‘Resident Evil‘ marca o retorno da popular franquia aos cinemas. Com a proposta de trazer para o público uma reinvenção eletrizante e aterrorizante, o novo filme distribuído pela Sony Pictures já está causando burburinho entre os fãs da saga – para o bem e para o mal.
O longa é dirigido pelo visionário cineasta Zach Cregger, do premiado ‘A Hora do Mal’ e de ‘Noites Brutais’, e tem previsão de estreia nos cinemas para 17 de setembro deste ano.
Agora, numa recente entrevista à Interview Magazine, o realizador comentou sobre a polarizada recepção do reboot pelo público, afirmando que entende a preocupação dos fãs, mas que precisava se sentir “realizado criativamente” com algo que não fosse uma mera cópia dos games.
“Há tantas pessoas que claramente querem o jogo em si, ou seja, os personagens e a história do jogo, e qualquer coisa diferente disso não é bem-vinda. Eu não tinha ideia de como algumas pessoas eram apaixonadas por isso”, ele disse.
Cregger acrescenta: “mas se eu fizesse isso, acho que não me sentiria realizado criativamente, e nem acho que eles gostariam. Se eu simplesmente contasse a história dos jogos, acho que os fãs mais fervorosos ficariam decepcionados… Não sei o que fazer a respeito”.
Protagonizado por Austin Abrams (“A Hora do Mal”, “The Walking Dead” e “Euphoria”), o filme tem uma história inédita e acompanha Bryan, um entregador médico que, de forma inesperada, precisa lutar pela sobrevivência em uma noite cada vez mais sombria, horripilante e caótica. O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).
A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.
Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.





