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‘O Rei dos Reis’: Animação sobre a vida de Jesus Cristo conquista 75% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

A aguardada animaçãoO Rei dos Reis‘, da Angel Studios, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, estreia apenas na semana que vem, mas a crítica especializada internacional já pôde conferir o longa.

As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.

Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.

Confira:

“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru

“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)

“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)

O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online

“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak

“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine

“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa ainda contará com a participação da emblemática atriz e cantora Kristen Chenoweth, responsável pela trilha sonora. Segundo a Variety, vencedora dos prêmios Tony e Emmy não apenas interpretará a canção original dos créditos finais, intitulada “Live Like That”, mas também assina a composição, ao lado de Kellys Collins, Tim Nichols e Matt Wynn.

A produção da música ficou a cargo de Keith Thomas.

“Estou profundamente honrada em fazer parte de um projeto tão significativo”, declarou Chenoweth. “A oportunidade de contribuir musicalmente para um filme que explora a vida de Jesus Cristo é um marco profissional e pessoal. Espero que minha música toque o coração de todos que assistirem ao longa”.

A canção “Live Like That” é descrita como uma “história de anseio por uma fé infantil”, prometendo emocionar o público com sua mensagem inspiradora.

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

Rei dos Reis‘ estreia em 17 de abril nos cinemas.

Novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ ganha primeiras imagens; Confira!

People divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais do próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

As fotos dão destaque ao novo elenco e ao retorno de Jennifer Love HewittFreddie Prinze Jr..

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Vale lembrar que o primeiro trailer do terror foi exibido durante a apresentação da Sony Pictures na CinemaCon 2025. O vídeo destaca mortes brutais, um tom sombrio e abraça a nostalgia.

Confira a descrição:

O trailer começa com um jovem casal. A menina, interpretada pela Madelyn Cline, sobe para tomar um banho enquanto seu namorado é brutalmente assassinado por um assassino empunhando um gancho, vestido todo de preto.

“Logo depois, o grupo protagonista é introduzido. Eles estão na faculdade e debatem se o assassinato tem algo a ver com o que eles fizeram no verão passado. A protagonista fala que eles precisam de ajuda de duas pessoas que já passaram por isso.”

“Freddie Prinze, Jr. retorna durante uma reunião na cidade, afirmando que “não é a primeira vez que essa cidade foi assolada por violência”. Após diversos flashes rápidos e algumas mortes violentas, Jennifer Love Hewitt finalmente aparece e pergunta o que determinado personagem fez no verão passado.”

O elenco contará com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

Na trama…

“Quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

Walter Salles destaca o impacto de ‘Ainda Estou Aqui’ na juventude brasileira: “Se tornou o filme deles”

O cineasta Walter Salles, responsável pelo aclamado longa nacional Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar, refletiu recentemente sobre o profundo impacto do filme na juventude brasileira, enfatizando a importância do cinema como “uma ferramenta extraordinária de resistência”.

Segundo a Variety, Salles também ressaltou que o filme foi “abraçado pelas novas gerações de brasileiros”, proporcionando-lhes “acesso a uma parte de sua história que de alguma forma havia sido escondida”.

“O filme se tornou o filme deles”, acrescentou Salles, observando que os jovens brasileiros “se apropriaram” de Ainda Estou Aqui e, subsequentemente, “foram para as redes sociais narrar suas próprias histórias e as histórias de suas famílias durante a ditadura no Brasil”.

Em relação a seus próximos trabalhos, Salles revelou em entrevista a jornalistas que está editando uma série documental de cinco partes sobre o jogador de futebol brasileiro e ativista político Sócrates Brasileiro, com previsão de conclusão até o final do ano.

“Ele nasceu na Amazônia, no Pará, então, no começo, é realmente sobre a migração interna no Brasil”, explicou Salles. “Depois, o projeto se torna sobre futebol e como ele logo percebeu que o futebol era um veículo extraordinário para a transformação política e ele mesclou tudo isso em uma só jornada”.

Ainda Estou Aqui’ está disponível no Globoplay.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Danielle Deadwyler irá estrelar e produzir adaptação do CLÁSSICO romance ‘A Rua’

Segundo o Deadline, a aclamada atriz Danielle Deadwyler (‘Till’) está desenvolvendo uma adaptação cinematográfica do elogiado e clássico romance ‘A Rua’, assinado por Ann Petry.

Além de entrar como produtora ao lado de Alix MadiganMichael Sherman, Deadwyler irá estrelar o longa-metragem.

Gina Atwater (‘Westworld’) também está a bordo do projeto como roteirista e produtora executiva.

Relançado em 2022, o romance de estreia de Petry ocorreu em 1946 e foi o primeiro livro de uma mulher negra a vender mais de um milhão de cópias. O livro conta a história angustiante da jovem mulher negra Lutie Johnson (Deadwyler) e sua luta espirituosa para criar seu filho em meio à violência, pobreza e dissonância racial do Harlem no final dos anos 1940.

Em uma declaração que acompanhou o anúncio do desenvolvimento, Deadwyler disse:

“’A Rua‘, de Ann Petry, abalou minha compreensão sobre a maternidade, as experiências de vida familiar negra e americana sobre como sobreviver (historicamente) e as emoções latentes que se desenvolvem junto com o otimismo murcho e a esperança sombria do sonho americano”.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: Assista ao teaser LEGENDADO da 3ª temporada!

Paramount+ Brasil divulgou o teaser trailer legendado da 3ª temporada de Star Trek: Strange New Worlds’, série derivada de Star Trek: Discovery’.

Os dez novos episódios incluirão um mistério de assassinato, o retorno de Paul Wesley como James T. Kirk, bem como respostas para o cliffhanger deixado em aberto no final da 2ª temporada.

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A 3ª temporada ainda não possui data de estreia, mas retornará no verão norte-americano (entre julho-agosto).

Vale lembrar que a série já foi renovada para sua 4ª temporada e as filmagens já estão acontecendo em Toronto.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush, Carol KaneMelissa Navia.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção gira em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Drew Barrymore homenageia Val Kilmer e relembra sua gentileza em ‘Batman Para Sempre’

A atriz Drew Barrymore prestou uma homenagem emocionante ao falecido Val Kilmer  (1959 – 2025), recordando com carinho o aclamado ator.

Segundo o Deadline, Barrymore compartilhou uma experiência pessoal marcante: “Eu era amiga de Joel Schumacher, o diretor, em quem pensei esta manhã, porque foram ele e Val Kilmer que me convenceram a fazer ‘Batman Para Sempre'”, disse ela.

“E Val Kilmer foi tão legal comigo. Ele foi tão atencioso, gentil e me fez sentir segura, o que foi muito importante para mim”, acrescentou.

O ator Kevin Bacon, que participava da conversa, comentou que essa atitude “provavelmente não era tão comum naquela época”.

Barrymore concordou, elaborando: “Sim, eu pensei: ‘Ninguém quer nada de mim, eles querem coisas para mim’, o que achei realmente interessante”.

Mais tarde, Bacon também compartilhou sua própria experiência de trabalho com Kilmer: “Foi ótimo. Eu sempre vejo isso como uma das grandes experiências da minha vida e a chance de conhecê-lo”, disse ele.

O ator Val Kilmer morreu em Los Angeles aos 65 anos.

Sua filha, Mercedes Kilmer, disse ao The New York Times que ele morreu de pneumonia na terça-feira, 1º de abril. Ele foi diagnosticado com câncer de garganta em 2014 e depois se recuperou, ela acrescentou.

Durante duas décadas, Kilmer destacou-se como um nome de peso no cinema hollywoodiano, estrelando blockbusters, contracenando com vários astros em filmes de sucesso como “Batman Eternamente” (1995), quando substituiu Michael Keaton, dividiu cena com Tom Cruise em “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986), com Al Pacino e Robert DeNiro em “Fogo contra Fogo” (1996) e incorporou Jim Morrison com impressionante realismo em “The Doors” (1991), polêmica cinebiografia dirigida por Oliver Stone. Difícil imaginar que tanto talento caiu no ostracismo das duas últimas décadas desde que protagonizou “Planeta vermelho” (2000), seu último trabalho relevante, além de papel menor em “Alexandre o Grande” (2004) a partir de quando teve filmes diretamente lançados em home vídeo, além de ser afastado dos grandes papeis.

O documentário “Val”, já disponível no Amazon Prime Video,  promete cobrir a vida e a carreira do ator para seus fãs que sentem falta de seu talento.

‘Unseen’: 2ª temporada da série de SUSPENSE ganha trailer e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Unseen, série de suspense sul-africana.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 02 de maio.

Nos episódios inéditos, Zenzi Mwale continua a procurar seu marido desaparecido enquanto também tenta permanecer viva e evitar a prisão. Ela é forçada a confiar em pessoas que a colocaram na prisão e pode ser forçada a matar novamente.

Confira:

A série foi criada por Travis TauteDaryne Joshua.

Na trama, uma faxineira chamada Zenzi Mawale (Gail Mabalane) se vê no centro de uma investigação que procura determinar o motivo de uma série de assassinatos que está ocorrendo na cidade. E, ainda que diga que apenas limpa casas, Zenzi esconde segredos de grande valia para os detetives – e pode ter sido arrastada para algo muito maior do que imaginava.

Rapulana Seiphemo, Vuyo Dabula, Colin Moss, Shimmy Isaacs e Dineo Langa completam o elenco.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES de ‘Operação Vingança’, thriller de espionagem com Rami Malek; Confira!

20th Century Studios divulgou um vídeo promocional inédito de Operação Vingançathriller de espionagem estrelado pelo vencedor do Oscar Rami Malek.

O material nos leva aos bastidores da atração.

A estreia está marcada para o dia 11 de abril de 2025.

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Dirigido por James Hawes, o filme é baseado no romance homônimo de Robert Littell, com o roteiro escrito por Ken Nolan e Gary Spinelli.

Charlie Heller (Malek) é um brilhante, mas totalmente introvertido, decodificador da CIA que trabalha em um escritório no porão da sede em Langley e tem sua vida virada de cabeça para baixo quando sua esposa é assassinada em um ataque terrorista em Londres. Quando seus supervisores se recusam a tomar providências, ele decide resolver o problema com suas próprias mãos, embarcando em uma perigosa jornada pelo mundo para encontrar os responsáveis. Sua inteligência se torna sua arma mais poderosa para despistar seus perseguidores e conseguir sua vingança.

No elenco, além de Malek, estão Adrian Martinez, Holt McCallany e Julianne Nicholson.

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‘A Lenda de Ochi’: Nova fantasia da A24 ganha belos cartazes nacionais; Confira!

A Paris Filmes acaba de lançar dois novos cartazes de ‘A Lenda de Ochi‘ (The Legend of Ochi), fantasia dramática da A24 que chega aos cinemas brasileiros em 29 de maio.

O elenco principal conta com Willem Dafoe, Helena Zengel, Finn Wolfhard e Emily Watson.

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Em uma remota vila do norte, uma jovem chamada Yuri é criada para nunca sair de casa depois de escurecer, temendo as reclusas criaturas da floresta conhecidas como Ochi. Quando um bebê Ochi é deixado para trás por sua matilha, ela embarca na aventura de sua vida para reuni-lo com sua família.

Isaiah Saxon é responsável pela direção e pelo roteiro.

J.K. Rowling volta a criticar John Oliver por apoiar atletas transgêneros

A autora de Harry Potter, J.K. Rowling, e o ator e comediante John Oliver voltaram a se confrontar publicamente a respeito da inclusão de atletas transgêneros no esporte.

A disputa entre os dois se reacendeu após um embate em novembro passado, quando Oliver argumentou que não havia “nenhuma evidência” de que atletas transgêneros representassem uma ameaça à segurança ou à equidade.

Rowling respondeu na época, acusando Oliver de estar “feliz em ver mulheres sofrerem lesões, humilhações e a perda de oportunidades esportivas”.

Segundo o Deadline, no domingo, durante seu programa ‘Last Week Tonight’, Oliver voltou a abordar o tema, ironizando a autora:

“É um pouco estranho receber tanta pressão da criadora de Harry Potter, especialmente quando eu claramente pareço o que teria acontecido com ela se o tivessem deixado naquele armário pelo resto da vida”, brincou, reafirmando sua posição anterior.

Oliver reconheceu a complexidade e a necessidade de nuances no assunto, mas criticou a facilidade com que se fazem comentários generalizados sobre pessoas trans, desde que seguidos da frase “nos esportes”.

A resposta de Rowling veio na segunda-feira, através de uma série de publicações no X/Twitter: “Eu entendo porque homens como Oliver, que consistentemente zombaram das pessoas anti-ciência à direita, se venderam no começo. Eles não queriam destruir suas carreiras. Adotar posições da moda contra os direitos das mulheres foi o custo do negócio. Mas é hora de prestar atenção no que está acontecendo”.

Em outra mensagem, ela continuou: “Eles ainda estão regurgitando os pontos de vista dos ativistas dos direitos trans do Twitter de 2020. Não consigo imaginar alguém tão obcecado por si mesmo que não tenha percebido que essa bobagem sem sentido está enfrentando uma enorme reação popular, que perde eleições e que meninas e mulheres estão sendo prejudicadas”.

A persistente troca de acusações coloca a Warner Bros. Discovery em uma posição delicada, já que Rowling e Oliver são, efetivamente, colegas de trabalho. Rowling tem um papel central na adaptação deHarry Potter para uma série de televisão da HBO, que também exibe o programa de Oliver, ‘Last Week Tonight With John Oliver’.

‘Missão Impossível 8’: Tom Cruise se pendura de avião em belíssimo pôster; Confira!

Tom Cruise desafia a gravidade, se pendurando de um avião, no belíssimo cartaz oficial de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’.

Confira:

A produção também seu primeiro trailer, que traz Tom Cruise entregando um espetáculo de cenas acrobáticas e arriscadas, se pendurando em aviões, fazendo saltos mirabolantes e escapando ileso das circunstâncias mais perigosas.

Confira, legendado e dublado, e siga o CinePOP no Youtube:


Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

MARINA anuncia “CUNTISSIMO”, single promocional de seu novo álbum de estúdio, para ESTA QUINTA!

A cantora e compositora MARINA anunciou recentemente que irá lançar a canção “CUNTISSIMO” como novo single promocional de seu vindouro sexto álbum de estúdio.

A faixa tem lançamento agendado para esta quinta-feira, 10 de abril, às 14h (horário de Brasília.

O compilado de originais, por sua vez, não teve mais detalhes revelados.

Lembrando que o último álbum de estúdio de MARINA foi Ancient Dreams in a Modern Land, lançado em 2021 e recebido com bastante fervor por parte da crítica e de seus fãs.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, Ancient Dreams in a Modern Land, contou com os singles “Man’s World”“Purge the Poison”“Venus Fly Trap” e a faixa titular.

Tom Cruise se pendura em um AVIÃO no novo cartaz de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’; Confira!

Depois do trailer, a Paramount Pictures divulgou o cartaz oficial de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’, oitavo e último capítulo da icônica saga estrelada por Tom Cruise.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 22 de maio.

Confira:

Em uma recente entrevista à Empire, o diretor Christopher McQuarrie revelou que o público se surpreenderá com o capítulo final da franquia Missão Impossível’ – e uma exibição-teste do filme aparentemente já provou isso.

McQuarrie revelou que, durante uma das primeiras exibições do filme, um dos membros da audiência quase teve um ataque do coração ao conferir umas das sequências de ação.

“Tivemos uma pequena exibição e alguém disse: ‘eu estava sufocando durante a sequência inteira. Quase tive um ataque do coração’. E eu pensei: ‘acho que fizemos algo certo'”, ele disse.

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Jogos Vorazes | Depois de ‘Amanhecer na Colheita’, veja outras histórias que poderíamos conhecer

Há algumas semanas, Suzanne Collins resolveu nos presentear com mais um capítulo da icônica saga distópica Jogos VorazesAmanhecer na Colheita.

Ambientado duas décadas e meia antes dos eventos envolvendo Katniss Everdeen e Peeta Mellark, a trama do romance é centrada em Haymitch Abernathy – que se tornaria mentor dos dois personagens supracitadas – e na 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário. No romance, vemos como Haymitch foi selecionado como tributo ao longo de outros três “competidores” do Distrito 12 (uma mudança nas regras daquele ano) e conhecemos um pouco mais sobre essa incrível mitologia criada por Collins.

À medida que chegamos ao final dessa nova trama, cuja adaptação para os cinemas estreia em 2026, nos perguntamos que outras histórias a autora poderia trazer à vida em possíveis spin-offs.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco outras histórias do mundo de ‘Jogos Vorazes que gostaríamos de ver.

Veja abaixo as nossas escolhas:

A 1ª EDIÇÃO DOS JOGOS VORAZES

A 1ª edição dos Jogos Vorazes parece ser uma escolha óbvia para Collins explorar – afinal, pouco se sabe sobre ela. Em cada um dos romances, a autora explicou como Panem foi criada e de que forma a Capital instaurou o início dos Jogos como retaliação contra os Distritos (perdedores da Guerra Civil e forçados a “pagar seus pecados” ao mandar dois tributos entre 12 e 17 anos para competirem até a morte). Porém, detalhes sobre a edição de estreia nunca foram explorados a fundo.

Os Jogos em questão foram ambientados em um antigo anfiteatro e duraram meras quatro horas e 46 minutos. Ainda sem o aparato tecnológico que passaríamos a conhecer nas edições subsequentes – cortesia da ascensão de Coriolanus Snow ao poder, como vimos na 10ª edição -, o vitorioso foi Cassius Heath, um tributo de 16 anos do Distrito 2. Funcionando como um Coliseu, o público da Capital pôde conferir o espetáculo dentro da própria arena, enquanto os tributos não tinham nada além de armas para digladiarem entre si.

O PRIMEIRO MASSACRE QUATERNÁRIO

Os Massacres Quaternários dos Jogos Vorazes acontecem a cada vinte e cinco anos, trazendo regras novas para cada “edição comemorativa”. O Segundo Massacre, narrado em Amanhecer na Colheita, forçou cada Distrito a entregar o dobro de tributos masculinos e femininos (totalizando nada menos que 48 tributos na arena); o Terceiro Massacre escolheu ganhadores passados dos Jogos Vorazes – levando Katniss e Peeta de volta para o combate. Porém, não tivemos nenhuma narrativa que explorou o que aconteceu no Primeiro Massacre.

Para a 25ª edição dos Jogos, a Capital teve como objetivo “lembrar os rebeldes que seus filhos estavam morrendo por causa da própria violência”. Dessa forma, os Distritos escolheram seus próprios tributos em vez da costumeira Colheita. Entretanto, mais informações não são encontradas nas páginas assinadas por Collins, com exceção de que a Cornucópia foi oficialmente introduzida naquela edição – e que o vitorioso, sem nome definido, provavelmente estava morto à época do Terceiro Massacre.

A HISTÓRIA DE WIRESS

Amanhecer na Colheita traz de volta inúmeros personagens memoráveis do panteão Jogos Vorazes: além de Haymitch, temos a presença de Effie Trinket, Mags, Beetee e ninguém menos que Wiress – a vencedora da 49ª edição dos Jogos que entra como uma das mentoras de Haymitch e dos outros tributos do Distrito 12 na 10ª edição. E, conforme descobrimos mais sobre sua história, seria muito interessante vê-la expandida em um livro spin-off.

Wiress venceu o ano em que participou ao estar um passo à frente de seus competidores em uma traiçoeira arena de espelhos. Seguindo a própria luz, ela conseguiu se guiar em um labirinto enlouquecedor até encontrar um ponto cego, onde se muniu de suprimentos e de água e esperou a loucura acabar – e até mesmo os patrocinadores não conseguiam-na encontrar, denotando uma falha técnica da Capital. Na 75ª edição, já ensandecida após entrar em estado traumático, ela é selecionada para o Terceiro Massacre, ajudando Katniss a derrubar a arena.

OS DIAS SOMBRIOS

Todos nós conhecemos a história resumida de como Panem foi criada: após uma série de catástrofes ambientais que culminaram no aumento dos níveis do mar e da destruição da civilização moderna, um país surgiu na América do Norte com a promessa de resgatar a glória humana – mas rendeu-se a rédeas curtas que transformaram o governo instaurado em um reino autoritário e que colocava seus Distritos em subserviência total.

Eventualmente, os Distritos se rebelaram contra a Capital, centro político de Panem, dando início a uma série de batalhas e conflitos que ficariam conhecidos como os Dias Sombrios. Sabemos que a guerra foi vencida pela Capital com a derrota de doze Distritos e obliteração completa do Distrito 13 – que, como vemos em Jogos Vorazes: A Esperança’, tornou-se um refúgio de rebeldes e guerrilheiros que enfrentariam o governo. Assim, seria interessante se Collins nos levasse para um passado distante, 74 anos antes de Katniss Everdeen vencer os Jogos, para trazer ainda mais detalhes sobre o momento em que tudo começou.

A HISTÓRIA DE MAGS

Em Jogos VorazesA Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, acompanhamos a história e a ascensão de Coriolanus Snow, um jovem que tentava recuperar a glória do nome da família poucos anos após a guerra entre a Capital e os Distritos, além de conhecermos Lucy Gray Baird e a 10ª edição dos Jogos Vorazes. E, como bem sabemos, a vitória de Lucy foi premeditada por Coriolanus – que criou inúmeras inovações para a batalha, incluindo a introdução dos Patrocinadores.

Porém, essa edição se provou um fiasco, levando os Idealizadores dos Jogos a criar formas de engajar os Distritos e a própria Capital para o próximo ano. Dessa forma, novos incentivos foram criados – como a criação da Aldeia dos Vitoriosos, fornecimento de mais comida para o Distrito vencedor e prêmios monetários para os ganhadores. Na 11ª edição dos Jogos, Mags, que retornaria para o Segundo Massacre como mentora de Haymitch e para o Terceiro Massacre como participante, foi a última a sobreviver e a primeira a embarcar na Turnê da Vitória promovida pela Capital.

‘Verity’: Terminam as filmagens da adaptação estrelada por Anne Hathaway

Através das redes sociais, a vencedora do Oscar Anne Hathaway revelou que as gravações de Verity, longa baseado no romance homônimo da Colleen Hoover, foram finalizadas.

O filme estreia no dia 15 de maio de 2026.

Confira:

Lembrando que o filme teve seu primeiro trailer divulgado na Cinema Con 2025.

Estrelado também por Dakota Johnson e Josh Hartnett, o longa deve surpreender com uma pegada de suspense e mistério.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

“O trailer começa com o personagem do Josh Hartnett seduzindo a Anne Hathaway em um bar. Corta para anos depois, e ela está presa na cama em estado vegetativo.”

“Somos, então, apresentados à personagem da Dakota Johnson. Ela é chamada para finalizar um livro que Hathaway estava escrevendo, mas, devido a sua condição, não teve a chance de terminar.”

“Diferente da adaptação de ‘É Assim que Acaba’, este filme parece mais um thriller, com diversas cenas inquietantes, incluindo um homem que é atropelado e seu sangue jorra no rosto da Dakota e outra cena em que ela acorda no gelo, fora da casa. Tudo isso enquanto a rivalidade com a personagem da Hathaway continua a aumentar de forma perturbadora.

Na trama…

Lowen Ashleigh (Johnson) é uma escritora esforçada que está à beira da falência quando aceita a oferta de emprego imperdível. Jeremy Crawford (Hartnett), marido da autora de suspense best-seller Verity Crawford (Hathaway), contrata Ashleigh para terminar os livros restantes de uma série de sucesso que sua esposa não consegue terminar após um acidente misterioso.

Ao chegar à luxuosa propriedade de Crawford, Ashleigh lentamente descobre que as coisas não são exatamente o que parecem com a descoberta de um manuscrito secreto e inacabado que pode revelar admissões assustadoras sobre o passado da família. Enquanto Lowen se envolve com a família, ela deve discernir se os rascunhos de Verity são meramente obras de ficção escabrosas ou um aviso sinistro de uma psicopata perturbada…

Além deles, o elenco conta ainda com Ismael Cruz Córdova (‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder’), Brady Wagner (‘Merrily We Roll Along’), Irina Dvorovenko (‘And Just Like That…’), K.K. Moggie (‘The Good Wife’) e Michael Abbott Jr. (‘The Drama’), completando o time de protagonistas.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) será responsável pela direção.

Nick Antosca (‘Espíritos Obscuros’) assinará o roteiro, cujos rascunhos anteriores passaram pelas mãos de Hillary Seitz, Angela LaManna e Will Honley & April Maguire.

A adaptação está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.

Crítica | ‘Alvo Primário’ – Aulão de matemática e espionagem na Apple TV+ que deixaria Pitágoras com uma enorme preguiça!

Intrigas no mundo da espionagem é algo de certa forma bastante corriqueiro quando pensamos em filmes e séries. Trazer algo novo e que chame a atenção dentro desse contexto não é uma missão fácil. Lançado nesse início de 2025 no ótimo streaming Apple TV+, Alvo Primário segue a cartilha dessas produções trazendo em sua primeira temporada um recheio considerável de clichês que se amontoam em oito episódios que flertam com o previsível. Criada por Steve Thompson, podemos bater o martelo de que essa é umas das grandes decepções do ano até aqui.

Edward Brooks (Leo Woodall) é um jovem matemático, orgulho do corpo docente da prestigiada Universidade de Cambridge, que está produzindo uma pesquisa para seu doutorado numa análise profunda e bastante complexa sobre teorias no padrão dos números primos. Quando seu trabalho é apresentado a um dos professores mais prestigiados da universidade, uma série de situações o colocam de frente para o perigo. Para ajudá-lo em busca de respostas, entra em sua vida a analista da NSA, Taylah Sanders (Quintessa Swindell).

Quando o foco é criar o terreno para eventuais reviravoltas, a qualquer custo, geralmente não sai conforme o pensado. Em sua tentativa de criar camadas para seu nada carismático protagonista, o roteiro esbarra na ingenuidade da superfície, não tirando o pé do acelerador em nenhum momento. O quebra-cabeça emocional que vive o personagem acaba sendo pouco explorado por uma narrativa se construindo de forma atabalhoada com subtramas desinteressantes que forçadamente ganham elos com a trama principal.

O matematiquês está contido mas aqui fica em segundo plano, então calma você que odeia matemática! Os dramas pessoais buscam um respiro mas acabam confundindo mais do que adicionando. As relações interpessoais que se apresentam são cheias de lacunas, parece um abre alas para futuros desenrolares (algumas produções seriadas cismam em pensar numa segunda temporada), um deslize que transformam os cerca de 60 minutos por episódio em uma sequência de achismos por parte do público.

Na sua busca por conexões interessantes ao apresentar personificações (leia-se as já mencionadas relações interpessoais) em forma de paralelos para brincar de ficção com teorias que circulam sobre os mistérios ainda indecifráveis de números naturais que possuem somente dois divisores: 1 e eles mesmos, Alvo Primário e seu aulão de espionagem deixariam Pitágoras com uma enorme preguiça.

10 Maravilhosas Séries de Romance

É tão bom quando refletimos sobre o amor vendo uma série cativante! Pelos streamings encontramos todo tipo de história que falam sobre o sentimento mais profundo que existe. Abaixo, separamos algumas dessas obras seriadas que vocês precisam assistir:

 

Modern Love (Prime Video)

Baseada em uma coluna semanal publicada pelo jornal The New York Times, o seriado Modern Love nos mostra histórias de amor, de todos os tipos, ambientadas em Nova Iorque.

 

Um Dia (Netflix)

Adaptado de um romance escrito por David Nicholls – que já havia virado filme em 2011 – a minissérie Um Dia acompanhamos durante alguns anos o relacionamento com idas e vindas e cheio de variáveis entre Emma e Dexter.

 

Love Life (MAX)

Criada por Sam Boyd, nessa série de antologia acompanhamos na primeira temporada uma jovem e suas questões sobre amor e relacionamentos.

 

Outlander (Netflix)

Uma enfermeira é transportada misteriosamente para muitos anos no passado onde passa a viver situações repletas de dilemas. O projeto é baseado nas obras homônimas da escritora norte-americana Diana Gabaldon.

 

Amor Platônico (Apple Tv Plus)

Criada por Francesca Delbanco e Nicholas Stoller, que também dividem a direção dos episódios, na trama, conhecemos Sylvia (Rose Byrne) uma dona de casa, formada em direito, que abdicou da carreira para cuidar dos três filhos e vive um casamento feliz com seu marido, o advogado Charlie (Luke Macfarlane). Após aparecer em seu feed, de uma rede social, que o seu ex-melhor amigo, o mestre cervejeiro Will (Seth Rogen) acabara de terminar o casamento, ela resolve entrar em contato com ele. Assim, esses dois amigos, antes com 20, agora perto dos 40 anos se envolvem em várias situações onde um ajuda o outro a enfrentar os problemas nessa fase da vida cheia de variáveis e escolhas difíceis.

 

Upload (Prime Video)

Na trama, conhecemos Nathan Brown (Robbie Amell) um criativo programador de computadores que está no auge de seu grande futuro sucesso quando de repente, em um acidente muito duvidoso acaba morrendo. Sua namorada, a patricinha Ingrid (Allegra Edwards) parte para incluí-lo em um lugar onde a consciente ganha renovação de vida no pós morte, um lugar onde ele ainda pode se conectar com os que ainda estão vivos. Nesse lugar projetado, paradisíaco, ele conhece sua ‘anja’ Nora (Andy Allo), a responsável pelo seu bem estar nesse novo lugar.  Assim o protagonista, com novas variáveis, vai conseguir entender melhorar toda sua vida.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.

 

Amor e Anarquia (Netflix)

Na história, conhecemos Sofie (Ida Engvoll) uma mulher com dois filhos, dentro de um casamento com problemas, que tem o pai indecifrável dentro de suas agonias. Ela começa um novo trabalho em uma editoria como consultora de novos negócios e responsável pela complicada transição do físico para o digital dessa empresa que já existe faz muito tempo. Nessa mesma empresa conhecemos Max (Björn Mosten), um estagiário de informática, que logo entra em atritos com Sofie. Numa noite, onde Sofie fica até tarde no trabalho, Max a flagra se masturbando em sua mesa, coletando provas sobre o ocorrido. No dia seguinte, parece que um jogo de chantagem começa mas Sofie embarca na ideia, ambos começam a jogar um provocativo game e assim a se aproximar de maneira intensa e provocante.

 

Normal People

Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.

 

Virgin River (Netflix)

Na busca de novas perspectivas sobre a vida, uma mulher de meia idade se muda de uma Los Angeles agitada para uma pacata cidadezinha do interior.

 

Mostra Tiradentes abre o Ano do Cinema Brasileiro na França com exibições em Paris

O cinema brasileiro está em destaque no cenário internacional em 2025, com a França como palco de uma série de celebrações em torno da cultura do Brasil. A largada oficial foi dada em grande estilo: a Mostra de Cinema de Tiradentes, prestes a completar 30 anos, ganhou uma edição especial na capital francesa entre os dias 3 e 7 de abril, integrando a programação do festival Regards Satellites. Ainda neste mês, o prestigiado Festival de Cinema Brasileiro de Paris chega à sua 27ª edição, entre 29 de abril e 6 de maio, consolidando a presença nacional no país europeu durante o Ano do Brasil na França.

Organizado pela Universo Produção, o especial Mostra Tiradentes em Paris levou ao público francês uma cuidadosa seleção de 12 filmes brasileiros, projetados em quatro espaços culturais: Cinéma L’Ecran (em Saint-Denis), Cinéma Le Méliès, a Cinemateca Francesa e a Salle Langevin. A programação refletiu a diversidade, ousadia e experimentação que marcam a produção nacional contemporânea, oferecendo uma rara oportunidade de contato com narrativas potentes e autorais.

A cerimônia de abertura, realizada no dia 3 de abril no Cinéma L’Ecran, contou com a presença de importantes representantes institucionais e culturais: Michel Fourcade, sub-prefeito da região de Saint-Denis; membros da Embaixada do Brasil na França; a diretora da Universo Produção e coordenadora da Mostra, Raquel Hallak; além dos curadores Francis Vogner dos Reis e Claire Allouche.

Estar aqui na França, na capital do cinema mundial, é realmente um privilégio. A França, com a sua rica tradição cinematográfica, o compromisso com a valorização das culturas do mundo, oferece um ambiente perfeito para o cinema brasileiro ganhar visibilidade e estabelecer conexões internacionais. Eu desejo a todos uma temporada audiovisual brasileira muito rica de reflexões, de histórias, de narrativas. Todos os dias teremos aqui realizadores para o bate-papo para que a gente possa conhecer essas histórias que representam o nosso cinema.”, declarou Raquel Hallak durante a cerimônia de abertura.

Raquel Hallak durante a cerimônia de abertura da Mostra Tiradentes na França.

A sessão inaugural foi marcada pela exibição do curta-metragem Fantasmas (2010), do mineiro André Novais Oliveira, e do longa Estrada para Ythaca (2010), dos cineastas cearenses Guto Parente, Luiz Pretti, Ricardo Pretti e Pedro Diógenes. Ambos os filmes escolhidos representam o início da trajetória de diretores que hoje ocupam lugar de destaque na cena cinematográfica brasileira — como Parente, que em 2024 lançou Estranho Caminho, apresentado no Cinélatino na França, e Novais Oliveira, autor da comédia romântica O Dia Que Te Conheci, sucesso entre o público brasileiro.

Ao trazer uma seleção que sintetiza a essência da Mostra Tiradentes, o festival permite que cineastas brasileiros sejam redescobertos por um novo olhar, fomentando diálogos internacionais e impulsionando a presença do Brasil no circuito de festivais europeus. A iniciativa também reforça a relevância do cinema como ponte cultural, especialmente em um ano em que o Brasil é homenageado pela França em diversos setores criativos.

O mercado cinematográfico brasileiro vive um momento efervescente. O Marché du Film de Cannes já anunciou que o Brasil será o país em destaque na edição deste ano, abrindo caminho para novas oportunidades de distribuição e coproduções internacionais. E as expectativas não param por aí: há grande expectativa quanto à presença de Kleber Mendonça Filho e Karim Aïnouz na disputa pela Palma de Ouro no Festival de Cannes, o que pode render novos prêmios ao cinema nacional no início de  2026.

Ainda em abril, o tradicional Festival de Cinema Brasileiro de Paris ocupará o cinema Arlequim com a exibição de 35 longas-metragens, entre os dias 29 de abril e 6 de maio. Em sua 27ª edição, o festival prestará homenagem à atriz e diretora Dira Paes, celebrando seus 40 anos de carreira. A mostra conta com cinco títulos  protagonizados pela artista, incluindo Manas, de Marianna Brennand, atualmente em cartaz na França, após ser premiado no Festival de Veneza no ano passado.

A sessão de abertura será com Vitória, novo filme de Andrucha Waddington estrelado por Fernanda Montenegro, dando início à programação cinematográfica brasileira de 2025 na França com uma obra que une experiência e sensibilidade. O evento conta com títulos de destaque como o vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional — com mais 300 mil ingressos vendidos na França, Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, e o sucesso de bilheteria O Auto da Compadecida 2, de Flávia Lacerda e Guel Arraes, inédito no país.

Com dois festivais em evidência e o fortalecimento das relações culturais entre Brasil e França, 2025 promete ser um ano histórico para o cinema nacional no exterior — e a Mostra de Tiradentes em Paris foi o primeiro grande passo dessa jornada.

‘Cabo do Medo’: CCH Pounder entra para o elenco de série baseada em clássico de Martin Scorsese

A aclamada atriz de teatro, CCH Pounder, é a mais recente adição ao elenco de ‘Cape Fear‘, série baseada no clássico filme ‘Cabo do Medo‘, de Martin Scorsese.

Pounder também é conhecida por ter estrelado ‘Sons of Anarchy‘, ‘A Órfã‘, ‘Círculo Fechado‘, ‘The Shield: Acima da Lei‘, ‘Avatar‘ e ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos‘.

Além disso, o diretor indicado ao Oscar Morten Tyldum (‘Silo‘, ‘Em Defesa de Jacob‘, ‘O Jogo da Imitação‘) vai dirigir o episódio piloto e atuar como produtor executivo.

Ainda sem data de estreia, a série será estrelada pela indicada ao Oscar Amy Adams e o vencedor do Oscar Javier Bardem, que também assinam como produtores executivos, junto aos vencedores do Oscar Martin Scorsese e Steven Spielberg.

Patrick Wilson (‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’) também foi confirmado no elenco. Detalhes sobre seu papel não foram confirmados, mas o ator deve interpretar Tom Bowden, marido da protagonista, Anna Bowden (Adams).

Bardem (‘007 – Operação Skyfall’) dará vida ao vilão, Max Cady.

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados, quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato‘, ‘Candy‘, ‘A Friend of the Family‘), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

A adaptação de 1991 foi estrelada por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange.

O projeto está sendo desenvolvido pela Apple TV+.

Madonna e Elton John fazem as pazes após mais de duas décadas de brigas

Após mais de 20 anos de brigas públicas, Madonna e Elton John finalmente deixaram as desavenças do passado para trás. A reconciliação foi confirmada com a presença da cantora americana na performance musical do veterano britânico, durante o Saturday Night Live do último sábado (05).

O fim da rivalidade entre os ícones foi compartilhado por Madonna por meio de sua conta oficial do Instagram. Na publicação em questão, ela celebra o reencontro com o artista e também revela detalhes da reconciliação nos bastidores.

A cantora ainda ponderou que John escreveu uma canção para ela e que gostaria de fazer uma parceria musical.

Confira:

“Finalmente Enterramos o Machado!!! Fui ver Elton John se apresentar no SNL neste fim de semana!! UAU.

Lembro-me de quando estava no ensino médio – saí de casa uma noite para ver Elton se apresentar ao vivo em Detroit! Foi uma apresentação inesquecível que me ajudou a entender o poder transformador da música.

Vê-lo se apresentar quando estava no ensino médio mudou o curso da minha vida. Sempre me senti uma estranha enquanto crescia e vê-lo no palco me ajudou a entender que não havia problema em ser diferente – se destacar – pegar a estrada menos percorrida. Na verdade, era essencial.

Ao longo das décadas, me doeu saber que alguém que eu admirava tanto compartilhava sua antipatia por mim publicamente como artista. Eu não entendia. Disseram-me que Elton John era o convidado musical do SNL e decidi ir. Eu precisava ir aos bastidores e confrontá-lo. Quando o encontrei, a primeira coisa que ele disse foi ‘Perdoe-me’ e o muro entre nós caiu.

O perdão é uma ferramenta poderosa. Em minutos. Estávamos nos abraçando.
Então ele me disse que tinha escrito uma música para mim e queria colaborar. Foi como se tudo tivesse se completado!!
E você pode dizer a todos, This is Your Song……….”

Diante da publicação, o cantor deixou um comentário, se desculpando por sua falas acaloradas. No relato, ele ainda reconheceu o talento da artista, que foi visionária ao longo das décadas:

“Obrigado por vir me ver. E obrigada por me perdoar e perdoar minha boca grande. Não tenho orgulho do que disse. Principalmente quando penso em todo o trabalho inovador que você fez como artista – abrindo caminho para uma geração inteira de artistas femininas terem sucesso e serem fiéis a si mesmas.

Você também foi uma das primeiras pessoas a se levantar contra o HIV/AIDS nos anos 80, levando amor e compaixão a tantos que precisavam desesperadamente. Sou grato por podermos seguir em frente. Estou cada vez mais angustiado com toda a divisão em nosso mundo no momento.

Tanto você quanto eu fomos aceitos e acolhidos de todo o coração por comunidades que estão sob ameaça ao redor do mundo. Ao nos unirmos, tenho esperança de que possamos fazer grandes coisas acontecerem para aqueles que realmente precisam de apoio. E nos divertir muito fazendo isso!”

Entenda a treta

A complicada relação entre os artistas começou ainda em 2004, quando Elton John acusou Madonna de fazer playback. De lá para cá, ele repetiu as acusações em episódios distintos, em uma turnê de 2007 e até mesmo em sua aclamada performance no Super Bowl 2012.

Naquele mesmo ano, John chegou a fazer duras críticas ao álbum MDNA, afirmando que a carreira da colega de profissão havia acabado:

Madonna é um pesadelo. Desculpe, sua carreira acabou. Sua turnê tem sido um desastre. Se ela tivesse bom senso, ela teria feito uma música como ‘Ray of light’ e depois ficado longe das coisas mais dançantes, se tornando apenas uma grande cantora pop e fazendo grandes discos pop, o que ela faz de forma brilhante”.

Ainda em 2012, os dois chegaram a disputar a categoria de Melhor Canção Original no Globo de Ouro. Na ocasião, John alegou em uma entrevista que a rival “não tinha p*rra nenhuma de chances” de levar o prêmio, mas acabou testemunhando a vitória dela pelo hit “Masterpiece“, de sua estreia na direção, ‘W.E. – O Romance do Século‘. O britânico disputou a categoria com a canção “Hello Hello“, feita para ‘Gnomeu e Julieta‘.

Na época, David Furnish, marido do cantor, reclamou do resultado nas redes sociais. Dias depois, o casal se desculpou com a cantora e chegou a jantar com ela em Paris, para amenizar as desavenças.