Xiii... Compartilhar contas da Netflix pode estar com os dias contados!

Xiii... Compartilhar contas da Netflix pode estar com os dias contados!


Quem nunca se deparou na internet com aquele meme do parasita da Netflix? Não sabe do que eu estou falando? Então dê uma olhada na imagem abaixo:

Pois é, aposto que você conhece alguém que se encaixa em um dos perfis acima (pode ser até você mesmo), porém, o compartilhamento de contas da Netflix e outros serviços de streaming está com os dias contados!

Esta semana, durante a CES 2019 (evento de tecnologia que acontece em Las Vegas), a fornecedora de software de vídeo Synamedia apresentou uma solução para este problema que causa bastante dor de cabeça para os gigantes do mercado. Segundo o The Daily Mail, o sistema alimentado por inteligência artificial é projetado para rastrear e analisar quais usuários estão logados em lugares diferentes, sinalizando contas que estão sendo compartilhadas.


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De acordo com pesquisa feita pela Magid, cuja a Synamedia utiliza como base, cerca de 26% da geração millennial compartilha suas contas da Netflix. Segundo outro estudo, este realizado pela Parks Associates, até 2021, o compartilhamento de contas poderia responder por US$ 9,9 bilhões em perdas para as receitas de TV paga e US$ 1,2 bilhões em receitas de OTT (distribuição digital de conteúdo de televisão por meio da Internet pública).

Voltado para operações de compartilhamento de credenciais maiores em todo o serviço de streaming, o sistema pode permitir que a empresa que o opera limite quantos usuários devem ser capazes de usar uma única conta, o que é útil para vários planos familiares. Por exemplo: a Netflix tem um tipo de assinatura que permite uma só conta ser transmitida em quatro dispositivos diferentes simultaneamente. Uma família não precisaria ser rastreada ou repreendida por usar vários aparelhos ou locais dentro deste plano.

O que o software pode fazer é descobrir de onde vem a atividade ilegal, rastreando exatamente onde as contas estão sendo usadas de forma incorreta. Ele também pode identificar locais e dispositivos corretos que famílias e usuários usam regularmente para determinar quais deles são "seguros".

E você, o que acha da ideia?





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