O estúdio de ‘Alguém Tem Que Ceder’, a Warner Bros, não botava muita fé no seu sucesso, já que é muito difícil uma comédia romântica com seus protagonistas quase na terceira idade agradar aos adolescentes, que é o público que vai mais ao cinema. Mas como, graças a Deus, na sétima arte a lógica não funciona ao pé da letra, o filme fez bastante sucesso.

A direção ficou por conta de Nancy Meyers que tem boa mão para comédias leves (O Pai da Noiva e Do que as Mulheres Gostam). A ela se somaram dois grandes atores que transitam muito bem entre comédia e drama, Jack Nicholson e Diane Keaton.


O roteiro é bastante simples mas por outro lado não é desagradável nem escatológico, não apela a coisas nojentas como quase todas as comédias que circulam por ai atualmente.

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Nicholson faz um executivo do mundo da música que apesar dos seus mais de 60 anos nunca teve uma relação estável com nenhuma mulher, sendo um dos maiores mulherengos de todos os tempos. Ele está de namorico com uma jovem garota que poderia ser a neta, eles decidem passar o fim de semana na casa de praia da mãe dela, que é Diane Keaton. Já no primeiro dia ele tem um ataque cardíaco e Diane, mesmo a contra gosto, aceita que ele fique se recuperando em sua casa por algum tempo. Sim, internauta, vai pintar um clima, e as brigas do começo vão dando lugar ao romance, e é ai justamente que a fita perde um pouco da graça. A partir de meio mais ou menos torna-se um romance e há poucas piadas.

Keanu Reeves faz um papel que chama a atenção, está muito diferente do seu padrão de interpretativo, ou seja, cara de “nada”. Aqui ele está encantador e charmoso, realmente uma surpresa.

Alguém tem que Ceder vai agradar em cheio aos casais com mais de 35 anos de idade.


Crítica por:
Andrea Don


 

 

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