Rosamund Pike acreditava ter acabado com a própria carreira com ‘Doom: A Porta do Inferno’: “Foi um fracasso ABSOLUTO”


Em 2005, Dwayne JohnsonKarl UrbanRosamund Pike estrelaram ‘Doom: A Porta do Inferno’, adaptação da popular franquia de games homônima – antes mesmo do boom das releituras de jogos para os cinemas.

Dirigido por Andrzej Bartkowiak (‘Contra o Tempo’, ‘Rede de Corrupção’), o filme foi centrado na equipe do cientista Todd Carmack, que descobre que o cromossomo sintético que desenvolveu é perigoso demais quando aplicado em seres com traços psicóticos ou violentos.

Depois que um assassino é testado com esse cromossomo e se transforma em um monstro destruidor, um sinal de quarentena é emitido. Há outros infectados. Um esquadrão de elite é destacado para tomar conta da situação. Ao entrar na área isolada, no entanto, o grupo percebe que talvez tenha subestimado a força dos que foram infectados.

Apesar das promessas, o filme se tornou um fracasso gigantesco de crítica e público, sendo massacrado pelos especialistas (com 18% de aprovação no Rotten Tomatoes) e arrecadando fracos US$58,7 milhões ao redor do mundo (contra um orçamento que oscilou entre US$60 e US$70 milhões).

Não é surpresa que a péssima recepção do longa tenha colocado a carreira dos astros em dúvida, como recorda Pike em uma recente participação no podcast How To Fail with Elizabeth Day.

Indicada ao Oscar e celebrada como uma das maiores atrizes da atualidade – e com uma carreira que inclui produções como ‘Garota Exemplar’‘Orgulho e Preconceito’‘A Roda do Tempo’ -, Pike se recordou do projeto, caracterizando-o como “provavelmente um dos piores filmes já feitos” e que poderia “ter acabado com a minha carreira”.

“Quando eu estava rodando ‘Orgulho e Preconceito’ e me divertindo muito nos meus campos de milho, com um chapéu de aba larga, recebi uma ligação para participar de uma franquia de ação. Eles estavam fazendo uma versão cinematográfica, uma versão narrativa do videogame ‘Doom’. E eu pensei, de chapéu de aba larga, no meu campo de feno: ‘é, eu consigo fazer qualquer coisa. Consigo pular nesse fardo de feno de crinolina, então com certeza consigo ir matar uns zumbis em Marte'”, ela se recorda.

Pike acrescenta:

“De repente, me vi nesse filme com o The Rock, e percebi o quão completamente despreparada eu era para ser uma estrela de ação. Foi um fracasso absoluto. Quer dizer, eu provavelmente poderia ter acabado com a minha carreira. Foi provavelmente um dos piores filmes já feitos. Uma catástrofe. Eu não leio as críticas, mas você tem a sensação de que teve sorte de sobreviver a isso”.

E você? Gosta do filme?

Lembrando que ‘Doom: A Porta do Inferno’ está disponível para aluguel no Prime Video.

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Thiago Nolla
Thiago Nolla
Em contato com as artes em geral desde muito cedo, Thiago Nolla é jornalista, escritor e drag queen nas horas vagas. Trabalha com cultura pop desde 2015 e é uma enciclopédia ambulante sobre divas pop (principalmente sobre suas musas, Lady Gaga e Beyoncé). Ele também é apaixonado por vinho, literatura e jogar conversa fora.