O terror ‘The Ugly Stepsister‘ (A Meia-Irmã Feia, em tradução literal), focado na irmã malvada da Cinderela, ganhou um novo clipe – destacando um processo brutal pela busca da beleza.
A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…
Lea Myren, Thea Sofie Loch Naess e Ane Dahl Torp estrelam a produção.
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de abril.
No Brasil, a primeira temporada está disponível no catálogo do Max.
Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.
O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.
Na trama, o rapper 50 Cent prende um grupo de influencers em uma casa e os força a participar de um jogo doentio de popularidade: quem tiver menos engajamento nas redes sociais, morre.
Josh Stolberg, roteirista de ‘Pacto Secreto‘, é responsável pela direção.
Filmado na lendária Sway House, onde muitas personalidades da internet alcançaram a fama, o filme acompanha dez influenciadores que são atraídos por uma oportunidade irresistível e são forçados a competir em desafios letais de mídia social – porque na Skillhouse, influência não é apenas moeda; é sobrevivência.
O elenco ainda conta com Leah Pipes, Jacob Skidmore, McCarrie McCausland, Bryce Hall, Hannah Stocking, Neal McDonough, Paige VanZant e Dani Oliveros.
O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 11 de julho.
Eric Heisserer (‘Bird Box’) será responsável pelo roteiro do seriado – que servirá como pré-sequência da franquia original.
“Eric é um criador extremamente talentoso cujo histórico crítico e comercial de sucesso fala por si mesmo,” declarou Jason Clodfelter, presidente da Legendary Television. “Estamos animados em iniciar nossa parceria com o Eric, Carmen [Lewis] e sua produtora Chronology, com um novo capítulo no popular universo de ‘Círculo de Fogo’.”
Amazon MGM Studios e Legendary Television são os estúdios por trás do projeto.
Lembrando que ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ se tornou um fracasso de público e crítica. Além de amargar 42% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação arrecadou apenas US$ 290 milhões nas bilheterias mundiais.
A história é centrada em uma horda de monstros conhecidos como Kaiju que despontam no meio do Oceano Pacífico para trazer caos e desespero ao planeta. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).
‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ promete não apenas encerrar a saga de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez da franquia um fenômeno global por mais de duas décadas.
Desde sua estreia em 2001, quando os filmes começaram com rachas nas ruas de Los Angeles e evoluíram para cenas cada vez mais surreais, envolvendo submarinos, carros no espaço e missões internacionais de tirar o fôlego, a franquia foi além de simples filmes de ação. A mistura de velocidade, ação e, principalmente, a ênfase nos laços de família e lealdade conquistou legiões de fãs ao redor do mundo. Mas, ao que tudo indica, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ poderá trazer uma reviravolta ao retornar às suas origens.
O maior indicativo de que a franquia pode estar revisitando suas raízes vem diretamente de Vin Diesel, astro e produtor da série.
Em uma publicação nas redes sociais, ele atiçou os fãs ao compartilhar uma imagem dos bastidores de ‘Velozes e Furiosos 11‘, mostrando um detalhe que imediatamente chamou a atenção de todos: um Chevrolet Chevelle SS 454 preto, o mesmo modelo que Dominic Toretto dirigia no primeiro filme da série. A imagem estava acompanhada da legenda:
“Algo lendário acabou de chegar ao estúdio… O primeiro VELOZES está aqui! A história está sendo feita…”
Esse momento não passou despercebido pelos fãs, e a escolha do Chevelle não é um detalhe trivial.
Embora o carro original tenha sido destruído em filmes anteriores da franquia, a decisão de trazer um modelo idêntico sugere que ‘Velozes e Furiosos 11‘ pode estar preparando uma despedida emocional para os fãs mais antigos, oferecendo uma homenagem àquele que foi um dos símbolos da saga desde o início.
Além disso, o retorno do Chevelle levanta a possibilidade de que o filme traga um tom mais nostálgico, focando em cenas que lembram a essência do primeiro filme: uma história mais pessoal, com rachas clandestinos, a paixão pela velocidade e a lealdade entre amigos e familiares. Muitas pessoas sentem falta dessa abordagem mais simples, antes que a franquia se transformasse em uma sequência de filmes exagerados e recheados de cenas de ação surrealistas.
A nostalgia, portanto, parece ser um ingrediente essencial para o desfecho da história. O primeiro ‘Velozes e Furiosos‘ cativou o público ao misturar adrenalina e emoção, com rachas clandestinos em Los Angeles e uma trama envolvente sobre amizade, lealdade e o significado de família.
Porém, ao longo dos anos, os filmes foram evoluindo para algo muito mais grandioso e, em certos aspectos, cada vez mais irreconhecível em relação às suas raízes. As sequências começaram a se distanciar da premissa original, incorporando uma escala global, missões de alto risco e até elementos de ficção científica, como carros indo para o espaço e lutas contra vilões internacionais.
A série foi se tornando uma máquina de entretenimento em escala colossal, mas ao custo de perder um pouco da simplicidade e autenticidade que marcaram seu início.
Agora, com ‘Velozes e Furiosos 11‘ sendo anunciado como a última parte da saga principal, muitos veem essa como a chance ideal para a franquia revisitar suas origens e entregar um final que ressoe com os fãs de longa data.
O retorno do Chevelle é, sem dúvida, mais do que uma simples referência ao passado — é um sinal de que a história pode revisitar os momentos mais emocionantes e fundamentais que definiram a série nos primeiros filmes. Além disso, essa decisão pode também ser uma forma de reaproximar o público de personagens e temas que marcaram sua trajetória, deixando uma marca final mais íntima e impactante. Com o encerramento dessa jornada épica, ‘Velozes e Furiosos 11‘ promete ser não apenas uma despedida para os fãs, mas uma celebração da essência que tornou a franquia tão especial: a importância da família, da amizade e, claro, da velocidade.
Inicialmente, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o filme será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever ‘Velozes e Furiosos 10’, conforme anunciado pelo intérprete do icônico Dominic Toretto.
O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.
Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.
O aguardado remake do clássico slasher natalino ‘Natal Sangrento’ (Silent Night, Deadly Night), estrelado por Rohan Campbell, teve suas filmagens iniciadas, e a primeira imagem oficial do longa foi divulgada pelo Deadline.
A imagem revela Campbell no papel de Billy Chapman, o protagonista que embarca em uma brutal onda de assassinatos vestido como Papai Noel.
Na trama, ele contracena com Ruby Modine, que interpreta Pamela, uma colega por quem Billy nutre uma paixão não correspondida. O elenco também ganhou novos nomes confirmados: Mark Acheson, David Lawrence Brown e David Tomlinson.
A estreia do filme nos cinemas dos Estados Unidos está programada para o dia 12 de dezembro de 2025
Mike P. Nelson, diretor de ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘, comandará a nova versão. Ele também assinará o roteiro do longa.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas, no filme original, o pequeno Billy testemunha o assassinato de seus pais pelas mãos de um maníaco fantasiado de Papai Noel. Anos depois, ele sai do orfanato e decide se tornar a lendária figura natalina… com a intenção de punir todos que foram malvados.
Scott J. Schneid e Dennis Whitehead, produtores executivos do filme original de 1984, retornarão ao lado de Jamie R. Thompson.
Brandon Hill & Brad Miska (‘Terrifier 3’) também servirão como produtores executivos ao lado de Erick Opeka e Yolanda Macias.
“Sempre fui um grande fã de ‘Natal Sangrento’ e mal posso esperar para apresentar a visão do Mike para este icônico slasher,” declarou Brandon Hill, diretor executivo de aquisições da Cineverse. “Como vimos neste ano, há uma grande demanda para filmes de terror independentes, e nós acreditamos que podemos alcançar um público sólido através dos cinemas, lançamento digital e streaming.”
A expectativa é que a nova versão será lançada no final de 2025.
Vale lembrar que o terror clássico já havia ganhado uma refilmagem em 2012, estrelada por Jaime King e Malcolm McDowell.
A artista britânica Jessie Ware é realmente única.
Desde sua estreia oficial no cenário fonográfico em 2012 com o lançamento do icônico ‘Devotion’, a cantora e compositora sempre fez questão de trazer uma identidade nova a uma indústria marcada por repetições e impulsões mercadológicas baratas que não fogem do espectro mainstream. Porém, ao longo de sua carreira, Ware garantiu que mesmo investidas clássicas, como o disco e o new wave, ganhassem um novo parâmetro.
Há cinco anos, Ware lançou apenas o que podemos encarar como a magnum opus de sua discografia: o memorável ‘What’s Your Pleasure’. Contando com uma versão padrão e uma versão deluxe, a performer reiterou seu merecido status com faixas pautadas no hedonismo e no prazer em sua forma mais pura – além de sagrar-se um sucesso comercial que daria continuidade à sua arte.
Para celebrar a meia década desde que foi lançado, preparamos uma breve lista escolhendo as cinco melhores canções do álbum.
Confira:
5. “OOH LA LA”
Promovendo um encontro entre R&B, funk e disco, “Ooh La La” leva Ware de volta aos anos 1980, buscando inspirações em Prince e Stevie Wonder para a divertida e despretensiosa faixa “Ooh La La”. A canção, lançada como single promocional do compilado de originais, conta com a presença bem-vinda do sempre ótimo James Ford para uma narrativa neo-noir surrealista à la David Lynch que utiliza as propositais dissonâncias para um encontro romântico e sensual entre duas pessoas que estão apenas se conhecendo.
4. “SAVE A KISS”
É costumeiro no cenário pop que canções falem sobre paixões efervescentes e duradouras e relacionamentos que deixam profundas marcas de companheirismo e saudade. Porém, o que acontece quando uma artista do calibre de Jessie Ware resolve mergulhar em tais tropos? O nascimento da joia intitulada “Save a Kiss”. Trazendo elementos do synth-pop, do Hi-NRG e do new wave em um reestruturação dos convencionalismos de baladas românticas, a performer dá vida a uma impactante e inebriante jornada de amor que não desliza em nenhum de seus beats.
3. “REMEMBER WHERE YOU ARE”
‘What’s Your Pleasure’ carrega uma distinção clara entre incursões hedonistas e uma melancolia identitária que revela um entendimento amadurecido sobre o mundo, por mais introspectivo e letárgico que seja. E, em meio a essas tracks, “Remember Where You Are” é a que melhor representa esse coming-of-age: servindo como conclusão dessa jornada espetacular e sensorial, a canção é cinemática e evocativa em sua completude, além de contar com um ótimo curta-metragem estrelado por Gemma Arterton.
2. “SPOTLIGHT”
Abrindo com a poderosa e inspiradora “Spotlight”, Ware dá as cartas do jogo a seu bel-prazer, navegando pelas pulsões de um eu-lírico que não deseja nada além do mais puro dos amores, seja ele como for. “Não é o bastante dizer que eu penso em você; palavras nunca conseguem fazer o que eu preciso que elas façam” são os versos que dão início a essa espetacular sinestesia musical.
1. “WHAT’S YOUR PLEASURE”
Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial do compilado de originais – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.
O aguardado ‘Until Dawn – Noite de Terror‘ estreia apenas na semana que vem, mas a crítica especializada internacional já pôde conferir o longa e as primeiras impressões estão entre nós.
E conforme ponderado por algumas poucas pessoas que compartilharam suas opiniões, a adaptação do popular game é realmente surpreendente e abraça o gênero de terror com força, a fim de gerar sustos que sejam genuínos.
Além disso, a direção de David F. Sandbergfoi bastante elogiada, bem como a execução do roteiro. Mas um dos aspectos mais citados foi, definitivamente, o fato da trama ser bastante sangrenta e violenta.
Confira:
WOW #UntilDawnmovie is my surprise Horror film of the year. @ponysmasher takes a video game and turns it into a gloriously bloody and gory film full of combustible scenes and funny moments. The deaths are fresh and the cast have incredible chemistry. This film is so much fun! pic.twitter.com/kUeIa7yNMC
“UAU! Until Dawn é meu filme de terror surpresa do ano. @ponysmasher pega um videogame e o transforma em um filme gloriosamente sangrento e visceral, cheio de cenas explosivas e momentos engraçados. As mortes são revigorantes e o elenco tem uma química incrível. Este filme é muito divertido!”
#UntilDawnMovie is 1 of the most delightfully ingenious horror films of the year, doubling as a love letter to the genre. It slays all day, or rather, all night long. Thrills & kills galore! A crowd-pleaser with well-crafted scares, sneaking in some sincerity through the backdoor pic.twitter.com/hwGfo4cCYk
“Until Dawn é um dos filmes de terror mais engenhosos do ano, servindo também como uma carta de amor ao gênero. Ele arrasa o dia todo, ou melhor, a noite toda. Emociona e detona em profusão! Um sucesso de público com sustos bem elaborados, que traz um pouco de sinceridade de fininho”.
#UntilDawnMovie: I had a BLAST. It plays a little fast and loose with the lore, but so much care is paid to the scares and kills, keeping them fresh and novel. Strong cast performances, slightly nostalgic ‘teens in trouble’ vibes. Solid FX. @ponysmasher nailed it.
Review coming! pic.twitter.com/Iz5DMGhtS8
“Until Dawn: Eu me diverti MUITO. O filme é um pouco superficial com a história, mas há muito cuidado com os sustos e mortes, mantendo-os revigorantes e originais. Atuações fortes do elenco, uma vibe levemente nostálgica de ‘adolescentes em apuros’. Efeitos visuais sólidos. @ponysmasher arrasou. Crítica em breve!”
So #UntilDawnMovie is undeniably the MOST horror film of the year. Chock full o’ creatures, beasties, creepy production design & an ensemble of game actors, the movie ingeniously capitalizes on the premise’s promise, & it’s a meta horror blast. You wanna see it with an audience! pic.twitter.com/kJtDzW87lR
“Então, Until Dawn é inegavelmente o filme de MAIS terror do ano. Repleto de criaturas, bestas, design de produção assustador e um elenco de atores de jogos, o filme capitaliza engenhosamente a promessa da premissa e é uma explosão de meta-terror. Você vai querer assistir com uma plateia!”
‘Until Dawn – Noite de Terror‘ é dirigido por David F. Sandberg, mesmo responsável por ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.
O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’),Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).
No game ‘Until Dawn‘, os jogadores assumem o controle de um grupo de amigos que, em uma noite isolada em Blackwood Mountain, precisam lutar para sobreviver enquanto suas vidas são constantemente ameaçadas.
O jogo se destaca por seu sistema de “efeito borboleta”, no qual as escolhas feitas pelos jogadores influenciam diretamente o curso da história, podendo resultar em diferentes desfechos e consequências.
Esse tipo de mecânica, que é um dos maiores atrativos do jogo, seria difícil de ser implementado de forma satisfatória em uma adaptação cinematográfica.
O filme baseado no jogo, no entanto, tomará uma direção bastante diferente ao incorporar elementos de uma narrativa inspirada no conceito de ‘Feitiço do Tempo‘.
Ao invés de seguir a lógica original do jogo, onde os jogadores fazem escolhas para alterar o destino dos personagens, a versão cinematográfica propõe que, quando os amigos morrem, eles retornam para o início do dia, como se vivessem um loop temporal.
Cada vez que isso acontece, o filme os coloca em um novo cenário de terror, explorando diferentes subgêneros do gênero.
Essa abordagem, embora intrigante, se distorce bastante da essência do jogo, criando uma experiência que pouco ou nada tem a ver com o que os jogadores vivenciaram nas telas.
Vale destacar que, de acordo com o insider @Cryptic4KQual, pessoas que eram fãs do jogo e assistiram às exibições de teste do filme “não ficaram particularmente impressionadas com a adaptação, mas os novatos, que não tinham uma conexão prévia com o jogo, pareceram gostar muito mais do resultado”.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ marcou a aguardada estreia de Adam Warlock no Universo Cinematográfico da Marvel, interpretado por Will Poulter. Mas o herói dourado quase apareceu nas telonas com um visual totalmente diferente do que vimos no longa dirigido por James Gunn.
De acordo com o ComicBookMovie, o artista conceitual Constantine Sekeris compartilhou em suas redes sociais alguns dos primeiros designs desenvolvidos para o personagem.
“Faz um tempo desde a última vez que postei algo… então estou dando uma pausa nos esboços do Homem-Aranha e compartilhando alguns dos primeiros conceitos que criei para o Adam Warlock em Guardiões da Galáxia Vol. 3, enquanto trabalhava no Marvel Vis Dev, liderado por Andy Park”, escreveu.
“Esse design é mais voltado para um traje espacial, com capacete. A ideia era que ele usasse o uniforme básico da Frota Soberana por baixo, e esse traje extra se formasse quando ele voasse pelo espaço. Foi um personagem muito divertido de desenvolver. Estávamos no começo do processo e testando várias ideias para ver o que funcionava. Mais por vir… Muito obrigado pela oportunidade!”, completou Sekeris.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
O novo longa da Marvel, ‘Thunderbolts*’, focado em um time de anti-heróis, está cada vez mais perto de chegar aos cinemas. E para entrar no clima da estreia, a Disney divulgou dois novos cartazes internacionais que surpreenderam os fãs.
Segundo o ComicBookMovie, os pôsteres são totalmente diferentes do que estamos acostumados e trazem os personagens celebrando o Songkran, o tradicional Ano Novo da Tailândia. A festividade acontece entre os dias 13 e 15 de abril e marca o início da temporada de chuvas no país.
O filme tem lançamento agendado para o dia 2 de maio nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
E 30 anos depois ela voltará às suas raízes, resgatando a popular patricinha em uma série sequência que está sendo desenvolvida pela Peacock. A informação foi divulgada com exclusividade pela Variety.
A série está atualmente em desenvolvimento e os detalhes da trama permanecem em sigilo. O pouco que se sabe é que o longa será uma continuação do longa.
Josh Schwartz, Stephanie Savage e Jordan Weiss vão assinar o roteiro da série. Os três também assumem a função de produtores. Além de estrelar, Silverstone vai operar como produtora executiva do projeto.
Amy Heckerling, que escreveu e dirigiu o original de 95, e Robert Lawrence, que o produziu, também serão produtores executivos. A CBS Studios produzirá a série em associação com a Universal Television.
Vale lembrar que ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘ chegou a ganhar uma série bem-sucedida ainda nos anos 90, um ano depois da estreia do filme. A produção, intitulada ‘As Patricinhas‘, contou com três temporadas e trouxe parte do elenco original de volta, exceto Alicia Silverstone.
A série mostra as paixões e aventuras de Cher Horowitz, uma descolada patricinha que adora ir ao shopping, fazer muitas compras e frequentar festas badaladas. Além dela, sua amiga Dionne Davenport e a exagerada Amber Mariens fazem parte do grupo das garotas populares do colégio. Igualmente ricas, bonitas e charmosas, elas seguem à risca as tendências da moda e têm um guarda-roupa de dar inveja em qualquer garota. Junto com elas estão Murray Duvall e Sean Holliday, dois amigos super engraçados e pra lá de trapalhões.
Ao todo, a série contou com 62 episódios, exibidos entre 1996 e 1998.
Já no filme original, acompanhamos a adolescente Cher (Alicia Silverstone), filha de uma advogado (Dan Hedaya) muito rico, que passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai, Josh (Paul Rudd), muda tudo, primeiro por ele criticá-la por não tomar conhecimento do “mundo real” e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.
‘Demolidor: Renascido’, a mais recente série do Disney+, encerrou sua primeira temporada mantendo a tradição da Marvel Studios de apresentar uma cena pós-créditos que serve como gancho para futuras produções do universo cinematográfico.
Na cena em questão, após Wilson Fisk conseguir prender o Demolidor e seus aliados, o Justiceiro é mostrado escapando de sua cela, estabelecendo uma conexão direta com o vindouro filme especial da Marvel focado no personagem.
Sobre essa sequência crucial, Vincent D’Onofrio, que interpreta o formidável Rei do Crime, compartilhou seus pensamentos, revelando se o vilão deveria temer o Justiceiro.
“Não acho que o Rei do Crime seria o Rei do Crime se tivesse medo do Justiceiro — e o contrário também vale. Não acho que o Justiceiro seria o Justiceiro se tivesse medo do Rei do Crime. Um encontro entre os dois já aconteceu na série original da Netflix“, relembrou o ator, em entrevista a Variety.
Ele acrescentou: “Tenho certeza de que vai acontecer de novo em algum momento. Não sei quando, no entanto. Acho que ele sabe, sim, que ele escapou. Eventualmente, ele descobre que ele não está mais lá. Até agora, isso é uma parte pequena da segunda temporada. Temos que ver o que eles estão planejando fazer com esse projeto solo do Justiceiro — isso deve ser interessante de ver”.
D’Onofrio também expressou sua curiosidade sobre a natureza do projeto do Justiceiro: “Não sei se é um filme estilo ‘What If…?’ ou se está conectado à nossa série ou não, mas vai ser interessante. Eu adoro o Justiceiro do Jon [Bernthal]. Acho que ele faz um trabalho excelente no papel”.
Questionado sobre uma possível participação no filme do Justiceiro, o ator foi direto: “Se tiver, ninguém me avisou”.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
O estilo cinematográfico de Paul W.S. Anderson é conhecido de longe: filmes recheados de inúmeras cenas de ação, criaturas medonhas, um roteiro baseado no mais puro dos entretenimentos e, é claro, uma constante colaboração com sua esposa, Milla Jovovich. Não é surpresa que o casal já tenha unido forças para a franquia multimilionária ‘Resident Evil’ e para o filme de ação ‘Monster Hunter’. E, depois de ter encabeçado adaptações desses clássicos videogames, Anderson e Jovovich se voltaram para a literatura e trouxeram o conto ‘Nas Terras Perdidas’ às telonas em uma tentativa de eternizar uma fantasia sombria interessante e envolvente.
Inspirado nos escritos homônimos de George R.R. Martin, mesmo nome por trás da lendária saga que originou ‘Game of Thrones’, a trama nos leva para um futuro distópico em que, após a queda da civilização moderna, a humanidade se isolou em uma única cidade protegida por altos muros de ferro e regidos pelas mãos de ferro e um Soberano e de uma Igreja autoritárias. Protegidos das criaturas mutantes que habitam as Terras Perdidas – como fica conhecido o ermo árido e destruído que os cerca -, os sobreviventes são forçados a uma labuta eterna que reitera o poder de seus governantes e os subjugam a uma vida de escravidão.
nasterrasperdidas 1
Porém, as coisas mudam com a chegada de uma bruxa chamada Gray Alys (Jovovich), que fica responsável por realizar quaisquer desejos de qualquer pessoa que for procurá-la e puder lhe pagar pelos serviços – além de ter a habilidade de conjurar ilusões poderosas que atenuam a linha entre a verdade e a imaginação. Sua fama se espalha pela cidade e chama a atenção da Rainha Melange (Amara Okereke), que anseia por ser tornar um metamorfo (um humano com habilidade de se transformar em animal) e lhe oferece uma grande quantia de dinheiro para que ela faça isso acontecer. Ela, então, aceita o pedido, avisando-lhe de que, às vezes, nossos desejos mais íntimos podem não se realizar da maneira que queríamos. Gray Alys, pois, parte em uma perigosa missão ao lado do caçador Boyce (Dave Bautista), enquanto foge das garras da Igreja, que quer enforcá-la por heresia e traição.
Como podemos ver, a própria narrativa não nutre de qualquer originalidade – o que não é algo necessariamente ruim, ainda mais considerando que a condução artística sempre tem abertura para ser mais ambiciosa e oferecer uma perspectiva inédita a um cosmos explorado há muito tempo na sétima arte. Contudo, não é isso o que acontece: ao longo de breves 100 minutos, Anderson transforma o conto de Martin em uma cansativa e nada polida aventura sombria que acerta em pouquíssimos aspectos – dando margem para equívocos tão amadores que nos causam sonolência.
É claro que não podemos esperar uma obra-prima profunda e diligente quando lidamos com uma obra de Anderson – mas o grande problema é que nem o caráter de entretenimento existe no longa-metragem. A direção nada inspirada emula a obscura e sinestésica escuridão adotada pelo estilo de Zack Snyder, apoiando-se em imitações insípidas que incluem um uso totalmente errôneo de planos-detalhe sem propósito algum; uma exaurível inclinação para sequências em slow-motion que apenas servem para tapar buracos; uma fotografia deplorável que, por algum motivo, escolhe uma espécie de superexposição para criar uma ambientação cintilante; e uma trilha sonora que se rende ao melodrama exacerbado.
Nem mesmo o conhecido carisma de Jovovich dá às caras nesse projeto, escondendo-se para obras que não se levem tão a sério e, infelizmente, transformam a atriz em uma pilastra inexpressiva; Bautista, tentando trazer uma unidade sequer de humanidade ao seu personagem, não foge muitos dos estereótipos que Boyce representa; e Okereke, exagerando em cada uma das sílabas que profere, nos causa risos de nervoso; o comprometimento performático não existe e soam como diálogos lidos em uma peça escolar infantil, afastando, pouco a pouco, os fracos laços que criam com os espectadores.
O roteiro assinado por Constantin Werner, talvez, é o pior elemento desse conjunto desestabilizado e irruptivo: Werner transforma os escritos de Martin em uma mixórdia de palavras profusas, frases feitas e máximas vencidas. Como se não bastasse, os momentos de maior drama são desperdiçados em completude, pautados em uma inacreditável quantidade de clichês. Os três atos do filme são jogados no lixo em um espetáculo imagético vazio que nem sequer se incomoda em manter a magia cinemática viva, visto os deploráveis efeitos visuais.
‘Nas Terras Perdidas’ é um dos piores filmes do ano por nem se preocupar em trazer um mínimo de diversão ao público. Manchado por atuações ridiculamente fracas, uma trama previsível e maçante e uma direção monótona, o longa apenas nos faz pensar que teria sido melhor ido apreciar qualquer outra coisa.
O procurador do condado de Los Angeles, Nathan Hochman, manifestou sua firme oposição à possível libertação dos irmãos Erik e Lyle Menendez, condenados em 1989 pelo brutal assassinato de seus pais.
Segundo informações do Deadline, Hochman fundamentou sua objeção na alegação de que os irmãos jamais assumiram plena responsabilidade por seus atos hediondos e continuam a sustentar alegações de legítima defesa que ele considera inverídicas.
Em um argumento, o procurador traçou um paralelo com o caso de Sirhan Sirhan, o assassino de Robert F. Kennedy. Hochman destacou que, mesmo diante do apoio público e de um histórico de bom comportamento na prisão, Sirhan teve seu pedido de liberdade condicional negado precisamente pela ausência de um remorso genuíno por seus crimes.
Os advogados dos irmãos, em resposta, proferiram críticas à postura de Hochman, acusando-o de adotar uma atitude hostil e desrespeitosa para com seus clientes.
Em contrapartida, eles fizeram questão de ressaltar os significativos esforços de reabilitação demonstrados por Erik e Lyle ao longo dos anos de encarceramento, citando a obtenção de diplomas e a ativa participação em programas educacionais oferecidos pelo sistema prisional.
Em um desenvolvimento crucial para o caso, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, ordenou que a junta de condicional conduza uma minuciosa avaliação de risco dos irmãos Menendez.
Este relatório será um elemento central a ser considerado durante a audiência agendada para o dia 13 de junho, na qual se debaterá a possibilidade de clemência. A decisão final do governador sobre a questão da liberdade condicional será tomada somente após a análise detalhada desta avaliação.
Lembrando que Erik Menendez, um dos irmãos condenado, já tem planos definidos para o futuro. De acordo com o TMZ, caso seja libertado, ele pretende se mudar para Las Vegas para viver com sua esposa, Tammi Menendez.
Tammi e Erik se conheceram por correspondência em 1993, enquanto ele estava preso. Naquele período, Tammi ainda era casada, mas a conexão entre eles se intensificou após ela descobrir que seu marido estava abusando de sua filha. Compartilhando o peso desse trauma, eles se casaram em 1999.
Anos depois, Tammi lançou o livro “They Said We’d Never Make It: My Life With Erik Menendez” (2005), no qual relata sua trajetória ao lado de Erik.
Já Lyle Menendez casou-se duas vezes durante seu tempo na prisão. A primeira foi com Anna Eriksson, de 1996 a 2001. Em 2003, ele se casou com Rebecca Sneed, com quem ainda está junto. Lyle conheceu ambas as esposas por meio de correspondência. No entanto, seus planos para o futuro, caso seja libertado, ainda são desconhecidos.
O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata
Em entrevista ao ComicBook, Robinson expressou seu entusiasmo com a continuação da história.
“Sempre acho interessante quando as pessoas perguntam: ‘Você se sentiu atraída pelo papel? Como escolheu?’ E nem sempre funciona assim. Na maioria das vezes, o papel chega até você — geralmente bem naquele momento em que você está em pânico pensando: ‘Será que vou trabalhar de novo?'”, revelou Addai-Robinson.
“No caso desse filme, eu sempre torci para que houvesse uma sequência. Sempre se falou sobre isso, mas eu nunca estive envolvida na conversa sobre como isso aconteceria. Então, quando recebi a ligação e me mandaram o roteiro, eu teria ficado feliz só de fazer uma participação”, acrescentou.
Ela continuou: “Pensei que talvez fosse aparecer aqui e ali, mas conforme fui lendo o roteiro e percebi: ‘Ah, na verdade eu estou bem envolvida’, claro que fiquei animada. Fiquei empolgada para trabalhar ao lado de atores com quem não contracenei no primeiro filme e também com novos nomes. Estou muito feliz por fazer parte dessa sequência. E acho que, quando o público assistir, principalmente quem gostou do primeiro, vai encontrar muitos dos mesmos elementos, mas tudo elevado: mais ação, mais humor, mais emoção. Tenho muito orgulho de estar de volta”.
Enquanto ‘O Contador 2’ traz rostos familiares, o filme também introduz novos personagens, incluindo uma figura implacável interpretada por Daniella Pineda.
“Foi algo novo para mim. Sinto que a maioria dos personagens que interpreto estão sempre ocupados, com muita coisa acontecendo. Mas esse era o oposto — tinha que estar parada, bem parada. Você não é assustador quando está se mexendo muito. Foi algo bem diferente de tudo que já fiz”, comentou Pineda sobre sua personagem.
“Foi diferente ser vilã — e ser uma vilã de verdade, assustadora. Foi divertido, diferente, e também meio estranho ser a única que não faz piada no elenco. O filme é bem cômico. Bem engraçado, na verdade. Não minha personagem, mas adorei entrar nesse universo. Vi o primeiro filme no cinema em 2016, então, quando tive a chance de participar e ainda fazer algo tão diferente, me senti abençoada”, afirmou.
Curiosamente, ‘O Contador 2’ proporcionou um reencontro entre Addai-Robinson e Pineda, que já haviam participado, em momentos distintos, do universo de ‘The Vampire Diaries’.
“Eu fui só uma visitante. Fiz alguns episódios”, contou Addai-Robinson sobre sua participação na série. “Isso até surgiu em outra entrevista, e eu falei: morri duas vezes no programa, então provavelmente não vou voltar (risos). Mas acho que nós duas realmente vivemos muito nesse universo dos gêneros (ficção, fantasia), e os fãs desse tipo de conteúdo são incríveis, porque seguem você para onde quer que vá”.
Pineda completou: “É o trabalho pelo qual mais me reconhecem, mais até do que ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’, ou qualquer outro. ‘The Originals’ e ‘The Vampire Diaries’ têm um público extremamente fiel. Esses fãs são intensos e muito leais. Se quiserem me trazer de volta, me pagarem, eu volto com o maior prazer!”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.
Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.
Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.
A parceria entre a Jennifer Lopez e a Netflix segue cada vez mais forte e um novo projeto acaba de ser anunciado. Conforme revelado com exclusividade pelo Deadline, a artista vai estrelar a adaptação de ‘The Last Mrs. Parrish‘.
Fontes informaram ao site que o vencedor do Oscar Robert Zemeckis foi contratado para dirigir a produção, baseada na obra de Liv Constantine. O filme já está em desenvolvimento, com seu roteiro sendo escrito pelos indicados ao Oscar Andrea Berloff e John Gatins.
O projeto marcará o reencontro entre o premiado diretor e Gatins. A dupla trabalhou junta no aclamado drama ‘O Voo‘, drama estrelado por Denzel Washington e indicado ao Oscar.
A história acompanha uma vigarista (Lopez) que tem como próximas vítimas um casal rico — os Parrish. Ela se infiltra no casal fazendo amizade com a esposa e seduzindo o marido, com o plano de se tornar a próxima Sra. Parrish, apenas para descobrir que a vida da esposa é muito mais complicada do que ela poderia imaginar.
‘The Last Mrs. Parrish‘ fez sucesso ao ser escolhido porReese Witherspoon para o seu clube do livro. A obra chegou a vender mais de um milhão de cópias e foi traduzido para dezenas de países.
Segundo a publicação, a Netflix conquistou o projeto após uma acirrada disputa contra outros estúdios.
Na trama, Jackie é a presidente e CEO da Air Cruz e administra seus negócios com rigor, incluindo uma política rígida contra relacionamentos amorosos entre os seus funcionários. Quando um novo e sexy advogado começa a trabalhar para ela, essa política se torna um verdadeiro desafio.
A produção também ganhou algumas imagens dos bastidores. Confira:
A vindoura série ‘Harry Potter’ revelou alguns dos atores que integrarão o elenco adulto da franquia, mas um detalhe em particular chamou a atenção do público: o nome de um ator cuja participação na adaptação das obras deJ.K. Rowling não será inédita.
Conforme o ComicBook, o ator galês Paul Whitehouse foi confirmado para interpretar o ranzinza zelador de Hogwarts, Argus Filch. Curiosamente, Whitehouse já marcou presença na franquia como Sir Cadogan.
A ligação de Whitehouse com o universo ‘Harry Potter’ remonta ao terceiro filme, ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’. Embora seu nome não seja amplamente lembrado nos créditos ou pelos fãs, ele foi escalado e chegou a gravar cenas como o excêntrico cavaleiro Sir Cadogan.
A principal cena do personagem ocorreria após o ataque de Sirius Black ao retrato da Dama Gorda, deixando a entrada da Torre da Grifinória vulnerável. Seguindo os livros, o cavaleiro corajoso (e um tanto tolo) se voluntariava para assumir a segurança da entrada.
Apesar de ter sido filmada, a cena acabou sendo cortada da versão final do filme. Sir Cadogan pôde ser visto apenas brevemente ao fundo em algumas cenas ou em conteúdos extras dos lançamentos em mídia doméstica.
De acordo com o cânone do Mundo Bruxo, Sir Cadogan é considerado um dos antigos Cavaleiros da Távola Redonda do Rei Arthur, embora sua lenda seja conhecida exclusivamente no mundo mágico, tendo sido apagada dos registros dos trouxas.
É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada em ‘Harry Potter’, a renomada saga de fantasia criada porJ.K. Rowling.
O ator Austin Nichols revisitou recentemente sua experiência em ‘Férias ao Sol’, expressando sua percepção sobre o problemático romance de seu personagem com a de Mary-Kate Olsen, especialmente a cena do beijo.
Segundo o Deadline, Nichols afirmou que reconhece que Mary-Kate e Ashley Olsen eram “crianças” na época das filmagens. As atrizes tinham apenas 15 anos.
“Eu estava definitivamente nervoso porque a Mary-Kate tinha 15 anos, e eu tinha, acho que 18 ou 19, talvez até 20”, recordou Nichols. “Não me lembro direito, mas eu era velho demais, e foi estranho, foi errado. E, sabe, eu parecia bem jovem, então assistindo ao filme, acho que isso nem chama tanta atenção. Eu era alto, magro e meio nerd, então não parece haver uma grande diferença de idade, mas na minha cabeça era como: ‘ela tem 15 anos, isso é esquisito'”.
Nichols continuou: “Lembro de conversar com os produtores e até com o pai dela, que estava lá… Eu perguntei: ‘Isso está certo para vocês?’ E todos diziam: ‘Ah, não se preocupe com isso’. Ninguém parecia preocupado, mas eu estava muito. No fim, deu tudo certo. Foi tudo muito leve, classificado como G [para todos os públicos].”
“É uma daquelas coisas que, quando você é jovem e está tentando fazer carreira como ator, quer trabalhar em projetos bacanas, e aí vem um que parece meio bobo… mas tive que deixar isso pra lá anos atrás, porque as pessoas realmente adoram esse filme”, concluiu Nichols.
Em ‘Férias ao Sol’, Mary-Kate e Ashley Olsen interpretam as adolescentes Madison e Alex, que viajam com os pais para férias nas Bahamas. Lá, elas se envolvem em um esquema de contrabando e vivenciam romances.
BarbieFerreira está à procura de seu pai ausente no emocionante trailer do drama biográfico ‘Um Pai para Lily‘.
A produção tem estreia marcada para 1º de maio.
Confira:
No longa, inspirado em uma história real, Lily (Ferreira) procura por seu pai ausente no Facebook, até que encontra um desconhecido bondoso com o mesmo nome (John Leguizamo) e cria com ele um inesperado vínculo de amizade.