sexta-feira, janeiro 23, 2026

007 na Netflix! TODOS os filmes do maior espião do cinema estão disponíveis na plataforma

Destaque007 na Netflix! TODOS os filmes do maior espião do cinema estão disponíveis na plataforma

Quem será o próximo James Bond do cinema? Com a saída de Daniel Craig após cinco filmes, a vaga está aberta para o próximo intérprete do maior espião do cinema, 007. A franquia mais duradoura da sétima arte possui nada menos do que 25 filmes em seu currículo – todos lançados nos cinemas, é claro. E não tem hora de parar, afinal, como dito, um novo filme já está sendo planejado, com Denis Villeneuve (‘Duna’, ‘Sicário’, ‘Blade Runner 2049’) na direção.

Ao todo, seis atores já interpretaram James Bond nas telonas, dentro da cronologia oficial, ao longo de nada menos que 63 anos! Sim, o primeiro filme data do início da década de 1960, tem noção? Enquanto o novo James Bond não é escolhido, a Netflix disponibiliza simplesmente todos os 25 filmes da franquia em sua plataforma, além de uma curiosa surpresa, para irmos aquecendo os motores. Essa é a oportunidade perfeita para revisitar estes que são considerados alguns dos maiores filmes de ação da história, ou assistir alguns deles, ou todos, pela primeira vez. Abaixo comentaremos um pouco sobre cada um deles – em ordem cronológica (que é uma dica da ordem para você assistir também). Confira.

007 Contra o Satânico Dr. No (1962)

Esse é o primeiro filme de 007, estrelado, é claro, por Sean Connery – ainda considerado por muitos o melhor intérprete do personagem. Ah sim, na introdução eu não comentei que o personagem foi criado pelo escritor Ian Fleming, e que muitos dos filmes iniciais foram baseados em seus livros. Aqui, Bond bate de frente com o insano Dr. No, que possui mãos artificiais e uma base no meio do oceano. Outro chamariz é a primeira “bond-girl” da história: Ursula Andress como Honey Ryder.

Moscou Contra 007 (1963)

Sean Connery retorna como James Bond nesta primeira sequência do enorme sucesso. E muitos consideram este melhor ainda que o original. Na trama, uma organização terrorista contrata um exímio assassino profissional chamado Grant (Robert Shaw – de ‘Tubarão’) para dar cabo de 007. Grande parte da ação se desenrola a bordo do famoso Expresso do Oriente.

007 Contra Goldfinger (1964)

Agora chegamos no que muitos consideram o melhor filme da era Connery e um dos melhores de toda a franquia. Este longa resume bem o que muitos pensam sobre um filme de 007. Na trama, James Bond se depara com um milionário maníaco, chamado Auric Goldfinger, que planeja um ousado roubo ao depósito de ouro americano no Fort Knox. Outros icônicos personagens são o capanga Oddjob, um chinês massudo com seu chapéu de lâminas mortais, e a bond-girl Pussy Galore.

007 Contra a Chantagem Atômica (1965)

Para onde se vai depois do topo? Só existe um caminho, e é para baixo. Se tivesse parado no terceiro, 007 seria considerado uma das melhores trilogias da sétima arte. Mas seus filmes lucravam rios de dinheiro na época, e Ian Fleming tinha um bocado de livros. Sean Connery retornava para o quarto filme, em uma aventura quase toda aquática.

Com 007 Só se Vive Duas Vezes (1967)

O cansaço de Sean Connery no papel já estava evidente no filme anterior. E quando aceitou viver o personagem pela quinta vez aqui, deixou claro que esta seria a sua despedida. As histórias também ficavam cada vez mais nonsense. Aqui, James Bond vai para o Japão treinar com ninjas. Essa é a primeira aparição do vilão Blofeld, personificado por Donald Pleasence (de ‘Halloween’), cuja base fica dentro de um vulcão inativo. Uma das coisas mais legais é a música tema de Nancy Sinatra.

007 – A Serviço Secreto de sua Majestade (1969)

Dito e feito. Connery havia se despedido do papel no filme acima, assim o personagem começava uma nova fase – ao menos era o que se pensava na época. O escolhido como novo intérprete foi o modelo George Lazenby – que por incrível que pareça se sai bem na função, e até brinca com a mitologia do personagem em uma cena (ao ser recusado por uma mulher, diz para a câmera: “isso nunca aconteceu com o outro sujeito”). O filme, igualmente, não é ruim, pelo contrário, é melhor do que as duas últimas investidas de Connery. Aqui, James Bond se apaixona e se casa. Mas segue no embate com seu maior vilão, Blofeld – agora interpretado por Telly Savalas (o eterno ‘Kojak’).

007 – Os Diamantes São Eternos (1971)

Apesar dos elogios para George Lazenby e seu único filme no papel, o ator achou que já era grande demais e que teria uma carreira fora do personagem – ledo engano. Lazenby deixou 007 para trás e nunca mais fez nada. Assim, os produtores se viram desesperados e tiveram que recorrer novamente a Sean Connery, o prometendo mundos e fundos. Como ninguém é de ferro, o ator resolveu comprar mais uma mansão e voltou, na sexta vez no papel. Aqui, James Bond vai para Las Vegas desmantelar um esquema de diamantes, e continua seu embate com Blofeld, agora vivido por Charles Gray.

Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973)

007 já havia adentrado sua segunda década com o último filme de Sean Connery, mas os anos 1970 ficariam conhecidos como a década de um novo intérprete: a década de Roger Moore. Os produtores precisavam de um ator que se comprometesse com diversos filmes – se desse certo no papel, é claro. E esse ator era Roger Moore, mais conhecido como o espião das telinhas Simon Templar, do seriado ‘O Santo’ (1962-1969). Moore trouxe muito mais leveza e comicidade ao papel, e sua era ficaria conhecida como a mais divertida e, por que não, galhofeira. Logo em sua primeira aventura, o novo 007 enfrenta o submundo da cultura negra e do vudu em Nova Orleans.

007 Contra o Homem da Pistola de Ouro (1974)

007 contra Drácula? Bem, quase. Já que o vilão da segunda aventura de Roger Moore no papel é o icônico Christopher Lee, mais conhecido como o citado príncipe das trevas em diversos filmes da mesma década. Mas aqui ele era Francisco Scaramanga, um dos maiores assassinos do mundo, que usa uma arma de ouro para executar suas vítimas, e vive em uma ilha remota.

007 – O Espião que me Amava (1977)

Assim como na era Connery, a fase de Roger Moore teve em seu terceiro filme o que ficou conhecido como o melhor de sua era. ‘O Espião que me Amava’, além de ter um dos títulos mais famosos da franquia, se destacou não pelo vilão, mas sim pela melhor bond-girl até então. A major Anya Amasova, também conhecida como “triplo x”, papel da estonteante Barbara Bach (esposa na vida real do Beatle Ringo Starr), é uma espiã russa, que é o contraponto perfeito para 007. E no auge da Guerra Fria, os inimigos precisam se unir para um bem maior. Essa é também a primeira aparição do capanga gigante de dentes metálicos Jaws (eternizado por Richard Kiel).

007 Contra o Foguete da Morte (1979)

Do céu ao inferno. E se o terceiro filme de Roger Moore como 007 é considerado o melhor de sua era, e certamente top 10 da franquia inteira, logo em seguida ele protagonizaria o que é conhecido como o pior filme de toda a saga! E não é exagero. Até os fãs do filme entendem que esse pode ser um daqueles que “de tão ruins ficam bons”. Influenciados pelo sucesso de ‘Star Wars’, os produtores resolvem levar James Bond para o espaço, com direito a uma “guerra nas estrelas” com armas laser e tudo. Mas não antes de uma passada pelo Brasil, com direito a passeio nos bondinhos do Rio de Janeiro, e cair na farra no carnaval.

007 Somente para Seus Olhos (1981)

Depois de uma aventura completamente fantasiosa e surreal, James Bond adentrava a década de 80 com um filme de tom completamente oposto. Entendendo as críticas em relação ao filme anterior, os produtores optaram pela aventura mais sóbria da era Moore – e justamente por isso, terminou se tornando uma das menos memoráveis. A parte mais marcante é a bond-girl Melina (Carole Bouquet), atrás de vingança pela morte dos pais, e sua arma de escolha: uma besta.

007 Contra Octopussy (1983)

Agora temos uma das histórias mais interessantes da franquia. Mas não estou falando deste filme em si, e sim do que acontecia nos bastidores. Assim como Sean Connery, Roger Moore já havia feito cinco filmes como o personagem e estava querendo deixar o papel. Porém, um fato muito importante fez os produtores oferecerem uma bolada para que ele permanecesse, pelo menos mais este filme: o fato de que Sean Connery voltaria como 007 em um filme fora da franquia oficial. E quem poderia encarar o James Bond original nas bilheterias? Somente o James Bond que estava em vigor. Aqui, 007 enfrenta a primeira vilã da franquia, que inclusive dá título ao filme.

007 – Nunca Mais Outra Vez (1983)

No mesmo ano de ‘Octopussy’, um outro filme de 007 foi lançado. Essa é a surpresa que eu mencionei no início do texto. Através de um entrave legal entre os produtores da franquia e o roteirista de ‘Chantagem Atômica’, o sujeito ganhou o direito de fazer seu próprio filme de James Bond. Bem, ou quase. Isso porque ‘Nunca Mais Outra Vez’ é um remake de ‘Chantagem Atômica’, estrelada pelo próprio Connery. Na batalha dos dois James Bond no mesmo ano, Roger Moore levou a melhor – e seu filme arrecadou mais nas bilheterias – mostrando que a era de Connery já havia passado.

007 – Na Mira dos Assassinos (1985)

Roger Moore superou Sean Connery nas bilheterias, em um ano no qual dois filmes de 007 foram lançados. Assim, ele concordou em fazer ainda um último filme – para marcar sua despedida. Assim, Moore se tornou o intérprete que por mais vezes interpretou James Bond, foram sete no total. Aqui, Moore já estava com quase 60 anos, e aparentava. Os pontos mais memoráveis aqui, nessa aventura que fala sobre chips de computadores, são os vilões, vividos por Christopher Walken e Grace Jones.

007 – Marcado para a Morte (1987)

Roger Moore não poderia continuar no papel, já que aos 60 anos seria motivo de piada e não de empolgação. Assim, os produtores encontraram o quarto intérprete para o papel. Ele veio nas formas do sisudo Timothy Dalton. Puxando para o extremo lado oposto da caracterização de Moore, e de todos os anteriores, Dalton viveu o James Bond mais sério. Essa foi a era mais sóbria, sem qualquer piadinha ou gracejo. No auge da epidemia de Aids, James Bond se tornava também “pudico”, deixava de ser mulherengo e nada de sexo livre – se envolvendo apenas com uma bond-girl, a violoncelista Kara (Maryam d’Abo).

007 – Permissão para Matar (1989)

Timothy Dalton continuava no papel, apesar de uma estreia sem muito impacto. É preciso lembrar que essa era a época dos blockbusters, do surgimento de grandes bilheterias e franquias marcantes, como ‘Star Wars’, ‘Indiana Jones’, ‘De Volta para o Futuro’, ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Um Tira da Pesada’. A competição havia evoluído a um novo nível, e 007 começava a perder a força. Mesmo assim, o novo longa superou o anterior, com Bond enfrentando traficantes de drogas. Franz Sanchez (Robert Davi) foi inspirado em Pablo Escobar.

007 Contra GoldenEye (1995)

Os anos 80 haviam chegado ao fim, e a franquia 007 se encontrava em baixa – entregando alguns de seus filmes menos memoráveis, apesar de alguns acertos. Nesse contexto, a franquia precisou passar por uma reformulação, para adentrar nos anos 90. E assim fez. A estreia de Pierce Brosnan no papel foi com um espetáculo em grande estilo, trazendo a franquia para os novos tempos com os dois pés na porta. ‘GoldenEye’ misturava tudo de melhor que estes filmes podiam oferecer, ação grandiosa, tramas complexas, bond-girls exóticas e bons vilões.

007 – O Amanhã Nunca Morre (1997)

A fase de Pierce Brosnan seguiu numa crescente, com um segundo filme ainda melhor que sua estreia. ‘GoldenEye’ é o filme mais sóbrio da era Brosnan, mas este talvez seja o melhor, mais divertido e com uma trama que segue mais atual do que nunca. Aqui, o vilão é um magnata da mídia, que manipula as informações muito antes do surgimento das chamadas “fake News”. Jonathan Pryce brilha no papel do vilão, inspirado em magnatas reais das telecomunicações. Ah sim, não podemos esquecer de Michelle Yeoh como Wai Lin, a espiã chinesa que é uma companheira de aventura à altura de 007 – e que na época foi prometida um filme solo.

007 – O Mundo Não é o Bastante (1999)

A fase de Pierce Brosnan também foi uma das melhores no aspecto das canções tema – sempre performadas por cantoras icônicas: Tina Turner, Sheryl Crow e aqui Shirley Manson, da banda Garbage. Esse é o filme que possui uma das melhores reviravoltas da franquia, em relação a um dos personagens. Aqui temos Bond protegendo a milionária Elektra King (Sophie Marceau) do psicopata terrorista Renard (Robert Carlyle) – que devido a uma bala alojada em seu cérebro, é incapaz de sentir dor. Ah sim, mas nem tudo são flores, pois temos também uma das piores bond-girls da franquia, a “física nuclear” interpretada pela “atriz” Denise Richards.

007 – Um Novo Dia para Morrer (2002)

Esse ficou conhecido como “o filme de Madonna”, isso porque a “material girl” não apenas canta a canção tema, como também aparece em uma pontinha como uma treinadora de esgrima. ‘Um Novo Dia para Morrer’ tem coisas muito boas, como seus personagens, mas também muita coisa ruim (a ação é a mais exagerada e surreal da era Brosnan – com direito a carros invisíveis, James Bond surfando e fazendo parapente no gelo). A trama é repleta de reviravoltas, em especial em relação aos vilões. Halle Berry foi a primeira vencedora do Oscar a aderir à franquia após a vitória, no papel da agente Jinx, que também foi prometida filme solo.

007 – Cassino Royale (2006)

Em 1995, quando Pierce Brosnan estreava como James Bond, a franquia ‘Batman’ também era reformulada no cinema, com a entrada de Val Kilmer no papel e Joel Schumacher na direção. Com a saída de Brosnan, os produtores optaram por um caminho mais pé no chão e realista. Nada de bugigangas mirabolantes. Aqui era tiro, porrada e bomba, mirando na ação nua e crua de ‘A Identidade Bourne’ e suas sequências. Assim, Daniel Craig estreava em ‘Cassino Royale’, um dos livros de Fleming que nunca haviam sido adaptados na franquia oficial. Ah sim, e os novos rumos da franquia se coincidiam com os de ‘Batman’ novamente, já que no ano anterior Christopher Nolan entregava ‘Batman Begins’ – os filmes possuem muito em comum, como uma atmosfera mais dura e realista e o fato de serem “recomeços” para suas respectivas franquias.

007Quantum of Solace (2008)

Muitos culpam a greve dos roteiristas por ‘Quantum of Solace’, a continuação do espetacular ‘Cassino Royale’. Sim, foi uma grande queda em qualidade, mas o sentimento que fica é que o filme foi completamente podado – essa é a menor aventura da franquia, em termos de duração. Os personagens também deixam a desejar, mas a ação segue boa. Aqui, Bond se vê numa trama ecológica – e rola até referência a ‘Goldfinger’, com uma personagem morta e banhada em petróleo, ao invés de ouro (como no filme citado). O vilão de Mathieu Amalric, Dominic Greene, ficou conhecido como “Augustinho Carrara” aqui no Brasil, pela sua semelhança (inclusive nas vestimentas) com o personagem imortalizado por Pedro Cardoso em ‘A Grande Família‘.

007 – Operação Skyfall (2012)

Se tem um filme que rivaliza a qualidade com ‘Cassino Royale’, é este ‘Skyfall’. Aliás, para muitos, este é o melhor filme da era Craig. Sem dúvidas se tornou o mais prestigiado e premiado. Em um elemento ele é melhor, sem discussão – seu vilão. Javier Bardem e seu Silva, são o “Coringa” do universo Bond. Junte a isso o fato de que o ator havia ganhado um Oscar por interpretar outro psicopata, o assassino de ‘Onde os Fracos Não têm Vez’. Tudo isso junto para a construção do assustador Silva, um ex-agente secreto do time do MI-6, a famosa agência britânica. Ah sim, era para Sean Connery ter feito uma participação no final, mas não rolou.

007 Contra SPECTRE (2015)

Sempre nos altos e baixos. Na fase Craig, toda vez que um filmaço era lançado, o seguinte deixava a bola cair. Depois de ‘Cassino Royale’ veio ‘Quantum of Solace’; e depois de ‘Skyfall’ veio este ‘SPECTRE’, que prometia apresentar a organização criminosa que sempre assombrou o espião, agora na era Craig. Era para ter sido épico, mas foi engolido por suas próprias pretensões. Um dos maiores pecados foi fazer de Christoph Waltz o vilão Blofeld, uma escolha muito óbvia, tendo em vista a galeria de vilões do ator. Teria sido melhor uma reformulada no papel, fazendo de Dave Bautista um Blofeld perfeito, um vilão que misturasse força física e inteligência.

007 – Sem Tempo para Morrer (2021)

Também conhecido como “Sem Tempo Irmão” (brincadeiras à parte), este quinto filme de Daniel Craig como 007 está mais para ‘Cassino Royale’ e ‘Skyfall’ no quesito qualidade. É um dos elencos mais recheados desta fase, com direito às personagens femininas roubarem o show. Além da volta da francesa Léa Seydoux como a nova paixão de Bond, Madeleine Swan, temos uma nova 00, a truculenta e sensual Nomi (Lashana Lynch), que tirou a curiosidade de ver uma mulher negra no papel de uma 00 – e também Paloma, outra agente secreta, vivida pela sempre ótima Ana de Armas, que rouba todas as suas cenas. Fora isso, o vilão de Rami Malek, Safin, é exótico o suficiente, com sua medonha máscara e o rosto deformado. No final, os produtores tiveram a mesma coragem de Christopher Nolan em ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’, com um final ambíguo sobre o destino do herói.

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Pablo R. Bazarello
Crítico, cinéfilo dos anos 80, membro da ACCRJ, natural do Rio de Janeiro. Apaixonado por cinema e tudo relacionado aos anos 80 e 90. Cinema é a maior diversão. A arte é o que faz a vida valer a pena. 15 anos na estrada do CinePOP e contando...
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