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‘Irracional’: Série de SUSPENSE com Colman Domingo chega ao streaming; Saiba onde assistir!

irracional netflix

Irracional (‘The Madness’), minissérie de suspense estrelada por Colman Domingo (‘A Cor Púrpura’), já está disponível na Netflix.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, 28 de novembro.

Relembre o trailer:

Criada por Stephen Belber, a minissérie conta com oito episódios.

Na trama…

O analista de mídia Muncie Daniels (Domingo) deve lutar por sua inocência depois que se deparar com um assassinato nas profundezas da floresta de Poconos. À medida que sua situação se complica, Muncie se esforça para se reconectar com sua família distante e seus ideais perdidos para sobreviver.

Marsha Stephanie BlakeGabrielle GrahamJohn OrtizTamson TopolskiThaddeus J. Mixson completam o elenco.

‘Watson’, parceiro de Sherlock Holmes, investiga mistérios no trailer da nova série da CBS

A CBS divulgou o trailer completo da série ‘Watson‘, estrelada por Morris Chestnut (‘The Resident’).

A produção focará no parceiro do Sherlock Holmes, com a trama se passando um ano após a morte do icônico investigador.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 26 de janeiro de 2025.

“Um ano após a morte do seu amigo e parceiro, Sherlock Holmes, nas mãos do Moriarty, Dr. John Watson retoma sua carreira médica como o chefe de uma clínica dedicada ao tratamento de doenças raras. Apesar disso, sua vida antiga ainda o assombra – Moriarty e Watson irão se enfrentar em um capítulo inédito de uma história que fascinou o público por mais de um século.”

Craig Sweeney (‘Elementary’) é responsável pela série.

O elenco ainda conta com Eve Harlow, Peter Mark Kendall, Inga Schlingmann, Ritchie Coster e Rochelle Aytes.

Sarah Michelle Gellar compartilha imagem dos bastidores do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’

Através do seu Instagram, Sarah Michelle Gellar (‘O Grito’), que interpretou a Helen Shivers no primeiro ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, compartilhou uma imagem dos bastidores das gravações do novo filme.

Além de ser amiga da diretora Jennifer Kaytin Robinson, a atriz também é a esposa de Freddie Prinze Jr., que já teve o seu retorno confirmado na produção.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

Freddie Prinze Jr. retornará na sequência, enquanto Jennifer Love Hewitt segue em negociações para reprisar seu papel como a sobrevivente Julie James.

O elenco ainda contará com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers e Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

O novo filme, dirigido por Jennifer Kaytin Robinson e escrito por Sam Lansky e Robinson, está programado para ser lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025.

No filme original, escrito por Kevin Williamson (franquia ‘Pânico’) e dirigido por Jim Gillespie, quatro adolescentes – vividos por Jennifer Love HewittSarah Michelle GellarRyan Phillippe e Freddie Prinze Jr., até então atores desconhecidos – e um assassinato que muda a vida de todos.

Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.

Relembre o trailer:

Crítica | Todas as Estradas Têm Gosto de Sal – O Filme Poético da A24

Cartaz do filme com mãos entrelaçadas.

A produtora A24 tem solidificado seu nome mundialmente com uma trajetória de filmes de terror de sucesso. Dentre seu glorioso catálogo estão sucessos de público e de crítica como ‘Corra!’, ‘Herege’, ‘MaXXXine’, ‘Anora’ e ‘Guerra Civil’. Todos eles, cada um a seu modo, têm elementos em comum: uma narrativa ágil, plot twists inesperados, muita argumentação que deixa o público boquiaberto. Indo na contramão de tudo isso, a A24 lançou no circuito exibidor o longa ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’.

Pessoa segurando criança em jardim arborizado.

Ao longo de noventa e dois minutos de duração, acompanhamos a jovem Mack (Kaylee Nicole Johnson), uma menina negra que, como tantas outras, tem sonhos para o futuro e passa seus dias entre amigos, brincando de se provicarem numa província pequena no sul do Mississipi, nos Estados Unidos, em algum momento do início do século passado. Ao mesmo tempo, também acompanhamos Evelyn (Sheila Atim), enquanto ela dá luz a seu bebê. No meio dessas histórias, acompanhamos as mutações da água.

Longa de estreia da poeta, fotógrafa e cineasta Raven Jackson, todas essas habilidades da realizadora são exploradas no filme – e são exatamente os pontos que se destacam na produção. A fotografia é o principal condutor narrativo em ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’, manejando a câmera por ângulos inesperados como quem tenta mesmo captar um momento, um frame na vida desses personagens. Para tal, há um verdadeiro desfile de planos abertos longuíssimos, em que os personagens nem sequer se mexem ou falam. Há takes de close em detalhes da produção (uma mão, uma folha de árvore), elevando o lirismo da poética da realizadora ao máximo, que busca exprimir em imagens toda a angústia de um poeta.

Casa pegando fogo, pessoas observam de longe

Desse modo, ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’ se torna um filme bastante experimental, com uma linguagem poética que convida o grande público a entrar na vida desse núcleo de pessoas ribeirinhas do Delta ao longo de décadas, que são exibidas de maneira não linear. Em outras palavras, o espectador precisa ficar bastante atento para acompanhar a história, composta por pouquíssimos diálogos.

O roteiro, também redigido pela diretora, é alternativo, ou seja, ele fica alternando o protagonismo, o tempo, a época. Hora estamos com uma Mackenzie jovem e cheia de sonhos, hora saltamos para um futuro em que Mack já é uma mulher madura que atravessou alguns maus bocados na vida. Enxuto, o roteiro mais parece uma orientação de filmagem set, e não tanto uma narração de história. Em cima disso, a diretora se prolonga em demasia em muitas das cenas, o que acaba passando certa sensação de que o longa poderia ter sido um curta, dada a ausência de elementos no seu enredo. Por outro lado, a estética da produção é um primor aos olhos do cinéfilo que busca um filme sem tanta luz e explosão.

Bem distante de tudo que a A24 produz ou lança e com uma roupagem de filme independente, ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’ apresenta-se como um ensaio fotográfico de uma hora e meia de duração, com tales longos demais e pouca história. Um filme bonito e experimental, que abre outra vertente para a famosa produtora de terror.

Pessoa olhando no espelho em cômodo iluminado

Astros de ‘Top Gun: Maverick’ e ‘A Idade Dourada’ entram para o elenco de ‘All Her Fault’

escape

Segundo o DeadlineJay Ellis (‘Top Gun: Maverick’) e Thomas Cocquerel (‘A Idade Dourada’) foram escalados para o elenco de All Her Fault.

Ellie e Cocquerel darão vida a Colin e Richie, respectivamente.

A dupla se junta a Sarah Snook (‘Succession’), que será a protagonista, além de servir como produtora executiva.

O elenco ainda conta com Jake Lacy, Sophia Lillis, Dakota Fanning, Abby Elliott e Michael Peña.

Na trama…

Uma situação aterrorizante ameaça revelar os segredos profundos de uma pequena comunidade. Marissa Irvine chega a um endereço, esperando buscar seu filho Milo que estava na casa de um amigo da escola, mas a mulher que atende a porta não é uma mãe que ela reconheça. Ela não é a babá. Ela não está com o Milo. E assim começa o pior pesadelo de todos os pais…

Megan Gallagher (‘Wolf’) servirá como roteirista, criadora e produtora executiva.

A produção é baseada no romance homônimo escrito por Andrea Mara.

Minkie Spiro (‘O Problema dos 3 Corpos’) será responsável pela direção do primeiro episódio.

Nigel Marchant, Gareth Neame e Joanna Strevens servem como produtores executivos. Universal International Studio, divisão da Universal Studio Group, é o estúdio por trás da adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ouça as faixas de ABERTURA da trilha sonora de ‘O Brutalista’!

Sony Soundtracks divulgou as três partes completas da abertura de O Brutalista, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024 e é um dos principais concorrentes ao Oscar 2025.

As faixas em questão e o restante da trilha sonora, que será lançada oficialmente no dia 03 de dezembro, foram compostas por Daniel Blumberg.

Ouça:

O filme obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 71 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance do ator Adrien Brody.

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“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Assista:

Dirigido por Brady Cobert (‘Vox Lux – O Preço da Fama’), o filme é estrelado por Adrien Brody, Felicity Jones, Guy Pearce e Alessandro Nivola.

Corbert e sua colaboradora de longa data, Mona Fastvold, co-escreveram o roteiro, cuja história se expande por trinta anos de uma visão monolítica de um grande artista.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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Sara Amini, de ‘Lucky Hank’, entra para o novo thriller tecnológico produzido por James Wan

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De acordo com o DeadlineSara Amini (‘Lucky Hank’) foi escalada para a nova série de suspense tecnológico produzida por James Wan (‘Invocação do Mal’), ainda sem título oficial.

Amini se junta ao previamente confirmado Simu Liu (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), que será o protagonista.

Na trama…

Cinco minutos no futuro, Alexander Hale (Liu), analista de inteligência americano de primeira geração, percebe que seu cérebro foi hackeado, dando aos perpetradores acesso a tudo o que ele vê e ouve. Preso entre sua agência obscura e hackers desconhecidos, ele deve manter uma atuação 24 horas por dia, 7 dias por semana, para descobrir quem é o responsável e provar onde está sua lealdade.

Amini dará vida a Ellie, que trabalha no apoio administrativo da nova operação de Alexander.

Thomas Brandon (‘Legacies’) assinará o roteiro da série, além de servir como criador e produtor executivo.

Michael Clear (‘M3GAN’) e Rob Hackett (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) também entram como produtores.

Danielle Bozzone supervisionará o projeto através da Atomic Monster.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Superman’ de James Gunn ganha cartaz para a CCXP

Superman’ ganhou um cartaz exclusivo para a CCXP.

Confira:

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James Gunn
, cineasta responsável pelo novo DCU, falou recentemente sobre a possibilidade de uma série derivada de Superman, longa que marca o início do novo universo da DC, focada no Planeta Diário.

Durante uma entrevista ao Collider, Gunn afirmou: “Olha, eu não tive dias mais divertidos em Superman do que com a equipe do Planeta Diário. Fomos para Macon, na Geórgia, filmamos as cenas do jornal, e estava eu, o David [Corenswet], a Rachel [Brosnahan], o Chris McDonald, o Skyler [Gisondo], a Mikaela [Hoover] e o Wendell [Pierce]. Tivemos alguns dos meus dias favoritos de filmagem de todos os tempos. Eu vejo aquele elenco fazendo muitas outras coisas conosco”.

No entanto, ele foi categórico: “Eu não vejo isso acontecendo”.

Marcado para julho de 2025, Superman também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
david corenswet as superman

‘Quarteto Fantástico’: Foto pode ter revelado VISUAL do vilão Galactus no filme; Confira!

quarteto fantástico

Em 2025, a primeira família da Marvel fará sua aguardada estreia no Universo Cinemático Marvel com o lançamento de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

E, para além dos adorados heróis, a narrativa contará com a presença do mortal antagonista Galactus, que será interpretado por Ralph Ineson.

Recentemente, Ineson confirmou que já rodou suas cenas para o ambicioso longa-metragem e que recebeu um presente da Marvel Studios: um pequeno objeto decorativo que traz o visual clássico de Galactus nos quadrinhos – e que pode ter revelado o visual oficial do vilão no live-action.

Confira:

Lembrando que Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Alien: Romulus’: Diretor fala sobre possível SEQUÊNCIA do aclamado filme!

alien romulus

Alien: Romulus’ se tornou um dos filmes mais elogiados de 2024 e, além de conquistar 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, fez uma sólida bilheteria ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Com o sucesso inesperado, não demorou muito até que os fãs da icônica franquia sci-fi se perguntassem sobre uma possível sequência.

Agora, em uma recente entrevista ao io9, o diretor Fede Alvarez comentou acerca dos rumores de uma continuação, afirmando que todos os envolvidos têm planos de continuar a história – desde que haja algo que valha a pena ser contado.

“Nós definitivamente queremos fazer [uma sequência]. O estúdio quer. Eu quero. Acho que, com as sequências, é sempre sobre encontrar a história certa. Eu e Rodo [Sayagues], meu co-roteirista, temos algumas ideias – mas não será até encontrarmos algo que nos faça pensar: ‘OK, esse é um filme que vale a pena ser feito’. Então, esse é o processo em que estamos agora, tentando encontrar uma história que valha o tempo de todos e que honre o título”, ele afirmou.

Alvarez continua: “do contrário, você nunca quer cair no erro de fazer [uma sequência] só porque o primeiro é um grande sucesso… [fazer uma sequência] só porque você pode fazê-la, isso é sempre a receita para o desastre”.

Lembrando que Alien: Romulus’ já está disponível no Disney+.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçado em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ se tornou um novo sucesso da franquia ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

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Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, entra como produtor.

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Crítica | Tesouro – Pai e Filha Retornam à Polônia em Emocionante Filme de Resgate Identitário

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Para que a gente consiga entender a nós mesmos, é preciso conhecermos nossas raízes: de onde viemos, de onde veio nossa família, quais são os costumes e características que nos marcam, nos fazem pertencer a um grupo. Muitos de nós desconhece suas próprias raízes devido a diversos processos históricos – guerras, invasões, disputas que fizeram com que documentos, registros, fotos e outros elementos fossem apagados, destruídos, sumidos com o tempo. Assim, sem elementos, as pessoas não conseguem provar suas origens e, consequentemente, não conseguem entender e seguir com suas próprias pernas as histórias que precisam percorrer. Esse é o mote do filme ‘Tesouro’, que chega a partir de amanhã ao circuito exibidor brasileiro.

Ruth (Lena Dunham) é uma jornalista estadunidense divorciada que, ao se ver nesse ponto de sua vida, decide embarcar em uma viagem de autodescobrimento. Mais ainda: decide viajar à Polônia para conhecer os locais de onde vieram seus pais, fugidos da Alemanha nazista na época da guerra. Enquanto Ruth quer ir a fundo nos detalhes históricos sobre esses eventos, seu pai, Edek (Stephen Fry), decide acompanhá-la por não querer vê-la sozinha na jornada, mas, no fundo, ele mesmo não quer estar fazendo aquela viagem. Assim, enquanto Ruth escolhe os melhores hotéis e contrata guias de turismo para explicar as histórias dos locais, Edek acaba fazendo de tudo para sabotar a viagem, o que acaba gerando situações proporcionalmente cômicas e doloridas para ambos.

Tesouro’ é baseado numa história real, mas, também poderia ser baseado em muitos desejos reais. Ruth é uma personagem judia que decide, mais do que visitar o país natal de seus pais, ela quer conhecer o contexto histórico-social em que seus pais cresceram, se conheceram e em que condições eles sobreviveram durante a guerra. Ela é obcecada com histórias desse tempo, em contraposição ao seu pai, um homem na faixa dos setenta anos, bem-humorado que não quer mais reviver nenhuma memória daquele tempo, afinal, tudo daquela época o faz sofrer muito.

Essa é a grande sacada do roteiro de Julia von Heinz, John Quester e Lily Brett: construir um encontro geracional de personagens que se amam, mas que têm motivações extremamente opostas, o que acaba causando não só o grande conflito do filme, mas também provoca situações tão cômicas quanto tristes. E para isso, todo e qualquer elemento inserido no roteiro, mesmo o mais bobo, acaba fazendo sentido mais pra frente no enredo, e toda vez que um desses elementos é explicado na trama o coração do espectador acaba dando uma encolhida, pois é aquele momento em que somos trazidos de volta àquela realidade macabra da guerra e do Holocausto.

Com muito respeito e sensibilidade, e sem carregar no drama, a diretora Julia von Heinz faz uso dos elementos da comédia para imprimir humor em situações extremamente nervosas e, de certa forma, constrangedoras. Assim, nem pai nem filha são cem por cento impunes, pois ambos têm razão nas suas ações, e a harmonia com que os atores tecem a relação parental faz com que haja naturalidade nas reações dos personagens, principalmente nos momentos de maior tensão.

Dolorido, emocionante e catártico, ‘Tesouro’ mostra que, por mais que as feridas do passado doam, é preciso falar sobre elas para que elas possam finalmente sarar com as gerações atuais, de modo que, entendendo, não sejam mais repetidas.

‘A Legend’: Jackie Chan surge rejuvenescido no trailer da sequência de ‘O Mito’

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A sequência de ‘O Mito’, intitulada ‘A Legend’ (Uma Lenda, em tradução livre), acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial, divulgado pela Well Go USA Entertainment.

Uma das grandes surpresas do filme é o impressionante rejuvenescimento digital de Jackie Chan.

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“A trama segue um renomado arqueólogo (interpretado por Jackie Chan) que, ao investigar a história de um recém-descoberto artefato antigo, estabelece sem saber uma conexão mística com um heróico general da dinastia Han. Essa conexão acaba borrando as fronteiras entre o passado e o presente, justamente quando o general se prepara para travar uma guerra contra o brutal exército huno”, diz a sinopse.

O filme tem direção de Stanley Tong, parceiro de longa data de Jackie Chan.

O elenco de ‘A Legend’ também conta com a presença de Lay Zhang, Na Zha, Aarif Lee, Li Chen, Peng Xiaoran e Shawn Dou.

Barry Keoghan é confirmado por Ringo Starr na cinebiografia dos Beatles

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O astro Barry Keoghan, conhecido por seu papel em ‘Saltburn’, tem sido um dos favoritos para integrar o elenco da aguardada quadrilogia sobre os Beatles. Agora, o ator foi confirmado por ninguém menos que Ringo Starr, o lendário baterista da banda.

Em uma entrevista ao Entertainment Tonight, Ringo foi questionado sobre Keoghan interpretá-lo na produção.

“Bem, eu acho o Barry ótimo. Ouvi dizer que ele está por aí, fazendo aulas de bateria — e espero que não sejam muitas”, brincou o músico, confirmando a escalação.

Sob a direção de Sam Mendes, o projeto promete explorar a fundo as vidas de John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison.

Segundo o Word Of Reel, as filmagens estão marcadas para julho de 2025 em Londres, e o trabalho de preparação já está em andamento, embora o elenco ainda não tenha sido anunciado.

Durante uma entrevista, Mendes afirmou que seu único foco será essa saga de filmes nos próximos anos, destacando que estará ocupado realizando esses quatro filmes até “meados de 2028”.

Vale lembrar que cada filme apresentará o ponto de vista de um dos membros da banda, formando uma narrativa interconectada.

Lembrando que os filmes serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.

O projeto está previsto para ser lançado em 2027.

Crítica | Enfeitiçados – Animação Estilo Pixar da Netflix Surpreende Com História Emocionante

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Não é de hoje que as grandes produtoras de animação entenderam que o estilo animado não é coisa (só) de criança. O público adulto também adora consumir desenho animado, e essa vertente tem ganhado bastante força nas últimas décadas. Ao mesmo tempo, a animação ainda é o principal formato de diálogo entre o cinema e o público infantil e/ou juvenil, e uma importante ferramenta educacional para abordar temas delicados, difíceis mas que precisam também ser conversados na infância e na juventude. Esse é o mote por trás do sucesso da franquia ‘Divertida Mente’, por exemplo, pois joga luz sobre as emoções dentro de um universo infantojuvenil – e, este ano, aprofundou o tema ao debater o comportamento da ansiedade dentro da cabecinha jovem. Na mesma pegada, estrou recentemente na Netflix o longa animado ‘Enfeitiçados’, que já no dia seguinte ao de sua estreia já figurou em primeiro lugar no Top 10 da plataforma.

É aniversário de quinze anos da princesa Ellian (na voz original de Rachel Zegler), e tudo que ela gostaria era poder ter uma grande festa com seus amigos e sua família, porém, desde que seu pai, o Rei Solon (Javier Bardem), e a Rainha Ellsmere (Nicole Kidman), foram ‘Enfeitiçados’ na floresta mágica, os dois se transformaram em grandes monstros, que não se comportam nem um pouco e destroem tudo no castelo. Desde então, Ellian tenta cuidar do reino, mas está cada vez mais difícil esconder a verdade dos súditos. Por isso, esse ano ela pede a ajuda dos Oráculos para transformar seus pais de volta em humanos, e assim, os três e o bichinho de estimação da família, Bolinar (John Lithgow), enfrentarão uma grande aventura que lhes ensinarão muito mais sobre si mesmos do que eles mesmos conheciam.

Em um primeiro momento, ‘Enfeitiçados’ pode parecer apenas mais um desenho bobinho de príncipes e princesas com algumas piadinhas que funcionam e aquela história que todo mundo já conhece. Porém, o roteiro de Vicky Jenson, Lauren Hynek e Elizabeth Martin vai além e traz uma mensagem linda para o público, que incialmente fica escondida num segundo plano ali que ninguém percebe. E esse é o grande trunfo do filme de Vicky Jenson (que dirigiu o primeiro ‘Shrek’ e ‘O Espanta Tubarões’) – tratar de um tema muito importante para o universo infantil, mas superdelicado, e, portanto, um tabu. Alerta de spoiler: com muita sensibilidade e poesia, o longa aborda a questão da separação dos pais e o estresse que isso causa na vida de uma criança. A sequência em que o tema é desenvolvido de forma clara no filme é bastante emocionante, de modo que não é de se surpreender se uma lágrima ou duas escaparem nesse momento.

Mas, claro, para tratar de um assunto tão sensível ao público, o roteiro e a direção fazem a acertada escolha de transformar ‘Enfeitiçados’ em um longa de animação musical. Assim, além de entreter com dancinhas e encantamentos de criaturinhas fofas, o longa faz com que seus personagens cantem seus sentimentos, o que ajuda a transmitir a mensagem de uma forma mais intimista ao espectador.

Bem colorido, bem realizado, com ótimos diálogos e um argumento fundamental, ‘Enfeitiçados’ poderia tranquilamente ser um filme da Pixar, mas é a grande animação da Netflix desse ano, mesmo chegando sem alarde na plataforma. Uma pena não ter estreado nos cinemas, faria uma bela bilheteria.

Sucesso! ‘Moana 2’ quebra recordes em pré-estreias

Personagens em barco ao lado de tubarão-branco luminescente.
moana cinepop

Moana 2’ está dominando as bilheterias! A sequência da Disney conquistou um feito histórico, arrecadando US$ 13,8 milhões em pré-estreias de terça-feira, superando todos os filmes de animação da Walt Disney Animation, conforme o The Hollywood Reporter.

Esse recorde só é superado por ‘Os Incríveis 2’, da Pixar, que arrecadou US$ 18,5 milhões.

Além disso,Moana 2’ estabeleceu um novo marco para as pré-estreias de terça-feira antes do Dia de Ação de Graças, demonstrando um entusiasmo imenso do público.

As expectativas são ainda maiores para o fim de semana prolongado, com projeções de bilheteria entre US$ 125 milhões e US$ 135 milhões, o que poderia torná-lo a maior abertura de Ação de Graças de todos os tempos.

O atual recorde de abertura pertence a Frozen (US$ 93,6 milhões), enquanto Frozen II’ detém o recorde de cinco dias, com US$ 125 milhões.

A combinação de Moana 2’ com outros grandes lançamentos, como ‘Wicked’ (da Universal) e ‘Gladiador II’ (da Paramount), promete impulsionar ainda mais a receita total do feriado de cinco dias.

‘Wicked’ liderou as bilheterias de terça-feira com US$ 16,6 milhões, enquanto ‘Gladiador II’ arrecadou US$ 6,7 milhões.

O longa chega aos cinemas nacionais no próximo dia 28 de novembro.

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Diretor de ‘Alien: Romulus’ revela se gostaria de fazer parte de OUTRA franquia cinematográfica

fede alvarez alien

Alien: Romulus’ se tornou um dos filmes mais elogiados de 2024 e, além de conquistar 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, fez uma sólida bilheteria ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Grande parte desse sucesso veio pelas mãos de Fede Alvarez, diretor que não apenas deixou sua marca nessa icônica franquia sci-fi, como também já emprestou suas habilidades para a saga de terror ‘A Morte do Demônio’.

Agora, em uma recente entrevista ao io9, Alvarez foi questionado se gostaria de fazer um remake ou reboot ou apenas participar de alguma outra franquia dos gêneros em questão.

“Não sei. No mundo do terror, acho que não, porque realmente acredito que se você tivesse me perguntado em 1992 ou 93 quais são as joias da coroa do terror, eu teria dito ‘A Morte do Demônio’ e Alien, sem sombra de dúvida. Para mim, de forma completamente subjetiva, Alien é a joia da coroa do terror. Não há nada que o supere. É o tipo de filme que cobre tanto terreno… A ficção científica, o terror, o suspense e o drama, acho que não há nada melhor do que isso”, ele disse.

Alvarez continua: “do contrário, você nunca quer cair no erro de fazer [uma sequência] só porque o primeiro é um grande sucesso… [fazer uma sequência] só porque você pode fazê-la, isso é sempre a receita para o desastre”.

Lembrando que Alien: Romulus’ já está disponível no Disney+.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçado em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ se tornou um novo sucesso da franquia ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, entra como produtor.

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Aaron Taylor-Johnson ganhou 20 quilos de músculos para ‘Kraven, o Caçador’; Veja vídeo da transformação!

Reprodução: Sony

Aaron Taylor-Johnson ganhou 20 quilos de músculos para ‘Kraven: O Caçador‘, e ele surge em um novo vídeo do filme mostrando sua transformação física para o papel.

Assista:

O insider Cryptic revelou possíveis novas informações sobre a adaptação de ‘Kraven, o Caçador‘, que contará a história de um vilão do Homem-Aranha.

Segundo as informações, o filme não contará com cenas pós-créditos e não fará nenhuma menção ao Amigão da Vizinhança.

Além da franquia ‘Venom‘, vale lembrar que os dois últimos filmes do universo da Sony, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘, apresentaram referências diretas ao popular herói.

Com o longa estrelado por Aaron Taylor-Johnson, no entanto, o estúdio parece querer focar na história de origem do antagonista dos quadrinhos, sem forçar conexões com um universo pré-existente.

Infelizmente, as informações não foram confirmadas. Trate-as como um rumor.

De acordo com o Box Office Pro, ‘Kraven, o Caçador’ deverá arrecadar entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões em seu final de semana de estreia.

Para efeito de comparação, ‘Madame Teia’ abriu com US$ 15,3 milhões, enquanto ‘Morbius’ arrecadou US$ 39 milhões e ‘Venom: A Última Dança’ faturou US$ 51 milhões em seus respectivos lançamentos.

Com esses números em mente, as previsões indicam que ‘Kraven’ corre o risco de se tornar um fracasso, com grande chance de não ultrapassar os ‘US$ 100 milhões’ em sua bilheteira.

J.C. Chandor, diretor de ‘Kraven, o Caçador’, comentou recentemente sobre como os fracassos recentes do universo cinematográfico do Homem-Aranha têm impactado seu novo filme.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta abordou a má reputação do Universo do Homem-Aranha da Sony e pediu aos fãs que dessem uma chance à sua produção.

“Não quero me aprofundar muito nos detalhes, mas aqui está o que eu diria: como cineasta, meu principal objetivo — especialmente nos últimos anos, em que vocês têm acompanhado de perto este universo — é entender que alguns fãs, muitos fãs, ficaram decepcionados com certas decisões e resultados [do Universo do Homem-Aranha da Sony]”, disse Chandor.

Ele também ressaltou: “Mas, com outros filmes, houve grandes sucessos. Então, temos uma taxa de sucesso mista. As pessoas precisam nos dar uma chance, apoiar este filme e, literalmente, tentar deixar para trás algumas das coisas que aconteceram. Dêem uma chance ao nosso filme”.

O diretor concluiu com otimismo: “Acho que o público perceberá que fizemos tudo o que podíamos para entregar uma história divertida. Quando o filme terminar, vocês verão que há potencial para muitas coisas acontecerem. Meu objetivo era isolar nosso filme, protegê-lo e apenas contar uma boa história. Depois disso, teremos oportunidades de fazer muitas coisas legais”.

‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

‘Moana’: Chefe da Disney explica como a animação se DIFERENCIA do live-action

moana 2

Moana 2’, aguardada sequência da Disney, chega aos cinemas mundiais muito em breve – mas isso não é tudo: a mini-franquia da Casa Mouse também ganhará um remake em live-action que será lançado em 2026 (trazendo Dwayne Johnson como o semideus Maui e Catherine Laga’aia como Moana).

Agora, em entrevista ao ComicBook.comJared Bush, co-roteirista do filme e CCO da Walt Disney Animation Studios, revelou que espera dar ao público algo novo com o live-action.

“Eu diria que, tanto para animação quanto para live-action, você se inclina para: ‘o que essa mídia faz de melhor?’ em muitos detalhes”, ele disse. “Quando você vê um jovem de 16 anos no oceano, lidando com o clima, lidando com os elementos – é uma sensação diferente ter uma pessoa humana ali”.

Bush continua: “o que a animação faz de forma muito boa é trazer diversão, entretenimento, visuais incríveis e magia. Então, eu acho que, ao recorrer a esses pontos fortes, é isso que separa essas histórias e, esperançosamente, dá ao público algo novo.”

Lembrando que Moana 2’ chega aos cinemas nacionais no próximo dia 28 de novembro, enquanto o live-action tem estreia agendada para 2026.

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

‘Star Wars’: Denis Villeneuve não tem interesse em dirigir filme da franquia; “Tudo Desandou”

denis villeneuve star wars

Denis Villeneuve, cineasta aclamado por ‘Duna’, revelou recentemente que não tem interesse em dirigir um filme da franquia Star Wars, sucesso intergaláctico criado por George Lucas.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Villeneuve explicou que perdeu o encanto pela saga Star Wars há muito tempo.

“Eu era o público-alvo. Eu tinha 10 anos. Foi como uma bala de prata para a minha cabeça. Fiquei obcecado por Star Wars, disse ele. “Quero dizer, O Império Contra-Ataca é o filme que eu mais esperei na minha vida. Vi milhões de vezes na tela. Fui traumatizado por O Império Contra-Ataca. Eu adoro Star Wars”.

No entanto, o cineasta acredita que a franquia perdeu seu brilho após 1983, com o lançamento de ‘O Retorno de Jedi’.

“O problema é que tudo desandou em 1983 com O Retorno de Jedi”, continuou Villeneuve. “É uma longa história. Eu tinha 15 anos, e meu melhor amigo e eu queríamos pegar um táxi e ir até Los Angeles para conversar com o George Lucas — nós estávamos tão irritados! Até hoje, os Ewoks… Acabou virando uma comédia para crianças. Star Wars se cristalizou em sua própria mitologia, muito dogmática, parecia uma receita, sem mais surpresas. Então, eu não sonho em fazer um filme de Star Wars porque parece que o código está muito codificado”.

Quanto a ‘Star Trek’, Villeneuve também foi direto: “Eu não sou um Trekkie”.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

Os 10 Melhores Filmes Musicais dos Anos 2000

Na virada dos anos 1990 para os anos 2000, os filmes musicais não tinham a mesma força que tinham algumas décadas antes – talvez por uma superexposição do gênero que já não conquistava o público. Porém, não demorou muito até que títulos de extremo aclame e aceitação revitalizassem o gênero, como foi o caso de ChicagoMoulin Rouge e até mesmo ‘8 Mile’.

Pensando nisso – e continuando nosso especial-, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes musicais dos anos 2000. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. MAMMA MIA! O FILME (2008)

“[N]ão podemos tirar mérito de Streep encarnando mais um icônico personagem e entregando-se de corpo e alma para Donna, cuja personalidade irreverente, rebelde e totalmente livre conversa diretamente com a própria construção imagética – ou seja, com as paisagens oníricas perscrutadas pelas cristalinas águas do Mediterrâneo e pelo pôr-do-sol que mais se assemelha a uma pintura em tinta a óleo. Ainda que não ouse muito mais da zona de conforto, a fotografia elaborada por Haris Zambarloukos consegue captar a atmosfera em questão, afastando-se dos retratos panfletários que costumamos encontrar em filmes de tal vertente. Mas não espere algo extremamente minucioso – ainda mais porque o foco da história é fazer com que o público saia do cinema cantando diversas vezes a discografia de ABBA” – Thiago Nolla

9. APENAS UMA VEZ (2007)

apenas uma vez

O drama romântico musical Apenas Uma Vez costuma passar despercebido no cenário mainstream, mas com certeza tem um lugarzinho especial no coração dos inveterados apreciadores do gênero. A trama traz a química resplandecente de Glen HansardMarkéta Irglová como dois musicistas em Dublin, na Irlanda, que lutam para conquistar fama e reconhecimento. Para além de atuações emocionantes, o filme conta com a direção on point de John Carney, responsável pelo roteiro, e mostra que mesmo gêneros engessados como esse ainda têm muito a contar.

8. DREAMGIRLS: EM BUSCA DE UM SONHO (2006)

Dreamgirls: Em Busca de um Sonho’ rendeu a Jennifer Hudson nada menos que o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu impecável trabalho – mas a produção também contou com ótimas performances de BeyoncéAnika Noni RoseJamie Foxx em uma epopeia musical tocante e aplaudível. A trama acompanha Effie White, Deena Jones e Lorrell Robinson, três mulheres que moram em Chicago e resolver formar um grupo musical, as Dreamettes. As três começam a fazer sucesso graças ao manipulador empresário Curtis Taylor Jr., que consegue fazer com que elas acompanhem um cantor de “soul”. Os conflitos começam quando Curtis sonha em transformar as Dreamettes em Dreams. Sua ideia é trocar Effie por Deena e fazer dela a vocalista principal do grupo, o que deixa evidente seu interesse romântico pela jovem.

7. BILLY ELLIOT (2000)

Em 2000, um jovem Jamie Bell encarnava o papel titular do ambicioso projeto conhecido como Billy Elliot. Baseado em uma peça lançada um ano antes, o longa-metragem tornou-se um sucesso inesperado de crítica e de público, principalmente pelo comprometimento e pela habilidade de Bell aliados às firmes mãos do diretor Stephen Daldry – que construíram uma narrativa tour-de-force que desmistificou os estereótipos acerca de bailarinos masculinos e aproveitaram para colocar uma dose de críticas sociopolíticas. Não é surpresa que a produção seja uma das favoritas dos fãs de musicais até hoje.

6. ENCANTADA (2007)

Em 2007, a Walt Disney Studios promovia uma interessante revolução dentro do subgênero das adaptações de contos de fada que imortalizou ao longo da história. Encantada, estrelado por ninguém menos que a icônica Amy Adams, é uma releitura muito interessante e bem-vinda dessas adoradas fábulas que faz questão de garantir que os elementos musicais sejam autorreferenciados em uma divertida e cândida aventura. Na trama, a princesa Giselle é expulsa por uma rainha malvada do seu próprio conto de fadas e vai parar em Manhattan, Nova York, onde música, mágica e finais felizes já não são tão fáceis de encontrar. Giselle está completamente perdida no novo mundo, até que um advogado divorciado resolve ajudá-la. A situação se complica quando o príncipe de sua história chega para salvá-la.

5. HAIRSPRAY (2007)

“Baseado na peça homônima da Broadway e no subversivo clássico de John Waters dos anos 1980 (que inclusive trouxe a icônica Divine em um de seus últimos papéis antes de falecer), a história nos leva para a pequena cidade de Baltimore, no começo dos anos 1960, e acompanha a divertida Tracy Turnblad (Nikki Blonsky em sua estreia no cenário cinematográfico), uma garota plus-size cujo sonho é participar do maior programa de televisão local, o The Corny Collins Show, quebrando os paradigmas estéticos da época e, ao mesmo tempo, lutando contra a crescente segregação racial que ocorria à sua volta. Movido a músicas esplendorosas, performances irretocáveis e coreografias exuberantes, Hairspray, de fato, se tornou uma das melhores produções do século e, até hoje, é adorado por inúmeros fãs do gênero” – Thiago Nolla

4. MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO (2001)

Baz Luhrmann trouxe para os cinemas uma obra que fala sobre o amor em um contexto de outros séculos, por dentro da boemia e das questões que se amontoam sobre as classes sociais. Moulin Rouge, possui um narrador personagem detalhista, engraçado, atrapalhado, apaixonado, que transforma sentimentos em palavras. Seguindo lema de que: ‘A grande coisa que aprenderá na vida é amar’, somos testemunhas do contraponto do mágico com o trágico numa Paris quase em 1900. Vencedor de dois Óscares das oito categorias que fora nomeado, indicado também à Palma de Ouro em Cannes em 2001, é protagonizado por Nicole Kidman e Ewan McGregor.” – Raphael Camacho

3. SWEENEY TODD: O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)

“Apesar do tenso e perigoso ambiente, esse longa-metragem configura-se como um incrível musical. John Logan (que ganharia ainda mais fama com sua rendição ao terror com a série ‘Penny Dreadful’) fica responsável pela adaptação da peça e mesmo que não traga todas as incríveis músicas, entrega-se de corpo e alma para relê-las dentro de um escopo satisfatório. Desde as suaves baladas como “Johanna” e “Nothing’s Gonna Hurt You”, passando pelo iconoclasta “There’s No Place Like London” e encontrando seu ápice com uma das canções mais memoráveis do filme, intitulada “A Little Priest”, é incrível notar como o roteirista consegue criar pequenos núcleos cênicos que funcionam dentro de suas próprias completudes tanto de modo isolado quanto justapostos; em outras palavras, os blocos sequenciados buscam uma maestria inenarrável e que, em grande parte, encontram aproveitamento máximo” – Thiago Nolla

2. HEDWIG: ROCK, AMOR & TRAIÇÃO (2001)

hedwig

Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto. A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

1. CHICAGO (2002)

“Levando em conta que a atmosfera recria a crescente disparidade de gênero da década de 1920 nos Estados Unidos, Roxie (Renée Zellweger) tenta alegar legítima defesa. Porém, tentando contrapor-se às palavras da figura masculina da casa, seu marido Amos (John C. Reilly), ela acaba sendo presa e levada para a prisão, dentro da qual irá esperar por um julgamento, o qual nos é premeditado ser contra sua sobrevivência e a favor de uma dura pena de morte – o enforcamento ou a cadeira elétrica. Mas nada disso seria compreendido caso não fosse uma introdução de peso em um dos prólogos mais bem-montados de todos os tempos: a entrada de Velma Kelly.

Catherine Zeta-Jones, em todo seu carisma e talento que resgata de performances predecessoras, dá vida à companheira de cela de Roxie e principal ídolo ao qual a aspirante à dançarina se espelha. Velma é um nome conhecido e, juntamente à sua irmã Veronica, realiza um dos shows mais aguardados da cidade. Quer dizer, isso até ser pega pela polícia e ser acusada de homicídio duplo – mas não antes de nos dar uma pequena palhinha de sua capacidade artística com “All That Jazz”, um dos hinos do musical. O apreço por esse gênero musical alcança novos patamares aqui e, aliado a uma montagem anacrônica e paralela, serve como modo de aproximação de duas personalidades tão diferentes e que, no final das contas, se complementam” – Thiago Nolla