Em um evento para promover o lançamento de ‘Capitão América: Admirável Mundo‘, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) causou polêmica ao afirmar que herói da Marvel não deveria representar o termo “América”.
Após a repercussão dos comentários, o ator divulgou uma carta aberta explicando o que quis dizer:
“Deixe-me esclarecer isso aqui, sou um americano orgulhoso e poder assumir o escudo de um herói como o Capitão América é a honra de uma vida. Tenho o maior respeito por aqueles que servem e serviram nosso país. O Cap tem características universais com as quais as pessoas em todo o mundo podem se identificar”.
POLÊMICA!
“Para mim, o Capitão América representa muitas coisas diferentes e não acho que o termo ‘América’ deva ser uma dessas representações.” – afirma Anthony Mackiepic.twitter.com/YHs7LwmmJf
Anthony Mackie esclareceu seu comentário de que o Capitão América não representa a América:
“Deixe-me esclarecer isso, sou um americano orgulhoso e assumir o escudo de um herói como CAP é a honra de uma vida. Tenho o maior respeito por aqueles que servem e serviram nosso país.” pic.twitter.com/FxR5T5dDaq
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de fevereiro.
Relembre o trailer:
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
A trama vai a fundo no mundo da beleza e dos procedimentos estéticos. A trama é liderada pela busca passional por justiça de Sofia que, ainda criança, viu a mãe ser presa por um crime que não cometeu. Ela é acolhida pela família Paixão que, assim como ela, demanda compensação pela filha, vítima de uma cirurgia plástica falha. Em qual ponto a justiça e a vingança se confundem?
Na trama, depois de se reunir com Gwen Stacy, Homem-Aranha é jogado no multiverso. Lá, o super-herói aracnídeo encontra uma numerosa equipe encarregada de proteger sua própria existência.
Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa arrecadou sólidos US$ 690.8 milhões nas bilheterias mundiais.
Kemp Powers e Justin K. Thompson são responsáveis pela direção.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
Após ter recebido três indicações ao Oscar 2025 – incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz para Fernanda Torres –, o aclamado drama brasileiro ‘Ainda Estou Aqui‘ registrou um grande salto nas bilheterias norte-americanas.
De acordo com o Collider, o longa alcançou a segunda melhor média por sala de cinema de qualquer filme atualmente em exibição no país, superando títulos em alta como ‘Mufasa: O Rei Leão‘ e ‘Ameaça no Ar‘.
A produção nacional ainda arrecadou US$ 229 mil no último final de semana nos EUA – o que representa um aumento de 102% na arrecadação em comparação ao final de semana anterior.
Ao total, o longa já arrecadou quase meio milhão após 10 dias em cartaz.
Aclamado pelos críticos e espectadores, ‘Ainda Estou Aqui‘ alcançou 96% e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.
Sucesso nos cinemas, o longa já soma quase R$ 90 milhões mundialmente.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O ator Josh Gad, que dá voz ao Olaf em ‘Frozen’, revelou que durante as gravações da sequência foi necessário alterar a cena da morte do personagem, pois ela estava sendo muito traumática para as crianças.
“Jenn e eu começamos a gravar o diálogo e eu não consegui terminar sem chorar. Aqueles primeiros takes foram brutais, e eu lembro de sentir que estávamos fazendo algo que teria um impacto muito forte”, explicou, segundo o Screen Rant.
“Perguntei à Jenn como tinha sido a primeira exibição teste. Jenn é muitas coisas incríveis, mas uma boa mentirosa não é uma delas. Ela fez uma cara de coragem e disse: ‘Os adultos amaram, mas as crianças ficaram muito confusas e muito, muito tristes.’ Eu sabia que ainda tínhamos um longo caminho pela frente”, completou.
O ator não entrou em detalhes sobre como seria originalmente a morte de Olaf, mas provavelmente ela seria permanente, ao contrário da versão final do filme, em que o personagem retorna no final.
A Disney confirmou que ‘Frozen 3‘ chegará aos cinemas em 24 de novembro de 2027, oito anos após a estreia do último filme, lançado em 2019.
Para quem não se lembra, o primeiro da franquia foi lançado há dez anos, em 2014.
Juntos, os filmes fizeram US$ 2,7 bilhões.
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a aguardada sequência.
Enquanto isso, vale lembrar que o estúdio já revelou o logo oficial do novo capítulo e sua primeira arte conceitual – que marca o retorno de Elsa, Anna e Olaf.
“‘Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”
Em uma recente entrevista ao The Tonight Show, Sylvester Stallone revelou quem ele gostaria de ver no papel de próximo Rambo, caso a franquia seja retomada nos cinemas. O astro mencionou que está pronto para “passar o manto” para Ryan Gosling, indicado ao Oscar por La La Land e Barbie.
Stallone contou que conheceu Gosling durante um jantar, onde o ator revelou sua grande admiração por Rambo.
“Ele disse: ‘Eu era fascinado por Rambo e costumava ir à escola vestido como ele. As pessoas me mandavam embora, mas eu não parava. Eu até tirava férias como Rambo’. Ele sempre falava que tinha uma conexão com o personagem”, revelou Stallone.
O ator continua: “e eu pensei: ‘sabe, isso é interessante. Se eu um dia passar o manto, passarei para ele, porque ele ama o personagem'”.
Durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Toronto, Stallone confirmou que não retornará ao papel de John Rambo, encerrando uma era de cinco filmes de ação icônicos.
Ele expressou sua decisão de maneira clara: “Rambo, posso dizer que chegou a hora de deixá-lo ir. Ele fez muita coisa, mesmo querendo fazer outra. O que seria a próxima luta? Contra a artrite?”, declarou ao JoBlo.
Apesar dessas declarações, parece que ainda existe uma possibilidade para um sexto filme.
Os produtores Kevin King-Templeton e Les Weldon afirmaram que a decisão de continuar a franquia dependerá da demanda do público.
Em entrevista ao Coming Soon, Kevin King-Templeton declarou:
“Há várias franquias diferentes em que estamos envolvidos e pensando no futuro. Com Rambo, novamente, é apenas uma questão de se houver uma demanda do público. Desse jeito, poderíamos mergulhar nisso. É por isso que Os Mercenários está acontecendo novamente.”
Les Weldon acrescentou: “Às vezes, Kevin e eu dizemos: ‘Bem, não sei se haverá outro’. E aí vem a demanda, e as pessoas estão perguntando, perguntando e perguntando. Os compradores estão perguntando, e foi esse caso aqui. É algo que levamos muito a sério, você sabe, para que fizéssemos certo. E sim. E entregar algo que as pessoas queriam.”
Anthony Mackie causou POLÊMICA ao dar uma entrevista sobre ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.
Falando sobre o filme, Mackie revelou que o Capitão América não representa exatamente a “América” dos dias de hoje.
“Para mim, o Capitão América representa muitas coisas diferentes, e não acho que o termo ‘América’ deva ser uma dessas representações. É sobre um homem que mantém sua palavra, que tem honra, dignidade e integridade”, disse Anthony Mackie.
POLÊMICA!
“Para mim, o Capitão América representa muitas coisas diferentes e não acho que o termo ‘América’ deva ser uma dessas representações.” – afirma Anthony Mackiepic.twitter.com/YHs7LwmmJf
Segundo o The Hollywood Reporter, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ deve atingir bons números de bilheteria, especialmente no feriado prolongado de Valentine’s Day e Dia dos Presidentes, que acontece em fevereiro de 2025.
As previsões iniciais indicam que o longa pode estrear com uma arrecadação superior a US$ 90 milhões nos Estados Unidos, posicionando-se entre os lançamentos mais fortes da história para esse período.
Essa mesma janela de estreia já foi palco de sucessos como o primeiro ‘Deadpool’ e ‘Pantera Negra‘, ambos gigantes nas bilheterias.
Para alcançar o sucesso esperado, a Marvel Studios aposta em um retorno às suas origens com ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, entregando uma trama focada na ação política, um elemento que foi amplamente explorado em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’, um dos maiores sucessos do estúdio.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ terá uma hora e cinquenta e oito minutos de duração, o que o torna o filme mais curto do herói no UCM.
O longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro e 2025.
Relembre o trailer:
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Em uma recente entrevista ao podcast Andy Cohen Live (via Deadline), a lendária atriz Patti LuPone revelou o que os fãs podem esperar da 2ª temporada da adorada série de comédia ‘Palm Royale’.
Durante a conversa, LuPone revelou que irá aparecer em três episódios do novo ciclo – e que terá um arco próprio em vez de integrar uma trama já existente.
“Eu acabei de rodar três episódios de ‘Palm Royale’. […] Estou em minha própria história”, ela disse.
Mais detalhes não foram revelados.
Lembrando que a temporada de estreia completa já está disponível no catálogo da Apple TV+.
A série de comédia ‘Palm Royale’, estrelada por Kristen Wiig e Laura Dern, fez um grande sucesso ao chegar ao catálogo da Apple TV+.
‘Palm Royale’ é uma verdadeira história de Maxine Simmons (Wiig), uma mulher que se esforça para entrar na alta sociedade de Palm Beach. Enquanto Maxine tenta cruzar a linha impermeável entre os que têm e os que não têm, a série faz a mesma pergunta que ainda nos confunde hoje: “quanto de você está disposto a sacrificar para conseguir o que outra pessoa tem?”. Ambientado durante o explosivo ano de 1969, ‘Palm Royale’ é uma prova de que todos os forasteiros lutam por sua chance de realmente pertencer a algum lugar.
Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirige os episódios.
O Festival de Sundance aconteceu recentemente e, embora seja um evento importante para o cinema independente, este ano o festival se mostrou mais tímido e com pouca repercussão.
Segundo a Variety, apesar do retorno de Donald Trump à presidência dos EUA, não houve manifestações contra o atual presidente. Os publicitários pediram aos jornalistas para evitarem perguntas sobre questões políticas, e as celebridades preferiram não se posicionar, deixando seus filmes falarem por si mesmas.
Para efeito de comparação, em 2017, durante a posse de Trump, a apresentadora Chelsea Handler liderou uma Marcha das Mulheres que reuniu 8.000 pessoas, incluindo Kristen Stewart e o fundador da Netflix, Reed Hastings, enquanto artistas como Mary J. Blige fizeram duras críticas ao presidente recém-empossado nas estreias de seus filmes.
Além disso, o festival deste ano teve poucos acordos de distribuição fechados.
Tradicionalmente, Sundance é uma plataforma onde várias produções independentes são adquiridas por grandes estúdios, mas, em 2025, o evento viu um número bem reduzido de contratos fechados.
Isso se deve, em grande parte, ao esfriamento do mercado e à queda nas vendas de ingressos, que fizeram os grandes estúdios ficarem mais cautelosos ao apostar em filmes que podem não agradar ao público em geral.
Empresas como Apple, Amazon e Netflix, que anteriormente impulsionavam o evento, se mostraram mais reservadas este ano.
Como resultado, nos primeiros cinco dias de festival, nenhum filme foi vendido, algo inédito até então. Isso aconteceu mesmo com muitos desses filmes contando com talentos como Benedict Cumberbatch (‘The Thing With Feathers’),Olivia Colman (‘Jimpa’) e Dev Patel (‘Rabbit Trap’).
Em um evento recente para promover o lançamento de ‘Capitão América: Admirável Mundo‘, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) causou polêmica ao afirmar que herói da Marvel não deveria representar o termo “América”.
Muitos fãs se sentiram ofendidos, mas o ator disse que seu comentário foi tirado de contexto, explicando o sentido por trás de sua declaração.
“O Capitão América representa muitas coisas diferentes, e eu não acho que o termo ‘América’ deveria ser uma dessas representações. É sobre um homem que mantém sua palavra, que tem honra, dignidade e integridade. Alguém confiável.”
Após seu comentário ter recebido de forma negativa, o ator esclareceu sua declaração: “Deixe-me ser claro sobre isso. Tenho orgulho de ser americano, e assumir o escudo de um herói como o Capitão é a honra de uma vida. Tenho muito respeito por todos que serviram e ainda servem nosso país. Eu só quis dizer que o Capitão tem características universais que todas as pessoas do mundo podem se identificar.”
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de fevereiro.
Relembre o trailer:
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
O longa, que mostrará Michael B. Jordan caçando vampiros, promete entregar muita ação e conflitos intensos contra as criaturas.
Em Pecadores,Michael B. Jordan interpreta dois irmãos gêmeos que precisam lidar com os vampiros após retornarem à sua cidade natal.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de abril.
Dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
No longa, Michael B. Jordan interpreta irmãos gêmeos caçando vampiros após retornarem à sua cidade natal, em uma produção que promete entregar muita ação e conflitos intensos contra as criaturas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de abril.
Dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ é a próxima série derivada do universo ‘Game of Thrones’ – e, ao que tudo indica, a produção irá agradar bastante aos fãs.
Através de seu blog oficial, George R.R. Martin, criador do incrível panteão fantástico, revelou que a adaptação televisiva “finalizou as gravações da primeira temporada meses atrás e logo entrou em pós-produção”.
“Já assisti a todos os seis episódios (os últimos dois em cortes brutos, obviamente), e eu amei”, ele escreveu. “Dunk e Egg sempre foram alguns dos meus favoritos, e os atores que encontramos para interpretá-los são simplesmente incríveis”.
Martin continua: “o restante do elenco está igualmente incrível. Esperem até vocês conhecerem Laughing Storm. E Tanselle Too-Tall”.
A série está prevista para estrear este ano, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão’, que deve voltar em 2026.
“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”
Segundo a Variety, Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.
Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings e Sam Spruell também fazem parte do elenco.
Sarah Adina Smith e Owen Harris dirigem os seis episódios da atração.
Na comédia ‘Mythic Quest’, acompanhamos a rotina de trabalho de uma equipe de desenvolvedores de videogames. A série retrata o jogo virtual fictício chamado Mythic Quest, um MMORPG muito popular criado por Ian Grimm. Ian e a equipe estão prestes a lançar uma expansão do jogo, intitulada Raven’s Banquet. Contudo, essa nova modalidade pode não ser bem vista pelos fãs do jogo e potencialmente irá influenciar o mundo de Mythic Quest por inteiro. Em especial Poppy Li, a principal engenheira da empresa, tem muitas críticas sobre a nova expansão e vive em conflito com Ian, diretor criativo do projeto. Além de Poppy, a parte comercial liderada por Brad Bakshi e o escritor C.W. Longbottom, também possuem uma visão própria de como tocar os negócios. Apesar das diferenças, juntos eles enfrentam os desafios de administrar o jogo mais popular da internet.
Através das redes sociais, a lendária rainha do popMadonna fez críticas severas ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump em virtude de sua agenda anti-LGBTQIA+.
A administração de Trump se apossou da Casa Branca nesta última semana e, em poucos dias, já marginalizou diversos grupos sociais que lutaram décadas para conseguirem seus direitos.
Madonna, conhecida por sua constante luta a favor da comunidade queer e feminina, utilizou suas plataformas para prestar apoio aos LGBTQIA+ em meio à incerteza de suas liberdades.
“É triste ver nosso novo governo lentamente desmantelar todas as liberdades pelas quais lutamos e ganhamos através dos anos. Não desistam de lutar!”, ela escreveu em sua conta oficial no X (antigo Twitter).
It’s so sad to watch our new Government slowly dismantling all the Freedoms we have been fighting for and WON over the years. ️
Don’t give up the Fight! pic.twitter.com/6FiziYa2zM
A mensagem da cantora, compositora e filantropa emerge pouco depois de Trump assinar uma ordem executiva intitulada “Priorizando a Excelência Militar e a Prontidão”, que restringe pessoas transsexuais a prestarem serviço militar. A ordem reinstaura a política adotada no primeiro mandato do presidente, que foi rescindida em 2021 por Joe Biden – permitindo que pessoas trans fossem admitidas no exército estadunidense e realizassem seu serviço abertamente.
Em sua primeira semana como presidente, Trump também reverteu inúmeras iniciativas de diversidade, equidade, inclusão e acessibilidade, que garantiam a grupos marginalizados oportunidades de maior acesso aos serviços sociais e afins. Além disso, o presidente e sua comitiva deram início a deportações em massa de imigrantes latinos e sem documentação legal.
A icônica Rihanna é uma das artistas mais populares e conhecidas de todos os tempos e é dona de sucessos atemporais. E, no dia de hoje, 28 de janeiro, celebramos o aniversário de nove anos do que apenas podemos considerar sua melhor incursão no cenário fonográfico: o álbum ‘ANTI’.
Lançado em 2016, o compilado de originais promoveu uma grande mudança na imagem artística de Rihanna, afastando-a do pop e permitindo que ela mergulhasse em explorações do dancehall, do hip hop, do soul e até mesmo do synth-rock.
Aclamado pela crítica especializada, a obra contra com diversos hits, como “Love On The Brain” e “Work”, além de ter vendido mais de 11 milhões de cópias ao redor do mundo, passado mais de 300 semanas na Billboard 200 (tornando-a a primeira mulher negra a conquistar tal feito) e garantido inúmeros prêmios à cantora e compositora.
Para celebrar o aniversário do álbum, elencamos suas sete melhores músicas.
Veja abaixo as nossas escolhas:
7. KISS IT BETTER
Considerada por vários fãs e críticos como uma das melhores entradas não só do álbum, mas da carreira de Rihanna, ‘Kiss It Better’ nos arremessa de volta para os anos 1980 e arranca vocais poderosos da performer. A faixa conquistou uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B e ainda traz elementos do pop e do synth-rock para o deleite dos ouvintes. A ótima narrativa discorre sobre um relacionamento destrutivo que, ironicamente, chama a atenção da cantora.
6. SAME OL’ MISTAKES
“Same Ol’ Mistakes” é uma canção que, de fato, merecia ter sido lançada como single promocional, principalmente por seu caráter saudosista e bastante sensual. A presença de sintetizadores logo no começo da faixa nos lembra das incursões noventistas de Madonna (principalmente da era ‘Erotica’) e volta a falar de temas românticos em que Rihanna não consegue conciliar-se a si própria por estar apaixonada e envolvida em um relacionamento que tem tudo para dar errado, mas que ainda assim é apelativo.
5. DESPERADO
“Desperado” pode não ser uma faixa tão relembrada quanto as outras de ‘ANTI’, ainda que tenha sido lançada como single, mas certamente não ficaria de fora da nossa lista. Com composição e produção de Mick Schultz, a faixa mistura trap e country em uma saborosa narrativa que coloca Rihanna em um dilema sobre persistir mais um amor ou seguir em frente – não importa o que aconteça.
4. NEEDED ME
Em seu 8º álbum de estúdio, ‘ANTI’, Rihanna resolveu retornar para o passado com maestria invejável – e “Needed Me” é um dos vários ápices da produção. Com versos escritos com exímia paixão pela arte musical, a faixa é uma ode ao electro-R&B e mergulha em um experimentalismo que a acompanharia ao longo da obra. Além disso, temos elementos de um modernizado dubstep que enfeitam a produção de DJ Mustard.
3. HIGHER
Se você nunca ouviu “Higher”, não tem ideia do que está perdendo. O único defeito de uma das músicas mais ovacionadas da carreira de Rihanna, presente no álbum ‘ANTI’, é sua curta duração: a amálgama artística na canção beira o divino, seja pelos explosivos e dramáticos vocais da cantora, seja pela propositalmente anacrônica produção que une blues, jazz, R&B e um pouco de electro-trap, canalizadas para uma potente e espetacular balada.
2. WORK, feat. Drake
Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, Rihanna e Drake são vida a uma celebração dancehall, reggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.
1. LOVE ON THE BRAIN
Nenhuma outra faixa poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de “Love on the Brain”. Apesar de não ter vindo acompanhado de um videoclipe oficial, a canção representa o auge das pulsões criativas de Rihanna – já com dominação total de sua imagética sonora e do que gostaria de trazer a seus fãs (algo interessante, considerando que seu ápice veio com o último álbum que lançou).
Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permite que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.
Em entrevista ao podcast Sibling Rivalry, Sam Asghari quebrou o silêncio sobre sua relação com a popstar Britney Spears quase dois anos depois de terem se separado.
O modelo abriu o jogo sobre a tutela que a cantora permaneceu por 13 anos, sem poder ter autonomia sobre seu dinheiro ou vida. Ele confessou que foi “muito difícil entender” a situação, e explicou como uma pessoa nesta posição pode ficar vulnerável de ser explorada pelas pessoas de seu próprio círculo interno.
“Um dia eu comecei a aprender sobre o que era a tutela, e eu fiquei tipo: ‘Espera um minuto. Pensei que estávamos na América. Como assim uma pessoa adulta precisa permissão de seus pais?’. […] Eles tiram vantagem porque pensam que você deve algo a eles, o que é simplesmente ridículo.”
Ele completa, “Seus pais e as pessoas ao seu redor, e tudo o que acontece, e todos que entram em sua vida e se aproveitam — isso te prejudica porque essas são as pessoas mais próximas de você. Normalmente, as pessoas que estão ao seu redor, as pessoas que você permite em seu círculo, você meio que fica vulnerável a elas.”
Asghari ainda afirmou que não tem arrependimentos, e que “sempre será grato e feliz” pelo seu tempo ao lado da cantora.
Vale lembrar que Asghari e Spears começaram a namorar em 2008. Eles se casaram seis meses após o fim da tutela, em junho de 2022, cercados por familiares e celebridades como Drew Barrymore, Madonna, Paris Hilton e Selena Gomez.
No entanto, quatorze meses depois, o casal se separou oficialmente devido a “diferenças irreconciliáveis”. Em maio de 2024, eles finalizaram os termos do divórcio.