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Dica | Onde ver os heróis de James Gunn nos streamings?


CEO do DC Studios, James Gunn tem uma longa trajetória quando o assunto é produções de super-heróis. Seja escrevendo, dirigindo ou até mesmo atuando, Gunn tem uma estrada de 25 anos envolvido nessas produções. E um ponto interessante é que ele carrega seu time de amigos para o elenco em praticamente todas as suas obras.

Pensando nisso, o CinePOP listou filmes e séries escritos ou dirigidos por James Gunn para você conhecer ou relembrar. Confira!



Os EspeciaisHeróis em Liquidação (2000)

Lançado em 2000, Heróis em Liquidação é o primeiro trabalho de Gunn focado no mundo dos super-heróis. Além de escrever, ele atua no filme como uma paródia do Homem-Formiga, que é constantemente zombado por ter um uniforme ridículo. Nesse longa, os supers são uma realidade no mundo, mas Os Especiais são apenas a sétima equipe mais popular dos EUA. Além do mais, eles não são amigos das principais empresas que patrocinam os heróis, então tudo que diz respeito a eles é de baixa qualidade. Para complicar mais as coisas, eles têm poderes especiais, mas seguem com vícios humanos, como bebidas, cigarros, drogas e sexo. O filme mostra o grupo vivendo uma grave crise, com o estopim para a separação sendo o lançamento de uma linha de bonecos de péssima qualidade. O curioso é que o elenco dessa comédia politicamente incorreta é formado por nomes como Rob Lowe, Thomas Haden Church, Judy Greer e Sean Gunn – Sean, inclusive, protagoniza uma cena de dança divertidíssima ao som de Life Is a Rock. Além de contar com um cameo de Jenna Fischer (a Pam de The Office), que casaria com James Gunn ainda em 2000.

Infelizmente, por ser um filme de baixíssima procura, ele só está disponível no Looke, além de cópias disponíveis no YouTube. Mas é legal ver os primeiros passos do humor característico de James Gunn se manifestando aqui.

Super (2010)

Lançado em 2010, esse filme foi fundamental na carreira de James Gunn, porque mesmo sendo um “Cult”, acabou chamando atenção de Kevin Feige, que viria a convidar o diretor para comandar um projeto revolucionário. Escrito e dirigido por James Gunn, Super é uma comédia dramática politicamente incorreta sobre Frank (Rainn Wilson), um chapeiro de baixa capacidade social, cuja vida se resume a dois momentos de felicidade: o dia que casou com sua esposa (Liv Tyler) e o dia em que avisou a um policial que um ladrão de bolsas passou correndo naquela direção. Fanático religioso, ele vai para o trabalho, faz hambúrgueres e volta para casa, onde assiste programas evangélicos para crianças, enquanto a esposa se perde nas drogas. Sua vida, porém, muda de uma vez por todas quando um traficante barra-pesada (Kevin Bacon) leva sua mulher embora. Ele reza para Deus dar poderes a ele, e acredita ter sido escolhido para virar um super-herói. Então, pega uma Chave Inglesa, arruma um uniforme vermelho e parte para as ruas, onde combate trombadinhas até eventualmente entrar numa jornada para acabar com o tráfico na região e tentar recuperar sua amada. É um longa cheio de momentos bizarros, mas ainda assim é divertidíssimo.

Por ter um pouco mais de popularidade, Super já perambulou pelos catálogos de Netflix, MUBI e Amazon Prime Video. Ele também já esteve disponível completinho no YouTube, mas assim que ficou em alta há uns dois anos, a plataforma derrubou. No momento, ele só está disponível para aluguel no Prime Video.

Guardiões da Galáxia (2014)

Kevin Feige, CEO do Marvel Studios, assistiu Super e ficou encantado com a forma como Gunn escreveu e dirigiu um protagonista que era um completo fracassado e excluído da sociedade de forma que o público simpatizasse e torcesse por ele. Na época, ele precisava de alguém para tocar o projeto mais arriscado da Marvel desde Homem de Ferro (2008), que falaria justamente de um grupo de párias que teria de aprender a trabalhar como equipe. Foi assim que James Gunn chegou à franquia Guardiões da Galáxia. Com liberdade criativa praticamente total sobre o primeiro filme – segundo ele, a única interferência do estúdio foi a inserção da cena do Thanos (Josh Brolin) -, James escreveu e dirigiu o longa que mudaria de uma vez por todas a perspectiva do Universo Cinematográfico Marvel com a criação de um núcleo espacial sólido que viria a ser explorado nos dois filmes mais importantes do estúdio.

O longa acompanha Peter Quill (Chris Pratt), um humano que foi sequestrado da Terra quando era criança. Em sua mochila havia uma porção de brinquedos dos anos 80, algumas figurinhas e um walkman com duas fitas de música. Os anos se passaram e ele virou um pirata espacial, que acabou interceptando uma das mais mortais Joias do Infinito. Capturado, ele faz um acordo com outros criminosos espaciais para formarem uma aliança, escaparem da prisão e venderem a Joia para o Colecionador. No entanto, eles acabam embarcando em uma aventura musical que vai mudar as perspectivas de todos, mostrando que até mesmo os bandidos mais tontos da galáxia podem fazer a diferença quando decidem fazer o que é certo. O longa foi um sucesso avassalador, conquistando uma bilheteria altíssima e críticas ridiculamente positivas, rendendo elogios até mesmo de Steven Spielberg. Por seu sucesso inquestionável, o filme está disponível no Disney+.

Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Com o sucesso estrondoso do primeiro filme, os Guardiões saíram de um time conhecido apenas nos quadrinhos para verdadeiros ícones da Cultura Pop mundial. Mais do que isso, James Gunn voltou como roteirista e diretor, tendo liberdade criativa total para fazer o que achasse melhor. Sem precisar se preocupar com a trama das Joias do Infinito novamente, ele focou o longa nas relações familiares. Peter Quill descobre que seu verdadeiro pai é Ego (Kurt Russell), um celestial homicida. Rocket Raccoon assume um papel mais paternal com o Bebê Groot, enquanto descobre seu papel no grupo; Gamora tenta se reaproximar da irmã, que nutre um ódio de anos por ela; Drax tenta se aproximar de todos, após anos sentindo apenas ódio e sede por vingança. Da mesma forma, Yondu quebra a casca de pirata sem coração e assume o verdadeiro motivo de não ter concluído a missão do rapto de Peter.

Mais do que isso, Gunn ouviu as críticas negativas e tentou melhorar. Ele trouxe uma nova direção de fotografia que trouxe cores vibrantes e planos mais abertos, valorizando os cenários espaciais, além de ter trabalhado mais o desenvolvimento do vilão, que foi um dos pontos mais criticados do primeiro filme. O visual colorido dos planetas acabou virando referência para o núcleo espacial da Marvel, que abraçou as cores numa época em que a DC apostava apenas no filtro azul e cinza do Snyderverso. O resultado foi uma bilheteria enorme, uma trilha sonora ainda mais vendida e ainda mais moral dentro da Marvel. O filme pode ser assistido no Disney+.

Brightburn – Filho das Trevas (2019)

Diferentemente dos outros projetos, Brightburn não foi escrito ou dirigido por James Gunn, que atuou apenas como produtor. Porém, o filme foi aprovado e financiado por ele. Além disso, a história é ambientada no mesmo universo de Super, e deveria ter dado início a um universo cinematográfico desses personagens alternativos engavetados por Gunn. Na round table que participei com o diretor em 2025, James contou que tentou interferir o mínimo possível neste filme, porque tinha achado um projeto muito interessante, mas queria ver seu irmão e seu primo desenvolvendo suas próprias ideias no roteiro, além de apoiar a direção de David Yarovesky, que considera um nome promissor. Infelizmente, o filme não foi bem nos cinemas, mas ganhou sobrevida nos streamings.

Leia também: ‘Superman’ | James Gunn comenta diferenças entre ‘Brightburn’ e ‘Superman’

A trama é uma paródia da origem do Superman. Porém, em vez do bebê cair na Terra com uma missão de paz, ele vem como uma arma de conquista que deve dominar o planeta para permitir a invasão de sua espécie. Quando o menino começa a entrar na adolescência, seus poderes despertam e ele acaba tomado pelo medo e pelo ódio, espalhando o terror pela cidadezinha de Brightburn. O filme pode ser visto na Netflix.

O Esquadrão Suicida (2021)

Em 2018, após Gunn se posicionar contra falas e medidas do então presidente americano Donald Trump, o diretor foi alvo de um ataque coordenado da extrema-direita que resgatou tweets de uma década atrás, nos quais ele fazia piadas politicamente incorretas de temas como pedofilia e estupro. Gunn veio a público pedir desculpas e dizer que não compactuava mais com esse tipo de humor. Ele assumiu o erro e se afastou das redes. Porém, a cúpula da Disney foi pressionada e demitiu o diretor, muito a contragosto de Kevin Feige, que tentou ao máximo mantê-lo. Enquanto a polêmica era apurada, a Warner, que vivia uma crise sem fim com os personagens da DC, apostou em James Gunn e o contratou para escrever e dirigir uma continuação com jeitão de soft reboot de Esquadrão Suicida (2016), um filme da casa que deu muito dinheiro, levou um Oscar, mas foi massacrado pela crítica. E um comentário bastante comum na época era que a DC havia fracassado por tentar fazer seu Guardiões da Galáxia sem James Gunn. Ouvindo os fãs, eles trouxeram o cara, e o resultado mudaria para sempre os rumos da DC nos cinemas.

Isso porque O Esquadrão Suicida (2021) foi um unânime: sucesso estrondoso de crítica, algo que não acontecia com a DC há muito tempo. Apesar da baixa bilheteria, resultado de ter sido lançado nos cinemas no auge da pandemia, o filme elevou a moral de James Gunn dentro da Warner, que passou a cogitar novos projetos com ele, tanto que confiou uma série sobre um personagem praticamente desconhecido a ele antes mesmo do fim da passagem do filme pelos cinemas. A trama era a mesma do longa de 2016. O governo americano tinha uma missão que, por motivos políticos, não poderia envolver heróis ligados aos EUA. Por isso, enviaram um grupo de supervilões ou anti-heróis para resolverem uma crise de estado na América do Sul, podendo eventualmente ocasionar a morte de todos eles no caminho. Porém, eles não apenas resolvem a missão, como também viram heróis locais e se voltam contra o imperialismo americano, gerando eventos que repercutem no Universo DC até hoje. Com violência para maiores de 18 anos e personagens extremamente carismáticos, O Esquadrão Suicida pode ser assistido no HBO Max.

Pacificador (2022)

A tal série que a Warner “deu de brinde” para James Gunn foi Pacificador. Considerado um dos melhores personagens de O Esquadrão Suicida, o Pacificador era um completo desconhecido do público em geral e não era exatamente bem quisto nem mesmo pelos leitores de quadrinhos, mas Gunn assumiu o projeto, assinando roteiro e a direção de alguns episódios, mudando o patamar de John Cena no cenário Hollywoodiano. A produção deu sequência aos eventos do filme, mostrando o Pacificador acordando no hospital e tentando seguir com a vida, enquanto busca ser um super-herói reconhecido pelos grandes ícones do DCEU.

Porém, sua família desestruturada e os traumas do passado voltam para assombrá-lo, enquanto ele embarca sem saber na investigação de uma invasão alienígena silenciosa e mortal na Terra. Com a ajuda dos agentes da ARGUS, ele desmascara esses ETs borboletas e salva o dia com muita violência e boa vontade. O sucesso da série foi imediato, transformando o Pacificador em um novo ícone da Cultura Pop. Paralelamente a isso, a Marvel sofria para encontrar um novo diretor para Guardiões da Galáxia Vol.3. Depois de muitas tentativas e uma grande recusa de diretores de assumir o projeto em solidariedade a Gunn, a Disney reconheceu que o diretor havia sofrido um boicote político, mesmo não compactuando mais com o tipo de humor de seu início de carreira, e o convidou para voltar. Porém, agora com muito prestígio na Warner, ele concordou em retornar apenas para finalizar a saga dos Guardiões. Ah sim, a primeira temporada de Pacificador pode ser vista no HBO Max.

Guardiões da Galáxia: Especial de Natal

Em sua volta à Marvel (vale destacar que ele não deixou a DC, apenas se licenciou para esses projetos), Gunn ousou com um especial de natal dos Guardiões da Galáxia feito exclusivamente para o Disney+, mas que seria parte do cânone do grupo, introduzindo personagens como a cachorrinha Cosmo na equipe. Além de escrever e dirigir o especial, Gunn também escreveu a música de abertura da produção, que é um rock sobre a visão alienígena do que é o natal. A canção foi top das plataformas de música nos EUA.

O especial é completamente surtado, bem do jeitinho dos Guardiões, e traz o Peter meio triste na época do natal. O problema é que seus amigos não fazem a menor ideia do que a data representa, então Drax e Mantis decidem viajar para a Terra, onde vão tentar pegar materiais para criar um natal memorável, mas também sequestram o ator Kevin Bacon, o grande herói da infância de Peter, para “dá-lo de presente” ao amigo. É simplesmente hilário! No final, tudo se resolve e eles conseguem um natal inesquecível, ainda que por motivos diferentes. O especial pode ser visto no Disney+.

Guardiões da Galáxia Vol.3 (2023)

Quando já havia sido “reapresentado” pela Marvel, Gunn foi convidado para assumir o cargo de CEO da DC, capitaneando um reboot total daquele universo cinematográfico, o que ele obviamente aceitou. Sabendo que seria sua despedida não apenas da Marvel, mas dos personagens que o consagraram no cinema mundial, James Gunn veio com tudo e criou uma verdadeira obra-prima do gênero. Com foco no Rocket Raccoon (Bradley Cooper), declaradamente o personagem favorito de James, o longa construiu uma aventura espacial extremamente emotiva, com mensagens contra os maus-tratos aos animais e sobre a importância da família, embalado por um visual de tirar o fôlego e uma trilha musical explosiva.

O resultado foi uma das melhores avaliações de público e crítica de um filme da Marvel pós-Ultimato. A trama mostra o Rocket sendo mortalmente ferido. O problema é que eles precisam de um código para desarmar um dispositivo interno que ameaça a vida do guaxinim, então eles vão atrás do responsável pelas modificações feitas no Rocket, o Alto Evolucionário (Chukwudi Iwuji), que é um tirano com complexo de Deus, que é capaz de matar e torturar qualquer um para conseguir seu objetivo de criar a espécie ‘perfeita’. Agora, os Guardiões precisam correr contra o tempo para salvar o amigo, enquanto tentam encontrar um meio de acabar com o Alto Evolucionário. O longa foi extremamente elogiado pela crítica, pelo público e pelas organizações de direitos dos animais pelo mundo. O filme pode ser assistido no Disney+.

Comando das Criaturas (2024)

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De volta à DC, o primeiro capítulo do novo Universo DC foi a série animada Comando das Criaturas. Criada e escrita por James Gunn, ela segue com os eventos de O Esquadrão Suicida (2021), que mesmo tendo acontecido em outro universo foi aproveitado nessa nova realidade, e mostra a solução de Amanda Waller (Viola Davis) para a proibição do governo da ‘Força-Tarefa X’. Sem poder usar humanos, ela convoca um time de “Criaturas” para realizar uma missão que um super-herói não poderia assumir, que é manter a princesa do Pokolistão protegida em uma guerra.

Enquanto a trama avança, os membros dos Comandos vão tendo suas histórias explicadas e desenvolvidas, tornando a série uma produção incrível de acompanhar. Apesar de ser uma animação, ela aborda temas pesados e traz cenas de violência e sexo, mas nada gratuito. É muito divertido e muito interessante, até porque é a produção que introduz Rick Flag Sr. (Frank Grillo), o personagem que apareceu em todas as produções do DCU até o momento. A série está disponível no HBO Max.

Superman (2025)

Lançado sob forte expectativa, o primeiro filme do DCU foi escrito e dirigido por James Gunn, que apostou em David Corenswet, um ator em ascensão em Hollywood, para dar vida ao maior super-herói dos quadrinhos. A história mostra o Superman já atuante nesta realidade, após perder sua primeira batalha. Vivendo uma polêmica sem precedentes, após interferir em um conflito geopolítico no Oriente Médio contra um antigo aliado americano, o herói entra no olho de um furacão midiático influenciado por Lex Luthor (Nicholas Hoult), que bola um plano mirabolante para expandir sua atuação no governo e destruir o Superman. Porém, ao lado do cachorrinho Krypto, dos heróis da Gangue da Justiça e da equipe do Planeta Diário, o herói vai fazer de tudo para salvar o dia.

Fenômeno de crítica e bilheteria, o filme já é tratado como um sucesso geracional, com diversas crianças tendo como referência o Superman “bom moço” de David como espelho para o futuro. O longa incentivou uma onda de bem e trouxe mensagens positivas para o público, além de resgatar a credibilidade não só do herói, mas do Universo DC nas telonas. E ele acabou de chegar ao catálogo do HBO Max.

Pacificador – 2ª Temporada (2025)

Por fim, o último projeto com envolvimento criativo de James Gunn com super-heróis, até o momento, é a segunda temporada de Pacificador. Ele escreveu os capítulos e dirigiu alguns episódios que trazem Chris (John Cena) vivendo uma crise existencial sem precedentes. Apesar de ter salvo o mundo, ele segue com o tratamento de um anti-herói. Ninguém o valoriza, ninguém o reconhece. Em meio a essa crise, ele entra acidentalmente em uma outra dimensão na qual seu pai e seu irmão estão vivos, e eles são os maiores heróis do planeta. O problema é que ele encontra sua versão desse mundo e acaba matando o rapaz sem querer. Enquanto isso, suas viagens ligam o alerta na ARGUS, que teme uma nova falha dimensional na realidade do DCU. Para complicar ainda mais, o novo chefe da ARGUS é Rick Flag Sr., que tem uma rivalidade pessoal com Chris pelo assassinato de seu filho (lá em O Esquadrão Suicida).

Em meio a esses problemas, Chris decide ir para esse “mundo perfeito”, só que as coisas não saem exatamente como o esperado. A série está em exibição neste momento no HBO Max. Com novos episódios lançados semanalmente, a produção está a três capítulos do fim.

Outros projetos

Antes de sua demissão da Marvel, a moral de James Gunn era tão alta que ele foi escolhido para dirigir especificamente as participações especiais de Stan Lee nos filmes do MCU. Além dos cameos de Guardiões da Galáxia e Guardiões da Galáxia Vol.2, ele dirigiu Stan em suas participações em Doutor Estranho (2016), Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) e Thor: Ragnarok (2017).

Outro papel que ele assumiu foi de produtor executivo em três produções da Marvel: Vingadores: Guerra Infinita (2018) – no qual também escreveu diálogos adicionais, Vingadores: Ultimato (2019) e na série animada Eu Sou o Groot (2022). Na DC, ele entrou como produtor de Superman (2025) e dos vindouros Supergirl: a Mulher do Amanhã (2026) e Cara-de-Barro (2026), além da série dos Lanternas Verdes (2026). Essa função será cada vez mais frequente, já que ele está por trás de todo o Universo DC.

E aí, qual seu projeto favorito do James Gunn? Diga nos comentários!

Pedro Sobreirohttps://cinepop.com.br/
Jornalista apaixonado por entretenimento, com passagens por sites, revistas e emissoras como repórter, crítico e produtor.
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