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‘Gladiador 2’, ‘Pássaro Branco’ estreiam nos cinemas; Confira os Filmes Mais Esperados de Novembro 2024 nos Cinemas….

Brincando, brincando, o ano de 2024 chegou ao fim. Entramos oficialmente no penúltimo mês de mais uma jornada. O tempo é cruel, mas também é relativo. Parece que ficamos mais tempo esperando algo acontecer, do que de fato experimentando tal evento. Ou seja, no caso dos cinéfilos, ficamos mais tempo esperando um filme chegar, pois quando ele de fato estreia, vem e vai, dando lugar a novos lançamentos no espaço de uma semana.

E você, quantos filmes conseguiu assistir em 2024? Não pense você, no entanto, que o ano não trará mais nada de substancial, pois em novembro teremos alguns dos filmes mais esperados do ano e que podem bagunçar as bilheterias, pedindo licença para ocupar as primeiras posições dos maiores sucessos. Só para você sentir o drama. Em especial, novembro traz três filmes que prometem mudar a hierarquia de poder das bilheterias em 2024. Confira abaixo.

Estreias

Gladiador II

Agora sim a parada ficou séria. Na introdução do texto eu disse que três filmes de novembro são fortes concorrentes ao top 10 das maiores bilheterias de 2024. E agora o primeiro deles aparece na lista. Falamos de ‘Gladiador II’, continuação do maior sucesso de 2000. ‘Gladiador’ venceu o Oscar de melhor filme e melhor ator, além de ter se tornado um verdadeiro fenômeno de bilheteria. Ao mesmo tempo, segue como um filme altamente adorado pelos fãs, mesmo com o passar de 24 anos de sua estreia. ‘Gladiador’ é um destes fenômenos da sétima arte. A pergunta que fica é: conseguirá sua sequência obter o mesmo prestígio? Torcemos para que sim.

Pássaro Branco

Por falar em continuações de filmes de sucesso, a palavra de ordem em Hollywood é capitalizar em cima de obras queridas. Bem, essa tendência pode ter começado em Hollywood, mas saiu de lá e se espalhou pelo mundo. Chegando até o Brasil, com continuações de ‘O Auto da Compadecida’ e os vindouros ‘Deus é Brasileiro 2’ e ‘Bruna Surfistinha 2’. Afinal, a intenção é apenas dar ao público mais do que ele ama. O que há de errado com isso? Aqui, quem vai tentar são os produtores de ‘Extraordinário’, filme estrelado por Julia Roberts, sobre um menino com deformidade facial. A continuação é centrada no menino que fazia bullying com ele. Sua avó, papel de Helen Mirren, relata como foi crescer durante o regime nazista na Europa.

Nos Cinemas

Ainda Estou Aqui

Começamos o mês com o Brasil no Oscar! ‘Ainda Estou Aqui’ é a nova produção brasileira de enorme prestígio, que fez tanto sucesso em exibições em Festivais pelo mundo, que começou a despertar falatório de uma indicação real ao Oscar na categoria de filme estrangeiro. Com o governo certo no poder, ‘Ainda Estou Aqui’, que fala sobre os horrores da ditadura militar na década de 1970, se tornou o representante do país na disputa. E pode sobrar até mesmo para Fernanda Torres na categoria de melhor atriz. Já pensou? Seria o círculo perfeito, já que sua mãe, Fernanda Montenegro, é a única artista brasileira a ter sido agraciada com uma nomeação no maior prêmio do cinema mundial.

Operação Natal

De um filme forte, significativo e de impacto cultural, passando ao escapismo e puro entretenimento. O Natal chega mais cedo e em grande estilo com esta nova superprodução da Warner. Trata-se do novo blockbuster natalino de Dwayne “The Rock” Johnson. Coadjuvante, temos o “Capitão América” em pessoa, Chris Evans. Na trama, o Papai Noel foi sequestrado, e cabe à dupla formada por Johnson e Evans sair em seu resgate.

Não Solte!

O mais legal de cada mês no cinema é seu ecletismo, ou seja, lançamentos para todos os gostos e todo tipo de público. Os fãs de thrillers arrepiantes e terror não ficaram desamparados em novembro. É verdade que 2024 apresentou muitos filmes de qualidade dentro de tais gêneros, e aqui quem chega é a vencedora do Oscar Halle Berry, em uma obra que mistura a série ‘Lost’ e os filmes ‘Um Lugar Silencioso’ e ‘A Vila’. Na trama, Berry vive sozinha, reclusa em uma casa na floresta, criando os dois filhos pequenos. O acordo é: todos só podem sair do local se estiverem amarrados pela cintura em uma corda, para que possam voltar rápido para a segurança. Mas o que tem na floresta? Essa é a grande questão.

20/11

Herege

Com estreia na quarta-feira, quem se adianta é um dos filmes de terror mais comentados desta segunda metade de 2024. O astro Hugh Grant conseguiu reinventar sua carreira, e aqui aparece como o primeiro grande vilão de sua filmografia. Um verdadeiro psicopata, digno de Jigsaw, da franquia ‘Jogos Mortais’. Ele decide fazer um jogo de gato e rato com duas adolescentes missionárias, que chegam à sua porta para levar a palavra de Deus. O sujeito desequilibrado resolve testar a fé das moças.

21/11

Wicked

O segundo grande lançamento de novembro chega no dia 21. ‘Wicked’ é a adaptação de um badaladíssimo musical da Broadway, que já foi levado para o mundo todo. A história é uma prequel do clássico ‘O Mágico de Oz’, um dos filmes mais adorados de todos os tempos. Os especialistas vêm anunciando há algum tempo que ‘Wicked’ será um dos maiores filmes de 2024. Seu público não é necessariamente formado por cinéfilos, o que pode se mostrar algo muito positivo. O público aqui é o chamado espectador casual, que sequer costuma ler veículos especializados em cinema e que forma a grande maioria da população.

A Linha da Extinção

Anthony Mackie (o novo Capitão América) e a brasileira Morena Baccarin são os protagonistas deste novo thriller de ação apocalíptico. Esqueça a comparação anterior com ‘Um Lugar Silencioso’ que eu fiz com ‘Não Solte!’; ‘A Linha da Extinção’ é o verdadeiro clone do filme no mês. Aqui, temos uma realidade onde monstros dominam a cadeia evolutiva. A sacada aqui é que esses monstros possuem um ponto fraco, assim como os de ‘Um Lugar Silencioso’. Mas ao invés de não poder fazer qualquer tipo de barulho, os monstros deste filme não conseguem subir a uma certa altura. Sendo assim, o que restou para a humanidade é viver em locais elevados (daí o título original ‘Elevation’), onde os monstros não conseguem chegar. Mas assim como ‘A Vila’, é preciso enfrentar o desconhecido para salvar a vida de uma pessoa querida.

28/11

Moana 2

O terceiro filme com chances reais de se tornar a maior bilheteria de 2024 chega no fim de novembro. Falamos da animação ‘Moana 2’. A Disney está com tudo este ano, sendo dona dos maiores filmes de 2024. ‘Divertida Mente 2’ é a maior bilheteira do ano até o momento, e será difícil alguém destrona-lo. Difícil, mas não impossível. O primeiro ‘Moana’ é um filme incrivelmente querido. O quão querido ele é? Se liga nesse dado: ‘Moana’, de 2016, foi o filme mais assistido durante a pandemia, somando a audiência de todos os streamings. Foi isso que levou o estúdio a lançar ‘Moana 2’ nos cinemas ao invés da Disney+, como era o plano originalmente.

Clube das Mulheres de Negócios

Fechando as maiores estreias de novembro, temos uma segunda produção brasileira de alto conceito. ‘Clube das Mulheres de Negócios’ é o novo trabalho da badala Anna Muylaert – responsável por ‘Que Horas Ela Volta?’, um dos maiores sucessos de nosso cinema nos últimos anos. Em seu nome filme, a diretora mistura drama, comédia e suspense, na história de dois jornalistas visitando um estimado, mas decadente, clube da alta sociedade de São Paulo. A sacada aqui é que os gêneros são invertidos, já que o local é comandado por poderosas mulheres de negócio (e não homens), que curtem entre outras coisas armas, caçadas e tudo o mais geralmente relacionado ao universo masculino.

‘Andor’ voltará para planeta ICÔNICO de ‘Star Wars’

A segunda temporada de Andor promete trazer grandes elementos para os fãs da franquia Star Wars’.

Em entrevista à revista Empire, o showrunner Tony Gilroy revelou que a série retornará a um dos locais mais emblemáticos da saga: a base rebelde em Yavin IV.

Além de mostrar novamente a base rebelde, vista pela primeira vez no filme de 1977, o segundo ciclo de Andor também explorará mais sobre o planeta, revelando detalhes de sua história.

“Quero dizer, temos que acabar em Yavin, certo? Então, vamos contar a história de Yavin. Ninguém lidou com Yavin da maneira como vamos fazer”, afirmou Gilroy.

A base em Yavin IV, cenário de momentos cruciais para a Rebelião, é famosa por ter sido o ponto de origem da luta contra o Império em Uma Nova Esperança.

Vale lembrar que o segundo ciclo da série também contará com outros retornos, como a participação de Krennic, vilão interpretado por Ben Mendelsohn em Rogue One: Uma História Star Wars’. 

Durante na D23, o segundo ciclo da série teve suas primeiras cenas exibidas, além de um vídeo dos bastidores que trouxe comentários do astro Diego Luna, Genevieve O’Reilly e outros.

A próxima temporada, que contará com 12 episódios, teve sua estreia confirmada para o dia 22 de abril de 2025, no Disney+.

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A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Deadpool e Wolverine’: Ryan Reynolds revela sua cena favorita do filme

Já disponível no Disney+, Deadpool e Wolverine se tornou o mais recente sucesso da Marvel, conquistando uma legião de fãs ao mergulhar no universo da antiga Fox. O longa, que mistura ação, humor e referências aos filmes anteriores, tem sido um grande sucesso entre os fãs de heróis e aventuras. Agora, Ryan Reynolds, estrela e roteirista do filme, revelou qual é a cena que mais o marcou.

Em entrevista à Variety, Reynolds explicou: “A coisa da qual eu provavelmente mais me orgulho foi o discurso do Wolverine na van, quando ele realmente dá uma lição em Deadpool. Para mim, é uma das cenas mais bonitas do filme porque você vê o quanto Hugh Jackman é um ator visceral, poderoso e cheio de nuances. Mas o mais interessante é que também vemos os papéis invertidos. Wolverine, um personagem que sempre foi mais contido, um verdadeiro arquétipo de Clint Eastwood, de repente se solta e diz: ‘Ah é, cara? Pois eu também sei falar'”.

Deadpool e Wolverine’ está disponível no Disney +.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Juror #2’: Guillermo del Toro rasga elogios a filme de Clint Eastwood

O cinema de Clint Eastwood continua a encantar a crítica. Desta vez, foi a vez de Guillermo del Toro elogiar o mais recente trabalho do cineasta, Juror #2.

Segundo o Word Of Reel, o diretor mexicano comparou o filme a um ‘Crimes e Pecados’ dos tempos modernos, destacando a direção precisa e a atuação brilhante de Nicholas Hoult.

“Fui ao cinema ver ‘Juror #2’, o mais recente filme de Clint Eastwood. Gostei muito. De certa forma, é a ‘Crimes e Pecados’ dele. O filme é filmado de forma precisa e segura, e Nicolas Hoult brilha no papel principal. O elenco está excelente, e o final gerou bastante repercussão no cinema”, escreveu Del Toro.

Del Toro também comentou sobre a atmosfera tensa do filme e a forma como o dilema moral do protagonista prende a atenção do espectador.

“O dilema central me lembrou da agitação silenciosa que ferve sob Dana Andrews em um noir de Otto Preminger da sua escolha (para mim, Onde Terminam os Sentidos), e o filme lida com isso de maneira muito bem estruturada, com reviravoltas bem ponderadas”, afirmou Del Toro.

Juror #2 está tendo um lançamento limitado nos EUA, sendo exibido atualmente em apenas quatro salas de cinema em Nova York e três em Los Angeles.

Del Toro lamentou essa situação e fez um apelo para que a Warner Bros. expanda a distribuição do filme.

“Por que isso não foi lançado em larga escala nos Estados Unidos? Vimos ‘Juror #2’ no Grove com uma plateia significativa que foi muito vocal e reativa durante toda a sessão. Espero sinceramente que a Warner Bros. consiga manter o filme em cartaz por mais tempo. Eastwood é um mestre cineasta, e seu trabalho, firme e sem excessos, mostra que ele ainda está em grande forma. Vá ver no cinema!”, escreveu o diretor mexicano.

A crítica especializada também tem elogiado o longa, que alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Cartaz do filme 'Juror #2' com estreia em breve.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho de Eastwood, além de destacarem as atuações de Toni Collette e Nicholas Hoult.

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“Eastwood, em colaboração com um excelente roteiro original de Jonathan Abrams, criou um dos dramas humanos mais cativantes de sua carreira, que certamente irá ressoar com o público adulto e inteligente”, disse Pete Hammond do Deadline.

“… Uma extensão um pouco extravagante, mas completamente cativante, da fascinação do cineasta de 94 anos por culpa, justiça e as limitações da lei ao longo de sua carreira”, disse Peter Debruge da Variety.

“O filme chega a uma conclusão inesperada, mas surpreendentemente eficaz em sua sutileza, sugerindo que este diretor veterano ainda encontra novas maneiras de explorar como é a coragem no dia a dia”, disse Tim Grierson do Screen.

“O filme não apenas atende às expectativas, como as supera”, disse Christian Zilko do IndieWire.

“Com uma premissa intrigante, o maior destaque de ‘Juror #2’ são as atuações. Nesta inusitada reunião de ‘Um Grande Garoto’, Nicholas Hoult e Toni Collette oferecem performances impressionantes como dois indivíduos atormentados pela culpa moral à medida que se aprofundam no caso”, disse Matt Neglia do Next Best Picture.

“Este emocionante thriller judicial fará o público prender a respiração, sendo um dos mais fascinantes e surpreendentes filmes de suspense que encerra uma carreira repleta de momentos impressionantes de Clint Eastwood. Nicholas Hoult e Toni Collette estão incríveis!”, disse Carla Renata do The Curvy Film Critic.

“A história é envolvente, mas não consegue encontrar um rumo claro até o final, resultando em um filme decente com um gancho promissor que não se desenvolve de forma igualmente cativante”, disse Abe Friedtanzer da Awards Buzz.

“É um thriller envolvente que, sem dúvida, acrescenta na renomada carreira de Eastwood”, disse Travis Hopson do Punch Drunk Critics.

O longa é estrelado por Toni Collette (‘Hereditário’), Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Kiefer Sutherland (‘Designated Survivor’) e Zoey Deutch (‘Tinha Que Ser Ele?’), sob a direção de Clint Eastwood.

O filme tem um orçamento de US$ 30 milhões.

Juror #2 está marcado para estrear em 1º de novembro, nos cinemas.

juror 2
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‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Filmagens do VILÃO estão encerradas

A produção de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue a todo vapor, e agora o intérprete de Galactus concluiu suas filmagens para o longa da Marvel Studios.

Por meio de seu perfil oficial no X, antigo Twitter, o ator Ralph Ineson (A Bruxa) anunciou que finalizou sua participação nas gravações.

“A Marvel faz os presentes de encerramento mais legais”, escreveu o ator.

Recentemente, a Marvel Studios divulgou a sinopse oficial de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ (via The Hollywood Handle).

Confira (em tradução livre):

“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.

Lembrando que, durante a apresentação na D23 Brasil, a Marvel divulgou o primeiro teaser da adaptação.

Leia a descrição abaixo:

“O vídeo começa com uma homenagem à televisão retro. Reed Richards (Pedro Pascal) está dando aula em uma classe, perguntando se os alunos querem ver uma explosão. E a silhueta do Coisa (Ebon Moss-Bachrach) aparece em um programa de namoro.

O trailer continua com a equipe vestida com trajes espaciais, com os nomes dos personagens em seus trajes, enquanto eles entram em um foguete – o que dá fim à vibe retro e o formato da tela muda.

No fim, o rosto de Galactus aparece atrás de um prédio, e está muito fiel ao seu visual nos quadrinhos”.

Lembrando que o filme estreia em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Quarteto Fantástico é dirigido por Matt Shakman.

Dafne Keen NÃO sabe se voltará como X-23 no universo Marvel

Embora os fãs aguardem o retorno da X-23 no Universo Cinematográfico da Marvel, a nova aparição da personagem atualmente não está sendo discutida entre a atriz Dafne Keen e o estúdio.

Keen já afirmou que deseja voltar a interpretar a personagem em outros projetos. No entanto, recentemente revelou ao The Wrap que ainda não participou de nenhuma conversa sobre um possível retorno.

“Sinceramente, não estou mentindo. Não, eu não participei de nenhuma conversa. Espero que tenham acontecido conversas! Não faço ideia”, declarou Dafne Keen.

Vale lembrar que, recentemente, o insider Alex Pérez, do site The Cosmic Circus, afirmou que a jovem atriz pode retornar para os vindouros projetos ‘Avengers: Doomsday’ (que segue sem título nacional) e ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Enquanto mais detalhes não foram revelados, sabe-se que Jackman também está sendo cotado para voltar como Wolverine em ambos os longas-metragens.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Pacificador’: Novidades no ELENCO são reveladas por James Gunn

Através de seu perfil no Threads, James Gunn, conhecido por sua atividade nas redes sociais, compartilhou de forma inesperada os novos membros do elenco de Pacificador na segunda temporada.

Sem uma mensagem de boas-vindas, Gunn, na verdade, anunciou os novos nomes por meio de um post de despedida, mencionando o encerramento das filmagens para parte do elenco.

Em sua publicação, o chefe da DC Studios citou os nomes de Anissa Matlock, Taylor St. Clair e Dorian Kingi, que ainda não haviam sido anunciados na série que estreará na Max.

 

Ver no Threads

 

O próximo ciclo de ‘Pacificador’ está programado para estrear em agosto de 2025 – um mês depois do lançamento de ‘Superman‘, que dará início ao novo universo da DC nas telonas, sob o comando de James Gunn.

John Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

 

‘Arcane’: Ato 2 da segunda temporada já está DISPONÍVEL na Netflix

O Ato 2 da segunda temporada de Arcane já está disponível para os assinantes da Netflix. Agora, os fãs podem conferir mais três episódios e acompanhar a história de Vi e Jinx.

O segundo ciclo da série, ambientada no universo de League of Legends, ainda contará com um terceiro ato, com mais três episódios, que será lançado no dia 23 de novembro.

Confira a prévia dos novos episódios e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando queArcane será encerrada na segunda temporada, e recentemente o criador Christian Linke explicou por que a série não terá novas temporadas.

“Sempre tivemos uma história específica em mente. Olha, poderia ter sido alongado, tenho certeza. Mas, para nós, sempre foi assim: começamos com isso em mente. Acho que também tem um ângulo pessoal nisso, como criativos. Todos nós já vimos programas de TV em que, claramente, os roteiristas estão sem ideias. Até que ponto você consegue manter a inspiração com a mesma coisa? Por quanto tempo? Foram nove anos para nós, com esses personagens. Acho que também tem uma questão de responsabilidade nisso, onde pensamos: ‘Isso é o que tínhamos em mente’”, disse Christian Linke.

Christian ainda destacou que a equipe não tinha a intenção de fazer mais do que já havia sido planejado, já que a qualidade da história poderia ser perdida nesse processo.

“Esta é a história que tivemos em mente, que queremos contar. Seria irresponsável esticar isso a um ponto onde sentimos que não conseguiríamos nem fazer justiça à história. Acho que isso foi uma parte importante disso. Não queremos exagerar.”

Arcane’ custou cerca de US$ 250 milhões para ser produzida e promovida ao longo de seus 18 episódios, se tornando a animação mais cara já lançada no streaming ou na TV linear.

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

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Crítica 2 | ‘Ainda Estou Aqui’ se consagra com a arte da sutileza

Poucos elementos demarcam tão bem a desigualdade social no Rio de Janeiro quanto o helicóptero. Quando se vive em uma boa situação financeira, ver um helicóptero por perto é divertido, desperta curiosidade, principalmente nas crianças. Agora, quando se vive em uma situação financeiramente delicada, ter um helicóptero passando por cima de sua cabeça é um pesadelo. É a demonstração da imposição do Estado sobre a região, geralmente trazendo ondas de violência e preocupação para com seus amigos e entes queridos que estão ao redor.

Por isso, quando Walter Salles decide iniciar Ainda Estou Aqui com um helicóptero sobrevoando as praias da Zona Sul carioca, interrompendo o sossego de uma até então pacata Eunice Paiva, a cena causa tanto desconforto. De forma sutil, o diretor já abre os trabalhos impondo a presença estatal agressiva e brutal. Um lembrete inicial que os militares estavam sempre observando. Na verdade, se tem uma palavra que pode definir esse filme é ‘sutileza’.

Em tempos de filmes espalhafatosos e atuações exageradas, Ainda Estou Aqui aposta no caminho inverso para contar uma história extremamente íntima, inspirada nas memórias do escritor Marcelo Rubens Paiva. A trama acompanha os últimos dias do engenheiro e ex-político Rubens Paiva, que foi uma das vítimas da covardia da Ditadura Militar Brasileira na década de 70. E mesmo com todos os motivos para contar essa história de forma rancorosa, o longa narra o caso pela ótica da esposa de Rubens, Eunice Paiva, para relatar esse caso tão sórdido de uma forma que embrulha o estômago sem ser desrespeitosa pela própria história brasileira. Falo em respeito porque os vilões são os militares, óbvio, mas em momento algum eles são retratados como capangas atrapalhados, e sim como homens frios e inteligentes, com aparências comuns. Eles estão em todo lugar, eles podem ser qualquer um. É uma abordagem arrepiante. A cena em que um dos agentes da ditadura é mostrado jogando totó com o pequeno Marcelo, momentos depois de ter levado o pai do menino para uma morte desumana, agindo com a maior naturalidade do mundo, é de dar calafrios.

Falando sobre o pai, o Rubens Paiva de Selton Mello é provavelmente um dos personagens mais cativantes da história do cinema nacional. No pouquíssimo tempo que ele tem de tela, o público olha para ele e sente vontade de ser adotado por um rapaz tão querido. Você quer estar perto dele, quer ser parte daquela família. É oarte fundamental das engrenagens que fazem esse filme funcionar tão brilhantemente foi justamente essa incorporação do perfeito ‘paizão’ que Selton trouxe para seu Rubens. É um homem amoroso e compreensivo, ao mesmo tempo em que é brilhante e engajado. Tudo que envolve ele tem uma nobreza que transcende a tela, e exala uma empatia fora de série. É um dos papéis mais memoráveis da tão respeitável carreira de Selton Mello, se não for o maior. Ele consegue sintetizar de forma muito competente e humana as melhores memórias que todos no mundo guardam de seus pais.

Vivemos uma época de protagonistas femininas ganhando espaço nas telonas, mas a interpretação de Fernanda Torres no papel de Eunice é algo realmente diferente. Ela não tem um momento “clipe de Oscar, em que faz caras e bocas ou explode, mas te convence da dor da personagem justamente com a sutileza. Ela tem sua vida atropelada por um Estado abusivo e covarde, mas bem-organizado. Então, não sabe bem em quem confiar ou a quem recorrer. Ela só sabe que precisa encontrar uma forma de enfrentar esse sistema sem colocar a vida e segurança de seus cinco filhos em risco. Ela se apega às leis, das quais não entende muito, mas acredita fielmente, e na resposta pacífica de mostrar que eles não vão derrubá-la. Sua principal resposta é um sorriso no rosto e a lembrança constante ao Regime de que ela ainda está ali. Se a estratégia militar era a repressão, o medo, a resposta de Eunice era a esperança.

Novamente falando da sutileza, o trabalho de Fernanda Torres impressiona e comove pela simplicidade. A postura dela ao tomar ações cotidianas, como ver a sala de casa ou tomar um banho após sair do DOI-CODI, é de arrepiar. Ela leva as cenas com uma presença sobrenatural em tela, trazendo um trabalho de expressão corporal encantador e sofrido. Enquanto a Eunice se mantém firme, seu corpo dá sinais de que as coisas não estão boas. É um papel fascinante e complexo, porque ela é uma protagonista feminina fortíssima que não cai no estereótipo atual do cinema do que é ser uma mulher forte. Ao mesmo tempo em que ela é corajosa e determinada, ela é uma tradicional dona de casa, preocupada com as crianças, preocupada em fazer o jantar para o marido. Pode parecer uma contradição, mas é apenas uma mulher comum da década de 1970. Sempre houve força nelas.

E essa preocupação dela com a casa gera um dos momentos mais fortes do filme. Inicialmente, vemos Eunice sempre preocupada com as crianças, dando uma atenção gigantesca para os almoços e jantares da casa. Conforme esse processo de perda vai se desenvolvendo, a molecada ganha mais independência, e há uma passagem marcante em que a Zezé pergunta o que fazer para o almoço. Eunice responde: “o que tiver”. A intervenção militar foi cruel demais, porque foi destruindo não apenas a vida dos torturados, mas também foi matando os pequenos prazeres cotidianos que davam alegria à vida, como planejar uma simples refeição.

E no fim das contas, Ainda Estou Aqui é um filme sobre perda. A escolha de Salles de abrir o longa com trinta minutos de alegria e esperança no futuro de um Brasil melhor para as crianças – embora a presença militar já estivesse perceptível ao redor da família – é certeira, porque dessa meia hora para frente, é só perda. É a jornada de uma família que teve a própria vida e prazeres negados pelos golpistas militares. Tudo que remete ao Rubens e aos dias dourados vai sendo destruído lentamente, mesmo que de forma indireta, pelos agentes do exército. E a forma como a casa – tão iluminada, tão musical – se transforma em uma prisão escura e silenciosa, conforme as perdas vão acontecendo, é genial. É simplesmente genial.

Ainda Estou Aqui é um acerto colossal. Não apenas pelo forte caráter emocional sem ser apelativo, mas principalmente por ser uma obra sutil que transborda amor. Seja pelos personagens daquela família, seja por aquele Rio de Janeiro, aquele Brasil que sonhava com um futuro brilhante, seja por aquela casa… Tudo em tela, por mais trágico que seja, mostra um amor sem tamanhos. E a reta final é um soco no estômago. Fernanda Montenegro precisa de apenas três minutos em tela para arrepiar o público com uma atuação sutilíssima e poderosa.

É um filme que cativa por ter história, por ter personagens fascinantes, por ter uma direção apaixonada e por lembrar que não se pode dar mole. Por mais que alguns acreditem que regimes ditatoriais são uma forma de ‘corretivos’ para a sociedade, Ainda Estou Aqui mostra o real efeito deles no mundo. São tão destrutivos quanto um elefante em uma loja de porcelanas, são um mal inenarrável. Ainda Estou Aqui é uma obra-prima.

Ainda Estou Aqui está em cartaz nos cinemas.

‘Ogiva: O Mundo Não É Mais Nosso’: Longa nacional ganha trailer épico e data de estreia; Confira!

‘Ogiva: O Mundo Não É Mais Nosso’, aguardado longa-metragem nacional que serve como prelúdio para a graphic novel homônima, acaba de divulgar seu primeiro trailer e revelar a data de estreia.

O longa estreia dia 3 de dezembro.

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Baseado na obra de Bruno Zago e Guilherme Petreca, publicada pela editora Pipoca & Nanquim, o filme se desenrola em um futuro pós-apocalíptico.

“Quando os monstros chegaram, as ogivas foram lançadas. Quase uma década depois, a ex-policial Pilar luta por sobrevivência em um mundo devastado, agarrada aos fragmentos de esperança que ainda lhe restam, enquanto um novo propósito brota em seu coração. Entre criaturas alienígenas e homens sem sanidade, o grande conflito de Pilar permanece em sua própria cabeça: Qual a razão de continuar lutando?”, diz a sinopse.

O longa tem direção e roteiro de Cadu Rosenfeld, o filme é uma produção da Monolito Produções em colaboração com a editora Pipoca & Nanquim.

ogiva o mundo não é mais nosso

De ‘Gravidade’ a ‘Roma’: As Melhores Produções de Alfonso Cuarón

Alfonso Cuarón é um dos nomes mais prestigiados e respeitados do cinema contemporâneo e, desde sua estreia oficial em 1991, ascendeu a uma carreira aplaudida por cinéfilos e especialistas ao redor do mundo.

Detentor de nada menos que cinco prêmios do Oscarsete BAFTAs, Cuarón eternizou um estilo próprio que começou a ser emulado por realizadores mais jovens da atualidade – e sagrou-se um dos principais nomes por trás da sétima arte como a conhecemos hoje.

Recentemente, ele comandou e roteirizou a minissérie de suspense DISCLAIMER*’, estrelada por Cate Blanchett e que caiu no gosto do público assim que estreou no catálogo da Apple TV+. E, para celebrar sua mais recente incursão no escopo audiovisual, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores produções.

Confira:

5. DISCLAIMER* (2024)

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“À medida que o roteiro explora as camadas dessa densa análise da condição humana, Cuarón lança-se a uma divisão certeira de técnicas que variam da sobriedade melancólica de uma paleta de cores quase monocromática (movida pela unilateralidade dos tons frios) ao pseudo-onirismo de algo que, como descobrimos, nunca aconteceu (marcado pelo uso constante de cores mais quentes e de uma luminosidade paradisíaca). O diretor, inclusive, promove referências a diversas produções pelas quais ficou responsável, seja com longos planos-sequências, seja com momentos que trazem paisagens oceânicas como reflexo de emoções primordiais e inescapáveis” – Thiago Nolla

4. GRAVIDADE (2013)

Gravidadeé recheado de tensão, e embora não faça uso de muito diálogos, é um daqueles filmes que conseguem nos prender do começo ao fim de seus 90 minutos de exibição, sem perder o ritmo ou nos deixar ir. Nos torna reféns logo de início, somente com o uso de suas imagens, e isso é uma grande qualidade de um contador de histórias. Cuarón pega um material de difícil acesso para o grande público, e cria uma grande identificação e plausibilidade, sem que por momento algum o público se sinta enganado, acreditando ser impossível qualquer cena mostrada na obra. O clima criado é de puro nervosismo, e nos mantém à beira da cadeira” – Pablo Bazarello

3. ROMA (2019)

“Mais ciente do que nunca, Cuarón reconstitui os fatos. Com uma apuração pontual das experiência vividas pela babá, ele reconstrói o primeiro e doloroso amor de Libo, remonta o divórcio de seus pais e homenageia a mulher que tantas vezes assumiu a figura materna em sua vida. Como uma carta de amor, o roteiro é simples, uma crônica da vida real. Permanecendo nas extremidades, ele e seus irmãos são os coadjuvantes de uma história de amor de uma jovem que tentou se descobrir, conforme fazia parte das mesmas descobertas da família a qual servia. E sob uma fotografia minimalista, completamente em preto e branco, o filme se desenrola, de fato, como um anagrama. Muito mais que trazer os relatos de uma família do subúrbio mexicano, Roma na verdade é uma história sobre o amor” – Rafaela Gomes

2. FILHOS DA ESPERANÇA (2007)

filhos da esperanca

“Cuarón é não considerado um dos melhores cineastas de todos os tempos por qualquer razão – e seu longa pós-apocalíptico Filhos da Esperança é mais um lembrete de seu poder narrativo e técnico dentro da sétima arte. Navegando por um planeta devastado pela derradeira extinção da raça humana, Cuarón sagra-se um autor cinematográfico de calibre inexplicavelmente irretocável. A trama nos leva ao ano de 2027, em que a infertilidade é uma ameaça real para a civilização – e o último humano a nascer em anos acaba de morrer. Frente a um cenário pessimista sobre o futuro, um burocrata desiludido se torna o herói improvável que pode salvar a humanidade. Para isso, ele enfrenta seus próprios demônios e tenta proteger a última esperança do planeta: uma jovem mulher milagrosamente grávida, descoberta pela ativista inteligente com quem fora casado” – Thiago Nolla

1. E SUA MÃE TAMBÉM (2001)

“No cenário mainstream, Cuarón ganhou aclame e fama mundiais ao comandar títulos como Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e Filhos da Esperança. Porém, em 2001, ele lançou a obra-prima de sua carreira com a espetacular dramédia coming-of-age E Sua Mãe Também. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o filme acompanha Julio e Tenoch, dois adolescentes que, junto com Luisa, uma mulher mais velha, embarcam em uma jornada para uma praia paradisíaca. Em uma viagem de carro pelo México, os três acabam se envolvendo e aprendem muito sobre si mesmos e suas relações” – Thiago Nolla

MENÇÃO HONROSA: HARRY POTTER E O PRISONEIRO DE AZKABAN (2004)

“Foi com o longa de 2004 que Cuarón provou ter uma sagacidade invejável e admirável para blockbusters, imprimindo uma estética muito diferente tanto dos capítulos anteriores quanto dos seguintes. É claro que, ao contrário de outras incursões, esta aqui carrega uma importância no escopo mainstream e permite que seu nome caia em dezenas de milhões de pessoas apaixonadas pelo universo mágico – e, apesar das limitações impostas pelo estúdio e talvez por J.K. Rowling, ele conseguiu construir algo único, guiado por peculiaridades que explodem em um divisor de águas importante inclusive para o arco das personagens” – Thiago Nolla

Crítica | Alicerçada na poderosa performance de Cate Blanchett, ‘DISCLAIMER*’ é uma das melhores séries do ano

Alfonso Cuarón não é considerado um dos melhores diretores da história do cinema por qualquer motivo: ao longo de sua expressiva carreira, o realizador deu origem a diversas produções de calibre altíssimo, reiterando a si próprio como um criador respeitável da sétima arte. Apenas a encargo de exemplificação, Cuarón encabeçou o terceiro capítulo da saga ‘Harry Potter’ (considerando a melhor entrada da franquia mágica), o suspense pós-apocalíptico ‘Filhos da Esperança’, a epopeia sci-fi ‘Gravidade’ e o drama ‘Roma’ – cada qual infundido com uma estética única e, ao mesmo tempo, reunindo os principais elementos que o sagraram no escopo do entretenimento.

Em outubro deste ano, ele fez um glorioso retorno com a minissérie DISCLAIMER*’: baseada no romance homônimo de Renée Knight, a trama acompanha uma famosa jornalista chamada Catherine Ravenscroft (Cate Blanchett) que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando um romance recém-publicado expôs um sombrio segredo sobre seu passado e a lançou em uma empreitada para não apenas trazer a verdade à tona, mas proteger sua família de um vingativo pai de família que deseja destruir tudo o que ela conhece a qualquer custo. O resultado não poderia ter sido outro: a produção não apenas se sagra como uma das melhores do ano, como mostra que até mesmo narrativas conhecidas podem ser recontadas e remodeladas quando nas mãos de um hábil time criativo.

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A série se inicia com Catherine recebendo um prêmio por seu trabalho jornalístico, sendo invejada pelos colegas de trabalho e mantendo-se numa zona de conforto dentro de seu casamento com Robert (Sacha Baron Cohen), enquanto pisa em ovos em sua relação com o distante filho Nicholas (Kodi Smit-McPhee). Porém, após receber a cópia de um romance inédito, ela percebe que alguém tem conhecimento de seu condenável passado – o autor da obra, Stephen Brigstocke (Kevin Kline), que deseja se vingar de Catherine por considerá-la culpada pela morte de seu único infante, o jovem Jonathan (Louis Partridge), quando se encontraram em uma viagem na idílica costa italiana. Expondo o infame segredo, Stephen e Catherine se veem engolfados em um embate psicológico de proporções e consequências catastróficas (e que envolvem o público desde os primeiros minutos).

A produção emerge como um intrincado compilado de engrenagens que é manejado com escolhas que beiram a perfeição técnica: afinal, não são muitos os realizadores que conseguem trabalhar uma narrativa tripartida – cada uma contando com um tipo específico de narrador, a fim de garantir que os espectadores compreendem o que se estende diante deles. Ficando responsável também pelo roteiro, Cuarón escolha a primeira pessoa para contar a história de Stephen, colocando-o como um relator não-confiável e movido por frustrações, cego por uma vendeta pessoal que se recusa a enxerga o óbvio; já a personagem de Blanchett, centro do enredo, é auxiliada por uma narradora em 2ª pessoa que parece consolá-la em meio a eventos derradeiros; as outras personas, enfim, são guiadas pela onisciência da 3ª pessoa, colocando-as em uma alienação perturbadora e angustiante.

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Os arcos confluem em um ponto em comum – as cenas em flashback que acompanham Jonathan e uma jovem Catherine (interpretada por Leila George), cujo relacionamento é-nos contado através de uma falsa sensação de cumplicidade e tragédia. E, à medida que o roteiro explora as camadas dessa densa análise da condição humana, Cuarón lança-se a uma divisão certeira de técnicas que variam da sobriedade melancólica de uma paleta de cores quase monocromática (movida pela unilateralidade dos tons frios) ao pseudo-onirismo de algo que, como descobrimos, nunca aconteceu (marcado pelo uso constante de cores mais quentes e de uma luminosidade paradisíaca). O diretor, inclusive, promove referências a diversas produções pelas quais ficou responsável, seja com longos planos-sequências, seja com momentos que trazem paisagens oceânicas como reflexo de emoções primordiais e inescapáveis.

A série nos convida a conhecer personagens complexos ao longo de sete episódios – mas esse enorme sucesso não seria alcançado sem o árduo trabalho de um elenco estelar. Baron-Cohen, Kline e Smit-McPhee brilham em seus respectivos microcosmos, unindo-se, eventualmente, em uma espécie de cruzada contra a “inimiga número um” em que Catherine se transforma; entretanto, é Blanchett quem domina a minissérie em uma das melhores performances de sua carreira. Recém-saída de uma entrega fabulosa e espetacular em ‘TÁR’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, a multipremiada atriz rende-se a um tour-de-force melodramático que em momento algum tangencia um apreço novelesco. Ela desfruta de uma química invejável com seus parceiros de cena, singrando pela tênue linha entre o trauma e a insanidade com facilidade aplaudível.

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DISCLAIMER*’ é uma obra-prima televisiva, uma conquista audiovisual cuja altíssima qualidade é cortesia de um dos nomes de maior prestígio das últimas décadas. E, enquanto Cuarón arquiteta um thriller epopeico que honra o romance de Knight, o elenco insurge como a cereja de um delicioso bolo – alicerçado, especialmente, em uma interpretação irretocável e narcótica de Blanchett.

Diretores do suspense ‘Não Se Mexa’ querem comandar um projeto envolvendo Miles Morales

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, a dupla Adam SchindlerBrian Netto, responsáveis pelo recente e elogiado suspense ‘Não Se Mexa’, revelaram que têm dois projetos dos sonhos que adorariam comandar.

O primeiro deles envolve Darkman – um super-herói original criado por Sam Raimi (produtor executivo do filme mencionado acima). O segundo envolve ninguém menos que o adorado Miles Morales (protagonista de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’).

“Minha esposa é do Porto Rico, então meu filho é birracial. Ele é negro e porto-riquenho, assim como Miles”, Netto explicou. “A cara que ele fez quando viu Miles Morales foi a mesma que eu fiz quando o vi pela primeira vez – e isso incrível”.

Ele continua: “então, trazer Miles à vida nas telonas, um dia, seria incrível. Eles provavelmente não fazer isso amanhã, então temos um tempo para trabalhar nessa ideia”.

Sobre Darkman, Schindler afirmou:

“Se estamos falando em relação às produções de Sam [Raimi], é Darkman. Falamos sobre isso [com ele]. Temos um amor e uma afinidade em comum por Darkman”.

Lembrando que ‘Não Se Mexa’ está disponível na Netflix.

Kelsey Asbille (‘Yellowstone’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’) estrelam.

Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.

O roteiro foi assinado pela dupla T.J. CimfelDavid White.

Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.

Criador de ‘The Boys’ dá atualização PROMISSORA sobre a 5ª e última temporada da série

Em uma recente entrevista ao Collider, o showrunner e criador Eric Kripke trouxe atualizações muito interessantes sobre a aguardada 5ª temporada de The Boys.

Durante a conversa, Kripke revelou que o novo ciclo está a poucos dias de começar a ser rodado.

“Começamos a gravar uma semana depois da próxima segunda-feira. Isso dá menos de duas semanas [para o início das filmagens]”, ela afirmou.

Kripke também foi questionado se o elenco da atração sabe como a série terminará – considerando que o próximo ciclo será o último.

“Não contei [a eles]”, ele respondeu. “Já estamos avançados o suficiente para que eu possa definir os arcos amplos dos personagens – mas são os arcos emocionais, para que os atores possam começar a trabalhar em como é sua jornada e no direcionamento de algumas reviravoltas. Francamente, ainda estamos trabalhando em alguns deles, mas temos uma noção sólida do ponto de chegada, emocionalmente falando”.

Lembrando que a temporada final deve estrear apenas em 2026.

Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Emma Roberts irá produzir série baseada no romance da mesma autora de ‘Sex and the City’

Segundo o DeadlineEmma Roberts e sua companhia Belletrist Productions irão produzir uma série baseada no elogiado romance ‘One Fifth Avenue’.

Intitulada ‘One Fifth’, Roberts entra como produtora ao lado de Marci Klein.

O romance, publicado em 2008, é assinado por Candace Bushnell.

Confira a sinopse oficial:

O One Fifth Avenue, uma beleza art déco que se eleva sobre um dos bairros mais antigos e historicamente descolados de Manhattan, é um endereço único – o tipo de edifício em que você precisa entrar de uma forma ou de outra. Para as mulheres protagonistas do romance, esse edifício é essencial para as vidas que cuidadosamente estabeleceram – ou esperam estabelecer. Da esposa do rei de um fundo de finanças à idosa colunista de fofocas e à atriz de espírito livre (uma refugiada recente de Los Angeles), o plano de jogo de cada pessoa para uma vida rica se reúne sob o telhado alto desse prédio histórico.

Bushnell, que também é o nome por trás da coluna e do livro ‘Sex and the City’, entra como produtora executiva e roteirista.

As informações também indicam que Roberts tem chances de estrelar o projeto.

Mais detalhes não foram divulgados.

Uma adaptação seriada de ‘One Fifth Avenue’ estava em desenvolvimento pela ABC entre os anos de 2011 e 2012, trazendo Josh SafranMark Gordon como criadores. Todavia, a atração foi descartada.

‘Quem Vê Casa’: Série de comédia SOMBRIA com Lisa Kudrow ganha cartaz; Confira!

Depois do trailer completo, a Netflix divulgou um cartaz oficial de ‘Quem Vê Casa…‘ (No Good Deed), nova série de comédia sombria estrelada por Lisa Kudrow (‘Friends’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

no good deed

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de dezembro.

Liz Feldman (‘Disque Amiga para Matar’) é responsável pela série. Ela também servirá como showrunner e produtora executiva ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum.

“Três famílias muito diferentes competem para comprar a mesma vila de estilo espanhol da década de 1920, que eles acham que resolverá todos os seus problemas. Mas, como os vendedores já descobriram, às vezes a casa dos seus sonhos pode ser um pesadelo total.”

O elenco ainda conta com Linda Cardellini, O-T Fagbenle, Abbi Jacobson, Denis Leary, Poppy Liu, Teyonah Parris, Ray Romano e Luke Wilson.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Grammy Awards 2025 | Ranqueamos TODAS as canções indicadas a Música do Ano

No último dia 08 de novembro, foram revelados os indicados à 67ª edição do Grammy Awards.

Dentre as principais categorias, a de Música do Ano visa sagrar a melhor faixa lançada no período de elegibilidade, destinando-se ao compositor responsável pela letra ou pela melodia de terminada track. E, dentre os selecionados para a premiação, tivemos nomes como Lady GagaBruno MarsBeyoncé e outros relembrados.

Pensando nisso, preparamos uma lista especial ranqueando todas as canções nomeadas à categoria em questão.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita para conquistar o gramofone dourado:

8. “FORTNIGHT”, Taylor Swift feat. Post Malone

track de abertura de ‘The Tortured Poets Department’, Fortnight”, puxa colaboração de Taylor Swift com Post Malone em uma sólida narrativa sonora movida por uma amálgama do baixo e dos sintetizadores, explodindo em uma melancólica balada. Cada imagem arquitetada é pensada com cautela (com destaque aos versos “todas as minhas manhãs são segundas/ presas em um fevereiro interminável”, em referência ao momento letárgico entre o fim do inverno norte-americano e o começo da primavera).

7. “A BAR SONG (TIPSY)”, Shaboozey

Após ter colaborado com Beyoncé no aclamado ‘Cowboy Carter’, o artista conhecido como Shaboozey ganhou fama descomunal ao lançar a faixa “A Bar Song (Tipsy)”. Funcionando como quarto single do álbum ‘Where I’ve Been, Isn’t Where I’m Going”, a faixa fez um sucesso comercial grandioso e trouxe uma narrativa bastante relacionável e atual ao fazer com que o cantor incorporasse um eu-lírico exausto de sua longa jornada de trabalho – recorrendo ao hedonismo do álcool e das festas para se esquecer dos problemas e se divertir.

6. “PLEASE PLEASE PLEASE”, Sabrina Carpenter

Enquanto Sabrina conquistou o mundo com o lançamento de “Espresso”, ela continuaria sua onde de extremo sucesso com a divulgação da segunda faixa promocional, intitulada “Please Please Please”. A track se afasta do escopo pop do single anterior, mergulhando em uma mistura soberba de Yacht rock e country que começa a dar as caras de uma versatilidade apaixonante – e que arranca alguns dos melhores vocais da cantora em uma rendição bastante caprichosa (no melhor sentido do termo).

5. “GOOD LUCK, BABE”, Chappell Roan

Chappell Roan finalmente está tendo o reconhecimento que merece, sagrando-se como uma das maiores artistas da nova geração – em um nível que a propulsiona e a prevê como uma artista a níveis de Lady Gaga ou Beyoncé. E, com “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora explora um dos temas mais difíceis de ser analisado no cenário fonográfico: o da heterossexualidade compulsória. Através de uma pungente e ansiosa lírica, movida por uma construção pop e orquestral arrepiante e irretocável do começo ao fim, Roan fala sobre as angústias de uma personagem que não consegue aceitar quem é por quaisquer que sejam as razões. E, para além do enredo indesculpavelmente potente, temos uma rendição performática aplaudível que puxa elementos até mesmo do oitentismo irrefreável de Kate Bush.

4. “BIRDS OF A FEATHER”, Billie Eilish

Se de um lado de ‘HIT ME HARD AND SOFT’, Billie Eilish nos mostra a forte presença do dark-pop e do pop alternativo nas bases fundamentais das faixas mais comerciais, de outro, temos ousadias muito sólidas que revelam o domínio da dupla acerca dos arranjos e das harmonias que tenham o poder de dialogar com os ouvintes. Nesse tocante, “BIRDS OF A FEATHER” é uma mistura de ambos, fundindo violão, piano e sintetizadores em uma deliciosa semi-balada que nos rememora Olivia Rodrigo e Melanie Martinez.

3. “TEXAS HOLD ‘EM”, Beyoncé

Além do impecável arranjo instrumental, “Texas Hold ‘Em” é adornado com versos eximiamente assinados em uma colaboração com Elizabeth Lowell BolandMegan Bülow e Raphael Saadiq que nos transportam para uma pequena cidade idílica do meio-oeste estadunidense em um rodeio musical e vibrante (“um passo para o lado, estamos indo ao bar que sempre achamos legal” volta a mergulhar nos prazeres da vida explorados em ‘Act I’, mas revestidos com uma roupagem diferente e muito bem-vinda).

2. “NOT LIKE US”, Kendrick Lamar

São poucas as pessoas que não conhecem a infame rixa entre os rappers Drake e Kendrick Lamar, que se iniciou na década de 2010 e estendeu-se até os dias de hoje. O conflito entre ambos os artistas chegou a uma espécie de fim com a última “pá de cal” jogada por Lamar no impressionante e chocante single “Not Like Us”: o single, que quebrou inúmeros recordes de vendas (alcançando o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard) é uma inflexão do hip-hop e do hyphy pautada em versos tão cínicos e impactantes que chega a ser difícil não ficar boquiaberto. Ora, Kendrick não pensa duas vezes antes de criticar a posição de Drake no cenário rap e hip-hop, chamando-o de “colonizador” e de estar afiliado a um grupo de pedofilia.

1. “DIE WITH A SMILE”, Lady Gaga & Bruno Mars

Quando pensamos em colaborações musicais, é costumeiro ficarmos com um pé atrás pelo fato de, talvez, um dos nomes envolvidos ofuscar o outro. Porém, considerando o calibre artístico e performático de Bruno Mars e Lady Gaga, sabíamos que essa certeira parceria havia encontrado sucesso antes mesmo do lançamento oficial: em “Die With a Smile”, não existe uma superposição de entregas que se digladia para roubar os holofotes, e sim uma comunhão sinérgica e simbiótica que se desenrola com naturalidade apaixonante e que, ao nos arrancar de uma brutal realidade, transporta os ouvintes a um lugar perdido no tempo em que nada importa além de um amor que atravessa os mais árduos obstáculos

O Natal está chegando! Confira alguns filmes disponíveis no Disney+ para começar as FESTIVIDADES

Já passamos da metade do mês do novembro – e, agora, está na hora de começar as festividades de fim de ano.

Para dar início às celebrações, preparamos uma breve lista trazendo cinco longas-metragens disponíveis no catálogo do Disney+ para você entrar no clima natalino.

Confira:

ESQUECERAM DE MIM (1990)

Em 1990, Chris Columbus trouxe à vida a divertida e imortal aventura protagonizada por Macaulay CulkinEsqueceram de Mim. E é claro que, quando falamos de Natal, esse é um dos primeiros longas-metragens que vem à mente. A trama gira em torno de Kevin McCallister (Culkin), um jovem menino que é acidentalmente esquecido pela família em casa e, eventualmente, deve lidar com uma dupla de ladrões chamada Harry e Marv.

MEU PAPAI É NOEL (1994)

meu papai é noel

Entregando os presentes na casa do vendedor de brinquedos Scott Calvin, Papai Noel sofre um acidente e cai do telhado da casa. Eles são magicamente transportados para o Polo Norte, onde um duende explica que Scott deve tomar o lugar de Papai Noel antes que o próximo Natal chegue. Scott acha que está sonhando, mas ao longo dos próximos meses, percebe que está engordando e ganhando barba, transformando-se no novo Papai Noel responsável por salvar o Natal.

O HOMEM QUE INVENTOU O NATAL (2017)

Em O Homem que Inventou o Natal, temos o incrível carisma de Dan Stevens encarnando o protagonista Charles Dickens, autor inglês que, à época, estava prestes a lançar o clássico ‘Um Conto de Natal’. Dickens vive com sua esposa e com seus três filhos em um enorme casarão, e está lidando com o iminente sucesso de seu último livro, Oliver Twist’, a qual não foi recebida com entusiasmo o suficiente pela crítica especializada, mas foi abraçada pelas massas como um discurso acerca da camada menos favorecida. É a partir daí que ele se vê em um vórtice criativo em que o principal obstáculo é si mesmo.

O QUEBRA-NOZES E OS QUATRO REINOS (2018)

Baseado no icônico livro ‘Quebra-Nozes e o Rei Rato’O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos pode não ter feito o sucesso que prometia à época do lançamento – mas posa como um divertido e prático filme de final de ano. A trama acompanha Clara, uma jovem esperta e independente que perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho. Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino.

NOELLE (2020)

Dirigido por Marc Lawrence, mesmo nome por trás de ‘Miss Simpatia’Noelle traz ninguém menos que a carismática Anna Kendrick e o hilário Bill Hader como protagonistas de uma aventura natalina bastante divertida. A história gira em torna da filha do Papai Noel, que é forçada a assumir o negócio da família quando seu pai decide se aposentar e seu irmão acaba ficando impossibilitado de ajudar antes de seu primeiro grande voo de Natal.

UM CHAMADO NATALINO (2023)

Em Um Chamado Natalino, Eddie Garrick (Ludacris) é um homem de bom coração que deu as costas ao Natal devido a uma experiência traumática na infância. A pedido de sua esposa Allison Garrick (Teyonah Parris), de quem está separado, Eddie leva sua filha Charlotte (Madison Skye Validum), de 9 anos, com ele na véspera de Natal, onde conhecem um misterioso homem vestido de terno vermelho chamado Nick (Lil Rel Howery). Eddie, que é assistente social, acha que o homem está delirando e precisa de ajuda profissional, mas quando evoca a ira de um político local (Oscar Nuñez), ele e sua filha são levados a uma aventura mágica que pode restaurar sua fé em Natal.

Oscar 2025! Nossas Previsões para os Filmes Indicados ao Maior Prêmio do Cinema

Faltam menos de dois meses para nos despedirmos de vez de 2024. O ano passou voando. Sempre nos dá aquela impressão que não tivemos tantos lançamentos de filmes assim. Mas é apenas impressão, já que a maior parte dos filmes do ano já passou pelas salas de cinema ou pelos streamings. Agora chegamos à época mais especial do ano para os cinéfilos. Com os principais festivais internacionais já tendo ficado para trás, é a vez do Brasil receber seus eventos de cinema mais badalados: o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo – ambos trazendo filmes badaladíssimos pelo mundo afora.

Muitos destes filmes presentes em tais eventos estão, por exemplo, presentes na próxima época de premiações. Sim, a partir de outubro é quando começamos a receber os que são considerados os melhores filmes do ano. Filmes de prestígio, que lutarão por um lugar ao sol em prêmios que convergem no maior de todos: o Oscar. E assim se inicia a corrida por indicações. E sim, o princípio é o mesmo de uma corrida política, é preciso dinheiro de campanha, divulgação e fazer aquele lobby.

Como todo ano, nos adiantamos novamente e apresentamos para você os filmes que começam a despontar comentários de prêmios. Ou seja, faltando mais ou menos três meses para o anúncio dos indicados (que costumam ser divulgados em janeiro), resolvemos dar o nosso pitaco do que devemos ver entre os indicados nas principais categorias no próximo Oscar. Aqui começaremos com a categoria de melhor filme. Confira abaixo.

Emilia Pérez

Despontando em todos os radares, ‘Emilia Pérez’ já é enaltecido como um dos melhores filmes de 2024 desde sua estreia no prestigiado Festival de Cannes em maio deste ano. Sua chegada ao Brasil igualmente encantou os cariocas no Festival do Rio – ele foi o filme de abertura do evento. Ao contrário de ‘Coringa 2’, ‘Emilia Pérez’ é um musical que vem agradando. A trama altamente representativa, mostra uma advogada ajudando o poderoso chefão de um cartel mexicano a sumir no mundo, se tornando a mulher que sempre sonhou em ser. O filme é dirigido pelo francês Jacques Audiard, de ‘O Profeta’ e ‘Ferrugem e Osso’, e pode conquistar indicações também a melhor diretor, atriz para Karla Sofía Gascón (que poderá fazer história como a primeira atriz trans a ser indicada) e coadjuvantes para Zoe Salanda e Selena Gomez; além de produção estrangeira para a França.

Anora

Escrito e dirigido por Sean Baker, o mesmo de ‘Projeto Flórida’ (2017), ‘Anora’ promete ser o romance apaixonante do ano. Descrito como uma versão moderna, realista e um pouco mais sombria de ‘Uma Linda Mulher’ (1990), aqui também temos uma prostituta vivendo um sonho de princesa quando um ricaço se apaixona por ela. A diferença é que o jovem aqui faz parte de uma família russa e os que comandam sua fortuna são contra o casamento. Os chamarizes aqui são os desempenhos dos jovens apaixonados Mark Eidelshtein e Mikey Madison (de ‘Era uma Vez em Hollywood’ e ‘Pânico 5’). Madison vem sendo contada para melhor atriz.

Blitz

Drama sobre a Segunda Guerra Mundial, ‘Blitz’ é o novo filme do diretor Steve McQueen, do vencedor do Oscar ’12 Anos de Escravidão’. A trama se concentra em famílias inglesas desesperadas durante os bombardeios da Alemanha Nazista a Londres. Em especial da personagem de Saoirse Ronan, uma mãe de família fazendo de tudo para proteger seu filho. Esse será o primeiro papel mais maduro (de mãe), da carreira da jovem atriz. O longa vem prometendo indicações de melhor filme do ano, melhor diretor e, curiosamente, Ronan vem despontando para melhor coadjuvante, apesar de parecer a protagonista. Mas isso só saberemos quando assistirmos ao longa, que é uma produção da AppleTV+. Pode ser o caso também de a atriz vir sendo empurrada como protagonista por outro drama, ‘The Outrun’.

Conclave

Nada de Novo no Front’ foi uma das sensações do Oscar 2023. Agora, o diretor alemão Edward Berger promete repetir a dose com um filme igualmente polêmico e badalado. ‘Conclave’ fala sobre a eleição do novo Papa, e os bastidores desta “campanha” após o antigo Papa morrer de forma misteriosa. Nos corredores do Vaticano, um Cardeal irá descobrir segredos de uma conspiração que prometem sacudir os alicerces da Igreja Católica. O filme vem sendo bastante mencionado para indicação na categoria principal e muitos acreditam que o protagonista Ralph Fiennes finalmente poderá levar seu tão esperado Oscar como melhor ator. Stanley Tucci e John Lithgow também são destaques como coadjuvantes.

Duna – Parte 2

Esse ano não tivemos uma dobradinha tão fenomenal quanto ‘Oppenheimer’ e ‘Barbie’, mas o que mais se aproxima disso é ‘Duna – Parte 2’. É claro que o fenômeno do ano foi ‘Deadpool e Wolverine’, mas o longa não tem cara de Oscar e dificilmente receberá indicações nas principais categorias – por mais que os produtores o estejam empurrando para isso. ‘Duna – Parte 2’ tem muito mais cara disso, e ajuda bastante o fato de o primeiro filme ter recebido 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme do ano, e ter saído vitorioso de seis. O segundo ‘Duna’ tem tudo para seguir o mesmo caminho.

O Brutalista

Antes mesmo de ser lançado em circuito, ‘O Brutalista’ já estava gerando polêmico. Isso porque o diretor Brady Corbet (‘Vox Lux’) ao ser perguntado sobre a duração extremamente longa do filme (3h 35min), respondeu que é uma bobeira a discussão sobre o tamanho de um filme em 2024. Na verdade, grande parte do público evita filmes muito longos. Sabendo disso, Corbet inclusive colocou um intervalo em seu filme, como se fazia antigamente. Seja como for, ‘O Brutalista’ vem acumulando ótimas críticas desde sua estreia no Festival de Veneza deste ano e desponta como um dos fortes candidatos a indicações no Oscar – que ainda incluem o protagonista Adrien Brody. O filme conta sobre imigrantes europeus fugindo da guerra em 1947, terminam testemunhando o nascimento da América moderna.

O Quarto ao Lado

Grandes mestres são sempre levados em consideração. E ‘O Quarto ao Lado’ surge como um marco na carreira do espanhol vencedor do Oscar Pedro Almodóvar. Isso porque o filme é o primeiro longa falado em inglês da carreira do cineasta, algo que o diretor evitou por mais de quatro décadas. Com um elenco de peso, de nomes como Julianne Moore, Tilda Swinton e John Turturo, ‘O Quarto ao Lado’ vem gerando falatório de indicações a melhor filme, diretor e para os três atores principais. A história conta sobre duas melhores amigas de juventude, afastadas durante a vida adulta, voltando a se reencontrar em nova fase da vida.

Gladiador 2

Apesar de aparecer em muitas listas de previsões do Oscar 2025, a verdade é que tudo dependerá do resultado de ‘Gladiador II’, um dos poucos filmes badalados desta segunda metade de 2024 que não foi exibido em nenhum festival de cinema pelo mundo até o momento. Ou seja, ninguém viu o longa ainda, e ninguém pode atestar sua qualidade. Por comparação, ‘Coringa 2’ também vinha sendo mencionado em muitos círculos como possível candidato a indicações – porque o original recebeu um monte delas, incluindo melhor filme e venceu melhor ator no Oscar. Mas bastou uma olhada no resultado, que dificilmente alguém ainda acredita na chance de Oscar para o filme. É preciso levar em conta também que os últimos filmes de Ridley Scott prometeram e morreram na praia, vide ‘Napoleão’, ‘Casa Gucci’ e ‘O Último Duelo’. Seja como for, ‘Gladiador II’ segue cotado. Esperemos.

Um Completo Desconhecido

Biografias musicais costumam ser um grande sucesso, e se feitas da forma certa, conquistam também o apreço da Academia. A prova disso é que só nos últimos cinco anos tivemos os exemplos de ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘Elvis’ indicados na categoria principal de melhor filme no Oscar. Esse ano uma tem tudo para figurar lado a lado a elas. ‘Um Completo Desconhecido’ é a biografia do lendário Bob Dylan, interpretado pelo menino de ouro de Hollywood, Timothée Chalamet, indicado ao Oscar por ‘Me Chame pelo seu Nome’. O filme também não foi exibido em lugar nenhum, então vai depender muito da aceitação da crítica e público, quando estrear em dezembro. Mas a aposta do estúdio é grande, falatório sobre indicações já dominam os principais veículos do meio. Ajuda o fato de na direção e roteiro termos James Mangold, que tem no currículo ‘Johnny e June’ (2005), biografia do cantor Johnny Cash, que fez sucesso no Oscar.

Piano de Família

O sangue da família Washington tem poder! Que Denzel Washington é um dos atores mais consagrados de todos os tempos, todos nós sabemos. O astro é dono de duas estatuetas (melhor ator e ator coadjuvante) e outras sete indicações como intérprete e uma como produtor. Ou seja, prestígio não falta. Nos últimos anos, Denzel tem trabalhado em levar as obras do dramaturgo August Wilson dos teatros para as telonas. Foi assim com ‘Um Limite entre Nós’ (que o indicou como ator e produtor / melhor filme) e ‘A Voz Suprema do Blues’ – indicado a cinco Oscar e vencedor de dois. Além de menções a uma possível indicação como ator coadjuvante em ‘Gladiador II’, Denzel também produz ‘Piano de Família’, filme que a Netflix lança no fim de novembro e já participou de alguns festivais gerando comentários de Oscar. Na trama, um piano está no centro de uma família negra durante gerações. John David Washington, filho de Denzel, é quem estrela. Seu outro filho, Malcolm Washington estreia na direção no comando do longa, e sua filha Katia Washington é a produtora ao lado do pai.

T.J. Miller afirma que adoraria RETORNAR em ‘Deadpool 4’

Em entrevista ao The Bonfire, T.J. Miller (‘Ameaça Profunda’) revelou que aceitaria retornar para o universo de ‘Deadpool‘, caso o pedido fosse feito pelo astro Ryan Reynolds.

O ator, que interpretou o Weasel nos dois primeiros filmes da franquia, ficou de fora de ‘Deadpool & Wolverine‘.

“Nós conversamos há algum tempo. Se ele me pedisse para retornar… Acho que ele tem sido um bom amigo atualmente e sinto que seria realmente incrível [retornar para a franquia ‘Deadpool’].”

Vale lembrar que o ator enfrentou múltiplas acusações de agressão sexual e chegou a ser preso por fazer uma ameaça falsa sobre uma bomba.

Sucesso nos cinemas, ‘Deadpool & Wolverine‘ já arrecadou mais de US$ 1.33 bilhão nas bilheterias mundiais – o que representa a segunda maior bilheteria do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B).

Ryan Reynolds embolsou nada menos que US$ 30 milhões. Já Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.