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Fim de semana de Halloween! 10 Clássicos para quem não gosta de terror comemorar o dia das bruxas


É Halloween! Mas para os fãs de cinema, a comemoração irá durar todo o fim de semana. Este ano, o dia das bruxas caiu numa sexta-feira, ou seja, perfeito para que de hoje até domingo, os fãs possam assistir ao maior número de produções temáticas da data. Mas e aqueles que não curtem terror necessariamente. Não tem problema. É preciso entender que Halloween é muito mais do que terror, é um estado de espírito. Sim, a coisa é para ser assustadora, mas podemos levar esses elementos para outros gêneros, como a comédia, por exemplo. E em alguns casos, funciona ainda melhor. Nessa nova matéria iremos olhar casos exatamente assim, de filmes clássicos para o Halloween, recomendados para todos os públicos. Confira abaixo.

A Morte lhe Cai Bem

Mulheres em busca da beleza e juventude eterna. Esse foi o tema do indicado ao Oscar ‘A Substância’, do ano passado. Mas no início dos anos 90, outro longa já havia abordado o assunto de forma bem-humorada e bem satírica. Na trama, Meryl Streep e Goldie Hawn são duas mulheres que vivem numa eterna disputa – o que inclui o homem por quem estão apaixonadas, papel do astro Bruce Willis. No meio dessa rivalidade, elas descobrem um elixir que as mantém sempre jovens. O efeito colateral é que se tornam também imortais. A direção é de Robert Zemeckis, o mesmo da trilogia ‘De Volta para o Futuro’ e ‘Forrest Gump’.



Abracadabra

Agora falamos de um filme que já virou sinônimo da data de Halloween. Clássico dos anos 90, o infantil ‘Abracadabra’ é aquele tipo de longa inofensivo, recomendado para toda a família se reunir na frente da TV e curtir a data. Se você tem filhos pequenos, essa é uma boa oportunidade de apresentar um “filme de terror” para eles. Tanto que ‘Abracadabra’ se tornou um ícone para esta época do ano, e foi isso que finalmente tirou a continuação do papel, muitas décadas depois. Mas o original é imbatível. Pense no que ‘Esqueceram de Mim’ é para o Natal, e entenda o que este filme é para o Halloween. Na trama, um trio de irmãs bruxas do Século XVII são mortas, somente para voltarem à vida em 1993 e aterrorizarem adolescentes no Halloween. Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy comandam o show.

Drácula – Morto, mas Feliz

Imagine se ‘Corra que a Polícia Vem Aí’ encontrasse o clássico de Bram Stoker. É exatamente o que ganhamos com esse ‘Drácula – Morto, mas Feliz’, que tem direção de um mestre do gênero filme paródia: Mel Brooks. O diretor, aliás, como de praxe, também participa como ator, no papel do médico Van Helsing. E no papel do maior vampiro de todos, Drácula, ninguém menos do que ele, o homem, a lenda, o mito: Leslie Nielsen. Até o penteado criado por Francis Ford Coppola em ‘Drácula de Bram Stoker’ (1992) entra na roda e vira piada.

Uma Noiva e Tanto

O comediante Mike Myers está meio sumido nos dias de hoje. Ele  voltará dublando a voz do ogro Shrek, no anunciado quinto filme do personagem. No fim dos anos 90, Myers atingiu o auge de sua carreira com os filmes da série ‘Austin Powers’, paródia da franquia 007. Porém, antes disso, ele havia estrelado uma obra cômica que se tornou cult. Em ‘Uma Noiva e Tanto’, Myers vive um sujeito meio azarado, e quando se apaixona achando que encontrou a mulher de sua vida (papel de Nancy Travis), termina descobrindo que ela na verdade pode ser uma serial killer. Como de costume, Myers interpreta mais de um personagem, além do protagonista, também o pai dele.

Neblina e Sombras

Agora temos um filme mais cult e “cabeça”, acontece que chegou na área o cinema “intelectual” de Woody Allen. Mas não se assustem, os filmes do diretor são sempre divertidos. Aqui, temos uma brincadeira com o cinema noir e o cinema gótico europeu. Todo em preto e branco, Allen também protagoniza como um sujeito covarde, vivendo em uma pequena cidade fria da Alemanha. O que faz com o longa seja também uma homenagem ao expressionismo alemão. Nesse clima, um assassino tem atacado e feito vítimas. Assim, os cidadãos indignados resolvem sair e fazer justiça com as próprias mãos. No elenco, Jodie Foster e Madonna.

Um Misterioso Assassinato em Manhattan

Outro filme de Woody Allen, no qual o diretor igualmente estrela. Aqui, ele refaz a parceria com a saudosa Diane Keaton, falecida há pouco tempo. Vale lembrar que Keaton foi a primeira musa do cinema do diretor, e levou um Oscar pelo clássico ‘Noivo Neurótico, Noiva Nervosa’ (1977). Aqui, a dupla resolve brincar de ‘Only Murders in the Building’ ainda no início dos anos 90. Eles vivem marido e mulher, que começam a investigar uma suspeita de assassinato – ocorrida bem em seu condomínio num prédio em Manhattan.

Ed Wood

Tim Burton tem a cara do Halloween. Poucos diretores de cinema são tão associados à data do dia das bruxas, quando o criador de Bettlejuice e Edward Mãos de Tesoura. E bem, estes dois são escolhas bem óbvias para comemorar. Um que muitos talvez não conheçam, mas que é considerado o melhor filme do diretor, é esta homenagem ao que é considerado o pior cineasta de todos os tempos: Edward D. Wood Jr. O Realizador “cometeu” barbaridades da sétima arte como ‘Plano 9 do Espaço Sideral’ e ‘Glen ou Glenda’. Mas aqui, Tim Burton o homenageia e mostra sua paixão pelo cinema B. E de quebra cria uma obra gótica, que tem todo o climão de filme de terror, embora seja um drama emocionante.

Os Espíritos

Antes de ‘O Senhor dos Anéis’, antes de ‘O Hobbit’ e antes mesmo de ‘King Kong’, o diretor Peter Jackson começou sua carreira nos filmes de terror B, também conhecidos como trash. Porém, em 1996 ele resolveu revisitar o gênero, mas de uma forma, digamos, mais prestigiada. Repleta de efeitos especiais de primeira, e com Michael J. Fox como protagonista, ‘Os Espíritos’ é um filme de terror disfarçado de comédia e aventura para toda a família. No longa, Fox é uma espécie de garotinho de ‘O Sexto Sentido’. Ou Seja, ele consegue ver gente morta, mas utiliza o seu dom para dar golpes e tirar dinheiro das pessoas. No entanto, seu dom se eleva, e ele começa a ver um espírito maligno, que realmente começa a causar problemas sérios na cidade, matando pessoas inocentes. Que mistério estará por trás deste ceifador?

Um Vampiro no Brooklyn

Em qualquer celebração do Halloween, pode ter certeza que os vampiros serão as figuras mais emblemáticas. Eles nunca saem de moda. Justamente por isso, apresentamos agora um segundo filme estrelado por eles. No primeiro, tivemos Leslie Nielsen dando uma de Drácula no filme de Mel Brooks. Agora, é Eddie Murphy quem entra em cena, como um vampiro caribenho aportando em Nova York atrás da reencarnação de sua amada. O problema é que ela reencarnou numa policial, que começa a ficar em sua cola, papel de Angela Bassett. O filme de Murphy soa como homenagem a ‘Blacula’, e apesar do fracasso na época do lançamento, voltou como cult. Parte disso está na direção de ninguém menos que Wes Craven, saudoso criador de ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Pânico’.

A Mão Assassina

Terminando a matéria temos um “terrir” adolescente que podemos dizer ter sido o último exemplar da leva de produções do gênero nos anos 90, iniciadas com ‘Pânico’. A lista é boa e inclui ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, ‘Lenda Urbana’ e ‘Prova Final’, por exemplo. Todas faziam uso de humor, metalinguagem e, claro, terror. Mas ‘A Mão Assassina’ realmente inclina mais para a paródia e a comédia. Na trama, Devon Sawa, de ‘Premonição’, vive um jovem extremamente preguiçoso e desocupado. Tudo o que ele pensa é em se drogar com os amigos e se divertir. O rapaz desmotivado acaba sendo punido quando um demônio possui sua mão e comete crimes sem que ele saiba. A solução: se separar do membro maligno. Mas talvez nem isso resolva. No elenco, uma  Jessica Alba bem jovenzinha, e a participação da banda The Offspring.

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