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‘Dark Winds’: 3ª temporada da série da AMC ganha trailer INÉDITO; Confira!

AMC divulgou um trailer inédito da 3ª temporada de Dark Winds, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março.

Confira:

Lembrando que Jeri RyanNicholas Logan foram escalados para a nova temporada.

Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.

Em Dark Winds, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.

Jessica Matten, Deanna Allison, Rainn Wilson, Elva Guerra, Jeremiah Bitsui, Eugene Brave Rock e Noah Emmerich também fazem parte do elenco.

A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.

Dica de Filme | ‘Pleasantville: A Vida em Preto e Branco’, uma das melhores dramédias dos anos 1990

Pleasantville: A Vida em Preto e Branco é um filme fora do comum, a começar pela premissa de estilo sci-fi que logo se transforma em uma trama tragicômica deliciosa de ser acompanhada desde o início do primeiro ato: dois irmãos adolescentes e com relações interpessoais bem conturbadas são arrastados para dentro de um programa dos anos 1950 que empresta seu nome ao título. A partir daí, inúmeros acontecimentos hilários permeiam a vida dos dois, estendendo-se para os engessados personagens do show, os quais passam a experimentar coisas que nunca acharam ser possíveis, visto que viviam em uma utopia inquebrantável marcada pela excessiva perfeição.

Sem dúvida alguma, Gary Ross pode ser compreendido como uma das mentes mais criativas – e tal afirmação é respaldada pela sinopse apresentada no parágrafo acima. Talvez essa investida do final do século passado tenha lhe dado base para produzir e dirigir franquias futuras, como Jogos Vorazes’ e até mesmo o spin-off Oito Mulheres e um Segredo’. Entretanto, é quase óbvio compreender que o cineasta não tinha ideia de que seus esforços para trazer a pacata comunidade de Pleasantville à vida renderiam muito mais que uma simples comédia romântica adolescente: aqui, nos deparamos com brechas e lacunas preenchidas com ácidas críticas sociais revestidas de uma branda sutileza que é a principal marca do filme – afinal, levando em conta os estereótipos da década em questão, nada fugia muito do convencional.

A trama é protagonizada por David (Tobey Maguire) e Jennifer (Reese Witherspoon), unidos por laços fraternais complicados e muito diferentes um do outro: enquanto esta mergulha em uma crescente fase rebelde, aquele mantém-se em uma zona de conforto que o transforma no típico nerd, passível de sofrer apenas por sua inteligência acima do normal e seu apreço por obras audiovisuais clássicas. Os dois não parecem se importar um com o outro e, após receberem a misteriosa visita de um técnico de televisões, são arrastados para o ilusório e perfeito mundo seriado de Pleasantville – e a própria chegada já começa a trazer certas rupturas às regras e às normas onipotentemente presentes em tal microcosmos. Jennifer logo encarna a persona de Mary Sue, enquanto David se torna Bud, ambos filhos do propositalmente forçado duo formado por Betty (Joan Allen) e George Parker (William H. Macy).

Assim como inúmeros filmes predecessores e sucessores a este, é quase automático pensar que os irmãos deverão dar um jeito de se entenderem e voltarem à sua realidade – mas o que eles não imaginavam é que eles deveriam seguir os passos dos “verdadeiros” Bud e Mary Sue e não desestruturar o equilíbrio cosmológico daquela comunidade. Em outras palavras, Ross, que também fica responsável pelo incrível e dinâmico roteiro, se baseia muito na ideia do controverso efeito borboleta para endossar as consequências dos atos dos protagonistas: apesar de tentarem ficar restritos ao que lhes é imposto, eles pensam erroneamente que “brincar” com alguns aspectos pode ser divertido e inocente.

Logo, o mundo em preto e branco começa a se pincelar com cores vivas; os ares de uma brusca e interessante mudança transformam a perfeita e monótona atmosfera em algo parecido com angústia, medo e tesão pelo novo. Os personagens, antes doutrinados a seguirem regras extremamente puritanas, logo se tornam despojados, livres, inclinando-se para a máxima do carpe diem ao invés de permanecerem em suas bolhas sociais. A sagacidade de Ross em sair da zona de conforto também abre margens para, como supracitado, críticas e alfinetadas em um conservadorismo próprio da época e que se mantém até os dias de hoje – o que fornece certo respaldo anacrônico para sua obra.

Com o término do segundo ato e a entrada do terceiro, essa provocativa mudança começa a dar lugar a um antro conservador e reacionário que expande suas subtramas para a política da segregação racial da sociedade estadunidense nesta mesma época. A câmara da cidade começa a ser frequentada apenas pelos habitantes ainda não-coloridos e que se recusam a abrir sua mente para novas experiências e pessoas diferentes; ou seja, aqueles que ousaram trilha um caminho diferente foram condecorados com uma vida mais colorida literalmente e não veem nenhum motivo para retornarem ao que eram. E o que também parecia correr às mil maravilhas gradativamente cria raízes em dramas existencialistas que são tratados com seriedade pelo diretor e pela rendição aplaudível de seus atores principais – em especial a presença agradabilíssima de Allen dois anos depois de mostrar sua versatilidade em As Bruxas de Salem’.

‘Pleasantville’ também não se mostra vazio quando pensamos em referências fílmicas; quando as tensões entre os dois grupos se agrava, Ross claramente mergulha em diversas obras distópicas para explorar as questões raciais (ainda que estas sejam distorcidas do real problemas que a nossa sociedade enfrenta). Fahrenheit 451′ é um dos longas-metragens que serve como inspiração para algumas das sequências mais cruéis e dolorosas, em que as dezenas de livros da Biblioteca Municipal são queimados em praça pública por não condizerem com a paz e a ordem que os mais velhos tentam manter. A repressão à arte e à expressão também se faz bastante presente – e é assustador ver o números de pessoas que corrobora com a ideologia de que a libertação artística na verdade é uma “forma de trazer mazelas à moralidade e aos bons costumes”.

Ainda que tudo siga um ar mais metafórico, o novo projeto de Gary Ross não falha em quase nenhum quesito. Apesar da desnecessária longevidade cênica que por vezes se torna cansativa, toda a trama é bem amarrada e fornece resoluções não convencionais para seus personagens, fazendo bom uso tanto dos arcos de redenção quanto dos paradigmas narrativos que quebra a cada virada.

Os 10 Melhores Videoclipes da Carreira de Lady Gaga

Lady Gaga é um dos titãs do pop contemporâneo e revolucionou o cenário musical quando surgiu em 2008 – chegando a influenciar até mesmo veteranas da indústria. Um Oscar, 14 Grammys e centenas de prêmios mais tarde, Gaga firmou-se na esfera fonográfica com força descomunal e permanece mais ativa do que nunca, dominando o entretenimento com uma perspectiva artística impecável.

Ao longo de seus dezessete anos de carreira, a performer também entregou videoclipes sensacionais, dirigidos por realizadores com tendências cinemáticas de tirar o fôlego – como não lembrar, por exemplo, da irreverência estética de “Applause” e de sua encarnação de Maria Madalena no blasfemo “Judas”?

Pensando nisso – e celebrando o sucesso de seu mais recente single“Abracadabra”, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores videoclipes da carreira de Gaga.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. “TELEPHONE”

Direção: Jonas Åkerlund

Talvez a maior parceria feminina dos anos 2000, Gaga uniu forças com Beyoncé em uma escapada criminal que ganhou o título de “Telephone”. A sequência de “Paparazzi” é recheada de referências cinematográficas, incluindo ‘Kill Bill’ e ‘Thelma & Louise’, e traz as duas lendárias artistas em uma batalha pela liberdade.

9. “JUDAS”

Direção: Lady Gaga e Laurieann Gibson

Gaga fez sua estreia diretorial com “Judas”, uma de suas músicas e construções visuais mais polêmicas. Rechaçada pela Igreja Católica, toda a arquitetura funciona como uma releitura contemporânea da Bíblia e da história de Jesus, Judas Iscariotes e Maria Madalena, trazendo os personagens para uma missionária aventura com apóstolos motoqueiros e inclinações para diversas mitologias – incluindo a greco-romana e a egípcia.

8. “PAPARAZZI”

Direção: Jonas Åkerlund

Åkerlund trabalhou pela primeira vez com Gaga na monstruosa produção de “Paparazzi”. Na narrativa, que também traz a presença de ninguém menos que Alexander Skarsgård como o vilão da história, a artista dá vida a uma estrela decadente que é seguida por fotógrafos em qualquer lugar e, além disso, é quase assassinada por seu namorado. Jurando vingança, ela se lança numa jornada de sobrevivência inspirada por clássicos filmes e ensaios artísticos – e ressignificações da própria indústria midiática.

7. “APPLAUSE”

Direção: Inez and Vinoodh

“Applause” faz parte da subestimada e irreverente obra ‘ARTPOP’, que foi duramente criticada à época de seu lançamento e redescoberta como uma incrível e ousada mudança para o cenário mainstream. O cinemático clipe é uma homenagem a Andy Warhol e ao movimento pop-art, misturando as tendências dos anos 1950 aos clássicos expressionistas ‘O Gabinete do Dr. Caligari’ e ‘Nosferatu’.

6. “YOÜ AND I”

Direção: Laurieann Gibson

Rodado em Springfield, Nebraska, “Yoü and I” é uma belíssima incursão country-pop que traz os vários alter-egos de Gaga, incluindo Jo Calderone e Yüyi. O principal conceito dessa produção de alto calibre é a jornada da artista em busca de seu amado – um cientista maluco que é interpretado por Taylor Kinney.

5. “ABRACADABRA”

Direção: Lady Gaga, Parris Goebel & Bethany Vargas

Para a mais recente canção de Gaga, a titânica musicista se aliou a Parris Goebel e a Bethany Vargas para uma impecável gema audiovisual intitulada “Abracadabra”. Além de levar a artista de volta para suas conhecidas eras dark – em especial ‘The Fame Monster’‘Born This Way’ -, o videoclipe oficial do single funciona como uma clássica batalha entre o bem o mal em que cada frame é arquitetado com uma poderosa coreografia e uma fotografia artística de tirar o fôlego, apostando fichas em remodelações que até mesmo nos lembram de pinturas.

4. “911”

Direção: Tarsem Singh

Nada poderia nos preparar para o que Lady Gaga havia em estoque no mundo de ‘Chromatica’. Para a terceira música promocional do álbum, “911”, Gaga abraça a arte surrealista ao lado de Tarsem Singh, valendo-se de elementos clássicos do cinema, incluindo os longas-metragens ‘A Cor da Romã’ e ‘8 1/2’. A artista acorda em um deserto, rodeada de romãs, e então segue um cavaleiro misterioso até um vilarejo onde as coisas mais estranhas acontecem. A onírica narrativa termina em uma reviravolta gigantesca, que se tornou um dos assuntos mais comentados do ano e que chocou fãs ao redor do mundo.

3. “ALEJANDRO”

Direção: Steven Klein

O aclamado fotógrafo Steven Klein ficou responsável pelo clipe de “Alejandro”, que representa o amor de Gaga pela comunidade LGBTQ+ e a traz numa inflexão à la Bob Fosse com diversos soldados dançarinos em um cabaret. Assim que o vídeo foi lançado, a performer foi alvo de polêmicas por seu retrato blasfemo da mitologia católica e por suas inclinações para o BDSM.

2. “MARRY THE NIGHT”

Direção: Lady Gaga

Gaga ficou responsável por uma das maiores obras-primas visuais do século, o nostálgico e perturbador “Marry the Night”. O electro-rock-pop conta a história da própria cantora em busca de sua fama e de sua glória, filmado em Nova York e criando um universo psicodélico que é ambientado em uma clínica mental, um estúdio de dança, seu próprio apartamento em Nova York e um estacionamento abandonado.

1. “BAD ROMANCE”

Direção: Francis Lawrence

Surreal, alegórico e bastante teatral, o videoclipe de “Bad Romance” é considerado por vários especialistas e críticos musicais como o melhor do século XXI. Aqui, temos a mitologia do nascimento dos little monsters (alcunha dada à fanbase da cantora) e da própria mother monster; ela é capturada por um grupo de supermodelos que a drogam e a vendem para a máfia russa – e, eventualmente, Gaga ateia fogo em um deles.

Crítica | ‘Os Dois Hemisférios de Lucca’ – Filme inspirador que irá conquistar até os corações mais gelados!

Pelos cantinhos da delicadeza nascem inspiradoras lições. Histórias de luta e superação encontramos aos montes pelos catálogos dos streamings mas nesse início de fevereiro chegou até o acervo do mais poderoso streaming um projeto lindo e contagiante, com uma trama bem amarrada, que mostra de forma emocionante as dores e luta de uma família mexicana em busca de um melhor tratamento para o filho com uma condição complicada. Prepara o lenço pois esse filme emociona até os corações mais gelados!

Baseado no livro Los dos hemisferios de Lucca escrito por Bárbara Anderson e dirigido pela cineasta Mariana Chenillo – que já havia realizado um belíssimo trabalho no filme Paraíso (2013), exibido no Festival do Rio – Os Dois Hemisférios de Lucca é um olhar para uma jornada que consegue completar todas as lacunas com a emoção, movida também pelo real sentimento do que é uma família unida.

Desde o nascimento do filho Lucca, o casal Bárbara (Bárbara Mori) e Andrés (Juan Pablo Medina) enfrentam as probabilidades contra uma condição complicada provocada pela paralisia cerebral que atinge a criança. Quase sem esperanças de melhorias para o quadro do primeiro filho, com a epilepsia debilitando cada vez mais o estado de saúde, uma chance aparece do outro lado do planeta, na Índia, um tratamento inovador que pode mudar a vida deles para sempre. Lutando contra todo tipo de adversidade eles embarcam para o que pode ser o início de um passo importante.

Dentro desse contexto – que se torna amplo com a questão cultural que chega – percebemos as interpretações da fé também através do velho conflito com a ciência. A jornada cultural que passam os personagens acaba sendo um elo importante para o desenvolvimento de um elemento que chega com força, a culpa. Com o foco na mãe – interpretada de forma brilhante pela atriz mexicana/uruguaia Bárbara Mori – somos testemunhas do abrir e fechar da esperança.

O roteiro segue a cronologia de fatos que vão desde os primeiros passos na nova vida que o destino reservou para o casal, passando pela esperança em forma de uma descoberta que a ciência traz, até as burocracias e ganâncias que encontram pelo caminho. A narrativa lapida todos os cantos da emoção mostrando o amor através da rotina sem esquecer das verdades que a vida coloca como obstáculos. Esse pulsar dos sentimentos mas tendo os pés no chão – uma vertente da realidade – transformam essa obra em uma das mais bonitas lançadas nesse ano pelos streamings.

Segredos vêm à TONA no trailer da dramédia ‘The Last Anniversary’; Confira!

A plataforma de streaming BINGE divulgou o trailer oficial de The Last Anniversary, dramédia estrelada por Teresa Palmer (‘A Descoberta das Bruxas’).

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de março, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Samantha Strauss entra como roteirista, enquanto John Polson dirige os episódios.

The Last Anniversary se passa na Ilha Scribbly Gum, um lugar com muitos segredos. Aquele que a tornou famosa – o desaparecimento de um jovem casal há décadas – pode ter feito da ilha um destino para verdadeiros turistas do crime, mas quando se trata de segredos, as três gerações de mulheres que vivem em Scribbly Gum têm muito mais.

Além de Palmer, o elenco conta com Miranda RichardsonDanielle MacdonaldHelen ThomasSusan Prior.

A produção é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (mesmo nome por trás de livros que deram origem às séries ‘Nine Perfect Strangers’‘Big Little Lies’). Moriarty entra como produtora executiva ao lado de Nicole KidmanPer SaariBruna Papandrea.

‘And Just Like That’: Kristin Davis revela que Sarah Jessica Parker SURTA com fãs que não gostam da Carrie Bradshaw

Em uma recente entrevista ao podcast Are You a Charlotte?, a atriz Kristin Davis revelou que Sarah Jessica Parker fica bastante sensível em relação a como o público enxerga Carrie Bradshaw.

Parker interpreta a icônica personagem na famosa franquia Sex and the City e na série derivada And Just Like That’ – onde Davis também reprisa seu papel como Charlotte York, uma das quatro protagonistas originais.

“Claro que ela leva para o lado pessoal, como ela não poderia?”, Davis disse ao ser questionada sobre isso durante o programa.

Como ela bem se recorda, na época em que começaram a trabalhar em And Just Like That’, Parker percebeu que alguns sentimentos anti-Carrie estavam despontando nas redes sociais.

“Sarah dizia para mim: ‘o que é isso das pessoas não gostarem da Carrie?'”, Davis conta. “E eu respondi: ‘ah, não se preocupe com isso’. E ela ficou: ‘mas como as pessoas conseguem não gostar da Carrie?'”.

Lembrando que a 3ª temporada do spin-off chega ainda este ano à Max, sem data confirmada.

Recentemente, Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Jeff Daniels revela que guardou mais de 200 críticas DETONANDO ‘Debi & Lóide’

Em uma recente entrevista ao The Guardian, o astro Jeff Daniels revelou que guardou mais de duzentas críticas que detonaram a comédia Debi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros’.

Lançado em 1994, o longa-metragem acompanhou dois amigos debiloides que vão para Aspen, no estado do Colorado, para tentar devolver uma maleta esquecida pela passageira da limusine que um deles estava dirigindo para o aeroporto. Sem saber que na mala havia uma quantia enorme de dinheiro, que serviria para pagar o resgate de um sequestro, os dois acabam sendo perseguidos pela polícia e por assassinos profissionais.

Apesar de ter dividido a crítica à época do lançamento – com alguns tecendo elogios para a impiedosa e estúpida comédia, e outros detonando a falta de qualquer elemento cinematográfico da obra -, o filme tornou-se um clássico cult com o passar dos anos e conseguiu arrecadar fortes US$247 milhões ao redor do mundo.

“Eu tenho uma companhia de teatro em Michigan, então fiz uma sessão [do filme]”, Daniels revelou. “Eu estava sentado ao lado dos meus pais e, quando chegamos na cena da privada, meu pai colocou a cabeça entre as mãos e disse: ‘não, Jeffrey…’. Enquanto isso, cinco mil pessoas quase caíam das cadeiras de tanto rir. As críticas foram horríveis, porém. Eu ainda tenho uma agenda com 200 artigos de jornal detonando o filme e desejando que ele nunca tivesse existindo. Então, ficamos em primeiro lugar nas bilheterias por seis semanas. Foi aí que eu entendi que tínhamos feito o impossível”.

Dirigido por Peter Farrelly, que co-escreveu o roteiro ao lado de Bobby FarrellyBennett Yellin, o filme também trouxe Lauren HollyKaren DuffyMike StarrCharles RocketTeri Garr no elenco.

O filme ajudou a revitalizar a carreira de Daniels em Hollywood, além de transformá-lo em um habilidoso ator cômico, além de solidificar a carreira de Carrey.

O sucesso do longa rendeu uma pré-sequência lançada em 2003, uma sequência direta lançada em 2014 e uma série animada.

Hasbro está desenvolvendo adaptações baseadas no CLÁSSICO jogo de cartas ‘Magic: The Gathering’

Segundo o The Hollywood Reporter, a Hasbro Entertaniment está desenvolvendo um universo audiovisual inspirado no clássico jogo de cartas Magic: The Gathering.

Lançado em 1993 pela companhia Wizards of the Coast, o jogo foi o primeiro de cartas colecionáveis e trocáveis, tornando-se um sucesso mundial e um emblema das escolas nos anos 1990 – chegando até mesmo a inspirar convenções.

A Hasbro adquiriu a Wizards of the Coast em 1999 e afirmou que o game alcançou nada menos que 50 milhões de jogadores graças a mundos fantásticos, personagens envolventes e estratégicas instigantes.

As informações indicam que os planos incluem um longa-metragem e uma série de televisão.

“Temos orgulho de zelar atenciosamente por uma propriedade intelectual singular e amada, e nenhuma propriedade se encaixa melhor nessa descrição do que Magic: The Gathering, disse Mary Parent, presidente de produção mundial da Legendary, que ficará responsável pelos projetos. “Junto com a fantástica equipe da Hasbro, estamos ansiosos para criar um universo multimídia que emocione fãs de longa data e crie uma ampla onda de novos.”

A Legendary transformou uma série de marcas conhecidas em franquias, como Godzilla vs. Kong’ e Duna’, ambas abrangendo cinema e TV. A companhia também está por trás dos filmes Enola Holmes’ da Netflix e, em breve, lançará o filme ‘Minecraft’ ao lado da Warner Bros..

Mais informações não foram reveladas.

‘Heart Eyes’, terror slasher sangrento, ganha três clipes INÉDITOS; Confira!

Heart Eyes, nova comédia de terror dirigida por Josh Ruben, ganhou três clipes inéditos.

Confira:

O filme teve uma sólida estreia no Rotten Tomatoes, com 89% de aprovação e 18 críticas contabilizadas até o momento.

O longa, estrelado por Olivia Holt e Mason Gooding, conta a história de dois colegas de trabalho que são confundidos, durante o Dia dos Namorados, pelo assassino dos Olhos de Coração, que está tentando acabar com suas vidas na noite mais romântica do ano.

Entre as opiniões dos críticos, um dos destaques é a mistura entre terror e comédia romântica, indicando que o diretor Josh Ruben soube extrair o melhor da combinação entre os gêneros.

Confira algumas críticas:

“O fato de funcionar como uma comédia romântica, apenas para adicionar um vilão slasher sólido (o design da máscara é maravilhoso), mostra a diversão que essa equipe deve ter tido ao escrever e filmar este filme”, disse Aaron Neuwirth, do We Live Entertainment.

Josh Ruben deixa sua marca na cena de horror de feriado com uma entrada de Dia dos Namorados notável — um slasher nojento, nostálgico, mas suavemente terno, com uma borda serrilhada”, disse Matt Donato, do Daily Dead.

“O diretor Josh Ruben dá ao romance e ao horror o mesmo peso nesta fusão perfeita de gêneros, garantindo que o gore atinja tão forte quanto a química ardente entre os protagonistas Olivia Holt e Mason Gooding”, disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.

“Totalmente autoconsciente, repleto de piadas autorreferenciais e mortes orquestradas de forma sangrenta, essa mistura de gêneros é cativante, com seus encantos deliciosamente rápidos. Nos faz suspirar e nos contorcer na mesma medida”, disse Courtney Howard, da Variety.

“A mistura perfeita de slasher e comédia romântica, esse filme tem mortes exageradas e piadas que sempre funcionam”, disse Tessa Smith, do Mama’s Geeky.

“O roteiro se apoia fortemente na comédia para constantemente aliviar o clima. Nossos dois protagonistas são extremamente charmosos e bastante simpáticos. O ato final é carregado de exposição, mas a violência e a natureza psicótica mantêm tudo sob controle”, disse Lee McCoy, do DrumDums.

Confira o trailer de ‘Heart Eyes’ e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Mason Gooding (‘Pânico’) e Olivia Holt (‘Cruel Summer’), o elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

Crítica | ‘A Ordem’ – Filmaço com Jude Law no Prime Video baseado em fatos reais!

Não é de hoje que os debates sobre o nazismo apresentam questões que ainda chocam. Trazendo mais um recorte desse universo totalitário, com o preconceito a flor da pele, A Ordem, novo filme protagonizado por Jude Law, nos mostra de forma intensa as investigações policiais que levaram ao desmanche de uma célula neonazista. Com uma narrativa detalhista que busca apresentar os pormenores de um história real ocorrida em partes dos Estados Unidos, o projeto nos leva até o modo de pensar e execução, aliado ao medo e terror, pelas irmandades milicianas de supremacistas brancos.

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

Baseado em fatos reais e ambientado no início da década de 1980, e muito mais profundo que o pensamento superficial de ser um filme de ‘Polícia vs ladrão’, essa história mostra cada faceta – e maneira de pensar – do texano Robert Jay Mathews, um terrorista norte-americano líder do grupo intitulado A Ordem. Essa página triste na história dos Estados Unidos é retratada aqui de forma dura e visceral, com atuações excelentes que só elevam a qualidade do filme.

Muito bem datado, o roteiro busca seguir os passos do bando com precisas localizações, dividindo o filme de maneira intuitiva, principalmente nos atos de desenvolvimento da história, onde o público, após uma breve apresentação, embarca nos confrontos que passam os personagens. A direção do cineasta australiano Justin Kurzel é precisa, consegue captar nossa atenção em cenas de ação de tirar o fôlego e no conturbado das emoções dentro de todo o arco dramático. Mesmo você que possa conhecer a história que fora baseado esse filme, ainda se surpreende.

Indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza do ano passado e baseado no livro The Silent Brotherhood de Kevin Flynn e Gary Gerhardt, o projeto disponível no catálogo da Prime Video garante duas horas de muitas reflexões mostrando as verdades por trás dos absurdos fascistas/nazistas que vemos até hoje por aí.

Retro Dance #21 | A inebriante experiência musical de ‘Norman Fucking Rockwell!’, um dos MELHORES álbuns de Lana Del Rey

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

Como se não bastasse, o sexto álbum de estúdio da cantora não se isola em uma investida completamente original e faz ótimo uso da discografia antecessora. Não é surpresa, pois, que a produção retome construções de ‘Honeymoon’, Born to Die e até mesmo ‘Ultraviolence’ (em uma perspectiva bem mais sutil, é claro), dando vida a um delicioso compilado que, apesar das longas faixas (como “Venice Bitch”, que se desenrola em mais de nove minutos), é aprazível do começo ao fim e sabe muito como se estruturar. Além disso, é interessante observar de que forma a artista se mantém fiel às raízes, trazendo elementos do trip hop e do rock psicodélico com assertiva fluidez.

Logo de cara, a faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante.

As sutilezas psicológicas também configuram a preferência pessoal de Del Rey: temos as notas propositalmente dissonantes de “Venice”, que se rearranjam na verborrágica “Fuck It, I Love You”, em que esse descompasso se transpõe para os vocais quase falados, antecedendo o refrão em crescendo. Em uma análise mais profunda, entretanto, é inegável dizer que as lyrics roubam nossa atenção com força maior que a progressão sonora – aliás, esta faixa se dispõe de um cansaço criativo notável que, apesar de ser retificado nas faixas seguintes, não deixa de representar um deslize considerável.

Porém, não pense que Lana abre mão de outras características próprias de sua discografia: se em ‘Honeymoon’ nos víamos diante de acuadas delineações, ‘Rockwell’ dosa com maestria a complacência e a sedução, algo que toma forma com “Doin’ Time”. Mesmo não sendo composta por Del Rey – visto que a ideia aqui é revisitar a clássica produção da banda Sublime, que já funciona como cover de “Summertime”, de George Gershwin. E, enquanto o grupo em questão já se afastava do jazz de Gershwin, a lead opta por dar adeus à constância do rap da virada do século para abraçar com força inegável a mistura do trap e de um onírico pop que reflete suas tendências para o hibridismo de gêneros e suis-generis. Porém, essa revitalização também vem acompanhada de uma inexpressividade obrigatória dos vocais, que variam do ecoante grave até o belo falsetto sem qualquer dificuldade aparente.

Ao contrário do que poderíamos imaginar, a primeira balada romântica não dá as caras até a metade do álbum: é claro que a artista chega a explorá-la com “Mariners Apartment Complex”, mesmo prestando homenagem a nomes como Anna Nalick em um pop-rock travestido de folk acústico à la anos 1970, mas é com “Love Song” que Lana volta a atingir sua excelência. Em meio à abafada sobriedade do violão, do piano e do violino, ela se dispõe a cantar de modo milimetricamente cronometrado, oscilando dentro de um dinamismo que, por vezes, nos faz esquecer do lent-tempo que ouvimos – isso sem mencionar a teatralidade que ela também imprime nesses quase quatro minutos. Tal escopo se expande para a similar “Cinnamon Girl”, que, ao mesmo tempo, se excede em uma épica e sintética entrega.

Não podemos deixar de mencionar alguns deslizes que beiram o amadorismo, como a supracitada “Fuck It, I Love You” e a esquecível “Bartender”, que acaba abrindo mão de um suposto subito e orquestra uma monótona e frustrante peça. Felizmente, Del Rey não deixa que alguns tropeços tirem sua concentração, permitindo que ela volte à boa forma com a sucessora “Happiness Is a Butterfly” antes de culminar com a ilustre presença de “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It”, cuja premeditada redundância é composta por inúmeras referências sagazes e um minimalismo conceitual e trágico que refrata uma memorável joia fonográfica.

O classicismo mencionado alguns parágrafos acima aparece também com impactante força na rock-ballad “The Greatest”, track que, sem sobra de dúvida, é uma das melhores produções de sua carreira. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo apenas como forma de sustentar uma dramática e comovente performance. Essa mesma união instrumental também é utilizada em outras faixas, incluindo a transgressora “California” – que não se esconde em meio a tanta coisa acontecendo.

Norman Fucking Rockwell!’ é um explícito convite de Lana Del Rey para uma experiência bastante sensorial que, talvez daqui a um tempo, seja consagrado como o álbum mais intimista de sua carreira. Em meio a ótimas composições e deslizes ofuscados pela competência musical de sua artista, o álbum entrega tudo o que promete – e mais.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’: Diretor fala sobre retorno de Betty Ross ao UCM

Julius Onah, cineasta por trás de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, comentou recentemente sobre o retorno de Betty Ross (vivida por Liv Tyler) ao MCU. A última aparição da personagem foi em ‘O Incrível Hulk’ de 2008.

Betty Ross é frequentemente associada ao interesse amoroso de Bruce Banner, além de ser filha do general Thaddeus Ross.

Vale lembrar que o nome de Tyler está listado no elenco do filme.

Em entrevista ao ComicBook, Onah falou sobre a participação da atriz:

“Foi praticamente óbvio trazer Liv de volta. Ela tem uma humanidade real. […] O relacionamento que ela acaba tendo com Thaddeus Ross neste filme é uma parte muito importante da jornada dele para tentar cimentar seu legado e redefinir quem ele tem sido como ser humano e como líder”, afirmou.

Nos quadrinhos, em algumas histórias, Betty acaba se tornando a Mulher-Hulk Vermelha, o que aumenta as expectativas para sua participação no filme.

Mais detalhes sobre o papel de Betty Ross ainda não foram revelados.

O longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro e 2025.

Relembre o trailer:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Harry Potter’: Ralph Fiennes revela que inicialmente Pensou em RECUSAR papel de Voldemort

Ralph Fiennes, o astro que deu vida ao temido Lorde das Trevas na franquiaHarry Potter, relembrou que, inicialmente, pensou em recusar o papel.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator revelou que não tinha interesse na produção.

“Eu não tinha visto os filmes para não gostar deles, simplesmente não os havia assistido e nem lido os livros. Sabia do grande sucesso, mas acho que fui culpado de um tipo de snobismo mal direcionado em relação a bruxas, goblins e coisas assim”, explicou Fiennes sobre o convite para interpretar Voldemort.

“Fui resistente, até que contei para minha irmã Martha que me pediram para fazer o papel do Voldemort. Ela disse: ‘Voldemort, você foi convidado para interpretar o Voldemort? Você tem que fazer isso! Ralph, você não percebe, você não percebe'”, concluiu.

A primeira temporada de Harry Potter está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television.

J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘007’: VAZA vídeo do teste de Antony Starr para viver James Bond; Assista!

O astro Antony Starr conquistou fama ao interpretar o temível Capitão Párodia emThe Boys. No entanto, o ator quase viveu um dos papéis mais icônicos do cinema: o lendário James Bond, da franquia 007.

Segundo o Collider, na época, Starr fez teste para o papel, mas acabou perdendo a vaga.

Recentemente, o vídeo da sua audição para o personagem viralizou nas redes sociais.

O astro disse que foi chamado para o teste de elenco de 007: Casino Royale‘, mas não se preparou devidamente para o papel e foi substituído por Daniel Craig.

“Eu deveria ter me preparado melhor. Lembro-me que o diretor Martin Campbell disse: ‘Henry, você está um pouco gordinho para o papel.’ Na época eu não sabia como treinar ou fazer dieta. E fico feliz que Martin tenha sido sincero sobre isso, porque sei lidar com a verdade. Isso me ajuda a melhorar.”

Porém, o diretor Martin Campbell revelou ao Cinema Blend que não é verdade que o ator foi dispensado pelo seu peso.

“Eu realmente vi o teste de elenco do Henry Cavill para viver James Bond. Ele foi muito bem no teste. Mas ele era muito jovem para o papel e também não era tão experiente quanto o Daniel [Craig]”, afirmou.

Mesmo antes de Daniel Craig anunciar sua aposentadoria como James Bond em ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘.

‘Golden’: Musical sobre Pharrell Williams é DESCARTADO

Golden, um musical sobre a infância de Pharrell Williams estrelado por grandes nomes, teve seu lançamento cancelado pela Universal Pictures, conforme reportado pela Variety.

O filme, que inicialmente se chamava ‘Atlantis’, foi dirigido por Michel Gondry (‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’). A produção estava programada para ser lançada este ano, mas agora foi descartada.

O longa foi financiado pela Universal como parte de sua parceria com Williams. Segundo a reportagem, o cancelamento ocorreu após um acordo unânime entre os produtores e o diretor, que concluíram que o filme não atingiu a concepção original.

“Quando todos nós entramos na sala de edição, decidimos coletivamente que não havia um caminho a seguir para contar a versão dessa história que originalmente imaginamos”, disseram Williams e Gondry em um comunicado conjunto. “Agradecemos todo o trabalho árduo do talentoso elenco e equipe. Embora estejamos desapontados por não conseguirmos entregar esse filme, temos parceiros incríveis na Universal e vamos colaborar em outra capacidade em breve”.

A Universal absorverá cerca de US$ 20 milhões em custos já investidos na produção. O filme estava em estágio inicial de pós-produção, o que significa que nunca será finalizado, mas todos os envolvidos foram pagos pelo trabalho realizado até o momento.

Gil Netter foi produtor ao lado de Williams e sua parceira criativa Mimi Valdes.

O elenco conta com grandes nomes, como Kelvin Harrison Jr., Halle Bailey, Da’Vine Joy Randolph, Brian Tyree Henry, Janelle Monáe, Missy Elliott, Quinta Brunson e Jaboukie Young-White.

‘Day Drinker’: Madelyn Cline se junta ao elenco de filme estrelado por Johnny Depp

A estrela Madelyn Cline, conhecida porOuter Banks, se juntará oficialmente aos astros Johnny Depp e Penélope Cruz no filmeDay Drinker, da Lionsgate, dirigido por Marc Webb, conforme anunciado pelo Deadline.

Os detalhes sobre o papel de Cline ainda não foram revelados.

O projeto marcará não apenas o retorno de Depp em Hollywood após seu polêmico drama legal com a ex-esposa Amber Heard, como também marcará sua reunião com Cruz após ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Na trama…

A bartender de um navio de cruzeiro conhece um misterioso bebedor diurno, mas não demora muito para que ambos se vejam envolvidos em um submundo criminoso e conectados de maneiras inesperadas.

A história é baseada em um roteiro original de Zach Dean.

Lionsgate é o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Denzel Washington será o MAGNETO em ‘X-Men’, diz rumor

A integração do astro Denzel Washington no UCM ganhou novidades promissoras. O artista já revelou que participará de ‘Pantera Negra 3’, em um papel ainda não revelado, e agora, segundo rumores, ele poderá interpretar o icônico Magneto emX-Men.

De acordo com o ComicBookMovie, o jornalista Jeff Sneider afirmou que “é totalmente possível que ele possa interpretar um personagem dos X-Men e, após pedir aos ouvintes que “façam a conexão”, acrescentou que “definitivamente acha que Denzel pode ser o vilão dos X-Men.”

Quando questionado se “Denzel vai interpretar o Magneto, é isso que você está dizendo?”, Sneider não respondeu.

Vale ressaltar que essas informações são apenas rumores e nada foi oficializado pela Marvel Studios.

denzel washington

Vale lembrar que a Marvel planeja começar as filmagens do reboot de ‘X-Men em meados de 2026, com o lançamento programado para 2027.

Michael Lesslie (‘Macbeth’) roteiriza o projeto, que deve ser supervisionado pelos Irmãos Russo.

Depois que terminarem ‘Vingadores: Apocalipse’Vingadores: Guerras Secretas, os irmãos “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU.

Anteriormente, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao MCU irá acontecer.

“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.” 

Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.

Amanda Palmer, ex-esposa de Neil Gaiman, NEGA acusações de tráfico humano e negligência

Amanda Palmer, artista e ex-esposa de Neil Gaiman, usou as redes sociais para negar as acusações de tráfico humano e negligência feitas contra ela. Palmer está sendo processada por uma ex-funcionária do casal, que alega que a artista foi cúmplice nos abusos cometidos pelo escritor.

Nas redes sociais, Palmer negou veemente as acusações e agradeceu aos seguidores pelo respeito à sua privacidade.

“Agradeço profundamente a todos por continuarem respeitando o meu recente pedido de privacidade enquanto navego por este momento extremamente difícil.
Preciso proteger meu filho pequeno e o direito dele à privacidade.
Com isso como minha prioridade, não responderei às alegações específicas feitas contra mim, exceto para dizer que as nego e que responderei no devido tempo.
Meu coração está com todos os sobreviventes”, escreveu.

Lembrando que, em uma postagem anterior, a artista havia explicado: “Como estão em andamento processos de custódia e divórcio, não posso fazer comentários públicos”. Naquela ocasião, eles ainda não haviam sido indiciados. “Por favor, entendam que sou, acima de tudo, uma mãe/pai. Peço por privacidade neste momento”, solicitou a artista.

O escritor Neil Gaiman foi oficialmente processado em três estados dos Estados Unidos, de acordo com o Deadline, por acusações de estupro, tráfico humano e outros crimes.

As alegações foram feitas por uma ex-babá da Nova Zelândia de seu filho. A ex-esposa de Gaiman, Amanda Palmer, também está envolvida nas acusações.

“Esta acusação resulta do abuso sexual cometido por Neil Gaiman contra a autora, e do papel de sua esposa, Amanda Palmer, em buscar e apresentar a autora a Gaiman para tal abuso”, afirma uma queixa de estupro e tráfico humano registrada no tribunal federal de Wisconsin em 2 de janeiro por Scarlett Pavlovich.

A ação legal, que exige uma compensação de US$ 1 milhão e um julgamento com júri, descreve um histórico de décadas de má conduta sexual por parte de Gaiman, que é detalhado ao longo de 28 páginas e inclui, entre outros relatos, um estupro sodômico de Pavlovich há três anos.

As petições também foram registradas em Nova York e Massachusetts, pelos advogados de Pavlovich, do escritório Kamerman Uncyk Soniker & Klein P.C., com Amanda Palmer sendo citada como ré.

Pavlovich e seus advogados alegam que Palmer sabia o quão vulnerável ela estava, tanto mental quanto economicamente, e que, de certa forma, a levou diretamente para uma situação de risco.

“Palmer estava suficientemente ciente de que Gaiman provavelmente visaria Scarlett, a ponto de ter avisado Gaiman para se afastar dela antes de levá-la para a casa de Gaiman como babá”, afirmam os registros em Nova York e Massachusetts.

“No entanto, Palmer nunca alertou Scarlett sobre o perigo que Gaiman representava. Se Palmer tivesse avisado Scarlett sobre o risco conhecido de Gaiman, Scarlett jamais teria aceitado o trabalho como babá do filho de Palmer na casa de Gaiman”, acrescentou.

O motivo da petição em múltiplos estados está relacionado à jurisdição e à residência das partes envolvidas.

“Com base em informações e crenças, a jurisdição sobre Palmer é válida tanto em Nova York quanto em Massachusetts, e Palmer pode consentir com a jurisdição em Wisconsin. Dado o cenário incerto sobre o estado de residência de Palmer, a autora está entrando simultaneamente com ações contra Palmer nos tribunais distritais dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York e o Distrito de Massachusetts, e prosseguirá contra Palmer apenas no distrito de sua escolha”, conclui.

Lembrando que Neil Gaiman fez uma postagem em seu blog pessoal, onde negou todas as recentes acusações de agressão sexual, coerção e abuso emocional.

“Nos últimos meses, observei as histórias que circulam na internet sobre mim com horror e consternação. Fiquei quieto até agora, tanto por respeito às pessoas que estavam compartilhando suas histórias quanto pelo desejo de não chamar ainda mais atenção para muita desinformação. Sempre tentei ser uma pessoa privada e senti cada vez mais que a mídia social era o lugar errado para falar sobre assuntos pessoais importantes. Cheguei agora ao ponto em que sinto que devo dizer algo”, começou o autor.

Ele então negou as denúncias.

“Enquanto leio esta última coleção de relatos, há momentos que reconheço pela metade e momentos que não, descrições de coisas que aconteceram ao lado de coisas que enfaticamente não aconteceram. Estou longe de ser uma pessoa perfeita, mas nunca me envolvi em atividade sexual não consensual com ninguém. Alguma vez”, afirmou.

Ele acrescentou: “Voltei a ler as mensagens que troquei com as mulheres ao redor e após as ocasiões que posteriormente foram relatadas como abusivas. Essas mensagens são lidas agora como quando as recebi – de duas pessoas desfrutando de relações sexuais totalmente consensuais e querendo se ver novamente. Na época em que eu estava nesses relacionamentos, eles pareciam positivos e felizes de ambos os lados”.

Ele então se desculpou por não ser emocionalmente reciproco. “E também percebo, olhando através deles, anos depois, que eu poderia e deveria ter feito muito melhor. Eu estava emocionalmente indisponível enquanto estava sexualmente disponível, autocentrado e não tão atencioso quanto poderia ou deveria ter sido. Eu era obviamente descuidado com o coração e os sentimentos das pessoas, e isso é algo que eu realmente me arrependo profundamente. Foi egoísta da minha parte. Fui pego em minha própria história e ignorei a de outras pessoas”.

“Passei alguns meses dando uma olhada longa e dura em quem eu fui e como fiz as pessoas se sentirem”, revelou.

Ele então se comprometeu a ser uma pessoa melhor.

“Como a maioria de nós, estou aprendendo e tentando fazer o trabalho necessário, e sei que esse não é um processo da noite para o dia. Espero que, com a ajuda de pessoas boas, continue a crescer. Eu entendo que nem todo mundo vai acreditar em mim ou mesmo se importar com o que eu digo, mas eu estarei fazendo o trabalho de qualquer maneira, para mim, minha família e as pessoas que amo. Farei o meu melhor para merecer a confiança deles, bem como a confiança dos meus leitores”, prometeu.

No ele voltou a afirmar que não houve abuso.

“Ao mesmo tempo, ao refletir sobre meu passado – e ao rever tudo o que realmente aconteceu em oposição ao que está sendo alegado – não aceito que tenha havido abuso. Repetindo, nunca me envolvi em atividade sexual não consensual com ninguém”, destacou.

“Algumas das histórias horríveis que agora estão sendo contadas simplesmente nunca aconteceram, enquanto outras foram tão distorcidas do que realmente aconteceu que não têm relação com a realidade. Estou preparado para assumir a responsabilidade por quaisquer erros que cometi. Não estou disposto a virar as costas para a verdade e não posso aceitar ser descrito como alguém que não sou, e não posso e não vou admitir fazer coisas que não fiz”, concluiu.

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Múltiplas mulheres acusam o escritor Neil Gaiman de assédio sexual. De acordo com um relatório publicado pela Vulture, as acusações incluem agressão sexual, coerção e abuso emocional.

As supostas vítimas alegam que Gaiman as manipulou e coagiu a realizar atos sexuais não consensuais em diversas ocasiões.

Um dos casos mais detalhados envolve Scarlett Pavlovich, que trabalhou como babá para Gaiman.

Ela afirmou que o primeiro encontro terminou com ele convencendo-a a se banhar na banheira de seu jardim enquanto ele fazia uma ligação de trabalho.

No entanto, ele teria se juntado a ela e, como Pavlovich relata, “posso dizer que ele colocou os dedos direto na minha bunda e tentou colocar o pênis na minha bunda. E eu disse: ‘Não, não’. Então ele tentou esfregar seu pênis entre meus seios, e eu disse ‘não’ também. Então ele perguntou se poderia gozar na minha cara, e eu disse ‘não’, mas ele fez mesmo assim. Ele disse: ‘Chame-me de ‘mestre’, e eu irei’. Ele disse: ‘Seja uma boa menina. Você é uma boa garotinha'”.

Além disso, o ator foi acusado e usar manteiga como lubrificante enquanto forçava Pavlovich a fazer sexo anal antes de forçá-la a limpar as fezes de seu pênis.

O relatório também afirma: “Ele ordenou que ela o chupasse enquanto ele assistia aos screeners da primeira temporada de The Sandman. Em um caso, ele enfiou seu pênis na boca de Pavlovich com tanta força que ela vomitou nele. Então ele disse a ela para comer o vômito de seu colo e lambê-lo do sofá”.

Kendra Stout, outra suposta vítima, relata experiências semelhantes, incluindo coerção, agressão física e estupro.

Ela afirma que foi coagida a fazer sexo violento com Gaiman e, depois que ela pediu que ele parasse de espancá-la com o cinto, ele respondeu: “É a única maneira de eu sair”.

Ela ainda relatou que ele a forçou a fazer sexo com ele enquanto lidava com uma infecção urinária.

“Gaiman a virou na cama, diz ela, e tentou penetrá-la com os dedos”, explica o relatório. “Ela disse a ele ‘não’. Ele parou por um momento e então a penetrou com seu pênis. Nesse ponto, ela me diz: ‘Acabei de desligar’. Ela ficou deitada na cama até que ele terminasse”.

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Lembrando que Neil Gaiman está sob investigação da polícia da Nova Zelândia após acusações de agressão sexual feitas por duas mulheres.

As alegações, que abrangem um período de duas décadas, envolvem jovens mulheres que tiveram contato com o autor em diferentes circunstâncias, seja como babá de seu filho ou como admiradoras de sua escrita.

Segundo o Tortois, Gaiman nega veementemente qualquer tipo de atividade sexual não consensual com as mulheres envolvidas. Ele afirma ter feito contato com a polícia da Nova Zelândia para colaborar com a investigação, mas alega que sua oferta de assistência não foi aceita em relação à queixa de uma das mulheres em 2022. Segundo Gaiman, essa recusa sugere a falta de fundamento nas acusações.

A polícia da Nova Zelândia, por outro lado, declara ter feito “várias tentativas de contato com pessoas-chave como parte desta investigação, e esses esforços continuam em curso”. A polícia destaca a complexidade do caso, incluindo a localização de todas as partes envolvidas, e afirma estar comprometida com uma investigação completa e imparcial.

Gaiman figura na lista da Time das 100 pessoas mais influentes do mundo. Reconhecido por popularizar os quadrinhos para um público global, ele é considerado “o escritor mais querido da atualidade”.

‘O Assassinato do Ator Rafael Miguel’: Max anuncia DOCUMENTÁRIO sobre a morte do ator de ‘Chiquititas’

O Max anunciou recentemente que está produzindo seu novo documentário, O Assassinato do Ator Rafael Miguel. A obra irá abordar a morte do ator, conhecido por seu papel emChiquititas, que foi morto a tiros com seus pais em sua própria casa.

A série será composta por três episódios, que detalharão o assassinato da família, além de trazer informações inéditas sobre as investigações, entrevistas e documentos exclusivos.

Embora ainda não tenha uma data de estreia definida, a produção está prevista para ser lançada neste ano.

As gravações começaram oficialmente nesta segunda-feira. Espera-se que Camila Miguel, irmã do ator, e Isabela Tibcherani, ex-namorada de Rafael, participem com seus depoimentos.

O crime ocorreu em 9 de junho de 2019, no bairro Pedreira, zona sul de São Paulo. Rafael Miguel foi assassinado ao lado de seus pais, João Alcisio Miguel e Miriam Selma Miguel, com 13 tiros.

O principal suspeito é Paulo Cupertino Matias, pai da namorada do ator.

O suspeito permaneceu foragido por quase três anos, sendo capturado em 2022. Após sua prisão, ele foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto por uso de documento falso.

Atualmente, ele permanece detido, em virtude de um mandado de prisão preventiva pelos assassinatos de Rafael e seus pais.

Paulo Cupertino é réu pelo crime, acusado de triplo homicídio qualificado, por motivo fútil e por ter agido de forma que impossibilitou a defesa das vítimas.

Até o momento, ele se declarou inocente.

O julgamento de Paulo Cupertino acontecerá no dia 10 de outubro, às 13h, quando ele irá a júri popular.

Podemos sonhar? Variety aposta na VITÓRIA ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar

A revista internacional Variety divulgou recentemente suas previsões para os vencedores do Oscar 2025.

Entre os principais destaques, a publicação apostou na vitória deAinda Estou Aqui, longa brasileiro, na categoria de Melhor Filme Internacional. Vale lembrar que o filme disputa em três categorias.

A revista acredita que o longa brasileiro vai desbancar o favorito na categoria, ‘Emília Pérez’, além dos concorrentes ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.

No entanto, Variety prevê que Fernanda Torres não levará o prêmio de Melhor Atriz, com Demi Moore, de ‘A Substância’, sendo a favorita para a estatueta. Também estão na disputa Cynthia Erivo, de ‘Wicked’, Karla Sofía Gascón, de ‘Emília Pérez’, e Mikey Madison, de ‘Anora’.

Por fim, a revista sugere que Ainda Estou Aqui pode ser derrotado na categoria de Melhor Filme, com ‘Um Completo Desconhecido’ levando a estatueta.

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 2 de março.

A premiação será transmitida ao vivo pela TV Globo, TNT na TV fechada e pelo Max via streaming.

Ainda Estou Aqui’ está em cartaz no cinema nacional.

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O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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