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‘O Estúdio’: Série de comédia com Seth Rogen ganha novas imagens; Confira!

‘O Estúdio’, a aguardada série de comédia de Seth Rogen, revelou novas imagens que destacam o elenco da produção.

A produção chega ao catálogo da Apple TV+ em 26 de março.

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Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Hurry Up Tomorrow’, filme de The Weeknd, ganha cartaz de divulgação; Confira!

O thriller psicológico ‘Hurry Up Tomorrow‘, estrelado por Abel Tesfaye (conhecido como The Weeknd), com Jenna Ortega e Barry Keoghan, ganhou um novo cartaz de divulgação.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de maio, pela Paris Filmes.

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A produção está sendo descrita como “uma extensão do novo álbum do cantor”, e sua trilha sonora ficará a cargo do The Weeknd e Daniel Lopatin.

Trey Edward Shults (‘Waves’) será responsável pela direção.

“Abel é um visionário cuja arte não pode ser confinada a nenhum meio único. Com ‘Hurry Up Tomorrow’, em parceria com Trey, seu universo musical se expande para as telonas, oferecendo um thriller psicológico que proporcionará uma nova experiência cinematográfica para os fãs. Estamos entusiasmados em apresentá-lo ao público em todo o mundo”, afirmou Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group.

Hurry Up Tomorrow marca a culminação da trilogia de álbuns de estúdio de The Weeknd, sucedendo os aclamados “Dawn FM” (2022) e “After Hours” (2020). Este terceiro álbum da trilogia representa o capítulo final, abordando temas existenciais e autorreferenciais.

‘Branca de Neve’: Teaser apresenta a icônica PRINCESA da Disney; Confira!

O live-action deBranca de Neve lançou um novo teaser inédito, destacando a protagonista, interpretada por Rachel Zegler. O vídeo apresenta a icônica princesa da Disney.

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Segundo o Hollywood Reporter, o remake live-action deve estrear com apenas US$ 53 milhões nas bilheterias norte-americanas.

É um valor baixo, levando em conta a força da personagem e comparando com o live-action de ‘Cinderella‘, que estreou com US$ 67 milhões em 2015 nos EUA.

Porém, a Disney nunca deve ser subestimada.

No último Natal, ‘Mufasa: O Rei Leão‘ foi considerado um fracasso ao estrear com apenas US$ 35 milhões nos EUA, mas seguiu mantendo firme nas semanas seguintes e chegou a gigantes US$ 700 milhões mundialmente.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi classificado pelo MPAA como “PG”, ou seja, LIVRE para todas idades.
Ele contém algumas cenas de “violência, pouco perigo, elementos temáticos e um humor desagradável”.

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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Hans Zimmer, compositor de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’, descarta colaboração com a Marvel: “Personagens menores”

O compositor Hans Zimmer, conhecido pelo seu trabalho icônico em trilhas sonoras como as da trilogia ‘Batman’ de Christopher Nolan, recentemente falou sobre a possibilidade de colaborar com a Marvel em um futuro filme.

De acordo com o ComicBookMovie, Zimmer explicou que já foi procurado pela Marvel em outras ocasiões.

“Sim, eles procuraram, mas o timing nunca foi bom. E, sendo bem honesto, estou buscando outros projetos agora. Olha, já fiz a tríade – fiz Batman, Superman, Homem-Aranha e Mulher-Maravilha! Quero dizer, o que mais você quer que eu faça? Alguns personagens menores?”, afirmou ele.

“Foi bem arrogante da minha parte dizer isso, mas na verdade foi o Kevin Feige que me disse: ‘Hans, do que você está reclamando?'”, completou.

Zimmer também foi questionado sobre a possibilidade de trabalhar em uma galáxia muito, muito distante, ou seja, no universo de ‘Star Wars’.

“Acho que o Ludwig [Göransson] está fazendo coisas muito interessantes por lá”, disse ele, se referindo ao compositor de ‘The Mandalorian’ e ‘Pantera Negra’.

“Quantas coisas interessantes você quer colocar nessa coisa antes que ela desmorone e deixe de ser Star Wars?”, Zimmer observou. “Porque a única maneira de eu me ver entrando nesse projeto seria se eu pudesse reinventá-lo”.

Vale lembrar que o mais recente longa da Marvel, ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’, foi lançado em 2024, mas Zimmer ainda não fez parte do universo da editora.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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Anna Muylaert, Celine Song e outras DIRETORAS para você celebrar no Dia Internacional das Mulheres

Março é o mês em que celebramos a história feminina, e, no dia de hoje, comemora-se o Dia Internacional das Mulheres. E é claro que, em homenagem à importância que elas trazem para cada um dos setores da sociedade – e suas jornadas repletas de obstáculos e falta de oportunidades -, o CinePOP não deixaria de homenagear os grandes nomes da indústria do entretenimento.

Para tanto, separamos quinze diretoras que você precisa conhecer, seja no cinema, seja na televisão. Desde Anna Muylaert até Celine Song, aproveitamos também para mencionar seus projetos mais conhecidos.

Confira abaixo nossas escolhas:

ANNA MUYLAERT

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Principais obras: Durval Discos, Que Horas Ela Volta?

A diretora brasileira Anna Muylaert é uma das mais respeitadas não apenas do circuito nacional, mas do internacional. Nome por trás de produções como ‘Durval Discos’‘Que Horas Ela Volta?’ e, mais recentemente, ‘O Clube das Mulheres de Negócios’, a realizadora assume as funções de direção e roteiro e preenche narrativas com uma visão única e que não pensa duas vezes antes de mergulhar de cabeça em potentes críticas sociais que soam pertinentes de uma maneira atemporal.

CELINE SONG

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Principais obras: Vidas Passadas

Celine Song não apenas é uma aclamada diretora que conquistou duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Vidas Passadas’, como já trabalhou como dramaturga e firmou um nome de respeito no cenário do entretenimento. Song, inclusive, serviu como palanque de denúncia para a falta de oportunidades para diretoras em Hollywood, principalmente por não ter sido indicada à categoria de Melhor Direção nos prêmios da Academia. Neste ano, ela retorna com o aguardado longa-metragem ‘Materialists’, que já a colocou no centro dos holofotes para a próxima temporada de premiações.

AVA DUVERNAY

Principais obras: Selma, Olhos que Condenam

Ava DuVernay se tornou a primeira diretora negra a ser indicada ao Oscar por seu incrível e subestimado trabalho em ‘Selma’. Sempre trazendo representatividade às suas aclamadas obras, DuVernay também ficou responsável pela potente minissérie ‘Olhos que Condenam’, que retrata com crueza a politicagem e a corrupção por trás do sistema judiciário estadunidense, e é o principal nome por trás da série ‘Origin’.

JANE CAMPION

Principais obras: O Piano, Ataque dos Cães

Se você nunca ouviu falar de Jane Campion, está deixando de conhecer uma das maiores diretoras do cinema contemporâneo. Campion tem uma mão habilidosa para trazer dramas às telonas de maneira original e envolvente – motivo pelo qual já levou para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘O Piano’ e o Oscar de Melhor Direção por ‘Ataque dos Cães’ (tornando-se a primeira cineasta feminina a conquistar o feito). A realizadora não apenas insurge como um emblema da luta das mulheres na sétima arte, mas também como um estandarte contra o etarismo.

SOFIA COPPOLA

Principais obras: Encontros e Desencontros, Maria Antonieta

Filha de EleanorFrancis Ford Coppola, Sofia Coppola encontrou sua identidade artística logo com sua estreia no cenário cinematográfico, ‘As Virgens Suicidas’. Desde então, construiu uma carreira honrável que conta com os títulos ‘Encontros e Desencontros’, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Roteiro Original e uma indicação para Melhor Direção, e ‘Maria Antonieta’, icônico drama histórico que misturou presente e passado em uma colorida narrativa.

GRETA GERWIG

Principais obras: Lady Bird, Adoráveis Mulheres, Barbie

Antes de aventurar-se na direção, Greta Gerwig teve uma carreira de sólido sucesso como roteirista e atriz. Provando sua versatilidade, ela encabeçou o aclamado drama coming-of-age ‘Lady Bird’, que lhe rendeu inúmeras indicações ao Oscar e, mais recentemente, a incrível adaptação ‘Adoráveis Mulheres’, que entrou para a lista de melhores longas-metragens de diversos consórcios de imprensa. Em 2023, Gerwig encabeçou o live-action ‘Barbie’, que caiu no gosto da crítica e do público, reiterando sua visão cinematográfica única (e sendo esnobada na categoria de Melhor Direção do Oscar), além de estar preparando o reboot da saga ‘As Crônicas de Nárnia’ para a Netflix.

CHLOÉ ZHAO

Principais obras: Songs My Brothers Taught Me, Nomadland

Depois de fazer sua estreia no circuito independente com o ovacionado ‘Songs My Brothers Taught Me’Chloé Zhao viria a repetir o feito com o favorito das premiações ‘Nomadland’. Estrelado por Frances McDormand, o longa-metragem levou para casa o prêmio de Melhor Filme no Globo de Ouro 2021 e garantiu à Zhao o prêmio de Melhor Direção (a primeira mulher asiática a conquistar o feito e a segunda no geral a ganhar a estatueta). Ela também fica responsável pela direção de ‘Os Eternos’, uma das produções mais subestimadas e mal compreendidas da Marvel Studios.

LULU WANG

Principais obras: Póstumo, A Despedida

Se você nunca ouviu falar de Lulu Wang, não sabe o que está perdendo. Uma das figuras mais proeminentes da cultura sino-estadunidense, a realizadora é conhecida por seu trabalho em ‘Póstumo’ e, principalmente, na comédia dramática ‘A Despedida’, estrelada por Awkwafina. Conquistando o mundo e diversas condecorações por sua perspectiva original sobre dramas familiares, Wang tem seu nome associado aos mais diversos gêneros do cenário do entretenimento, incluindo videoclipes e documentários.

REGINA KING

Principais obras: Scandal, Uma Noite em Miami

Regina King é um dos nomes mais prolíficos e importantes da atualidade e conseguiu sucesso nas mais diversas esferas artísticas, tanto como atriz quanto como diretora, roteirista e produtora. Além de suas múltiplas incursões em séries como ‘Scandal’‘Insecure’‘Greenleaf’, King fez sua estreia cinematográfica na direção com o aplaudido ‘Uma Noite em Miami’, que levou para casa diversos prêmios.

CÉLINE SCIAMMA

Principais obras: Tomboy, Retrato de uma Jovem em Chamas

Conhecida por desafiar convenções de gênero e o papel da mulher na sociedade, Céline Sciamma continua a chocar o público por abordagens incríveis da relação feminina, como a fluidez de gênero em ‘Tomboy’ e o romance lésbico em ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ (uma das melhores obras das últimas décadas). Ela também é uma respeitada ativista que luta pelo fim da disparidade de gênero no cinema e na televisão.

AGNÈS VARDA

Principais obras: Cléo das 5 às 7, As Duas Faces da Felicidade, Varda por Agnès

É quase um crime falar sobre Agnès Varda em apenas um parágrafo. A celebrada e lendária cineasta francesa é responsável por alguns dos títulos mais revolucionários do cinema, como ‘Cléo das 5 às 7’‘As Duas Faces da Felicidade’, envolvendo-se com a new wave francesa da indústria audiovisual e considerada por muitos como um dos expoentes do feminismo cultural, focando em temáticas que normalmente eram protagonizadas por personagens fortes e complexas.

LILLY E LANA WACHOWSKI

Principais obras: Matrix, Sense8, V de Vingança

Lana e Lilly Wachowski são dois dos nomes mais conhecidos da atualidade e donas de títulos muito bem recebidos pela crítica e adorados pelo público. Desde a estreia em 1999 com ‘Matrix’ até a estupenda e subestimada série ‘Sense8’, as Wachowski não são apenas grandes nomes da presença feminina no cinema e na televisão, mas também ativistas pela luta dos direitos LGBTQ+, principalmente por serem mulheres trans.

KATHRYN BIGELOW

Principais obras: Caçadores de Emoção, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror

Seja com a ação cult ‘Caçadores de Emoção’, seja com o thriller de guerra ‘Guerra ao Terror’Kathryn Bigelow abriu portas para diversas cineastas depois de ter alcançado um feito considerado impossível: se tornar a primeira (e a única) mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção. Nomeada diversas vezes como uma das pessoas mais influentes do planeta, seus outros prêmios incluem um BAFTA, um DGA Award e um Critics’ Choice Award.

VERA EGITO

Principais obras: Amores Urbanos, Todxs Nós

Vera Egito é uma pioneira em diversas questões quando pensamos no escopo do entretenimento brasileiro. Seu longa-metragem mais famoso, Amores Urbanos, estreou no Festival Internacional de Miami apenas para receber aclame universal e conquistar o coração do público. Em 2020, fez história ao comandar a primeira série nacional estrelada por um personagem não-binário com ‘Todxs Nós’, da HBO, aproveitando também para falar abertamente sobre orientação sexual, gênero, identidade, cor e juventude.

10 Filmes com efeitos especiais MARCANTES

Sejam mecânicos ou por computação gráfica, os efeitos especiais se tornaram elementos importantes para muitas produções a cada ano. Essas técnicas bem aplicadas – geralmente – em narrativas intensas e cheias de possibilidades fazem elevar o nível de toda produção. Para relembrarmos algumas obras com efeitos marcantes, segue uma ótima lista abaixo:

 

Avatar

Uma das maiores bilheterias da história do cinema, lançada em 2009 nos cinemas de todo o planeta, Avatar é um épico de ficção científica que nos mostra a chegada de um jovem combatente, que perdeu os movimentos na Terra, até um lugar chamado Pandora, onde vira um ser híbrido e aos poucos começa a entender melhor para onde foi.

 

Jurassic Park – Parque dos Dinossauros

Lançado nos cinemas brasileiros no ano de 1993, a mega produção (que marcaria para sempre seu nome na indústria cinematográfica mundial) Jurassic Park – Parque dos Dinossauros nos mostra a história de um grupo de pessoas que é levada até uma ilha onde dinossauros foram recriados a partir de DNA mas um problema na segurança do local leva a todos em uma luta pela sobrevivência contra feras indomáveis.

 

Tron – Uma Odisseia Eletrônica

Lançado no início da década de 80 no Brasil, o filme protagonizado por Jeff Bridges nos mostra um engenheiro de computação que é transportado para o universo digital.

 

Matrix

Chegaria em maio de 1999 nos cinemas brasileiros um filme que se tornaria um dos mais impactantes longas-metragens de ficção científica daquela década. Na trama, acompanhamos um brilhante programador de computadores que começa a desconfiar da própria realidade e logo após acaba conhecendo alguns personagens que o mostram um universo completamente novo com direito a um temido sistema de inteligência artificial.

 

Gravidade

Na fantástica aventura acompanhamos o veterano astronauta Matt Kowalski (George Clooney) e a engenheira médica Ryan Stone (Sandra Bullock) em um dia tumultuado no espaço. Enquanto estão consertando alguns probleminhas em uma estação espacial, são surpreendidos por uma chuva de meteoritos que atingem uma outra estação espacial, caminhando rapidamente na direção deles. Do lado de fora da nave, com pouco oxigênio e quase entrando em desespero, precisam unir forças para tentar sobreviver a essa eminente catástrofe.

 

Interestelar

Na trama, somos jogados a um futuro onde a Terra vem consumindo boa parte de suas reservas naturais, deixando o planeta em situação extrema. Assim, com o aval da extinta Nasa, no caso, um grupo de astronautas, liderados pelo ex-engenheiro e piloto espacial Cooper (Matthew McConaughey), que precisou abandonar sua família para seguir nessa viagem, recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Paralelo a isso, ainda na Terra, a filha de Cooper, Murph (primeiro Mackenzie Foy, depois Jessica Chastain, depois Ellen Burstyn), se jogará em sua própria jornada para tentar ajudar a terra.

 

A Origem

Com um roteiro eletrizante Christopher Nolan deixou os cinéfilos do mundo todo maravilhados com esse filmaço. Com o foco nas lembranças, com DiCaprio e um elenco competente, o filme nos leva a um final que gera polêmica e interpretações até hoje.

 

Alien, o Oitavo Passageiro

Com um orçamento de 11 milhões de dólares, um dos filmes mais famosos da carreira do excelente cineasta norte-americano Ridley Scott, é sem dúvidas Alien, o Oitavo Passageiro. Na trama, acompanhamos a história de tripulantes de uma nave que percebem que não estão sozinhos após se depararem com estranhos sinais vindo de um lugar e um deles ser atacado.

 

As Aventuras de Pi

Na trama, conhecemos o jovem Piscine que carinhosamente é chamado de Pi por todos ao redor. Uma lenda das aulas de matemática, o jovem indiano é pego pela curiosidade e se descobre praticante de três religiões, fato que o ajuda na maior aventura da sua vida: quando seus pais resolvem mudar de país, o adolescente precisa abandonar seu grande amor e se distanciar de seus poucos amigos rumo à uma terra nova e cheia de oportunidades. Seus pais possuem um zoológico e resolvem levar todos os animais juntos na viagem. Acontece que perto de chegar ao destino, acontece uma tragédia e Pi se vê em meio ao oceano com alguns deles. Com poucos recursos, usando toda sua inteligente e colocando em xeque sua fé, Piscine precisa enfrentar o grande desafio de sua vida e lutar pela sobrevivência.

 

Blade Runner 2049

Com partes das filmagens realizada na bela Budapeste, Blade Runner 2049 nos coloca anos à frente no universo do primeiro filme, Blade Runner – O Caçador de Androides (1982), onde conhecemos o policial K (Ryan Gosling) que está passando por uma fase confusa que começa com uma investigação misteriosa que o leva a ter dúvidas sobre sua própria origem. A fim de dar um basta nesse mistério, suas pesquisas o levam a um ex-blade runner, Rick Deckard (Harrison Ford) que vive isolado perto de San Diego, uma área devastada e esquecida onde vivem isolados querendo uma revolução. Assim, o passado e o presente se unem em busca de seus objetivos.

‘Batman: Parte 2’: Robert Pattinson revela se enfrentará o Coringa na sequência

Robert Pattinson, estrela de ‘The Batman’, compartilhou detalhes sobre a sequência do filme, que tem previsão de estreia para o próximo ano.

Segundo o ComicBookMovie, ao ser questionado sobre a possibilidade de o ‘Batman’ enfrentar o Coringa de Barry Keoghan, Pattinson deu uma resposta enigmática: “Sim, não, eu não sei. Potencialmente…”.

Refletindo sobre sua escalação como o Batman, o ator compartilhou: “Eu espero muito tempo às vezes por um filme ou um cineasta, e sim, também há um enorme elemento de sorte. Olha, para ‘The Batman’, foi muito estranho. Eu nunca fiz audição, e nunca tinha interpretado um super-herói antes”.

“Dois ou três anos antes de eu conseguir o papel, comecei a pensar sobre isso, quando eu realmente não tinha chance nenhuma de interpretar o Batman. E então, lentamente, foi como um alinhamento dos planetas”, concluiu Pattinson.

Sobre quando começa as gravações, o ator declarou: “Eu vou filmar [The Batman Parte II] depois de ‘The Odyssey’, no final do ano. Eu só tenho uma ideia vaga do roteiro”.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Dia Internacional das Mulheres | 11 hinos feministas para ouvir no HOJE, 08 de março

Hoje, 08 de março, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres.

A data foi firmada como uma das mais importantes do ano para relembrar a constante luta feminina em conquistar seu espaço na sociedade e direitos iguais aos homens – tendo sido instituído nos Estados Unidos em 1909, pelo Partido Socialista da América, e sagrando-se em 1917 na extinta Rússia Imperial após protestos comandados por mulheres contra a carestia, o desemprego e as condições de vida a que eram submetidas no país.

Com comemorações que se estendem em mais de cem países, a celebração também é refletido em inúmeras esferas artísticas, principalmente a musical, onde artistas femininas lutaram e continuam lutando para serem respeitadas pela arte que criam. Ora, é só nos lembrarmos de Aretha Franklin construindo um dos maiores hinos de empoderamento da história com “Respect”, bem como as propositalmente controversas investidas que Madonna promoveu desde o início da carreira para garantir respeito para ela e para as gerações posteriores.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando artistas e canções femininas para você ouvir no Dia Internacional das Mulheres.

Veja abaixo as nossas escolhas:

ARETHA FRANKLIN

Música: Respect

A Rainha do Soul abre nossa lista com um lugar mais do que especial: sua presença impactante no cenário musical e como símbolo de empoderamento para as mulheres negras dos Estados Unidos alcançou níveis inenarráveis, auxiliados principalmente pela icônica e atemporal “Respect” – em toda sua narcótica envolvência do jazz e do soul.

BEYONCÉ

Música: Run the World (Girls)

Who run the world? Girls! A frase da música homônima de Beyoncé, uma das maiores performers de todos os tempos, mistura electro-popR&B e é extremamente clara em sua mensagem: as mulheres são responsáveis por controlar o mundo e, sem elas, nada do que temos seria possível.

MADONNA

Música: Express Yourself

Madonna não é a Rainha do Pop por qualquer motivo, e sim por sua capacidade de se tornar relacionável com absolutamente qualquer tipo de narrativa fonográfica. “Express Yourself”, uma de suas músicas mais conhecidas, almeja pela união das mulheres através de frases como “não aceite o segundo lugar” ou “se expresse” para incentivar o empoderamento feminino.

LADY GAGA

Música: Scheiße

Guiada pelo icônico alemão-falso que introduz a ode ao electro-pop de ‘Born This Way’Scheiße” pode até ser conhecida pela fanbase de Gaga, mas deveria ter um status maior do que realmente tem no mainstream. A vibrante produção é cortesia de RedOne, um dos frequentes colaboradores, enquanto os versos pungentes variam desde uma antêmica construção feminista até uma afeição pela libertação da sexualidade e pelo empoderamento feminino.

CINDY LAUPER

Música: Girls Just Wanna Have Fun

Facilmente um dos hinos de liberdade mais conhecidos de todos os tempos, “Girls Just Wanna Have Fun” é o marco criativo da carreira de Cindy Lauper e uma faixa que é redescoberta ano após ano pelas novas gerações. Lançada em 1983, a rendição da artista ganhou reconhecimento cultural e é utilizado até hoje como um hino feminista.

RITA LEE

Música: Pagu

A icônica Rita Lee lançou o country-rock “Pagu” como um dos singles promocionais de seu aclamado álbum ‘3001’. Através de versos pungentes mascarados com uma atmosfera sutil e dissonante, Lee fala sobre a mais pura estética do feminismo, dizedo também que as mulheres podem ser o que bem entenderem: “minha força não é bruta, não sou freira, nem sou puta” é o verso que resume a jornada crítica da canção.

PITTY

Música: Desconstruindo Amélia

“Desconstruindo Amélia” abre portas para o rock nacional ao trazer aos holofotes uma história sobre uma mulher foi criada para ser dona de casa, mãe, prendada e subserviente a uma sociedade tradicionalista e patriarcal. Felizmente, coube a Pitty distorcer a imagem idealizada e obediente que os homens têm sobre as mulheres, criticando a desigualdade de gênero em todos os seus âmbitos.

IZA

Música: Dona de Mim

IZA surgiu no cenário do entretenimento brasileiro há alguns anos e ascendeu a uma fama meteórica que lhe garantiu sucessos comerciais e críticos, incluindo a autoafirmativa mistura de synth-popfunk de “Dona de Mim”. Aqui, a cantora e compositora fala sobre, mesmo em meio a adversidades, as mulheres conseguem superar o que vier à sua frente e tirar proveito das situações mais controversas e difíceis imagináveis.

FIFTH HARMONY

Música: BO$$

Quando Fifth Harmony ainda era um grupo de extremo sucesso antes da surpreendente separação, suas músicas eram dignas de entrar para quaisquer listas de canções de empoderamento feminino. Talvez a faixa que mais represente o estilo confiante e envolvente do grupo seja “BO$$”: entrando como single do álbum ‘Reflection’, a faixa foi inclusive comparada com os primeiros trabalhos do trio Destiny’s Child.

ALICIA KEYS

Música: Girl on Fire

Exaltando um dos momentos mais pivotais de sua vida, a faixa pertence ao quinto álbum de estúdio de Alicia Keys é um microcosmos peculiar – e uma das mais marcantes e poderosas de sua explosiva carreira; tanto a versão original quanto a colaboração com Nicki Minaj exploram elementos de reafirmação como mãe, filha, artista e, principalmente, mulher – estendendo seu legado como um hino emancipatório até os dias de hoje.

SALT-N-PEPA

Música: None of Your Business

As primeiras damas do hip-hop, conhecidas como Salt-N-Pepa, não poderiam jamais ficar de fora da nossa lista. À frente de seu tempo e promeninentes nos anos 1980 e 1990, o trio levou para casa o Grammy de Melhor Performance Rap por um Duo ou Grupo pela memorável “None of Your Business”, que denuncia o slutshaming e que critica o julgamento alheio feito às mulheres.

Daisy Ridley expressa receios sobre seu retorno à franquia ‘Star Wars’: “Eu ainda lembro como ser a Rey?”

Daisy Ridley, que retorna ao papel de Rey Skywalker nos próximos filmes da franquia Star Wars, compartilhou seus receios sobre o projeto. Segundo o ComicBook, a atriz discutiu os desafios de retornar à saga após tantos anos.

“Os primeiros três filmes, nós fizemos de forma bem próxima, no grande esquema das coisas. Então, uma das coisas é: eu ainda lembro como ser a Rey?”, questionou Ridley. “Já faz um tempo e o tempo passou no [universo de Star Wars]. Então há muitas perguntas sobre o que aconteceu nesse período, tanto para mim quanto para a personagem; isso por si só já parece um desafio”.

Ridley também mencionou a expectativa de trabalhar com novos atores e cineastas, o que traz “novas questões”.

“E tem o fato de que agora vou trabalhar com atores e cineastas diferentes, o que traz novas dinâmicas. E isso é sempre progressivo, eu suponho, porque é a interpretação de outra pessoa”, completou a atriz.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘Emilia Pérez’: Apresentador culpa a “cultura do cancelamento” pela derrota do filme no Oscar

O apresentador Bill Maher gerou polêmica ao afirmar que o filme ‘Emilia Perez’ perdeu o Oscar de Melhor Filme devido à “cultura do cancelamento”, em referência às controvérsias envolvendo a atriz Karla Sofía Gascón. A 97ª edição do Oscar premiou ‘Anora’ como Melhor Filme.

Segundo Maher, o escândalo envolvendo Gascón foi decisivo para a derrota de ‘Emilia Perez’.

“Há pessoas que dizem que a cultura do cancelamento não é uma coisa real, e eu diria a elas: ‘Acabou de acontecer no Oscar’. Você pode não achar que aconteceu, mas o filme que iria ganhar tudo era Emilia Pérez”, disse Maher.

‘Emilia Perez’ foi alvo de críticas por supostamente retratar de forma estereotipada a cultura mexicana e por apresentar uma representação inadequada da transexualidade. Além disso, tweets antigos de Gascón com comentários ofensivos sobre muçulmanos e o movimento Black Lives Matter viralizaram.

Maher comparou os tweets de Gascón a algo que “uma criança pequena” escreveria, descrevendo-os como “Kanye-esque, só o que vem na cabeça sai”. Ele também criticou a reação da “comunidade woke” aos comentários da atriz.

“É só não mencionar Hitler. Eu sinto que nunca sai bem”, disse Maher sobre os tweets de Gascón. “E então algumas coisas que ela disse, que são só, ‘Ah, é. Sabe o que? Eu já falei coisas assim.’ É muito, muito honesto. Mas claro, a comunidade woke — foi longe demais”.

“E esse filme, que ia ganhar tudo, era o favorito, e ela ia ganhar tudo… de repente foi para o limbo. E boa notícia para Anora. Foi isso o que aconteceu. Então sim, a cultura do cancelamento ainda está conosco. Talvez só esteja um pouco mais sutil”, concluiu Maher.

O longa conquistou prêmios em diversos festivais e recebeu 13 indicações ao Oscar, levando duas estatuetas: Melhor Roteiro Original e Melhor Atriz Coadjuvante, com Zoe Saldaña.

Relembre o trailer:

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

Reboot de ‘Resident Evil’ é CONFIRMADO para 2026; Confira a data!

De acordo com o Deadline, a Sony Pictures finalmente anunciou quando a nova adaptação live-action de ‘Resident Evil‘ será lançada.

O reboot, que promete focar no clima de terror e ser mais fiel aos jogos, está programado para estrear no dia 18 de setembro de 2026.

Zach Cregger, do aclamado ‘Noites Brutais‘, será responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

“Sou um grande fã desses jogos por décadas e ter a chance de trazer este título para as telonas é uma verdadeira honra,” declarou o cineasta.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – apenas 30% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Atriz de ‘Barrados no Baile’ critica Academia do Oscar por excluir Shannen Doherty no quadro In Memoriam

Não é de hoje que o quadro In Memoriam, do Oscar, é alvo de críticas por excluir alguns populares profissionais que tiveram carreiras sólidas na indústria cinematográfica e em 2025 não seria diferente.

Desta vez, nomes como Michelle Trachtenberg (Buffy – A Caça-Vampiros‘ e Gossip Girl‘), Chance Perdomo (‘Gen V‘, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘) e Tony Todd (‘O Mistério de Candyman‘) foram alguns dos nomes deixados de fora da tradicional homenagem.

Além deles, Shannen Doherty também foi ignorada pela Academia, gerando revolta em sua colega de elenco de ‘Barrados no Baile‘, Jennie Garth. Ao ser questionada pelo portal de notícias TMZ a respeito do assunto, a atriz desabafou e ponderou que eles “erraram feio” e que deveriam pedir perdão à família de Doherty.

Garth e Doherty se tornaram ícones adolescentes como estrelas de ‘Barrados no Baile’ (‘Beverly Hills, 90210). Ambas protagonizaram a série, que contaram com 10 temporadas. Doherty saiu antes do 5º ciclo, enquanto Garth continuou até o final.

Anos depois, elas reprisaram suas personagens, Kelly Taylor e Brenda Walsh, para o reboot ‘90210‘ da The CW.

Doherty também estrelou outra série de sucesso dos anos 90/00, intitulada ‘Charmed‘, que contou com oito temporadas no total.

A atriz faleceu em julho de 2024, após ser diagnosticada com câncer de mama em 2015. Em junho de 2023, ela disse que estava recebendo radiação para um câncer que havia se espalhado para o seu cérebro. Ela se tornou uma apresentadora de podcast popular nos anos que antecederam sua morte. Em “Let’s Be Clear With Shannen Doherty”, ela relatava abertamente como o câncer impactou sua vida.

Embora Doherty fosse mais conhecida por seu trabalho em séries de TV, ela estrelou em inúmeros filmes durante sua carreira de atriz, como o clássico cult ‘Atração Mortal‘, ‘Barrados no Shopping‘ e ‘Dançando na TV‘.

Saiba QUANDO começam as filmagens de ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’

Vin Diesel atualizou o status da produção de ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ após o projeto sofrer alguns atrasos.

“Entre fazer malabarismos com essa agenda maluca do ano, continuamos a lutar para trazer Velozes e Furiosos 10 – Parte 2, o final, de volta a Los Angeles neste verão!”

Ou seja, as filmagens começam entre Junho e Setembro.

Confira:

 

Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ promete não apenas encerrar a saga de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez da franquia um fenômeno global por mais de duas décadas.

Desde sua estreia em 2001, quando os filmes começaram com rachas nas ruas de Los Angeles e evoluíram para cenas cada vez mais surreais, envolvendo submarinos, carros no espaço e missões internacionais de tirar o fôlego, a franquia foi além de simples filmes de ação. A mistura de velocidade, ação e, principalmente, a ênfase nos laços de família e lealdade conquistou legiões de fãs ao redor do mundo. Mas, ao que tudo indica, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘  poderá trazer uma reviravolta ao retornar às suas origens.

O maior indicativo de que a franquia pode estar revisitando suas raízes vem diretamente de Vin Diesel, astro e produtor da série.

Em uma publicação nas redes sociais, ele atiçou os fãs ao compartilhar uma imagem dos bastidores de ‘Velozes e Furiosos 11‘, mostrando um detalhe que imediatamente chamou a atenção de todos: um Chevrolet Chevelle SS 454 preto, o mesmo modelo que Dominic Toretto dirigia no primeiro filme da série. A imagem estava acompanhada da legenda:

“Algo lendário acabou de chegar ao estúdio… O primeiro VELOZES está aqui! A história está sendo feita…”

Esse momento não passou despercebido pelos fãs, e a escolha do Chevelle não é um detalhe trivial.

Embora o carro original tenha sido destruído em filmes anteriores da franquia, a decisão de trazer um modelo idêntico sugere que ‘Velozes e Furiosos 11‘ pode estar preparando uma despedida emocional para os fãs mais antigos, oferecendo uma homenagem àquele que foi um dos símbolos da saga desde o início.

Além disso, o retorno do Chevelle levanta a possibilidade de que o filme traga um tom mais nostálgico, focando em cenas que lembram a essência do primeiro filme: uma história mais pessoal, com rachas clandestinos, a paixão pela velocidade e a lealdade entre amigos e familiares. Muitas pessoas sentem falta dessa abordagem mais simples, antes que a franquia se transformasse em uma sequência de filmes exagerados e recheados de cenas de ação surrealistas.

A nostalgia, portanto, parece ser um ingrediente essencial para o desfecho da história. O primeiro ‘Velozes e Furiosos‘ cativou o público ao misturar adrenalina e emoção, com rachas clandestinos em Los Angeles e uma trama envolvente sobre amizade, lealdade e o significado de família.

Porém, ao longo dos anos, os filmes foram evoluindo para algo muito mais grandioso e, em certos aspectos, cada vez mais irreconhecível em relação às suas raízes. As sequências começaram a se distanciar da premissa original, incorporando uma escala global, missões de alto risco e até elementos de ficção científica, como carros indo para o espaço e lutas contra vilões internacionais.

A série foi se tornando uma máquina de entretenimento em escala colossal, mas ao custo de perder um pouco da simplicidade e autenticidade que marcaram seu início.

Agora, com ‘Velozes e Furiosos 11‘ sendo anunciado como a última parte da saga principal, muitos veem essa como a chance ideal para a franquia revisitar suas origens e entregar um final que ressoe com os fãs de longa data.

O retorno do Chevelle é, sem dúvida, mais do que uma simples referência ao passado — é um sinal de que a história pode revisitar os momentos mais emocionantes e fundamentais que definiram a série nos primeiros filmes. Além disso, essa decisão pode também ser uma forma de reaproximar o público de personagens e temas que marcaram sua trajetória, deixando uma marca final mais íntima e impactante. Com o encerramento dessa jornada épica, ‘Velozes e Furiosos 11‘ promete ser não apenas uma despedida para os fãs, mas uma celebração da essência que tornou a franquia tão especial: a importância da família, da amizade e, claro, da velocidade.

Vin Diesel confirma o retorno às raízes em ‘Velozes e Furiosos 11’: “Voltará para casa”

Inicialmente, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o filme será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado pelo intérprete do icônico Dominic Toretto.

O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.

O elenco conta com Vin Diesel e Michelle Rodriguez reprisando seus papéis como Dom Toretto e Letty, além de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Rita Moreno (‘Amor, Sublime, Amor’), Brie Larson (‘Miss Marvel’) e Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Justin Baldoni acusa Leslie Sloane de usá-lo como “bode expiatório” e se opoe à saída dela do processo

O cineasta Justin Baldoni se manifestou contra a tentativa da publicitária Leslie Sloane de se retirar do processo judicial que envolve o diretor e a atriz Blake Lively.

Segundo o Deadline, os advogados do diretor apresentaram documentos contestando o pedido de Sloane, alegando que ela teve um papel crucial em uma “conspiração” para prejudicar Baldoni e seus estúdios Wayfarer.

“Como alegado na Primeira Queixa Alterada das Partes Wayfarer, as Partes Sloane desempenharam um papel ativo e integral em uma conspiração para causar danos às Partes Wayfarer”, afirma o memorando de oposição apresentado por Baldoni.

O documento acusa Sloane de conspirar com Lively, Ryan Reynolds e o New York Times para transformar a Wayfarer em bode expiatório dos problemas de Lively.

“Em um esforço desesperado para salvar a reputação de Lively e escapar de sua ira, as Partes Sloane conspiraram com Lively e os Réus Consolidados Ryan Reynolds (‘Reynolds’) e The New York Times Company (‘New York Times’) para transformar as Partes Wayfarer em bodes expiatórios pelos problemas de Lively”, alega o memorando.

Os advogados de Baldoni também acusam Sloane de espalhar informações falsas para a imprensa, incluindo a jornalista Megan Twohey do New York Times, que escreveu o artigo “We Can Bury Anyone: Inside a Hollywood Smear Machine”.

O artigo, que abordava a queixa de assédio sexual e difamação de Lively, levou Baldoni a processar o jornal por US$ 250 milhões.

“Com base em informações e crenças, as Partes Sloane trabalharam por meses para espalhar migalhas e sugestões de alegações sinistras para o público, enquanto secretamente alimentavam falsidades difamatórias a qualquer repórter disposto a ouvir, incluindo Megan Twohey do New York Times”, afirmou.

“Como resultado direto das ações das Partes Sloane e seus co-conspiradores, as Partes Wayfarer sofreram danos imensuráveis: suas reputações foram destruídas, seus negócios estão em frangalhos, e seu próprio filme foi tirado deles”, continua a petição dos advogados de Baldoni. “Esses são os fatos que sustentam as alegações das Partes Wayfarer contra as Partes Sloane, e é isso que as provas irão demonstrar no julgamento”.

O processo movido pela atriz Blake Lively contra seu colega de elenco de ‘É Assim Que Acaba’, Justin Baldoni, ganhou sua data de julgamento.

Segundo o Deadline, o juiz federal Lewis J. Liman marcou para o dia 9 de março de 2026 o início do julgamento para resolver a disputa entre os atores.

“Até quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, as partes devem apresentar um plano de gerenciamento do caso com prazos que permitam o início do julgamento nessa data”, afirmou o juiz.

O juiz Liman também tentou acelerar a resolução dos casos, que provavelmente serão consolidados, adiando uma audiência marcada para 12 de fevereiro sobre o pedido de Blake Lively, feito em 22 de janeiro, para que fosse imposta uma ordem de silêncio contra Bryan Freedman, advogado principal de Baldoni, a fim de silenciá-lo na mídia.

Hoje, o advogado de Lively, Michael J. Gottlieb, escreveu uma nova carta ao juiz sobre o suposto “fluxo interminável de declarações difamatórias e extrajudiciais” feitas por Freedman, pedindo que essas práticas fossem interrompidas.

O advogado, comentou sobre o comportamento combativo de Freedman: “Já há um risco sério de que a má conduta dele esteja contaminando os jurados”. Gottlieb também afirmou que Freedman estava agravando “uma corrida armamentista de divulgações seletivas de mensagens de texto para a mídia”.

“As ações dos réus da Wayfarer estão sendo financiadas por um bilionário que se comprometeu a gastar US$ 100 milhões para arruinar as vidas de Sra. Lively e sua família”, disse Gottlieb. “O Sr. Freedman está usando esse dinheiro, sua lista de clientes atuais e ex-clientes, e uma estratégia descarada de mídia e redes sociais para assassinar o caráter de Sra. Lively antes do julgamento”.

Além disso, no processo no estado do Texas, a defesa de Lively afirmou que Wallace e sua empresa, Street Relations, “armaram um exército digital por todo o país, incluindo em Nova York e Los Angeles, para criar, semear, manipular e promover conteúdo difamatório que parecia autêntico em plataformas de redes sociais e fóruns de bate-papo na internet”.

Além disso, o que as comunicações de Freedman ignoram – e provavelmente foram feitas para obscurecer – é que a Sra. Lively está de posse de inúmeras comunicações adicionais relacionadas às suas alegações contra as partes da Wayfarer”, concluiu Gottlieb

O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contra Blake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.

De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.

A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.

“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba

‘Outro Pequeno Favor’: Blake Lively lança sequência no festival SXSW, em meio à batalha judicial com Justin Baldoni

Outro Pequeno Favor‘, a aguardada sequência de ‘Um Pequeno Favor’, teve sua première mundial no South by Southwest (via The Hollywood Reporter), abrindo o festival na noite da última sexta-feira (07).

A pré-estreia contou com a presença de Blake Lively, que tem evitado os holofotes em virtude de sua controversa batalha judicial com o ator e diretor Justin Baldoni. Na ocasião, a atriz ainda participou de uma rodada de perguntas e respostas ao final do filme, onde demonstrou seu apreço pela personagem Emily Nelson:

“Ela é a minha personagem favorita, de todos que tive o privilégio de interpretar”.

No mesmo bate-papo, o diretor Paul Feig comentou o motivo de fazer uma sequência, sete anos depois:

“Eu amo tanto esses personagens e pensei que seria divertido revisitá-los”.

Lembrando que a sequência estreia no dia 1º de maio na grade de programação da Prime Video.

Além de Lively, Anna Kendrick retorna no papel de Stephanie Smothers.

Confira as imagens oficiais:

Em entrevista prévia ao ComicBook.com, o diretor Paul Feig revelou quais foram as inspirações para a continuação.

Feig contou que foi o casamento entre seu amor pelas personagens e uma ideia para outro filme que deu origem à continuação.

“Eu os evitei como uma praga, mas neste, eu simplesmente amo esses personagens e lembro-me de ter pensado: ‘acho que há algo mais a ver com eles’. E tive uma ideia para um filme diferente que aconteceu na Itália, e eu pensei: ‘espere, e se eu casar essas duas ideias?’. E foi isso que fizemos. E é muito divertido. Acabamos de fazer nossa primeira exibição-teste de um corte inicial que fiz esta semana e teve um resultado muito positivo”.

O novo filme também contará com o retorno de Henry Golding (Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).

Allison Janney, Elena Sofia Ricci, Michele Morrone, Elizabeth Perkins, Alex Newell, Taylor Ortega e Lorenzo de Moor completam o elenco.

Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.

O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.

Críticos DETONAM filme da Netflix com Millie Bobby Brown que custou US$ 320 milhões

The Electric State‘ é o projeto mais ambicioso da história da Netflix, e custou caríssimos US$ 320 milhões.

Mesmo com o orçamento milionário e a direção dos Irmãos Anthony e Joe Russo, de ‘Vingadores: Ultimato‘, o filme não agradou os críticos e foi detonado pela imprensa.

Estrelado por Millie Bobby Brown e Chris Pratt, o filme está com míseros 10% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi duramente criticado por não honrar o livro distópico de Simon Stålenhag e por emular diversas outras produções do gênero, sem muita originalidade.

A produção será lançada na plataforma no dia 14 de março.

Confira algumas das principais críticas:

“Os Russos transformaram uma estética de lixo em um filme trash”. – Kristy Puchko, Mashable

“Os diretores Joe e Anthony Russo surpreendentemente subestimam o projeto de seu material de origem, transformando o suspense sombrio e saliente do autor Simon Stålenhag em uma bagunça caprichosa e higienizada de ideias mimeografadas de um punhado de inspirações cinematográficas muito melhores”. – Courtney Howard, Variety

“É um filme difícil de se conectar – para quem é? Millennials que conseguem sentir o cinismo na implantação de nostalgia do filme? Fãs do livro que já criticaram o filme em reação ao trailer?… É um pouco desconcertante”. – Tori Brazier, metro.co.uk

Millie Bobby Brown mais uma vez prova que brilha como protagonista. Não é um filme perfeito de forma alguma, mas também não é terrível. É fofo, divertido e me fez chorar”. – Tessa Smith, Mama’s Geeky

“O filme mais caro da história da Netflix é um enorme desperdício de US$ 320 milhões”. – Mikel Zorrilla, Espinof

“Uma mistura de coisas que já foram feitas antes – e muito melhores”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network

The Electric State é um conjunto de ideias que já vimos antes – e, em última análise, menos do que a soma de suas partes promissoras”. – Ian Sandwell, Digital Spy

“Tudo, desde o design dos personagens até as batidas da história, parece resultado de modelos do ChatGPT que os irmãos fizeram às pressas a caminho para o set todos os dias”. – Alistair Ryder, Looper.com

Confira o mais novo trailer do filme e siga o CinePOP no Youtube:

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

‘Harry Potter’: Saiba quais são os atores que devem viver Minerva McGonagall e Severus Snape na série

A série de Harry Potter ganhou novidades promissoras, com a confirmação de mais dois membros principais para a adaptação dos livros de J.K. Rowling.

De acordo com o Deadline, a atriz indicada ao Oscar e ao Emmy, Janet McTeer, está em negociações para interpretar a Professora Minerva McGonagall.

Além disso, o indicado ao Emmy, Paapa Essiedu, um dos primeiros atores identificados para a série, está finalizando seu contrato para interpretar o Professor Severus Snape.

Ambos os atores devem se juntar a John Lithgow, que irá interpretar o Professor Albus Dumbledore.

Vale lembrar que, na adaptação dos filmes, os papéis de McGonagall e Snape foram interpretados pelos falecidos Maggie Smith (1934-2024) e Alan Rickman (1946-2016).

A primeira temporada da adaptação seriada tem previsão de lançamento na plataforma de streaming em 2026.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television.

J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘A Lista da Minha Vida’: Novo filme de Sofia Carson para a Netflix ganha cartaz e imagens oficiais; Confira!

A vindoura comédia dramática original da Netflix, intitulada ‘A Lista da Minha Vida‘, ganhou seu primeiro cartaz. O material de divulgação, que traz Sofia Carson (‘Continência ao Amor’) em destaque, veio acompanhado de diversas imagens oficiais.

Confira:

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 28 de março.

A pedido da mãe falecida (Connie Britton), uma jovem (Carson) embarca em uma viagem de autodescoberta para realizar uma lista de desejos que escreveu na adolescência. Nessa jornada complexa de amadurecimento, ela precisará enfrentar o luto e encontrar a coragem para voltar a curtir a vida.

Dirigido por Adam Brooks (‘Três Vezes Amor’), o longa é baseado no romance A Lista de Brett, escrito por Lori Nelson Spielman.

O elenco ainda conta com Kyle Allen, Sebastian De Souza, José Zúñiga, Jordi Mollà e Dario Ladani Sanchez.

‘Warfare’: Novo filme do diretor de ‘Guerra Civil’ ganha imagens INÉDITAS; Confira!

A Vanity Fair divulgou imagens inéditas de ‘Warfare‘, novo filme de Alex Garland (‘Guerra Civil’).

O longa é ambientado durante a invasão dos EUA ao Iraque, sob a perspectiva de um pelotão de Navy SEALs.

Confira, junto ao vídeo promocional divulgado pela A24, e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 11 de abril.

O elenco deWarfare conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Joseph Quinn, Charles Melton, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Taylor John Smith, Michael Gandolfini, Adain Bradley, Noah Centineo, Evan Holtzman e Henrique Zaga.

‘Assassinato na Casa Branca’: Uzo Aduba é uma investigadora nos cartazes oficiais da nova série da Netflix

A série de comédia e mistério da Netflix, intitulada Assassinato na Casa Branca, ganhou doies cartazes oficiais. Os materiais de divulgação trazem a vencedora do Emmy, Uzo Aduba (‘Orange Is the New Black’), em destaque.

Confira:

A produção chega à plataforma de streaming no dia 20 de março de 2025.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

“132 quartos. 157 suspeitos. Um cadáver. Uma detetive excêntrica. Um Jantar de Estado desastroso. Assassinato na Casa Branca é um insano mistério ambientado nas escadarias da Casa Branca, entre uma eclética equipe da mansão mais famosa do mundo”.

A produção contará com um elenco estelar, que inclui Giancarlo Esposito, Kylie Minogue, Andre Braugher, Edwina Findley, Molly Griggs, Jason Lee, Ken Marino, Al Mitchell, Dan Perrault, Bronson Pinchot, Susan Kelechi Watson, Isiah Whitlock Jr., Mary Wiseman, Randall Park, Jane Curtin, James Babson, Eliza Coupe, Izzy Diaz, Paul Fitzgerald, Ros Gentle, Chris Grace, Juliette Jeffers, Sumalee Montano, Brett Tucker, Nathan Lovejoy, E. L. Losada, Julieth Restrepo, Mel Rodriguez e Rebecca Field.

Paul William Davies entra como showrunner e produtor executivo. Shonda Rhimes também será produtora executiva.

A série é baseada no romance de não-ficção ‘The Residence: Inside the Private World of the White House’, assinado por Kate Andersen Brower.