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Romance em estação espacial no trailer de ‘Pergunte às Estrelas’, novo k-drama da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da série coreana ‘Pergunte às Estrelas‘.

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A produção será lançada na plataforma no dia 4 de janeiro.

Ambientada no cenário de tirar o fôlego de uma estação espacial, a trama explora o amor, a confiança e a conexão humana em um mundo onde todos os recursos são preciosos e as emoções são profundas.

Lee Min-ho e Kong Hyo-jin estrelam a produção.

Park Shin-woo é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Seo Sook-hyang (‘Tudo Bem não ser Normal’).

Confira a abertura da série ‘Dexter: Pecado Original’, pré-sequência de ‘Dexter’

dexter pecado original

O canal Showtime divulgou um novo vídeo com os créditos de abertura de ‘Dexter: Pecado Original‘, que fazem homenagem à produção original.

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Intitulado Kid in a Candy Store, o próximo episódio vai ao ar no dia 20 de dezembro.

“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”

Além de Patrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretando a versão mais jovem do personagem titular, a séria também terá Molly Brown (‘Evil’) dando vida a sua irmã, Debra Morgan.

O elenco ainda contará com Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), James Martinez (Angel Batista), Christina Milian (Maria LaGuerta), Alex Shimizu (Vince Masuka), Sarah Michelle Gellar (Tanya Martin) e Reno Wilson (Bobby Watt).

Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.

O showrunner original de Dexter, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em Atração Mortal, assume a direção e a produção executiva.

Os 10 Piores Filmes de Terror de 2024

Ano após ano, o cinema é bombardeado por produções de terror que, muitas vezes, se valem de fórmulas cansativas ou de narrativas previsíveis que não entregam nada de novo ao gênero.

E é claro que 2024 não seria diferente: apesar de títulos que realmente nos encantaram com ótimas narrativas e desfechos sólidos, como ‘A Primeira Profecia’‘MaXXXine’, outras produções falharam miseravelmente em escapar das fórmulas, entregando apenas mais uma reciclagem regurgitada do que já estamos cansados de ver no gênero.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez piores filmes de terror do ano até agora.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. OS OBSERVADORES

O problema de Os Observadores é ser um filme covarde, pela falta de outro termo que o defina. A interessante premissa, que coloca Dakota Fanning encarcerada ao lado de três estranhos que são perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites, parte de similaridades com o subestimado ‘A Vila’. Porém, em seu primeiro trabalho como diretora, Ishana Shyamalan não sabe exatamente o que fazer com um enredo ambicioso, valendo-se de acontecimentos impalpáveis e ocasionais demais para serem levados a sério – e uma conclusão aquém do esperado.

9. A LIBERTAÇÃO

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Andra DayCaleb McLaughlinMo’NiqueGlenn Close e vários outros astros estelares foram escalados para o terror sobrenatural A Libertação – com direção de ninguém menos que Lee Daniels. Não havia chances de um projeto como esse dar errado, certo? Pois bem, contrariando as expectativas de todos, o longa-metragem pode até ter tentado contar uma história de redenção através de uma roupagem fantasmagórica, mas não acertou nenhuma singela nota que ousou tocar.

8. O POÇO 2

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Tudo bem, O Poço 2 pode não se enquadrar no que normalmente consideramos ser um filme de terror – e sim emerge como uma mescla entre drama, suspense e terror psicológico. E, ainda que alguns fãs do longa original tivessem ficado animados para retornar a esse distópico cosmos, a sequência esbarrou em inúmeras problemáticas do gênero ao repetir fórmulas e frustrar os espectadores por não oferecer nada de novo, nem mesmo nas mensagens que gostaria de lhes passar.

7. SOB AS ÁGUAS DO SENA

Sob as Águas do Sena parte de uma premissa interessante e teria um potencial bem sólido – caso se mantivesse à absurdez do enredo que se desenrola. Porém, ao transformar o âmago de suspense em uma espécie de plataforma panfletária ambientalista e sem qualquer noção de, bem, absolutamente nada, quaisquer pontos positivos afundam em uma tsunami de fracos efeitos especiais, atuações esquecíveis e uma mensagem “ativista” que não faz o menos sentido.

6. O TARÔ DA MORTE

À prima vista, O Tarô da Morte soa como um interessante projeto: na trama, um grupo de adolescentes aluga uma casa para o final de semana e se depara com um estranho jogo de tarô, desenhado com figuras sombrias e que, de imediato, transmite uma atmosfera extremamente agourenta. Após uma sessão de leitura, eles se tornam alvo de uma poderosa bruxa cujo espírito vingativo permanece atado ao baralho – mas nada além da premissa consegue salvar o filme do puro fracasso. Apesar de atuações razoavelmente competentes e de uma estética interessante, a maioria dos diálogos e a reviravolta não sustentem à mitologia criada e, no final das contas, não conseguem alçar voo em meio a tantas inseguranças e restrições estruturais.

5. IMAGINÁRIO: BRINQUEDO DIABÓLICO

Imaginário: Brinquedo Diabólico é outra produção de terror que peca pela falta de ambição e pela utilização constante de clichês. Assinada por Jeff Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolveu muitas subtramas. DeWanda Wise tenta fugir de uma performance restrita, mas nem ela salva um roteiro que parece ter sido jogado em um liquidificador e que apresenta uma história crua e sem muita vida. E, como se não bastasse, pulsões psicológicas que tentam transformar o longa em um thriller falham miseravelmente em esforços banais e vazios.

4. OS ESTRANHOS – CAPÍTULO 1

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Funcionando como um reboot da clássica franquia, ‘Os Estranhos – Capítulo 1’ tinha tudo para ser uma revitalização do gênero slasher e nos apresentou um material promocional bastante competente. Todavia, nem mesmo a química de Madelaine PetschFroy Gutierrez consegue salvar a produção de um fracasso iminente – e isso não é tudo: a construção dos personagens parte de motivações impalpáveis, culminando em decisões irracionais que tentam, a todo custo, fornecer um pouco mais de profundidade a uma obra tão rasa quanto um pires.

3. MOUSE TRAP: A DIVERSÃO AGORA É OUTRA

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Desde o princípio, ‘Mouse Trap: A Diversão Agora É Outra’ estava fadado ao fracasso: afinal, ficou bem claro que a produção do filme já estava com a ideia de colocar um clássico personagem do mundo das animações em uma “aventura” de terror assim que sua propriedade entrasse em domínio público. E o resultado não poderia ter sido outro. O longa-metragem é quase parasítico, não justificando sua existência nem mesmo a encargo do puro entretenimento – contando com performances exaustivas e clichês tão gritantes que fica difícil não grunhir de insatisfação quando os créditos finais sobem à tela.

2. URSINHO POOH: SANGUE E MEL 2

‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ soa como um surto coletivo que não deveria existir – e sua sequência reitera não apenas a falta de qualquer compromisso estético, como a falta de justificativas de sua existência. É claro que estamos lidando com um filme gore de baixo orçamento, mas mesmo esse subgênero do terror tem o seu brilho quando bem pensado. Além de péssimas performances, o filme é previsível do começo ao fim, apostando em ares de mistério que nunca se concretizam e que partem de viradas previsíveis, cansativas e que, ironicamente, arrancam risadas inadvertidas cena após cena.

1. MERGULHO NOTURNO

Dirigido por Bryce McGuire em sua estreia oficial no circuito de longas-metragens, Mergulho Noturno tinha uma premissa interessante que poderia ser mais bem explorada caso não se levasse a sério – tendo potencial sólido de abrir uma mitologia inédita no circuito mainstream do terror. Entretanto, não foi isso que aconteceu: o enredo, centrado em uma “piscina assassina” que é morada de uma entidade maligna, nunca alça voo como deveria e se afoga em uma regurgitação de fórmulas que nem sequer diverte o público.

Crítica | Como Ganhar Milhões Antes Que a Avó Morra – Representante da Tailândia ao Oscar Internacional é EMOCIONANTE

Às vezes tudo que a gente precisa é de uma boa desculpa para fazer a gente sair da nossa zona de conforto cinematográfica, e uma boa desculpa geralmente é a indicação de um filme a um grande prêmio, como o Oscar. E que bom que temos essas listinhas que nos conduzem a filmes que, de outra forma, dificilmente ganhariam distribuição no Brasil, como o belíssimo longa ‘Como Ganhar Milhões Antes Que a Avó Morra’, indicado da Tailândia à disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional (consequentemente, um dos rivais do nosso ‘Ainda Estou Aqui’).

Amah (Usha Seamkhum) tem um único desejo: gostaria de ter uma sepultura só para ela, espaçosa e decorada, para quando morrer. Como esse desejo não se realiza, ela visita o túmulo de seus pais junto com seus três filhos e o neto, M (Putthipong Assaratanakul) que tem zero interesse de estar ali. Porém, quando M conversa com uma amiga, cuidadora de idosos, e descobre que por causa do seu trabalho a jovem herdara a casa do idoso a quem cuidara, M enxerga aí uma ótima saída para garantir um futuro confortável a si mesmo. De olho na possível herança que sua avó deixará ao morrer, M começa a passar um bocado de tempo com a avó, sem sequer imaginar que esse tempo juntos iria mudar a vida dos dois para sempre.

Escrito por Pat Boonnitipat e Thodsapon Thiptinnakorn, ‘Como Ganhar Milhões Antes Que a Avó Morra’ diz a que veio já no seu título, mas não importa sabermos o que vai acontecer, e sim a forma com que os eventos que sucedem ao grande acontecimento do longa vão se desenrolando e transformando os personagens ao longo. Partindo da simplicidade de uma família de classe média baixa e personagens cada um com seus próprios problemas e desafios familiares, de gerações distintas, o longa traça um panorama do esvaziamento familiar, da liquidez das relações sociais até mesmo em família e do quanto precisamos resgatar a convivência com as pessoas que amamos, independe das consequências.

Com muita sensibilidade, Pat Boonnitipat conduz o seu filme de modo que mesmo os argumentos mais revoltosos se tornem razoáveis, afinal, nenhum de nós é imaculado. Sem vilões ou mocinhos, é a ética e a moral que transformam os seres em pessoas boas ou más socialmente. Nesse embate, a relação neto-avó é extremamente comovente, em todos os seus altos e baixos, tornando impossível a tarefa de reter as lágrimas à medida que o tempo entre os dois vai acabando. A consciência da finitude do tempo proporciona a reflexão poética e melancólica desse filme que toca num tema delicado e comum à tantas culturas.

Mesmo tendo entrado no short list do Oscar, dificilmente ‘Como Ganhar Milhões Antes Que a Avó Morra’ ganhará a estatueta porque não tem o apelo comercial que outros concorrentes têm. Entretanto, o maior trunfo desse longa é mesmo que a maior quantidade possível de pessoas o assistam, pois é um filme lindo com uma mensagem mais linda ainda, que irá tocar o coração das pessoas nesse fim de ano e, com sorte, mudará a vida de muita gente. Desses filmes que a gente tem que aproveitar a oportunidade de estar sendo exibido no Brasil e correr para assistir sem falta!

Alfonso Cuarón Exalta ‘Ainda Estou Aqui’ em Especial “Directors on Directors” da Variety

Embora Walter Salles não tenha participado do especial Directors on Directors da revista Variety com outro diretor em vídeo, o filme Ainda Estou Aqui foi destacado na edição de 18 de dezembro da revista, entre outras produções cotadas para a temporada de prêmios. Ganhador de quatro Oscars com Roma (2018), Alfonso Cuarón apresentou o filme brasileiro de forma cativante.

Este ano, Directors on Directors trouxe encontros fascinantes entre alguns dos maiores cineastas contemporâneos. Os destaques são Brady Corbet (O Brutalista) e Sean Baker (Anora), assim como Luca Guadagnino (Queer e Rivais) e Denis Villeneuve (Duna: Parte Dois). A dinâmica do projeto envolve dois diretores renomados trocando ideias e refletindo sobre suas obras.

Em seu depoimento, o cineasta mexicano não apenas exaltou a qualidade técnica e narrativa de Ainda Estou Aqui, mas também destacou sua relevância emocional e política. Cuarón também elogiou o roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega, premiado no Festival de Veneza. O diretor descreveu a obra como uma “memória pessoal e coletiva”, refletindo as tensões políticas do passado e do presente com uma inegável força emocional.

O impacto do filme nas palavras de Alfonso Cuarón:

“Rio de Janeiro, 1971. Eunice Pavia flutua tranquilamente nas águas mornas do Oceano Atlântico quando sua paz é interrompida pelo som dos rotores de um helicóptero militar que, como uma nuvem ameaçadora, sobrevoa a baía do Rio de Janeiro. Na praia, um cachorro vira-lata invade a quadra onde sua filha adolescente, Veroca, joga vôlei. Marcelo, seu filho de 11 anos, pega o cachorro e corre para casa, onde encontramos os outros irmãos. Lá, ele pergunta ao pai, Rubens Paiva, se podem adotar o vira-lata.

Conforme somos guiados pelos espaços onde a família vive, somos convidados a compartilhar sua intimidade e seus sonhos com uma imediaticidade quase palpável. Através dessa história, testemunhamos o rompimento da harmonia quando Rubens é levado à força por militares. Seguimos, então, a luta determinada de Eunice para trazê-lo de volta.

Assistir a um filme de Walter Salles é ser abraçado pela generosidade, como se experimentássemos uma força gravitacional que nos eleva e nos ancora ao mesmo tempo, com uma força invisível, mas inegável.

Com ‘Ainda Estou Aqui’, esse efeito é ainda mais poderoso. Walter, que era próximo à família Pavia, não apenas conta uma história real de terror, resiliência e aceitação, mas também entrega uma memória pessoal e coletiva — uma história de advertência que serve como um espelho das tensões políticas do passado e do presente. Acima de tudo, Walter nos envolve em uma meditação sobre a passagem do tempo e nossa própria impermanência, deixando o amor como a única força que perdura.”

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Rumo ao Oscar 2025

Com a recepção calorosa no cenário internacional, as chances de Ainda Estou Aqui ser indicado ao Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional são consideráveis. Nesta semana, o filme de Walter Salles apareceu na shortlist de 15 títulos para a categoria na maior premiação do cinema mundial. Além disso, há fortes especulações de que Fernanda Torres poderá receber uma indicação de Melhor Atriz por sua interpretação como Eunice Paiva, e o filme também figura como possível candidato na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Alfonso Cuarón encerrou seu depoimento enfatizando a importância de histórias como da adaptação do livro de Marcelo Rubens Paiva, as quais  nos lembram da resiliência humana e deixam uma mensagem poderosa: o amor é a única força que perdura. Esta participação na Variety reafirma não apenas o talento de Walter Salles, mas também a capacidade do cinema brasileiro de tocar o mundo com histórias universais.

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Directors on Directors 2025

Durante os bate-papos desta edição — disponíveis no YouTube —, Brady Corbet (O Brutalista) e Sean Baker (Anora) falaram sobre trazer suas visões idiossincráticas para as telas, enquanto Jon M. Chu (Wicked) e Shawn Levy (Deadpool & Wolverine) discutiram a arte de criar fantasias populares em cenários grandiosos. Já Luca Guadagnino (Queer e Rivais) e Denis Villeneuve (Duna: Parte Dois) trocaram figurinhas sobre sua paixão por subverter convenções, mas também por suas escolhas de elenco — ambos trabalharam com Zendaya e mais de uma vez com Timothée Chalamet (Um Completo Desconhecido).

Já o consagrado diretor espanhol Pedro Almodóvar (O Quarto ao Lado) conversou com a holandesa Halina Reijn (Baby Girl) sobre suas fascinações com personagens em momentos de crise, seja um diagnóstico terminal, seja um ato de violência. Estreante atrás das câmeras, Zoe Kravitz (Pisque Duas Vezes) conversou com Matt Reeves, diretor de O Batman, — com quem trabalhou no papel de Mulher-Gato — sobre os insights de seu primeiro roteiro original.

‘X-Men’: Sadie Sink é a favorita para viver a Jean Grey no MCU, afirma insider

O nome de Sadie Sink voltou a circular nas redes sociais como a preferida para viver a Jean Grey no MCU.

Segundo o TheInSneider, a Marvel está cotando a atriz para viver a personagem.

Quando a quarta temporada de ‘Stranger Things‘ foi lançada em 2022, os fãs fizeram campanha para que a intérprete de Max vivesse a mutante. Será que a Marvel ouviu os fãs?

Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU) vai acontecer.

“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.”

O chefe do estúdio destacou que os mutantes terão um papel central, especialmente após o lançamento de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, programado para 2027.

Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.

Vale lembrar que ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, filme citado por Kevin Feige, será lançado em maio de 2027.

Trailer de ‘Superman’ soma quase 30 milhões de visualizações em apenas 12 horas; Elegemos os MELHORES momentos!

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O trailer de ‘Superman‘, lançado hoje, agradou em cheio os fãs, e conquistou 16 milhões de visualizações nas primeiras 12 horas somente na conta oficial da DC no YouTube.

Somando todas as redes sociais da Warner Bros. e da DC, o trailer se aproxima de 30 milhões de visualizações no período.

Caso você ainda não tenha assistido o trailer, confira abaixo!

Como de costume nos trailers de filmes de super-heróis, há uma porção de elementos incríveis que vão deixar os fãs empolgados. Alguns foram lotados logo de cara, enquanto outros precisam de um pouco mais de atenção. Pensando nisso, o CinePOP elegeu os melhores momentos do trailer. Confira!

Krypto, o Supercão

O trailer já começa dando o primeiro vislumbre não apenas do Superman, mas também de Krypto, o Supercão. Quando foi anunciado que o cachorrinho não seria um labrador, muitos fãs chiaram. Porém, James Gunn afirmou ter se inspirado em seu antigo cachorrinho que faleceu recentemente, e na relação que desenvolveu com Ozu, seu novo doguinho. A ideia é criar uma relação genuína entre homem e seu cachorro. E parece que funcionou.

 Esperança

Uma das principais propostas de James Gunn para o personagem era resgatar o símbolo de esperança. Nos últimos anos, Superman virou sinônimo de conflito moral, seja pelas adaptações cinematográficas do próprio personagem, seja pelas paródias em séries e animações. E nada melhor para mostrar a esperança do que trazer o herói salvando crianças. Se reparar bem, na primeira imagem vemos que o Super está com o rosto todo sujo. Ou seja, é bem provável que ele esteja no meio de uma batalha e tenha parado para salvar uma criança. Já no segundo momento, vemos uma criança em um contexto de guerra. Ela balança uma bandeira e clama pelo Superman, que aparece prontamente para salvá-la. Nada mais Superman do que isso.

Clark Kent

Isso aqui é sensacional. Um dos pontos mais famosos da mitologia do Superman é a diferença entre o herói e sua identidade secreta, Clark Kent. Como pudemos ver no trailer, David projetou seu queixo para frente enquanto interpretava o Clark, deixando sua mandíbula em posição normal ao assumir o papel de Superman. Esse visual do Clark é uma clara inspiração das artes de Frank Quitely, responsável pela ilustração do clássico “Grandes Astros: Superman”, que é uma das principais inspirações para este filme. Está realmente fascinante.

Família Kent

Outra parte fundamental da mitologia do Superman é a sua família humana: os Kent. Além do trailer mostrar a icônica propriedade do Kent em Smallville, vemos Clark conversando com o seu pai, seu grande mentor e figura de humanidade na Terra. Esqueça essa história de Superman órfão, aqui Clark Kent terá suas figuras paterna e materna como bússolas morais.

Kelex?

em dado momento do trailer, podemos ver o Superman segurando um robô destruído. Se repararmos no torno, poderemos ver que que está em um ambiente completamente branco. Ou seja tudo indica que esta cena aconteça dentro da Fortaleza da Solidão. Dito isso, se forem seguir os quadrinhos, o robô deve ser o Kelex, a inteligência artificial responsável por tomar conta e administrar a fortaleza da solidão. Ele também é um dos poucos laços de Clark com sua terra natal alienígena.

Universo DC

outra proposta muito legal deste novo Universo DC, é que ele começará já com a presença de outros super-heróis e vilões habitando esta terra. Ou seja, o Superman não será, em teoria, o primeiro super-herói. No trailer, podemos ver o Lanterna Verde (Guy Gardner), o Senhor Incrível, a Mulher-Gavião e o Metamorfo. E se você achou que o Lanterna Verde está tosco, é proposital. O Guy Gardner é historicamente conhecido como o Lanterna Verde mas tosco e lerdão do universo.

Origem do Metamorfo

lançado na década de 1960, o Metamorfo era um mercenário conhecido como Rex Mason. Ele foi contratado por Simon Stagg, um bilionário excêntrico, para tentar encontrar um lendário artefato egípcio. Porém, durante a missão, Rex percebe ter caído em uma armadilha de seu contratante, que o expôs a radiação de um meteoro, fazendo com que seu DNA sofresse alterações irreversíveis e ele se transformasse no Metamorfo. A partir de então, ele passa a usar suas habilidades para o bem. No trailer, vemos o Metamorfo com uma cara de confuso, e é possível reparar a presença das indústrias Stagg. Ou seja, são altíssimas as chances de vermos a história de origem do personagem ser retratada neste filme.

Lex Luthor

O grande vilão do filme será o clássico Lex Luthor. O trailer não revela muito dele, porém é possível ver seu rosto todo cheio de cortes e uma cena em que ele busca uma pistola bem tradicional. Isso pode ser um indicativo de que veremos a clássica cena da bala de Kryptonita, o famoso ponto fraco do Superman.

Amor

Por fim, é impossível falar de Superman sem falar de Lois Lane. Em todas as cenas que a repórter aparece, podemos ver que ela aparenta ter alguma intimidade com o Superman, como na cena acima em que ele se beijam sobre um shopping, mas nenhuma delas aparenta trazer intimidade entre ela e Clark. Isso pode ser um forte indicativo de que ela não saberá a identidade secreta do Superman. Isso é um ponto clássico dos quadrinhos e dos filmes dos anos 70, em que Lois até suspeitava da identidade de seu amado, mas jamais conseguia comprovar que Clark Kent era o Superman.

Superman chega ao cinemas em 11 de julho de 2025.

Courteney Cox já não tinha sido CONFIRMADA em ‘Pânico 7’? O que aconteceu?

Alguns fãs ficaram confusos com a segunda confirmação de Courteney Cox em ‘Pânico 7‘. Sim, a atriz já havia sido confirmada no filme, mas voltou atrás e revelou que ainda não era certeza.

Em Julho, os produtores confirmaram ao Deadline que a atriz voltaria. Porém, em novembro, ela disse que ainda não havia assinado contrato.

Rumores indicam que Courteney estava com medo da reação dos fãs com seu retorno após a polêmica demissão de Melissa Barrera, que é sua amiga pessoal. Alguns fãs ainda estão agressivos com o assunto e criando boicote tanto ao filme quanto aos atores que se juntam ao elenco.

Porém, com o anúncio do retorno de Mason Gooding, Courteney foi mais uma vez confirmada no filme. Dessa vez, de uma vez por todas.

Com seu retorno como Gale Weathers, a atriz volta a entrar no Guiness Book como a atriz que mais estrelou filmes consecutivos de uma franquia de terror.

Neve Campbell retornará como a Sidney.

O elenco ainda contará com Mckenna Grace, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner e Isabel May, que interpretará a filha da Sidney Prescott.

Vale lembrar que vazamentos indicam que ‘Pânico 7′ poderá apresentar um novo tipo de estrutura na franquia, abordando duas histórias principais ao mesmo tempo.

As filmagens devem começar em janeiro e se estendem até abril de 2025 em Atlanta. Inicialmente, o filme começaria a ser filmado no final desse ano.

O filme chega aos cinemas dia 27 de fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

‘Superman’: Nicholas Hoult revela detalhes sobre Lex Luthor

Nicholas Hoult, o ator que interpreta Lex Luthor em Superman, o filme que marca o início do DCU, falou recentemente sobre o icônico vilão, revelando que ele precisará ser implacável para enfrentar o Homem de Aço.

Em uma entrevista ao ComicBook, Hoult explicou: “A coisa mais emocionante sobre esse Lex, eu acho, foi estar no universo de James Gunn. Como você disse, é tão emocionalmente crua e poderosa, mas também enorme na escala do mundo e no que ele está criando”.

Ele continuou: “Com esse Lex, ele é obviamente inteligente e implacável, e precisa superar o Superman em certos níveis, já que não pode igualá-lo em outros. Mas há algo sobre esse personagem, e espero que da minha parte, onde, embora você talvez não concorde com o processo dele, existe um ponto em que você consegue entender, em alguns níveis, de onde ele está vindo e por que talvez o que ele está defendendo como sua ideologia possa ser, na verdade, melhor para a humanidade”.

O filme tem estreia agendada para o dia 11 de julho de 2025.

Assista ao trailer:

Relembre a sinopse:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.

Superman marca o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
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‘Mufasa: O Rei Leão’: Prelúdio conquista 55% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

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‘Mufasa: O Rei Leão, a aguardada prequela do clássico da Disney, chega em breve aos cinemas de todo o mundo. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação inicial de 55% da crítica, com base em 47 análises.

Vale lembrar que O Rei Leão (2019) obteve uma aprovação de 51% da crítica, com base em 435 análises, e 88% de aprovação do público.

Os críticos, de forma geral, elogiaram o esforço de Barry Jenkins em criar um bom filme, mas destacaram que a produção está bem abaixo da animação original e dificilmente conseguirá cativar o público.

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“Embora James Earl Jones seja impossível de ser substituído, esses dubladores deram o melhor de si na tentativa”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Jenkins não se vendeu; na verdade, o estúdio comprou sua visão, que respeita o filme de 1994 e reconhece a importância que seus modelos de comportamento e lições de vida tiveram para o público jovem”, disse Peter Debruge da Variety.

“O principal a se tirar disso, no fim, tem menos a ver com os personagens ou a história em si, e mais com os recursos: Que enorme volume deles foi investido para fazer o pior filme de Barry Jenkins! E para evitar pensar ou pagar por um desenho animado completamente novo!”, disse Jesse Hassenger do Paste Magazine.

Barry Jenkins cria algumas imagens inspiradas ao tentar adaptar o fotorealismo, mas os animais ainda estão um pouco assustadores. Isso resulta em uma prequela que é apenas mediana e não conquistará novos fãs. Pelo menos algumas das novas músicas de Lin-Manuel são cativantes!”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Mufasa: O Rei Leão poderia ter sido um excelente e digno sucessor de “O Rei Leão”, mas, devido às exigências percebidas do que essa franquia exige, é apenas um bom filme, o que é uma pena, considerando seu potencial régio e majestoso”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

“Apesar do histórico de Jenkins e de seu claro toque artístico, a luz do semi-sucesso de Favreau mancha tudo o que toca aqui”, disse Alison Foreman do IndieWire.

“Está longe de se tornar um clássico, mas é gratificante saber que Barry Jenkins fez deste filme algo seu, contando uma boa história com genuína emoção e uma presença visual impressionante”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Fãs da franquia e gerações mais jovens vão encontrar muitos aspectos agradáveis em Mufasa: O Rei Leão, mas é difícil imaginar que ele tenha um legado comparável ao clássico animado original que deu início a tudo”, disse Aidan Kelley do Collider.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Legados serão construídos no trailer da 7ª temporada de ‘All American’; Confira!

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A CW divulgou o primeiro trailer da 7ª temporada da série ‘All American‘.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 3 de fevereiro.

A série foi criada por April Blair.

Quando um jogador de futebol de uma escola de South Los Angeles é recrutado para jogar no time Beverly Hills High, as vitórias, perdas e lutas de duas famílias de diferentes mundos – Crenshaw, bairro periférico da Califórnia, e Beverly Hills, o famoso bairro rico da mesma cidade – começam a colidir. Inspirado pela vida do jogador de futebol profissional Spencer Paysinger.

O elenco inclui Daniel Ezra, Bre-Z, Greta Onieogou, Samantha Logan, Michael Evans Behling, Cody Christian, Karimah Westbrook, Monet Mazur, Jalyn Hall, Chelsea Tavares, Hunter Clowdus e Taye Diggs.

‘Treta’: Ator de ‘Parasita’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Song Kang-Ho (‘Parasita’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada da aclamada série antológica ‘Treta‘ (BEEF).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O próximo ciclo será estrelado por Cailee Spaeny (‘Alien: Romulus’), Carey Mulligan (‘Bela Vingança’), Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’) e Charles Melton (‘Segredos de um Escândalo’).

Youn Yuh-jung (‘Minari: Em Busca da Felicidade’) completa o elenco. A atriz interpretará uma bilionária coreana, dona de um clube de campo.

Na trama…

“Um jovem casal testemunha uma briga alarmante entre seu chefe e sua esposa, desencadeando reviravoltas, favores e coerção no mundo elitista de um clube de campo e sua proprietária bilionária coreana.”

O próximo ciclo contará com 8 episódios de 30 minutos de duração.

Lee Sung Jin retorna como criador, showrunner e produtor executivo.

Vale lembrar que a primeira temporada, que ganhou oito Emmy Awards e três Globos de Ouro, já está disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Episódio crossover entre ‘Abbott Elementary’ e ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ ganha teaser HILÁRIO; Confira!

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A série Abbott Elementary terá um crossover com a icônica comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ em sua 4ª temporada – e, agora, o capítulo em questão acabou de ganhar seu teaser promocional.

O episódio será exibido nos Estados Unidos no dia 08 de janeiro de 2025.

Confira:

Em uma recente aparição na Vulture Fest (via Deadline), a criadora e estrela de ‘Abbott’Quinta Brunson, divulgou novos detalhes sobre o aguardado evento – que contará com um capítulo em cada uma das séries.

“Nosso episódio vai ao ar em janeiro. Então, será um episódio de Abbott Elementary, ela contou. “Mas o primeiro episódio de ‘Always Sunny’ – não sei quando vai ao ar, provavelmente em junho. O episódio deles será outra versão do que aconteceu nessa linha narrativa”.

Os astros Rob McElhenneyDanny DeVitoCharlie Day irão participar do especial.

Lembrando que a quarta temporada segue em exibição nos Estados Unidos, mas ainda não chegou ao Brasil.

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A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.

Vale lembrar que, no Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no serviço de streaming do Disney+.

A série foi criada por Quinta Brunson.

Brunson, Tyler James WilliamsJanelle JamesLisa Ann WalterChris PerfettiSheryl Lee RalphWilliam Stanford Davis estrelam.

Caio e Fabiano Gullane analisam o IMPACTO de ‘Senna’ no cenário nacional e internacional [EXCLUSIVO]

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Senna‘, minissérie de ficção sobre a história de um dos maiores ídolos do automobilismo mundial, se tornou uma das produções mais aclamadas do ano por recontar a história de Ayrton Senna sob uma ótica dramatizada e muito bem delineada.

O projeto, supervisionado pela Gullane (produtora fundada por Caio e Fabiano Gullane), construiu uma espécie de universo parassocial que conseguiu transportar tanto aqueles que acompanharam a trajetória de Senna ao vivo e em cores quanto aqueles que não tiveram a oportunidade de vê-lo conquistar o mundo a um cosmos esportivo e dramático de tirar o fôlego.

Estrelada por Gabriel Leone como o personagem titular e ainda contando com nomes como Kaya ScodelarioPâmela ToméAlice WegmannMarco Ricca e outros no elenco, a minissérie ganhou projeção internacional, chegando até mesmo a conquistar uma indicação ao Critics Choice Awards 2025 na categoria de Melhor Série Internacional.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Caio e Fabiano – e aproveitamos o tremendo sucesso da atração para lhes perguntar sobre como eles analisam não apenas a globalização da obra, como de que maneira isso abre espaço para produções autocusteadas no cenário audiovisual brasileiro.

“Acho que ‘Senna’ tem essa missão mesmo, de buscar resultados que a gente não imagina, de buscar resultados bastante ambiciosos”, Fabiano começa. “Acho que ‘Senna’ nasce assim. Então, acho que o sucesso que a série vem tendo aqui no Brasil, que vem conquistando e construindo fora do Brasil já é uma sinalização do que esperávamos. A gente esperava que a temporada de prêmios começasse mais no que vem só, mas fomos selecionados pelo Critics’ Choice. Isso já indica que a série também vem com muita força para as premiações”.

Ele continua: “é claro que não dá para a gente ter muita expectativa [de vitória], porque é um mercado muito competitivo. Mas estamos muito felizes pelo trabalho que foi feito pela equipe da Gullane, pela equipe da Netflix, e também pelos talentos – especialmente por Vicente Amorim, Júlia Rezende e Gabriel Leone, que falaram muito da série pelo mundo. Estamos fazendo um trabalho que, em condições de igualdade, compete com qualquer outra série, qualquer obra de qualquer parte do mundo. De Hollywood, ou da Inglaterra”.

Caio também deu seus pareceres, mostrando o apoio dos votantes do Critics’ Choice para garantir a indicação da série à premiação.

“A demonstração disso são os que estão conosco nessa escolha do Critics’ Choice”, ele afirma. “Você tem ‘Round 6’, você tem as séries da Apple TV+, vários títulos realmente grandiosos. E acho que o Brasil está num momento ótimo para engajar um segundo ciclo do audiovisual e conseguir, com isso, perpetuar nossas histórias aqui dentro – o que é muito importante.

Durante a conversa, aproveitamos para questioná-los sobre a recepção da série pela geração que acompanhou Senna nas pistas e que ajudou a imortalizar seu legado, e pela geração que conheceu sua história e seu impacto após conferir a minissérie.

Fabiano e Caio Gullane construíram uma história que não focasse apenas na esfera profissional de Ayrton, mas sim nos sonhos e nas ambições de um jovem adolescente que desejava se tornar campeão mundial.

“Acho que o desafio desse roteiro e dessa história era exatamente trazer as informações do ser humano. Trazer o processo de formação dele, o processo de criação de valores dele, as conquistas fora da pista… Porque todo esse mundo da Fórmula 1, esse mundo esportivo, já está disponível. Na internet, na bibliografia que se tem do Senna”, Fabiano explica. “Acho que o grande elemento único da série é exatamente essa força de acompanharmos um menino de 15, 16 anos que tem o sonho de ser campeão mundial de Fórmula 1, sabe? Nesse sentido, acho que a gente se conectou de uma forma muito poderosa com as novas gerações que não o conheceram, que não o viram correr. Ouvimos de muita gente mais nova que não conhecia o Senna e virou fã depois de assistir à série. E, ao mesmo tempo, é um projeto que honra muito toda a história do Senna e emociona todos aqueles que a assistem”.

Ele completa: “as novas gerações realmente estão sendo apresentadas ao Ayrton Senna – e as gerações que já o viram correr estão revivendo momentos dos mais especiais da vida de cada pessoa. Então, está sendo muito bonito ver essa reação desses dois grupos: aqueles que já o conheciam e os que foram apresentados a ele pela série”.

Lembrando que ‘Senna’ já disponível, na íntegra, na Netflix.

‘Extermínio 4’ ganha TÍTULO oficial e data de ESTREIA

O site Deadline divulgou novidades sobre a sequência ‘Extermínio 4‘, que marcará o segundo capítulo de vindoura trilogia.

Oficialmente intitulado ‘28 Years Later: The Bone Temple‘ (Extermínio: O Templo de Ossos, em tradução livre), o longa está programado para estrear no dia 16 de janeiro de 2026.

Nia DaCosta, do reboot de ‘Candyman‘, será responsável pela direção.

Vale lembrar que o terceiro filme da saga, intitulado ‘Extermínio: A Evolução‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025.

Na trama, quase três décadas desde que o vírus da raiva escapou de um laboratório de armas biológicas, os sobreviventes encontraram maneiras de existir em meio aos infectados. Um desses grupos vive em uma pequena ilha conectada ao continente por uma única passagem fortemente defendida. Quando um deles deixa a ilha em uma missão no coração sombrio do continente, ele descobre segredos, maravilhas e horrores que transformarão sua visão não apenas dos infectados, mas também dos outros sobreviventes para sempre.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Além de Ralph Fiennes (O Menu), o elenco de Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Robert Eggers | Ranqueamos TODOS os longas do aclamado diretor, incluindo ‘Nosferatu’

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Apesar de ter comandado alguns curtas bastante interessantes, Robert Eggers fez sua estreia no circuito de longas-metragens apenas em 2015, com o lançamento de A Bruxa – que, em pouco tempo, tornou-se uma das produções favoritas da crítica e do público à época de seu lançamento.

Desde então, o realizador sagrou-se como um dos principais nomes do terror e do horror psicológico da contemporaneidade, roubando os holofotes através de obras focadas essencialmente em histórias mitológicas e folclóricas de época, arquitetando ambientações de pura angústia que cativaram espectadores ao redor do mundo e que continuam a denotar seu sólido status na sétima arte.

Com a iminente estreia do ambicioso remake de Nosferatu, agendada para o próximo dia 02 de janeiro de 2025 nos cinemas nacionais, preparamos uma breve lista ranqueando todos os seus longas.

Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

4. O HOMEM DO NORTE (2022)

Há quem considere O Homem do Norte um filme divisivo para os fãs inveterados de Eggers – mas isso não signifique que a produção seja ruim. Pelo contrário, é notável como o diretor, mesmo em sua terceira incursão cinematográfica, preza pela sinestesia épica e garante que elementos históricos sejam palpáveis e condizentes à época em que a narrativa se passa. E, apesar de não ter feito muito barulho nas bilheterias, essa gema em sua filmografia merece nossa atenção.

Para além de performances aplaudíveis de nomes como Alexander SkarsgardAnya Taylor-JoyNicole Kidman, cada engrenagem da produção é muito bem pensada e, ainda que, às vezes, não atinja seu potencial pleno, denota as escolhas concisas que Eggers e seu competente time criativo fazem para gestar esse conto milenar – que inclui o roteiro co-assinado pelo poeta Sjón, a harmônica fotografia de Jarin Blaschke e a trilha sonora assinada por Robin Carolan e Sebastian Gainsborough.

3. O FAROL (2019)

Em O Farol, Eggers mostra seu apreço pelo folclore nórdico e deixa bem claro que suas inspirações cinematográficas são drenadas de clássicos da literatura e de outras investidas do gênero. A narrativa gira em torno de um jovem moço chamado Ephraim Winslow (Robert Pattinson), que aceita ser aprendiz de um velho faroleiro chamado Thomas Wake (Willem Dafoe). Winslow, desejando ganhar dinheiro para começar uma nova vida, não vê outra alternativa a não ser permanecer numa isolada ilha durante algumas semanas, submetendo-se aos desejos de seu irredutível chefe. Entretanto, conforme o tempo passa e os dois passam a ter um relacionamento “amigável” – dentro de suas respectivas limitações -, a trama mergulha em inúmeras reviravoltas, indicando que nem tudo é o que parece ser. 

Mais do que um simples filme de terror, O Farol posa em uma vitrine de impecabilidade estética do começo ao fim: além de mergulhado em um filtro preto-e-branco, que auxilia na melancólica e angustiante atmosfera cultivada desde a primeira cena, Eggers opta pela certeira lente 35mm para manter o brilho e a excessiva e proposital focalização da produção, ao mesmo tempo que permite uma leve distorção quando em planos mais fechados. De fato, tal análise apenas reflete a mensagem que a história transmite ao público: ainda que envolta em uma clareza imagética, ela jamais se revela por completo e abre espaço para que os espectadores desvendem os mistérios por trás do ambíguo e único cenário apresentado.

2. NOSFERATU (2024)

Encabeçar um projeto de remake de uma obra tão icônica quanto Nosferatunão é uma tarefa fácil – e, normalmente, nos deixa com um pé atrás. Porém, considerando a habilidosa mão de Eggers, sabíamos que a história estava segura, ainda mais levando em conta a afeição do diretor por histórias desse calibre, bem como sua capacidade inefável e invejável de construir ambientações psicológicas derradeiras. O resultado não poderia ser outro: o filme recebeu aclame por parte dos especialistas e insurgiu como uma carta de amor ao terror gótico e à necessidade de reafirmar o gênero em questão como uma obra de arte tal qual qualquer outra produção cinematográfica.

Se há algo que o realizador sabe fazer muito bem é criar atmosferas de pura angústia. Aqui, ele se alia mais uma vez a Blaschke para prestar homenagem à importância da escola expressionista, brincando com a luz e a sombra de maneira mágica e sobrenatural. Seja no vilarejo onde mora o casal Hutter (interpretado por Nicholas Hoult e Lily Rose-Depp em rendições fabulosas), no castelo de Conde Orlok (vivido por um irreconhecível Bill Skarskard), ou na encruzilhada de uma sombria e amedrontadora floresta, Eggers sabe o que quer fazer e de que forma pretende garantir a evocação de emoções primordiais e viscerais no público.

1. A BRUXA (2015)

Mesmo quase uma década depois de seu lançamento, A Bruxa permanece não apenas como a obra-prima de Eggers, mas como um dos grandes terrores psicológicos do século.

Na trama, a primogênita de uma família de colonos, chamada Thomasin (Anya Taylor-Joy revelando-se em um potencial indescritível), cuidava de seu irmão acalentado nas cobertas, e ao desviar a atenção por dois segundos, ele foi arrastado sem deixar traços para a floresta – e é aqui que as coisas ficam ainda mais assustadoras: ao invés de se privar em mostrar o que realmente aconteceu, Eggers coreografa uma dança fluida para acompanhar o outro lado da história que não recebe toda a atenção que poderia receber. Logo depois do sumiço do caçula, vemos uma figura encapuzada (a famigerada bruxa) que o leva para um casebre escondido por entre as árvores e o sacrifica num ritual obsceno e arrepiante.

É claro que cair em alguns convencionalismos históricos é normal, mas é a partir de todas as premissas conhecidas envolvendo todo o lore das bruxas que Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda a obra contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem e todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, A Bruxa é nada menos que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói o gênero de maneira diabolicamente apaixonante.

Crítica | Mufasa: O Rei Leão – Live-Action da Disney cria Linda História que dá Sentido ao Seu Maior Clássico

Quando a Disney observou o sucesso do primeiro filme da franquia ‘Descendentes’, ela levantou o alerta (para si mesma e para outras produtoras) de que os espectadores estavam interessados em conhecer a história de vida pessoal de personagens e histórias clássicas do universo pop. Ou seja, havia um universo imensurável a ser explorado se se desenvolvesse histórias dos personagens secundários, dos vilões e de personagens marcantes que de alguma forma marcaram a jornada do herói. De lá para cá, a Disney já lançou inúmeros projetos nessa vertente, como ‘Cruella’, ‘Malévola’, e agora, nessas férias de fim de ano, a sua mais nova aposta, ‘Mufasa: O Rei Leão’, que conta a história do pai de Simba.

O pequeno Mufasa (na voz original de Braelyn Rankins, e dublado por Lorenzo Tarantelli) está atravessando a savana africana com seus pais, Obasi (Lennie James/Wellington Lima) e Eshe (Thandiwe Newton/Letícia Soares) atrás de Melele, um paraíso no meio de tanta seca, onde eles e outros animais poderão descansar num ambiente tranquilo, com água e comida. Porém, no caminho para Melele infelizmente Mufasa acaba se perdendo de sua família, ficando sozinho e perdido até ser encontrado pelo pequeno Taka (Theo Somolu/Cauê Enzo) e ser adotado pela mãe deste, embora o pai de Taka não goste nem um pouco da situação por considerar Mufasa um desgarrado. Tem assim uma linda amizade entre Mufasa e Taka, porém, quando uma nova ameaça começa a rondar a alcateia de leões, Mufasa (Aaron Pierre/ Pedro Caetano) e Taka (Kelvin Harrison Jr./Hipólyto) deverão seguir o próprio caminho sozinhos.

Em ‘Mufasa: O Rei Leão’ temos as mesmas técnicas de animação em live-action utilizadas no seu predecessor, ‘O Rei Leão’, então, não vamos nos ater a esse ponto que gerou tanto debate da última vez. Vamos, sim, focar no que importa: a história.

O roteiro de Jeff Nathason, Linda Woolverton e Irene Mecchi analisou todos os pontos cruciais de ‘O Rei Leão’ considerando o motivo pelos quais eles se tornam tão importantes na jornada de Simba e, a partir daí, buscou significados, motivos e justificativas para que tais acontecimentos tivessem sucedido tal qual ocorreram na animação. Este é o ponto principal do roteiro, e é também onde está o seu coração: todas as referências encontradas ganham uma justificativa plausível e fortes, de modo que o espectador entenderá perfeitamente o desencadear de eventos que levaram à tragédia de Mufasa anos depois.

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Com duas horas de duração, o filme de Barry Jenkins é, também, um musical, é esse é o ponto de quebra. Primeiramente, é esquisito ver animais que se parecem mesmo com leões de verdade cantando musiquinhas; por mais que saibamos se tratar de um filme, o cérebro questiona isso a todo momento. O segundo ponto é que a trilha sonora original ficou a cargo de Lin-Manuel Miranda, que é um ótimo compositor e musicista, mas, aqui, as músicas dão a sensação de interromper a aventura, em vez de embalá-la. Lin não trouxe originalidade às suas canções neste projeto, ao contrário, para quem acompanha o trabalho do artista consegue claramente perceber acordes e trechos já utilizados em outros projetos dele, como em ‘Encanto’ e ‘Hamilton’. No fim, ‘Mufasa: O Rei Leão não tem nenhuma canção forte que fique no coração do espectador.

Conduzido como uma história de ninar, ‘Mufasa: O Rei Leão’ é um filme que encorpa o universo de ‘O Rei Leão’ com uma história linda, profunda e que faz total sentido para o que vem depois. Recheada de exemplos, valores e frases de efeito, é um belo filme que faz jus à jornada do grande rei Mufasa e seu legado.

‘Superman’: David Corenswet fala sobre a INGENUIDADE do personagem

Após o lançamento do trailer de Superman, também foi revelada uma entrevista nos estúdios da Warner Bros., na qual David Corenswet refletiu sobre como interpreta a suposta ingenuidade do personagem, destacando que enxerga essa característica como uma qualidade, e não uma falha.

O astro comparou a perspectiva do Superman com sua própria vivência pessoal, mencionando experiências marcantes da época da escola.

“Eu sempre fiquei fora das fofocas quando estava na escola. Ninguém nunca se importou em me atualizar sobre elas, e eu nunca senti que sabia das histórias emocionantes ou intrigantes que estavam acontecendo. Por essa razão, eu sempre meio que enxergava as pessoas como as melhores versões de si mesmas e os relacionamentos da mesma forma”, declarou o ator.

Corenswet afirmou que, assim como seu personagem, costuma ignorar “coisas bobas” no dia a dia, sem se preocupar com pequenas imperfeições.

“Eu acho que há um elemento disso, mas, na verdade, acredito que é mais uma espécie de cegueira para com as pequenas imperfeições, os pequenos conflitos, essas coisinhas bobas com as quais nos preocupamos como seres humanos. Tendo a ignorar essas coisas, e acho que o Superman também, e é isso que o mantém firme e determinado a focar no bem, na esperança, no futuro, e ancorado na diversão e na leveza do presente”, concluiu Corenswet.

O filme tem estreia agendada para o dia 11 de julho de 2025.

Assista ao trailer:

Relembre a sinopse:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.

Superman marca o primeiro filme do novo DCU.

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‘Capitão América 4’ não foi REFILMADO, afirma Anthony Mackie

O fato de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ ter passado por refilmagens preocupou alguns fãs da Marvel, que começaram a especular sobre possíveis problemas do filme.

No entanto, o astro Anthony Mackie defendeu as novas gravações e afirmou que o filme não foi completamente refeito.

Mackie garantiu que apenas algumas cenas novas foram feitas nas refilmagens, algo que o ator considera normal.

“Não foi refeito de forma alguma, todo filme da Marvel que fiz teve refilmagens. Não é refeito ou refeito. Você basicamente pega o filme e a história que quer, edita tudo junto, depois volta e filma mais algumas cenas”, declarou Mackie.

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente,  o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Treta! Cinegrafista de ‘Gladiador II’ DETONA trabalho de Ridley Scott: “Preguiçoso”

Enquanto Gladiador II’ continua a conquistar a crítica e o público, os bastidores da produção revelam uma história bem diferente. Segundo à Action Newz, o renomado diretor de fotografia John Mathieson, colaborador de longa data de Ridley Scott, fez duras críticas ao método de trabalho do cineasta na sequência.

Mathieson, que trabalhou com Scott em clássicos como Gladiador e ‘Hannibal’, descreveu o processo de filmagem de Gladiador II’ como “muito preguiçoso”.

O diretor de fotografia criticou a crescente dependência de Scott em múltiplas câmeras, afirmando que essa abordagem prejudica a qualidade visual dos filmes.

“Agora são os elementos de CG [gráficos computadorizados] para arrumar, deixando coisas no plano, câmeras no plano, microfones no plano, pedaços de cenário caindo, sombras de gruas. E eles simplesmente disseram [em Gladiator II], ‘Bem, arrume isso.'”, lamentou Mathieson.

Ele acrescentou: “Ele é bastante impaciente, então gosta de pegar o máximo que pode de uma vez só. Isso não é muito bom para a cinematografia. Aonde você só pode iluminar de um ângulo”.

Segundo Mathieson, essa abordagem limita a profundidade e a beleza visual das cenas, sacrificando a qualidade em nome da quantidade.

“Veja seus filmes mais antigos, e conseguir profundidade nas cenas era muito parte da iluminação. Você não pode fazer isso com muitas câmeras, mas ele só quer terminar tudo de uma vez. Ter muitas câmeras não acho que tenha melhorado os filmes… É um pouco apressado. Isso mudou nele”, explicou.

Ele ainda acrescentou: “Mas é assim que ele quer fazer e eu não gosto disso, e não acho que muita gente goste, mas as pessoas adoram seus filmes e ele é Ridley Scott, pode fazer o que quiser. As pessoas querem filmar com várias câmeras porque conseguem muitas performances e colocam muitas pessoas. Mas não há o mesmo cuidado”.

Por fim, o diretor de fotografia comparou o método de filmagem atual de Scott a uma “compra no supermercado”.

“Agora é essa coisa de ‘cobrir o básico’, ao invés de eu ser o chef cozinhando algo maravilhoso na minha cozinha lá embaixo. Você vai ao supermercado, pega um daqueles carrinhos enormes, passa o braço na prateleira e joga tudo lá dentro, e depois a gente resolve isso”, concluiu.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

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