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‘A Mulher no Jardim’ assombra família no novo trailer do terror da Blumhouse; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer do terror ‘A Mulher no Jardim‘ (The Woman in the Yard).

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Produzido pela Blumhouse, o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de maio.

Na trama, quando uma mulher misteriosa que aparece no jardim de uma família, os moradores começam a questionar suas intenções…

Jaume Collet-Serra, diretor de ‘A Casa de Cera‘ e ‘Águas Rasas‘, comanda a produção.

“Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.”

“Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.”

Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) estrela. O elenco ainda conta com Estella Kahiha, Russell Hornsby, Peyton Jackson e Russell Hornsby.

O roteiro foi assinado por Sam Stefanak.

‘Bailarina’, derivado de ‘John Wick’, ganha novo teaser; confira!

Mulher em túnel colorido neon dançando à noite.
bailarina

Bailarina, derivado da franquia John Wick, ganhou um novo teaser que destaca a estrela Ana de Armas.

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A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental,’Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick“, disse Ana de Armas.

Bailarinaserá lançado no dia 05 de junho de 2025.

Assista ao trailer repleto de cenas de luta coreografadas – marca registrada da franquia:

No filme, De Armas é uma assassina treinada nas tradições da organização Ruska Roma que sai em busca de vingança após a morte de seu pai. O longa ainda traz Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

David Corenswet fala sobre o futuro de ‘Superman’: “Não acho que cabe a mim responder”

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David Corenswet, estrela de Superman, o novo longa de James Gunn que marca o início do novo DCU, falou recentemente sobre o futuro do herói após sua estreia em seu filme solo.

Segundo uma entrevista ao Collider, Corenswet comentou:

“Eu não acho que cabe a mim responder isso. Cabe a James Gunn, que tem uma imaginação fantástica, e ele está onde precisam que [ele] esteja para dizer o que foi escrito, embora isso nem sempre aconteça”, disse o ator.

Vale ressaltar que os fãs especulam que o herói possa aparecer em ‘Supergirl: Mulher do Amanhã’.

Lembrando que ‘Superman’, que marca o início do novo DCU nos cinemas, será lançado em 10 julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Selton Mello celebra VITÓRIA de ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar: “Isso aqui é histórico!”

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Ainda Estou Aqui conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa nacional a ganhar o prêmio. Estrelado por Selton Mello e Fernanda Torres, o filme marca um marco na história do cinema brasileiro.

Nas redes sociais, Selton Mello celebrou a premiação com entusiasmo:

“Agora temos um Oscar, lindeza de jornada. O filme nasceu importante e necessário de qualquer maneira, mas esse troféu celebra a equipe, além de honrar a família Paiva. Mais que isso, aumenta consideravelmente o interesse no nosso potente cinema brasileiro. Todos nós ganhamos hoje”, destacou o ator. “Os sensíveis ganharam esse prêmio com a gente, celebrem muito! Isso aqui é histórico!”.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Fernanda Torres celebra VITÓRIA de ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar: “Sorriam!”

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Ainda Estou Aqui conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, fazendo história como o primeiro filme brasileiro a receber o prêmio.

Nas redes sociais, a estrela Fernanda Torres celebrou a vitória com dois posts emocionantes.

No primeiro post, Fernanda publicou uma frase marcante do longa: “Nós vamos sorrir. Sorriam!”, exclamou.

No segundo post, a atriz aparece com o diretor do filme e escreveu: “Ainda Estamos Aqui! Comemorando!”.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Presidente Lula parabeniza ‘Ainda Estou Aqui’ pela VITÓRIA no Oscar: “Orgulho do nosso cinema”

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Ainda Estou Aqui se consagrou como uma das maiores sensações no cenário mundial, tornando-se o primeiro filme brasileiro a ganhar o Oscar.

Durante a cerimônia de premiação do Oscar 2025, o longa foi agraciado com o prêmio de Melhor Filme Internacional — a primeira vitória do Brasil na história do evento.

Nas redes sociais, o presidente Lula parabenizou a conquista:

“Hoje é o dia de sentir ainda mais orgulho de ser brasileiro. Orgulho do nosso cinema, dos nossos artistas e, principalmente, orgulho da nossa democracia. Eu e Janja estamos muito felizes assistindo tudo ao vivo”, afirmou.

“O Oscar de Melhor Filme Internacional para Ainda Estou Aqui é o reconhecimento do trabalho de Walter Salles e toda equipe, de Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, Selton Mello, do Marcelo Rubens Paiva e família e todos os envolvidos nessa extraordinária obra que mostrou ao Brasil e ao mundo a importância da luta contra o autoritarismo. Parabéns! Viva o cinema brasileiro, viva Ainda Estou Aqui, acrescenta.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Filme de VINGANÇA estrelado por Jason Statham vai ganhar sequência

O Deadline revelou que uma sequência para o filme de ação ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘ está oficialmente em desenvolvimento pela Miramax.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 152.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

Na trama, uma jornada brutal de vingança de um homem assume riscos nacionais depois que ele é revelado como um ex-agente de uma organização poderosa e clandestina conhecida como “Apicultores”.

A continuação contará com o retorno do astro Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Timo Tjahjanto (‘Anônimo 2’) assumirá a direção, a partir de um roteiro assinado por Kurt Wimmer.

As filmagens estão programadas para o segundo semestre de 2025.

O longa também é estrelado por Josh Hutcherson e Jeremy Irons.

David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) é responsável pela direção.

Além de estrelar, Statham assume a função de produtor, junto com Wimmer e Bill Block, diretor executivo da Miramax.

10 Filmes que usam com INTELIGÊNCIA as infinidades da linguagem

O desenvolvimento de uma história numa tela de cinema é um processo amplo com inúmeras possibilidades, então fugir do óbvio pode ser um caminho inteligente para prender a atenção. Utilizando a infinidade da Linguagem Cinematográfica além de imagens e movimentos, algumas obras usam com sabedoria todos as viabilidades. Pensando nesse recorte, separamos abaixo uma interessante lista de filmes:

 

Memórias de um Esclerosado

Na trama, conhecemos o cartunista Rafael Côrreas, que 14 anos atrás, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Com o avanço da doença, resolve ir atrás de um registro sobre momentos importantes de sua vida, até mesmo personificações importantes do abstrato mundo das emoções, que traçam paralelos com o mix de sentimentos que entra em ebulição de forma dilacerante em uma enorme inquietante e produtiva conversa com o espectador.

 

Ramona

Através do criar dentro de um raciocínio nada genérico, atingindo em cheio o ‘pensar fora da caixa’, encontramos pela premissa uma atriz buscando em um intenso laboratório a inspiração para uma personagem que está grávida na adolescência. Assim, parte pelas ruas da periferia de Santo Domingo e encontra muito mais do que apenas uma história, mas uma representação social, logo chegando a uma construção múltipla, de algo que era para ser apenas uma personagem expande-se para um universo de possibilidades mudando a trajetória do filme.

 

As Quatro Filhas de Olfa

Ao longo de 107 minutos de projeção vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com as incertezas que duram até os dias atuais.

 

Sariri

Na trama, num povoado isolado chamado La Lágrima, em uma casa simples, moram duas irmãs de idades diferentes, a mais velha Dina (Catalina Rios) e a mais nova Sariri (Martina Gonzalez). Muito próximas, as irmãs tem sonhos e dúvidas sobre o futuro por viverem num lugar dominado pelas ações opressoras dos homens da região. Certo dia, após uma gravidez indesejada, Dina resolve planejar uma fuga e entra num dilema para saber o que fazer com a irmã. Ao mesmo tempo que essa última precisa enfrentar um desafio.

 

O Congresso Futurista

Escrito e dirigido pelo cineasta Ari Folman, O Congresso Futurista nos mostra a história de uma mulher que já fora muito famosa no passado e que recebe uma inusitada proposta de um grande estúdio para ter sua imagem totalmente digitalizada desencadeando uma série de conflitos a partir disso.

 

A Vida Secreta de meus Três Homens

O lembrar, o esquecer, o entender. Em uma interessante abordagem que reúne o concreto de reflexões com a transmissão de lições de moral através das histórias de três personagens que de alguma forma ajudam a criar retratos de um país cheio de perguntas sobre seus caminhos e destinos, A Vida Secreta de meus Três Homens é um filme que explora a originalidade em sua essência.

 

Maçãs no Escuro

Buscando uma nova forma de olhar para a trajetória de um dramaturgo que flerta muitas vezes com o insucesso, o longa-metragem paulista Maçãs no Escuro, selecionado para a Mostra Aurora na Mostra de Cinema de Tiradentes 2024, utiliza curiosos pedaços imaginativos dentro de um recorte contemplativo, muitas vezes cômico, de um homem na fase final da vida ainda completamente absorvido pela sua arte. Dirigido, roteirizado e montado por Tiago A. Reis, acompanhamos muitos significados sem significados dentro de uma brincadeira com a linguagem e o que é real.

 

Tick, Tick… Boom!

Na trama, conhecemos Jonathan Larson (Andrew Garfield) um jovem que beirando ao seu aniversário de 30 anos e trabalhando em uma lanchonete em Nova Iorque busca conseguir sucesso com o que ama. Ele está juntando as peças finais de um musical de sua criação para uma apresentação que pode mudar sua vida mas para isso acaba se distanciando do melhor amigo e complicando completamente sua relação com a namorada Susan (Alexandra Shipp). Assim, vamos caminhando por meio das emoções, conflitos, medos desse artista que marcou seu nome no cenário teatral norte-americano e que faleceu muito cedo, aos 35 anos.

 

Um Lugar Silencioso

Na trama, conhecemos uma família que se comunica pela linguagem de sinais e o espectador é surpreendido em sua ambientação, aparece um Dia X na tela. Durante os primeiros quinze minutos somos envolvidos no espaço/tempo da história, descobrindo aos poucos o porquê das ações estranhas dos personagens. Tentando reverter uma situação apocalíptica, e completamente isolada em uma casa gigante, os filhos dessa família aprenderão aos poucos regras de sobrevivência nesse mundo completamente novo e repleto de perigos causados pelo som.

 

Camponeses

Jagna é uma jovem sonhadora e delicada que mora numa pequena aldeia dominada por homens gananciosos. Quando é seduzida por Antek, um homem casado, acaba tendo um casamento arranjado com o pai dele, Boryna, o mais rico homem da região. Levada por uma correnteza de incertezas, com a inveja dos outros integrantes do lugar dando início a fofocas cruéis, aos poucos vai entrando em rota de colisão com todos do lugar.

Crítica | Mikey Madison BRILHA na fascinante e absurda tragicomédia ‘Anora’, vencedora do Oscar

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Sean Baker não é um dos diretores mais elogiados da atualidade por qualquer motivo: ao longo de sua carreira, o cineasta encabeçou títulos que se tornaram sucesso de crítica e de público pela ambiguidade entre crueza e sutileza com que construiu suas produções, como ‘Tangerina’ e ‘Projeto Flórida’. Em 2024, Baker retornou aos holofotes com Anora, um ambicioso ímpeto criativo que teve sua estreia mundial no Festival de Cannes e que levou para casa um dos prêmios mais cobiçados do evento – a Palma de Ouro. Depois, levou o Oscar de Melhor Filme; Melhor Direção; Melhor Edição; Melhor Roteiro Original; e Melhor Atriz, com Mikey Madison. E isso não vem como surpresa: por quase duas horas e meia, o diretor arquiteta um potente e tragicômico tour-de-force liderado por performances irretocáveis e uma trama absurdista no melhor sentido do termo.

O enredo acompanha Anora (Mikey Madison), uma dançarina de um clube de strip-tease e uma garota de programa que vê sua vida mudar de uma hora para a outra. Após conhecer o filho de um poderoso oligarca russo, Vanya (Mark Eudelshteyn), que a contrata para ser sua namorada por uma semana. Após sete dias regados a viagens insanas, bebidas caras e luxos ostentosos, Vanya resolve pedi-la em casamento – e, aceitando mergulhar nessa loucura inexplicável, Anora se torna sua esposa. Porém, esse conto de fadas chega ao fim mais rápido do que o imaginado quando os pais de Vanya resolvem voltar da Rússia e obrigá-lo a anular o casamento, alegando que seu relacionamento trará nada além de vergonha para o nome da família. E é a partir daí que tudo escala a um propositalmente exagerado melodrama que coloca ‘Deus da Carnificina’ sob uma dose letal de esteroides.

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Apesar de descrito como um drama, Anoraemerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no conflito entre as paletas de cores, seja na oscilação de uma bem estruturada fotografia assinada por Drew Daniels. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

Um outro tema trazido por Baker às telonas é a efemeridade da psique humana, traduzida de forma palpável através da construção de cada um dos personagens – inclusive, os coadjuvantes possuem papel de considerável destaque na trama principal. Anora e Vanya são dois jovens inconsequentes, mas não de maneira similar: enquanto este se mantém preso em um ciclo sem fim de festas, álcool e sexo, resguardado não só pelo nome da família, como pelo dinheiro que o protege da brutalidade do mundo, aquela é forçada a colocar um sorriso no rosto noite após noite para conseguir o mínimo para sobreviver em meio a uma aferrada vigilância e a um julgamento depreciador. É claro que, ao permitir que essas duas perspectivas se engolfassem em uma explosão sexual e emocional, Baker, responsável pelo roteiro, premedita a tragédia e um anticlímax elaborado com sagacidade e ousadia.

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O diretor conduz o longa com maestria invejável, garantindo que cada frame seja arquitetado como uma pintura, puxando elementos de inúmeras escolas artísticas a fim de reuni-las em uma aventura instigante e lunática. As emoções permanecem afloradas do começo ao fim e abrem espaço para que o público se conecte em várias camadas com as personas, odiando-as ou compreendendo-as. Esse, aliás, é um dos maiores acertos do filme e um dos motivos que o consagra como uma das entradas mais originais e envolventes dos últimos anos na sétima arte.

Não podemos, é óbvio, deixar de comentar sobre as atuações. Eudelshteyn faz um trabalho admirável como o mimado Vanya, ensandecido em meio às regalias que a vida lhe dá e agindo sem qualquer pensamento racional conforme arrasta todos à sua volta a um vórtice de autocomiseração e frustração; Karren Karagulian, dando vida a Toros, braço-direito do pai de Vanya, é uma boa adição ao elenco ao perceber que pode perder o emprego e a reputação caso não resolva esse enorme problema e coloque o jovem herdeiro de volta nos eixos; e até mesmo Yura Borisov, encarnando o capanga Igor, foge dos maniqueísmos do tipo social que lhe é dado ao adorná-lo com uma humanidade inesperada.

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Porém, a estrela principal é Madison. A atriz, que já havia participado de projetos como ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ e ‘Pânico’ (neste último, rendendo-se à roupagem de uma serial killer com vitalidade assustadora), se doa de corpo e alma à personagem titular em uma performance simplesmente impecável e que singra pela complexa e circinal complexidade de Anora. Apesar de parecer superficial, a protagonista é anfigúrica a cada cena e a cada ato – e Madison permite que ela escale a uma profundidade angustiante. Apostando fichas no forte sotaque de Nova Jersey para compô-la e em um fraseamento que tangencia a musicalidade, ninguém se assustaria caso ela conquistasse uma indicação ao Oscar.

Anora pode posar como um longa superficial – mas alcança seu objetivo por abraçar essa aparência e partir dessa premissa para engendrar uma história desatinada que corrompe as ideias de amor, possessão, desejo e decepção em um objetivo distorcido e muito fascinante.

Gene Hackman e Betsy Arakawa testaram NEGATIVO para envenenamento por monóxido de carbono e investigação segue aberta

A investigação pela causa da morte do lendário ator Gene Hackman e de sua esposa, Bestsy Arakawa, segue aberta, em virtude dos novos desdobramentos revelados pela polícia do Condado de Santa Fé.

Segundo a Variety, O casal testou negativo para envenenamento por monóxido de carbono. A informação foi compartilhada pelo xerife Adam Mendoza por meio de uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (28).

Em uma declaração, o oficial relatou que o marcapasso de Hackman registrou seu “último evento” no dia 17 de fevereiro, o que indica que essa seria a data em que o ator teria morrido. O policial ainda ponderou que é incerto dizer qual dos dois teria falecido primeiro.

Os relatórios finais de toxicologia e autópsia permanecem pendentes, um processo que pode levar de um a três meses ou às vezes até mais, conforme afirmado por Mendoza. As descobertas iniciais indicam que “não houve trauma externo em nenhum dos indivíduos”.

Na investigação, as autoridades recolheram dois celulares verdes, dois frascos de medicamentos, um frasco de Tylenol de venda livre, um pedido de registos médicos e um planner mensal de 2025 para fins probatórios. O xerife afirmou ainda que não encontrou nenhum segurança, dentro ou fora da residência, que pudesse ajudar a determinar um cronograma referente à rotina do casal. As autoridades continuarão a realizar entrevistas com trabalhadores do condomínio fechado onde o casal morava.

Entenda o caso

O renomado ator Gene Hackman, de 95 anos, e sua esposa, a pianista Betsy Arakawa, de 63 anos, foram encontrados mortos em sua residência no estado do Novo México, segundo informações veiculadas pela mídia norte-americana na última quinta-feira, 27 de fevereiro. O casal, junto com um cachorro da família, foram encontrados em sua casa na tarde de quarta-feira, 26 de fevereiro, conforme detalhes divulgados pelo site Santa Fé New Mexican.

Gene Hackman, um dos mais renomados atores da história de Hollywood, ficou mundialmente conhecido por sua carreira de destaque em filmes como ‘Os Bons Companheiros‘, ‘The French Connection‘ e ‘A Firma‘. Betsy Arakawa, sua esposa, é uma pianista talentosa, e o casal vivia de forma discreta no Novo México há vários anos, longe dos holofotes da mídia.

Oscar 2025 | ‘Anora’ leva o prêmio de Melhor Filme

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Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

A produção levou para casa o maior prêmio da noite, Melhor Filme. Além disso, Mikey Madison foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz por seu aclamado trabalho, enquanto Baker conquistou os prêmios de Melhor Roteiro OriginalMelhor DireçãoMelhor Montagem.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

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Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Oscar 2025 | Mikey Madison leva o prêmio de Melhor Atriz por ‘Anora’

Mulher em pose artística e vestido vermelho.

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Mikey Madison foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz por seu aclamado trabalho. Além disso, o filme levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro OriginalMelhor DireçãoMelhor Montagem para Baker.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

anora

Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Oscar 2025 | Sean Baker leva o prêmio de Melhor Direção por ‘Anora’

Grupo de jovens em festa descontraída.

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Baker foi condecorado com a estatueta de Melhor Direção por seu aclamado trabalho, além de levar para casa os prêmios de Melhor Roteiro OriginalMelhor Montagem.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

anora

Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Oscar 2025 | Adrien Brody leva o prêmio de Melhor Ator por ‘O Brutalista’

O Brutalista, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024 e é um dos principais concorrentes ao Oscar , fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Adrien Brody conquistou a estatueta de Melhor Ator por seu aclamado trabalho.

A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.

Confira os principais comentários:

“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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Oscar 2025 | Daniel Blumberg leva o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original por ‘O Brutalista’

O Brutalista, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Daniel Blumberg levou para casa o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original. Além disso, Lol Crawley conquistou a estatueta de Melhor Fotografia por seu aclamado trabalho.

A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.

Confira os principais comentários:

“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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‘Ainda Estou Aqui’ torna-se a PRIMEIRA VITÓRIA do Brasil no Oscar!

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Ainda Estou Aqui não apenas se tornou um enorme sucesso no Brasil, como se sagrou uma das sensações do cenário mundial – e, agora, acabou de fazer história.

Durante a cerimônia de vencedores do Oscar 2025, o filme foi condecorado com o prêmio de Melhor Filme Internacional – a primeira vitória do nosso país no evento.

O longa ainda concorre à categoria de Melhor Filme, enquanto Fernanda Torres disputa pelo prêmio de Melhor Atriz.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Oscar 2025 | ‘Ainda Estou Aqui’ leva o prêmio de Melhor Filme Internacional

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É DO BRASIL!

O aclamado drama Ainda Estou Aqui fez história no Oscar 2025 e conquistou o prêmio de Melhor Filme Internacional – a primeira vitória do nosso país no evento.

Ainda Estou Aqui conquistou 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.

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Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

Ainda Estou Aqui‘  já foi assistido por mais de 1,9 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.

A produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3M).

Ainda Estou Aqui‘ se beneficiou da vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz no Globo de Ouro e DOBROU o número de salas nos cinemas do Brasil.

A Sony Pictures do Brasil revelou o número exato ao CinePOP:

• 350 cinemas (de 145)
• 400 salas (de 187)

Relatos informam que várias sessões do filme chegaram a lotar essa semana, e ele registrou a maior MÉDIA de público por sessão no fim de semana.

‘Ainda Estou Aqui’ é o segundo filme mais bem avaliado no Letterboxd; Confira o top 10!

Você já assistiu? Conta pra gente nos comentários no post abaixo:

Em sua quarta semana em cartaz, o filme arrecadou mais R$ 1,27 milhão e já soma R$ 66,6 milhões nas bilheterias do Brasil.

Assista ao trailer:

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Oscar 2025 | Lol Crawley leva o prêmio de Melhor Fotografia por ‘O Brutalista’

O Brutalista, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024 e é um dos principais concorrentes ao Oscar , fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Lol Crawley conquistou a estatueta de Melhor Fotografia por seu aclamado trabalho.

A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.

Confira os principais comentários:

“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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Oscar 2025 | ‘Duna: Parte 2’ leva a estatueta de Melhores Efeitos Visuais

A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou a marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais, continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores da 97ª edição do Oscar, o filme levou para casa o prêmio de Melhores Efeitos Visuais pouco depois de conquistar a estatueta de Melhor Som.

Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ está disponível no catálogo da Max.

O filme é dirigido por Denis Villeneuve.

Na trama, Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Enfrentando uma escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo, ele deve evitar um futuro terrível que só ele pode prever.

Timothée ChalametZendayaRebecca FergusonJosh BrolinAustin ButlerFlorence PughDave BautistaChristopher Walken e outros estrelam.

Oscar 2025 | ‘Duna: Parte 2’ leva a estatueta de Melhor Som

A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou a marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais, continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores da 97ª edição do Oscar, o filme levou para casa o prêmio de Melhor Som.

Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ está disponível no catálogo da Max.

O filme é dirigido por Denis Villeneuve.

Na trama, Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Enfrentando uma escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo, ele deve evitar um futuro terrível que só ele pode prever.

Timothée ChalametZendayaRebecca FergusonJosh BrolinAustin ButlerFlorence PughDave BautistaChristopher Walken e outros estrelam.