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Crítica | ‘Black Mirror’ retorna à boa forma com sua melhor temporada em quase uma década

Black Mirror não conquistou o icônico patamar que hoje possui por qualquer motivo: a série antológica criada por Charlie Brooker mergulhou de cabeça em explorações pessimistas do avanço descontrolado da tecnologia em meio a um cenário de puro capitalismo predatório – discorrendo, através de narrativas que discorrem sobre o milenar sistema de castas com “Nosedive”, os perigos da invasão de privacidade em “The Entire History of You” e “Arkangel”, e utilização da mídia como modo de entretenimento de tortura em “White Bear” e “Shut Up and Dance”. Em contrapartida, tivemos episódios que trouxeram uma certa atmosfera de leveza, como “San Junipero” e “Hang the DJ”, denotando uma versatilidade da série.

Apesar de um forte início há quase uma década e meia, a série passou por uma derradeira fadiga criativa que vinha tomando forma desde a quarta temporada, quando incursões nada originais e tomadas por metáforas exauríveis e diálogos cansativos manchavam a estrutura quase imaculada da antologia. Os amadores equívocos permaneceram até a frustrante sexta temporada – a primeira em quatro anos que mais parecia um produto mal-acabado do que algo pertencente a esse outrora incrível universo. Com o anúncio da sétima iteração, não podíamos deixar de ficar com um pé atrás no tocante à qualidade dos capítulos inéditos; felizmente, fomos surpreendidos com uma das melhores entradas da série através de seis sólidos episódios que dão um respiro significativo à atração.

A ideia por trás dessa nova temporada não é apenas voltar a uma forma que já vinha sendo perdida há bastante, e sim encontrar maneiras de trazer assuntos já explorados nas incursões predecessoras sob óticas envolventes e interessantes, mesmo que não inovadoras. “Common People”, capítulo que abre essa nova jornada, nos leva ao complexo mundo da medicina tecnológica em que um casal formado por Amanda (Rashida Jones) e Mike (Chris O’Dowd). Lutando para sobreviver em meio a boletos que não param de chegar e à manutenção de um forte casamento que persevera em meio a altos e baixos, a vida como a conhecem passa por uma brusca mudança quando Amanda entra em coma. Auxiliado pela porta-voz de uma companhia high-tech chamada Gaynor (Tracee Ellis Ross), Mike utiliza suas economias para pagar um tratamento milagroso demais para parecer real – até descobrir as consequências disso.

A verdade é que a indústria responsável pela cirurgia e pelo tratamento que pode tirar Amanda do coma é movida por interesses próprios, vendendo o sonho de voltar à normalidade apenas para se aproveitar de seus clientes – transformando um cotidiano simples e feliz em uma caótica e melancólica realidade. Abrindo espaço para discussões sobre o falso prospecto de cura e de plenitude prometido pelas invenções tecnológicas e pelas companhias que as monopolizam, o episódio pode ter suas falhas, mas emerge como um taciturno e sombrio reflexo de algo não muito distante.

Outros temas são explorados em meio aos episódios: em “Plaything”, quarto episódio da iteração, Peter Capaldi interpreta Cameron Walker, um homem que propositalmente tenta assaltar uma loja de conveniência apenas para ser detido pela polícia a fim de dar início a um plano obscuro que envolve o desenvolvimento de um game chamado Throng. Conectando-se logo de cara com as formas sencientes de vida pertencentes ao jogo, chamadas Thronglets, Cam é instruído com uma missão importante: garantir que esse coletivo de inteligências artificiais espalhe sua mensagem para o mundo em meio à pré-programação humana de egoísmo e individualismo – algo que não os torna vilões, e sim “salvadores” de uma maneira distorcida e controversa.

É notável como Brooker, aliando-se a um time competente de diretores e de roteiristas, rearranja tudo pelo que nos apaixonamos em Black Mirror há tantos anos, garantindo que as raízes da antologia sejam recuperadas sem se respaldar por completo em uma nostalgia repetitiva e redundante. “Hotel Reverie”, cujo título em si já nos dá uma dica do que esperar (considerando que reverie traduz-se para devaneio), e “Eulogy” partem de uma premissa menos pessimista e mais dramática e intimista, em que os protagonistas são forçados e lidar com reviravoltas inesperadas. Este, estrelado pela força incomparável de Paul Giamatti, é um poderoso estudo antropológico sobre arrependimentos amorosos e enfrentamento de fantasmas adormecidos; aquele, por sua vez, traz referências ao aclamado episódio “San Junipero”, apoiando-se no talento de Issa Rae, Emma Corrin e Awkwafina para um enredo firmado na metalinguagem anacrônica que não tem medo de se arriscar. Não é surpresa que a ousadia de ambos os transformem nos melhores capítulos do sétimo ciclo.

Completando a leva inédita de iterações, “Bête Noire” é respaldado pelas performances magníficas de Siena Kelly e Rosy McEwen em uma clássica história de bullying e vingança que envolve uma gênia da tecnologia e uma mestra da culinária – e, enquanto o terceiro ato do episódio pode soar um tanto quanto ocasional e exagerado, a conclusão faz sentido dentro de uma angustiante ambientação que une tecnologia, histeria e gaslighting em um único cosmos. E, para além das ótimas atuações e de uma forte direção – cortesia de Toby Haynes -, somos engolfados pela premissa por sua saudosa menção aos primórdios da série.

Concluindo essa espetacular temporada (que, obviamente, não é livre de falhas), temos a tão aguardada sequência de “USS Callister”. O episódio da quarta temporada ganhou uma forte continuação intitulada “USS Callister: Into Infinity”, expandindo a mitologia imortalizada em 2017 através de twists poderosos e um time incrível de atores liderado por Cristin Milioti e Jimmi Simpson em investidas aplaudíveis. Mantendo-se fiel à apaixonante estética sci-fi de ‘Star Trek’, o episódio estende-se por uma hora e meia de duração que passa em um piscar de olhos, valendo-se de uma mistura entre o mundo real e virtual à medida que constrói críticas bem-vindas ao uso de clones humanos traduzidos em códigos de inteligência artificial – que, com mais força do que nunca, merecem espaço de discussão.

A 7ª temporada de Black Mirror é um glorioso e reconfortante retorno à forma depois de alguns anos cedendo a fórmulas e a clichês errôneos que não traziam nada de interessante. Com os inéditos episódios, Brooker prova que ainda tem muito a contar para os fãs inveterados da antologia – e que, quando bem arquitetados, conseguem nos encantar da mesma maneira que antes.

‘The White Lotus’: Jason Isaacs revela TENSÕES nos bastidores da gravação da terceira temporada

Os rumores sobre as tensões nos bastidores da aclamada sérieThe White Lotus persistem, e agora os fãs resgatam uma declaração intrigante do ator Jason Isaacs ao The Guardian, feita antes da estreia da nova temporada, que parece corroborar o clima tenso nos sets de filmagem.

“Era um campo de teatro, mas até certo ponto um campo de prisioneiros aberto: você não podia evitar um ao outro. Existem tensões e dificuldades, não sei se elas se espalharam da tela para fora dela, ou se isso teria acontecido de qualquer maneira”, descreveu o ator, pintando um quadro vívido da dinâmica intensa nos sets.

Os observadores mais atentos notaram que alguns atores deixaram de se seguir no Instagram após a conclusão da temporada, alimentando ainda mais as especulações sobre possíveis desavenças.

“Houve alianças que se formaram e se romperam, romances que floresceram e se desfizeram, amizades que surgiram e se dissiparam. É um longo período de tempo para as pessoas ficarem longe de suas famílias com um bar aberto e toda a liberdade que a Tailândia proporciona”, acrescentou Isaacs.

“Não posso fingir que não estive envolvido em alguns dos dramas nos bastidores. Dave já viu isso antes, duas vezes, e o Mike [White, o criador da série] também. Acho que o calor contribuiu para que essas rachaduras aparecessem”, afirmou o ator, sugerindo que as condições ambientais podem ter exacerbado as tensões.

“Todos nós nos veremos novamente [para a estreia] e tenho certeza de que estaremos nos abraçando e nos beijando e relembrando com carinho. Mas houve momentos em que as coisas não eram tão boas”, ressaltou Isaacs.

Compartilhando uma perspectiva externa, o ator revelou: “Eu estava de certa forma acostumado com isso, mas dentro de algumas semanas minha esposa [que o acompanhou no set e também é ex-atriz] disse: ‘Algumas dessas pessoas estão loucas’. Eu respondi: ‘Não, querida, é apenas um monte de atores no local. Você se esqueceu como é'”.

Apesar das turbulências nos bastidores, Isaacs deixou claro que trabalharia novamente com Mike White, sinalizando um respeito profissional pelo criador da série.

Compositor anuncia saída de ‘The White Lotus’ após conflitos com Mike White

The White Lotus’ está disponível no Max.

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração conquistou sólidos 89% de aprovação, contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª.

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Cineasta James Toback é condenado a pagar US$ 1,4 bilhão a 40 vítimas de agressão sexual

Quase sete anos após as primeiras alegações, o cineasta James Toback, conhecido por ‘Nunca Fui Amada’, foi condenado por agressão sexual, cárcere privado, coerção e abuso psicológico, conforme reportou o Deadline.

Um júri do estado de Nova York ordenou que Toback pague a impressionante quantia de US$ 1,68 bilhão a 40 de suas vítimas. O veredito inclui US$ 280 milhões em danos compensatórios e uma significativa indenização punitiva de US$ 1,4 bilhão.

Atualmente com 80 anos, James Toback continua a negar todas as acusações, alegando que, devido a diabetes e problemas cardíacos, seria “biologicamente impossível” que ele tivesse se envolvido nos comportamentos descritos ao longo das décadas.

A ação judicial foi impulsionada pela Lei de Sobreviventes Adultos de Nova York (Adult Survivors Act), uma legislação que abriu uma janela de um ano, permitindo que sobreviventes de abuso sexual movessem ações civis independentemente do tempo decorrido desde os atos.

“Este veredito é sobre justiça. Mas, crucialmente, trata-se de retirar o poder das mãos dos abusadores — e de seus cúmplices — e devolvê-lo àqueles que eles tentaram controlar e silenciar”, declarou Brad Beckworth, o advogado principal das vítimas, com convicção.

“Hoje, um júri da comunidade de Nova York se manifestou com clareza e enviou uma mensagem que ecoa além deste tribunal: ninguém está acima da responsabilização. O movimento não acabou. Ainda há trabalho a ser feito”, afirmou.

Para Mary Monahan, uma das autoras centrais da ação, o veredito representa mais do que uma vitória legal: “Durante décadas, carreguei esse trauma em silêncio, e hoje um júri acreditou em mim. Acreditou em nós. Isso muda tudo. Este veredito é mais do que um número — é uma declaração: não somos descartáveis. Não somos mentirosas. Não somos danos colaterais na busca de poder de alguém. O mundo agora sabe o que sempre soubemos: o que ele fez foi real. E o que fizemos — nos levantar, falar — foi certo”.

O caso resgatou relatos de outras figuras públicas que tiveram encontros perturbadores com Toback.

  • Julianne Moore revelou que o cineasta a abordou em duas ocasiões nos anos 80, apresentando a mesma proposta inadequada de levá-la ao seu apartamento.
  • Ellen Pompeo compartilhou que o diretor a pressionou a ficar nua em um filme logo após um amigo se afastar brevemente.
  • Selma Blair também manifestou seu escárnio em 2017 diante de um artigo que elogiava Toback, compartilhando-o com o comentário sarcástico: “Irônico”.

A professora e dramaturga Karen Sklaire Watson expressou o impacto do veredito para a comunidade: “Vivo em Nova York há 32 anos. Esta cidade é minha casa. O veredito de hoje a torna mais segura para todas as mulheres. Predadores não podem mais se esconder atrás da fama, dinheiro ou poder. Não aqui. Não mais”.

Confira o trailer da 3ª temporada do revival ‘Criminal Minds: Evolution’; Confira!

criminal minds

A Paramount+ divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada do revival ‘Criminal Minds: Evolution‘.

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O novo ciclo está programado para estrear no dia 8 de maio. No Brasil, a produção é exibida pelo Disney+.

Comandada por Erica Messer, a produção serve como sequência de ‘Criminal Minds‘. A trama se passa dois anos após a conclusão da série original.

A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.

A produção conta com o retorno dos veteranos Paget Brewster (Prentiss), Joe Mantegna (Rossi), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Garcia), Aisha Tyler (Tara) e Adam Rodriguez (Luke).

‘The Librarians’: Série derivada ganha trailer e data de estreia; Confira!

A TNT divulgou o primeiro trailer da série derivada ‘The Librarians: The Next Chapter‘, que serve como sequência de ‘The Librarians‘.

Além disso, foi confirmado que a produção estreará em 25 de maio.

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“A trama acompanhará um bibliotecário do passado que viajou no tempo até o presente e agora se encontra preso aqui. Quando ele retorna ao seu castelo, que agora é um museu, ele inadvertidamente libera magia por todo o continente. Ele recebe uma nova equipe para ajudá-lo a limpar a bagunça que fez, formando uma nova equipe de bibliotecários”.

Dean Devlin serve como produtor executivo e roteirista.

O elenco conta com Callum McGowan, Jessica Green, Olivia Morris, Bluey Robinson e Caroline Loncq

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Hallow Road’: Suspense com Rosamund Pike ganha trailer de tirar o FÔLEGO; Confira!

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Hallow Road‘, suspense com Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’) e Matthew Rhys (‘Perry Mason’).

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Babak Anvari (‘Sob a Sombra’) é responsável pela direção.

“Dois pais precisam lutar contra o tempo quando eles recebem uma ligação perturbadora de sua filha após ela ter causado um trágico acidente de carro.”

O roteiro foi assinado por William Gillies.

Megan McDonnell (‘Normal People’) completa o elenco.

Sem previsão no Brasil, o suspense está programado para estrear no dia 16 de maio.

Cristiano Ronaldo se une ao diretor Matthew Vaughn e lança estúdio de cinema

O astro do futebol de elite Cristiano Ronaldo está expandindo seu alcance para o universo do cinema: a Variety reportou que ele e o renomado diretor Matthew Vaughn uniram forças para lançar a UR•Marv, um novo estúdio de cinema estabelecido em parceria.

Com a ambição de revolucionar a produção cinematográfica tradicional, o estúdio independente UR•Marv se propõe a “abraçar tecnologias inovadoras, sem jamais esquecer suas raízes”.

Essa colaboração já apresenta resultados concretos: dois filmes de ação foram finalizados – financiados e produzidos por Vaughn e Ronaldo através da UR•Marv – e um terceiro projeto, parte da mesma série, encontra-se em desenvolvimento. Os detalhes do primeiro filme serão revelados em breve.

“Este é um capítulo empolgante para mim, enquanto exploro novas oportunidades no mundo dos negócios”, declarou Cristiano Ronaldo.

Matthew Vaughn também expressou seu otimismo com a parceria: “Cristiano criou histórias dentro de campo que eu jamais conseguiria escrever, e estou ansioso para criar filmes inspiradores ao seu lado – ele é um verdadeiro super-herói da vida real”.

Elenco jovem é destaque em nova imagem de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’; Confira!

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

O site Collider divulgou uma imagem inédita do próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

A imagem destaca parte do elenco jovem, incluindo Sarah Pidgeon, Madelyn Cline e Chase Sui Wonders.

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Vale lembrar que o primeiro trailer do terror foi exibido durante a apresentação da Sony Pictures na CinemaCon 2025. O vídeo destaca mortes brutais, um tom sombrio e abraça a nostalgia.

Confira a descrição:

O trailer começa com um jovem casal. A menina, interpretada pela Madelyn Cline, sobe para tomar um banho enquanto seu namorado é brutalmente assassinado por um assassino empunhando um gancho, vestido todo de preto.

“Logo depois, o grupo protagonista é introduzido. Eles estão na faculdade e debatem se o assassinato tem algo a ver com o que eles fizeram no verão passado. A protagonista fala que eles precisam de ajuda de duas pessoas que já passaram por isso.”

“Freddie Prinze, Jr. retorna durante uma reunião na cidade, afirmando que “não é a primeira vez que essa cidade foi assolada por violência”. Após diversos flashes rápidos e algumas mortes violentas, Jennifer Love Hewitt finalmente aparece e pergunta o que determinado personagem fez no verão passado.”

O elenco contará com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

Na trama…

“Quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

Terror focado na irmã malvada da Cinderela ganha novas imagens oficiais; Confira!

O terror ‘The Ugly Stepsister‘ (A Meia-Irmã Feia, em tradução literal), focado na irmã malvada da Cinderela, ganhou novos imagens oficiais.

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Emilie Blichfeldt será responsável pela direção.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de abril.

‘Godzilla x Kong’: Alexander Skarsgård revela que cenas importantes de seu personagem foram cortadas

O ator Alexander Skarsgård abordou recentemente os rumores de que seu papel em ‘Godzilla vs. Kong’ (2021) teria sido consideravelmente reduzido na versão final do filme.

Em entrevista ao ComicBook, o ator, que interpretou o Dr. Nathan Lind, um teórico da Terra Oca, demonstrou compreender os desafios de atuar em um blockbuster com foco em monstros gigantes.

“Definitivamente havia mais história de fundo, mais cenas focadas no personagem que acabaram sendo cortadas”, explicou Skarsgård. “Mas quando você aceita participar de um filme como ‘Godzilla vs. Kong’, há apenas duas estrelas de verdade. E você não é uma delas”.

O ator mostrou bom humor ao falar sobre o processo colaborativo com o diretor Adam Wingard, acrescentando: “Adam Wingard, o diretor, e eu, pudemos brincar e criar coisas estranhas e excêntricas, adicionando camadas ao desenvolvimento do personagem. Mas no final das contas, se eles precisarem enxugar o filme, Skarsgård vai para o chão, não Godzilla ou Kong. Então eu entendo perfeitamente e, sabe, o filme funciona. Não precisava de mais Skarsgård”.

Skarsgård também comentou sobre suas experiências criativas positivas com diretores de grandes produções: “Sempre tive boas relações criativas com todos os diretores com quem trabalhei em filmes grandes, onde eles estavam muito abertos a criar um ambiente divertido no set. Então nunca me senti sufocado ou criativamente preso. Mas as apostas são muito mais altas, então você pode se divertir muito criando subtramas interessantes ou aspectos peculiares do personagem, mas no final, quando há centenas de milhões de dólares em jogo, essas excentricidades podem não entrar na versão final”.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

‘A Múmia’: Atriz de ‘Cavaleiro da Lua’ se junta ao elenco do novo remake da Blumhouse

De acordo com o Deadline, May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua’) se juntou ao elenco do remake de ‘A Múmia‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Além dela, Veronica Falcón (‘A Rainha do Sul’) e May Elghety (‘Investigação’) também foram confirmadas no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre seu papéis não foram divulgados.

Elas se juntam aos atores Jack Reynor (‘Midsommar’) e Laia Costa (‘A Roda do Tempo’), que haviam sido previamente anunciados.

Lee Cronin, de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, será responsável pela direção e roteiro da nova versão.

Recentemente, o cineasta compartilhou a primeira imagem dos bastidores das gravações, comemorando o início da produção.

Confira a publicação:

O remake está sendo desenvolvido pela New Line Cinema, com produção da Atomic Monster e da Blumhouse.

A Múmia‘ estreia no dia 17 de abril de 2026.

Detalhes da trama permanecem em sigilo, mas rumores apontam que Reynor dará vida a um marido e pai de família que entra em conflito com forças sobrenaturais sinistras.

Em dezembro passado, Cronin conversou com o veículo em questão e comentou que sua versão de ‘A Múmia“será diferente de qualquer filme de A Múmia que você já viu antes. Estou cavando fundo na terra para levantar algo muito antigo e muito assustador”. 

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

‘Orgulho e Preconceito’: Emma Corrin e Olivia Colman entram para a nova adaptação da Netflix

As atrizes Emma Corrin e Olivia Colman são as mais recentes adições ao remake de ‘Orgulho e Preconceito‘, nova adaptação seriada da Netflix. Segundo a Variety, elas darão vida à Elizabeth Bennet e à Sra. Bennet, respectivamente.

Elas se unem ao ator Jack Lowden (‘Slow Horses’), que já fora confirmado no papel do icônico Mr. Darcy.

Corrin e Colman possuem uma vasta carreira em Hollywood e ambas estrelaram a aclamada série ‘The Crown‘, também da Netflix. Enquanto a primeira deu vida à versão mais jovem da Princesa Diana, a segunda interpretou a emblemática Rainha Elizabeth.

Jack Lowden é amplamente reconhecido por seu papel principal na aclamada série de espionagem da Apple TV+, ‘Slow Horses’, que lhe rendeu indicações ao Emmy, Globo de Ouro e BAFTA TV. Ele também participou de produções de época como a minissérie ‘Guerra e Paz’ e filmes como ‘Dunkirk’, ‘Mary Queen of Scots’ e ‘Benediction’.

A figura de Mr. Darcy já foi interpretada por nomes notáveis ao longo dos anos, incluindo Matthew Macfadyen no filme de Joe Wright de 2005, indicado ao Oscar, ao lado de Keira Knightley, e Colin Firth, cuja interpretação na série da BBC de 1995 o catapultou para a fama.

Outros atores renomados como Peter Cushing e Laurence Olivier também viveram o personagem.

Dolly Alderton, da série ‘Everything I Know About Love‘, assinará o roteiro.

Com seis episódios, a minissérie será fiel ao livro de Jane Austen e contará com direção de Euros Lyn, de ‘Heartstopper‘. As filmagens começam no Reino Unido ainda neste ano.

Por meio de um comunicado oficial, a Netflix comemorou o andamento do projeto e salientou o desejo de honrar o trabalho de Austen:

“Dolly dará vida à história icônica de Jane Austen para o público que a aprecia, ao mesmo tempo em que inspira uma nova geração a se apaixonar por Austen pela primeira vez”.

Emma Corrin estreará como produtora executiva do projeto, ao lado de Alderton e Lyn, além de Laura Lankester, Will Johnston e Louise Mutter pela produtora Lookout Point. Lisa Osborne atuará como produtora.

Na trama original…

Elizabeth Bennet vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser uma das filhas mais velhas, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

Em 2005, a obra ganhou uma adaptação para as telonas, estrelada por Keira Knightley e Matthew Macfadyen.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Cartaz do filme Orgulho e Preconceito.

‘Carrie’: Atriz de ‘Resident Evil’ interpretará a Sue Snell na adaptação de Mike Flanagan

De acordo com o Variety, Siena Agudong (‘Resident Evil’) foi confirmada no elenco da série ‘Carrie‘, baseada no clássico livro de Stephen King.

A atriz interpretará a Sue Snell, uma adolescente popular que, apesar de inicialmente se juntar no bullying contra a Carrie, acaba fazendo amizade com a personagem titular.

A personagem já foi interpretada por Amy Irving em 1976, Kandyse McClure em 2002, e Gabriella Wilde em 2013.

Summer H. Howell (‘A Maldição do Chucky’) está em negociações para interpretar a Carrie.

A adaptação está sendo desenvolvida pelo Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) para o Prime Video.

Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.

Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.

No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas. 

Flanagan assina a produção executiva da minissérie, que contará com oito episódios e será lançada pela Prime Video.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.

‘Pecadores’: Hailee Steinfeld revela identificação com personagem; “Teve um impacto tão significativo em mim”

A talentosa atriz Hailee Steinfeld compartilhou recentemente suas experiências marcantes durante as filmagens dePecadores, o novo terror de vampiros do aclamado cineasta Ryan Coogler, revelando uma profunda conexão pessoal com sua personagem.

Em entrevista ao Deadline, a atriz refletiu sobre “todas as questões profundas… que este filme levantou em mim”.

“Teve um impacto tão significativo em mim, a nível pessoal. Portanto, sinto que o mínimo que ele pode fazer é causar um impacto nas pessoas que o assistirem. Acredito que afetou a todos nós de uma maneira tão íntima e profunda, e realmente creio que essa intensidade é palpável e visível ao assistir ao filme”, afirmou Steinfeld.

Na trama ambientada no sul dos Estados Unidos da década de 1930, Steinfeld, que possui ascendência afrodescendente e filipina por parte de mãe, interpreta Mary, uma vampira multirracial.

“Sou imensamente grata pela conexão profundamente pessoal que cada um de nós desenvolveu [com o material]. A minha se entrelaça com a história da minha família, com meu avô, a quem eu gostaria que ainda estivesse aqui para responder todas as perguntas que este filme suscitou em mim e que a própria realização do filme levantou”, acrescentou a atriz, emocionada.

Vale lembrar que o aguardado longa-metragem chega aos cinemas brasileiros no dia 17 de abril.

 

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

‘Pantera Negra’: Chadwick Boseman ASSUSTOU a Disney durante as gravações

O aclamado diretor Ryan Coogler, conhecido por seu trabalho impactante em Pantera Negra, recordou recentemente um momento curioso durante a produção do clássico da Marvel.

Ele revelou como o profundo comprometimento de Chadwick Boseman com o papel de T’Challa chegou a “assustar” os executivos da Disney.

Em declarações ao ComicBook, Coogler observou que Boseman estava tão imerso na interpretação do rei de Wakanda que manteve o sotaque africano característico do personagem mesmo fora das filmagens.

“Ele estava falando com um sotaque africano consistentemente”, contou Coogler. “Os executivos da Disney vieram nos visitar durante a segunda semana de produção de ‘Pantera Negra’. Ao chegarem, ouviram o sotaque de T’Challa e ficaram visivelmente desconcertados. Eu os tranquilizei, dizendo: ‘Não se assustem. Ele está apenas trabalhando, pessoal. Ele permanece no personagem até finalizarmos as filmagens'”.

Boseman estreou no papel de T’Challa em ‘Capitão América: Guerra Civil’, protagonizou o aclamado longaPantera Negra e reprisou o icônico personagem em Vingadores: Guerra Infinita’ e Vingadores: Ultimato’.

Infelizmente, o talentoso ator faleceu em 2020, deixando uma lacuna irreparável no cinema e no coração dos fãs.

Vale lembrar que ‘Pantera Negra‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estão disponíveis no catálogo do Disney+.

‘Andor’: Tony Gilroy destaca o papel de ‘The Mandalorian’ no sucesso da série; “Sem Baby Yoda, não haveria”

Andor

O renomado cineasta Tony Gilroy, em recentes declarações sobre a aclamada série Andor, um derivado do universo Star Wars, enfatizou o papel crucial de ‘The Mandalorian’ no lançamento bem-sucedido da produção.

Segundo o ComicBookMovie, Gilroy expressou sua convicção de que Andor talvez seja uma experiência única, explicando:

“Não por sermos excepcionalmente talentosos, mas porque dificilmente alguém se aventurará a iniciar uma produção dessa magnitude novamente, filmando de forma tão prática e contando com os recursos e a proteção necessários para concretizar algo assim”, afirmou.

Ele prosseguiu, destacando o apoio fundamental que a série recebeu: “Kathy [Kennedy] nos protegeu. A Lucasfilm nos protegeu. Bob Iger nos protegeu. O público nos protegeu. ‘The Mandalorian’ nos protegeu. Tínhamos todas essas pessoas ao nosso redor, sustentando nosso trabalho”, explicou Gilroy. “O sucesso de ‘The Mandalorian’ nos ofereceu a plataforma para decolar”.

Gilroy também fez uma menção direta ao impacto da série protagonizada pelo Mandaloriano: “O sucesso deles é o que impulsionou tudo. Quero dizer, sem o Baby Yoda, não haveria ‘Andor’. É sério. Não pensem que não reconhecemos isso”.

Ele ainda comentou sobre as tentativas de criar uma divisão entre ele e os criadores de ‘The Mandalorian’, Jon Favreau e Dave Filoni: “Online, [as pessoas] tentam constantemente criar uma barreira entre nós e [Jon] Favreau e [Dave] Filoni. É horrível o que as pessoas dizem; é terrível. E a verdade é que não teríamos nossa série sem eles. Eles nos deram a força para seguir adiante”.

Inicialmente concebida para ter cinco temporadas, a ambiciosa visão para Andor foi ajustada, e a série agora se encerrará após o segundo conjunto de episódios da próxima temporada.

Quanto a ‘The Mandalorian’, seu universo não se restringirá ao streaming. No próximo ano, o Mandaloriano e Grogu farão sua estreia nas telonas com um filme próprio, expandindo ainda mais a rica tapeçaria de Star Wars.

O vindouro ciclo estreia no dia 22 de abril, com três episódios.

Confira, junto ao trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Supergirl’: Fotos dos bastidores revela figurino da heroína; Confira!

As filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, filme que integrará o DCU e que traz Milly Alcock como a heroína titular, seguem a todo vapor. E uma nova imagem dos bastidores está circulando nas redes sociais, destacando o visual da heroína.

Feita a partir de uma longa distância e com o uso de zoom, a foto traz a protagonista em destaque, trajando o uniforme da heroína em cima de um tanque de guerra. Em virtude da má qualidade do registro, não é possível enxergar os detalhes do traje.

Confira:

O filme fica a encargo de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em Cruella eEu, Tonya.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido também outros filmes comoDinheiro Fácil’, A Garota Ideal e Arremesso de Ouro.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

Festival de Cannes anuncia ‘Missão Impossível’, filme de Wagner Moura e longa de Ari Aster no line-up

O line-up oficial do Festival de Cannes 2025 foi divulgado nesta quinta-feira (10). Entre os filmes confirmados estão a aguardada sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘, ‘Eddington‘, de Ari Aster (‘Midsommar‘, ‘Hereditário‘), e o novo thriller político de Kleber Mendonça Filho, ‘O Agente Secreto‘.

Além disso, o longa de Spike Lee estrelado por Denzel Washington, ‘Highest 2 Lowest‘, também foi confirmado na seleção oficial, após uma confusão envolvendo a organização do evento. A produção não havia sido anunciada junto das demais, mas aparecia como confirmada no Instagram do cineasta. Em meio ao contratempo, a comissão veio a público confirmar a première mundial do filme no evento.

Também fora confirmado como parte da seleção oficial o já anunciado ‘O Esquema Fenício‘, de Wes Anderson. O longa de espionagem conta com um elenco de estrelas, comandado por Benicio Del Toro. Michael CeraScarlett JohanssonTom HanksBenedict CumberbatchWillem DafoeRuper FriendBryan CranstonRiz Ahmed Jeffrey Wright completam o elenco.

A vencedora da Palma de Ouro por ‘Titane‘, Julia Ducournau, também retorna para Cannes com ‘Alpha‘.

‘Partir un Jour, de Amelie Bonin, abrirá o festival. O longa não faz parte da competição oficial.

Outros destaques da competição também são ‘Nouvelle Vague‘, de Richard Linklater, e ‘The History of Sound‘. O primeiro acompanha os bastidores de ‘Acossado‘, clássico de Jean-Luc Goddard. Já o segundo é baseado no conto homônimo de Ben Shattuck sobre dois homens que se apaixonam enquanto viajam juntos.

Dirigido por Oliver Hermanus, ‘The History of Sound‘ traz Paul Mescal (‘Gladiador 2) e Josh O’Connor (‘Rivais) como protagonistas.

Nouvelle Vague‘ é estrelado po Zoey Deutch e Guillaume Marbeck.

Já na mostra Un Certain Regard, teremos a estreia de Scarlett Johansson como o principal destaque. Ela lança no festival ‘Eleanor the Great‘, longa que ainda é produzido por Justin Baldoni.

Festival de Cannes 2025 acontece entre os dias 13 e 24 de maio em Cannes, na Riviera Francesa.

Confira a seleção completa:

Filme de abertura

Partir Un Jour
Amélie Bonnin
Primeiro filme – Fora da competição

Competição

O Esquema Fenício
Wes Anderson

Eddington
Ari Aster

Jeunes Mères
Jean-Pierre e Luc Dardenne

Alpha
Julia Ducournau

Renoir
Hayakawa Chie

The History of Sound
Oliver Hermanus

La Petite Dernière
Hafsia Herzi

Sirat
Oliver Laxe

Nouvelle Vague
Richard Linklater

Two Prosecutors
Sergei Loznitsa

Fuori
Mario Martone

O Agente Secreto
Kleber Mendonça Filho

Dossier 137
Dominik Moll

Un Simple Accident 
Jafar Panahi

The Mastermind
Kelly Reichardt

Aigles of The Republic
Tarik Saleh

Sound of Falling 
Mascha Schilinski

Romería
Carla Simón

Sentimental Value
Joachim Trier

Un Certain Regard

La Misteriosa Mirada Del Flamenco (The Mysterious Gaze of The Flamingo) 
Diego Céspedes

Météors
Hubert Charuel

My Father’s Shadow
Akinola Davies Jr

Líncomnu de La Grande Arche
Stéphane Demoustier

Urchin
Harris Dickinson

Homebound
Neeraj Ghaywan

Tôi Yamanamino Hikari (A Pale View of Hills)
Ishikawa Kei

Eleanor The Great 
Scarlett Johansson

Karavan
Zuzana Kirchnerová

Pillion
Harry Lighton

Aisha Can’t Fly Away
Morad Mostafa

Once Upon a Time in Gaza
Arab and Tarzan Nasser

The Plague
Charlie Polinger

Promised Sky
Erige Sehiri

Le Città di Pianura (The Last one For The Road)
Francesco Sossai

Testa o Croce? (Heads or Tails?)
Matteo Zoppis, Alessio Rigo de Righi

Fora da Competição

Colours of Time
Cédric Klapisch

La Femme La Plus Riche Du Monde
Thierry Klifa

Missão: Impossível – O Acerto Final
Christopher McQuarrie

Vie Privée
Rebecca Zlotowski

Exibições da Meia-noite

Dalloway
Yann Gozlan

Exit 8
Kawamura Genki

Feng Lin Huo Shan (Sons of The Neon Night)
Mak Juno

Cannes Première

Amrum
Fatih Akin

Splitsville
Michael Angelo Covino

La Ola (The Wave)
Sebastián Lelio

Connemara
Alex Lutz

Orwell: 2+2=5
Raoul Peck

Das Verschwinden Des Josef Mengele (The Disappearance of Josef Mengele)
Kirill Serebrennikov

Exibição Especial 

Stories of Surrender
Bono

Tell Her That I Love Her 
Romane Bohringer

A Magnificent Life 
Sylvain Chomet

‘Demolidor: Renascido’; Diretores prometem final de temporada “chocante” e “muito violento”

A aguardada conclusão de Demolidor: Renascido’ se aproxima, e a dupla de diretores Justin Benson e Aaron Moorhead está instigando a curiosidade dos fãs com algumas pistas sobre o que esperar do final da temporada.

No episódio mais recente, um ponto de virada dramático: Matt Murdock, inadvertidamente, facilita a fuga de Benjamin “Dex” Poindexter, o assassino de seu melhor amigo, Foggy Nelson. A chocante revelação surge logo em seguida, expondo Vanessa Fisk como a mente por trás da contratação do assassino, orquestrando a eliminação de Foggy no início da série.

O caos se intensifica quando Bullseye decide atacar o prefeito Fisk durante o prestigiado Baile Preto e Branco. Contudo, o instinto heroico de Murdock prevalece, e ele se interpõe entre seu inimigo e o alvo, interceptando o tiro de Dex no próprio peito.

De acordo com o ComicBookMovie, Benson e Moorhead prenunciam o que descrevem como o momento mais visceral da temporada – e possivelmente de toda a história do MCU.

“Há uma cena no final que é extraordinariamente chocante em termos de efeitos práticos, e é muito, muito, muito violenta — mas também, como cineastas, incrivelmente emocionante de filmar”, revelou Benson. “Vocês saberão exatamente do que estou falando [ao assistir], e mal posso esperar para que as pessoas entendam o brilho nos meus olhos [ao mencionar esse momento]”.

Moorhead complementou, intensificando a expectativa: “[O final] é tão brutalmente trágico… Uma explosão de visuais alucinantes”.

Vale lembrar que o episódio final, intitulado “Straight To Hell” (Direto para o Inferno), trará consigo “um flashback que nos proporcionará uma compreensão mais profunda de um evento crucial da série”.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘The Handmaid’s Tale’: Elisabeth Moss compartilha sua experiência ao dirigir drama de sucesso

A estrela Elisabeth Moss recentemente falou sobre sua experiência ao dirigir a 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale’, o drama distópico que ela protagoniza como June Osborne.

Segundo o Deadline, Moss comentou sobre seu estilo ao dirigir: “Eu sou bem fria em relação a isso, no sentido de que me dou opções”.

“Se eu achar que preciso fazer algo diferente, eu faço de novo. Não sou emocional em relação a isso tudo. Acho que a parte mais difícil é fazer todo mundo esperar enquanto eu assisto para ter certeza de que está tudo bem, porque parece obviamente incrivelmente narcisista ficar sentada…”, acrescentou.

‘The Handmaid’s Tale’ está disponível no Paramount+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova iteração estreou de forma positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 100% de aprovação com base em 11 análises.

Os críticos assistiram aos primeiros episódios da temporada final e, no geral, elogiaram a série, descrevendo-a como um encerramento à altura das expectativas.

Confira os principais comentários:

“Esta temporada final é altamente viciante, e cada episódio é bem acelerado, com pelo menos alguns momentos dramáticos marcantes em cada um”, disse Lauren Thoman
do TheWrap.

“Reconhecidamente divagante e muitas vezes forçado, inclinando-se mais para o ‘empoderamento feminino’ do que para a sátira afiada que deveria ser. Mas há uma sensação reconfortante de fim em tudo”, disse Dais Johnston do Inverse.

“Com a sexta temporada, The Handmaid’s Tale é uma aula magistral de como encerrar um show afiado e politicamente importante em tempos de crise moral”, disse Jeff Ewing do Collider.

“O último ato de The Handmaid’s Tale pode ser mais um suspense do que uma conclusão. Mas ainda pode nos dar esperança e reconhecimento, um espelho artístico de nossa própria história moderna, que se tornou ainda mais perspicaz desde que Atwood a conceituou”, disse Emily Zemler do Observer.

“Os dois primeiros episódios da temporada são dirigidos por Moss (que também dirige os dois últimos), e utilizam um ritmo cuidadoso que dá espaço para cenas emocionantes e momentos importantes de desenvolvimento dos personagens”, disse Cheryl Eddy
do io9.

“Este show faz uma escolha ousada e, no final, bastante bem-sucedida em sua última temporada, ao não refletir o que está acontecendo, mas sim mostrar o oposto: como seria se Gilead tentasse desradicalizar”, disse Abe Friedtanzer do Awards Buzz.

Na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford, enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito, buscando vingança por todo o mal que Gilead lhe causou.

A chegada da 6ª e última temporada ocorre após um hiato de mais de dois anos. A 5ª temporada foi lançada em setembro de 2022, com seus dois primeiros episódios estreando no Festival de Toronto.

O ciclo em questão começou com June Osborne (Moss) em oposição à Serena Joy Waterford (Yvonne Strahovski), com ambas vivendo momentos bem distintos em suas vidas. A temporada então se encerra com a mesma expressão entre as duas, quando elas inesperadamente se encontraram em um trem de refugiados de Gilead a caminho de  Vancouver e, eventualmente, Havaí.

Agora, a série retorna com June e Serena Joy em lados opostos desse tabuleiro de xadrez. Enquanto a mocinha se reúne com o marido Luke (O-T Fagbenle) e o amante Nick (Max Minghella) para planejar o fim de Gilead e de seu perverso governo, Serena Joy parece confusa em relação ao que está por vir.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger completam o elenco da produção. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.