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‘O Máskara’: Cameron Diaz revela que REPRISARIA o papel em possível sequência

Cameron Diaz, estrela de Hollywood, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel como Tina Carlyle emO Máskara, clássico de 1994, no qual contracenou ao lado de Jim Carrey.

De acordo com o ComicBookMovie, Diaz revelou que estaria disposta a voltar para uma sequência.

“Se o Jim estiver a bordo, quero dizer, eu estive seguindo a carona dele desde o primeiro dia”, afirmou.

Vale lembrar que Carrey também demonstrou interesse em vestir novamente a icônica máscara verde para uma sequência.

“Ah, meu Deus, sabe, tem que ser a ideia certa. Se alguém tiver a ideia certa, acho que… Não é realmente sobre o dinheiro. Eu brinco sobre o dinheiro… Mas eu nunca sei. Não dá para ser definitivo sobre essas coisas”, disse o ator.

“Eu disse que gostaria de me aposentar, mas acho que estava falando mais sobre descansar um pouco”, continuou o astro. “Porque assim que uma boa ideia aparece ou um grupo de pessoas com quem você realmente gostou de trabalhar, as coisas tendem a mudar”.

O Máskara’ está disponível no Max.

A sinopse do filme é a seguinte: “A vida do tímido e socialmente desajeitado bancário Stanley Ipkiss muda completamente quando ele encontra no mar uma máscara que possui o espírito do deus escandinavo Loki. Sempre que usa a máscara, Stanley ganha superpoderes e se transforma em um cara cheio de charme e confiança, chamando a atenção da linda cantora Tina”.

O longa é estrelado por Jim Carrey, Cameron Diaz, Peter Greene, Peter Riegert e Amy Yasbeck.

Adrien Brody revela que foi cotado para interpretar o CORINGA em ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’

‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’, dirigido por Christopher Nolan, foi um marco no cinema, especialmente pelo desempenho icônico de Heath Ledger como o Coringa. No entanto, o papel quase foi para outra pessoa: Adrien Brody.

De acordo com o ComicBookMovie, o ator de ‘O Brutalista’ revelou que chegou a se encontrar com Christopher Nolan para discutir o papel.

“Ah não, eu não estava perto. Era um papel para o qual eu me senti muito apto”, disse Brody. “Heath fez um trabalho tão notável nesse filme. Foi indelével. Um trabalho tão belo. Qualquer ator com um certo grau de ousadia gostaria de mergulhar em um personagem como aquele, especialmente com um cineasta como Christopher Nolan, que trouxe uma visão tão profunda”.

“Ninguém estava fazendo algo assim na época. Não havia nada parecido”, continuou ele. “O trabalho de Nolan e o que ele proporcionou aos atores foi uma revelação. Foi de tirar o fôlego ver. Aquilo teria sido um papel dos sonhos e tenho certeza de que foi para o Heath”.

Quando questionado sobre a possibilidade de aceitar outro papel de quadrinhos, Brody não descartou a ideia.

“Como eu disse, se me fosse apresentada a oportunidade de interpretar um personagem interessante com um cineasta que me elevasse e me desse espaço para fazer algo completamente diferente nesse universo, pareceria incrível”, explicou o ator. “Você tem essa maravilhosa máquina [com a Marvel]. Eles dominam todas as técnicas e ferramentas para apoiar esses filmes, e fizeram algo que eu considero enorme”.

“As pessoas amam esses filmes. Quem não gostaria de fazer parte de algo tão querido? Mas seria preciso ter um tom com o qual eu me identificasse. Não seria só por… sabe”, explicou.

Em 2005, Batman Begins arrecadou impressionantes US$ 373,7 milhões e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Fotografia. Em seguida, ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ chegou aos cinemas em 2008, superando a marca de US$ 1,006 bilhão em bilheteiras e recebendo oito indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Heath Ledger (1979-2008), que, de forma póstuma, levou para casa a estatueta. O último filme da trilogia, ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012), foi o mais lucrativo, arrecadando US$ 1,085 bilhão.

A trilogia está disponível no Max.

‘X-Men ’97’: Beau DeMayo afirma que Tempestade quase Foi reformulada para soar mais “africana”‘

beau demayo
beau demayo

Beau DeMayo, showrunner e roteirista principal deX-Men ’97’, revelou recentemente que a personagem Tempestade quase foi reformulada.

Segundo o ComicBookMovie, DeMayo contou que os executivos da Marvel inicialmente decidiram que precisavam a personagem soasse mais “africana”.

“Vou dizer isso: eles queriam reformular a Tempestade para X-Men ’97. Foi estranho ouvir uma mesa de executivos brancos da Marvel dizerem a mim e a outros membros negros da equipe que estávamos errados, porque ela não soava ‘africana o suficiente’ – o que quer que isso signifique”, afirmou DeMayo.

“Fomos com a escolha deles, mas então perceberam que estávamos certos e forçaram a equipe a refazer metade da temporada com a Tempestade original. Você preguiçosamente deixou isso claro no documentário Making Of X-Men ’97. Eu a adoro, mas não foi o ajuste que precisávamos”, acrescentou.

Em outra postagem, ele abordou novamente o assunto.

“Nós tentamos. Mas, novamente, foi dito que ela não estava ‘soando africana o suficiente’. Ainda não sei o que isso significa”, afirmou DeMayo.

“Depois, ter que sentar lá enquanto a Marvel recebe os primeiros seis episódios e diz ‘algo está faltando’… E então, eles chamam o mesmo cara negro que eles ignoraram para limpar a bagunça deles”, afirmou, sobre o processo de mudança.

Lembrando que DeMayo foi demitido por má conduta sexual; no entanto, segundo a versão de DeMayo, essas alegações – e sua demissão – foram uma retaliação por ele ter denunciado práticas racistas e antiéticas.

Lembrando que a 1ª temporada da animação já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

‘Pantera Negra 3’: Damson Idris NEGA boato de que teria recusado papel

“SNOWFALL” -- Season 5, Episode 1 -- Pictured: Damson Idris as Franklin Saint. CR: Ray Mickshaw/FX

A produção de Pantera Negra 3’ segue em andamento, e o estúdio continua em busca do ator que assumirá o manto do herói. No entanto, surgiram boatos de que Damson Idris (‘Snowfall’), a estrela britânica em ascensão, teria recusado o papel.

Segundo o ComicBookMovie, o ator usou suas redes sociais para desmentir os rumores.

De forma bem-humorada, ele escreveu: “Sim, senhor. Recusei o 007, um filme como co-protagonista com Daniel Day-Lewis e também uma biografia do Eddie Murphy.”

Vale lembrar que o terceiro filme da franquia já está em desenvolvimento, com Ryan Coogler atado ao projeto.

Pantera NegraPantera Negra: Wakanda para Sempre estão disponíveis no catálogo do Disney+.

5ª temporada de ‘The Boys’ está sendo ESCRITA durante as gravações

the boys season 4

A última temporada deThe Boys tem a missão de encerrar com chave de ouro a série de extremo sucesso da Amazon.

Em uma entrevista à Forbes, o criador Eric Kripke revelou alguns detalhes sobre a produção, contando que o roteiro do último ciclo ainda não está finalizado.

A temporada final já está sendo gravada, no entanto, a equipe ainda está escrevendo – e reescrevendo – a trama, às vezes até mesmo no dia em que certas cenas são filmadas.

“Nem tudo está escrito. Metade está escrita. Quero dizer, olha, as coisas se ajustam o tempo todo. Isso aconteceu na primeira temporada, quando o movimento ‘Me Too’ surgiu no meio da temporada e tivemos que voltar e repensar muita coisa. Então, estamos meio que acostumados com esse movimento orgânico dos roteiros, sempre se transformando um pouco, com base no que está acontecendo no mundo. Isso realmente não nos assusta. Isso é bem comum. Você está sempre reescrevendo essas coisas até o dia antes das filmagens, e às vezes, no próprio dia das filmagens. Então, estamos acostumados a mudar as coisas conforme o mundo muda – mas sim, nós definitivamente ajustamos os roteiros conforme novos eventos surgem”, disse Eric Kripke.

Algumas novas fotos do set da quinta e última temporada de ‘The Boys foram compartilhadas online, revelando uma primeira visão de novos Super que se juntarão ao conflito na série.

No final da temporada 4 de The Boys‘, o Capitão Pátria deu um grande passo em direção a assumir o controle total dos Estados Unidos, removendo todos os obstáculos políticos e capturando seus inimigos, incluindo Leitinho, Francês, Kimiko e Hughie.

Era esperado que o plano do Capitão Pátria envolvesse internar aqueles que se opusessem a ele em campos de concentração, e agora temos a confirmação de que os “Campos da Liberdade” serão, de fato, usados para esse fim.

Apesar dos campos terem sido mostrados há algum tempo, novas fotos do set agora dão mais detalhes, confirmando a teoria e também revelando um vislumbre de um novo time de Super-Heróis: o Teenage Kix.

Esse grupo é uma paródia dos Jovens Vingadores (Marvel) e dos Jovens Titãs (DC).

Confira:

Antes de ‘The Boys‘ se tornar um fenômeno de sucesso na Prime Video, com sua adaptação de quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, o projeto quase foi levado para o cinema, nas mãos do diretor Adam McKay, conhecido por filmes como ‘A Grande Aposta‘ e ‘Não Olhe Para Cima‘.

McKay, que já estava estabelecido como um cineasta de grande visão, chegou a escrever um roteiro completo para o que seria o primeiro filme de uma possível trilogia baseada nas HQs. Este projeto surgiu em 2008, um período em que os filmes de super-heróis ainda não eram o grande fenômeno de bilheteiras que se tornaram nos anos seguintes.

No entanto, apesar de seu entusiasmo e do roteiro desenvolvido, McKay não conseguiu convencer os executivos de um estúdio a abraçar a proposta.

A informação foi revelada por Darick Robertson, um dos criadores dos quadrinhos, em uma entrevista para a Rolling Stone. Robertson comentou sobre o projeto não concretizado e explicou:

“Eu não mudaria o formato como os quadrinhos foram adaptados para o live-action, porque acredito que a série como ela é está incrível. Mas Adam estava realmente pensando em algo interessante. Ele trouxe essa ideia por volta de 2008, dez anos antes da série começar a ser planejada. O problema é que, na época, a indústria cinematográfica não estava pronta para algo como The Boys.”

A adaptação de ‘The Boys‘ para a televisão, que começou a ser planejada anos depois, acabou sendo um enorme sucesso, com a série conquistando uma base de fãs apaixonada ao longo de suas temporadas. Porém, recentemente, os fãs começaram a especular sobre o fim da série, que será alcançado com a 5ª temporada. Em uma entrevista para a Entertainment Weekly, o showrunner Eric Kripke esclareceu que a decisão de encerrar a série nesta temporada estava em seus planos desde o início.

Ele brincou, dizendo que “5 é um número mágico para roteiristas”, assim como o número três, e explicou:

“Para roteiristas, três e cinco são os números mágicos. Três é o número de atos de um filme, cinco é o número de atos de uma série de TV. Além disso, piadas têm um ritmo de três a cinco. E cinco parece um número redondo. Sentimos que seria o suficiente para contar a história de forma completa, sem esticar a trama até o ponto de desgastar o público.”

Kripke também ressaltou que sua intenção sempre foi a de manter a série focada e sem prolongá-la além do necessário.

“Quando comecei a trabalhar na adaptação dos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, meu plano sempre foi que a série teria um arco claro e definido. A quarta temporada, por exemplo, foi escrita de maneira a dar a sensação de que estávamos realmente caminhando para o final da história”, disse Kripke.

Ele explicou ainda que sempre quis que a 4ª temporada deixasse os fãs com a impressão de que o fim estava próximo, de modo que a conclusão da série na 5ª temporada não fosse uma surpresa, mas sim uma expectativa natural para o público.

“Ninguém vai assistir à 4ª temporada e não pensar: ‘A série vai acabar na próxima, certo?’. Então decidimos fazer um anúncio para que as pessoas assistam com a sensação épica de estarem acompanhando a jornada para o grandioso desfecho, que é exatamente o que esperamos que seja.”

Com a série prestes a encerrar sua trajetória, a expectativa é que The Boys ofereça um desfecho digno de seu impacto cultural, mantendo o tom irreverente e a crítica afiada que a tornou uma das produções mais comentadas dos últimos anos.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Marvel Studios quer Cynthia Erivo como TEMPESTADE, afirma insider

A Marvel Studios pode estar dando um grande passo no tão aguardado reboot de ‘X-Men’, que colocará a equipe no UCM.

De acordo com o ComicBookMovie, informações recentes indicam que o estúdio está de olho em Cynthia Erivo, estrela de ‘Wicked’, para interpretar Tempestade, uma das mutantes mais icônicas dos quadrinhos e do cinema.

Rumores começaram a circular na semana passada sobre uma possível reunião entre Erivo e executivos da Marvel para discutir o papel de Ororo Munroe, e fontes confiáveis agora reforçam que o interesse é real.

Segundo o jornalista Jeff Sneider, há movimentações dentro do estúdio para escolher a atriz como Tempestade, papel que tem grande potencial para ser um destaque no novo universo dos X-Men.

Vale lembrar que Cynthia Erivo já revelou o desejo de interpretar a icônica personagem no reboot.

Erivo, conhecida por sua habilidade de interpretar personagens complexos e multifacetados, falou sobre sua visão para o papel de Tempestade em uma entrevista ao National Board of Review. Para ela, a personagem, que tem uma das histórias mais ricas e envolventes no universo dos quadrinhos, ainda não foi explorada em toda a sua profundidade. “Nós não descobrimos o quão grandiosa ela é e toda aquela turbulência interna que ela tem,” afirmou, destacando que a personagem de Tempestade oferece uma enorme gama de emoções e potenciais dramáticos que, em sua visão, ainda não foram totalmente aproveitados nas adaptações anteriores.

A fala de Erivo revela não apenas o seu entusiasmo para integrar o MCU, mas também sua compreensão da complexidade emocional que poderia trazer para a personagem de Tempestade, que, além de ser uma das líderes dos X-Men, possui uma história marcada por desafios pessoais, perdas e uma luta constante para equilibrar sua imensa força com sua humanidade. A atriz deixou claro que, para ela, a oportunidade de interpretar uma heroína tão poderosa e ao mesmo tempo tão vulnerável seria um papel que ela adoraria explorar, caso tenha a chance de fazer parte desse novo capítulo para os X-Men dentro do Universo Marvel.

Campeões de ‘Ilhados com a Sogra’ terminam casamento

Ilhados com a Sogra
Ilhados com a Sogra

Camila Kashiura e Miguel Filpi, vencedores da segunda temporada deIlhados com a Sogra, anunciaram recentemente o fim do casamento. Miguel conquistou o prêmio ao lado de Celina, mãe de Camila.

Em uma publicação nas redes sociais, Camila revelou que o término aconteceu em novembro do ano passado e, embora tenham tentado reatar, a reconciliação não deu certo.

“Não, eu e o Miguel não estamos mais juntos. O programa foi gravado mais ou menos um ano atrás. Em um ano, gente, acontece muita coisa na vida das pessoas, um ano muda muita coisa. Não é fácil, relacionamentos não são fáceis”, disse ela.

Camila ainda destacou que a relação foi sempre muito verdadeira e sincera. “Nada do que vocês viram sobre o nosso relacionamento foi mentira, foi tudo muito verdadeiro, tudo muito sincero. Teve e tem muito amor, muito carinho, muito respeito. Mas a vida é difícil, casamentos são difíceis”, afirmou.

Ela também falou sobre os desafios enfrentados pelos dois: “Nós temos o gênio um pouco forte, nós temos criações muito diferentes, personalidades muito diferentes, isso impacta muito”.

Miguel, por sua vez, compartilhou o vídeo de Camila em seus stories, comentando: “A Cá deixou tudo bem explicadinho no vídeo, não preciso acrescentar nada. Como ela disse: seguiremos nossos caminhos separados. Existe muito amor, carinho e respeito, e não houve nenhum ‘erro’ de nenhuma das partes. A vida aconteceu e nos atravessou”.

O trio, vencedor do prêmio de R$ 500 mil no programa, garantiu que o valor será dividido igualmente entre os três.

Ilhados com a Sogra está disponível na Netflix.

Confira:

No programa, familiares com problemas de relacionamento são desafiados a enfrentar dinâmicas de convivência e expor seus problemas interpessoais. Na primeira temporada, seis casais foram levados a uma praia isolada, acreditando que disputariam juntos um prêmio de R$ 500 mil.

No entanto, as sogras são os pilares dessas disputas, e os casais foram separados. Ao longo da temporada, genros e noras precisaram conviver com suas sogras e enfrentar seus problemas para ganhar a competição.

Para deixar tudo ainda mais divertido, os filhos de cada sogra acompanhavam tudo à distância, confinados em um bunker.

Fandango revela LINDO cartaz oficial de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’; Confira!

Nos últimos dias, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ trouxe diversas novidades interessantes, incluindo cenas inéditas e cartazes.

Acompanhando a onda, o Fandango, famoso site de venda de ingressos dos Estados Unidos, também revelou seu cartaz especial do novo filme da Marvel Studios.

Com uma bela arte, o cartaz exclusivo mostra Sam Wilson empunhando seu escudo, enquanto o reflexo do Hulk Vermelho pode ser visto ao fundo.

Confira:

Recentemente, filme também recebeu um teaser com cenas inéditas reveladas ao público.

No conteúdo divulgado, Sam Wilson, Thunderbolt Ross (interpretado por Harrison Ford) e o vilão vivido por Giancarlo Esposito são os grandes destaques.

Confira:

O filme terá uma hora e cinquenta e oito minutos de duração, o que o torna o filme mais curto do herói no UCM.

Capitão América: O Primeiro Vingador‘, estrelado por Chris Evans como Steve Rogers, era anteriormente o filme mais curto do herói, sendo menor que ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ e ‘Capitão América: Guerra Civil’. 

No longa, o personagem principal, interpretado por Anthony Mackie, poderá usufruir do Vibranium para se tornar mais poderoso, o que pode ser visto em novas imagens que exibem detalhes de seu traje.

Confira:

De acordo com o Deadline,Capitão América 4′, que já entrou no serviço de monitoramento Quorum, deve arrecadar entre US$ 86 milhões e US$ 95 milhões durante o fim de semana prolongado do Dia dos Namorados e do feriado de Presidents Day, que começa em 14 de fevereiro.

Essas estimativas levam em conta a mudança no elenco e o reinício da franquia. Este novo capítulo terá uma abordagem mais “pé no chão”, semelhante a ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, de 2014, que arrecadou US$ 95 milhões nos primeiros três dias, de 4 a 6 de abril.

No Quorum, ‘Capitão América 4′ é o filme mais aguardado do próximo mês, com 58% de reconhecimento, superando longas como Lobisomem.

O marketing do longa continua a todo vapor, enquanto os fãs recebem novas imagens e cenas conforme o lançamento oficial se aproxima.

Agora, uma imagem divulgada pelo USA Today mostra Sam Wilson, o novo Capitão América do UCM, em uma cela repleta de luzes vermelhas.

Confira:

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Superman’ ganha estande ESPECIAL na Bengaluru Comic Con; Confira!

Superman chega este ano como o primeiro filme do DCU sob a direção de James Gunn, gerando grandes expectativas entre os fãs.

Com o lançamento se aproximando, a DC Studios levou uma estande especial do filme diretamente para a Índia, na Bengaluru Comic Con.

O belo estande deSuperman está chamando a atenção dos fãs ao redor do mundo nas redes sociais.

Confira:

Vale lembrar que, segundo o The Hollywood Reporter, Milly Alcock vai estar no filme do ‘Superman‘. Ela interpreta a Supergirl do novo universo da DC.

Além disso, o ator David Corenswet foi supostamente visto em Londres, no Reino Unido, poucos dias antes do início das filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã.’

A informação foi compartilhada por uma página, porém não foram divulgadas fotos para comprovar a presença do ator em Londres.

Caso David Corenswet realmente esteja no Reino Unido, isso pode indicar que o astro aparecerá como Clark Kent/Superman no filme da Supergirl.

Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

Superman, o longa de James Gunn que marca o início do DCU, ganhou uma nova versão do trailer em IMAX, agora disponível online em qualidade 4K.

Entre as novas cenas, podemos ver Lex Luthor (Nicholas Hoult) e Sr. Incrível (Edi Gathegi), além de uma breve aparição do Homem de Aço (David Corenswet), enquanto ele luta para escapar do forte de Luthor.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Milly Alcock, a Supergirl, é confirmada em ‘Superman’

Atores com ilustrações de Supergirl e Superman ao fundo
supergirl e superman

Segundo o The Hollywood Reporter, Milly Alcock vai estar no filme do ‘Superman‘. Ela interpreta a Supergirl do novo universo da DC.

Além disso, o ator David Corenswet foi supostamente visto em Londres, no Reino Unido, poucos dias antes do início das filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã.’

A informação foi compartilhada por uma página, porém não foram divulgadas fotos para comprovar a presença do ator em Londres.

Caso David Corenswet realmente esteja no Reino Unido, isso pode indicar que o astro aparecerá como Clark Kent/Superman no filme da Supergirl.

Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

Superman, o longa de James Gunn que marca o início do DCU, ganhou uma nova versão do trailer em IMAX, agora disponível online em qualidade 4K.

Entre as novas cenas, podemos ver Lex Luthor (Nicholas Hoult) e Sr. Incrível (Edi Gathegi), além de uma breve aparição do Homem de Aço (David Corenswet), enquanto ele luta para escapar do forte de Luthor.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Cameron Diaz retornaria em ‘O Máskara 2’? Atriz responde!

Em entrevista ao Access Hollywood, Cameron Diaz (‘Professora Sem Classe’) comentou sobre a possibilidade de retornar para uma sequência do clássico ‘O Máskara‘ – seu primeiro papel nos cinemas.

A atriz, que estava distante das telas há mais de uma década, retornou recentemente à atuação em ‘De Volta à Ação‘.

“Se o Jim [Carrey] topar retornar [para uma sequência]… Quero dizer, eu tenho andado nessa onda desde o primeiro dia.”

Anteriormente, Jim Carrey havia revelado condição para retornar para uma sequência: “Ah, meu Deus, sabe, tem que ser a ideia certa. Se alguém tivesse a ideia certa, eu acho… Não é realmente sobre o dinheiro. Eu faço piada sobre o dinheiro… Mas nunca se sabe. Não dá para ser definitivo sobre essas coisas. Eu disse que gostaria de me aposentar, mas acho que estava falando mais sobre descansar. Porque assim que uma boa ideia surge, ou um grupo de pessoas com quem você realmente gostou de trabalhar, as coisas mudam”.

Lançado em 1994, O Máskara foi um grande sucesso de bilheteira, arrecadando US$ 351 milhões em todo o mundo, a partir de um orçamento modesto de US$ 23 milhões.

A trama acompanha Stanley Ipkiss, um homem bom e introvertido que trabalha em um banco, mas não tem sucesso no amor nem nas interações sociais. Quando encontra uma estranha máscara de Loki, um deus escandinavo, ele se transforma em O Máskara, um ser de rosto verde com coragem para fazer coisas ousadas e irreverentes que Stanley teme, incluindo flertar com Tina Carlyle, a sensual cantora do Coco Bongo, a discoteca mais badalada da cidade.

O Máskara’ está disponível no Max.

Relembre ‘Twin Peaks’ – Série que é a Maior Obra-Prima da carreira de David Lynch

Existem três formas de começar este texto. Primeiro, podemos apontar que a série Twin Peaks é uma das melhores e mais completas definições do termo obra cult na história do audiovisual, sem exageros. O que isso engloba é o seguinte: o programa fez sucesso pelo mundo, arrancando elogios da imprensa especializada, com grande parte do público tendo consciência de sua reputação, mesmo sem terem assistido a qualquer episódio – por seu conteúdo não ser, de forma alguma, palatável a todo tipo de espectador. Justamente por isso atraiu atenção de um público mais seleto e alternativo, leia-se cinéfilos que apreciam a mistura de obras de arte abstratas com entretenimento escapista. E não se engane, Twin Peaks tem sua legião de fãs.

Em segundo lugar, devemos dizer que muito de Twin Peaks deve-se a seu criador, David Lynch, mas já voltamos a ele em breve. Em terceiro, se encontra a memória afetiva que minha geração possui do programa e nosso primeiro contato com ele: numa época que precede a entrada das TVs a cabo em nosso país, Twin Peaks era exibido pela rede Globo nos domingos à noite. Minha geração embora muito jovem para absorver cada detalhe ou significado de uma ideia tão complexa neste primeiro encontro, era surpreendida, ainda na pré-adolescência, pelo mistério de uma investigação de assassinato que chocava toda uma pequena cidade fria e pacata no coração dos EUA. Ao mesmo tempo, ficávamos perplexos e perdidos com a psicodelia de universos paralelos, onde numa sala vermelha um anão dançava de maneira bizarra – misturando humor e terror.

A experiência de revisitar Twin Peaks hoje, passados 30 anos de sua estreia, é, pessoalmente, algo muito satisfatório e enriquecedor. É um contato nostálgico com uma memória adormecida, o encontro de dois mundos: passado e presente. Duas versões de nós mesmos. Voltando para Lynch, que eu e muitos sequer sabíamos quem era em nossa apresentação à série, o diretor já mantinha um currículo elogiado, premiado e dono de grande prestígio. A esta altura, David Lynch tinha na bagagem três indicações ao Oscar, e uma filmografia de títulos como Eraserhead (1977), O Homem Elefante (1980), Duna (1984), Veludo Azul (1986) e se preparava para lançar Coração Selvagem (1990). Todos, donos de uma peculiaridade que parece misturar sonho (ou pesadelo, muitas vezes) com realidade.

No dia 7 de abril de 1990, ia ao ar pela rede norte-americana ABC o episódio piloto de Twin Peaks. E já de cara deixava a pergunta que viria a ser o mote do seriado: “Quem Matou Laura Palmer?” – esclarecendo para qualquer dúvida que esse era um mistério policial. A tal pergunta serviu bem para seu sucesso mundial, deixando o espectador instigado a acompanhar e investigar junto. É preciso levar em conta a época de seu lançamento e perceber o evento sem precedentes que foi este fenômeno – traduzindo para os dias de hoje seria algo como Lost ou Game of Thrones, ou seja, uma comoção que mobilizava plateias.

Twin Peaks funciona em três vertentes: é, ao mesmo tempo, um thriller sério sobre o assassinato de uma jovem loira e querida na cidade; um misterioso conto sobrenatural (com outras dimensões, entidades e possessões) onde nada parece o que é; e, por fim, um “novelão” cômico e nonsense, onde David Lynch deixa fluir seu senso de humor igualmente, digamos, único. Ah sim, devemos mencionar também o cocriador do programa Mark Frost, igualmente responsável por tudo que vemos em tela.

Tudo começa com o corpo da bela Laura Palmer (Sheryl Lee) morto, enrolado em plástico (como afirma o personagem que a encontra) e deixada ao lado de um tronco à beira de um lago. Este é o pontapé inicial para a narrativa ir se desenrolando ao longo dos 8 episódios exibidos semanalmente da primeira temporada, que foi ao ar até o dia 23 de maio de 1990. Para a pequena cidade, de 51 mil habitantes, é enviado o agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan), o protagonista incorruptível e responsável pelo caso. Ele terá a ajuda da amistosa força policial de lá, composta pelo correto xerife Truman (Michael Ontkean), seu braço direito, o eficiente nativo-americano Hawk (Michael Horse) e o alívio cômico, o abobalhado Andy (Harry Goaz) – no local encontra-se também o interesse amoroso deste último, a “cabeça de vento” Lucy (Kimmy Robertson).

A lista dos personagens é simplesmente muito extensa para ser adereçada individualmente, mas todos tem sua importância e significado para a construção desta trama, e vão desde os pais da jovem assassinada, passando pelos colegas de escola (uma gama de estudantes de um típico drama adolescente) e, de forma geral, os moradores da cidadezinha, com suas questões de folhetim ou personas salteadas pelo surrealismo (temos uma mulher que fala com um pedaço de tronco, o qual ela carrega como um bebê, por exemplo). Todos estes elementos contribuíram para aguçar a curiosidade dos espectadores. Tida como imagem da perfeição e cidadã modelo, vamos descobrindo também sobre o passado não tão exemplar de Laura Palmer, assim como os esqueletos no armário de cada um dos personagens que a cercavam.

A intenção de Lynch, no entanto, sempre foi brincar com a expectativa do público, jamais resolvendo o mistério e revelando o assassino. O cineasta crê na jornada, na experiência muito mais do que em respostas fáceis. Twin Peaks na realidade não era sobre um mistério de assassinato, mas sim sobre algo muito maior: sobre os habitantes da cidade e sobre as esquisitices da mente de seus criadores impressas em celuloide.

Com o sucesso do programa, a rede ABC correu para encomendar a segunda temporada para os gênios criadores. Assim, em setembro de 1990, apenas quatro meses do final da primeira temporada, ouviríamos novamente a onírica e melancólica “Falling”, de Julee Cruise, a música tema do programa que voltava ao ar para mais um round. Esta, no entanto, seria uma luta mais ingrata. O canal deu carta branca aos criadores, mas exigiu somente uma coisa em troca: que revelassem ao público o assassino de Laura Palmer – mesmo que não quisessem focar nisso. Assim, a contragosto, uma explicação pra lá de doida (no estilo de Lynch) colocava um fim na maior pergunta do início dos anos 1990.

O problema é que esta revelação era feita logo nos primeiros episódios da continuação, no sétimo para ser mais preciso, e a temporada continuaria por mais quinze episódios. Com isso, os executivos tiveram seu desejo atendido, e Lynch pôde mostrar que Twin Peaks era mais que este mistério. Porém, a esta altura o público gradativamente perdia o interesse, uma vez revelado o que todos se questionavam. De fato, é sentido um grande desnível no segundo ano, que com 22 episódios ao todo (ao contrário dos 8 iniciais) se mostra um desafio mesmo ao maior entusiasta. Fora isso, neste ponto o interesse do próprio Lynch também havia caído, e ele se afastava do programa para se concentrar no lançamento do citado Coração Selvagem. Tudo isso resultou no cancelamento de Twin Peaks após duas temporadas. Bem, e quanto tempo mais a série aguentaria? Porém, Lynch finalizou em grande estilo, deixando um apoteótico gancho no ar sem resolução em seu finale, sendo o suficiente para angariar cada vez mais seguidores desta mitologia. Em junho de 1991, Twin Peaks encerrava sua história e nos abandonaria para sempre.

Ou quase. Em 16 de maio de 1992, estreava no Festival de Cannes o primeiro derivado da cultuada série: Twin Peaks – Fire Walk With Me. O programa ganhava sobrevida através de um longa-metragem, que chegou aos cinemas norte-americanos em agosto do mesmo ano, e no Brasil no dia 14 de maio de 1993. Era a chance dos fãs finalmente receberem respostas quanto ao enigmático final. Bem, seria, caso o criador não fosse David Lynch. O diretor optou por uma pré-sequência ao invés, justamente por isso o filme o subtítulo Os Últimos Dias de Laura Palmer por aqui. O longa apresentava mais sobre o passado da personagem motivadora de tudo, sua relação com os pais e com todos na cidade. Alguns atores não toparam retornar para a nova empreitada, como Lara Flynn Boyle, que deveria fazer uma cena de nudez no filme, tendo sua personagem Donna agora nas formas de Moira Kelly.

Os Últimos Dias de Laura Palmer ainda provocava mais o espectador, abrindo a trama com novos personagens em uma outra investigação de assassinato, ocorrida um tempo antes do que vimos na série. Nada do que todos esperavam. Neste contexto tínhamos apresentados os personagens de Chris Isaak, Harry Dean Stanton, Kieffer Sutherland e até mesmo do lendário David Bowie, todos inéditos no seriado. Era o encontro dos fãs com seus personagens queridos, mas nos termos de David Lynch.

O que David Lynch faz, além de, não apenas quebrar, mas despedaçar expectativas, são obras que o satisfazem pessoalmente. Não é que ele não ligue para a audiência, mas a restringe. Assim como com todos os cineastas e suas obras, podemos gostar, entender, querer entender ou não. Depende de cada um. O importante é que o cineasta aprendeu a criar o que quer sem amarras, rendições ou comprometimentos. E esse é o sinal de um verdadeiro artista. Porém, quando temos envolvidos muitos milhões de dólares, como nas indústrias do cinema e TV, resultados são esperados, e a arte muitas vezes conflita com os negócios.

Seriam longos 25 anos órfãos de Twin Peaks até um dos eventos mais celebrados dos últimos anos. Numa época de revivals, David Lynch e Twin Peaks fizeram as pazes, e em seus termos, através do canal Showtime, o programa retornava ao ar em 2017. Com Lynch e Mark Frost à frente, o retorno de uma penca de rostos conhecidos, todos agora na meia idade, vide Mädchen Amick, Sherylin Fenn, James Marshall e Dana Ashbrook (além de MacLachlan e Lee), alguns falecidos e outros tendo nos deixado durante a confecção da nova temporada (como Miguel Ferrer e Catherine E. Coulson), além de novidades muito bem-vindas como Naomi Watts e Laura Dern abrilhantando o elenco, Twin Peaks: O Retorno, como ficou conhecido no Brasil, contou com 18 episódios.

Novamente, quem estava esperando respostas e coesão entrou bem. Sim, é verdade que algumas linhas narrativas foram continuadas, saindo do marco zero – mas no geral obtivemos muito mais perguntas do que respostas. Foi aqui que Lynch pôde verdadeiramente pirar no tópico Twin Peaks e definitivamente de todas as versões do programa, esta é a que tem mais a sua cara. O diretor não filmava nada além de curtas fazia mais de dez anos, e comandou todos os episódios do Retorno na direção e roteiro (em parceria com Frost). Como resultado, apesar de deixar o público a ver navios, os fãs esmiuçando por teorias, O Retorno foi eleito a melhor produção audiovisual da década pela prestigiada publicação elitista Cahiers du Cinéma, veículo francês tido como a nata da crítica e bíblia dos cinéfilos. Fora isso, está entre os 200 melhores programas de TV de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB, e foi indicado ao Globo de Ouro de Ator para MacLachlan.

Já a série original segue agradando mais, talvez por nostalgia, talvez por acessibilidade, e se encontra entre os 55 melhores programas de TV de todos os tempos para o grande público. Fora isso, ganhou o Globo de Ouro de melhor série, ator para MacLachlan, atriz para Piper Laurie (que viveu a vilanesca Catherine Martell) e deu uma indicação para Sherylin Fenn (a querida Audrey). Se algum dia no futuro veremos novamente Twin Peaks talvez não importe muito. Nem ao menos o resultado agridoce (e muitos dirão amargo) desta nova incursão – mesmo tendo nos apresentado ícones como Dougie e os mafiosos irmãos Mitchum. O que é de Twin Peaks e ninguém jamais irá tirar é seu legado: um marco divisor de águas para a televisão mundial.

‘Teacup’: Série de terror é CANCELADA após uma temporada

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O Peacock cancelou oficialmente ‘Teacup‘, série de terror produzida pelo James Wan (‘Invocação do Mal’), depois de apenas uma temporada.

Estrelada por Scott Speedman (‘Grey’s Anatomy’) e Yvonne Strahovski (‘Dexter’), a produção era baseada no livro Stinger, escrito por Robert McCammon.

A trama gira em torno de um grupo de pessoas em um rancho que deve se lutar para sobreviver a uma ameaça misteriosa.

O seriado alcançou 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Ian McCulloch (“Yellowstone”) atua como showrunner.

O elenco conta com Scott SpeedmanYvonne Strahovski, Chaske SpencerKathy BakerBoris McGiverCaleb DoldenEmilie Bierre e Luciano Leroux.

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Manic | Os 5 anos do álbum que redefiniu a carreira de Halsey

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Ashley Nicolette Frangipane é um poderoso nome na indústria fonográfica que não é conhecido dessa maneira, e sim por sua atribuição profissional Halsey. A artista estadunidens fez seu début com Badlands em 2015 e logo chamou a atenção por seus vocais diferenciados e por sua estética contraditoriamente minimalista e explosiva; pouco depois, colaborou com a dupla The Chainsmokers, ganhando fãs ao redor do mundo e pavimentando seu caminho até Hopeless Fountain Kingdom, amadurecendo sua arte musical. Três anos depois de se manter reclusa, ela retornou com um novo e experimental capítulo de sua carreira, Manic – cujas escolhas nada convencionais são, de fato, o que mais chamam a atenção.Logo de cara, percebe-se que Halsey alcançou um louvável amadurecimento lírico, fruto de seu envolvimento com causas como prevenção ao suicídio e ao assédio sexual, imprimindo suas características únicas em uma coesa produção supervisionada por nomes como Jon Bellion, John Cunningham e Lido. “Ashley”, faixa que abre o terceiro álbum de estúdio, é propositalmente evocativo e nostálgico, nutrindo de uma letra saudosista sobre alguém que já não existe mais, e que, ao mesmo tempo, permanece na fluência do tempo; tudo isso à medida que desenvolve um pano de fundo abafado, inclinado para as tendências contemporâneas do trap e do R&B (porém, não da forma explícita que artistas como Ariana Grande e Lil Nas X as utilizaram em suas últimas investidas).A performer abusa da essência do country-pop nas novas músicas, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes. Ora, até mesmo a recém-vencedora do Grammy, Kacey Musgraves, empresta parte de sua estética para as delineações oscilantes que a lead singer esquadrinha aqui.  Não é surpresa, pois, que Morissette apareça na familiar, ainda que não tão palatável “Alanis’ Interlude”, que já premedita as últimas tracks do CD.Halsey também brinca com as concepções minimalistas que abraçava com tanta força em suas obras predecessoras: de um lado, rende-se ao seu lado mais pueril e inocente com “Forever… (Is a Long Time)”, que chama a atenção por um primeiro ato onírico e pela transição inesperada para uma apresentação puramente sintética e adulta (terminando de forma abrupta antes de dar espaço para a próxima composição); do outro, volta-se para uma declamatória e flutuante análise com “Clementine” (uma das melhores e mais pessoais músicas que a cantora nos apresenta este ano).É interessante observar como o elemento-surpresa é a principal força-motriz do álbum. Em “I Hate Everybody”, o impactante e resumitivo título vai de encontra ao que poderíamos esperar, ao passo que dialoga com os estilos que já conhecemos da artista: é por isso que temos um pungente “pontilhismo” instrumental que respalda todo o almejo indie que, por mais que tenha deixado o principado de Halsey quando esta alcançou uma fama iminente, ainda é sutilmente cultivado para nos mostrar algo novo e que não esteja mais tanto em voga – como Kim Petras fez com o industrial pop ou Charli XCX fez com sua transgressora revitalização do PC music. Entretanto, não podemos deixar de apontar certas arquiteturas mercadológicas (que se postam com força quando ela é acompanhada de inúmeros compositores e produtores).Enquanto poderíamos pensar que a performer trabalharia melhor por conta própria, várias faixas voltadas para a esfera mainstream são tão competentes quanto suas marcas registradas. Uma dessas primeiras aparições insurge na forma de “Graveyard”, que isola-se nos melódicos acordes do violão e no retorno para uma mescla entre a cantoria falada, o soubrette e o soprano falhado que a colocou no topo das paradas. Seguindo passos similares, temos a demarcada e trivial “Without Me”, enquanto “3 AM” se distancia da singela tecedura e acaba não funcionando tão bem quanto poderia. Em outras como “Finally // Beautiful Stranger”, Halsey nos agracia com uma memorável e narcótica apresentação que retoma aspectos de seus primeiros anos de carreira e os repagina do começo ao fim.A cantora parece seguir sólida durante mais da metade de sua obra, mas começa a desandar conforme nos aproximamos do final. “Killing Boys” é uma monótona e esquecível investida; “Suga’s Interlude” a reúne com Suga, da boyband BTS, e se transforma em uma melancólica e inexplicável construção que varia do pop alternativo para o rap. Felizmente, “More” a coloca de volta nos trilhos através de sua atmosfera ressonante e romântica, caminhando para as duas últimas tracks, que voltam para o intimismo explorado no início do CD.Manic ganha pontos pelo amadurecimento de Halsey em relação à sua própria estética e, ainda que repleto de pequenos deslizes e algumas escolhas que não cabem dentro da organicidade do álbum, a maior parte das canções avança em direção a um belo onirismo sensorial e autossuficiente que nos cativa desde a primeira nota.

Saiba quem interpretará os pais da ‘Supergirl’ no novo live-action do DCU

De acordo com o Deadline, David Krumholtz (‘Oppenheimer’) e Emily Beecham (‘1899’) foram confirmados no elenco de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘, próximo filme live-action do DCU – após o lançamento de ‘Superman‘.

Os atores irão interpretar os pais da Kara Zor-El, a heroína titular.

Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’) será a protagonista. O elenco ainda contará com Matthias Schoenaerts (Krem das Colinas Amarelas), Jason Momoa (Lobo) e Eve Ridley (Ruthye Mary Knolle).

Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de ‘Cruella‘ e ‘Eu, Tonya‘, será responsável pela direção.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

É DO BRASIL! Selton Mello se junta a Jack Black e Paul Rudd no elenco de ‘Anaconda’

Selton Mello foi confirmado no elenco do reboot de ‘Anaconda‘, Segundo o Hollywood Reporter.

O ator está em alta nos cinemas com ‘Ainda Estou Aqui‘ e ‘O Auto da Compadecida 2‘.

Além dele, também foram confirmados Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye no elenco que já conta com Jack Black e Paul Rudd.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

A nova história, de acordo com fontes, envolve um grupo de amigos enfrentando crises de meia-idade que estão refazendo seu filme favorito da juventude. Eles vão para a floresta tropical, apenas para se encontrarem em uma luta por suas vidas contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Black interpretará um antigo diretor, um homem preso em seu trabalho como cinegrafista de casamentos, enquanto Rudd interpretará um ator que fez uma participação em um programa policial, mas vê seus sonhos de Hollywood se distanciarem cada vez mais.

Newton e Zahn são outros amigos de infância que se juntam aos dois na aventura malfadada, enquanto Mello interpretará um domador de animais brasileiro. Skye interpretará a esposa de Black.

O filme está sendo filmado na Austrália, onde conta com o apoio do Governo de Queensland por meio da Estratégia de Atração de Produção da Screen Queensland.

A Sony Pictures revelou que o novo filme da franquia Anaconda será lançado no Natal de 2025.

Confira:

 

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

Vídeo | Os Filmes de TERROR que estreiam EM BREVE nos cinemas em 2025 – Parte 1

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Quem acessa o CinePOP sabe que o nosso carro-chefe são os filmes de terror. Nós amamos. E adoramos trazer todas as novidades do gênero em primeira mão.

Pensando nisso, o editor-chefe Renato Marafon – que começou o site por sua paixão pela franquia ‘Pânico‘ – traz uma matéria especial em vídeo com os filmes de terror que estreiam nos cinemas em 2025.

Essa é a Parte 1, com os filmes que estreiam de Janeiro a Julho. Na próxima semana, traremos a Parte 2.

Antes de continuar, não esquece de seguir o CinePOP no YouTube!

O próximo filme de terror a ser lançado é ‘Lobisomem‘, que estreia na quinta-feira, dia 16.

Na trama, Blake (Christopher Abbott) herda a remota casa de sua infância na zona rural do Oregon depois que seu próprio pai desaparece e é dado como morto. Desgastado com sua vida na cidade grande, Blake convence sua esposa Charlotte (Julia Garner) a dar um tempo do tumulto e visitar a propriedade com sua filha, Ginger (Matlida Firth).

Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda na calada da noite, eles são atacados por um animal monstruoso e, em uma fuga desesperada, se barricam dentro da casa enquanto a criatura ronda o perímetro. Conforme a noite avança, no entanto, Blake começa a se comportar estranhamente, transformando-se em algo irreconhecível, e Charlotte será forçada a decidir se o terror dentro de sua casa é mais letal do que o perigo de fora.

‘De Volta para o Futuro’ e os Grandes Clássicos dos Anos 80 que Completam 40 Anos em 2025!

E os anos 80 seguem completando 40 anos de idade. Quando falamos em filmes, todos os que foram lançados de 1980 a 1984 já completaram aniversário de quatro décadas de sua estreia. É incrível pensar nisso. Ano passado, por exemplo, foi a vez de clássicos atemporais como ‘Um Tira da Pesada’, ‘Karatê Kid’, ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Gremlins’, ‘Indiana Jones 2’, ‘A História Sem Fim’, ‘A Hora do Pesadelo’, ‘Sexta-Feira 13 – Parte 4’ e ‘Os Caça-Fantasmas’, entre outros, chegarem à meia idade. E o que significa isso? Bem, que o público jovem de hoje está cada vez mais distante destes clássicos.

Em geral o que significa o envelhecimento de um filme é o distanciamento do agora, ou seja, das novas gerações. Afinal, dependendo de sua idade, os filmes da década de 2000 podem ser considerados “antigos”, já que possuem vinte anos nas costas. Bem, e como não podia deixar de ser, em 2025 mais uma leva de novos filmes se tornam quarentões. Abaixo recordaremos esses verdadeiros ícones da sétima arte, que nos farão sentir um pouco mais velhos. Confira.

De Volta para o Futuro

Clássico irretocável dos anos 80, ‘De Volta para o Futuro’ segue para muitos como o melhor filme da história do cinema. Bem, certamente pode ser verdade quando falamos de cinema entretenimento. Mas não apenas isso, ‘De Volta para o Futuro’ é o filme que define os anos 80 para a grande maioria dos fãs de cinema. A obra é pura essência da época. Afinal, existe aventura maior do que poder voltar três décadas no passado e encontrar seus pais ainda na adolescência, na mesma idade que você? Tudo é perfeito aqui, é aquela história de capturar um raio na garrafa. Sabemos que não rola sempre, aliás, é bem difícil acontecer.

Os Goonies

Em 2025, diversos clássicos atemporais do cinema estão completando 40 anos de sua estreia nas telonas. E se para muitos, ‘De Volta para o Futuro’ é o maior resumo dos anos 80 no cinema, para outra metade do público, ‘Os Goonies’ é o filme que mais se encaixa nessa definição. E o que eles têm em comum: ambos foram produzidos por Steven Spielberg, o midas da época. ‘Os Goonies’ é uma espécie de ‘Indiana Jones’ para um público mais novo, ao menos foi como definiram os críticos da época. Uma aventura ainda mais juvenil do que ‘De Volta para o Futuro’, em que um grupo de crianças parte atrás de um tesouro, com a ajuda de um mapa, para salvar as casas de seus pais. Piratas, cavernas, mafiosos, um monstro (bonzinho) e Cyndi Lauper na trilha sonora, só mostram que não se faz mais filmes como antigamente.

Clube dos Cinco

Para uns é ‘De Volta para o Futuro’, para outros ‘Os Goonies’, e ainda temos aqueles que resumem o cinema de 40 anos atrás com ‘Clube dos Cinco’. Tudo depende de seu gosto e de qual era a sua bolha na época. O que posso dizer é que ‘De Volta para o Futuro’ e ‘Os Goonies’ são aventuras que divertem mais, então se você era criança na época, certamente estes seriam suas preferências. ‘Clube dos Cinco’, de John Hughes, é uma comédia dramática, sobre cinco adolescentes muito diferentes, precisando conviver no castigo de sábado na detenção, que terminam criando um elo que levarão para a vida. É uma realidade mais dura e crua, e justamente por isso se tornou um cult adorado.

Rocky IV

Voltando 40 anos no passado, podemos dizer que aquele foi o ano de ‘Os Goonies’ e ‘De Volta para o Futuro’. Mas foi também o ano de Sylvester Stallone. O ator atingia o auge de sua carreira na época, com dois dos maiores filmes de seu currículo. O primeiro é ‘Rocky IV’, que foi lançado na época de Natal e continuava a saga do maior lutador de boxe no cinema. E pensar que depois de três filmes, Rocky já teria visto de tudo, mas ledo engano, pois para o quarto exemplar foi preparado o seu maior adversário: o russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). ‘Rocky IV’ se tornou não apenas a maior bilheteria da franquia, como também o filme mais querido. E como não poderia deixar de ser, é puro suco dos anos 80!

Rambo 2 – A Missão

Como dito, há 40 anos, o astro Sylvester Stallone via o maior ano de sua carreira nas telonas. Aqui, continuamos com ‘Rambo 2’. Ambos os filmes eram continuações de longas que Sly havia lançado em 1982, porém, tanto ‘Rambo 2’, quanto ‘Rocky IV’, conseguiram superar em todos os aspectos seus filmes anteriores. Para termos uma ideia, foi ‘Rambo 2’ que criou a chamada “Rambomania” nos anos 80. Pense no sucesso dos filmes de super-heróis da Marvel na atualidade para ter uma ideia do que foi a febre ‘Rambo 2’ há 40 anos. Desenho animado, todo tipo de mercadoria, desde bonecos, lancheiras, fantasias, lençóis, além, é claro, do concurso Rambo brasileiro no SBT, o guerrilheiro de Stallone simplesmente dominou na época. O hype era real e parecia não ter fim.

Comando para Matar

Nessa época também, há 40 anos, Hollywood já via surgir uma enorme rivalidade entre dois astros de ação. Esqueça Vin Diesel e The Rock, antes da treta dos atores de ‘Velozes e Furiosos’, o mundo já havia presenciado a disputa entre Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. Os astros, que são amigos hoje e vivem aparecendo um no vídeo do outro, contam essa disputa hoje dando muita risada. Ambos são muito competitivos, e seus filmes precisavam superar o do outro em todos os quesitos: desde quem tem a arma maior, até quem mata mais em seus filmes. E Stallone diz que depois que fez ‘Rambo’, Arnold se meteu a fazer ‘Commando’ (título original), que tem a sonoridade bem parecida. Esse foi outro que marcou época. Quem estava vivo, sempre irá respeitar.

Mad Max – Além da Cúpula do Trovão

Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger podem ter sido os maiores heróis de ação dos anos 80, mas o cinema da época também tinha outros representantes que garantiam a adrenalina nas telonas. Um deles vinha de “Down Under”, diretamente da Austrália. Falamos de Mel Gibson e seu Mad Max. Muitos podem não saber, mas ‘Mad Max’ é uma franquia australiana. Bem, ao menos os seus dois primeiros filmes, que começaram a saga pós-apocalíptica do guerreiro das estradas. Em especial o segundo filme fez tanto sucesso, que a Warner resolveu comprar os direitos, e o terceiro já seria lançado em clima de superprodução. Esse foi o encerramento da trilogia original, e contou com a participação de Tina Turner no papel da vilã, além da trilha sonora, é claro, com a inesquecível “We Don’t Need Another Hero”.

Mulher Nota Mil

Por falar em John Hughes, o diretor também marcou a década de 80 com seu retrato certeiro do mundo dos adolescentes da época. Fosse com ‘Gatinhas e Gatões’ ou ‘Curtindo a Vida Adoidado’, o cineasta ficou eternizado na cultura pop com alguns dos filmes jovens com mais coração e significado da história da sétima arte. Há 40 anos, além de ‘Clube dos Cinco’, Hughes entregava também sua comédia mais escrachada, mas dona de grande crítica e pensamento também. ‘Mulher Nota Mil’ possui elementos sobrenaturais, mas se comporta como uma brincadeira com o clássico ‘Frankenstein’. Dois adolescentes tímidos criam a mulher perfeita em seu computador, e ela chega nas formas de Kelly LeBrock (uma das atrizes mais belas de Hollywood de todos os tempos). Ela, no entanto, os dará o melhor presente de todos, os fará crescer.

A Cor Púrpura

Mais um filme de Steven Spielberg na lista, esse o primeiro dirigido por ele. Baseado no livro quintessencial de Alice Walker, o próprio Spielberg se questionava sobre o fato de ser a pessoa certa para comandar essa história tão intimamente ligada à cultura negra norte-americana. Se fosse nos dias de hoje talvez não caberia, mas na época, o diretor teve a benção da autora e a insistência do colega, o saudoso Quincy Jones, o produtor do longa. Para Jones, o que importava mais era que o filme recebesse um tratamento luxuoso, digno da história magnânima. E na época, Spielberg era o maior diretor do mundo. Nada mais justo. Uma história forte e potente, sobre o poder da perseverança, de duas irmãs separadas na infância, que passam uma vida inteira para poder se reencontrar.

A Lenda

Finalizando a matéria dos filmes mais emblemáticos do cinema que estão completando 40 anos em 2025, temos dois itens cult. O primeiro deles conta com ninguém menos do que Tom Cruise, em um de seus primeiros papeis de destaque nas telonas, demonstrando todo o carisma de um então jovenzinho ator. Nessa aventura de fantasia, gênero muito em voga na época e que só viria a retornar nos anos 2000 com ‘Harry Potter’ e ‘O Senhor dos Anéis’. Dirigido por Ridley Scott, esse foi o filme que Cruise estrelou um ano antes de ‘Top Gun’, que o transformaria em um astro internacional. Aqui, ele precisa impedir que as forças do mal matem o último unicórnio de seu mundo, ao mesmo tempo em que luta para proteger sua amada, uma princesa vivida por Mia Sara. O que chama atenção mesmo no filme é a atuação e a maquiagem em Tim Curry para a criação do vilão, o Senhor das Trevas, um grande demônio vermelho e assustador.

Cocoon

Embora muitos acreditem, esse filme não tem o dedo de Steven Spielberg. É verdade que o longa repleto de aventura, efeitos especiais e muito afeto, tem a cara do diretor, mas era preciso existir um filme destes sem a produção do cineasta. A trama é puro coração, e mostra um grupo de idosos em uma casa de repouso descobrindo a fonte da juventude. Bem, essa fonte é na verdade uma piscina ao lado de sua residência, onde casulos extraterrestres encontram-se. A água dos casulos dá energia aos idosos, que a utilizam dançando, namorando e se divertindo. Mas e quanto a estes alienígenas? São uma raça bondosa, que só querem preservar a sua espécie, por mais que sua forma real possa assustar à princípio (são seres de luz). E eles se disfarçam de humanos, já estando entre nós.

‘Gladiador 2’ ULTRAPASSA a bilheteria do primeiro filme

A sequência ‘Gladiador 2‘ conseguiu ultrapassar o primeiro filme nas bilheterias após 8 semanas em cartaz.

O épico histórico romano de Ridley Scott estrelado por Paul Mescal como o filho do personagem-título original de Russell Crowe concluiu sua oitava semana nos cinemas na quinta-feira, 16 de janeiro.

Em dois meses, o filme arrecadou US$ 454 milhões mundialmente e passou ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ (que arrecadou US$ 451,1 milhões em todo o mundo) para se tornar o 11º filme de maior bilheteria de 2024.

O primeiro filme arrecadou US$ 451,7 milhões mundialmente em 2000.

Gladiador II‘ chegou nas plataformas digitais no dia 2 de janeiro de 2025 pela Paramount Home Entertainment, com uma grande quantidade de conteúdo bônus dos bastidores.

Quem optar pela compra poderá fazer por meio do Amazon Prime Video, Apple TV, Google Play e Microsoft Store. Já quem decidir alugar o filme tem como opções a Claro TV+, Vivo Play e Oi.

Os fãs que adquirirem o filme terão acesso a mais de 100 minutos de cenas de bastidores e entrevistas.

Com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Gladiador 2‘ recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou abaixo do longa original, que havia recebido uma nota A dos espectadores.

Apesar disso, o filme mantém uma média de 85% de aprovação do público no RT.

Considerando a reação positiva, Ridley Scott já comenta sobre a possibilidade de mais uma sequência. Questionado pela Variety sobre a chance de um terceiro filme, o cineasta indicou que ‘Gladiador III‘ realmente acontecerá: “Acho que tenho que fazer isso”, afirmou o diretor.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

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David Lynch | 5 produções para conhecer a carreira do ICÔNICO cineasta

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No dia de hoje (16), nos despedimos de um dos maiores cineastas da história da sétima arte – o disruptivo David Lynch.

O saudoso diretor deixou um legado bastante sólido antes de partir, dando origem a produções memoráveis e que influenciaram e influenciam gerações de realizadores do cinema. Apostando fichas na maximização dos aspectos surrealistas do audiovisual, Lynch foi considerado o cineasta mais importante da era contemporânea da sétima arte e é citado por outras lendas como inspiração.

Ao longo de sua carreira, que teve início em 1977 com ‘Eraserhead’, Lynch conquistou aclame e inúmeros prêmios, incluindo um Oscar honorário em 2019 pelo conjunto de sua obra. E, por mais que você não conheça a fundo o trabalho do diretor, é quase impossível encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar de obras como Cidade dos SonhosTwin Peaks – ou até mesmo de Duna, ainda mais depois da adaptação encabeçada por Denis Villeneuve.

Para além de seu tempo no audiovisual, Lynch envolveu-se com a literatura, a arte e a música, sagrando-se um artista multifacetado que deixou sua marca em praticamente todos os âmbitos da criação.

Para celebrar seu legado, preparamos uma breve lista separando cinco obras para conhecer a carreira do cineasta.

Veja abaixo:

ERASERHEAD (1977)

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David Lynch tem um estilo de direção e de narrativa único que conquistou uma legião de fãs – e, em 1977, fez sua estreia oficial na sétima arte com o lançamento do icônico ‘Eraserhead’, um suspense body-horror surrealista que se tornou um dos símbolos do movimento conhecido como “filme da meia-noite”. Na trama, Henry Spencer vive em uma cidade industrial, em meio à fumaça, ao barulho e a prédios abandonados. Nesse cenário desolador, ele tem estranhas visões enquanto tenta sobreviver à raiva da namorada, Mary X, e aos gritos incessantes de seu filho recém-nascido, uma criança mutante.

O HOMEM ELEFANTE (1980)

o homem elefante

Inspirado na vida de Joseph MerrickO Homem Elefante é uma das produções mais aclamadas da filmografia de Lynch – e com razão. O drama biográfico conta a história de um homem extremamente deformado que morava em Londres, no século XIX. Contando com nomes como John HurtAnthony HopkinsAnne Bancroft no elenco, o longa é considerado um dos mais acessíveis do cineasta e deixa de lado o surrealismo em excesso para envolver o público em uma inesperada jornada inspirada em eventos reais. O aclame generalizado da crítica garantiu nada menos que oito indicações ao Oscar para a obra, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção.

VELUDO AZUL (1986)

veludo azul

Dois anos depois do controversa adaptação de Duna, Lynch resolveu retornar para o universo a que estava extremamente acostumado a explorar com o thriller neo-noir Veludo Azul. Lançado em 1986 e trazendo nomes como Kyle MacLachlanIsabella RosselliniLaura Dern no elenco protagonista, o projeto foi inspirado na clássica canção de mesmo nome (“Blue Velvet”, no original), e garantiu ao cineasta a segunda indicação ao Oscar de Melhor Direção. Na trama, um rapaz volta à cidade natal após longo tempo e descobre uma orelha humana decepada em um jardim. Insatisfeito com a investigação policial, ele e a filha do detetive encarregado começam a averiguar por conta própria, e descobrem coisas estranhas.

TWIN PEAKS (1990 – 1992, 2017)

twin peaks

Twin Peaks talvez seja a produção de maior aclame e fama da carreira de Lynch. O drama de mistério estreou em 1990 e durou apenas duas temporadas – mas seu sucesso garantiu um longa-metragem em 1992 e um revival em 2017, mostrando o impacto causado pela obra. Amalgamando gêneros bastante diferentes em um mesmo lugar, incluindo incursões surrealistas, narrativas neo-noir e um humor bastante característico e infame, a trama é centrada no Agente Dale Cooper (Kye MacLachlan), que viaja para a cidade litorânea de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee).

CIDADE DOS SONHOS (2001)

Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual, pautada no desejo e no primitivismo humano, entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma cena incrível. Ao contrário de outros filmes do gênero, a crueza é a opção narrativa principal, com passagens explícitas e que não se preocupam com a catarse absorvida pelo espectador.

BÔNUS: DUNA (1984)

duna

Antes de Denis Villeneuve, o épico romance sci-fi Duna já havia ganhado uma adaptação para os cinemas pelas mãos de Lynch. Transformando os escritos de Frank Herbert em uma space opera que não fez o sucesso prometido (arrecadando apenas US$30,9 milhões ao redor do mundo e tendo uma recepção bastante desfavorável pelos especialistas), o filme ganhou uma legião de fãs com o passar dos anos e sagrou-se um clássico cult – por mais que continue dividindo as opiniões entre até mesmo os fãs mais inveterados do diretor.