Donald Trump abre investigação contra o Brasil por PIRATARIA, Pix e 25 de Março

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A Rua 25 de Março, símbolo do comércio popular em São Paulo, virou alvo oficial do governo dos Estados Unidos.

Em uma medida que promete esquentar o clima diplomático, o presidente americano Donald Trump anunciou nesta terça-feira (16) a abertura de uma investigação formal contra o Brasil, com foco em práticas comerciais consideradas desleais.

Entre os alvos da ofensiva estão o uso do Pix, acusações de concorrência desleal em pagamentos digitais, e principalmente a falta de combate eficaz à pirataria, que tem sido uma reclamação constante de empresas norte-americanas.

O relatório do Escritório do Representante do Comércio dos EUA (USTR) foi contundente: segundo o documento, o Brasil “não conseguiu abordar de forma eficaz a importação, distribuição, venda e uso generalizado de produtos falsificados”.

A menção direta à 25 de Março — conhecida por sua variedade de produtos de baixo custo e, em muitos casos, réplicas ilegais — é um recado claro à permissividade percebida pelas autoridades norte-americanas.

Além disso, o relatório aponta para a circulação de consoles de videogame modificados, dispositivos de streaming ilegais e outras tecnologias piratas como prova de que o Brasil falha em proteger a propriedade intelectual.

“Mesmo com operações policiais ocasionais, o problema persiste. Isso configura uma falha sistêmica e uma ameaça à inovação global”, diz o texto.

Outro ponto central da investigação é o Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central do Brasil. De acordo com o USTR, o governo brasileiro estaria promovendo excessivamente o Pix em detrimento de soluções internacionais, o que configuraria uma forma de barreira não-tarifária.

Para os americanos, a atuação estatal no setor pode estar inibindo a livre concorrência, ao dificultar a entrada de fintechs estrangeiras e enfraquecer sistemas de pagamentos privados.

A abertura da investigação pode culminar em sanções comerciais, tarifas adicionais e restrições a produtos brasileiros nos EUA. Além da pirataria e do Pix, o relatório também levanta críticas ao: Comércio eletrônico desregulado; Falta de transparência fiscal; Barreiras para entrada do etanol americano no mercado brasileiro e políticas ambientais, como o desmatamento ilegal.

O temor de especialistas é que, caso as medidas avancem, o Brasil enfrente dificuldades reais nas exportações e danos duradouros à reputação internacional.

Para analistas, a movimentação de Trump tem um duplo objetivo: pressionar o Brasil em áreas sensíveis — como pirataria e concorrência digital — e reforçar uma postura protecionista voltada ao eleitorado americano, sobretudo às vésperas de um novo ciclo eleitoral.

Até o momento, o governo brasileiro não emitiu resposta oficial. No entanto, fontes do setor diplomático indicam que o Itamaraty já está mobilizando equipes para avaliar os riscos e preparar uma estratégia de resposta. Representantes da indústria e do agronegócio demonstraram preocupação imediata com os possíveis reflexos da crise sobre os acordos comerciais.

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