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Prefeitura do Rio compra casa de ‘Ainda Estou Aqui’ e vai transformá-la na ‘Casa do Cinema Brasileiro’

O primeiro Oscar da história do Brasil do veio neste domingo (2) com Ainda Estou Aqui, que conquistou a estatueta na categoria de Melhor Filme Internacional. Ambientado durante a ditadura militar brasileira, o longa é um drama histórico que adapta a trama do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva.

O sucesso internacional do filme vem mexendo com o cenário cultural carioca e brasileiro. E parece que o Rio de Janeiro está prestes a ganhar um novo ponto turístico e centro de cultura, porque a prefeitura anunciou a compra da casa utilizada nas gravações para representar o lar da família Paiva. Em um post na rede social X (antigo Twitter), o prefeito do Rio Eduardo Paes confirmou a compra e os planos para o casarão localizado no bairro da Urca.

A ideia da Prefeitura do Rio é transformar a casa no Casa do Cinema Brasileiro, um centro de cultura que será aberto ao público, trazendo exposições fixas e itinerantes sobre a história do cinema nacional, além de prestar homenagens a Eunice Paiva, Fernanda Montenegro e Fernanda Torres.

Segundo Eduardo Paes, a casa também será sede da Rio Film Commission, o órgão responsável por apoiar filmagens na cidade, além de regularizar permissões e a documentação necessária para que cineastas usem a Cidade Maravilhosa como pano de fundo para suas produções. Ele também afirmou que disponibilizará o espaço para que a estatueta do Oscar fique exposta, caso Walter Salles deseje mostrá-la ao público.

Parte fundamental da trama, a casa da família Paiva, que historicamente ficava no Leblon, foi filmada em um casarão da Urca, já que a casa da vida real virou um prédio. Curiosamente, a locação da Urca era assustadoramente parecida com a descrita nas memórias dos membros da família.

Após o sucesso do filme, o casarão de 1937 passou a ser alvo de fotos e interesse dos fãs. E ela estava à venda. O valor definido pelos proprietários era de “módicos” R$ 14 milhões.

O projeto vai de encontro aos investimentos da prefeitura em transformar o Rio de Janeiro na capital internacional do cinema. E isso vem dando resultados. Em 2023, por exemplo, a Cidade Maravilhosa superou Paris no ranking de cidades “mais filmadas” do mundo.

Segundo dados divulgados pela Rio Film Commission, em 2023, o Rio registrou 7.885 diárias no ano, contra 7,4 mil da capital francesa. Isso representa cerca de 21 sets de filmagem por dia utilizando o Rio de Janeiro como cenário para suas produções.

Ainda Estou Aqui está em cartaz nos cinemas.

‘Emilia Pérez’: Zoë Saldaña pede desculpas aos mexicanos, mas não admite erros do filme

A vitória de Zoë Saldaña no Oscar 2025 não veio como uma grande surpresa e de fato era uma das previsões mais certeiras da premiação, mesmo diante das inúmeras críticas e polêmicas envolvendo o filme ‘Emilia Pérez‘.

Ainda assim, sua conquista não passou ilesa de controvérsias e após receber a estatueta, a atriz foi questionada na sala de imprensa a respeito dos problemas do longa, bem como da reação negativa do povo mexicano.

Ao ser confrontada por uma jornalista mexicana, que salientou que o drama musical era “muito ofensivo para nós mexicanos“, Saldaña se esquivou da pergunta e desmereceu o fato do filme ter sido rodado no México, alegando que a história não tem vínculos com a cultura local e que seria universal.

“Primeiro de tudo, eu sinto muito mesmo que muitos mexicanos tenham se sentido ofendidos. Essa nunca foi a nossa intenção. Nós falamos de um lugar de amor. Eu não compartilho da sua opinião. Para mim, o coração do filme não era o México. Nós estávamos fazendo um filme sobre amizade. Nós estávamos fazendo um filme sobre quatro mulheres. Essas mulheres poderiam ter sido russas, dominicanas, negras de Detroit, poderíam ser de Israel ou Gaza. E essas mulheres ainda são muito universais, que estão sofrendo todo dia, mas tentanto sobreviver a uma opressão sistêmica, enquanto tentam encontrar suas vozes mais autênticas. Então eu vou defender isso, mas também sempre estou aberta para sentar com meus irmãos e irmãs mexicanos com amor e respeito, para termos uma ótima conversa sobre como ‘Emilia Pérez‘ poderia ter sido melhor. Estou aberta a isso”. 

Selena Gomez, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz completam o elenco se tornou um dos mais comentados do último – e não ficaria de fora da temporada de premiações.

Relembre o trailer:

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘Superman’: Patrick Schwarzenegger revela que fez teste para o papel de Homem de Aço

O ator Patrick Schwarzenegger (‘Gen V’) revelou recentemente que fez teste para o papel do Homem de Aço emSuperman, o novo longa de James Gunn que marca o início do novo DCU.

Segundo o ComicBookMovie, o ator compartilhou que tentou ser o novo Superman’.

“Não, acho que não recebi nenhum retorno. Acho que foi algo do tipo, ‘Não, não é para você'”, afirmou.

Vale lembrar que David Corenswet conquistou o papel deSuperman e fará sua estreia nos cinemas em breve.

Lembrando que ‘Superman’, que marca o início do novo DCU nos cinemas, será lançado em 10 julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘De Volta para o Futuro’: Diretor revela que final do filme foi “uma piada”

Robert Zemeckis, o diretor responsável pelo clássico dos anos 80 De Volta para o Futuro, revelou recentemente que nunca teve a intenção de criar uma sequência e que o final do primeiro filme era apenas uma piada.

O filme termina com um grande suspense, quando o Dr. Emmett Brown aparece com o DeLorean – agora voando e movido por lixo reciclado. Ele insiste que Marty e Jennifer o acompanhem para o futuro, pois algo está errado com seus filhos. O carro acelera e desaparece, encerrando o filme de forma impactante.

Em entrevista ao ComicBook, Zemeckis explicou: “O carro voador no final foi uma piada, e funcionou como uma grande piada e um ótimo desfecho”.

Ele ainda destacou: “Minha única esperança para De Volta para o Futuro sempre foi que ele recuperasse o investimento”.

De Volta para o Futuro’ arrecadou US$ 380 milhões mundialmente, sendo o filme de maior bilheteira de 1985.

Zemeckis também explicou o que acontece quando um filme se torna um grande sucesso: “O que acontece quando você faz um filme tão bem-sucedido é que ele se torna uma propriedade valiosa, uma franquia. E a realidade bate rapidamente, que é ‘estamos fazendo uma sequência. Você pode nos ajudar ou não, mas a sequência vai ser feita’”.

De Volta para o Futuro’ está disponível no Globoplay.

Confira o DIVERTIDO trailer da série animada ‘Asterix e Obelix: O Combate dos Chefes’

Netflix divulgou o trailer completo de ‘Asterix e Obelix: O Combate dos Chefes‘, nova série animada baseada nos populares quadrinhos franceses criados por René Goscinny e Albert Uderzo.

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no serviço de streaming no dia 30 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Alain Chabat, que escreveu e dirigiu o live-action Asterix e Obelix: Missão Cleópatra’, em 2002.

Chabat também entra como co-diretor ao lado de Fabrice Joubert, e co-roteirista ao lado de Benoît OullionPiano.

O Império Romano está desesperado para conquistar a última aldeia independente da Gália, onde moram Asterix e Obelix. O segredo dos gauleses para vencer as batalhas é uma poção mágica. Mas quando ele perde a memória, os moradores precisam enfrentar todo o poder de Roma sem nenhuma ajuda.

Millie Bobby Brown e Chris Pratt quebram tudo novo trailer FINAL de ‘The Electric State’, novo sci-fi da Netflix

A Netflix divulgou o trailer final de ‘The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

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A produção será lançada na plataforma no dia 14 de março.

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

‘Emília Pérez’: Co-CEO da Netflix se manifesta sobre as polêmicas de Karla Sofía Gascón

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, falou recentemente sobre Karla Sofia Gascon e ‘Emilia Perez’, revelando como lidou com as diversas polêmicas relacionadas ao longa, especialmente os tweets da estrela principal.

Durante uma entrevista à Deadline, ele afirmou:

“Tudo o que colocamos nesse projeto é sobre o filme, sempre sobre o filme, e seguimos focados nisso”, respondeu Sarandos, de forma direta.

Sobre as vitórias de Zoë Saldaña, Sarandos disse: “Eu acho que o que é realmente importante, não importa o que esteja acontecendo, é inegável — aquela performance é inegável”.

Sarandos também comentou o impacto da plataforma de streaming nos filmes independentes, especialmente como destinos para o Oscar.

“O que acaba sendo esquecido em tudo isso é que o cinema independente — onde o negócio costumava ser, um pouco de bilheteira, um pouco de DVD, e seguir até o próximo — mas acho que podemos ser uma solução muito mais escalável para um filme independente”, afirmou.

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A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se emocionou durante uma entrevista recente, onde chorou e desabafou sobre as críticas que recebeu após a internet resgatar tweets polêmicos nos quais ela fazia comentários racistas, ofensas ao Islã, a George Floyd, entre outros.

De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

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Mesmo em meio as polêmicas, ‘Emilia Pérez’ conquistou treze indicações ao Oscar, incluindo uma indicação de melhor atriz para a espanhola Karla Sofía Gascón.

Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.

Este não é o primeiro aceno histórico de Gascón nesta temporada de premiações: ela se tornou a primeira mulher transgênero a ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Cannes, além de ser a primeira mulher trans indicada para atuação no Globo de Ouro.

Lembrando que o Oscar já premiou diversos atores cisgêneros por retratar personagens transgêneros em ocasiões anteriores, incluindo Jared Leto por Clube de Compras Dallas e Hilary Swank por ‘Boys Don’t Cry’. Eddie Redmayne também ganhou uma indicação por A Garota Dinamarquesa’.

Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘A Mulher no Jardim’ assombra família no novo trailer do terror da Blumhouse; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer do terror ‘A Mulher no Jardim‘ (The Woman in the Yard).

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Produzido pela Blumhouse, o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de maio.

Na trama, quando uma mulher misteriosa que aparece no jardim de uma família, os moradores começam a questionar suas intenções…

Jaume Collet-Serra, diretor de ‘A Casa de Cera‘ e ‘Águas Rasas‘, comanda a produção.

“Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.”

“Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.”

Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) estrela. O elenco ainda conta com Estella Kahiha, Russell Hornsby, Peyton Jackson e Russell Hornsby.

O roteiro foi assinado por Sam Stefanak.

‘Bailarina’, derivado de ‘John Wick’, ganha novo teaser; confira!

Bailarina, derivado da franquia John Wick, ganhou um novo teaser que destaca a estrela Ana de Armas.

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A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental,’Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick“, disse Ana de Armas.

Bailarinaserá lançado no dia 05 de junho de 2025.

Assista ao trailer repleto de cenas de luta coreografadas – marca registrada da franquia:

No filme, De Armas é uma assassina treinada nas tradições da organização Ruska Roma que sai em busca de vingança após a morte de seu pai. O longa ainda traz Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

David Corenswet fala sobre o futuro de ‘Superman’: “Não acho que cabe a mim responder”

David Corenswet, estrela de Superman, o novo longa de James Gunn que marca o início do novo DCU, falou recentemente sobre o futuro do herói após sua estreia em seu filme solo.

Segundo uma entrevista ao Collider, Corenswet comentou:

“Eu não acho que cabe a mim responder isso. Cabe a James Gunn, que tem uma imaginação fantástica, e ele está onde precisam que [ele] esteja para dizer o que foi escrito, embora isso nem sempre aconteça”, disse o ator.

Vale ressaltar que os fãs especulam que o herói possa aparecer em ‘Supergirl: Mulher do Amanhã’.

Lembrando que ‘Superman’, que marca o início do novo DCU nos cinemas, será lançado em 10 julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Selton Mello celebra VITÓRIA de ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar: “Isso aqui é histórico!”

Ainda Estou Aqui conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa nacional a ganhar o prêmio. Estrelado por Selton Mello e Fernanda Torres, o filme marca um marco na história do cinema brasileiro.

Nas redes sociais, Selton Mello celebrou a premiação com entusiasmo:

“Agora temos um Oscar, lindeza de jornada. O filme nasceu importante e necessário de qualquer maneira, mas esse troféu celebra a equipe, além de honrar a família Paiva. Mais que isso, aumenta consideravelmente o interesse no nosso potente cinema brasileiro. Todos nós ganhamos hoje”, destacou o ator. “Os sensíveis ganharam esse prêmio com a gente, celebrem muito! Isso aqui é histórico!”.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Fernanda Torres celebra VITÓRIA de ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar: “Sorriam!”

Ainda Estou Aqui conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, fazendo história como o primeiro filme brasileiro a receber o prêmio.

Nas redes sociais, a estrela Fernanda Torres celebrou a vitória com dois posts emocionantes.

No primeiro post, Fernanda publicou uma frase marcante do longa: “Nós vamos sorrir. Sorriam!”, exclamou.

No segundo post, a atriz aparece com o diretor do filme e escreveu: “Ainda Estamos Aqui! Comemorando!”.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Presidente Lula parabeniza ‘Ainda Estou Aqui’ pela VITÓRIA no Oscar: “Orgulho do nosso cinema”

Ainda Estou Aqui se consagrou como uma das maiores sensações no cenário mundial, tornando-se o primeiro filme brasileiro a ganhar o Oscar.

Durante a cerimônia de premiação do Oscar 2025, o longa foi agraciado com o prêmio de Melhor Filme Internacional — a primeira vitória do Brasil na história do evento.

Nas redes sociais, o presidente Lula parabenizou a conquista:

“Hoje é o dia de sentir ainda mais orgulho de ser brasileiro. Orgulho do nosso cinema, dos nossos artistas e, principalmente, orgulho da nossa democracia. Eu e Janja estamos muito felizes assistindo tudo ao vivo”, afirmou.

“O Oscar de Melhor Filme Internacional para Ainda Estou Aqui é o reconhecimento do trabalho de Walter Salles e toda equipe, de Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, Selton Mello, do Marcelo Rubens Paiva e família e todos os envolvidos nessa extraordinária obra que mostrou ao Brasil e ao mundo a importância da luta contra o autoritarismo. Parabéns! Viva o cinema brasileiro, viva Ainda Estou Aqui, acrescenta.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Filme de VINGANÇA estrelado por Jason Statham vai ganhar sequência

O Deadline revelou que uma sequência para o filme de ação ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘ está oficialmente em desenvolvimento pela Miramax.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 152.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

Na trama, uma jornada brutal de vingança de um homem assume riscos nacionais depois que ele é revelado como um ex-agente de uma organização poderosa e clandestina conhecida como “Apicultores”.

A continuação contará com o retorno do astro Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Timo Tjahjanto (‘Anônimo 2’) assumirá a direção, a partir de um roteiro assinado por Kurt Wimmer.

As filmagens estão programadas para o segundo semestre de 2025.

O longa também é estrelado por Josh Hutcherson e Jeremy Irons.

David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) é responsável pela direção.

Além de estrelar, Statham assume a função de produtor, junto com Wimmer e Bill Block, diretor executivo da Miramax.

10 Filmes que usam com INTELIGÊNCIA as infinidades da linguagem

O desenvolvimento de uma história numa tela de cinema é um processo amplo com inúmeras possibilidades, então fugir do óbvio pode ser um caminho inteligente para prender a atenção. Utilizando a infinidade da Linguagem Cinematográfica além de imagens e movimentos, algumas obras usam com sabedoria todos as viabilidades. Pensando nesse recorte, separamos abaixo uma interessante lista de filmes:

 

Memórias de um Esclerosado

Na trama, conhecemos o cartunista Rafael Côrreas, que 14 anos atrás, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Com o avanço da doença, resolve ir atrás de um registro sobre momentos importantes de sua vida, até mesmo personificações importantes do abstrato mundo das emoções, que traçam paralelos com o mix de sentimentos que entra em ebulição de forma dilacerante em uma enorme inquietante e produtiva conversa com o espectador.

 

Ramona

Através do criar dentro de um raciocínio nada genérico, atingindo em cheio o ‘pensar fora da caixa’, encontramos pela premissa uma atriz buscando em um intenso laboratório a inspiração para uma personagem que está grávida na adolescência. Assim, parte pelas ruas da periferia de Santo Domingo e encontra muito mais do que apenas uma história, mas uma representação social, logo chegando a uma construção múltipla, de algo que era para ser apenas uma personagem expande-se para um universo de possibilidades mudando a trajetória do filme.

 

As Quatro Filhas de Olfa

Ao longo de 107 minutos de projeção vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com as incertezas que duram até os dias atuais.

 

Sariri

Na trama, num povoado isolado chamado La Lágrima, em uma casa simples, moram duas irmãs de idades diferentes, a mais velha Dina (Catalina Rios) e a mais nova Sariri (Martina Gonzalez). Muito próximas, as irmãs tem sonhos e dúvidas sobre o futuro por viverem num lugar dominado pelas ações opressoras dos homens da região. Certo dia, após uma gravidez indesejada, Dina resolve planejar uma fuga e entra num dilema para saber o que fazer com a irmã. Ao mesmo tempo que essa última precisa enfrentar um desafio.

 

O Congresso Futurista

Escrito e dirigido pelo cineasta Ari Folman, O Congresso Futurista nos mostra a história de uma mulher que já fora muito famosa no passado e que recebe uma inusitada proposta de um grande estúdio para ter sua imagem totalmente digitalizada desencadeando uma série de conflitos a partir disso.

 

A Vida Secreta de meus Três Homens

O lembrar, o esquecer, o entender. Em uma interessante abordagem que reúne o concreto de reflexões com a transmissão de lições de moral através das histórias de três personagens que de alguma forma ajudam a criar retratos de um país cheio de perguntas sobre seus caminhos e destinos, A Vida Secreta de meus Três Homens é um filme que explora a originalidade em sua essência.

 

Maçãs no Escuro

Buscando uma nova forma de olhar para a trajetória de um dramaturgo que flerta muitas vezes com o insucesso, o longa-metragem paulista Maçãs no Escuro, selecionado para a Mostra Aurora na Mostra de Cinema de Tiradentes 2024, utiliza curiosos pedaços imaginativos dentro de um recorte contemplativo, muitas vezes cômico, de um homem na fase final da vida ainda completamente absorvido pela sua arte. Dirigido, roteirizado e montado por Tiago A. Reis, acompanhamos muitos significados sem significados dentro de uma brincadeira com a linguagem e o que é real.

 

Tick, Tick… Boom!

Na trama, conhecemos Jonathan Larson (Andrew Garfield) um jovem que beirando ao seu aniversário de 30 anos e trabalhando em uma lanchonete em Nova Iorque busca conseguir sucesso com o que ama. Ele está juntando as peças finais de um musical de sua criação para uma apresentação que pode mudar sua vida mas para isso acaba se distanciando do melhor amigo e complicando completamente sua relação com a namorada Susan (Alexandra Shipp). Assim, vamos caminhando por meio das emoções, conflitos, medos desse artista que marcou seu nome no cenário teatral norte-americano e que faleceu muito cedo, aos 35 anos.

 

Um Lugar Silencioso

Na trama, conhecemos uma família que se comunica pela linguagem de sinais e o espectador é surpreendido em sua ambientação, aparece um Dia X na tela. Durante os primeiros quinze minutos somos envolvidos no espaço/tempo da história, descobrindo aos poucos o porquê das ações estranhas dos personagens. Tentando reverter uma situação apocalíptica, e completamente isolada em uma casa gigante, os filhos dessa família aprenderão aos poucos regras de sobrevivência nesse mundo completamente novo e repleto de perigos causados pelo som.

 

Camponeses

Jagna é uma jovem sonhadora e delicada que mora numa pequena aldeia dominada por homens gananciosos. Quando é seduzida por Antek, um homem casado, acaba tendo um casamento arranjado com o pai dele, Boryna, o mais rico homem da região. Levada por uma correnteza de incertezas, com a inveja dos outros integrantes do lugar dando início a fofocas cruéis, aos poucos vai entrando em rota de colisão com todos do lugar.

Crítica | Mikey Madison BRILHA na fascinante e absurda tragicomédia ‘Anora’, vencedora do Oscar

Sean Baker não é um dos diretores mais elogiados da atualidade por qualquer motivo: ao longo de sua carreira, o cineasta encabeçou títulos que se tornaram sucesso de crítica e de público pela ambiguidade entre crueza e sutileza com que construiu suas produções, como ‘Tangerina’ e ‘Projeto Flórida’. Em 2024, Baker retornou aos holofotes com Anora, um ambicioso ímpeto criativo que teve sua estreia mundial no Festival de Cannes e que levou para casa um dos prêmios mais cobiçados do evento – a Palma de Ouro. Depois, levou o Oscar de Melhor Filme; Melhor Direção; Melhor Edição; Melhor Roteiro Original; e Melhor Atriz, com Mikey Madison. E isso não vem como surpresa: por quase duas horas e meia, o diretor arquiteta um potente e tragicômico tour-de-force liderado por performances irretocáveis e uma trama absurdista no melhor sentido do termo.

O enredo acompanha Anora (Mikey Madison), uma dançarina de um clube de strip-tease e uma garota de programa que vê sua vida mudar de uma hora para a outra. Após conhecer o filho de um poderoso oligarca russo, Vanya (Mark Eudelshteyn), que a contrata para ser sua namorada por uma semana. Após sete dias regados a viagens insanas, bebidas caras e luxos ostentosos, Vanya resolve pedi-la em casamento – e, aceitando mergulhar nessa loucura inexplicável, Anora se torna sua esposa. Porém, esse conto de fadas chega ao fim mais rápido do que o imaginado quando os pais de Vanya resolvem voltar da Rússia e obrigá-lo a anular o casamento, alegando que seu relacionamento trará nada além de vergonha para o nome da família. E é a partir daí que tudo escala a um propositalmente exagerado melodrama que coloca ‘Deus da Carnificina’ sob uma dose letal de esteroides.

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Apesar de descrito como um drama, Anoraemerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no conflito entre as paletas de cores, seja na oscilação de uma bem estruturada fotografia assinada por Drew Daniels. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

Um outro tema trazido por Baker às telonas é a efemeridade da psique humana, traduzida de forma palpável através da construção de cada um dos personagens – inclusive, os coadjuvantes possuem papel de considerável destaque na trama principal. Anora e Vanya são dois jovens inconsequentes, mas não de maneira similar: enquanto este se mantém preso em um ciclo sem fim de festas, álcool e sexo, resguardado não só pelo nome da família, como pelo dinheiro que o protege da brutalidade do mundo, aquela é forçada a colocar um sorriso no rosto noite após noite para conseguir o mínimo para sobreviver em meio a uma aferrada vigilância e a um julgamento depreciador. É claro que, ao permitir que essas duas perspectivas se engolfassem em uma explosão sexual e emocional, Baker, responsável pelo roteiro, premedita a tragédia e um anticlímax elaborado com sagacidade e ousadia.

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O diretor conduz o longa com maestria invejável, garantindo que cada frame seja arquitetado como uma pintura, puxando elementos de inúmeras escolas artísticas a fim de reuni-las em uma aventura instigante e lunática. As emoções permanecem afloradas do começo ao fim e abrem espaço para que o público se conecte em várias camadas com as personas, odiando-as ou compreendendo-as. Esse, aliás, é um dos maiores acertos do filme e um dos motivos que o consagra como uma das entradas mais originais e envolventes dos últimos anos na sétima arte.

Não podemos, é óbvio, deixar de comentar sobre as atuações. Eudelshteyn faz um trabalho admirável como o mimado Vanya, ensandecido em meio às regalias que a vida lhe dá e agindo sem qualquer pensamento racional conforme arrasta todos à sua volta a um vórtice de autocomiseração e frustração; Karren Karagulian, dando vida a Toros, braço-direito do pai de Vanya, é uma boa adição ao elenco ao perceber que pode perder o emprego e a reputação caso não resolva esse enorme problema e coloque o jovem herdeiro de volta nos eixos; e até mesmo Yura Borisov, encarnando o capanga Igor, foge dos maniqueísmos do tipo social que lhe é dado ao adorná-lo com uma humanidade inesperada.

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Porém, a estrela principal é Madison. A atriz, que já havia participado de projetos como ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ e ‘Pânico’ (neste último, rendendo-se à roupagem de uma serial killer com vitalidade assustadora), se doa de corpo e alma à personagem titular em uma performance simplesmente impecável e que singra pela complexa e circinal complexidade de Anora. Apesar de parecer superficial, a protagonista é anfigúrica a cada cena e a cada ato – e Madison permite que ela escale a uma profundidade angustiante. Apostando fichas no forte sotaque de Nova Jersey para compô-la e em um fraseamento que tangencia a musicalidade, ninguém se assustaria caso ela conquistasse uma indicação ao Oscar.

Anora pode posar como um longa superficial – mas alcança seu objetivo por abraçar essa aparência e partir dessa premissa para engendrar uma história desatinada que corrompe as ideias de amor, possessão, desejo e decepção em um objetivo distorcido e muito fascinante.

Gene Hackman e Betsy Arakawa testaram NEGATIVO para envenenamento por monóxido de carbono e investigação segue aberta

A investigação pela causa da morte do lendário ator Gene Hackman e de sua esposa, Bestsy Arakawa, segue aberta, em virtude dos novos desdobramentos revelados pela polícia do Condado de Santa Fé.

Segundo a Variety, O casal testou negativo para envenenamento por monóxido de carbono. A informação foi compartilhada pelo xerife Adam Mendoza por meio de uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (28).

Em uma declaração, o oficial relatou que o marcapasso de Hackman registrou seu “último evento” no dia 17 de fevereiro, o que indica que essa seria a data em que o ator teria morrido. O policial ainda ponderou que é incerto dizer qual dos dois teria falecido primeiro.

Os relatórios finais de toxicologia e autópsia permanecem pendentes, um processo que pode levar de um a três meses ou às vezes até mais, conforme afirmado por Mendoza. As descobertas iniciais indicam que “não houve trauma externo em nenhum dos indivíduos”.

Na investigação, as autoridades recolheram dois celulares verdes, dois frascos de medicamentos, um frasco de Tylenol de venda livre, um pedido de registos médicos e um planner mensal de 2025 para fins probatórios. O xerife afirmou ainda que não encontrou nenhum segurança, dentro ou fora da residência, que pudesse ajudar a determinar um cronograma referente à rotina do casal. As autoridades continuarão a realizar entrevistas com trabalhadores do condomínio fechado onde o casal morava.

Entenda o caso

O renomado ator Gene Hackman, de 95 anos, e sua esposa, a pianista Betsy Arakawa, de 63 anos, foram encontrados mortos em sua residência no estado do Novo México, segundo informações veiculadas pela mídia norte-americana na última quinta-feira, 27 de fevereiro. O casal, junto com um cachorro da família, foram encontrados em sua casa na tarde de quarta-feira, 26 de fevereiro, conforme detalhes divulgados pelo site Santa Fé New Mexican.

Gene Hackman, um dos mais renomados atores da história de Hollywood, ficou mundialmente conhecido por sua carreira de destaque em filmes como ‘Os Bons Companheiros‘, ‘The French Connection‘ e ‘A Firma‘. Betsy Arakawa, sua esposa, é uma pianista talentosa, e o casal vivia de forma discreta no Novo México há vários anos, longe dos holofotes da mídia.

Oscar 2025 | ‘Anora’ leva o prêmio de Melhor Filme

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

A produção levou para casa o maior prêmio da noite, Melhor Filme. Além disso, Mikey Madison foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz por seu aclamado trabalho, enquanto Baker conquistou os prêmios de Melhor Roteiro OriginalMelhor DireçãoMelhor Montagem.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

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Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Oscar 2025 | Mikey Madison leva o prêmio de Melhor Atriz por ‘Anora’

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Mikey Madison foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz por seu aclamado trabalho. Além disso, o filme levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro OriginalMelhor DireçãoMelhor Montagem para Baker.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

anora

Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Oscar 2025 | Sean Baker leva o prêmio de Melhor Direção por ‘Anora’

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Baker foi condecorado com a estatueta de Melhor Direção por seu aclamado trabalho, além de levar para casa os prêmios de Melhor Roteiro OriginalMelhor Montagem.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

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Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.