Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor de ‘Midsommar – O Mal Não Espera A Noite‘ e ‘Hereditário‘, Ari Aster, rebateu as críticas sobre os polêmicos finais de seus filmes.

“Sou um grande fã de melodrama. Eu cresci amando Douglas Sirk e essas tradições. A palavra principal é ‘melo’ – que remete à música –, então é dramático como a música. Acho que as pessoas veem isso de uma forma muito operística. Eu o desenvolvo como uma ópera. Isso quer dizer que eu termino esse filme, e eu acredito que isso também acontece em ‘Hereditário’, em seu ápice. Eu vou construindo esse ritmo, aumentando-o, com a esperança de terminar o filme em seu auge.”

Ele completa, “Muitas pessoas têm me respondido sobre os dois filmes, algo tipo ‘Eu estava envolvido até o final. O final foi… muito pra mim’. E tudo o que eu posso dizer é que estou fazendo o que eu gostaria de ver. Eu não sinto que seja algo único.”

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