Crítica – American Pie – O Reencontro

A franquia adolescente American Pie teve seu inicío em 1999, seguida de American Pie – A segunda vez é ainda melhor (2001) e American Pie – O Casamento (2003) – sem contar em quatro filmes lançados em DVD , sem o elenco original. Quase 10 anos depois, os produtores lançam mais um longa mostrando as aventuras de Jim e seus amigos. American Pie – O Reencontro conta com o elenco original e o humor que fez sucesso no final dos anos 90.

Na trama, os amigos de Jim decidem se reunir no reencontro dos formandos da turma de 1999. Mas o presente dos amigos não parece tão interessante como eles imaginavam que seria quando jovens. Jim, está casado com Michelle e com filho, sua vida sexual não é tão ativa quando era jovem; já o casal Heather e Oz estão separados; Kevin também está casado e com uma vida um tanto domesticada; Finch é o grande aventureiro e Stifler continua o mesmo.

O retorno à pequena cidade de East Great Falls, mostra o choque entre duas gerações e o quanto os 13 anos depois da formatura transformaram os jovens amigos em adultos responsáveis. O conflito entre duas gerações é mostrado através de festas e encontros. Daí surge o humor que tornou a franquia tão poderosa e que não é facilmente encontrado em comédias adolescentes ultimamente.

De humor fácil, ágil e típico da juventude noventista o longa não se perde por ser uma continuação. Seu roteiro possui a mesma agilidade cômica dos demais, tendo o sexo ainda como a problemática dos amigos de Jim. O timming dos atores continua afinado. Destaque para Sean William Scott e seu famoso Stifler – continua o mesmo e mais engraçado. A comicidade de suas piadas continuam vivas, podendo atingir os jovens dos anos 2000 que não vivenciaram as aventuras de Jim e seus amigos.

O contrataste entre a geração dos anos 90 e dos anos 2000 são o alvo não apenas das piadas, mas também a justificativa da trama. Além disto, seu final promete mais continuações. American Pie – O Reencontro resgata um humor que fez sucesso no final da década de 90 , aposta na nostalgia e no choque cultural entre os adolescentes. Que as continuações mantenham o frescor desta quarta sequência.

Crítica por: Thais Nepomuceno (Blog)

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Renato Marafon
Renato Marafon
Criador do CinePOP em 1999 e apaixonado por cinema.