sábado, julho 20, 2024

Crítica | Avassaladoras 2.0 – Fefe Schneider e Bibi Tatto Reunidas em Comédia Teen de Franquia dos Anos 2000

No verão de 2002 o público brasileiro foi agraciado com o lançamento de uma comédia romântica deliciosa de nome ‘Avassaladoras’, estrelada por Giovanna Antonelli (em ascensão de carreira) e que abordava o tema do empoderamento feminino ao colocar uma personagem que fora traída pelo namorado e que decide buscar um novo amor em uma agência de relacionamento (numa época muito antes dos apps de namoro).

De lá pra cá 22 anos se passaram, muitas coisas mudaram no mundo, mas uma boa história bem contada permanece como algo que os espectadores buscam em um filme. Seguindo a pegada de reboots, remakes, spin-offs e prequels que a indústria cinematográfica do mundo inteiro está produzindo, chega a partir de hoje nos cinemas o longa ‘Avassaladoras 2.0’, projeto diretamente ligado ao filme original – mas um bocado diferente.

Fefe Schneider,Avassaladoras

Bebel (Fefe Schneider, de ‘Mamonas Assassinas: O Filme’) é uma jovem que tem o sonho de ser uma grande estrela de cinema, mas a real é que apesar de morar em Los Angeles, ela nunca trabalhou como atriz e nem sequer consegue um teste. Mas para J-Crush (Mu Bispo, conhecido por ter participado do The Voice 2018), um influenciador do meio-ambiente a quem conheceu virtualmente e que é sua paquerinha, Bebel contou que é na verdade uma atriz ocupadíssima, cujos trabalhos estão todos em pós-produção. Quando sua mãe, Laura (Juliana Baroni, de ‘Lula: O Filho do Brasil’) avisa que estão indo para o Rio de Janeiro para o lançamento do livro de um amigo dela, Bebel fica dividida: parte está feliz por rever sua melhor amiga, Lu (a gamer Bibi Tatto), e parte está nervosa por conhecer J-Crush ao vivo e ter que contar a ele que tudo que lhe falara antes era uma grande mentira.

Em uma hora e meia aproximadamente, ‘Avassaladoras 2.0’ tem bem aquele climinha de filme teen da Disney Channel que fizeram e fazem tanto sucesso dentre o público brasileiro. Tanto que a produção elencou para seu trio protagonista adolescente jovens com milhares de seguidores e já com seus respectivos públicos consolidados, o que certamente ajuda a aproximar a galerinha do cinema.

Fefe Schneider,Avassaladoras

Escrito por Tony Goes e baseado na peça de Mara Mourão, o roteiro constrói uma história que busca centrar o enredo no Rio de Janeiro e colocar a cidade como pano de fundo, então, todos os acontecimentos se passam em algum ponto turístico da cidade – o que é legal, pensando que depois o filme vai para alguma plataforma e ajuda a divulgar a cidade e o país lá fora. Mara Mourão volta a dirigir o projeto, após ter realizado o primeiro, e encontra boas soluções para gravar mesmo dentro do contexto da pandemia.

Fefe Schneider, Bibi Tatto e Mu Bispo são fofos nas telonas, é legal ver o início de carreira de jovens artistas se formando, demonstrando vontade de crescer e, quem sabe, se manter na indústria. Com um elenco de apoio luxuoso, com nomes como Dani Winits e Guta Ruiz, o núcleo adulto rouba as cenas quando a história gira para as confusões ocorridas no passado e suas consequências. O encontro de ambas as gerações ao final do filme é realmente o ponto alto da produção.

Avassaladoras 2.0’ é um romance teen leve de fim de tarde para formar o público jovem a ter gosto pelo cinema, e ainda traz queridinhos da nova geração no protagonismo.

Fefe Schneider,Avassaladoras

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