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‘O Garoto do Futuro’ – comédia com Michael J. Fox completa 40 anos – Você Lembra?

De Volta para o Futuro’, clássico atemporal dos anos 80 e provavelmente o filme mais famoso daquela década completa nada menos do que 40 anos de sua estreia em 2025. Sim amigos, o tempo passa. Mas existe ainda outro filme estrelado por Michael J. Fox que também está completando quatro década de lançamento este ano: ‘O Garoto do Futuro’, comédia obscura hoje, mas que na época obteve um sucesso cult. Vamos conhecer um pouco mais desse longa nessa matéria.

Nos anos 80, os filmes adolescentes eram sensação. No início da década, as produções de John Hughes, como ‘Gatinhas e Gatões’ e ‘O Clube dos Cinco’ faziam grande sucesso. Até mesmo filmes adolescentes de humor mais ácido e incorreto como ‘Porky’s’ e ‘Picardias Estudantis’ arrastavam verdadeiras multidões. Assim, os produtores da Atlantic Entertainment Group viram a oportunidade de fazer um filme adolescente, unindo a proposta com outra tendência forte na época: os filmes de fantasia. Esse seria seu diferencial. Mas e que tipo de fantasia: que tal um filme de lobisomem? Afinal, ‘Um Lobisomem Americano e Londres’ e ‘Grito de Horror’ haviam se tornado ícones em 1981.

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A proposta de ‘Teen Wolf’ era misturar filmes adolescentes com elementos de fantasia e terror.

Como sempre, o primeiro passo é contratar roteiristas para criar a história. Matthew Weisman e Jesh Loeb foram os escolhidos. A sacada aqui era uma subversão de ‘Carrie – A Estranha’, livro de Stephen King, ou seja, uma história de amadurecimento na puberdade, na qual não são apenas os hormônios que começam a mudar o corpo de um adolescente. Enquanto ‘Carrie’ descobria poderes telecinéticos junto com a primeira menstruação, o personagem central aqui se transformaria em um lobo adolescente (daí o título original). Mais tarde ele descobriria que essa é uma “maldição” passada em sua linhagem familiar.

A proposta é misturar dois gêneros que costumam casar muito bem: a comédia e o terror. Enquanto alguns filmes como ‘Pânico’ são essencialmente terror com toques de humor, outros como ‘O Garoto do Futuro’ são comédias com elementos leves de terror. E se você achou familiar o nome do roteirista Jeph Loeb, saiba que você não está enganado, ele é o mesmo que depois se tornou roteirista de quadrinhos, escrevendo para as maiores editoras do segmento: Marvel e DC.

A ideia dos produtores era ter como chamariz um jovem ator famoso, e Michael J. Fox fazia sucesso na TV com ‘Caras e Caretas’.

Tendo o roteiro pronto, agora era preciso um diretor e um protagonista. A intenção do estúdio desde o início foi criar uma produção rápida e barata, que visasse capitalizar em cima da imagem de um jovem astro em ascensão. Rod Daniel foi escolhido para dirigir o longa ainda nos estágios iniciais da produção. Ele vinha de um background na TV e este foi seu primeiro filme para o cinema. Segundo reza a lenda, Daniel foi contratado após responder que o filme era sobre o relacionamento de pai e filho, ao invés de responder que era sobre lobisomens, como todos os outros candidatos haviam feito.

Para o papel principal, é claro, temos Michael J. Fox. O ator baixinho já fazia sucesso na sitcom ‘Caras e Caretas’ (Family Ties), que havia estrelado em 1982 e entrava em sua quarta temporada – no auge de sua popularidade. Ao todo, ‘Caras e Caretas’ durou sete temporadas até 1989. Na série, Fox interpretava o filho “careta” de um casal de ex-hippies liberais. A sacada cômica é que o filho adolescente era o conservador da história. Ter um astro jovem da TV em seu filme significava atrair exatamente o público-alvo desejado.

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Além de ficar coberto de pelos, Michael J. Fox seguiria no mesmo ano para estrelar ‘De Volta para o Futuro’, seu maior sucesso.

A narrativa é tratada de forma cômica e até cartunesca. Na trama, Fox vive Scott Howard, estudante colegial retraído, que não tem sucesso com as mulheres e vive sendo atormentado por valentões – ou seja, a típica fórmula identificável saída dos anos 80. A virada está no fato de que o rapaz ao adentrar à puberdade começa a sofrer transformações “cabeludas”. Porém, essa sua nova “versão lobo” (que chega inclusive durante o dia, em horário escolar) faz um tremendo sucesso com os colegas de classe e até com as meninas, tornando o protagonista extremamente popular. Ao invés de causar repulsa ou medo, o lobo muda a vida de Scott positivamente.

Estratégia Lucrativa

No mesmo ano em que fez ‘O Garoto do Futuro’, Michael J. Fox seguiria também para estrelar o maior sucesso de sua carreira, com ‘De Volta para o Futuro’. E podemos dizer que realmente foi obra do destino, pois o ator escolhido originalmente para ‘De Volta para o Futuro’ havia sido Eric Stoltz. O ator inclusive filmava o longa há um mês quando o diretor Robert Zemeckis decidiu que não dava mais e que Stoltz não era o ator certo para viver Marty McFly em seu filme sobre viagem no tempo. Mas enquanto Stoltz filmava, Michael J. Fox estava coberto de pelo em ‘O Garoto do Futuro’. É dito que Fox estava infeliz, mas sabia que era uma grande oportunidade de migrar da TV para o cinema, sonho de todo ator. Segundo relatos, Fox teria dito “Steven Spielberg está filmando no fim da rua e eu aqui interpretando um lobisomem”.

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Malandramente, os produtores de ‘O Garoto do Futuro’ esperaram o lançamento de ‘De Volta para o Futuro’ para surfar em seu sucesso.

Fox mencionava justamente ‘De Volta para o Futuro’, que tinha produção do criador de ‘Tubarão’, ‘E.T.’ e ‘Indiana Jones’. O golpe do destino veio com a saída de Eric Stoltz – a vaga ficou aberta e Michael J. Fox seria eternizado com o papel de McFly. Sabendo da substituição, os produtores de ‘O Garoto do Futuro’, que trabalhavam na pós-produção enquanto seu astro adentrava o ambicioso projeto, tiveram a brilhante ideia de adiar o lançamento de seu filme para capitalizar em cima do sucesso que certamente seria ‘De Volta para o Futuro’ – afinal tudo o que o midas Spielberg tocava virava ouro.

Dito e feito, ‘O Garoto do Futuro’ foi adiado para depois da estreia de ‘De Volta para o Futuro’ e surfou em seu sucesso na maior cara de pau. No entanto, cara de pau maior tiveram os profissionais responsáveis por dar o título do filme de lobisomem aqui no Brasil. Com a estratégia mais deslavada possível ‘Teen Wolf’ (Lobo Adolescente) viraria ‘O Garoto do Futuro’ em nossas terras tupiniquins, mesmo que a trama do filme nada tenha a ver com viagem no tempo. O marketing foi todo criado em cima do outro filme com “o garoto do futuro”. O fato fez grande parte do público ficar confuso ao adentrar a sessão e descobrir que o longa nada tinha de sci-fi, gênero que esperavam encontrar.

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O sucesso do filme garantiu um desenho animado, uma continuação dois anos depois e uma série dramática em 2011.

Legado

Michael J. Fox deixou claro que só topou estrelar ‘O Garoto do Futuro’ por dinheiro, e no fim das contas o verdadeiro filme responsável por sua revelação seria ‘De Volta para o Futuro’. Fox desgostou tanto que se recusou a retornar na eventual continuação. E sim, o longa fez sucesso suficiente para criar um legado na época. Hoje, é visto como obra cult.

O Garoto do Futuro’ atingiu em cheio o público-alvo – e como todo filme adolescente, termina acertando também o público infantil com força. Isso motivou a criação de um desenho animado que tinha como base o filme e estreou logo no ano seguinte, em 1986 – todos que viveram na época certamente lembram. Nos anos 80 era comum uma versão infantil na forma de desenho animado de um filme de sucesso, por mais inapropriado que ele fosse para isso. Alguns exemplos são as animações de ‘Rambo’, ‘Robocop’, ‘Loucademia de Polícia’, ‘Karatê Kid’ e ‘Os Caça-Fantasmas’.

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O filme se tornou um cult da época e este ano está completando 40 anos de sua estreia.

O desenho animado durou duas temporadas até 1987. E quando chegou ao fim, a saga dos lobisomens adolescentes cômicos não parou por aí. Isso porque o estúdio ainda tinha mais suco para espremer desta fruta. A opção desta vez foi por uma sequência do filme original. Porém, como Michael J. Fox já havia ganhado o mundo com ‘De Volta para o Futuro’ e dois anos depois lançava o drama roqueiro ‘Luz da Fama’ (ao lado da roqueira da vida real Joan Jett) e o sucesso de humor ‘O Segredo do Meu Sucesso’, a opção dos produtores foi por centrar a narrativa de ‘O Garoto do Futuro 2’ no primo de Scott, Howard, que também carrega o gene lobo da família. A continuação contou com outro roteirista e diretor, e foi estrelada por Jason Bateman.

Mas não parou por aí, pois ‘O Garoto do Futuro’ saiu dos anos 80 diretamente para os tempos atuais, bem, ao menos de 14 anos atrás e se transformou em uma série moderninha, criado nos moldes adolescentes de ‘Crepúsculo’ (2008), com conflitos juvenis de relacionamento e um teor de terror de mentirinha. Ou seja, com a mudança de época, Teen Wolf deixava de ser comédia para ser drama aborrecente. Mas não pense você que não fez sucesso com seu público-alvo. Com produção da MTV, ‘Lobo Adolescente’ (como se chamou por aqui) pode ser considerada a versão mais bem-sucedida da marca – já que durou nada menos que 100 episódios ao longo de seis temporadas.

O Garoto do Futuro’ custou US$4 milhões para ser produzido. O longa estreou no dia 23 de agosto de 1985 e ficou em segunda posição no ranking das maiores bilheterias dos EUA. Michael J. Fox era desbancado por… bem, por ele mesmo, já que ‘De Volta para o Futuro’ ainda estava em cartaz, em sua oitava semana (pasme) e ainda liderava as bilheterias na primeira posição (com um total de US$120 milhões só na Terra do tio Sam). Sim, o filme foi um fenômeno. Já ‘O Garoto do Futuro’ também não fez feio e só em seu fim de semana de estreia arrecadou US$6.1 milhões, já pagando seu custo de produção. O filme terminaria sua passagem nos cinemas com US$33 milhões apenas em seu país de origem, e entraria para a história como um dos cults mais queridos dos anos 80.

‘American Love Story’: Naomi Watts será Jackie Kennedy na nova série antológica de Ryan Murphy

O premiado produtor Ryan Murphy já definiu parte do elenco principal de sua aguardada série ‘American Love Story‘, derivada da antologia de sucesso ‘American Crime Story‘, do FX.

Segundo informações divulgadas pelo jornalista de cultura pop, Evan Ross Katz, Naomi Watts dará vida a Jackie Kennedy, enquanto o estreante Paul Kelly interpretará seu filho, John F. Kennedy Jr.

A série, que será exibida pelo canal FX, fará parte da nova fase de antologias de Murphy, em parceria com o estúdio 20th Television, com quem mantém contrato geral via Disney.

Sarah Pidgeon foi escalada para dar vida à Carolyn Bessette, esposa de John F. Kennedy Jr. 

Pidgeon é mais conhecida por ter estrelado a série ‘The Wilds: Vidas Selvagens‘.

A primeira temporada da série antológica vai acompanhar a trágica historia de amor de JFK Jr. e Bassette.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson serão os produtores executivos de ‘American Love Story‘.

A produção se une ao crescente universo de antologias criadas por Murphy, que também inclui ‘American Horror Story‘ e ‘Feud‘.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

Robert Eggers, Ari Aster e Jordan Peele! Conheça os Atuais Diretores Mestres do Terror em Hollywood…

Hollywood é a fábrica de astros e estrelas. Mas isso não se restringe apenas aos atores. Tanto os cinéfilos, quanto o público casual, conhecem bem os nomes de certos realizadores, os verdadeiros responsáveis pelo resultado de um filme. Cineastas como Jordan Peele, Ari Aster e Robert Eggers estão na boca do povo. O diretor é quem assume a função de comandar uma obra cinematográfica e é o responsável por seu sucesso ou seu fracasso – já que um filme é essencialmente a sua visão.

Abaixo falaremos justamente deles, diretores da nova geração que já se tornaram nomes badalados da sétima arte e que todos nós devemos prestar atenção. Mas não apenas isso, pois esses são realizadores que atuam principalmente em um gênero que gostamos muito: o terror. Um filme de gênero pode ser extremamente criativo, pois não necessita das amarras dos demais, ele não precisa agradar todo tipo de público, por exemplo. Isso permite uma liberdade maior aos diretores, que podem deixar sua imaginação correr solta, sem limite. Abaixo separamos alguns dos nomes mais quentes da indústria na atualidade, nomes que você deve prestar atenção ou se ligar para conhecer. Confira.

Robert Eggers

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Se você gosta de terror, certamente deve conhecer Robert Eggers. E se não gosta, a chance de já ter ouvido falar dele também é grande. Cineasta autoral, Eggers chamou atenção pelo mundo graças ao sucesso do “terror de arte” ‘A Bruxa’, um filme bem diferente do que o grande público está esperado a receber. E justamente por isso não é uma obra, digamos, muito comercial. Aliás, os filmes de Eggers não são. Mas o diretor vem fazendo um baita sucesso mesmo assim. A cada novo exemplar o sucesso só aumenta. O cineasta tem no currículo filmes como ‘O Farol’, ‘O Homem do Norte’ e o recente ‘Nosferatu’. Seu próximo projeto é uma versão de ‘O Lobisomem’, e ele também está encarregado da sequência do infantil ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ (1986), algo que já nos deixa completamente curiosos pelo seu nível de inusitado.

Ari Aster

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Ari Aster surgiu na mesma época de Robert Eggers e serviu para desafiar o reinado do diretor de ‘A Bruxa’. Embora ambos façam um tipo de terror similar, ou seja, filmes com uma pegada mais alternativa e menos comercial, os filmes de Ari Aster ainda são mais, digamos, vendáveis. Bem, ao menos os seus dois primeiros. Justamente por isso, com ‘Hereditário’ e ‘Midsommar’, Aster se tornou um cineasta de apelo maior dentro do gênero terror, que fugia das rodinhas cinéfilas, ou não agradava somente a eles. Tudo mudou quando ele decidiu embarcar em sua obra mais ambiciosa, ‘Beau tem Medo’, com Joaquin Phoenix, um filme tão fora da caixinha que terminou tirando um pouco do brilho do que o cineasta vinha realizando. Porém, ele pode voltar aos trilhos com seu próximo projeto, sobre uma cidadezinha misteriosa, que conta com Emma Stone no elenco.

Jordan Peele

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Mesmo dentro do terror, existe um estilo que você pode pegar para construir sua carreira em cima. Veja o caso com o diretor Jordan Peele, que apenas com três longas já se tornou um dos cineastas mais poderosos e influentes de Hollywood. Oriundo da comédia, ninguém entendeu nada quando Peele decidiu fazer filmes de terror. Porém, suas obras não são apenas filmes de terror, e ele foi esperto ao utilizar muito humor nelas também. Mas não apenas isso, os filmes de Peele possuem uma carga social, sempre dando um recado importante. Seus filmes, como ‘Corra!’, ‘Nós’ e ‘Não! Não Olhe!’ são altamente representativos para a comunidade negra. O próximo da lista do cineasta, ainda sem título, chega ano que vem.

Ti West       

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Ti West é um dos diretores mais experientes da lista. E embora seja igualmente uma voz jovem, já realiza seus filmes desde a década de 2009. Com a pegada do cinema independente, West entregou obras cult, mas que nunca atingiram o grande público, apenas os aficionados por terror e os cinéfilos. Mesmo assim, você deve assistir a longas como ‘A Casa do Diabo’ (2009) e ‘Hotel da Morte’ (2011), duas verdadeiras preciosidades. No entanto, a popularidade do diretor aumentou muito graças ao sucesso de ‘X – A Marca da Morte’ (2022), homenagem a clássicos como ‘O Massacre da Serra Elétrica’, mas como muito humor e originalidade. O sucesso permitiu que West investisse em uma trilogia – e assim nasceu ‘Pearl’ (ainda mais elogiado que o anterior) e ‘MaxXxine’, a conclusão desta “saga”.

Fede Alvarez

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O uruguaio Fede Alvarez é a prova viva de que a internet é uma excelente ferramenta de divulgação do trabalho de um artista. Foi através do Youtube que o então ilustre desconhecido postou um curta chamado ‘Ataque de Pânico’, sobre uma invasão alienígena em grande escala, e rapidamente chamou atenção pela qualidade. Mas não chamou atenção apenas do público, como de Hollywood também. Logo, ele seria convidado para tocar o remake de ‘A Morte do Demônio’, de Sam Raimi, em 2013. O diretor deu sequência com o ótimo ‘O Homem nas Trevas’ três anos depois. E embora tenha escorregado com ‘A Garota na Teia da Aranha’, recuperou a boa forma ano passado com ‘Alien: Romulus’.

Osgood Perkins

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A realeza do terror está no sangue do cineasta Osgood Perkins. Isso porque o cineasta é filho de ninguém menos que o Norman Bates de ‘Psicose’ em pessoa, Anthony Perkins. E o diretor faz valer o seu sobrenome como realizador. Embora seus três filmes iniciais não tenham chamado muita atenção, Perkins se tornou um nome conhecido na indústria graças ao sucesso cult de ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, um dos filmes do gênero mais comentados dos últimos anos. E o cineasta deu continuidade a essa boa forma, emendando esse ano com ‘O Macaco’, baseado em um texto de Stephen King – que rendeu inúmeros elogios, em especial pelo uso do humor ácido. Para esse ano ele já tem engatilhado outro projeto, chamado ‘Keeper’.

Parker Finn           

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Para certos realizadores tudo o que basta é o projeto certo. Mesmo que você tenha em seu currículo filmes anteriores que não chamaram tanta atenção, pode tirar a sorte grande e se reinventar, tudo o que basta é um sucesso. E se você é um cineasta novato, e emplaca logo de cara um sucesso, melhor ainda. É o caso com Parker Finn, que tinha apenas dois curtas em seu currículo, até assumir a direção de ‘Sorria’ em 2022. Aliás o conceito do filme parece realmente ter surgido de um curta. O longa se tornou um sucesso muito comentado e ganhou rapidamente sinal verde do estúdio para uma sequência. Esperto, Finn foi se reinventou e criou uma parte dois totalmente diferente do original, centrada em outra história e outros personagens. Resultado: para grande parte do público e dos críticos, conseguiu criar um filme ainda melhor. O cineasta já prepara a parte três de sua franquia.

Danny e Michael Philippou

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O que foi dito de Parker Finn acima, facilmente pode ser usado também para os irmãos Philippou, que tiraram a sorte grande ao ter seu projeto aprovado pela A24, a casa do cinema alternativo autoral em Hollywood. O texto dos irmãos para ‘Fale Comigo’ mostra um grupo de jovens australianos se aventurando por uma brincadeira muito perigosa, falar com os mortos através de uma mão embalsamada. A graça do filme, no entanto, são as relações e o drama, seja da protagonista com sua melhor amiga, ou do trauma de lidar com a perda da mãe. Os diretores já estão produzindo uma parte dois, mas enquanto ela não sai, lançarão o original ‘Faça Ela Voltar’ este ano.

Zach Cregger    

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Centenas de filmes de terror são lançados todos os anos. Poucos são os que se destacam. Mas os que conseguem fazer isso tem a capacidade de colocar o nome de todos os envolvidos no mapa, incluindo o do diretor. Poucos foram os filmes de terror tão comentados dos últimos anos quanto ‘Noites Brutais’ (2022), longa que é basicamente dois filmes de terror em um só – podendo ser dividido em duas partes, assim como ‘Um Drink no Inferno’ (1996). O também ator Zach Cregger é quem dirige. O sucesso já deixou seu nome entre os que devemos ficar de olho. E ele voltará esse ano com ‘Weapons’, filme que deve igualmente dar o que falar. Mas não apenas isso, pois ele resolveu dizer sim para a nova versão de ‘Resident Evil’ nas telonas. Será que fez uma boa escolha.

Mike Flanagan

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Por fim, o último diretor selecionado dispensa apresentações, embora muitos possam não conhecer seu nome ainda. Mike Flanagan é provavelmente o diretor com maior bagagem dentro do terror na atualidade, o que o categoriza como um verdadeiro mestre. Dentre os filmes que já dirigiu no gênero temos ‘O Espelho’, ‘Hush: A Morte Ouve’, ‘O Sono da Morte’, ‘Ouija: Origem do Mal’, ‘Jogo Perigoso’ e ‘Doutor Sono’, baseado em Stephen King. Mas Flanagan não fica só nisso, e em 2018 começou uma muito bem-sucedida parceria com a Netflix, criando séries impressionantes, que se destacam como algumas das melhores do gênero. Produções como ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘A Maldição da Mansão Bly’, ‘Missa da Meia Noite’ e ‘A Queda da Casa de Usher’. Agora ele está envolvido com um novo reboot de ‘O Exorcista’.

YouTube reforça punições a canais que produzem trailers falsos com uso de IA

O YouTube intensificou suas medidas contra canais que divulgam trailers de filmes falsos. A decisão surge após uma investigação do Deadline que expôs a amplitude e a sofisticação dessas produções enganosas.

Conforme apurou a reportagem, o YouTube suspendeu a monetização de anúncios nos canais Screen Trailers e Royal Trailer, duas contas alternativas gerenciadas pelos mesmos criadores por trás do Screen Culture e do KH Studio.

O Screen Culture e o KH Studio já haviam sido suspensos em março. Esses canais figuravam entre os maiores produtores de trailers conceituais, que frequentemente utilizam inteligência artificial para gerar engajamento e, em alguns casos, induzem os usuários a acreditar na autenticidade dos vídeos.

Em comunicado oficial, o YouTube declarou: “Nossas decisões de aplicação, incluindo suspensões do Programa de Parceiros do YouTube, abrangem todos os canais que possam pertencer ou ser operados pelo criador afetado”.

É importante ressaltar que as políticas de monetização do YouTube estabelecem que, caso os criadores utilizem material de terceiros, é necessário “alterá-lo significativamente para torná-lo seu”. Adicionalmente, os vídeos não devem ser “duplicados ou repetitivos” e não devem ser criados com o “único propósito de obter visualizações”.

Além disso, as políticas de desinformação do YouTube proíbem conteúdo que tenha sido tecnicamente manipulado ou adulterado com o intuito de enganar os espectadores.

EXCLUSIVO: Trailer legendado de ‘Stella: Vítima e Culpada’, sobre jovem judia alemã durante o regime nazista

Homem e mulher estilosos em fundo amarelo geométrico

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado de ‘Stella: Vítima e Culpada‘ (Stella: A Life).

Stella é uma jovem judia alemã que cresce em Berlim durante o regime nazista. Apesar da repressão no país, ela sonha em ser cantora de jazz.

A vida da garota se transforma em uma tragédia quando, em fevereiro de 1943, ela é forçada a se esconder com os pais. Porém, após ser capturada e torturada pela Gestapo, Stella aceita uma condição para evitar que ela e a família sejam mandados para o campo de concentração de Auschwitz: trair e deletar outros judeus.

Assista:

O filme chega aos cinemas dia 29 de Maio, com distribuição da Mares Filmes.

‘Demolidor: Renascido’: Krysten Ritter retorna como Jessica Jones na segunda temporada da série

Krysten Ritter está oficialmente de volta ao universo Marvel. A atriz reprisará o papel da investigadora particular com superpoderes Jessica Jones na segunda temporada de ‘Demolidor: Renascido‘, marcando sua entrada no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) após o sucesso de sua personagem durante a era Netflix.

A revelação foi feita durante a apresentação da Marvel na upfront da Disney nesta terça-feira, em Nova York, voltada a anunciantes. Ritter surpreendeu o público ao subir ao palco ao lado de Charlie Cox, o intérprete do Demolidor, oficializando o retorno de Jones e reforçando a integração dos personagens da antiga parceria entre Marvel e Netflix ao MCU.

A série original ‘Jessica Jones‘, exibida entre 2015 e 2019, foi amplamente elogiada pela crítica, conquistando prêmios e estabelecendo Ritter como uma das grandes protagonistas do universo televisivo da Marvel. Sua abordagem sombria e psicológica para os temas de trauma e abuso deixou marca no público e é considerada uma das melhores produções do antigo catálogo.

A adição de Ritter a ‘Renascido‘ reforça a proposta do estúdio de unificar as linhas narrativas do passado com a atual fase do MCU, trazendo rostos familiares e reverberando o legado das séries originais.

Segundo fontes internas, o desempenho da série no Disney+ tem sido sólido, com aumento de audiência especialmente nos episódios finais. O interesse renovado também impulsionou os números das temporadas da Netflix, agora disponíveis exclusivamente na plataforma Disney+.

O retorno de Jessica Jones aponta para uma nova fase de integração e nostalgia, abrindo espaço para mais reencontros com personagens queridos — e talvez, mais surpresas para os fãs da era Marvel-Netflix.

Recentemente, Matthew Lillard foi confirmado no elenco da 2ª temporada. No entanto, detalhes sobre seu personagem ainda não foram revelados.

Durante uma entrevista ao ComicBookMovie, Lillard foi questionado sobre o que poderia compartilhar sobre o papel: “É Marvel, então… nada. Acho que a Marvel é ainda mais sigilosa que Star Wars, mas posso dizer que estou dentro do universo”.

O ator também revelou que sua participação é, por enquanto, modesta: “É um papel meio pequeno por agora, mas espero que as pessoas gostem e que ele volte de alguma forma”.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

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‘Mestres do Universo’: Foto de bastidores revela visual de Camila Mendes como Teela; Confira!

As filmagens de Mestres do Universo, adaptação live-action do clássico desenhoHe-Man e os Mestres do Universo, ganharam novas imagens de bastidores. As fotos destacam Camila Mendes no papel de Teela e também mostram Nicholas Galitzine como o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man.

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A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

O elenco ainda conta com Camila Mendes como Teela, Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

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Crítica | Karatê Kid: Lendas – Novo Filme da Franquia Equilibra Nostalgia e Novos Rumos

As grandes franquias de sucesso das últimas décadas do século XIX aos poucos vêm ganhando novos capítulos através de remakes, reboots e sequências que ajudam a trazer aquele universo de tanto sucesso para o público de hoje. Recentemente, na Netflix, a saga de Daniel San ganhou novos ares com a série ‘Cobra Kai’, que teve uma boa recepção de público. Uma vez que houve demanda do público, não era difícil de imaginar que outras possibilidades fossem pensadas para a querida franquia ‘Karatê Kid’, e a resposta não demorou a vir: a partir dessa semana estreia nos cinemas de todo o país o longa ‘Karatê Kid: Lendas’.

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Li Fong (Ben Wang, de ‘Meninas Malvadas’) é um rapaz que ainda sofre de uma perda muito grande que teve em sua vida. Por conta disso, sua mãe (Ming-Na Wen) toma uma decisão radical: vão se mudar para Nova York, onde Li tem que se manter afastado das lutas. Mas é claro que isso não funciona porque já no primeiro dia na nova cidade ele sai para comprar pizza e conhece a jovem Mia (Sadie Stanley, de ‘Cruel Summer’), cujo pai, Victor (Joshua Jackson, de ‘Dawson’s Creek’) além de ser dono do estabelecimento, também é um ex-campeão de boxe undergroung em competições do bairro. Só que Joshua está devendo dinheiro para um agiota, e, para conseguir sanar a dívida e manter seu restaurante, ele pedirá ajuda para Li, para que o treine de modo a vencer essa grande luta.

De um modo geral, ‘Karatê Kid: Lendas’ é uma simpática diversão com sabor de nostalgia, entregando tudo que se espera de um novo episódio com a intenção de passar o bastão e manter a chama acesa na franquia: diálogo com a juventude atual, elementos épicos do passado, participações especiais (Jackie Chan como Mr.Han e Ralph Macchio como Daniel LaRusso) e uma intenção de expandir, seguindo possivelmente por outras vertentes.

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Mas, ao mesmo tempo, o filme de Jonathan Entwistle acaba se enrolando na sua vontade, trazendo uma história que se desenvolve em outra e que se desenvolve em outra, o que acaba dando a sensação de que o filme é muito mais longo do que suas quase duas horas de duração. Essa escolha também faz com que o filme não solucione de maneira satisfatória algumas das questões que ele mesmo levanta, como o lance da tal dívida de Victor, que no final das contas vira apenas um gatilho para que Li se envolva em uma outra competição, contra Connor Day (Aramis Knight), que aparece desde o início no caminho do protagonista, mas que espera vários minutos para enfim acertar suas contas com o jovem chinês. Assim, fica a impressão de que o roteiro de Rob Lieber se juntou com outro roteiro para tentar condensar o melhor dos dois, o que resultou num filme com muita história para contar e pouco tempo para aprofundar.

Entretanto nada disso tira o brilho da diversão de ‘Karatê Kid: Lendas’, cujo protagonista Li Fong aguarda o momento certo para brilhar. Suas cenas de treino e de luta são belamente coreografadas e dá para perceber o empenho do garoto em fazer tudo parecer bonito ao espectador. Ben Wang tem talento e carisma na medida certa para carregar a franquia a outros ventos.

Entre a novidade e a nostalgia, entre o oriente e o ocidente, ‘Karatê Kid: Lendas’ entrega humor, ação e entretenimento bem pipocão mesmo para quem não viu nada dos outros filmes. Um bom filme de arte marcial para agradar a todos os públicos.

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‘Thunderbolts*’: Lewis Pullman detalha preparação intensa para interpretar o Sentinela

Lewis Pullman, que interpreta Bob e o Sentinela emThunderbolts*’, compartilhou ao Mens Health, recentemente detalhes fascinantes sobre seu intenso treinamento para dar vida a esses dois personagens distintos no novo longa da Marvel.

“O desafio crucial foi encontrar um tipo físico que funcionasse tanto para Bob quanto para o Sentinela. Eles são indivíduos muito diferentes, com propósitos narrativos distintos. Tornar essa transição crível e impactante em um período tão curto de tempo foi complexo. Felizmente, contei com a orientação de um treinador incrível, Brendan Johnston, que focou em construir definição e os músculos pequenos e intrincados que realçam a silhueta, em vez de buscar ganho de massa excessivo. O boxe desempenhou um papel fundamental nesse processo, algo que eu não tinha muita experiência, mas que realmente adorei. Continuei praticando após o término da produção, pois não sou fã de cardio. Não gosto da sensação de exaustão extrema ao me exercitar, pois isso me desmotiva a voltar à academia. Preciso que seja divertido para manter a consistência. O boxe se mostrou uma ótima maneira de alcançar isso, pois você se esquece do esforço intenso e trabalha diversas partes do corpo, recrutando músculos que geralmente ficam adormecidos”, explicou Pullman.

Sobre o treinamento específico para as cenas de luta, o ator detalhou: “Foi um dos treinamentos de dublês mais práticos e intensos que já participei. Tive a sorte de trabalhar com um dublê incrível, Alec Back, que se tornou um grande amigo. Ele é extremamente experiente e possui um histórico versátil. Juntos, pudemos coreografar as lutas do Sentinela de uma maneira muito específica para mim e para a visão que tínhamos para esse super-herói”.

Pullman também revelou sua pesquisa para diferenciar os estilos de luta dos dois personagens: “Pesquisei bastante, buscando que o Sentinela tivesse um estilo de luta e uma silhueta próprios. Era crucial para mim distinguir como o Sentinela lutava em comparação com Bob. Isso significava permitir que alguns dos meus instintos mais naturalmente desleixados se manifestassem com Bob, para que suas brigas parecessem mais com confrontos de pátio de escola – desordenadas, desconexas e sem forma definida. Já com o Sentinela, buscamos movimentos muito controlados, quase sem esforço e extremamente precisos, para que a reação ao seu impacto, em contraste com o pouco esforço aparente, fosse drástica, transmitindo a imensa potência contida nele”.

O ator também compartilhou uma experiência desafiadora nas filmagens: “Obrigado por perguntar isso! Ninguém me questionou sobre essa sequência, e foi uma das mais difíceis de gravar! Como mencionei, eu era um iniciante no boxe, e a luta tem elementos desse estilo. Tive que interpretar os dois lados, mas felizmente contei com Alec, meu dublê, que interpretava meu outro ‘eu’ quando eu estava diante da câmera. A coreografia era complexa e extensa, exigindo alternância constante entre os personagens a cada tomada. Filmamos a luta inúmeras vezes, com luz estroboscópica piscando entre as partes que estávamos interpretando. Era mentalmente exaustivo lembrar em uma fração de segundo se eu deveria dar ou receber o soco. Felizmente, Alec é muito ágil, o que nos permitiu improvisar com precisão. Foi quase mais cansativo mentalmente do que fisicamente”.

Pullman também refletiu sobre a experiência de lutar contra si mesmo no longa: “Foi algo tão operístico e climático para mim, pessoalmente, vivenciar essa dualidade. Sinto que muitas vezes somos nossos piores inimigos. Assumimos que precisamos manter essas vozes negativas por perto por razões de sobrevivência, para nos proteger do perigo. Mas, frequentemente, elas assumem a pior versão de nós mesmos e prejudicam nosso crescimento como pessoas e como seres emocionalmente disponíveis. Portanto, passar pelo ato de suprimir esses sentimentos negativos foi realmente poderoso para mim”.

Thunderbolts*’ está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica em Vídeo | ‘Thunderbolts*’ é um aguardado retorno da Marvel Studios à boa forma

Crítica | ‘Thunderbolts*’ explora temas profundos e traz o MCU de volta à boa forma

Crítica 2 | ‘Thunderbolts*’ é uma reunião sindical com os trabalhadores do MCU

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Crítica | ‘A Avaliação’ é uma visceral narrativa guiada pelas performances irretocáveis de Alicia Vikander e Elizabeth Olsen

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Narrativas distópicas costumam partir de tropos bastante conhecidos, seja em qualquer área da criação artística: desde a queda da civilização moderna à ascensão de um governo totalitário, passando pela criação de grupos dissidentes e rebeldes que enfrentam um antagonista em comum e pincelando toda a atmosfera com incursões sci-fi, são inúmeras as produções que trazem esses elementos à tona. Apenas a encargo de exemplificação, temos ‘Jogos Vorazes’, ‘Expresso do Amanhã’, ‘Maze Runner’, ‘Mad Max’ e outros títulos como exemplos que conquistaram o público e a crítica e que deram origem a uma série de produções similares. Mas o que acontece quando a estrutura épica de obras do gênero é acobertada com um potente drama psicológico?

É a partir disso que A Avaliação, filme recém-chegado ao catálogo do Prime Video, se desenrola. O longa, estrelado por Alicia Vikander, Elizabeth Olsen e Himesh Patel, reduz a arquitetura epopeica e grandiosa e nos leva a uma sociedade controlada por um rígido governo que obriga todos a ingerir uma substância esterilizante a fim de controlar o crescimento populacional desorganizado, em virtude da escassez de recursos naturais – e que culmina, inclusive, no extermínio completo de animais de estimação para garantir a continuidade da raça humana. Aqueles que se voltam contra as imposições são mandados ao Velho Mundo, sem possibilidade de retornar e marcados como perigosos cismáticos que podem colocar tudo a perder.

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Nesse contexto, Mia (Olsen) e Aaryan (Patel) vivem um dia após o outro preparando-se para a dádiva de ter um filho – que só pode ser concedido pelo Estado e através de um procedimento em que a criança é gerada fora do útero e com o material genético dos progenitores. Vivendo em uma área isolada e focando em desenvolvimentos que ajudem a sociedade, o casal recebe a visita de uma avaliadora oficial chamada Virginia (Vikander), que revela que irá acompanhá-los em um intenso e detalhado processo que durará uma semana e que, eventualmente, terminará numa resposta positiva ou negativa (e definitiva, visto que a palavra final da responsável pelo caso é a que conta e não pode ser alterada). O que Mia e Aaryan não esperavam é que a avaliação se transformaria em um tormento psicológico trazendo à tona todos os sacrifícios necessários que um infante traria à vida deles – e que levaria Virginia a se comportar como uma criança em seus piores dias.

Como podemos ver, a ambientação costumeira das distopias é descontruída e transformada em um poderoso e visceral suspense intimista que nos arrebata desde os primeiros momentos e nos conduz em uma montanha-russa de sentimentos que reflete na realidade que enfrentamos – e que lança luz a questões parentais que são discutidas até hoje. Mia e Aaryan, ao perceberem as provas pelas quais Virginia os faz passar, se veem arremessados em um vórtice de sentimentos que é traduzido com honestidade máxima para os espectadores, garantindo um envolvimento completo e inescapável à medida que confrontamos nossa própria pequenez perante forças incontroláveis. As metáforas por trás do enredo são mascaradas pelos tropos da ficção científica e por incursões sociopolíticas profundas, materializadas no arquétipo de cada personagem.

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Cada membro do elenco faz um trabalho digno – desde Patel, mergulhando de cabeça em uma personalidade traumatizada e que busca realização completa no desejo desesperado de formar uma família, até a cirúrgica presença de nomes como Indira Varma e Minnie Driver. Entretanto, Olsen e Vikander são as grandes estrelas da narrativa ao se entregarem de corpo e alma a interpretações fabulosas e intrínsecas, compartilhando de uma química esplendorosa e tendo seus respectivos momentos de glória ao estarem em cena sozinhas. Olsen nos presenteia com o que apenas podemos encarar como uma das melhores atuações de sua carreira, navegando pelas dúvidas e pela autossabotagem de Mia, enquanto Vikander retorna às glórias de sua versatilidade ao eternizar a ingênua Virginia em uma tocante performance.

O trabalho artístico tangencia a impecabilidade: Fleur Fortuné faz uma gloriosa estreia diretorial ao assumir as rédeas desse ambicioso projeto, imortalizando uma estrutura cênica que coloca cada persona em conflito máximo com seus medos mais profundos. A cineasta parte do sólido roteiro assinado por Dave Thomas, Nell Garfath-Cox e John Donnelly, além de se aliar com a habilidosa construção fotográfica de Magnus Nordenhof Jønck, que transforma cada frame em uma pintura atemporal. E isso não é tudo: as incursões convergem para a utilização pontual de uma obra de arte conhecida, ‘Composição com Vermelho, Amarelo e Azul’, de Piet Mondrian, ressignificando a ideia de equilíbrio para mostrar que o conceito de harmonia é utópico e inalcançável.

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Concluindo-se em uma mistura irretocável de pessimismo, otimismo e realismo, A Avaliação sagra-se como um dos melhores títulos do ano por contar com grandes nomes à frente e atrás das câmeras – desenrolando-se de forma a reformular os convencionalismos dos dramas distópicos sci-fi e garantindo uma experiência maximizada que nos deixa em êxtase mesmo depois dos créditos de encerramento subirem.

‘Selena Y Los Dinos’: Aclamado documentário lançado no Festival de Sundance é adquirido pela Netflix

A Netflix adquiriu os direitos do aguardado documentário ‘Selena y Los Dinos’, dirigido por Isabel Castro, que retrata a ascensão da icônica cantora Selena Quintanilla e sua banda familiar.

O longa será lançado globalmente ainda neste inverno, ampliando o alcance do legado da artista conhecida como a “Rainha da Música Tejana”.

O filme estreou no Festival de Sundance de 2025, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri na categoria Documentário dos EUA por sua abordagem com material de arquivo. A repercussão seguiu nos festivais de SXSW e Miami, onde venceu o prêmio do público — um forte indicativo do apelo duradouro de Selena junto a fãs antigos e novos.

Com registros inéditos extraídos do acervo pessoal da família, o documentário oferece um olhar íntimo sobre a trajetória de Selena — desde os dias se apresentando em festas de quinze anos até a consagração nos palcos de grandes estádios. A obra promete revelar facetas pouco conhecidas da artista, humanizando a figura que se tornou símbolo cultural para gerações.

“Estamos muito empolgados em finalmente compartilhar que nosso documentário Selena y Los Dinos chegará à Netflix! É gratificante poder contar com uma plataforma que leva a história de Selena a fãs do mundo inteiro”, declarou Suzette Quintanilla, irmã da cantora e produtora executiva do projeto.

A diretora Isabel Castro também celebrou a parceria:

Selena continua a inspirar milhões com sua trajetória única. Como cineasta, eu queria honrar sua ascensão extraordinária e legado duradouro, mostrando também sua vida fora dos holofotes. Com arquivos pessoais e entrevistas íntimas com sua família, o filme revela novas dimensões de sua jornada. Sou imensamente grata pela confiança da família”.

O filme também chamou a atenção do mercado pelo valor expressivo de sua aquisição: entre US$ 6 e US$7 milhões, segundo o Deadline, o que o coloca entre os maiores acordos já feitos para um documentário saído do Festival de Sundance.

Produzido pela Polygram Entertainment, Amsi Entertainment e Motto Pictures, o longa conta com produção de Julie Goldman, Christopher Clements, J. Daniel Torres, David Blackman e Simran Singh, além de ter AB Quintanilla III e Michele Anthony como produtores executivos.

Selena foi assassinada em 1995 aos 23 anos e sua morte teve um impacto devastador, especialmente na comunidade latina nos EUA. Três décadas depois, seu legado permanece vivo e a artista ainda é considerada uma das grandes forças da música POP, bem como uma das maiores perdas da indústria fonográfica.

Halle Berry revela que precisou trocar de vestido por causa da nova regra de vestimenta do Festival de Cannes

A estrela Halle Berry causou surpresa ao revelar que precisou alterar seu vestido de última hora devido às novas diretrizes implementadas no Festival de Cinema de Cannes.

Conforme noticiado pela Variety, Berry surpreendeu ao explicar que a mudança em seu traje se deu por conta de uma cauda excessivamente longa.

“Eu tinha um vestido Gupta incrível que não poderei usar esta noite porque a cauda é grande demais”, declarou Berry. “Não vou infringir as regras. A parte da nudez também provavelmente é uma regra sensata”.

Pouco antes do início da edição de 2025, os organizadores de Cannes anunciaram que o evento proibiria nudez e vestimentas “excessivamente volumosas”. Vestidos com caudas longas e outros elementos que pudessem obstruir o tapete vermelho também foram vetados.

Sobre as alterações, o festival esclareceu que estas estão em consonância com “o quadro institucional” do Festival de Cannes e a legislação francesa.

“Este ano, o Festival de Cannes tornou explícitas em sua carta certas regras que já estavam em vigor há muito tempo. O objetivo não é regular o vestuário em si, mas proibir a nudez completa no tapete vermelho, em conformidade com o quadro institucional do evento e a legislação francesa”, detalha a nova diretriz do festival.

Cannes adicionou que “reserva-se o direito de negar acesso a indivíduos cujo traje possa obstruir o movimento de outros convidados ou dificultar a organização dos assentos nas salas de exibição”.

Crítica em Vídeo | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é uma das MELHORES entradas da franquia slasher

Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror, chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio – e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.

Confira:

O filme conquistou uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação, baseada em 48 análises.

A maioria dos críticos considera o longa divertido e uma obra que honra o legado da franquia.

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“É uma diversão contagiante, repleta de referências sutis aos filmes anteriores e trilhas sonoras estrategicamente inseridas para agradar aos fãs mais fiéis da franquia”, disse Gregory Nussen do Deadline.

“A combinação de CGI e efeitos práticos funciona perfeitamente, e as sequências são editadas de forma sádica para gerar máxima tensão, aliviada, felizmente, por frequentes doses de humor mordaz”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“Você não pode escapar da Morte e, diante de um capítulo tão bem executado de uma franquia de terror como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, nem deveria querer”, disse Becky Darke do Total Film.

“Os fãs podem sair de Laços de Sangue satisfeitos com a revitalização da fórmula, mas, fiel à tradição da franquia, isso acontecerá principalmente porque três cenas são de fato interessantes”, disse Spencer Perry do ComicBook.

“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é um verdadeiro espetáculo, uma montanha-russa de emoções, e sem dúvida a versão mais divertida da franquia”, disse Nadir Samara do Screen Rant.

“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ prova que, mesmo com seis filmes, a franquia ainda tem vida, e muita morte, pela frente”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“Com as franquias de terror constantemente ressurgindo, Laços de Sangue se destaca como uma das mais frescas que vimos em muito tempo. É uma mistura impecável de voltar às origens e, ao mesmo tempo, trazer algo inovador, repleto de sangue e ossos estalando”, disse Emma Kiely do Collider

“Muitos fãs certamente ficarão felizes com o retorno de Premonição após tanto tempo, mas será que essa ânsia movida pela nostalgia vale a pena se o filme não surpreender? No fim das contas, este é o mesmo Premonição que você já viu antes”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Engraçado, delicado, afiado e cruel, ‘Laços de Sangue’ tem suas falhas, mas ainda assim confirma O design da morte como uma força digna de seu próprio lugar especial no hall da fama do terror”, disse Alison Foreman do IndieWire.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

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‘Tudo é Justo’: Série com Kim Kardashian ganha teaser LEGENDADO, cartaz e imagens oficiais; Confira!

O Disney+ divulgou o teaser legendado da série ‘Tudo é Justo‘ (All’s Fair), novo drama legal do Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Confira, com o cartaz e as imagens oficiais:

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O elenco ainda contará com Naomi Watts, Niecy Nash, Sarah Paulson, Glenn Close, Ed O’Neill, Teyana Taylor e Matthew Noszka.

O projeto está sendo descrito como um drama “adulto, sofisticado, sexy e brilhante”.

Na trama, Kardashian interpreta a mais bem-sucedida advogada de divórcio de Los Angeles, dona de um escritório de advocacia exclusivamente feminino.

Jon Robin Baitz, de ‘Feud: Capote vs. The Swans‘, assina o roteiro ao lado de Joe Baken (‘American Horror Stories’).

Sem data de estreia, a produção será lançada no segundo semestre de 2025.

‘007’: Halle Berry comenta possibilidade de interpretar versão feminina de James Bond

A talentosa Halle Berry, eternamente lembrada por sua interpretação da memorável Jinx na franquia 007, compartilhou recentemente suas reflexões sobre a amada série de filmes de espionagem.

Durante o prestigiado Festival de Cinema de Cannes, a atriz foi questionada sobre a possibilidade de retornar a esse universo cinematográfico icônico e até mesmo sobre a hipotética chance de assumir o papel do próprio James Bond.

Em declarações reproduzidas pela Variety, Berry expressou sua opinião sobre a direção futura da franquia: “Não sei se 007 deveria ser uma mulher”.

Ao abordar a possibilidade de um spin-off focado em sua personagem, ela acrescentou com uma ponta de nostalgia: “Houve um tempo em que isso poderia ter acontecido. Provavelmente deveria ter acontecido. Eu adoraria que tivesse acontecido”.

007 um novo dia para morrer plano critico (1)
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Enquanto isso, os produtores Amy Pascal e David Heyman estão em negociações com a Amazon MGM para desenvolver a franquia James Bond. A Variety reportou que as negociações ainda estão em andamento, e nenhum acordo será fechado até que a Amazon finalize a compra do controle criativo da franquia, atualmente nas mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.

Vale lembrar que Andy Jassy, CEO da Amazon, falou recentemente sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”  

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

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‘The Life And Deaths Of Wilson Shedd’: Amanda Seyfried e Scoot McNairy vão estrelar thriller dirigido por Tim Blake Nelson

A indicada ao Oscar Amanda Seyfried (‘Mank‘) e Scoot McNairy (‘Um Completo Desconhecido‘) vão protagonizar o novo suspense ‘The Life and Deaths of Wilson Shedd‘, escrito e dirigido por Tim Blake Nelson.

O longa, que já está sendo filmado na Geórgia (EUA), promete ser um mergulho intenso em temas como punição, desejo e os limites da humanidade.

A trama gira em torno de uma professora presa a um casamento abusivo que aceita um emprego em uma prisão de segurança máxima. Lá, ela se envolve com um preso carismático, iniciando uma cadeia de eventos que desafia noções de moralidade, justiça e sobrevivência emocional.

O projeto é produzido por Julie Buck, Nelson, Ryan Bartecki, Miles David Romney e Billy Hines, com produção executiva de Christopher Hines e Gary Levinsohn. A produção é das empresas Co Created Media, V42 e Red Barn Films, de Tim Blake Nelson. A WME está à frente das vendas domésticas.

Nelson, conhecido tanto por seu trabalho como ator quanto como diretor, celebrou o elenco reunido.

“Sinto-me profundamente sortudo por contar essa história com um elenco tão extraordinário. Sempre admirei Amanda e trabalhar com ela no filme ‘Ann Lee‘ confirmou o quanto ela é uma pessoa excepcional, além de talentosa. Quanto ao Scoot, é maravilhoso poder oferecer a ele um papel tão exigente. Ninguém viu ainda o que ele está prestes a fazer neste filme”. 

O diretor também destacou a ligação pessoal com a região onde o filme se passa:

“Este é meu terceiro longa ambientado em Oklahoma, um lugar que amo. É uma história difícil, mas feita para agarrar o público e não soltar. Reunimos um time dedicado a criar algo não apenas envolvente, mas inesquecível”. 

The Life and Deaths of Wilson Shedd‘ ainda não tem previsão de estreia.

Morre aos 92 anos Robert Benton, vencedor do Oscar responsável por ‘Kramer vs. Kramer’ e ‘Superman: O Filme’

Roy Scheider, Meryl Streep, Jessica Tandy, Joe Grifasi, Sara Botsford

Robert Benton, um dos grandes nomes do cinema americano, faleceu no último domingo (11) aos 92 anos em sua casa em Manhattan. A informação foi confirmada ao The New York Times por sua assistente e empresária, Marisa Forzano.

Com uma carreira que atravessou mais de quatro décadas, Benton foi responsável por alguns dos filmes mais emblemáticos do cinema norte-anericano, como Bonnie & Clyde‘ (1967), ‘Kramer vs. Kramer‘ (1979) e ‘Um Lugar no Coração‘ (1984).

Nascido em Waxahachie, no Texas, durante a Grande Depressão, Benton cresceu em um cenário que influenciaria diretamente sua obra. Seu olhar sensível para temas sociais e familiares marcou profundamente a cinematografia americana do final do século 20.

Benton começou sua carreira no mundo editorial, como editor da Esquire nos anos 1960, em plena efervescência do movimento conhecido como New Journalism. Foi lá que conheceu David Newman, com quem escreveria o roteiro de estreia, ‘Bonnie & Clyde‘.

Fascinados pela história do casal de criminosos que se tornou símbolo da era da Depressão, os dois viajaram pelos EUA entrevistando pessoas que os conheceram para criar um roteiro inovador — que, mesmo com contribuições não creditadas de Warren Beatty e Robert Towne, acabou sendo indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.

A parceria entre Benton e Newman rendeu ainda sucessos como ‘What’s Up, Doc?‘ (1972), ‘Má Companhia‘ (1972) e ‘Superman: O Filme (1978), este último coescrito também por Mario Puzo e Leslie Newman.

Mas foi como diretor que Benton atingiu o auge. Em ‘Kramer vs. Kramer‘, ele abordou de forma pioneira temas como o divórcio e as mudanças nos papéis de gênero. O drama estrelado por Dustin Hoffman e Meryl Streep conquistou o público e a crítica: venceu cinco Oscars, incluindo Melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado para Benton, além de Melhor Ator (Hoffman) e Atriz Coadjuvante (Streep).

Cinco anos depois, ele voltaria a explorar suas raízes texanas em ‘Um Lugar no Coração‘, com Sally Field no papel de uma viúva tentando manter sua fazenda durante a Depressão. O filme foi indicado a sete Oscars e venceu dois: Melhor Atriz (Field) e Melhor Roteiro Original para Benton.

Ao longo da carreira, Benton dirigiu outros filmes de destaque como ‘O Indomável: Assim é Minha Vida‘ (1994), com Paul Newman, ‘Revelações‘ (2003), com Nicole Kidman, e ‘Banquete do Amor‘ (2007), seu último longa. Sua obra é marcada pela humanidade dos personagens e pela delicadeza com que abordava dramas cotidianos.

Robert Benton deixa um legado de elegância narrativa, sensibilidade social e personagens que marcaram gerações. Sua morte representa o fim de uma era no cinema americano — mas suas histórias permanecem vivas nas telas e na memória dos amantes da sétima arte.

Crítica | ‘A Mulher no Jardim’ aposta no terror atmosférico, mas não sabe explorar o próprio potencial

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Jaume Collet-Serra é um dos realizadores cinematográficos mais conhecidos da atualidade e ficou responsável por inúmeros clássicos do gênero terror e ação – como o remake de ‘A Casa de Cera’, o subestimado ‘A Órfã’ e títulos como ‘Bagagem de Risco’ e ‘Desconhecido’. Ainda que tenha escorregado em alguns momentos de sua carreira, como a recente adaptação ‘Adão Negro’, estrelada por Dwayne Johnson, Collet-Serra sempre teve um apreço por produções pautadas no puro entretenimento – e foi isso o que almejou com o ambicioso terror psicológico A Mulher no Jardim, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 08 de maio.

A trama é centrada em Ramona (Danielle Deadwyler), uma mulher viúva e mãe de dois filhos que ainda lida com a trágica morte do marido, David (Russell Hornsby), e é forçada a se recordar do acidente dia após dia, considerando os ferimentos que tem na perna e o fato de não aceitar que o amor de sua vida se foi. Deteriorando-se em meio a uma relação nada saudável com o filho mais velho, Taylor (Peyton Jackson), e a caçula, Annie (Estella Kahiha), Ramona parece ter desistido de qualquer prospecto de manter a família estável, além da propriedade da família que ela e David estavam reformando para transformá-la em um idílico paraíso recheado de írises – as flores favoritas da protagonista.

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As coisas começam a tomar um rumo estranho quando Annie percebe que uma mulher coberta por um vestido e um véu pretos está sentada no jardim de sua casa – em uma presença sinistra e agourenta. Ramona, munida apenas da muleta que utiliza para se movimentar, se arrisca ao sair da casa e tentar entender quem é aquela misteriosa mulher, a princípio tentando ajudá-la apenas para descobrir que ela é mais perigosa do que parece e que, pouco a pouco, encarcera a problemática família em um labirinto inescapável de horror que terminará apenas quando todos estiveram mortos.

Collet-Serra faz um sólido trabalho de direção ao não se render aos costumeiros jump scares do gênero, pegando páginas emprestadas de seu trabalho em ‘A Órfã’ para construir um terror atmosférico que se inclina para o thriller psicológico de maneira envolvente e arrepiante. Aqui, ele se une à fotografia excessivamente simétrica de Pawl Pogorzelski e ao contraste promovido pela dissonante trilha sonora de Lorne Balfe para arquitetar o que precisa para transformar o projeto em uma jornada sinestésica: de um lado, os enquadramentos dão enfoque quase total aos personagens, maximizando a abertura focal para colocá-los em um cenário que singra entre a loucura e a realidade; de outro, o arranjo de cordas e o tique-taque incessante gradativamente levam os personagens a uma insanidade interna e externa, engolfando-os em um beco sem saída que ressoa nos espectadores.

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Para além do domínio técnico, o roteiro do estreante Sam Stefanak é conduzido com maestria nos dois primeiros atos, deixando que Deadwyler domine os holofotes com uma atuação irretocável e com uma química invejável com Jackson e Kahiha – além de garantir que Okwui Okpokwasili, intérprete da mulher no jardim, tenha seu momento de fisgar a atenção do público. Porém, tanto preparo é jogado no lixo quando o ato de conclusão se inicia em uma mixórdia incompreensível de incontáveis metáforas sobre depressão, ressentimento e culpa, além de um final ambíguo que se transforma em um amontoado de convencionalismos previstos em sutilezas presentes no longa-metragem. E, conforme Collet-Serra e seu time criativo se perdem em uma presunção desmedida, o terreno cultivado na primeira hora do projeto destoa por completo do modo como o enredo é finalizado, deixando-nos frustrados pela própria imemorabilidade.

São claras as referências temáticas que o filme pega de produções como ‘O Babadook’ e ‘Quando as Luzes se Apagam’ ao transformar a presença sobrenatural da mulher encoberta pelo véu em uma materialização de pulsões psíquicas, como já mostrado. Seguindo as tendências exploradas nas obras em questão, Collet-Serra cria um reflexo derradeiro e torturante que se expande para discussões sobre o suicídio como única forma de libertar os entes queridos, ainda mais considerando o segredo que Ramona guarda de seus filhos e a culpa dilacerante que a consome pouco a pouco – além de mergulhar em pontos que abrem debates sobre a falsa ideia de que maternidade é algo natural e inerente da mulher. Entretanto, enquanto as boas intenções existem, o resultado fica aquém do esperado, perdendo potencial em um vórtice intrincado demais para ser levado a sério.

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A Mulher no Jardim não chega a ser uma produção ruim, mas poderia ter sido muito melhor – ainda mais considerando as ótimas investidas dos dois primeiros atos. Contando com fabulosas atuações, em especial a de Danielle Deadwyler, o longa morre na praia ao não saber como alcançar a linha de chegada, deixando-nos com um gostinho agridoce de que, caso melhor pensado, o filme tinha todos os elementos para se sagrar um dos melhores filmes de terror do ano.

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Karatê Kid: Lendas

(Karate Kid: Legends)

Elenco:

Jackie Chan
Ralph Macchio
Aramis Knight
Wyatt Oleff
Joshua Jackson
Sadie Stanley
Ming-Na Wen

Direção: Jonathan Entwistle

Gênero: Ação

Duração: 118 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 8 de Maio de 2025

Sinopse: 

Em KARATÊ KID: LENDAS, depois de uma tragédia familiar, o prodígio do kung fu Li Fong (Ben Wang) é forçado a sair de sua casa em Beijing para morar em Nova York com sua mãe. Li sofre para superar o passado enquanto ele tenta se encaixar na nova escola e, apesar de não querer lutar, os problemas parecem que o encontram em todos os lugares. Quando um novo amigo precisa de ajuda, Li entra em uma competição de caratê – mas só suas habilidades não bastam. O professor de kung fu de Li, Sr. Han (Jackie Chan) recruta o Karate Kid original, Daniel LaRusso (Ralph Macchio) para ajudar, e Li aprende uma nova maneira de lutar, unindo os dois estilos em um só para um show definitivo de artes marciais.

Crítica | Karatê Kid: Lendas – Novo Filme da Franquia Equilibra Nostalgia e Novos Rumos

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Para o novo filme, um amplo processo de seleção aconteceu para encontrar o ator mirim que interpretará o protagonista titular;

» Rob Lieber, de ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

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Karate Kid Lendas

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Fotos: 

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A Mulher no Jardim

(The Woman In The Yard)

 

Elenco:

Danielle Deadwyler
Okwui Okpokwasili
Russell Hornsby

 

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Terror

Duração: 85 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 8 de Maio de 2025

Sinopse: 

Em A MULHER NO JARDIM, Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.

Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.

Curiosidades: 

» O terror é produzido pela Blumhouse;

» Do mesmo diretor de ‘A Casa de Cera‘, ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘;

» O roteiro foi assinado por Sam Stefanak;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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