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2ª temporada de ‘Andor: Uma História Star Wars’ chega ao streaming!

A 2ª e última temporada de ‘Andor‘, aclamada série do universo de ‘Star Wars, já está disponível no catálogo do Disney+.

Os três primeiros capítulos do novo ciclo foram lançados hoje, 22 de abril, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Étoile’: Série dos criadores de ‘A Maravilhosa Sra. Maisel’ sobre o submundo do ballet chega esta semana ao streaming!

‘Étoile: A Dança das Estrelas’, série criada por Amy Sherman-Palladino e Daniel Palladino (‘A Maravilhosa Sra. Maisel’) que explora o submundo do ballet, chega esta semana ao Prime Video.

A atração chega à plataforma de streaming nesta próxima quinta-feira, 24 de abril.

Relembre o trailer:

A produção acompanha os dançarinos e a equipe artística de duas companhias de ballet de renome mundial — uma em Nova York, uma em Paris —, enquanto eles assumem um plano ambicioso para salvar suas instituições históricas: trocar suas estrelas mais talentosas.

A 1ª temporada contará com oito episódios, que serão lançados de uma vez só.

Confira também as primeiras imagens da série, que destacam os novos personagens nos bastidores de suas companhias de ballet.

Luke Kirby (‘The Marvelous Mrs. Maisel‘) estrela a produção ao lado de Charlotte Gainsbourg (‘O Pálido Olho Azul’).

O elenco da série ainda conta com Lou de Laâge (‘The Innocents‘), Gideon Glick (The Marvelous Mrs. Maisel‘, ‘Maestro‘), David Alvarez (‘Amor, Sublime Amor‘), Ivan du Pontavice (‘Rupture‘), Taïs Vinolo (‘The Show Must Go On‘), David Haig (‘Quatro Casamentos e um Funeral‘), Simon Callow (‘Outlander‘) e Yanic Truesdale (‘Gilmore Girls‘).

Vale ressaltar que ‘Étoile’ já está renovada para sua segunda temporada.

Amazon MGM Studios assume a produção, com Sherman-Palladino, Palladino e Dhana Rivera Gilbert na função de produtores executivos.

Crítica | O Rei dos Reis: Animação é uma emocionante jornada pela vida e ressurreição de Cristo

Quando as cortinas se abrem, um criativo e performático Charles Dickens surge no palco, ávido por trazer sua prolífica imaginação à vida para o seu público – que aguarda atentamente por seu conto. Um exímio contador de histórias, ele abre a animação ‘O Rei dos Reis’ com mais uma daquelas clássicas fábulas natalinas, mas é brutalmente interrompido por um de seus pequenos filhos. Vidrado no Rei Arthur, ele é como seu pai. Se perde em suas visões criativas e dá asas à suas confabulações artísticas. Mas aquilo que mais os conecta também os coloca a um abismo de distância um do outro. Até que um novo rei emerge nesse hiato. Ele não é fruto de um conto, tão pouco de uma fábula. Mas sendo sim as evidências de um relato comprovado pela ciência e pelo tempo, sua trajetória e seu reinado atravessam os séculos, se infiltram na literatura, passam pelas mãos de Dickens e chegam aqui nas telonas como uma encantadora animação que – muito mais do que ser cristã – é absolutamente atemporal em um mundo de cólera.

O Rei dos Reis’ é a Bíblia contada pela ótica de um pai de família, que tenta se reconectar com seu pequeno através de um relato que desperte sua mente muito mais do que qualquer outro reinado registrado em obras históricas. Honrando os escritos do milenar romancista, o longa do sul-coreano Jang Seong-ho é também uma excelente adaptação do Novo Testamento, concentrando-se no nascimento, vida, ministério, morte e ressurreição de Cristo. Unindo os traços literários do autor britânico ao Evangelho de Jesus, o diretor é capaz de transformar dois pólos distintos em uma belíssima e catártica experiência sobre cura, redenção, amor e família. Traduzindo as páginas da Bíblia para uma linguagem de fácil entendimento – sem esvaziar o texto de toda sua profundidade e complexidade -, Rob Edwards entrega nos braços do público um entretenimento raro, daqueles em que a jornada nos faz redescobrir aquilo que já tanto conhecíamos.

Nos fazendo apaixonar ainda mais por quem Jesus foi nessa Terra e ainda é, ‘O Rei dos Reis’ é uma animação familiar que transcende suas diretrizes de gênero e se transforma em uma aventura aconchegante, desafiante e até mesmo ousada, sobre o homem mais importante a pisar neste mundo -, quer alguns assim o reconheçam ou não. Com um conceito artístico todo autoral, que ainda celebra as raízes, culturalidade e características físicas do povo judeu, o longa foge da “eurocentrização” dos personagens bíblicos e abrange os momentos mais emblemáticos do ministério de Cristo. Com um elenco de vozes que ajudam a imergir a audiência na trama, o longa de Seong-ho é profundamente transformador e perfeito para todos os públicos, mesmo em seus momentos de maior dramaticidade.

Usando a imaginação pueril para embalar o público em cada aspecto da história, o roteirista Edwards consegue tornar a narrativa ainda mais convidativa para as crianças, sem distanciar a audiência adulta dessa atmosfera. Extraindo das páginas toda a essência dos escritos originais, ‘O Rei dos Reis’ é o que acontece quando arte e espiritualidade se entrelaçam em um perfeito casamento – entregando criatividade artística e significado por meio do entretenimento. Celebrando a Páscoa em um experiência cinematográfica tão catártica e abrangente, capaz de dobrar até os corações mais céticos, a nova animação da Angel Studios é um banquete para os olhos e um sopro de frescor e substancialidade em meio a um indústria corrompida por distorções e frivolidades.

Black Mirror | Ranqueamos TODOS os episódios da 7ª temporada

Quase quinze anos depois de sua estreia oficial, Black Mirror permanece como uma das produções mais conhecidas não apenas da Netflix, mas da atualidade.

Criada por Charlie Brooker, a produção explora as consequências das desenfreadas invenções e inovações tecnológicas que ditam as regras da sociedade, funcionando como uma espécie de exploração distópica acerca das problemáticas morais e éticas envolvendo uma submissão total às investidas mais drásticas do capitalismo predatório. E, entre altos e baixos, a antologia voltou com uma leva de episódios fantástica que recuperou as raízes das iterações iniciais de maneira brilhante, dramática e chocante.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando os seis novos episódios da série.

Confira abaixo:

6. PLAYTHING

O episódio mais fraco dessa nova temporada ainda continua melhor que vários capítulos recentes – e soa como os primórdios da antologia, ainda que não tenha explorado seu potencial por completo. Estrelado pelo sempre ótimo Peter Capaldi, a trama une passado, presente e futuro em uma competente narrativa que explora o conceito das inteligências artificiais e da senciência da vida digital – contando com ótimas performances e uma clara homenagem ao episódio interativo “Bandersnatch” -, além de discorrer sobre a coletividade em detrimento do individualismo destrutivo.

A trama nos leva para a Londres de um futuro próximo, onde um excêntrico suspeito de assassinato é ligado a um videogame incomum dos anos 90, que hospeda uma sociedade de formas de vida digitais.

5. COMMON PEOPLE

“Common People” é um dos capítulos mais devastadores de Black Mirror e recupera com força descomunal as incursões iniciais da antologia ao apoiar-se em uma condução narrativa extremamente pessimista e melancólico. Trazendo Rashida JonesChris O’DowdTracee Ellis Ross como protagonistas, o enredo traz elementos de capítulos predecessores em uma história de romance que logo se transforma em pesadelo, denunciando a visão puramente mercadológica da medicina e das grandes companhias de saúde que usam e abusam da ingenuidade de seus consumidores.

Dirigido por Ally Pankiw, conhecida por seu trabalho no elogiado longa-metragem ‘I Used to Be Funny’, o enredo é centrado no casal formado por Jones e O’Dowd. Aqui, uma professora entra em coma e precisa lutar por sua vida, compelindo seu amoroso a inscreve em um sistema de alta tecnologia que a mantém viva — mas tudo tem seu custo, e ambos percebem que essa inovação milagrosa vem com suas consequências.

4. BÊTE NOIRE

“Bête Noire” é um dos episódios da nova temporada que mais se assemelha às clássicas histórias da antologia: no capítulo, acompanhamos uma jovem gênia da culinária que fica nervosa quando uma velha conhecida entra para a empresa onde trabalha – especialmente porque há algo estranho nela que só ela consegue ver.

Contando com performances aplaudíveis de Siena KellyRosy McEwen em um arco de inimizade e de vingança, toda a condução estética e narrativa é feita com primor admirável, que peca, talvez, por uma conclusão ocasional e exagerada demais – mas que não apaga o brilho de seus dois primeiros atos. Toby Haynes e Brooker unem forças para firmar discussões sobre vendetas e gaslighting, delineando um potente thriller recheado de ótimas reviravoltas.

3. USS CALLISTER: INTO INFINITY

Qual foi nossa surpresa quando Brooker anunciou que a nova temporada de Black Mirror contaria com a primeira sequência episódica da atração – munindo-se de uma interessante e envolvente história que dá continuidade ao aclamado “USS Callister”. Retornando com a apaixonante estética sci-fi de ‘Star Trek’ em uma das incursões mais espirituosas e despojadas de toda a antologia, “USS Callister: Into Infinity” é um grande acerto que se vale de aventuras intergalácticas clássicas e performances admiráveis.

Na trama, o odioso e psicótico designer Robert Daly está morto, mas agora a tripulação do USS Callister — liderada pela Capitã Nanette Cole — está presa em um universo virtual infinito, lutando pela sobrevivência contra 30 milhões de jogadores e pela defesa de uma vida senciente que existe fora da nossa realidade.

2. EULOGY

Como bem sabemos, Paul Giamatti é um dos maiores atores da indústria audiovisual contemporânea e trouxe seu imensurável talento para “Eulogy”, uma das construções mais belas de todo o panteão Black Mirror. Navegando por ressentimentos não resolvidos e arrependimentos de uma vida que não tem mais como voltar, o astro domina um dos capítulos mais íntimos da antologia de maneira avassaladora e emocionante.

A iteração traz Giamatti como Phillip, um homem mais velho que recebe a notícia de uma antiga namorada que partiu seu coração quando tinha seus vinte e tantos anos infelizmente faleceu – recebendo a notícia através de uma inteligência artificial que o ajuda a construir uma eulogia para o funeral, apenas para descobrir que ainda a ama e que seus traumas não se esvaíram com o tempo.

1. HOTEL REVERIE

Um dos elementos mais interessantes da nova temporada de Black Mirror é a destituição do caráter completamente pessimista dos ciclos anteriores e um foco maior na comunhão entre tecnologia e humanidade. Dessa maneira, Brooker, aliando-se a um time de competentes artistas, dá vida a narrativas melodramáticas e convincentes que, por mais que nutram de algumas fórmulas conhecidas, funcionam dentro de um espectro que sempre se pautou na derradeira submissão do indivíduo à tecnologia.

E, nesses seis episódios, “Hotel Reverie” é o que mais alcança o objetivo almejado pelo criador: na trama, um remake de alta tecnologia e excepcionalmente envolvente de um filme britânico clássico envia a estrela de cinema Brandy Friday para outra dimensão, onde ela deve seguir o roteiro se quiser voltar para casa a salvo. Trazendo o talento inegável de nomes como Issa RaeEmma CorrinAwkwafina, o caprichoso e suntuoso episódio é uma homenagem à Era de Ouro de Hollywood e transforma-se de uma aventura noir em uma belíssima história de amor que puxa incursões de “San Junipero” ao remodelá-la nas angústias de um amor impossível.

‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ terá quase 3 HORAS de duração, afirma insider

A duração final de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ é de 2 horas e 51 minutos, segundo o insider Cryptic4KQual.

A informação não foi confirmada pela Paramout Pictures.

Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1‘ (Mission: Impossible – Dead Reckoning Part One) teve 2 horas e 43 minutos.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 22 de maio.

Assista ao trailer:

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Crítica sem Spoilers | 2ª temporada de ‘Andor’ sagra a série como uma das melhores entradas do panteão ‘Star Wars’

Crítica livre de spoilers.

Star Wars é uma das franquias mais populares da história do entretenimento – já tendo originado uma quantidade considerável de longas-metragens, animações e séries de televisão que continuam explorando tramas e subtramas desse universo em constante expansão. E, em meio a títulos ótimos e frustrantes, é notável como Andor: Uma História Star Wars chama nossa atenção ao se configurar como uma das melhores e mais ambiciosas entradas desse panteão.

Tendo estreado em 2022, a temporada de estreia conquistou o público e a crítica ao apoiar-se nos tropos da clássica jornada do herói cunhada por Joseph Campbell ao nos levar para os eventos anteriores ao elogiado filme Rogue One e narrando de que forma o outrora ladrão e caçador de recompensas Cassius Andor (Diego Luna) se transformou em um dos grandes emblemas da Aliança Rebelde contra o crescente fascismo do Império Galáctico. A princípio preocupando-se apenas com sua própria sobrevivência e cético em relação às constantes e falhas investidas contra o governo, Cassius logo se viu no centro de uma revolução necessária que despertou em seu âmago um levante perigoso e mandatório.

Agora, somos convidados para uma antecipadíssima segunda iteração, cujos três primeiros episódios chegam ao catálogo do Disney+ no dia de hoje, 22 de abril. É claro que nossas expectativas estavam lá em cima com o iminente prospecto dos capítulos inéditos, talvez com um certo receio de que as promessas não fossem cumpridas; felizmente, o showrunner e criador Tony Gilroy uniu-se com um time incrível de roteiristas e diretores para permanecer fiel à identidade explorada no ciclo anterior, ampliando as complexas subtramas políticas e sociais à medida que reacendeu o motivo pelo qual todos nos apaixonamos por Star Wars há tantas décadas – ou recentemente, considerando a vinda de novas gerações que cruzariam caminho com esse universo.

Aqui, é notável como Gilroy e sua equipe se preocupam com os mínimos detalhes para fornecer uma perspectiva diferenciada da saga sci-fi, por assim dizer. Enquanto Campbell foi utilizado como base para as origens do protagonista titular nos capítulos anteriores, lidamos com uma remodelagem de convencionalismos que transforma a atmosfera em um barril de pólvora prestes a explodir: de um lado, Cassius, agora parte oficial da rebelião, precisa encontrar o que sobrou daqueles que ama enquanto luta com demônios próprios e um obstáculo que, de fato, não estava em seus planos; Mon Mothma (Genevieve O’Reilly), Luthen (Stellan Skarsgard), Vel (Faye Marsay) e tantos outros continuam a agir às escondidas para recrutar mais nomes para a Aliança e em detrimento do contínuo reinado de caos do Império; e Bix (Adria Arjona) recupera-se gradativamente da tortura que sofreu para levantar-se, uma vez mais, contra seus algozes – à medida que espera o retorno de Cassius.

Em contrapartida, forças contrárias ao levante rebelde também trabalham incansavelmente a fim de defender seus interesses e sua fidelidade: Dedra (Denise Gough) e Syril (Kyle Soller), após demonstrarem a primeira faísca tênue de empatia um para o outro, se tornam improváveis aliados conforme navegam para encontrar o personagem principal e seus asseclas, desejando, mais que tudo, preencherem o vazio que insiste em acompanhá-los. Guiados por Partagaz (Anton Lesser), os subservientes ao Império entram em conflito ideológico e narrativo para vibrantes enredos que são explorados pouco a pouco ao longo de doze impecáveis episódios que nos arrebatam em uma lufada de originalidade muito aprazível e satisfatória.

Falar do trabalho do elenco parece redundante, considerando as irretocáveis performances com que nos presentearam na temporada de estreia. Porém, é perceptível como o corpo de atores e atrizes está muito mais comprometido em garantir um finale estrondoso e marcante, jogando-se de cabeça a personalidades mais intrincadas, pautando cada entrega em um narcótico espetáculo. Luna, entrando em território mais familiar, eterniza sua presença no panteão Star Wars com uma interpretação incrível, além de garantir que a química com seus colegas – incluindo os sempre ótimos Arjona e Skarsgard – esteja ali, mas elevada à enésima potência. O’Reilly reflete o beco sem saída em que Mon Mothma se encontra, eventualmente rendendo-se ao agora e esperando que suas ações deem frutos; e Gough se imortaliza como uma das antagonistas mais bem construídas desse espectro intergaláctico ao retornar como Dedra.

Os aspectos técnicos e artísticos despontam como a cereja de um delicioso e viciante bolo: o diretor australiano Ariel Kleiman, responsável pelos seis primeiros episódios, é responsável por transformar a primeira metade da nova temporada em um obra-prima do show business, transformando o que poderia ser um simples testemunho audiovisual em uma cuidadosa peça artística que tem foco muito maior no drama e no suspense interpessoais em contraste à epopeia espacial que se dispõe à sua frente; Janus Metz e Alonso Ruizpalacios, comandando a segunda metade, fomentam o cenário postado com perfeição por Kleiman ao arquitetar catarses sinestésicas que, pouco a pouco, se despedem dos fãs.

A 2ª temporada de Andor: Uma História Star Wars não apenas se iguala à impecável qualidade do ciclo de estreia, como o supera diversas vezes ao investir mais esforços em enredos muito bem engendrados que são delineados sem pressa, dosando ação, drama, aventura e humor de maneira soberba – e que conta com um trabalho performático de tirar o fôlego, sagrando-a uma das melhores entradas desse universo sci-fi.

Crítica | A Mais Preciosa das Cargas – Conto de Fadas de Animação Tristíssimo Sobre o Holocausto

Toda guerra tem como consequência histórias terríveis que serão contadas pelos sobreviventes e passadas adiantes a seus descendentes. E nesse sentido, se olharmos com mais atenção, podemos perceber que a maioria (se não todas) as histórias de contos de fadas clássicas são oriundas de períodos de guerra, de pandemia e de muita dor nas cidades, servindo como recurso não só para não deixar o registro desaparecer com os bombardeiros e mortes, mas também de tentar passar o conhecimento através de uma narrativa mais suave, principalmente às crianças, que precisavam ter o conhecimento sobre a realidade que as cercava, ainda que com a utilização de palavras mais dóceis. Caminhando estes passos, estreia nesse grande feriadão o longa de animaçãoA Mais Preciosa das Cargas’.

Durante a Segunda Guerra Mundial, um trem atravessa a floresta no interior da Europa, levando centenas de milhares de pessoas judias para os centros de concentração nazista. Num vilarejo esquecido entre os trilhos, uma mulher vive o luto de ter perdido seus filhos para a fome, enquanto seu marido, um pobre lenhador, corta filetes de lenha na floresta e tenta se manter firme, pois apesar da perda, o fato de não ter mais filhos significa menos uma boca para alimentar. Certo dia, em meio a tanta dor, a jovem mulher pede aos céus por um milagre de conseguir um filho, até que, de repente, aos pés do trilho do trem, ela ouve um choro de um bebê. Decidida a cuidar desta criança independentemente de suas origens, a mulher leva o bebê para casa, o que causa uma mudança brusca na paupérrima vida dessa pequena família.

Com um traço que mistura nanquim e aquarela num formato 2D, o espectador é transportado a duas sensações estéticas a partir desta escolha: uma, que estamos vendo uma história em quadrinho em movimento (e, não coincidentemente, é baseado na HQ ‘A Mercadoria Mais Preciosa: Uma Fábula’, de Jean-Claude Grumberg), pois as passagens de cena são realizadas com uma fotografia que lembra como é desenhado cada quadrado de uma HQ, priorizando os elementos importantes da cena no centro ou na luz; a outra sensação é a de sermos transportados para uma região árida do Holocausto, perto demais do terror, desinteressante demais para uma invasão – e, portanto, um olhar diferente sobre aquele período.

O domínio da direção e do roteiro adaptado do realizador Michel Hazanavicius (indicado à Palma de Ouro em 2024 por este trabalho) atravessa o longa com sutileza, respeito e muita intenção de dizer o que não é dito. Com pouquíssimos diálogos e personagens cuja firmeza dos traços faciais são ocultadas, a narrativa vai se desenrolando em múltiplas interpretações: quem quiser, poderá assistir à jornada de uma mãe enlutada em ter uma nova criança para cuidar; ou, ainda, poderá assistir a (mais) uma cruel face do Holocausto, que obrigou a tantas escolhas irreversíveis; há, ainda, a história de um homem endurecido pela vida e pelas perdas, que sutilmente começa a voltar a sentir o pulsar da vida nas coisas; há a faceta da intolerância religiosa, da fome, do desemprego ou, mesmo ainda, de como a contemporaneidade ainda carrega vestígios desse passado sombrio.

A Mais Preciosa das Cargas’ merece toda a atenção do espectador. Belo, delicado, gentil e tristíssimo, este filme desavisadamente toca o coração de quem o assiste ao apontar que a mais preciosa das cargas é, também, a mais pesada delas.

Pedro Pascal JOGA A REAL sobre momento triste do último episódio da 2a temporada de ‘The Last of Us’ [SPOILERS]

 [SPOILERS]

 

O segundo episódio da aguardada segunda temporada deThe Last of Us já está disponível no Max, e a trama causou um choque profundo nos fãs ao apresentar a brutal morte de Joel, personagem interpretado por Pedro Pascal.

O personagem, interpretado por Pedro Pascal, é brutalmente espancado até a morte por Abby, uma militar vivida pela atriz Kaitlyn Dever. A cena impactante representa um dos eventos mais controversos e discutidos do jogo The Last of Us: Part II, que serve de base para os novos episódios da série.

Em entrevista recente, Pedro Pascal falou abertamente sobre o adeus ao personagem que marcou sua carreira.

“Estou em negação ativa”, confessou o ator. “À medida que envelheço, percebo que tenho mais dificuldade em aceitar o fim de certas coisas. Me pego tentando negar que essa jornada chegou ao fim. Tenho um vínculo profundo com todos que participaram dessa experiência, e gostaria de revê-los em outros contextos, mas nunca será do mesmo jeito. Nunca mais interpretarei Joel, e pensar nisso me deixa triste, então prefiro não me demorar muito nesses pensamentos”, completou, visivelmente emocionado à Variety.

Apesar de não ter jogado o game de 2020 que originou a trama da segunda temporada, Pedro já tinha consciência de que o destino de Joel estava traçado.

“Não foi como se alguém tivesse me dito claramente: ‘Ei, vamos matar seu personagem logo no início da segunda temporada’, mas sempre houve um entendimento tácito de que a série manteria uma fidelidade ao material original. Desde o início, ficou claro que minha principal contribuição seria na primeira temporada”, explicou. Segundo ele, restava apenas saber exatamente como e quando isso aconteceria.

A morte de Joel, ainda que esperada por quem conhece o jogo, reacende debates entre os fãs sobre a adaptação para a televisão e o impacto emocional das escolhas narrativas. Para Pascal, o adeus ao personagem é doloroso, mas também um reconhecimento do valor e da profundidade dessa história.

Bella Ramsey, que interpreta Ellie e agora segue a jornada sem Joel, revelou sua reação ao ler o roteiro: “Eu sabia que Joel ia morrer, mas ao ler o roteiro, eu temia chegar nessa parte… e eu chorei. Na verdade, eu solucei de tanto chorar. Foi a primeira vez que eu chorei ao ler um texto”.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Andor’: Saiba QUE HORAS saem os episódios da 2ª temporada, que conquistou a melhor avaliação da história de ‘Star Wars’

star wars andor

A segunda temporada da aclamada série ‘Andor‘, de Tony Gilroy, conquistou a melhor avaliação da história de ‘Star Wars‘ no Rotten Tomatoes, com 98% de aprovação da crítica especializada, superando o ciclo antecessor – que ocupa a 2ª posição com 96%.

Vale lembrar que os três primeiros capítulos do novo ciclo serão lançados nesta terça-feira, 22 de abril, no Disney+.

Saiba que horas saem os episódios:

Episódios 1, 2 e 3 – Dia 22 de abril, às 22h 
Episódios 4, 5 e 6 – Dia 29 de abril, às 22h 
Episódios 7, 8 e 9 – Dia 6 de maio, às 22h 
Episódios 10, 11 e 12 – Dia 13 de maio, às 22h 

O título que ocupa o 3º lugar é o amado clássico ‘Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca‘, que tem 95% de avaliações positivas.

Já o live-action com a pior nota foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, de 2019, com apenas 51%, ficando abaixo até mesmo de ‘Solo: Uma História Star Wars‘, de 2018 (69%), e ‘Ataque dos Clones‘, de 2002 (61%).

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Primeiras reações rasgam ELOGIOS a ‘Thunderbolts*: “Diferente de outros filmes do MCU”

thunderbolts 2
thunderbolts 2

O vindouro longa-metragem Thunderbolts*’ promete abrir um novo capítulo da Marvel Studios – e parece que o filme irá agradar ao público.

Após a primeira exibição do longa, as reações iniciais ao projeto começaram a despontar nas redes sociais, rasgando elogios para a produção e, em especial, a Florence Pugh (Yelena Belova).

Confira:

THUNDERBOLTS*’ é, em muitos aspectos, diferente de outros filmes do MCU que o antecederam, e esse frescor não poderia ter chegado em um momento mais oportuno, quando a franquia precisa de sangue novo e direção. É um dos materiais mais sombrios da Marvel até hoje, lidando com os destroços emocionais de indivíduos quebrados lutando com suas escolhas do passado e encontrando camaradagem em meio ao vazio de suas vidas. Este pode ser um filme de equipe, mas pertence muito a Florence Pugh, que carrega grande parte do peso dramático do filme em suas costas, enquanto Lewis Pullman entrega uma performance complexa como um personagem simpático, em guerra consigo mesmo. Pode não ser o filme mais chamativo, engraçado ou forte da Marvel, mas suas arestas e imperfeições de alguma forma parecem adequadas para esta equipe de anti-heróis desajustados”.

Thunderbolts*’ é facilmente um dos melhores filmes do MCU em anos (e talvez um dos meus favoritos, pessoalmente). [O longa] tem muito brilho, carisma e conta uma história genuinamente emocionante com que você pode se conectar. Uma lágrima rolou. Florence Pugh, em particular, está soberba”.

“Estou chocado com a qualidade de Thunderbolts*’. A ênfase no trabalho dos personagens e na ação prática faz com que pareça a velha Marvel que nos conquistou por mais de uma década. Gostaria que tivéssemos lançado antes. O fato de essa equipe disfuncional ter química também ajuda”.

Thunderbolts*’ é um dos filmes mais divertidos da Marvel nos últimos tempos. É diferente da maioria dos projetos do estúdio. É ousado, engraçado, cheio de ação e uma carga emocional inesperada. Florence Pugh é a estrela que mais brilha. Há muito o que amar aqui. Não deixe de assistir aos créditos…”

Thunderbolts*’ é cru, hilário e profundamente humano. É um mergulho ousado em trauma, cura e redenção. A prova de que até mesmo os chamados perdedores defeituosos e delinquentes descartáveis ​​podem superar o passado e se tornar os heróis que ninguém esperava. É corajoso, emocionante e diferente de tudo que a Marvel já fez — uma história imperdível que atinge onde dói e cura onde importa”.

O filme tem lançamento agendado para o dia 2 de maio nos cinemas brasileiros.

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

Confira o vídeo dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Florence Pugh (Viúva Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Crítica | ‘A Influencer Divina’ – Protagonizado por atriz brasileira filme sobre segundas chances chegou ao TOP 10 da NETFLIX

As lições de ajudar ao próximo. Todos nós em algum momento da vida passaremos por uma autoavaliação sobre nossa vida até determinado instante. Isso é um fato concreto e qualquer situação que apresenta um espelho disso pode fisgar a atenção. Pegando esse gancho e mostrando a transformação de uma jovem acomodada e mimada em uma pessoa que consegue olhar com mais carinho para o próximo, A Influencer Divina tem a boa intenção de reunir exemplos de segundas chances em uma história simples, interligada com a fé, e repleta de clichês. Até aí tudo bem.

Vocês perceberão que não há muito o que decifrar na história que opta muitas vezes pelo sentir ao vez do refletir. Olivia Golden (Lara Silva) é uma influenciadora de uma boutique de artigo de luxo e vive sua rotina pendurada no telefone e na interação com seus milhares de seguidores. Quando comete alguns deslizes no trabalho e decepciona todos ao seu redor acaba chegando até um abrigo para moradores de rua, comandado por um antigo colega de escola, um lugar onde aprenderá reais significados de compaixão que antes nem imaginara.

A questão é que dentro de uma ingenuidade tamanha, com situações previsíveis e óbvias, vai se modelando um desinteressante ‘aulão de autoajuda’. O sinal de alerta começa quando o roteiro tem uma virada que busca afundar em camadas os conflitos da protagonista. De comédia água-com-açúcar se arrisca no apresentar um drama existencial convencional, se apoiando nas relações interpessoais, na troca de experiências, algo que funciona sem grande impacto, se perdendo no convencional.

Mas nem tudo é uma tragédia e longe de mim querer afastar você de ter a oportunidade de conferir e tirar suas próprias conclusões. Esse longa-metragem de 105 minutos traz um debate curioso e bastante eficaz dentro de um contexto sobre as lições de ajudar ao próximo. Coloca para seu epicentro o universo dos influencers com críticas e reflexões camufladas por um tom cômico que encosta no nonsense. A raiz do influenciar, algo que frequentemente gera conversas produtivas na realidade, ganha diversos sentidos nesse ponto.

Dirigido pela cineasta Shari Rigby e protagonizado pela atriz mineira Lara Silva, conhecida por interpretar a personagem Éden na série fenômeno mundial The Chosen, A Influencer Divina logo alcançou o Top 10 da Netflix na sua semana de estreia. O projeto bem produzido pode ser taxado por algumas pessoas como mais um filme que anda numa gangorra entre o convencional e as tentativas de impor reflexões.

Após a morte do Papa Francisco, ‘Conclave’ registra 283% de aumento na AUDIÊNCIA

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

De acordo com o Variety, após o anúncio da morte do Papa Francisco, o filme ‘Conclave‘ registrou um impressionante aumento de visualizações nas plataformas digitais.

Atualmente disponível em VOD e no serviço de streaming do Prime Video, a produção registrou um aumento de 283% na audiência ao redor mundo.

Para termos de comparação, no dia anterior à morte do Papa, o filme havia alcançado 1.8 milhão de minutos assistidos. No dia 21 de abril, após sua morte ter sido anunciada, as visualizações do longa subiram para 6.9 milhões de minutos assistidos.

Além disso, ‘Dois Papas‘ também registrou um aumento de 417% na audiência no serviço de streaming da Netflix, alcançando 1.5 milhão de minutos assistidos.

Na trama de ‘Conclave‘, com a morte do Papa, o cardeal Lawrence reúne um grupo de sacerdotes para eleger seu sucessor. Cercado por líderes do mundo todo nos corredores do Vaticano, ele descobre uma trilha de segredos profundos que podem abalar a própria fundação da Igreja.

Com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu oito indicações ao Oscar – e acabou levando o prêmio na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Edward Berger constrói um potente thriller dramático com ‘Conclave’

Ralph Fiennes lidera um elenco que também conta com Stanley Tucci, John Lithgow, Carlos Diehz e Sergio Castellito.

‘Murdaugh Murders’: Hulu escala SETE novos membros à série de true crime

Segundo o Deadline, o Hulu escalou sete novos membros ao elenco de sua mais nova série true crime conhecida, por enquanto como Murdaugh Murders.

As informações indicam que Madeline PopovichJessi CaseJim O’HeirMark PellegrinoNicholas CirilloPatch DarraghRyan Paynter foram contratados para o projeto.

Popovich interpreta Mallory Beach –  jovem brilhante e cativante que é melhor amiga da namorada de Paul, Morgan.

O’Heir interpreta Dick Harpootlian –  senador estadual e advogado de defesa fanfarrão e da velha guarda. Dick é contratado por Alex para cuidar do caso do acidente de barco de Paul Murdaugh.

Case interpreta Morgan Doughty – namorada de longa data de Paul, que se acostumou demais com seus ataques de embriaguez e suas palhaçadas.

Pellegrino interpreta Eddie (Curtis Eddie Smith) – primo distante e funcionário ocasional de Alex Murdaugh, Curtis “Eddie” Smith é caipira de corpo e alma e ajuda Alex com vários trabalhos estranhos e esquemas para ganhar dinheiro.

Cirillo interpreta Connor Cook – um dos melhores amigos de Paul, ele está bastante acostumado com o senso de jogo bêbado de Paul e prontamente concorda em sair no barco de Paul com outros quatro amigos e namoradas (uma decisão que leva à catástrofe).

Daragh interpreta John Marvin Murdaugh – o confiável e bem-humorado irmão mais novo de Alex. John Marvin está sempre disposto a ajudar a família de qualquer maneira que puder e é particularmente próximo de seu sobrinho, Paul, que ele contrata para trabalhar para ele em seu negócio de aluguel de equipamentos.

Paynter interpreta Anthony Cook – atleta sulista com um coração de ouro, Anthony é um dos melhores amigos de Paul e namorado de Mallory Beach.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jason Clarke (Alex Murdaugh), Patricia Arquette (Maggie Murdaugh), J. Smith-Cameron (Marian Proctor), Johnny Berchtold (Paul Murdaugh), Will Harrison (Buster Murdaugh) e Brittany Snow (Mandy Matney).

Noah EmmerichKathleen WilhoiteTommy Dewey completam o elenco.

Sem título oficial definido, a atração foi criada por Michael D. Fuller, que também entra como showrunner, e Erin Lee Carr.

A série é baseada na história real do “drama familiar mais estranho que a ficção” de Maggie e Alex Murdaugh, extraída de reportagens da jornalista Mandy Matney, criadora do Murdaugh Murders Podcast, e de informações privilegiadas obtidas ao longo dos anos acompanhando o caso.

Netflix lança remake indonésio de ‘Possessão’; Confira o trailer!

Surpresa! Sem fazer muito alarde, a Netflix lançou o remake indonésio do clássico ‘Possessão‘, intitulado ‘Possession: Kerasukan‘.

No entanto, apesar de estar disponível no catálogo brasileiro, a produção não tem dublagem ou legendas em português.

Na trama, ao retornar do serviço militar, Faris fica chocado ao saber que sua esposa quer o divórcio. Ele decide investigar e descobre um segredo sinistro…

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o remake hollywoodiano está em desenvolvimento.

Robert Pattinson (‘Batman’) será o protagonista.

Parker Finn, diretor de ‘Sorria‘, comandará a nova versão – retomando sua parceria com a Paramount Pictures.

Na trama original…

Após retornar de uma longa viagem, tudo que Marc quer é encontrar sua esposa Anna e seu filho novamente. No entanto, assim que chega a Berlim, Marc percebe que Anna mudou radicalmente de comportamento e, assim que pode, ela pede o divórcio. O homem inicialmente suspeita que ela foi infiel, contudo os eventos dão uma guinada sinistra e ele percebe que está em uma situação macabra.

O novo filme está sendo descrito como uma versão “mais expansiva e elevada, mas ainda íntima” do longa original.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Sonic 3’ ganha data de estreia na Paramount+; Confira o trailer DUBLADO!

Sonic e Shadow em ação com efeitos especiais

A Paramount+ finalmente anunciou quando a sequência ‘Sonic 3: O Filme‘ será lançada em seu catálogo nacional.

O longa está programado para estrear no serviço de streaming no dia 19 de maio.

Na trama, Sonic, Knuckles e Tails se juntam para enfrentar Shadow, um novo e misterioso inimigo com poderes diferentes de tudo que já enfrentaram antes. As habilidades do trio são superadas em todos os aspectos e eles precisam buscar uma improvável aliança.

Aclamado pelos críticos – com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também fez sucesso nas bilheterias, arrecadando quase meio bilhão mundialmente.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o quarto filme da franquia foi confirmado e já tem data de estreia: 19 de março de 2027.

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Famosa marca de brinquedos ‘Toys R Us’ irá ganhar filme em live-action; Saiba mais!

Segundo a Variety, a Story Kitchen e a Toys R Us Studios estão unindo forças para desenvolver um filme em live-action baseado na icônica marca de brinquedos.

O filme, que está em estágios iniciais de desenvolvimento, pretende capturar as maravilhas da infância em uma aventura moderna e rápida, que explora a relevância da marca em questão ao longo de seus mais de setenta anos na indústria.

“A Toys R Us é uma referência cultural que continua impactando a criança que existe em todos nós até hoje”, disseram os cofundadores da Story Kitchen, Dmitri M. Johnson e Mike Goldberg, ao anunciar o projeto. “Como crianças dos anos 80 que consideravam a Toys R Us um dos lugares mais mágicos do planeta, temos a honra de colaborar para criar um filme que capturará o espírito de aventura, criatividade e nostalgia que a marca representa”.

live-action foi descrito como tendo a mesma veia aventuresca de filmes como ‘Uma Noite no Museu’‘De Volta ao Futuro’‘Jumanji’‘Barbie’.

Johnson, Goldberg, Timothy I. StevensonElena Sandoval supervisionam o projeto.

Os produtores, por enquanto, estão em negociações com alguns diretores; detalhes sobre o elenco e afins devem ser anunciados em breve.

‘Only Murders in the Building’: Sete novos atores são confirmados no elenco da 5ª temporada

O site Deadline anunciou que sete novos atores entraram para o elenco da 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘.

Madeline Popovich (‘One Summer’) interpretará Mallory Beach, uma jovem brilhante e cativante que é melhor amiga da namorada de Paul, Morgan.

Jessi Case (‘9-1-1: Lone Star’) interpretará Morgan Doughty, namorada de longa data de Paul, que se acostumou demais com seus ataques de embriaguez e palhaçadas.

Jim O’Heir (‘A Dona da Bola’) interpretará Dick Harpootlian, um senador estadual e advogado de defesa fanfarrão e da velha guarda. Ele é contratado por Alex para cuidar do caso do acidente de barco de Paul Murdaugh.

Mark Pellegrino (‘Supernatural’) interpretará Eddie, primo distante e ocasionalmente empregado de Alex Murdaugh. Caipira de corpo e alma, ele ajuda Alex com vários trabalhos ocasionais e esquemas para ganhar dinheiro.

Nicholas Cirillo (‘Poker Face’) interpretará Connor Cook, um dos melhores amigos de Paul. Ele está bastante acostumado com o comportamento bêbado de Paul e prontamente concorda em sair no barco de Paul com outros quatro amigos e namoradas – uma decisão que leva à catástrofe.

Patch Darragh (‘Obsessão’) interpretará John Marvin Murdaugh, o confiável e bem-humorado irmão mais novo de Alex. Ele está sempre disposto a ajudar a família de qualquer maneira que puder e é particularmente próximo de seu sobrinho, Paul, que ele contrata para trabalhar para ele em seu negócio de aluguel de equipamentos.

Ryan Paynter (‘Dopesick’) interpretará Anthony Cook, um atleta sulista com um coração de ouro. Ele é um dos melhores amigos de Paul e namorado de Mallory Beach.

Eles se junta aos novatos Renée Zellweger, Christoph Waltz, Téa Leoni, Keegan-Michael Key, Jermaine Fowler, Beanie Feldstein e Logan Lerman, previamente anunciados.

Primeiras Impressões | 4ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ é a MELHOR da série até agora

Na nova temporada, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) investigam um novo mistério na Califórnia.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

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‘O Mistério dos Escavadores’: Greg Kinnear, Aidy Bryant e mais irão estrelar nova série do Disney+

Grupo de jovens olha para baixo de buraco

Disney+ contratou dez novos atores para o elenco de O Mistério dos Escavadores (‘Holes’), série baseada no clássico filme homônimo de 2003 (via Deadline).

A plataforma de streaming contratou Greg Kinnear (‘Pequena Miss Sunshine’), Aidy Bryant (‘SNL’), Shay Rudolph (‘O Clube das Babás’), Flor Delis Alicea (‘Love the Skin You’re In’), Anire Kim Amoda (‘Pinguim’), Noah Cottrell (‘As Crônicas de Spiderwick’), Iesha Daniels, Sophie Dieterlen, Alexandra Doke (‘City on Fire’) e Maeve Press (Everything’s Gonna Be Okay) para o projeto.

A trama acompanha Hayley (Rudolph), uma adolescente é enviada para um acampamento de detenção onde um impiedoso diretor (Kinnear) força os campistas a cavarem buracos por um motivo misterioso.

Liz Phang servirá como showrunner, atuando como produtora executiva ao lado de Alina Mankin, Drew Goddard, Sarah Esberg e Mike Medavoy.

O episódio piloto está sendo produzido pela Walden Media, que também estava por trás do longa original, e contará com Jac Schaeffer (‘Agatha Desde Sempre’) como diretora e Mankin como roteirista.

Mais informações não foram divulgadas.

Grupo de jovens olha para baixo de buraco

Tom Ellis estrelará novo spin-off da série ‘FBI’

De acordo com o Deadline, Tom Ellis (‘Lucifer’) será o protagonista da nova série derivada da franquia ‘FBI‘, intitulada ‘CIA‘.

A produção recebeu sinal verde da CBS e está programada para estrear em 2025-26.

Originalmente, o universo deste spin-off seria introduzido em um episódio da série original, mas o projeto acabou sendo aprovado sem passar pelo processo de piloto.

Escrita por Dick Wolf e David Hudgins (showrunner de ‘FBI: Most Wanted‘), a trama gira em torno de dois parceiros improváveis ​​– um agente da CIA (Ellis), falante e descontrolado, que desrespeita as regras, e um agente do FBI experiente e inteligente, que acredita no Estado de Direito. Quando esta dupla peculiar é designada para trabalhar na Estação da CIA em Nova York, eles precisam aprender a trabalhar juntos para investigar casos e criminosos que representam ameaças em solo americano, descobrindo que suas diferenças podem, na verdade, ser sua força.

Vale lembrar que, anteriormente, a emissora havia cancelado os derivados ‘FBI: Most Wanted‘ e ‘FBI: International‘ após quatro e seis temporadas, respectivamente.

De acordo com o Deadline, o cancelamento se deveu ao corte de gastos e a necessidade do canal em liberar espaço em sua programação para o lançamento de novas séries.

A série foi criada por Craig Turk e Dick Wolf.

Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.

O elenco conta com Missy Peregrym, Zeeko Zaki, Ebonee Noel e Jeremy Sisto.

Ator de ‘Um Lugar Silencioso’ se junta ao elenco de ‘Play Dead’, novo terror do diretor de ‘A Casa de Cera’

De acordo com o Deadline, Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) foi confirmado no elenco de ‘Play Dead‘, novo terror de sobrevivência dirigido por Jaume Collet-Serra.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem ou a trama não foram revelados.

O projeto está sendo descrito como uma mistura de ‘O Homem nas Trevas‘ com ‘1917‘.

Conhecido entre os fãs do gênero, Collet-Serra já comandou filmes como ‘A Casa de Cera‘, ‘A Órfã‘, ‘Águas Rasas‘ e, recentemente, ‘A Mulher no Jardim‘.

Peter Stanley-WardNatalie Conway ficam responsáveis pelo roteiro.

Nocturnal está financiando o longa, além de supervisioná-lo ao lado da Ghost House Pictures, a BoulderLight Pictures e a Bad Grey.

As gravações devem começar em Melbourne, Austrália, em maio deste ano.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.