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Vídeo nos leva aos BASTIDORES do 3º episódio de ‘Duna: A Profecia’!

Duna: A Profecia’, série que expande a aclamada franquia de ficção científica de Denis Villeneuve, já estreou no catálogo da Max.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do 3º episódio, intitulado “Sisterhood Above All”.

Lembrando que o terceiro capítulo vai ao ar no próximo dia 08 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

No Rotten Tomatoes, a produção teve uma estreia positiva, com 71% de aprovação da crítica especializada, baseada em 83 análises, e 63% de aprovação do público.

Para efeito de comparação,Duna obteve 83% de aprovação, enquanto a sequência Duna: Parte 2’ alcançou 92%.

Os críticos, de maneira geral, destacaram que a produção, pelo menos nos primeiros episódios, é impressionante, especialmente pelos aspectos técnicos. No entanto, muitos reconhecem que ela fica aquém dos filmes, especialmente em termos de profundidade e impacto.

Confira os principais comentários:

“‘Profecia’ não chega a igualar as conquistas estéticas de Villeneuve. No entanto, em seus melhores momentos, a série faz justiça à complexidade das questões políticas e dos debates éticos que são fundamentais no universo fictício de Frank Herbert, disse Alison Herman da Variety.

“Como uma reflexão densa sobre as lutas pela autonomia feminina em uma sociedade patriarcal, oferece momentos de conspirações e traições moralmente complexas, com uma produção impecável”, disse Daniel Fienberg da Hollywood Reporter.

“‘Duna: Profecia’ conta com um elenco sólido e bem equilibrado, uma narrativa cativante e cenários deslumbrantes, que remetem aos filmes de Denis Villeneuve. No entanto, algumas comparações com as produções cinematográficas são difíceis de superar”, disse Ron Hilliard da Discussing Film.

“‘Duna: Profecia’ carece da grandiosidade necessária para dar vida a esse universo de forma realista. Esta versão soa mais como uma imitação do que uma expansão dos filmes dirigidos por Denis Villeneuve”, disse Joshua Ryan da FandomWire

“Com Profecia, a HBO agora tem duas acertos em dois quando se trata de spin-offs para a TV”, disse Therese Lacson da Collider.

“É um começo misto para este primeiro spin-off de Duna, que não consegue escapar completamente da sombra de Denis Villeneuve. Mas a paciência pode ser recompensada; afinal, os planos das Bene Gesserit são medidos em séculos”, disse John Nugent da Empire Magazine.

“Está se esforçando tanto para cumprir um mandato de Game of Thrones – mas no espaço – que frequentemente se esquece de cumprir suas responsabilidades narrativas com a propriedade intelectual, enquanto se desdobra para agradar seus mestres corporativos”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Embora esta série não possua a mesma atmosfera vibrante e sobrenatural das adaptações cinematográficas, ela nos coloca em um tempo e lugar complicados, definidos por manobras maquiavélicas e uma obsessão familiar por um certo psicodélico ocre”, disse Elijah Gonzalez da Paste Magazine.

Primeiras Impressões | ‘Duna: A Profecia’ expande icônico universo sci-fi de Denis Villeneuve com denso drama político | CinePOP Cinema

“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”

A série conta com um elenco estelar que inclui Emily Watson, Olivia Williams, Travis Fimmel, Johdi May, Mark Strong, Sarah-Sofie Boussnina, Josh Heuston, Chloe Lea, Jade Anouka, Faoileann Cunningham, Edward Davis, Aoife Hinds, Chris Mason e Shalom Brune-Franklin.

Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.

Que dia será o show da Lady Gaga no Rio de Janeiro?

As negociações entre Lady Gaga e a prefeitura do Rio de Janeiro continuam avançando e o jornalista do Globo Lauro Jardim revelou que o show é previsto para 3 de maio de 2025, um sábado, juntando com o feriado do Dia do Trabalho.

A previsão é de que o acordo seja finalizado nos próximos dez dias, e que o evento seja anunciado oficialmente em janeiro.

Recentemente, Gaga divulgou uma nova versão promocional de “Disease”lead single de seu vindouro sétimo álbum de estúdio.

A versão funciona como uma performance ao vivo intitulada “Disease (The Poison Live)”, que faz par com a recente “Disease (The Antidote Live)”.

Confira:

Lembrando que a canção original já está disponível nas plataformas de streaming.

O compilado de originais ainda não tem data de lançamento confirmada, mas sabe-se que ele será lançado no ano que vem e que será um álbum pop.

O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 13 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

‘Os Bucaneiros’: Apple TV+ escala QUATRO novos membros ao elenco da 2ª temporada!

Segundo o Deadline, a Apple TV+ escalou quatro novos membros ao elenco da 2ª temporada da série de época ‘Os Bucaneiros’.

As informações indicam que Greg Wise (‘The Crown’), Jacob Ifan (‘SAS Rogue Heroes’), Grace Ambrose (‘Amen’) e Maria Almeida (‘The Strays’) foram contratados para o novo ciclo.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

Baseada no inacabado romance homônimo publicado por Edith Wharton em 1938, a atração foi criada pela produtora britânica The Forge.

Na trama, meninas com dinheiro, homens com poder. Dinheiro novo, velhos segredos. Um grupo de jovens americanas divertidas explode na temporada londrina de espartilhos apertados da década de 1870, dando início a um choque cultural anglo-americano enquanto a terra do lábio superior rígido é infiltrada por um refrescante desrespeito por séculos de tradição. Enviadas para garantir maridos e títulos, os corações dos bucaneiros são muito mais do que isso, e dizer ‘sim’ é apenas o começo…”.

Kristine Frøseth, Alisha Boe, Josie Totah, Aubri Ibrag, Imogen Waterhouse, Mia Threapleton e Christina Hendricks estrelam.

‘Dexter: Pecado Original’: Série pré-sequência de ‘Dexter’ ganha novo cartaz NACIONAL; Confira!

A Paramount+ divulgou o cartaz nacional de ‘Dexter: Pecado Original‘, que servirá de pré-sequência ao seriado original.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

dexter pecado original

A produção estreará oficialmente no dia 13 de dezembro na plataforma de streaming.

“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”

Patrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretará a versão mais jovem do personagem titular, enquanto Molly Brown (‘Evil’) dará vida a sua irmã, Debra Morgan.

O elenco ainda contará com Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), James Martinez (Angel Batista), Christina Milian (Maria LaGuerta), Alex Shimizu (Vince Masuka), Sarah Michelle Gellar (Tanya Martin) e Reno Wilson (Bobby Watt).

Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.

O showrunner original de Dexter, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em Atração Mortal, assume a direção e a produção executiva.

Apple TV+ escala NOVE novos membros à 2ª temporada de ‘Surface’

A Apple TV+ escalou nove novos membros ao elenco da 2ª temporada de ‘Surface‘, série de suspense psicológico estrelada pela Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’).

Phil Dunster, Freida Pinto, Millie Brady, Joely Richardson, Rupert Graves, Gavin Drea, Tara Fitzgerald, Nina Sosanya e Oliver Jackson-Cohen farão parte dos novos episódios – que têm lançamento agendado para o dia 21 de fevereiro.

Confira as primeiras imagens:

Lembrando que o ciclo de temporada já está disponível na plataforma de streaming.

A trama gira em torno da jornada de recuperação de uma mulher após sua tentativa de suicídio e a luta para se lembrar – e entender – tudo o que levou ao momento em que ela pulou.

Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill’) viverá James, marido da protagonista Sophie (Mbatha-Raw) e um sócio com boas conexões em uma empresa de capital de risco.

O elenco ainda conta com Stephan James, Ari Graynor, François Arnaud, Marianne Jean Baptiste e Millie Brady.

Criada por Veronica West (‘Alta Fidelidade’), a série traz a direção de Sam Miller (‘I May Destroy You’).

Confira o cartaz da 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo’

A 3ª temporada da série fantástica A Roda do Tempo teve seu primeiro cartaz divulgado.

Confira:

rodadotempo

Na trama da segunda temporada, “Rand al’Thor descobre que é o Dragão Renascido – uma figura perigosa da história destinada a salvar o mundo… ou destruí-lo. Desesperadas para protegê-lo do Dark One, um exército de mulheres poderosas deve contar com seu poder crescente e loucura invasora”.

 

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

‘X-Men’ | Michael Jackson, Beyoncé e Charlize Theron quase estiveram no filme original de 2000

Deadpool e Wolverine’ arrecadou US$ 1,33 bilhão nas bilheterias e é o filme em live-action de maior sucesso em 2024. O filme é a celebração do fim de uma era: a era Fox da Marvel. Antes até mesmo de o MCU existir, os personagens da maior casa de ideias do mundo faziam parte do acervo do estúdio 20th Century Fox.

Filmes como ‘Demolidor‘, ‘Quarteto Fantástico‘ e, principalmente, a franquia dos ‘X-Men‘ – a mais bem sucedida do lote e o carro-chefe deste universo. Tudo isso foi homenageado em ‘Deadpool e Wolverine‘. E realmente deveria, pois sem o sucesso do primeiro ‘X-Men‘ lá atrás em 2000, o auge do gênero jamais seria possível – e isso inclui o fenômeno que foi ‘Deadpool e Wolverine‘ em 2024. Mas você sabia que por pouco o elenco do filme original não foi outro. Já imaginou como seria, por exemplo, um ‘X-Men‘ com Charlize Theron e Natalie Portman no elenco? Ou quem sabe Michael e Janet Jackson? Até mesmo Beyoncé foi cogitada? Confira abaixo e saiba de tudo.

Leia também: Antes de Hugh Jackman, saiba quais atores quase interpretaram Wolverine no cinema

Christopher Lee

Imortalizado como o Drácula mais famoso do cinema nos anos 1970 (nos filmes do estúdio inglês Hammer) e mais tarde como o mago Saruman, de ‘O Senhor dos Anéis’, Christopher Lee quase foi o vilão mutante Magneto nas telonas antes de Sir Ian McKellen. Acontece que nessa versão citada acima, de James Cameron e Kathryn Bigelow, o ator escolhido para o mestre do magnetismo era mesmo o pomposo intérprete do Jedi Conde Dookan.

 

Angela Bassett

Antes de Halle Berry ficar com o papel de Tempestade, a mutante que controla o tempo, outra atriz era a favorita para viver a personagem de origens africanas: Angela Bassett. De fato, nos anos 90, o diretor James Cameron quase produziu um filme dos ‘X-Men’, que seria dirigido por sua então esposa, a também cineasta Kathryn Bigelow. Nessa versão, Bob Hoskins seria Wolverine e Michael Biehn (o Kyle Reese de ‘O Exterminador do Futuro’) seria Ciclope. A escolhida para ser Tempestade então era Angela Bassett, que em 1993 havia sido indicada ao Oscar pela biografia de ‘Tina Turner’.

Michael Jackson

Michael Jackson foi o maior gênio da música que já viveu. Sua combinação de dança e canto fizeram história. Mais do que qualquer outra coisa, “O Rei do Pop” foi uma das personalidades mais marcantes de nosso tempo. Mas quando falamos de cinema – tirando os clipes revolucionários do cantor (que surgem como curtas, vide ‘Thriller’ e ‘Black or White’) – Jackson não era tão entendido assim do riscado. É só dar uma olhada no flop incompreensível ‘Moonwalker’ (1988), o único filme estrelado pelo cantor. Mas o gênio excêntrico cismou que queria ser o Professor Xavier na primeira versão para os cinemas de ‘X-Men’, o que teria resultado em uma das escalações mais equivocadas da história.

Charlize Theron

Já pensou como seria se a musa Charlize Theron fizesse parte do elenco do primeiro ‘X-Men’ no cinema? E se eu disser que isso chegou bem perto de acontecer – só faltou a atriz aceitar a oferta. Acontece que Theron era a primeira escolha dos produtores para o papel da telepata Dra. Jean Grey, que terminou nas mãos da holandesa Famke Janssen. A sul-africana Theron na época não era muito conhecida, mas já havia feito trabalhos como ‘Advogado do Diabo’, por exemplo. Mesmo assim, na época os filmes de super-heróis não eram vistos com bons olhos e Theron recusou. Anos depois apareceu em uma ponta como Clea em ‘Doutor Estranho 2’ (2022).

Natalie Portman

Outra que recusou a oferta de trabalhar em ‘X-Men’ foi a menina prodígio Natalie Portman. A atriz começou a carreira ainda adolescente, mas nos anos 90 já marcava em produções grandiosas como ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’. Foi isso que fez os produtores da Fox ficarem de olho nela para o papel da mutante rebelde Vampira – uma sofredora que não consegue controlar os seus poderes. Essa carga dramática do papel exigia uma intérprete à altura, por isso Portman foi visada – mas infelizmente terminou dizendo não. Em seu lugar, uma outra atriz prodígio mirim: Anna Paquin, que levou o Oscar aos 11 anos de idade pelo drama ‘O Piano’. E Portman estrelaria ‘Thor‘ onze anos depois.

Jim Caviezel

Muitas vezes o filme que vemos em tela concretizado não é o que foi planejado originalmente. Isso não quer dizer, no entanto, que o resultado possa ser melhor do que os planos originais. Como podemos perceber, em encarnações passadas, o elenco de ‘X-Men’ seria completamente diferente. Isso inclui o líder da equipe, o certinho Ciclope. Antes de James Marsden ser o primeiro intérprete do papel nas telonas, o ator contratado havia sido Jim Caviezel. No entanto, ele precisou se desligar da produção por motivo de conflito de agenda com as filmagens do thriller sobrenatural ‘Alta Frequência’ – um filme que se tornaria subestimado e desconhecido todos esses anos depois. Seu papel mais famoso foi como Jesus Cristo em ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), de Mel Gibson.

Peta Wilson

 

 

Outra que acreditava estar com a faca e o queijo na mão era a atriz ruiva de voz grave Peta Wilson. A australiana foi contratada para o papel de Jean Grey em ‘X-Men’ e estava pronta para se juntar ao elenco. Acontece que Wilson não foi liberada, pois precisava voltar às gravações para a quarta temporada de ‘Le Femme Nikita’, série que protagonizava na época. Ser uma estrela da TV pode te fazer uma estrela, mas também te embarreirar de estrelar filmes que mudariam sua carreira.

Jeri Ryan

Por falar em estrelas da TV, muitos podem sequer conhecer a loiraça Jeri Ryan. Isto é, caso você não seja fã de ‘Star Trek’. Porque se você for certamente conhece a intérprete da vilã robótica Seven of Nine. Jeri era uma das finalistas para o papel da mutante azulada de formas voluptuosas e nuas Mística. E corpo para tal, Ryan possui. Acontece que a atriz terminou não conseguindo o papel, que ficou nas mãos de outra loiraça, Rebecca Romjin. Assim Ryan voltaria para o set de ‘Jornada nas Estrelas: Voyager’, onde permaneceu até 2001.

Janet Jackson

Como dito no primeiro item da lista, Angela Bassett chegou muito perto de ficar com o papel da poderosa Tempestade. Porém, ela não estava só nessa. No páreo, lado a lado com Bassett estava ninguém menos do que Janet Jackson, a irmã de Michael Jackson. Bem, podemos perceber o interesse da família Jackson pelo universo criado nos quadrinhos da Marvel Comics (que deveria fazer parte de seu lar). A verdade é que os mutantes têm muito a ver com preconceito e são uma analogia às minorias e pessoas perseguidas e discriminadas. Enquanto Michael fez campanha para o papel do Professor Xavier, Janet foi uma das atrizes consideradas para ser Tempestade. E sim, eu disse atrizes, porque na época Janet já havia protagonizado filmes como ‘Sem Medo no Coração’ (1993).

Beyoncé

Finalizando a matéria com os atores que quase estiveram no elenco de ‘X-Men’, lá no fim dos anos 90 – para o lançamento no verão de 2000; temos a musa máxima da R&B na atualidade, e também da música pop em geral, Beyoncé. É claro que lá atrás, no fim dos anos 1990, Beyoncé não possuía um décimo do sucesso, fama e prestígio que tem hoje. Nessa época, Beyoncé era a líder do trio feminino Destiny’s Child e talvez fosse muito jovem para ficar com o papel (Halle Berry tinha 34 anos e Beyoncé tinha apenas 19 anos). Os fãs dos quadrinhos, por outro lado, não queriam a cantora no papel e fizeram um abaixo assinado para “embarreirar” sua contratação. Anos depois, um novo rumor apontava que Beyoncé estrearia como Tempestade no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ – mas como sabemos não passou de um rumor.

Independent Spirit Awards 2025 | ‘Anora’, ‘Agatha Desde Sempre’ e mais na lista de INDICADOS à premiação!

Foram divulgados os indicados à 40edição do Independent Spirit Awards, uma das premiações mais importantes do circuito independente que visa premiar o melhor do cinema e da televisão.

Os vencedores serão revelados no dia 22 de fevereiro de 2025.

Confira a lista de ganhadores abaixo:

CINEMA

MELHOR FILME
Anora
I Saw the TV Glow
Nickel Boys
Sing Sing
A Substância

MELHOR DIREÇÃO
Ali Abbasi — O Aprendiz
Sean Baker — Anora
Brady Corbet — O Brutalista
Alonso Ruizpalacios — La Cocina
Jane Schoenbrun — I Saw the TV Glow

MELHOR ESTREIA DIRETORIAL
Dìdi
In the Summers
Janet Planet
The Piano Lesson
Problemista

MELHOR ATUAÇÃO
Amy Adams — Nightbitch
Ryan Destiny — The Fire Inside
Colman Domingo — Sing Sing
Keith Kupferer — Ghostlight
Mikey Madison — Anora
Demi Moore — A Substância
Hunter Schafer — Cuckoo
Justice Smith — I Saw the TV Glow
June Squibb — Thelma
Sebastian Stan — O Aprendiz

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE
Yura Borisov — Anora
Joan Chen — Dìdi
Kieran Culkin — A Real Pain
Danielle Deadwyler — Piano de Família
Carol Kane — Between the Temples
Karren Karagulian — Anora
Kani Kusruti — Girls Will Be Girls
Brigette Lundy-Paine — I Saw the TV Glow
Clarence “Divine Eye” Maclin — Sing Sing
Adam Pearson — Um Homem Diferente

MELHOR REVELAÇÃO EM ATUAÇÃO
Isaac Krasner — Big Boys
Katy O’Brian — Love Lies Bleeding: O Amor Sangra
Mason Alexander Park — National Anthem
René Pérez Joglar — In the Summers
Maisy Stella — My Old Ass

MELHOR ROTEIRO
Scott Beck, Bryan Woods — Herege
Jesse Eisenberg — A Real Pain
Megan Park — My Old Ass
Aaron Schimberg — Um Homem Diferente
Jane Schoenbrun — I Saw the TV Glow

MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA
Joanna Arnow — The Feeling That the Time for Doing Something Has Passed
Annie Baker — Janet Planet
India Donaldson — Good One
Julio Torres — Problemista
Sean Wnag — Dìdi

MELHOR FOTOGRAFIA
Dinh Duy Hung — Inside the Yellow Cocoon Shell
Jomo Fray — Nickel Boys
Maria von Hausswolff — Janet Planet
Juan Pablo Ramírez — La Cocina
Rina Yang — The Fire Inside

MELHOR MONTAGEM
Laura Colwell, Vanara Taing — Jazzy
Olivier Bugge Coutté, Olivia Neergaard-Holm — O Aprendiz
Anne McCabe — Nightbitch
Hansjörg Weissbrich — September 5
Arielle Zakowski — Dìdi

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Gaucho Gaucho
Hummingbirds
No Other Land
Patrice: The Movie
Soundtrack to a Coup d’Etat

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Tudo o que Imaginamos Como Luz
Black Dog
Flow
Green Border
Hard Truths

PRÊMIO ROBERT ALTMAN
As Três Filhas

PRÊMIO SOMEONE TO WATCH
Nicholas Colia — Griffin in Summer
Sarah Friedland — Familiar Touch
Pham Thien An — Inside the Yellow Cocoon Shell

PRÊMIO TRUER THAN FICTION
Julian Brave NoiseCat, Emily Kassie — Sugarcane
Carla Gutiérrez — Frida
Rachel Elizabeth Seed — A Photographic Memory

PRÊMIO JOHN CASSAVETES
Big Boys
Ghostlight
Girls Will Be Girls
Jazzy
The People’s Joker

PRÊMIO DOS PRODUTORES
Alex Coco
Sarah Winshall
Zoë Worth

TELEVISÃO

MELHOR NOVA SÉRIE
Bebê Rena
Diarra From Detroit
Professor de Inglês
Fantasmas
Xógum

MELHOR NOVA SÉRIE DOCUMENTAL OU NÃO-ROTEIRIZADA
Erased: WW2’s Heroes of Color
Hollywood Black
Photographer
Ren Faire
Social Studies

MELHOR ATUAÇÃO EM NOVA SÉRIE
Brian Jordan Alvarez — Professor de Inglês
Richard Gadd — Bebê Rena
Lily Gladstone — Under the Bridge
Kathryn Hahn — Agatha Desde Sempre
Cristin Milioti — Pinguim
Julianne Moore — Mary & George
Hiroyuki Sanada — Xógum
Anna Sawai — Xógum
Andrew Scott — Ripley
Julio Torres — Fantasmas

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE EM NOVA SÉRIE
Tadanobu Asano — Xógum
Enrico Colantoni — Professor de Inglês
Betty Gilpin — Three Women
Chloe Guidry — Under the Bridge
Moeka Hoshi — Xógum
Stephanie Koenig — Professor de Inglês
Patti LuPone — Agatha Desde Sempre
Nava Mau — Bebê Rena
Ruth Negga — Acima de Qualquer Suspeita
Brian Tee — Expatriados

MELHOR ATUAÇÃO DE ESTREIA EM NOVA SÉRIE
Jessica Gunning — Bebê Rena
Diarra Kilpatrick — Diarra From Detroit
Joe Locke — Agatha Desde Sempre
Megan Stott — Penelope
Hoa Xuande — O Simpatizante

MELHOR ELENCO EM NOVA SÉRIE
Como Morrer Sozinha

Os Melhores Filmes de Suspense dos anos 90

O Colecionador de Ossos’, ‘Os Suspeitos’, ‘Beijos que Matam’, e ‘Ligadas pelo Desejo’ são alguns dos melhores filmes de suspense dos anos 90. Nenhum deles, infelizmente, entraram em nossa lista dos 10 melhores da citada década. Assim como os filmes de ação, definir os filmes de suspense podem ser um trabalho difícil. Isso porque o gênero também esbarra em outros. Por exemplo, o terror sobrenatural – como ‘Advogado do Diabo’, por exemplo. Ou quem sabe os filmes slasher, que também possuem muito suspense – vide ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’.

Temos também a categoria dos suspenses eróticos. Mas é claro que um dos tópicos mais utilizados para um filme de suspense (ou thriller – como são conhecidos nos EUA) é “a caça ao serial killer”, no qual temos uma investigação policial perseguindo um assassino. Bem, a verdade é que o suspense, assim como a ação, pode englobar diversos subgêneros. Mas aqui também usaremos como parâmetro os tipos de filmes que nos deixam na beira da poltrona, tentando adivinhar a próxima reviravolta, e para onde a história irá seguir. Confira abaixo.

Leia também: Os Melhores Filmes de Ação dos anos 90

Louca Obsessão (1990)

Stephen King é conhecido como o mestre do terror. Mas isso nunca impediu esse autor genial a escrever obras dentro de outros gêneros, como por exemplo, o suspense. Um de seus melhores trabalhos nesse segmento é ‘Louca Obsessão’, um texto tão elaborado que se tornou inclusive peça de teatro. Na trama, um autor renomado conhece da pior maneira possível “sua maior fã”. Seria um recado de King aos seus fãs? impossível não se deliciar com as performances de Kathy Bates (que levou o Oscar) e James Caan.

O Silêncio dos Inocentes (1991)

A lista dos 10 melhores filmes de suspense dos anos 90, assim como os 10 melhores filmes de ação, não estão em ordem. Aliás, estão em ordem cronológica de lançamento. Caso fosse uma ordem dos melhores, não teria para ninguém, ‘O Silêncio dos Inocentes’ ocuparia a primeira posição. O filme é disparado não apenas o melhor suspense dos anos 90 e um dos melhores da sétima arte, como é também um dos melhores longas da história. Ainda incrivelmente querido. Clarice Starling e Hannibal Lecter, defendidos por Jodie Foster e Anthony Hopkins, viraram ícones influentes. O longa foi o último vencedor do chamado Big Five no Oscar: melhor filme, diretor, ator, atriz e roteiro.

Dormindo com o Inimigo (1991)

Esse talvez seja uma escolha polêmica, que muitos podem não concordar. A verdade é que este clássico das exibições do Supercine da Globo vale mais por sua mensagem, ainda muito relevante, do que por seu resultado. O que conta e muito foi a coragem da musa Julia Roberts, saída do sucesso da comédia romântica ‘Uma Linda Mulher’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, aceitar falar de um tema bastante sensível, e estrelar como uma mulher abusada psicologicamente e fisicamente por seu marido. Daí o título. Infelizmente, o filme permanece atual, com casos de feminicídio ainda muito recorrentes.

Instinto Selvagem (1992)

Quando falamos do subgênero dos suspenses eróticos não tem para ninguém. Dez entre dez cinéfilos lembram instantaneamente de ‘Instinto Selvagem’. O filme conseguiu até mesmo superar o já badaladíssimo (e mais prestigiado) ‘Atração Fatal’ (1987), se tornando ainda mais popular. Nos dois filmes temos Michael Douglas se relacionando com uma loira fatal, que termina saindo dos trilhos em seu psicológico. Aqui, porém, a loira é imbatível, nas formas de Sharon Stone, no auge de sua beleza, no papel da fria e calculista escritora Catherine Tramell. Entre outras coisas, o filme chama atenção por suas cenas para lá de picantes, que elevaram a censura sexual a outro patamar.

Seven (1995)

Cada geração tem seus próprios filmes que se destacam em determinado gênero. É curioso, mas os mais jovens idolatram mais ‘Seven’ do que ‘O Silêncio dos Inocentes’, no subgênero “caça ao serial killer” – embora o primeiro tenha sido totalmente influenciado pelo segundo, um filme muito mais prestigiado e premiado. Aliás, a diferença entre os dois filmes é só de quatro anos, mas esse hiato é suficiente para formar uma geração. Assim, na segunda metade dos anos 90, o filme de suspense mais proeminente era ‘Seven’, que deu o pontapé inicial na carreira de David Fincher, e trouxe Morgan Freeman e Brad Pitt como parceiros disfuncionais, um experiente e outro jovem, atrás do assassino dos pecados capitais.

As Duas Faces de um Crime (1996)

Temos também o subgênero dos suspenses de tribunais. Dentro desse estilo, podemos apontar longas como ‘O Cliente’, ‘A Firma’ e ‘Tempo de Matar’, por exemplo. Apesar de ‘Tempo de Matar’ ser um dos melhores filmes dos anos 90, nenhum deles se encaixa tanto dentro do gênero suspense quanto ‘As Duas Faces de um Crime’, sobre um advogado pomposo e inescrupuloso (Richard Gere) enfrentando o caso mais difícil de sua carreira, defendendo um jovem coroinha, acusado de matar um arcebispo. O lance é que o jovem possui dupla personalidade. Esse foi o primeiro trabalho da carreira de Edward Norton, estreando com uma atuação triunfal, indicado ao Oscar.

Vidas em Jogo (1997)

Michael Douglas pode ser considerado a cara dos filmes de suspense dos anos 90. Além dos citados ‘Atração Fatal’ e ‘Instinto Selvagem’, o ator também esteve em ‘Assédio Sexual’ (1994). No entanto, escolhemos para a lista ‘Vidas em Jogo’, do mesmo diretor de ‘Seven’. Aqui, no entanto, Douglas não está envolvido em um caso amoroso alucinante que arrisca sua sanidade. Ele vive um ricaço solitário, que corre o risco de ter o mesmo destino de seu pai. Com medo de que ele morra sozinho, seu irmão mais jovem (Sean Penn), resolve presenteá-lo com algo diferente. “O que dar ao homem que tem tudo?”. Uma experiência. Um jogo da vida real. Novas sensações que o farão viver de verdade.

Um Crime Perfeito (1998)

Eu disse que Michael Douglas é a cara do suspense dos anos 90. Mas essa é a última produção estrelada pelo ator, eu prometo. Ao invés do amante insaciável dos demais citados, aqui ele vive o outro lado da moeda: o marido mais velho traído. No fim da década de 1990, Douglas estava mais velho e em outra fase de sua carreira. Assim, nessa adaptação de ‘Disque M para Matar’, que conseguiu melhorar o original, Gwyneth Paltrow é a jovem esposa infiel, que vira alvo de seu marido vingativo. Assim, o sujeito contrata um homem para mata-la, mas as coisas não sairão exatamente como o plano.

De Olhos Bem Fechados (1999)

Meio thriller erótico, meio drama de relacionamento, o último trabalho do genial Stanley Kubrick não poderia ficar de fora de uma lista dos melhores suspenses dos anos 90. O diretor escala Tom Cruise e Nicole Kidman, então um casal também na vida real, para um “DR” na frente das câmeras. Em meio a revelação devastadoras em seu casamento, um médico da alta sociedade de Nova York passa por uma noite de desventuras, ao receber uma dica de um antigo colega sobre a festa mais insana e lasciva de que se tem notícia. Isto é, antes da revelação das festas de P. Diddy. Seja como for, ‘De Olhos Bem Fechados’ é um destes filmes perfeitos que marcaram época.

O Talentoso Ripley (1999)

Terminando a lista, temos outro clássico de enorme prestígio do fim da década de 1990. ‘O Talentoso Ripley’ é baseado na obra literária de Patricia Highsmith, que foi levada ao cinema pela primeira vez em 1960, com o franco-italiano ‘O Sol por Testemunha’, com Alain Delon. A versão americana, no entanto, foi a que marcou as gerações mais novas. Matt Damon em uma de suas melhores atuações, vive o golpista Tom Ripley, contratado para levar de volta da Europa o bon vivant Dickie Greenleaf, papel de Jude Law. O playboy está curtindo o melhor que a vida tem a oferecer na Itália. O destino, porém, trará inúmeras reviravoltas às suas vidas.

‘Pânico 7’ pode ter seu elenco anunciado na CCXP hoje?

Pânico 7‘, que está sendo desenvolvido pela Spyglass, está começando a tomar forma e as filmagens começam já em Janeiro de 2025.

O momento não poderia ser mais propício para um anúncio oficial do elenco da produção, que no momento conta apenas com Neve Campbell voltando como Sidney Prescott, Courteney Cox como Gale Weathers e Isabel May, conhecida por interpretar Elsa Dutton em ‘1883‘ e ‘1923’, interpretando a filha da Sidney.

A Paramount Pictures vai realizar um painel surpresa na CCXP Brasil hoje às 17 horas, e como Patrick Dempsey está no evento para promover ‘Dexter: Pecado Original‘ para o Paramount+, seria o momento ideal para um anúncio oficial do elenco.

Apesar dos rumores, nada foi oficialmente confirmado.

Kevin Williamson – roteirista dos dois primeiros filmes – vai dirigir a produção.

Vale lembrar que vazamentos indicam que ‘Pânico 7′ poderá apresentar um novo tipo de estrutura na franquia, abordando duas histórias principais ao mesmo tempo.

As filmagens vão se estender até abril de 2025 em Atlanta.

O filme chega aos cinemas dia 27 de fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Os 10 Filmes da Marvel que mais arrecadaram nas bilheterias

Deadpool e Wolverine‘ foi o último lançamento da Marvel Studios e conseguiu ultrapassar US$ 1.33 bilhão nas bilheterias mundiais, entrando para o TOP 7 das maiores bilheterias da história do MCU.

O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) e ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), além de ter se tornado a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas da animação ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B) – e o maior filme para maiores da história do cinema.

O estúdio continua faturando alto nas bilheterias.

Confira o TOP 10 das maiores bilheterias do Universo Compartilhado da Marvel:

1) Vingadores: Ultimato (US$2.7B)
2) Vingadores: Guerra Infinita (US$2B)
3) Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (US$1.9B)
4) Os Vingadores (US$1.51B)
5) Vingadores: A Era de Ultron (US$1.4B)
6) Pantera Negra (US$1.34B)
7) Deadpool e Wolverine (US$1.33B)
8) Homem de Ferro 3 (US$1.21B)
9) Capitão América: Guerra Civil (US$1.15B)
10) Homem-Aranha: Longe de Casa (US$1.13B)

Nos EUA, o terceiro filme do Mercenário Tagarela soma US$ 621.4 milhões, o que representa a décima quarta maior arrecadação da história do país. O longa ainda deve superar a arrecadação doméstica de ‘Os Vingadores‘ (US$623.3M) nos próximos dias, subindo mais uma posição no ranking.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 683.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$72.7M), China (US$59.6M), México (US$43.5M), Austrália (US$42.5M) e Alemanha (US$38.3M).

Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Moana 2’ recupera fôlego da Disney, mas ‘Branca de Neve’ pode ser seu próximo fracasso

Moana 2’ já é um grande sucesso, tendo arrecadado mais de US$ 400 milhões nas bilheteiras mundiais. No entanto, a Disney pode enfrentar dificuldades em repetir esse êxito com seus próximos lançamentos.

De acordo com uma reportagem da Variety, Moana 2’ conseguiu a difícil tarefa de agradar a todos os públicos, evitando a ira de conservadores que acusam o estúdio de promover uma ideologia “woke”. Apesar disso, embora o longa tenha sido um sucesso, a situação para futuros lançamentos ainda é incerta.

Analistas acreditam que o live-action de ‘Mufasa’, o remake de ‘Lilo & Stitch’ e uma sequência animada de ‘Zootopia’ continuarão a trajetória de sucesso do estúdio.

Contudo, o mesmo não pode ser dito sobre o live-action de ‘Branca de Neve’, programado para março. O filme tem sido marcado por refilmagens caras e polêmicas, principalmente em relação à sua estrela, Rachel Zegler.

A atriz se envolveu em várias controvérsias, como criticar o filme original de ‘Branca de Neve’, alegando que é ultrapassado, apoiar publicamente a Palestina na guerra recente e, mais recentemente, fazer declarações agressivas contra Donald Trump e seus apoiadores nas redes sociais, afirmando que “os apoiadores de Trump… nunca saibam o que é a paz”.

“Nós acabamos de passar por uma eleição e, em termos gerais, metade dos eleitores apoiaram um lado e metade apoiaram o outro”, afirma Michael Morris, da Guggenheim Securities, falando de forma geral. “E se eu sou uma empresa que está tentando se conectar com o maior público possível e divido esse mercado acessível ao meio antes mesmo de lançar o produto, estou realmente limitando minha capacidade de maximizar o valor do produto. É por isso que é importante entreter em primeiro lugar”.

Dada essa e outras polêmicas, é possível que ‘Branca de Neve’ siga na direção oposta de Moana 2’ e seja o próximo fracasso da Disney.

Moana 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

Crítica | ‘A Guerra dos Rohirrim’ é uma SÓLIDA adição à mitologia de ‘O Senhor dos Anéis’

Poucas sagas literárias têm o impacto e a importância de O Senhor dos Anéis: criada pelo icônico J.R.R. Tolkien, as aventuras ambientadas na Terra-média tornaram-se o paradigma de inúmeras narrativas fantásticas – incluindo Game of Thrones e ‘Harry Potter’. Não é surpresa que, mesmo depois de diversas adaptações para o cinema e para a televisão, esse universo continue a crescer e a explorar tramas que ainda não foram esquadrinhadas no escopo audiovisual. Agora, somos convidados a conhecer um pequeno pedaço dessa epopeia irretocável com a ambiciosa animação O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’.

A trama é ambientada quase dois séculos antes de Frodo Bolseiro e de sua empreitada envolvendo o Um Anel, nos levando a conhecer a história dos governantes de Rohan – em especial o impetuoso Helm Mão-de-Martelo (Brian Cox). Funcionando como o nono rei do território que governa, ele vê seu domínio ser ameaçado por Freca (Shaun Dooley), lorde dos terra-pardenses que não está de acordo com a linha de pensamento de Helm e ousa enfrentá-lo em uma breve batalha. Após vencer o conflito, Wulf (Luke Pasqualino), filho de Freca, jura vingar a morte do pai e a rejeição da princesa Héra (Gaia Wise), filha de Helm, arquitetando um plano que culmina em uma sangrenta guerra.

Personagens de anime medievais em uma sala do trono.

A partir daí, cabe a Héra ajudar não apenas seu pai a manter o poder, mas proteger o povo de Rohan e garantir que os conflitos não premeditem o fim de uma linhagem real e a ruína de uma cultura que ainda tem muito a deixar como legado. Héra, pintada como uma “arisca” e destemida monarca, emerge como centro de um enredo pautado no coming-of-age e em sua ascensão à independência e à manutenção de uma memória que precisa ser resgatada – como apontado pela narradora da obra, Éowyn (Miranda Otto). E, além de expandir essa mitologia com solidez invejável e atar os eventos à linha do tempo original de Tolkien e dos longas de Peter Jackson, a produção funciona como filme-solo e mostra-se bastante competente (mesmo com alguns erros aqui e ali).

Construir personagens dentro do gênero fantástico costuma ser uma tarefa complicada, principalmente quando há uma necessidade de torná-los mais complexos do que deveriam. Porém, o time de roteiristas formado por Jeffrey Addiss, Will Matthews, Phoebe Gittins e Arty Papageorgiou tem plena noção de que, às vezes, utilizar as fórmulas é a saída mais prática e mais inteligente. Ora, se Jackson deu vida a um modelo a ser seguido nas releituras cinematográficas ou seriadas de Tolkien, a ideia não é superá-lo ou caminhar pelos mesmos passos revolucionários, e sim mostrar que, mesmo dentro de algo conhecido, histórias a serem contadas existem e merecem nossa atenção.

Animação medieval com personagem segurando uma tocha.

É nesse tocante que o roteiro se preocupa em apostar fichas em um bem-vindo maniqueísmo que cria “tipos sociais” dentro das limitações clássicas da fantasia: em outras palavras, a complexidade desejada pelo público existe nas relações entre seus personagens, e não no que representam. Héra é símbolo da guerreira que, livrando-se de suas amarras, desponta como uma releitura da memorável Éowyn para fazer o que é certo e salvar seu povo – em detrimento de um constante luto que sente pelos sacrifícios do pai e do irmão; em contraposição gritante, Wulf é caracterizado, a princípio, como vítima das circunstâncias, obrigado a se deixar levar pelo caminho da escuridão após ver o pai morrer e transformando-se em um usurpador demagogo que não pensa em nada além de sua vendeta vazia.

Tais arcos são bem conhecidos mesmo nas múltiplas histórias de O Senhor dos Anéis, mas, de certa maneira, é esse retorno às raízes que chama a atenção dos espectadores e garante nossa total atenção do começo ao fim – além de contar com momentos dramáticos e reflexivos próprios de uma produção desse calibre. No final das contas, é o embate entre o bem e o mal que ansiamos presenciar (e é isso o que ganhamos quando Héra e Wulf se enfrentam em uma epopeica sequência de ação que bebe de confecções similares). E, à medida que essas duas forças opostas ganham momentum, coadjuvantes como Helm, Olwyn (Lorraine Ashbourne) e Fréaláf (Laurence Ubong Williams) irrompem como aliados ou mentores dotados de falhas e acertos que auxiliam no ritmo da obra.

lord of the rings the war of rohirrim

Kenji Kamiyama, conhecido por seu trabalho em ‘Ghost in the Shell’, assume a cadeira de direção e faz questão de usar incursões anteriores para manejar um projeto tão ambicioso quanto esse: afinal, estamos lidando com um anime dentro de um universo já estabelecido – e o cineasta cria um produto digno de aplausos e que funciona como carta de amor a Tolkien e até mesmo a Jackson. O obstáculo principal enfrentado por Kamiyama e por seu habilidoso time é guiar os espectadores através de quase duas horas e vinte de intrincadas investidas – que, volta e meia, se desequilibram e criam excessos que poderiam ser mais bem executados ou até mesmo retirados do corte final.

‘A Guerra dos Rohirrim’ é uma sólida e bem-vinda adição à franquia O Senhor dos Anéis, abrindo espaço para explorações inéditas que não necessariamente requisitam de conhecimento prévio do público. Prato cheio para os fãs da saga, de animações e de obras épicas, o filme entrega o que promete e nos faz recordar do motivo de adorarmos tanto o universo de Tolkien.

‘Harry Potter’: Cillian Murphy é APROVADO por ator como Voldemort

Enquanto a HBO prepara uma série de ‘Harry Potter, os fãs já se mostram ansiosos e especulam bastante sobre possíveis nomes para o elenco, com Cillian Murphy sendo cotado para interpretar Voldemort.

Embora nada tenha sido confirmado oficialmente, a possibilidade gera muita expectativa no público e ganha cada vez mais força.

Ralph Fiennes, que interpretou Voldemort nos filmes de Harry Potter, deu sua opinião sobre a possível escolha de Cillian Murphy para o papel. No programa Watch What Happens Live, Fiennes elogiou o ator irlandês.

Cillian é um ator fantástico. É uma sugestão maravilhosa. Eu seria totalmente a favor do Cillian. Sim”, afirmou Ralph Fiennes.

A primeira temporada de Harry Potter está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Crítica | O Conde de Monte Cristo – Uma Superprodução Moderna de Clássico da Literatura Francesa

Uma história se torna um clássico a partir de sua capacidade de se tornar atemporal, de se conectar com leitores e espectadores para além de seu país de origem, da sua língua, do seu tempo. Um clássico extrapola fronteiras e permanece geração após geração por trazer dilemas humanos que tocam o coração das pessoas, que se identificam com o enredo. Aconteceu com muitos livros, considerados como clássicos da literatura mundial, como ‘O Conde de Monte Cristo’, que uma vez mais ganha adaptação cinematográfica e que chega ao circuito nacional no dia 5 de dezembro, mas que teve sessões antecipadas durante o Festival Varilux.

Edmond Dantès (Pierre Niney) é um navegador que, após salvar uma jovem que se afogava num naufrágio, é promovido a capitão. Se por um lado isso permite com que ele faça planos de se casar com o amor da sua vida, Mercedes (Anaïs Demoustier), também desperta a inveja de seu primo e também do então capitão do navio, Danglars (Patrick Mille), que, em complô, o acusam de traição à pátria e Dantès é preso injustamente. Após anos no cárcere, Dantés faz amizade com um prisioneiro que lhe conta sobre o tesouro secreto de Monte Cristo. Quando consegue escapar, Dantès só pensa em se apossar dessa fortune e ir em busca de sua vingança, mas agora sob uma nova identidade: ‘O Conde de Monte Cristo’.

Indicado pela França para representá-lo na corrida pelo Oscar esse ano, o longa chega com três horas de duração, o que pode inicialmente afugentar os espectadores. Porém, por se tratar de um clássico, é uma história envolvente que engaja o espectador logo nas primeiras cenas, de modo que sua extensão não é sentida – ao contrário, ficamos com uma sensação de termos assistido a uma novela brasileira, recheada de plot twists e grandes revelações um tanto quanto previsíveis.

Os diretores Alexandre de la Patellière e Matthieu Delaporte fazem escolhas interessantes para esta nova adaptação: vai-se as longas capas e cabelos compridos e, ao invés, temos personagens com cortes de cabelos mais modernos e roupas mais acentuadas. Outra escolha é a de, apesar de ser uma história sobre vingança, o filme tem um aspecto muito mais solar, com muita iluminação, planos abertos e gerais, com pouquíssimas sequências sombrias; isso acaba enaltecendo o belo trabalho de arte e figurino, que recriaram elementos do século XIX levemente modernizados.

Com um elenco vasto, a superprodução enche as telas com locações luxuosíssimas e grande caracterização. Em determinados pontos, é fácil traçar paralelos com outras histórias que se assemelham ao mote de ‘O Conde de Monte Cristo’ e que também fizeram e fazer sucesso, como ‘Lupin’, série da Netflix baseada em livro homônimo. Embora ambas as histórias envolvam ação, suspense e drama, em ‘O Conde de Monte Cristo’ os diretores optam por ter um protagonista-narrador envolvente, que seduza o espectador a seu favor, mesmo sabendo que sua causa não é tão nobre.

E aí reside a atemporalidade de ‘O Conde de Monte Cristo’, que a nova adaptação soube tão bem refletir: uma história envolvente, com bastante suspense e um intrincado plano de vingança, que faz o espectador seguir cada momento sem desgrudar os olhos. Uma ótima nova adaptação que demonstra a atualidade dos temas levantados por Alexandre Dumas quase duzentos anos atrás.

O Conde de Monte Cristo

(Le comte de Monte-Cristo)

 

Elenco:

Pierre Niney
Bastien Bouillon
Anaïs Demoustier

 

Direção: Alexandre de La Patellière, Matthieu Delaporte

Gênero: Aventura

Duração: 173 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 5 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

A trama de O CONDE DE MONTE CRISTO é centrada em Edmond Dantès, um jovem marinheiro falsamente acusado de traição e encarcerado no Château d’If, uma sombria fortaleza na ilha próxima de Marselha. Após anos de cativeiro, ele escapa e, sob a identidade do Conde de Monte Cristo, planeja vingar-se dos que o acusaram injustamente.

Crítica | O Conde de Monte Cristo – Uma Superprodução Moderna de Clássico da Literatura Francesa

Curiosidades: 

» Nova adaptação do clássico romance assinado por Alexandre Dumas;

» Produzido por Dimitri Rassam e Pathé, o filme traz Pierre Niney como o icônico personagem-título;

» O longa-metragem fez sua estreia mundial no Festival de Cannes 2024;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Chapeuzinho Vermelho – Herança de Família

(Krasnaya Shapochka)

 

Elenco:

Taisya Kalinina
Danila Yakushev
Ekaterina Klimova

 

Direção: Artyom Aksenenko

Gênero: Fantasia

Duração: 96 min.

Distribuidora: Cinecolor

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 5 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

Em CHAPEUZINHO VERMELHO – HERANÇA DE FAMÍLIA, para salvar sua cidade dos lobos, Chapeuzinho Vermelho precisa desvendar o mistério do desaparecimento de seu pai, Wolfboy, enfrentar seus medos de encontrar seu destino.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Léa Domenach também assina o roteiro ao lado de Aleksandr Barshak, Daniil Vorobyov e Viktor Zaytsev;

Trailer:

Cartazes: 

chapeuzinho vermelho

Fotos: 

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Vídeo explora como foram feitas as corridas de ‘Senna’, nova série BIOGRÁFICA da Netflix

Senna‘, minissérie de ficção sobre a história de um dos maiores ídolos do automobilismo mundial, já está disponível na Netflix.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo explorando como foram feitas as incríveis corridas para a atração.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ao longo de seis episódios, ‘Senna‘ irá mostrar, pela primeira vez na ficção, a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas de Ayrton, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais.

A história começa com o início da carreira automobilística do tricampeão de Fórmula 1, do kart à sua mudança para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, e segue até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

Gabriel Leone estrela como o Ayrton Senna.

Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.

Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.

O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

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‘Piratas do Caribe’: Johnny Depp pode retornar a franquia

O astro Johnny Depp pode retornar à icônica franquia Piratas do Caribe, que arrecadou impressionantes US$ 4,53 bilhões.

O ator foi afastado e exilado do estúdio após a ex-esposa, Amber Heard, tê-lo acusado de abuso doméstico. No entanto, Depp venceu um processo de difamação contra a atriz em 2022 e está em processo de recuperação.

De acordo com a Variety, a Disney ainda não entrou em contato com o ator para negociar um possível retorno ao próximo filme da franquia. Entretanto, Jerry Bruckheimer está desenvolvendo duas versões do roteiro em paralelo, uma das quais pode incluir Depp no elenco, caso o ator e o estúdio consigam se reconciliar.

“Nada foi descartado”, afirmou uma fonte próxima ao projeto.

O filme mais recente da franquia é ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar‘ (2017).

Aaron Taylor-Johnson corre em novo cartaz de ‘Kraven, o Caçador’

A Sony Pictures está se preparando para lançar o filme ‘Kraven, o Caçador’ e divulgou um novo cartaz do filme.

Confira:

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Diferentemente do personagem clássico dos quadrinhos, o estúdio promete trazer uma abordagem inédita para o anti-herói.

No entanto, de acordo com as palavras de Aaron Taylor-Johnson, que interpreta o protagonista, o longa poderá mostrar Kraven se tornando o vilão que os fãs conhecem.

Em entrevista ao ScreenRant, Taylor-Johnson revelou que o filme mostrará o início da trajetória sombria do personagem, explorando como ele começou a se transformar no vilão presente em outras obras da Marvel.

“Ele tem alguns demônios sombrios, e estamos basicamente mostrando o nascimento disso, como ele se torna o vilão que aprendemos a conhecer. Então, venha assistir a este filme, cara”, afirmou o ator.

Taylor-Johnson também demonstrou confiança no projeto e assegurou que o filme não decepcionará os fãs, além de destacar o potencial de Kraven para se tornar o vilão favorito do público.

“Ele tem todos os elementos que você quer e mais. Acho que pode se tornar o vilão favorito do público, com certeza enfrentando outros personagens no futuro, cara”, completou Aaron Taylor-Johnson

Lembrando que, com poucos dias restantes para o lançamento do filme, a Sony Pictures divulgou os oito primeiros minutos de ‘Kraven, o Caçador’.

Confira:

 

‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

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