Dica | ‘Sing: Thriller’ é diversão certa pra molecada na Netflix



Lançado em 2016, Sing: Quem Canta Seus Males Espanta se tornou um sucesso inesperado daquela temporada. Com orçamento estimado em 75 milhões de dólares, o filme arrecadou mais de 630 milhões de dólares, fazendo dele um projeto com potencial para franquia. E assim aconteceu.

A sequência, Sing 2, chegou aos cinemas do mundo entre o final de 2021 e o início de 2022, quando os cinemas ainda estavam reabrindo por conta da pandemia. E mesmo com todo o receio mundial de voltar a frequentar uma sala de cinema, após quase dois anos de isolamento, o longa conseguiu uma bilheteria de respeito, levando para casa mais de 400 milhões de dólares.

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A trama do primeiro acompanha o agitador cultural Buster Moon, um coala golpista que vê seu teatro caindo aos pedaços e decide fazer um concurso de talentos para mobilizar o público. O problema é que ocorre um erro de digitação e ele acaba prometendo um prêmio muito acima do valor que ele pode pagar, causando uma série de confusões em meio a uma porção de números musicais embalados por algumas das principais canções pop de todos os tempos.

Já o segundo filme, de 2021, aposta em um novo show de Buster para lançar esses animais ao estrelato mundial. Porém, para realizar esse show, eles vão ter que encontrar e convencer o astro de rock mais recluso e carrancudo do mundo a voltar aos palcos, dando início a uma viagem emocional e emocionante, novamente embalada por grandes sucessos.

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Ou seja, são filmes que juntam cores, músicas atemporais e personagens carismáticos com design engraçadinho. Em outras palavras, são filmes tão formulaicos que parecem seguir uma receita perfeita de inteligência artificial para agradar a molecada e prender os adultos pela nostalgia da música.

Agora, enquanto o terceiro capítulo da saga de Buster e sua trupe de animais cantores não sai, a Illumination se uniu à Netflix em uma parceria para lançar o curta Sing: Thriller.

Assim como os capítulos anteriores, o curta traz uma releitura de uma canção famosa. Neste caso, Thriller, de Michael Jackson, vulgo maior videoclipe da história. O curta é muito redondinho e vai entreter a molecada por cerca de 15 minutos.

A trama é simples e bobinha, mostrando que eles só queriam realmente fazer uma releitura do lendário videoclipe de Michael Jackson e usaram o projeto como desculpa.

A história mostra a trupe encenando um espetáculo de Thriller, quando Buster recebe um convite para uma festa em comemoração ao sucesso do espetáculo. O problema é que um vazamento químico toma conta do local, transformando todos os bichos em um tipo de zumbi. Então, como Michael ensinou há décadas atrás, a única forma de sobreviver a zumbis é dançando. E assim eles vão tentando sobreviver.

Por mais bobinho que seja, um entretenimento de qualidade para a molecada, que certamente vai ficar vidrada nas telinhas vendo essa explosão de cores neon.

Sing: Thriller está disponível na Netflix.
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Pedro Sobreiro
Jornalista apaixonado por entretenimento, com passagens por sites, revistas e emissoras como repórter, crítico e produtor.

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Pedro Sobreiro
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