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De House a Grey! Os 10 Grandes MÉDICOS do mundo das séries…

A medicina é um tema muito abordado em séries de sucesso ao longo da história da televisão. Muitos médicos e médicas se tornaram personagens frequentes no imaginário dos fãs. Para relembrar alguns deles, segue uma lista bem legal abaixo:

 

Dr. Gregory House, de House

Um dos grandes seriados que nos mostram os dramas e conflitos de um grupo de médicos que se deparam com casos complexos liderados por um ranzinza mas brilhante médico, o Doutor House. Esse seriado marcou história na televisão mundial!

 

Dr. Evandro e Dra. Carolina, de Sob Pressão

Um dos melhores e mais elogiados seriados produzidos aqui no Brasil, em Sob Pressão acompanhamos uma equipe de médicos que trabalham na emergência de um hospital público no Brasil e lutam a todo instante pelos seus pacientes. Protagonizado pelos brilhantes Júlio Andrade e Marjorie Estiano.

 

Shaun Murphy, de The Good Doctor

Seriado bastante conhecido principalmente por ter tido alguns episódios exibidos na tv aberta aqui no Brasil, The Good Doctor nos mostra a trajetória do brilhante médico, autista, chamado Shaun Murphy que precisa mostrar sua capacidade para a equipe a todo instante.

 

Dr. Mark Greene, de E.R (Plantão Médico)

Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes e emocionantes além de apresentar ao público nomes como George Clooney. Tem na HBO Max.

 

Dr.Christian Troy e Dr. Sean McNamara, de Nip/Tuck

Lançada em 2003 e com impactantes e algumas polêmicas seis temporadas, em Nip/Tuck, somos apresentados aos conflitos de dois cirurgiões plásticos que atendem em Miami. Criado por Ryan Murphy. Tem na Prime Video.

 

Dra. Meredith Grey, Dr. Derek Shepherd e tantos outros, de Grey’s Anatomy

Um dos seriados que mais tempo está no ar nos mostra a princípio um grupo de residentes que começam a fazer carreira no Hospital Grace Mercy West, de Seattle. Ao longo das 18 temporadas até aqui, muitas idas e vindas nos levam para os conflitos desses intensos personagens.

 

Dr. Conrad Hawkins, de The Resident

Um dos mais brilhantes seriados médicos atuais, The Resident mostra os caminhos para um idealismo na relação de médicos com toda o contexto da medicina. Matt Czuchry e Emily VanCamp brilham em cena.

 

Dr. Max Goodwin, de New Amsterdam

Uma série que pouca gente fala, já se encontra na sua quinta temporada, nos apresenta o doutor Max Goodwin (Ryan Eggold) que logo se torna o diretor médico de um procurado hospital público nos Estados Unidos.

 

Dr. John Thackery, de The Knick

Uma série que teve apenas duas temporadas e nos leva para décadas atrás onde conhecemos um cirurgião que adota novos métodos no tratamento de pacientes em plena Nova York em 1900. Dirigida por Steven Soderbergh e protagonizada por Clive Owen.

 

Theo Cecatto, de Sessão de Terapia

Adaptada de BeTipul, um seriado muito famoso israelense, que também ganhou uma ótima adaptação nos Estados Unidos intitulado In Treatment (com um inspirado Gabriel Byrne no papel principal), Sessão de Terapia é uma profunda série que já tem quatro temporadas, com episódios girando entre 22 e 29 minutos, que teve como ator principal Zé Carlos Machado nas três primeiras temporadas. A série gira em torno de uma psicoterapeuta em sessões com seus pacientes e em sua própria terapia.

 

 

 

 

 

 

 

‘Um Dia Daqueles’: Comédia com SZA e Keke Palmer ganha data de estreia no Brasil

A comédia ‘Um Dia Daqueles‘ (One of Them Days), estrelada por pela cantora SZA e pela atriz Keke Palmer (‘Não! Não Olhe!’), finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril, pela Sony Pictures.

Na trama, duas melhores amigas e colegas de quarto, Dreux (Palmer) e Alyssa (SZA), estão prestes a enfrentar um daqueles dias difíceis. Quando descobrem que o namorado de Alyssa gastou todo o dinheiro do aluguel, as duas se veem em uma corrida cômica contra o tempo para evitar a expulsão e preservar a amizade.

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a comédia já arrecadou quase US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 14 milhões.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A direção é de Lawrence Lamont.

O elenco também conta com Maude Apatow (‘Bem-vindo aos 40’), Lil Rel Howery (‘Amizade de Férias’), Katt Williams (‘A Mais Louca Sexta-Feira em Apuros’) e Janelle James (‘Abbott Elementary’).

Pôster do filme One of Them Days.

Ator de ‘Lucifer’ se junta ao elenco de ‘Send Help’, novo TERROR de Sam Raimi

De acordo com o Deadline, Dennis Haysbert (‘Lucifer’) foi confirmado no elenco de ‘Send Help‘, novo terror de sobrevivência do mestre Sam Raimi (‘Arrasta-me Para o Inferno’).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’) e Rachel McAdams (‘Voo Noturno’) serão os protagonistas.

Na trama…

“Dois colegas ficam presos em uma ilha deserta (O’Brien e McAdams), sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.”

Chris Pang (‘Loucas em Apuros’) completa o elenco.

Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

20th Century Studios é o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ deve arrecadar US$ 190 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, próximo filme da Marvel, deve arrecadar em torno de US$ 190 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, as projeções indicam uma abertura de US$ 80 milhões no final de semana regular, e US$ 94 milhões no estendido. Para termos de comparação, ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ arrecadou US$ 95 milhões em seus três primeiros dias no território norte-americano.

Internacionalmente, o longa deve acrescentar US$ 96 milhões através de todos os mercados – incluindo a China.

O site ainda afirma que a pré-venda de ‘Capitão América 4‘ tem registrado um desempenho 10-15% abaixo de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$106.1M) e 40% acima de ‘Eternos‘ (US$71.2M).

O longa será lançado nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira, no dia 13 de fevereiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Daniel Gillies, de ‘The Originals’, estrelará novo TERROR de possessão demoníaca

De acordo com o Deadline, Daniel Gillies (‘The Originals’) será o protagonista de ‘Shaman‘, novo terror de possessão demoníaca.

Sara Canning (‘The Vampire Diaries’) e Jett Klyne (‘Amizade Maldita’) também foram confirmados no elenco.

Na trama…

“Uma missionária (Canning) e seu marido (Gillies) buscam converter uma comunidade indígena em uma remota aldeia equatoriana. Após um confronto com o xamã local, cujas crenças entram em choque com as dela, o filho da missionária (Klyne) se torna aparentemente possuído por um espírito antigo. Forçada a confrontar sua fé e um demônio mais antigo que sua própria religião, ela deve fazer uma escolha impossível que pode salvar seu filho ou amaldiçoar suas almas.”

Confira a 1ª imagem oficial e siga o CinePOP no Youtube:

Antonio Negret (‘Prodigal Son’) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Daniel Negret.

Sem data de estreia, o terror está programado para meados de 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Acusado de canibalismo, Armie Hammer revela que MORDEU o CORAÇÃO de um animal

Armie Hammer, estrela de Hollywood acusado de canibalismo, revelou recentemente ter mordido o coração de um animal durante uma viagem de caça.

Segundo o E! News, Hammer compartilhou a experiência, mas reafirmou que nunca foi canibal.

“Você não come o coração inteiro”, começou. “Uma das tradições é dar uma mordida no coração. Você tem todos os seus amigos ao redor, e eles estão te incentivando”.

“É meio como um rito de passagem masculino exagerado quando você vai caçar pela primeira vez”, continuou. “Todos que eu conheço que caçaram pela primeira vez tiveram que fazer algo parecido”.

Ele também destacou que o motivo não foi “para nenhum propósito de canibalismo ou gratificação sexual”.

O ator reafirmou que não tem interesse em comer pessoas. Como ele mesmo explicou, “Você sabe o que é preciso para ser realmente um canibal? Você tem que comer carne humana. Então, não”.

Após conseguir grande sucesso, Armie Hammer viu sua carreira desabar em 2021, quando diversas mulheres apresentaram acusações de abuso contra o ator, que negou todas as alegações.

Forçado a abandonar vários projetos, Hammer também perdeu sua assessoria e seus representantes. Após uma investigação da Promotoria do Condado de Los Angeles e do LAPD, as autoridades decidiram que não seguiriam com as acusações criminais, afirmando que havia falta de evidências.

Vale lembrar que Hammer foi escalado para o papel principal no filmeThe Dark Knight.

Baseado em um roteiro original de Boll, Hammer interpreta Sanders, um homem que decide fazer justiça com suas próprias mãos, iniciando uma missão para caçar criminosos. Enquanto sua cruzada o transforma em uma sensação nas redes sociais e um herói aos olhos do público, o chefe de polícia local o vê como uma ameaça à sociedade e tenta impedi-lo.

Em uma recente entrevista em podcast, Hammer revelou que sua carreira de ator tem se reerguido a ponto de ele começar a recusar propostas de trabalho. “Minha agenda está ficando bem cheia”, disse ele. “O primeiro trabalho que recusei depois de quatro anos dessa confusão foi a melhor sensação que já tive”.

Anthony Mackie comenta sobre possibilidade de enfrentar o Capitão América do Mal em ‘Vingadores: Apocalipse’

‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’) é uma das produções mais aguardadas do Universo Cinemático Marvel – e, dentre inúmeros rumores, um deles aponta que Chris Evans deve retornar em uma capacidade ainda não revelada.

Porém, acredita-se que Evans dará vida a uma variante maligna do Capitão América, indicando que a versão do herói agora interpretada por Anthony Mackie e seu alter-ego vilanesco podem se enfrentar.

Em uma recente entrevista ao ScreenRant, Mackie revelou se está pronto para enfrentar seu “contraponto” em um futuro próximo no MCU.

“Acho que há um certo entendimento entre os dois Capitães de que, uma vez que eles se unam, assim como com Bucky [em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’], há um certo entendimento entre os dois personagens. Será algo como Robert De Niro e Al Pacino em ‘Fogo Contra Fogo’, ele disse. “É com isso que eu ficaria mais animado, é a ideia de ser capaz de representar em vez de brigar.”

Lembrando que Mackie estrela ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, que chega aos cinemas no próximo dia 13 de fevereiro.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Crítica | Kaitlyn Dever entrega uma de suas MELHORES performances na interessante minissérie ‘Vinagre de Maçã’

Em 2015, um fraudulento esquema veio à tona e colocou a influenciadora de bem-estar Belle Gibson no centro dos holofotes – mas não do jeito que ela desejava. Gibson foi exposta por ter mentido sobre os múltiplos diagnósticos de câncer que recebeu durante a vida, que tratou através de um estilo de vida extremamente natural e alternativo (algo que, como bem sabemos, rema contra a ciência moderna e pode representar um grave perigo para quaisquer pessoas que adotassem essa “política” de cura). Porém, após ter suas falcatruas evidenciadas na mídia mainstream, bem como mentiras acerca do destino do lucro feito com seu livro e seu aplicativo culinário, Gibson foi processada pelos crimes cometidos.

Agora, a Netflix nos apresenta a uma adaptação livre da brevíssima fama da influencer com a minissérie ‘Vinagre de Maçã’, que chegou recentemente ao catálogo da plataforma de streaming. Através de seis episódios, Kaitlyn Dever (‘Ninguém Vai Te Salvar’) encarna uma versão um tanto quanto diferenciada de Gibson e nos guia com uma performance espetacular através de um enredo que pode ter suas falhas, mas cumpre com o prometido quando nos voltamos ao gênero de biografias audiovisuais. É claro que, ao longo dos capítulos, nos deparamos com vários convencionalismos rítmicos e artísticos, mas nada que nos deixe totalmente alheios à ideia proposta – e, caso compremos essa viagem, o resultado é aprazível o suficiente para prestarmos atenção aos talentos que dominam as telinhas.

vinagre de maçã

Criada por Samantha Strauss e inspirada no romance de não-ficção The Woman Who Fooled the World, a minissérie tem como objetivo principal denunciar influencers de bem-estar que se aproveitam da ingenuidade alheia para lucrarem e ganharem fama. Não é surpresa que, para além da história de Belle, também acompanhemos Milla Blake (Alycia Debnam-Carey). Inspirada em Jessica Ainscough, a personagem começa sua jornada sendo diagnosticada com um câncer maligno que só poderá ser contido caso ela ampute o braço e se livre dos tumores que crescem pelo corpo; porém, Milla se recusa a adotar os procedimentos padrões da medicina e apostando fichas em um errôneo estilo que preza pela alimentação saudável e pela utilização em massa de propriedades antioxidantes de frutas, verduras e legumes para se curar – e, ao que tudo indica, é o que acontece.

A trama envolvendo Milla é um espelho para o ambicioso e desmedido desejo de Belle em se tornar famosa e sair da miserável vida que leva trabalhando em um escritório onde ninguém parece se importar com ela e ao lado de um parceiro que está ao seu lado apenas por conveniência. Dessa forma, ela mergulha em uma mentira que escala a níveis desastrosos, alegando que os múltiplos diagnósticos de câncer que recebeu, como mencionado alguns parágrafos acima, foram tratados naturalmente – e dando início a uma onda de procedimentos alternativos que não tiveram e não têm qualquer base científica ou empírica para salvar as pessoas.

vinagre de maçã

Dever rende-se a uma das melhores atuações de sua carreira e encarna a protagonista com solidez admirável – chegando a um nível criativo que se assemelha ao de Julia Garner na recente ‘Inventando Anna’. Aliás, é possível traçar paralelos entre as personagens vividas por ambas, visto que ambas posam como golpistas dentro de espectros distintos: enquanto Anna Sorokin prezava pelo único propósito de conquistar a high society estadunidense e adentrar a elite, Belle fingia um interesse por curar as pessoas de doenças terminais apenas para conseguir o mesmo objetivo. Todavia, ambas convergem para uma mesma mentalidade, fruto de um capitalismo predatório e de uma luta pela sobrevivência em uma selva social, o que as torna similares de uma forma distorcida e chocante.

Dever não é a única a dominar os holofotes, dividindo o brilho com um elenco de peso que também conta com a supracitada Debnam-Carey, bem como Aisha Dee, Tilda Cobham-Hervey, Mark Coles Smith, Ashley Zukerman e vários outros atores e atrizes que fornecem complexidade e permitem que os espectadores se envolvam por completo (ao menos na maior parte do tempo) à história contada. Como se não bastasse, percebemos um apreço significativo de Strauss por uma veia mais cômica – mas não da maneira a que estamos acostumados, e sim pincelada com uma acidez bem-vinda e que nos ajuda a conectar com cada um dos personagens (uma jogada sagaz e que, volta e meia, ofusca os momentâneos deslizes técnicos e estruturais da obra).

É claro que, em se tratando de uma biografia seriada, Strauss e seu time criativo não conseguem se desvencilhar de todas as fórmulas do gênero – mas fazem o possível para transmutar clichês em investidas artísticas interessantes, como a multiplicidade orgânica de linhas de tempo ou a quebra da quarta parede para nos introduzir a cada capítulo. Ora, até mesmo a montagem funciona como um artifício inteligente para polir a dureza das biopics e assegurar um ritmo mais dinâmico e fluido à atração.

‘Vinagre de Maçã’ pode não estar totalmente livre de problemas estruturais, porém, certamente vale a pena por um trabalho espetacular do elenco e pela plena ciência do material de que a criadora de vale para levar aos assinantes da Netflix. E, mergulhando um pouco mais fundo, é possível ver que Strauss carrega consigo a missão de denunciar o mundo dos influenciadores de bem-estar que, com uma retórica e um charme exemplares, vendem a mentira em seu estado mais puro.

‘O Dia do Chacal’ bate RECORDE e se torna a série MAIS ASSISTIDA da história do Peacock

De acordo com o Deadline, o thriller de espionagem ‘O Dia do Chacal‘ (The Day of the Jackal) bateu recordes na plataforma no Peacock.

Após 75 dias desde o seu lançamento, o seriado se tornou a produção mais assistida da história do serviço de streaming.

Apesar dos números gerais não terem sido revelados, a série também se tornou um enorme sucesso internacional, tendo registrado 4.6 milhões de espectadores na Sky em seus primeiros 28 dias.

O seriado também alcançou o TOP 5 das produções mais assistidas da semana no Disney+ durante o final de semana de abertura.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 2ª temporada.

Crítica | ‘O Dia do Chacal’ – Série do Star+ mostra as novas facetas de um impiedoso vilão criado por Frederick Forsyth

O CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o astro Eddie Redmayne, que deu detalhes sobre a nova versão da clássica saga literária de Frederick Forsyth. Ao longo do bate-papo, o vencedor do Oscar comentou sobre seu primeiro papel protagonista em uma produção do gênero de ação e revelou os bastidores de sua incrível transformação para dar vida ao implacável assassino de aluguel.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ronan Bennett, a série é baseada no romance homônimo de Frederick Forsyth.

Brian Kirk (‘Game of Thrones’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Úrsula Corberó, Charles Dance, Richard Dormer, Chukwudi Iwuji, Lia Williams, Khalid Abdalla, Eleanor Matsuura, Jonjo O’Neill e Ben Hall.

Cartaz do filme O Dia do Chacal, 2024.

O Melhor Álbum de Cada Ano dos Últimos 25 Anos

O mundo da música é recheado de álbuns incríveis e que caem tanto no gosto popular quanto da crítica. E, só neste século, diversos artistas fizeram sua estreia ou continuaram a encantar os ouvintes com produções memoráveis, músicas envolventes e um legado infindável.

Pensando nisso, trouxemos para vocês um compilado dos melhores álbuns dos últimos 25 anos (escalando um por ano).

Confira abaixo as nossas escolhas:

STANKONIA, OutKast (2000)

Lançado no Dia das Bruxas, ‘Stankonia’ é um dos álbuns de hip hop mais aclamados e mais impecáveis das últimas décadas. Misturando elementos do psychedelic funk e até mesmo do gospel, a produção levou para casa dois prêmios do Grammy, além de ter sido indicado a outras três categorias (incluindo Álbum do Ano). A obra também vendeu mais de 4 milhões de cópias ao redor do mundo.

VESPERTINE, Björk (2001)

Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com Vespertine, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.

LET GO, Avril Lavigne (2002)

Em 2002, Avril Lavigne fazia sua estreia oficial na indústria fonográfica com o lançamento de Let Go, um dos álbuns mais conhecidos e celebrados da história da música. Seu début veio acompanhado de uma reformulação do cenário mainstream com a popularização do pop-punk feminino, através de singles que marcaram época e que são relembrados até os dias de hoje, como “Complicated”, “Sk8er Boi” e “I’m With You”, colocando a cantora e compositora no centro dos holofotes e iniciando uma carreira marcada por sucessos que se estende até os dias de hoje.

FEVER TO TELL, Yeah Yeah Yeahs (2003)

A banda de indie rock Yeah Yeah Yeahs fez um grande comeback em 2022 com o aclamado ‘Cool It Down’ – e, mais de vinte anos atrás, faziam sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Fever to Tell’. Considerado uma das principais produções do gênero e contando com a produção de David Andrew Sitek (que trabalhou com Nine Inch Nails e Weezer), o compilado misturou garage rock revivalart punk e dance-punk, conquistando a crítica especializada e o público – além de vender mais de um milhão de cópias.

FUNERAL, Arcade Fire (2004)

A épica estreia de Arcade FireFuneral, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna (2005)

Em 2005, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Há vinte anos, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de ‘Ray of Light’. Aliando-se a Stuart Price e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.

BACK TO BLACK, Amy Winehouse (2006)

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. Back to Black, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab” e “You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como Adele e Duffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

RIOT!, Paramore (2007)

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend (2008)

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

THE FAME MONSTER, Lady Gaga (2009)

Ninguém acreditava que a performer repetiria o sucesso de ‘The Fame’, mas ‘The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye (2010)

My Beautiful Dark Twisted Fantasy é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

GOOD KID, M.A.A.D. CITY, Kendrick Lamar (2012)

‘Good Kid, M.A.A.D City’ é o segundo álbum de estúdio do rapper Kendrick Lamar – e, pouco depois de seu lançamento, consagrou-se como um clássico instantâneo. A produção, que se estende por 12 faixas na versão padrão, trouxe aparições de musicistas como Drake e Jay-Z. Ovacionado pelos especialistas, Lamar conquistou nada menos que quatro indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.

BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical homônima se afasta dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes.

1989Taylor Swift (2014)

1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa.

TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar (2015)

Nenhum outro álbum poderia ocupar o topo da nossa lista além de To Pimp a Butterfly. O terceiro álbum de Kendrick Lamar é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

LEMONADE, Beyoncé (2016)

Considerado um dos maiores álbuns não apenas dos anos 2010, mas de todos os tempos, Lemonade se tornou um sucesso crítico e comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200 e dando origem a canções como “Formation” e “Hold Up”. Dentre os inúmeros prêmios, o discou garantiu à Beyoncé mais duas estatuetas do Grammy – e uma das esnobações mais criminosas da história da premiação, quando perdeu o cobiçado gramofone dourado de Álbum do Ano. E tudo isso sem mencionar o profundo impacto cultural que a obra causou e continua a causar.

MELODRAMA, Lorde (2017)

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE (2018)

Colocar tanto SOPHIE quanto sua magnum opus, ‘Oil of Every Pearl’s Un-Insides’ em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, enquanto a impactante des-organização proposital rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop; tudo é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias.

NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

“Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple (2020)

A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o mais recente álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.

DADDY’S HOME, St. Vincent (2021)

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. Dentre incríveis músicas do aclamado ‘Daddy’s Home’, a artista traz canções como “Down And Out Downtown”, uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”; ou “Laughing Man”, em que ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes.

RENAISSANCE, Beyoncé (2022)

A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir.

THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware (2023)

É quase impossível escolher um ponto alto de ‘That! Feels Good!’, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie Ware não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música.

COWBOY CARTER, Beyoncé (2024)

Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro.

‘Robin Hood’: Sean Bean se junta ao elenco da nova série live-action da MGM+

De acordo com o Deadline, Sean Bean (‘Game of Thrones’) foi confirmado no elenco da nova adaptação de ‘Robin Hood‘, série que está sendo desenvolvida pela MGM+.

O ator interpretará o xerife de Nottingham, um estadista, um estrategista e um construtor da própria Nottingham. Descrito como um pai amoroso, um político e primo do rei Henrique II, ele navega pelas perigosas marés do poder, enfrentando não apenas um fora da lei na floresta, mas também as ambições de Eleanor da Aquitânia e os barões normandos que o cercam.

Astuto e pragmático, ele é um homem que governa com mão de ferro, não por crueldade, mas por uma crença inabalável de que a lei, como os normandos a veem, deve ser preservada.

O australiano Jack Patten será o protagonista titular.

O projeto está sendo descrito como uma “adaptação moderna” do conto clássico sobre o fora da lei que rouba dos ricos e dá aos pobres, e sua épica história de amor com a corajosa Marian.

Após a invasão normanda da Inglaterra, Rob – filho de um guarda florestal saxão – e Marian, filha de um lorde normando – se apaixonam lutam juntos por justiça e liberdade. Enquanto Rob ascende como líder de um bando de bandidos rebeldes, Marian se infiltra no poder da corte, enquanto ambos trabalham juntos para frustrar a corrupção real e trazer paz à terra.

Com previsão para 2025, a produção contará com 10 episódios.

A série foi criada por Jonathan English, produtor executivo de ‘Librarians: The Next Chapter‘.

John Glenn (‘SEAL Team’) servirá como showrunner.

“Esta adaptação de ‘Robin Hood’ se encaixa perfeitamente em nossa marca,” declarou Michael Wright, presidente da MGM+. “Esta reimaginação do conto clássico é emocionante, interessante e romântica, trazendo uma autenticidade histórica, uma profundidade psicológica e um grande foco ao relacionamento amoroso entre Rob e Marian.”

As filmagens estão programadas para fevereiro de 2025, na Sérvia.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Traições e vingança no trailer da 4ª temporada de ‘Power Book III: Raising Kanan’; Confira!

Starz divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série derivada ‘Power Book III: Raising Kanan‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de março.

Criada por Sascha Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

‘He-Man’: James Purefoy interpretará o Rei Randor no live-action de ‘Mestres do Universo’

De acordo com o The Hollywood Reporter, James Purefoy (‘The Following’) interpretará o Rei Randor no elenco do live-action de ‘Mestres do Universo‘, que está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Charlotte Riley (‘No Limite do Amanhã’) também foi confirmada no elenco, como a Rainha Marlena.

O elenco ainda contará com Nicholas Galitzine (He-Man), Camila Mendes (Teela), Alison Brie (Evil-Lyn), Jared Leto (Esqueleto), Idris Elba (Duncan), Morena Baccarin (Feiticeira), Jóhannes Haukur Jóhannesson (Malcom/Fisto), Sam C. Wilson (Trap Jaw), Hafthor Bjornsson (Goat Man) e Kojo Attah (Tri-Klops).

Travis Knight (‘Bumblebee’) será responsável pela direção, com roteiro assinado por Chris Butler (‘ParaNorman’).

O texto foi revisado a partir de rascunhos escritos por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron & Adam Nee (‘Cidade Perdida’).

A trama focará no Príncipe Adam, de 10 anos, que caiu no planeta Terra e se separou de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Após quase duas décadas, Adam está determinado a retornar para sua planeta natal e lutar contra as coisas malignas do Esqueleto.

Mas, para derrotar este poderoso vilão, Príncipe Adam terá que descobrir os mistérios do seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O longa está programado para estrear no dia 05 de junho de 2026.

Mestres do Universo‘ já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’: Anthony Mackie revela EXIGÊNCIA de mudança no traje

O astro Anthony Mackie revelou que fez uma exigência em relação ao traje do Capitão América para protagonizar o novo filme da Marvel. O ator, que interpreta Sam Wilson, pediu que o capuz do traje fosse removido.

No final de ‘Falcão e Soldado Invernal’, Mackie aparece com o traje de Capitão América, que inclui um capuz fiel ao design do personagem nos quadrinhos. No entanto, no novo filme, a peça foi alterada a pedido do ator.

Segundo o ComicBook, Mackie afirmou: “Eu disse a eles que nunca mais usaria aquela porcaria de novo, cara”.

“Isso foi difícil”, ele continuou. “Com o calor, o suor, os óculos embaçados, era impossível. Chamava-se capuz. Foi o meu pior pesadelo. Você não consegue fazer nada!”.

Lembrando que Mackie estrela ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, que chega aos cinemas no próximo dia 13 de fevereiro.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

10 filmes com mensagens de esperança

A cada obra cinematográfica que assistimos várias lições podem ser transmitidas. A esperança é uma delas. Por meio de tramas que envolvem jornadas inacreditáveis, ou mesmo o despertar de uma solidão constante, o cinema também se qualifica como uma porta para reflexões com a realidade. Pensando nesse recorte, criamos uma lista abaixo com filmes bem interessantes com mensagens de esperança:

 

Imparável

Baseado num livro homônimo escrito por Anthony Robles e Austin Murphy, em Imparável conhecemos a trajetória repleta de obstáculos de um jovem, nascido sem uma das pernas, que com a ajuda da mãe vai atrás do sonho de ser reconhecido como um grande lutador de luta livre universitária.

 

Caminhos Cruzados

Na trama, conhecemos Lia (Mzia Arabuli), uma professora de história aposentada moradora da cidade de Batumi, localizada no Mar Negro, na Geórgia, que está em busca da sobrinha, sua única família. Ela acaba se juntando a Achi (Lucas Kankava) um jovem perdido com o que fazer com sua vida, que sabe seu paradeiro. Assim, ambos atravessam a fronteira do sudeste do país, com a Turquia, que na visão de alguns é uma terra de oportunidades. Chegando lá, terão muitas descobertas.

 

Tempestade Infinita

As montanhas sempre ouvem e nunca respondem de volta. Explorando duas forças emocionais conflitantes, o fugir e o ter esperança, Tempestade Infinita parte de uma história sobre luta pela sobrevivência onde o instinto maternal e a solitude são parte de uma engrenagem fundamental que contempla os desafios de superar perdas. Dirigido pela dupla Malgorzata Szumowska e Michal Englert, o projeto é baseado em fatos reais de uma dramática história ocorrida no ano de 2010. No elenco, a duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts.

 

Eu, Capitão

Na trama, conhecemos os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses que resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam, sofrem com os horrores da ganância humana, conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

Obrigado, Rapazes

Na trama, conhecemos Antonio (Antonio Albanese), um experiente ator, pai de uma jovem, já na casa dos 30 anos que mora no Canadá, que trabalha no seu presente como dublador de filmes para adultos e parece não estar nada feliz com os rumos que sua vida e carreira levaram. Certo dia, após receber uma ajuda de um amigo dono de teatro, tem a chance de um novo trabalho como professor de um curso de teatro dentro de um presídio italiano. Assim, conhece alguns presidiários mais a fundo, os ajudando a encenar a peça Esperando Godot, do autor irlandês Samuel Beckett. Será esse o empurrãozinho que precisavam para enxergar suas vidas com outros olhos?

 

Horizonte

Na trama, conhecemos, um senhor já na parte final de sua vida (Raymundo de Souza) que se vê em um presente tumultuado, com a família em conflito após a morte de um membro. Morando numa casa onde não é bem-vindo, onde a solidão bate mais forte a cada segundo que passa, certo dia, após ouvir um anúncio numa rádio local, resolve se mudar para um condomínio de casas que está sendo construído com o apoio da prefeitura. Nesse lugar descobre um novo sentido da vida e até mesmo é surpreendido por um novo amor.

 

Unidas pela Esperança

Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

Terra Selvagem

Na trama, conhecemos os irmãos Stanley (Charlie Hunnam) e Walter ‘Lion’ (Jack O’Connell), que vagam pelas ruas de uma cidade norte-americana em busca do sonho de serem famosos dentro do universo do boxe amador. Quando se veem encurralados por uma dívida, são obrigados a levar Sky (Jessica Barden), que eles não fazem a mínima de ideia de quem seja, até uma pessoa em San Francisco, em troca disso tem a dívida perdoada e conseguem a inscrição em um torneio de boxe de alta visibilidade em San Francisco. Assim, os três entram em uma jornada sem muito foco que passa por abalos emocionais enormes.

 

Ninguém Sabe que Estou Aqui

Na trama, conhecemos o introspectivo e solitário Memo (Jorge Garcia), um homem já adulto que vive distante do grande centro em uma ilha com seu tio Braulio (Luis Gnecco). Aos poucos vamos conhecendo mais a fundo a peculiar personalidade dessa alma amargurada que na infância foi descoberto por ter uma voz maravilhosa mas que a ganância dos outros fraudaram seus sonhos o levando a uma depressão e distância de tudo aquilo que pensara que iria acontecer com sua vida. Mas, a chegada de Marta (Millaray Lobos), fará Memo ter uma nova chance de mostrar ao mundo quem ele realmente é.

 

A Música da Minha Vida

Esse longa-metragem nos mostra o retrato da adolescência conturbada e criativa de Javed (Viveik Kalra) que vive com os pais descendentes de paquistaneses na Inglaterra no final da década de 1980. Muito dedicado ao estudo mas sem muitos amigos e não aproveitando a vida como deveria por conta de costumes de sua família, certo dia ganha uma fita k7 de um músico que faz muito sucesso no mundo chamado Bruce Springsteen. As canções do ‘chefe’ começam a fazer sentido na vida de Javed e impulsionado pela força dessas letras começa a realizar uma grande revolução em sua vida.

Amy Adams estrelará série baseada no SUSPENSE ‘Cabo do Medo’

A talentosa Amy Adams foi escalada como protagonista ao lado de Javier Bardem na série de suspense Cabo do Medo, baseada no clássico de 1962.

Segundo o The Hollywood Reporter, a trama irá acompanhar os eventos após a libertação de um assassino, Max Cady (Bardem), que começa a assediar o casal que ele acredita ser responsável por sua sentença: os advogados casados Anna e Tom Bowden. Adams interpretará Anna.

A produção contará com 10 episódios.

Martin ScorseseSteven Spielberg servirão como produtores executivos.

Nick Antosca (‘Channel Zero’) será o showrunner e o criador.

A produção será baseada no livro The Executioners, de John D. MacDonald, que já havia sido adaptado pela primeira vez em 1957.

A série é sendo descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.

A adaptação de 1991, dirigida por Scorsese, foi estrelada por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange.

O projeto está sendo desenvolvido pela Apple TV+.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Kanye West divulga camiseta com suástica NAZISTA durante comercial no Super Bowl

Após ter sua conta no Twitter desativada por se autoproclamar nazista, Kanye West comprou um comercial local durante o Super Bowl, o horário mais caro da TV dos Estados Unidos, para promover sua marca de moda Yeezy.

No entanto, segundo a Variety, o site de West, está oferecendo apenas uma peça de roupa — uma camiseta com uma suástica estampada.

O comercial, que foi exibido exclusivamente em Los Angeles, foi gravado em baixa qualidade e, de acordo com West, foi filmado com um iPhone. No vídeo, o rapper aparece sentado na cadeira do dentista.

“Então, e aí, galera, eu gastei, tipo, todo o dinheiro do comercial nesses dentes novos. Então, mais uma vez, tive que filmar com o iPhone”, disse ele. Depois, gaguejou: “Hum… hum… acessem yeezy.com”, afirmou.

Ainda segundo a Variety, o comercial foi inicialmente aprovado porque o site de West apresentava uma loja alimentada pelo Shopify, com uma seleção de roupas não marcadas, como camisas, calças e jaquetas — nada que fosse considerado um problema de conteúdo.

Porém, cerca de uma hora após a exibição, o artista alterou completamente o conteúdo, colocando apenas a camiseta com suástica, vendida por US$ 20.

A reportagem destaca que o comercial passou pela aprovação legal e seguiu em frente, pois não havia nenhum problema de padrão, sendo considerado apenas um vídeo de baixo orçamento.

O comercial foi exibido em três estações de TV da Fox, incluindo a KTTV Los Angeles, e pode ter sido visto em outros mercados locais.

Não é a primeira vez que West compra um espaço local durante o Super Bowl; em 2024, um comercial foi exibido em pelo menos uma afiliada pequena da CBS. No entanto, aquele comercial foi veiculado sem incidentes.

A conta de Kanye West no X foi desativada após diversas postagens nas redes sociais, principalmente comentários racistas e antissemitas, que iam desde a declaração “Sou um nazista” até chamar Hitler de “tão estiloso”.

De acordo com a Variety, ainda não se sabe se West desativou sua conta voluntariamente ou se foi removido à força da plataforma. Sua página de perfil agora exibe a mensagem: “Esta conta não existe”.

As postagens de West foram amplamente condenadas por organizações contra o ódio, como a Liga Anti-Difamação e o Comitê Judaico Americano.

Em uma declaração, Jonathan A. Greenblatt, CEO da Liga Anti-Difamação, escreveu: “Aqui vamos nós novamente. Outra exibição flagrante de antissemitismo, racismo e misoginia de Ye em sua conta no X esta manhã. Há apenas alguns anos, a ADL descobriu que 30 incidentes antissemitas em todo o país estavam ligados aos discursos antissemitas de Kanye em 2022. Condenamos esse comportamento perigoso e precisamos chamá-lo pelo que é: uma exibição flagrante e inequívoca de ódio”.

“Conhecemos bem esse jogo”, continuou Greenblatt. “Vamos chamar o desabafo público cheio de ódio de Ye pelo que realmente é: uma tentativa triste de chamar atenção que usa os judeus como bode expiatório. Mas, infelizmente, isso chama atenção porque Kanye tem uma plataforma de alcance enorme para espalhar seu antissemitismo e ódio. Palavras importam. E como vimos muitas vezes antes, a retórica de ódio pode resultar em consequências no mundo real”.

Em uma de suas postagens durante sua tempestade de tweets, West escreveu que “ele adora quando judeus vêm até mim e dizem que não podem trabalhar comigo”. Ele também afirmou que “nunca pedirá desculpas pelos meus comentários sobre judeus”.

Vale lembrar que o ator David Schwimmer, conhecido por seu papel em ‘Friends’, usou as redes sociais para pedir que o bilionário Elon Musk banisse Kanye West do X (antigo Twitter), devido às postagens polêmicas do cantor.

Em sua publicação, o ator escreveu: “Isso é tão 2022. Não conseguimos impedir um fanático descontrolado de espalhar ódio e ignorância… mas podemos parar de lhe dar um megafone, Sr. Musk”.

Schwimmer explicou: “Kanye West tem 32,7 milhões de seguidores na sua plataforma, X. Isso é o dobro do número de judeus existentes. O discurso de ódio dele resulta em violência REAL contra os judeus”.

O ator ainda acrescentou: “Não sei o que é pior, o fato de ele se identificar como um nazista (o que implica que ele quer exterminar TODAS as comunidades marginalizadas, incluindo a dele) ou o fato de não haver INDIGNAÇÃO suficiente para removê-lo e baní-lo de todas as redes sociais neste ponto”.

Por fim, Schwimmer concluiu: “O silêncio é cumplicidade”.

‘Um Amor de Cinema’: K-drama da Netflix ganha clipe INÉDITO; Confira!

A Netflix divulgou uma prévia inédita da série coreana ‘Um Amor de Cinema‘.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançado no serviço de streaming no dia 14 de fevereiro.

Oh Chung-hwan (‘Diva à Deriva’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Lee Na-eun (‘Nosso Eterno Verão’).

Na trama, um cinéfilo e uma diretora novata vivem um romance intenso, porém breve. Agora que a trama da vida os aproximou novamente, será que a história terá um novo fim?

Park Bo-young (‘Desgraça ao Seu Dispor’) e Choi Woo-shik (‘O Garoto da Porta ao Lado’) estrelam a produção.

Peter Dinklage será o VILÃO de ‘Dexter: Ressurreição’

De acordo com o Deadline, Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) entrou para o elenco da série ‘Dexter: Ressurreição‘, que dará continuidade aos eventos de ‘Dexter: New Blood‘.

O ator interpretará o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Ele se junta à Uma Thurman (‘Kill Bill’), que interpretará Charley, sua Chefe de Segurança. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

Vale lembrar que, além de Michael C. Hall no papel titular, a produção ainda contará com o retorno de David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘IT: Bem-vindos à Derry’), reprisando seus papéis como Detetive Angel Batista, Harrison Morgan (filho do Dexter) e Harry Morgan (pai do Dexter), respectivamente.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Uma pré-sequência da série original, intitulada ‘Dexter: Pecado Original‘, está atualmente em exibição – revelando a adolescência do Dexter.

‘El Abuso’: Fernando Meirelles fará série sobre fuga histórica de prisioneiros políticos no Uruguai

Fernando Meirelles, cineasta brasileiro, está trabalhando em uma nova série em espanhol, intitulada ‘El Abuso’, baseada no livro “La Fuga de Punta Carretas”, de Eleuterio Fernández Huidobro.

De acordo com a Variety, a série terá a direção de Meirelles em parceria com César Charlone.

A trama acompanha a história real da dramática fuga, em 1971, de 101 prisioneiros políticos do grupo guerrilheiro urbano Tupamaros. Entre os fugitivos estava Pepe Mújica, que mais tarde se tornaria presidente do Uruguai.

“Em um momento em que o mundo estava profundamente dividido, essa fuga simbolizou a liberdade para toda uma região”, afirmou Charlone.

A série também abordará o sequestro e assassinato do agente da CIA Dan Mitrione, evento usado pelos Tupamaros para expor as táticas brutais da iminente Operação Condor, durante um período sombrio da Guerra Fria.

Composta por oito episódios, ‘El Abuso’ está sendo adaptada por Mariana Santangelo (‘En La Puta Vida’).

Enzo Vogricinc será o protagonista da série.

Juan Solá, Mariana Santangelo e Damian L. Cattini são os produtores executivos, com Maria Laura Berch e Joaquín Romero Vercellino como produtores associados.