Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, revelou recentemente os motivos por trás da decisão de incluir Franklin Richards, um dos personagens mais poderosos da Marvel, no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) através de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.
“Bem, como sempre, olhe para os quadrinhos”, disse Feige, conforme o ComicBook. “Olhe para os quadrinhos. Há um grande potencial com Franklin. Também há um grande potencial com a outra criança [Valeria Richards]”.
Feige enfatizou que a principal razão para introduzir os filhos de Reed e Sue agora é a oportunidade de inovar.
“A principal razão para fazer isso agora é que isso nunca foi feito antes. Já tivemos quatro filmes, como todos sabem. E Franklin nunca fez parte deles”, explicou.
Ele se refere aos filmes anteriores do ‘Quarteto Fantástico’: a produção não lançada de 1994 dirigida por Roger Corman, ‘Quarteto Fantástico’ (2005), sua sequência ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’ (2007) e o reboot de 2015, ‘Quarteto Fantástico’.
“Então, quando procurávamos maneiras de diferenciar e criar uma versão definitiva do Quarteto Fantástico, pensamos que a presença dessa criança, e sua importância futura, era um bom ponto de partida. E foi exatamente isso que o Matt [Shakman, diretor] abraçou”, concluiu Feige.
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O filme estreia hoje, 24 de julho, nos cinemas nacionais.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O longa é dirigido por Matt Shakman.

