O mundo segue tendências. E Hollywood, a maior fábrica de sonhos, não é diferente. No cinema, um famoso produtor disse uma vez que existem apenas sete tipos de histórias a serem contadas, o resto são derivações e leves modificações. Pensando estruturalmente pode até ser verdade. O que faz um grande filme, no entanto, são os pequenos diferenciais de excelência que, esses sim, geralmente trazem ares de grande novidade.

O que ocorre muitas vezes também é que realizadores precisam alterar seus temas ou a proposta de seu filme devido ao projeto de algum outro estúdio de assunto muito similar. Como forma de não saturar o público com histórias “iguais” sobre o mesmo tópico, muitas vezes obras cinematográficas se transformam completamente de sua ideia original. Mas não é sempre que produtores exibem esta cordialidade com os concorrentes.

E assim ganhamos os chamados “filmes gêmeos”, longas de grande orçamento, vindos dos maiores estúdios da meca do cinema, com diretores e astros renomados, que por alguma razão decidem contar a mesma história. Ou ao menos se utilizar do mesmo ponto de partida. Tais filmes acabam moldando uma determinada década ou uma geração, e terminam por se tornar tendência do período. Alguns perduram por muitos anos (como o caso dos filmes slasher, popularizados nos anos 1980 – ou o cinema catástrofe dos anos 1970) se tornando inclusive um subgênero próprio. O que chama atenção, porém, é quando estes filmes gêmeos são lançados no mesmo ano, às vezes com um intervalo pequeno entre as estreias.



Pensando nisso, trazemos em nossa nova matéria para você conhecer ou relembrar alguns dos filmes gêmeos mais marcantes dos anos 2010 – também conhecidos como a década passada -, que fizeram muitos de nós coçar a cabeça em confusão sem saber se já havíamos assistido ao determinado filme ou era apenas sua “outra versão”. Confira abaixo.

Os vilões “animados” protagonistas de 2010

Não existe muita regra de sucesso para os filmes gêmeos, e não necessariamente o primeiro a ser lançado será o mais querido e bem sucedido. O que quase sempre ocorre, no entanto, pela saturação do tema, é que um dos filmes termina eclipsado pelo outro. Algumas vezes temos o caso no qual ambos emplacam no gosto popular, e na pior das hipóteses, nenhum dos dois cai no gosto do grande público. Começamos a lista com duas animações lançadas em 2010, que decidiram focar suas histórias nos vilões da trama, transformando-os em protagonistas. Mas não apenas isso, em ambos os casos redimindo tais figuras.

Neste caso, o primeiro a estrear realmente terminou se tornando o fenômeno da dupla, deixando seu “rival” comendo poeira. Outra semelhança entre os longas é a presença de um comediante de sucesso dublando o personagem principal. Em Meu Malvado Favorito, lançado em julho de 2010 (bem na época das férias da garotada), Steve Carrell deu voz para o careca Gru (quase um clone do tio Funério da Família Addams). A animação da Universal Pictures / Illumination Entertainment fez tanto sucesso que gerou duas continuações e um derivado (Os Minions – que terá sequência este ano), resultando numa franquia bilionária (literalmente).

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Pior para Megamente que, com produção da Dreamworks, distribuição da Paramount e as vozes de Will Ferrell (dublando o protagonista) e Brad Pitt (dublando o herói Metro Man), amargou fracasso financeiro ao ser lançado quatro meses após o concorrente, terminando por encerrar qualquer possibilidade de uma franquia, permanecendo somente com um único filme para chamar de seu. Será que merecia uma segunda chance?

Amizade e sexo casual em 2011

A famosa “amizade colorida”, na qual amigos de longa data ou recentes resolvem estender sua relação para baixo dos lençóis, foi o tema da vez para duas produções Hollywoodianas – ambas comédias românticas – no ano de 2011. Consequentemente, ambos os filmes estão completando dez anos em 2021. Nada melhor do que relembrá-los aqui. Para a tarefa de dar corpo a este conceito algo pesou como prioridade. Bem, o “corpo” dos atores, já para o casal protagonista ambas obras optaram por jovens “gostosos” para redefinir sua amizade. Neste duelo, Sexo Sem Compromisso saiu na frente até demais, fazendo sua estreia em janeiro de 2011 – época conhecida por ser o despejo de filmes ruins no início do ano. Incrivelmente dirigido pelo veterano Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas), o filme trazia uma pré-vencedora do Oscar Natalie Portman (a atriz ganharia sua estatueta no mês seguindo por Cisne Negro) e o tosco Ashton Kutcher como um “casal” mantendo seu relacionamento meramente sexual. Mas o que acontece quando o sujeito se apaixona?



Seis meses depois, era a vez de Justin Timberlake e Mila Kunis estabelecerem regras específicas para sua relação em.. bem, Amizade Colorida. Curiosamente, Sexo Sem Compromisso seria intitulado Amizade Colorida, mas precisou mudar o título por motivos óbvios. E se você está sentindo falta de uma atriz vencedora do Oscar aqui para equilibrar as coisas, não procure mais, porque numa ponta esse segundo filme traz ninguém menos que a ruivinha Emma Stone. Acontece que o diretor Will Gluck também foi responsável pela comédia adolescente A Mentira (2010), que colocou Stone no mapa como protagonista. Com os críticos esse segundo se deu melhor, porém, com um orçamento menor, Sexo Sem Compromisso ainda fez mais barulho nas bilheterias norte-americanas que seu colega. Mundialmente, no entanto, ambos arrecadaram o mesmo, se tornando o caso de filmes gêmeos equivalentes. E você, qual prefere? Consegue distingui-los?

As Brancas de Neve de 2012

Espelho, espelho meu, existem filmes mais gêmeos que esses?”. A Famosa frase entoada pela Rainha Má no clássico dos irmãos Grimm ficaria imortalizada na primeira animação da Disney, Branca de Neve e os Sete Anões (1937). Passados 75 anos, e duas grandes produções de Hollywood revisitavam os personagens do icônico conto de fadas. E assim ganhávamos não apenas uma disputa de jovens atrizes no papel de Branca de Neve, mas, principalmente, a disputa de estrelas no papel da Rainha Má. Na dianteira seguiram a Oscarizada Julia Roberts e Lily Collins na produção da Relativity Media (com distribuição da Fox) Espelho, Espelho Meu, lançado no fim de março de 2012. A graça por trás desta comédia com toques de fantasia mirada para toda a família, dirigida pelo visualmente criativo Tarsem Singh, foi criar um filme nos moldes dos musicais de Bollywood.

Encarando o verão norte-americano (época dos maiores filmes do ano), Branca de Neve e o Caçador (produção da Universal Pictures) chegava alguns meses depois, com todo o jeitão de aventura medieval de ação, pegando carona em O Senhor dos Anéis e Game of Thrones. Neste, Kristen Stewart era a Branca de Neve e a Oscarizada Charlize Theron na pele da Rainha Má fazia a pergunta se o espelho a achava mais bonita. Pois é… Embora com a crítica ambos tenham ficado no mesmo patamar, este segundo foi o que viveu para se tornar sensação (ou quase isso) e render uma continuação (desnecessária) quatro anos depois, substituindo o diretor e Stewart não por uma, mas duas talentosas atrizes: Jessica Chastain e Emily Blunt.

Os Mestres do Suspense de 2012



Nem só de Branca de Neve foi feito o ano de 2012. Para os cinéfilos, uma figura tão icônica quanto chegava às telas em duas biografias curiosas. O mestre do suspense Alfred Hitchcock, considerado por muitos o melhor diretor de todos os tempos, era referenciado há 9 anos em duas produções de alto conceito. O inusitado aqui é que apenas uma delas foi aos cinemas. Trata-se de Hitchcock (e alguém pensaria em um título menos inspirado?), filme da Fox, lançado em novembro de forma limitada e em dezembro em grande circuito nos EUA (chegando ao Brasil no início do ano seguinte). Baseado num livro, acompanha o cineasta pelos bastidores de sua obra mais famosa: o terror Psicose (1960). Quem protagoniza na pele do rotundo artista é Anthony Hopkins enterrado em uma impressionante maquiagem (indicada ao Oscar). O filme conta ainda com Helen Mirren (como sua mulher Alma), Scarlett Johansson (como Janet Leigh) e Jessica Biel (como Vera Miles).

Alguns meses antes, no entanto, no fim de outubro (e bem perto do dia das bruxas) estreava no canal a cabo HBO nos EUA, a produção A Garota. Também focado em Hitchcock e baseado num livro, desta vez o filme narra os bastidores de outra das famosas obras do cineasta: Os Pássaros (1963). Mas não apenas isso, A Garota, como diz o título, igualmente fala sobre a tumultuada relação que o diretor possuía com suas protagonistas, aqui colocando os holofotes em Tippi Hedren, sua musa em Marnie – Confissões de uma Ladra (1964), além do filme citado. A relação abusiva é um dos temas do longa, que traz Sienna Miller como Hedren e Toby Jones como o mestre Hitch. Aqui, o filme para o cinema saiu na frente, já que poucos conhecem esta produção para a TV.

Clones de Duro de Matar na Casa Branca em 2013

Duro de Matar (1988) marcou uma época e se tornou um dos filmes de ação mais influentes do cinema. Naturalmente, durante toda a década seguinte, a produção ganhou suas inúmeras cópias. A surpresa (em partes) é notar que estas “homenagens” continuaram surgindo até meados da década passada. E em 2013 ganhamos não uma, mas duas “xérox” de Duro de Matar que usavam como cenário nada menos que a Casa Branca. O primeiro a chegar foi Invasão a Casa Branca, lançado em março de 2013 e com direção do talentoso Antoine Fuqua (Dia de Treinamento). Protagonizado por Gerard Butler na pele de um agente precisando proteger o presidente (Aaron Eckhart) de um ataque de terroristas coreanos em pleno solo americano. O longa da Millenium Films é pura e violenta diversão escapista.

Embora seja o preferido da crítica, O Ataque, lançado em junho, foi fracasso de bilheteria e deu prejuízo para a Sony/Columbia. A trama era a mesma, trocando Butler pelo mais jovem Channing Tatum. A diferença era um presidente negro (Jamie Foxx), mais alinhado com Obama na época, e que participava da ação. A direção foi de Roland Emmerich (Independence Day e O Dia Depois de Amanhã), um especialista em ação grandiosa. Invasão a Casa Branca foi além para tripudiar do rival, e ainda rendeu duas continuações: Invasão a Londres (2016) e Invasão ao Serviço Secreto (2019). Pena que os dois nada de bom tem. Então podemos pensar que quem riu por último foi O Ataque.


Os Hércules de 2014

Quando pensamos em personagens imortais e atemporais da cultura popular mundial, figuras como Tarzan, Robin Hood e Sherlock Holmes surgem logo à mente. Outro que facilmente entraria nesta lista é o mitológico Hércules, lenda da história grega. Em 1997, o personagem ganharia sua própria animação da Disney num filme que fez parte da infância e juventude de muitos. O forte protagonista voltaria a ser assunto de superproduções de Hollywood quase vinte anos depois, com dois filmes de muita estirpe. Estranhamente, ambos os filmes adotaram o título de somente Hércules no Brasil, mesmo o primeiro originalmente sendo intitulado The Legend of HerculesA Lenda de Hércules. Este é o menos chamativo do duo, mesmo com a direção do outrora talentoso Renny Harlin (Duro de Matar 2 e Risco Total). Tudo porque protagonizando temos o “dublê de ator” Kellan Lutz, coadjuvante da Saga Crepúsculo. Aqui, a “pegada” é mais real (ou ao menos tentada) num filme de tom aventura medieval. Lançado pela trinca Summit Entertainment/ Millenium Films/ Lionsgate em janeiro (olha a teoria aí de novo), o filme viveu para se tornar um fracasso de bilheteria, sequer conseguindo se pagar pelo mundo, e crítica – com irrisórios 5% de aprovação no Rotten, uma das menores porcentagens para um longa na plataforma.

Sorte para o personagem que no mesmo ano, em julho (no meio do verão americano) Dwayne The Rock Johnson também pegaria o papel e o faria do seu jeito, ou do jeito certo. Com direção do polêmico Brett Ratner (da trilogia A Hora do Rush) e um elenco de rostos conhecidos, como Rebecca Ferguson (a Ilsa Faust de Missão: Impossível), Hércules, produção da Paramount/MGM, chegava com toda a sua pompa de um blockbuster recheado de efeitos e mantendo o clima de fantasia em torno da mística do herói. Embora não tenha feito um sucesso estrondoso, nos EUA ficando abaixo do esperado, sem render uma sequência ou franquia, é certo que este foi o Hércules de 2014 a ser visto.

As Ex-namoradas Zumbi de 2014

Aqui, chegamos a um item no qual as duas produções gêmeas não fizeram o devido sucesso. Crias de festivais de cinema fantástico pelo mundo, as duas obras foram lançadas direto em vídeo aqui no Brasil. A primeira a chegar foi Vida Após Beth, que conta a história de um jovem casal apaixonado (Dane DeHaan e Aubrey Plaza) que tem seu amor interrompido quando a moça morre de forma repentina. A sacada aqui é que ela volta dos mortos e aos poucos começa a se deteriorar como uma morta-viva. Apesar do tema, esta é uma comédia, que conta ainda com John C. Reilly no elenco. Exibida em Sundance em janeiro, a obra foi lançada na internet em julho (numa época pré-covid) e estreou de forma restrita nos EUA em agosto de 2014.

Enterrando Minha Ex fez sua estreia no Festival de Veneza em setembro do mesmo ano e chegou a ser exibido por aqui no Festival do Rio no mesmo mês. O longa só veria o circuito comercial americano em junho de 2015. Com direção do veterano Joe Dante (Gremlins), o saudoso Anton Yelchin vive Max, um sujeito arrependido de ter iniciado uma vida ao lado da namorada, papel de Ashley Greene (outra “veterana” da franquia Crepúsculo). Para piorar a situação, a moça morre. E quando o rapaz pensa que seguirá sua vida, a ex decide voltar como um zumbi, infernizando a vida do protagonista e de sua pretendente, papel de Alexandra Daddario.

Os Mogli de 2016

Criado pelo autor Rudyard Kipling, o menino lobo Mogli e os animais que compõem seu universo ganharam fama nas formas de uma animação da Disney de 1967 – mesmo antes já tendo virado um filme em live action em 1942, nada conhecido do grande público. Parte de uma tendência atual da Disney, O Livro das Selvas foi um dos pioneiros do movimento do estúdio de transformar suas animações em produções com atores de carne e osso. Bem, nesse caso carne, osso e efeitos de computador – que criaram todos os animais. Com atores famosos dublando a vida na selva, vide Scarlett Johansson e Bill Murray, Mogli – O Menino Lobo (2016), de Jon Favreau, segue como uma das investidas favoritas neste terreno segundo os fãs.

Na mesma época em que Mogli entrava em produção, foi anunciada outra obra com a mesma história. Mas como o filme de Favreau e da Disney saiu na frente, Mogli: Entre Dois Mundos (ou Mowgli) foi segurado por quase dois anos, vindo a ser lançado somente em dezembro de 2018. Produção originalmente da Warner, o longa acabou caindo nas mãos da Netflix e sendo lançado na plataforma ao invés das telonas, e isso num tempo anterior à pandemia de Covid. Com uma pegada mais real e suja, Entre Dois Mundos teve direção de Andy Serkis e nomes como Christian Bale e Cate Blanchett dublando os animais. Depois do filme da Disney, alguém se aventurou a ver este?

Animais Antropomórficos animados de 2016

O antropomorfismo diz respeito basicamente a animais ou seres inanimados se comportando como nós, humanos. Ou seja, quando vemos numa animação ou num live action com efeitos, animais de qualquer espécie vestidos com roupas, óculos e chapéu, falando e interagindo com comportamento tipicamente humano, como indo às compras, dirigindo carros, etc. . Dentro do conceito, ganhamos em 2016 duas grandes animações, vindas de estúdios poderosos, que adotavam a ideia. A primeira e a que mais deu o que falar de forma positiva foi Zootopia, que estreou em março de 2016 por aqui, e trazia a amizade entre uma coelha policial e uma raposa malandra e golpista. Um dos temas é o empoderamento feminino, numa história tipicamente policial. Apesar do enorme sucesso (o filme rompeu a barreira do bilhão mundialmente), a escolha do estúdio não foi por uma sequência, mas por uma série, que estreia ano que vem na plataforma Disney+.

Com nomes mais famosos no elenco de dubladores (Matthew McConaughey, Reese Witherspoon e Scarlett Johansson), a Universal Pictures / Illumination Entertainment lançava Sing: Quem Canta Seus Males Espanta mais para o final de 2016, chegando por aqui em dezembro. Na trama, também temos uma cidade de animais humanoides, e até mesmo um personagem principal vigarista. No entanto, a história aqui é focada num concurso de cantores, pegando a onda dos reality de música. A continuação de Sing, com o mesmo elenco de voz, sai este ano.

Os Christopher Robin de 2018

Parece que algumas vezes os produtores sentem o cheiro do que o estúdio concorrente está fazendo e resolvem correr para confeccionar algo do mesmo tipo pegando a onda, quem sabe com antecedência. Histórias assim existem aos montes em Hollywood e no mundo. É claro também que outras vezes tudo não passa de uma baita coincidência. Seja como for, no fim da década passada as criações de A. A. Milne e Ernest Shepard estiveram no centro dos holofotes. A mais famosa, confeccionada pela própria Disney, é claro, protagonizada por Ewan McGregor na pele de um Christoper Robin adulto. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível foi lançado em agosto por aqui e se comporta muito como uma versão de Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), na qual o menino das histórias do ursinho Pooh cresceu e esqueceu seu passado. Ele precisa resgatar sua essência a fim de não perder sua família, já que se tornou um workaholic.

Lançado no fim de 2017, mas chegando em boa parte do mundo somente em 2018, Adeus, Christopher Robin chegou direto em vídeo aqui no Brasil e acabou se tornando o “primo pobre” da dupla. Produzido pela Fox – que pouco tempo depois seria comprada pela Disney – nem mesmo a presença da musa Margot Robbie no elenco fez do longa um sucesso, caindo na obscuridade e se tornando desconhecido por grande parte dos fãs. Você já tinha ouvido falar? Continuando a traçar um paralelo com a história de Peter Pan, se o filme citado acima se comporta como Hook, Adeus, Christopher Robin seria o Em Busca da Terra do Nunca (2004) desta equação. Ou seja, o filme se concentra nos bastidores da criação do personagem, com o autor A.A. Milne (papel de Domhnall Gleeson) se inspirando na relação com o filho Christopher Robin para criar o universo em torno do Ursinho Pooh. Este longa sendo muito mais um drama do que uma aventura. Robbie vive Daphne Milne, a matriarca da família. Coincidentemente, o diretor de Em Busca da Terra do Nunca é Marc Forster, o mesmo diretor não deste, mas de Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível.

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