saga: Wendy Christensen. Sagrando a atriz como uma das principais scream queens dos anos 2000, o filme foi centrado em um grupo de adolescentes que escapou de um trágico acidente num parque de diversões itinerante – e que discorreu sobre temas como a “culpa do sobrevivente” em um nível nunca antes visto, luto, estresses pós-traumáticos e a efemeridade da vida. Como se não bastasse, o longa conta com algumas das melhores mortes da franquia (afinal, como se esquecer da infame cena das câmaras de bronzeamento?).
2. PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE (2025)
O mais recente capítulo, ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, mal chegou aos cinemas – mas reacendeu nosso interesse pela saga da melhor maneira possível. É claro que, conhecendo os tropos pertencentes não apenas à estrutura da franquia, com ao gênero de que se dispõe, é impossível se esquivar de convencionalismos. Contudo, os diretores Zach Lipovsky e Adam Stein conseguiram rearranjar os clichês em uma história com ares de épico que traz a Morte atuando para consertar a linha do tempo ao longo de décadas – cujo início data de uma premonição que salvou dezenas de pessoas de um catastrófico acidente.
1. PREMONIÇÃO 2 (2003)
Conforme revisitamos a franquia ‘Premonição’, é notável como o segundo capítulo permanece como o mais bem estruturado de todos – não apenas expandindo a mitologia imortalizada com o primeiro capítulo, mas emergindo como uma inteligente e sagaz narrativa que brinca com os conceitos de causa e consequência. Guiado por ótimas performances de A.J. Cook e Ali Larter, o longa coloca a Morte no encalço de um grupo de pessoas que, de alguma maneira, foram afetadas pelos eventos do filme anterior – obrigando-a a orquestrar sequências explosivas e angustiantes que nos arrebatam desde os primeiros minutos. Não é surpresa que, até hoje, a obra tenha um lugar especial no coração dos fãs.
A Sony Pictures garantiu os direitos de adaptação cinematográfica de Aftertaste, romance de estreia da escritora Daria Lavelle, antes mesmo de sua publicação oficial. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.
O livro, que chega às livrarias em 20 de maio de 2025 pela Simon & Schuster, já é considerado uma das estreias literárias mais promissoras do ano. A produção do filme ficará a cargo de Doug Robinson, conhecido por seu trabalho em projetos de destaque no cinema e na TV.
Ambientado no vibrante e competitivo cenário dos restaurantes de Nova York, Aftertaste é descrito como uma fusão entre uma história de amor épica e um conto de fantasmas, com personagens marcantes e ambientações ricamente cinematográficas.
Segundo o estúdio, o romance entrelaça o realismo mágico com uma narrativa emocionalmente intensa e visualmente impactante.
Mesmo antes de seu lançamento nos Estados Unidos, Aftertaste já foi vendido para 12 territórios internacionais em leilões bastante disputados — um feito impressionante para uma autora estreante.
Daria Lavelle nasceu em Kyiv, na Ucrânia, e cresceu na região metropolitana de Nova York. Sua escrita transita entre o fantástico e o íntimo, abordando temas como identidade, pertencimento e o sobrenatural.
Seus contos já foram publicados em revistas especializadas como The Deadlands e DreadMachine, consolidando sua reputação como uma nova voz da literatura especulativa.
Com a expectativa crescente em torno da obra e a rápida movimentação do mercado editorial e cinematográfico, Aftertaste desponta como um dos projetos mais aguardados do próximo ano — tanto nas livrarias quanto nas telonas.
A 4ª temporada de ‘Mayor of Kingstown‘, série dramática da Paramount+ estrelada por Jeremy Renner, acaba de ganhar um reforço de peso no elenco: Derek Rivera, conhecido por seu trabalho em ‘All American: Homecoming‘, foi escalado para um papel recorrente na nova leva de episódios. As gravações estão em andamento em Pittsburgh, na Pensilvânia.
Rivera interpretará Cortez, um jovem sicário colombiano descrito como frio, calculista e implacável — características que devem acrescentar novas camadas de tensão à já sombria narrativa da série.
Jeremy Renner continua à frente da produção como Mike McLusky, o líder da família e figura central no delicado equilíbrio de poder na cidade.
Ainda sem data oficial de estreia, a quarta temporada promete ampliar os conflitos e o alcance do universo criado por TaylorSheridan, que segue como um dos nomes mais influentes da TV americana contemporânea.
Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.
A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.
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