terça-feira, junho 25, 2024

Veja curiosidades sobre ‘Ratatouille’, animação vencedora do Oscar que completa 14 anos

Quando pensamos em Pixar, são poucos os títulos que falham em atender às nossas expectativas – motivo pelo qual a companhia consegue satisfazer o público em geral, desde as crianças até as gerações mais velhas. E é claro que a adorável animação ‘Ratatouille’ seria parte importante desse panteão universal ao nos transportar para a complexa engrenagem da cozinha francesa.

A própria história já é motivo de querermos assistir ao filme (ou reassistilo): dirigido e escrito por Brad Bird, mesmo nome por trás de ‘Os Incríveis’, o enredo é centrado em Remy (Patton Oswalt), um rato campestre cujo sonho é se tornar chef de cozinha; quando se perde da família, ele vai parar em Paris e cruza caminho com o atrapalhado Linguini (Lou Romano), formando uma aliança para que os dois alcancem seus objetivos – ou seja, que Remi possa cozinhar e que Linguini não perca o emprego em um dos restaurantes mais prestigiados da cidade.

Aclamado pela crítica e pelo público (além de ser o título favorito deste que vos escreve), o filme arrecadou mais de US$620 milhões ao redor do mundo e levou para casa dezenas de prêmios, incluindo um Oscar de Melhor Animação (sendo indicado para outras quatro categorias). E, para celebrar seu aniversário de 14 anos, o CinePOP separou uma lista com curiosidades de bastidores para você conferir.

PESQUISA INTENSA

O desenvolvimento de ‘Ratatouille’ começou em 2000, quando Jan Pinkava escreveu os conceitos originais da história. Depois de sua saída em 2005, Brad Bird, que já havia trabalhado na Pixar, foi chamado para dirigir o longa e revisar a história. Ele e outros membros da produção visitaram Paris por semanas para inspiração, se consultando com chefs franceses para construir as comidas da animação.

RATINHOS DE ESTIMAÇÃO

Ratinhos de estimação foram levados ao estúdios e viveram nos corredores por mais de um ano, para que os animadores pudessem estudar o movimento de seus pelos, do nariz, das orelhas, das patas e dos rabos.

COM OS CUMPRIMENTOS DO CHEF

O prato de ratatouille (que empresta o nome ao título do filme, obviamente) preparado por Remy é, na verdade, uma variação chamada confit byaldi. O prato original foi adaptado pelo consultor Thomas Keller e difere muito do ratatouille costumeiro – sendo a principal mudança nos vegetais, que foram cortados finamente e assados em vez de serem cozinhados em uma panela.

TRÈS BIEN

Não deixe de assistir:

chef Anthony Bourdain já comentou diversas vezes que o filme é o seu favorito quanto à temática da culinária. Em entrevistas, ele comentou que “eles acertaram na comida, nas reações à comida, nos pequenos detalhes da comida, até mesmo nas queimaduras suaves nos braços de um personagem. Eu realmente acredito que tenha capturado a paixão pela comida de um modo que poucos outros filmes fizeram”.

ANTON EGO, O MEDONHO

O cômodo em que Anton Ego (Peter O’Toole) faz suas críticas é propositalmente construído como um caixão, enquanto a parte de traz de sua máquina de escrever se assemelha a uma caveira. A ideia era fazer uma referência tanto à sua aparência vampiresca quanto ao fato de escrever críticas “matadoras”.

R.I.P. GUSTEAU

No roteiro original, o chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) ainda estava vivo, mas Bird chegou à conclusão de que havia muitas histórias a contar e decidiu matá-lo. Entretanto, ele ainda aparece como a “consciência” de Remy para guiá-lo em Paris e em sua aventura de se tornar um cozinheiro.

BON APPÉTIT

Os realizadores e a equipe artística de ‘Ratatouille’ criaram mais de 270 pratos de comida no computador. Cada item comestível foi literalmente preparado e estilizado em cozinhas de verdade, para, então, serem fotografados como referência e, por fim, saboreados.

SKINNER

O nome do chef Skinner (Ian Holm) faz referência ao psicológo behaviorista B.F. Skinner, que ganhou notoriedade por realizar experimentos em roedores.

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Thiago Nollahttps://www.editoraviseu.com.br/a-pedra-negra-prod.html
Em contato com as artes em geral desde muito cedo, Thiago Nolla é jornalista, escritor e drag queen nas horas vagas. Trabalha com cultura pop desde 2015 e é uma enciclopédia ambulante sobre divas pop (principalmente sobre suas musas, Lady Gaga e Beyoncé). Ele também é apaixonado por vinho, literatura e jogar conversa fora.

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