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‘Cobra Kai’: 3ª parte da ÚLTIMA temporada ganha data de estreia na Netflix

Derivada de ‘Karate Kid‘, a série ‘Cobra Kai está prestes a chegar ao fim na 6ª temporada, que foi dividida em três partes ao longo de 15 episódios.

A parte 2 da última temporada estreou hoje (15), e a última parte já tem data para estrear.

De acordo com o Discussing Film, a Parte Final estreia na Netflix em 13 de fevereiro de 2025.

Em entrevista ao portal, os criadores Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg comentaram sobre o sentimento de despedida da amada atração.

“A parte mais divertida de montar a temporada final, é cumprir a promessa de tudo o que estabelecemos desde as primeiras cinco temporadas e finalizar tudo de maneira satisfatória e inesperada”, disse Heald.

“Ao contrário de todas as outras temporadas, não estamos construindo um monte de histórias que permanecerão em fluxo e sem solução. Agora, estamos nos despedindo enquanto chegamos ao momento de angústia da temporada, onde queremos aumentar a tensão. Há muito disso ao longo da 6ª temporada, obviamente, porque está dividido em três partes.”

Ele continuou, dizendo que os episódios finais vão fechar as lacunas que ficaram em aberto.

“Uma das coisas mais divertidas foi pensar no final do jogo que tínhamos em mente desde o início. Para os personagens que tínhamos no episódio 1, e depois ter adquirido todos esses outros personagens que amamos e que tornaram-se tão importantes para este universo ao longo do caminho. Nos certificamos de que todos os seus desfechos fizessem sentido com o que ficou em aberto, todos se encaixando e coexistindo de maneiras diferentes e explosivas.”

Hurwitz acrescentou o seguinte:

“Antes mesmo de termos uma sala de roteiristas na 1ª temporada, já sabíamos o que fazer com nossos principais personagens, você conhece o Johnny e o Daniel apresentados desde 1984, e seus destinos foram os tipos de coisas sobre as quais conversamos durante um longo tempo. Estamos muito gratos por termos tido a oportunidade de fazer isso da maneira que imaginamos.” 

24 anos de ‘Gladiador’, a obra-prima de Ridley Scott que ganhou SEQUÊNCIA

Um pouco mais de duas décadas atrás chegava aos cinemas pelas mãos do sempre competente Ridley Scott um filme que marcaria gerações de amantes da sétima arte nos trazendo o contexto de sangue e dor de um general romano que traça uma jornada cheia de obstáculos motivado por um espírito de vingança em meio ao caos da ambição na figura de um rei assassino e não declarado. Com uma visão bastante próxima de uma Roma Antiga, todo o circo do entretenimento da época associada à uma luta de vida e morte numa enorme arena, as intrigas políticas, alguns personagens que realmente existiram mas com novas interpretações, Gladiador venceu cinco Oscars e até hoje é lembrado como um dos mais grandiosos e elogiados blockbusters.

Na trama, ambientada em 180 D.C, conhecemos o respeitado general Maximus Decimus Meridius (Russell Crowe) um homem que lidera milhares de soldados em linhas de frente de batalhas e só possui um objetivo: voltar para casa e reencontrar a família. Só que após vencer uma importante batalha, já no final de uma grande guerra, o imperador Marco Aurélio (Richard Harris) lhe motiva a ser um dos próximos líderes romanos, fato que deixa o filho do imperador, Cômodo (Joaquin Phoenix), com enorme ciúmes. Num ato premeditado e cruel, Cômodo mata seu pai assumindo assim o poder máximo desse grande império. Em um de seus primeiros atos como grande chefão romano é ordenar a morte de Maximus e toda sua família. Só que o herói dessa história consegue fugir e começa aos poucos a planejar uma enorme vingança tendo pelo caminho que se tornar um gladiador.

Rodado todo em ordem cronológica aos acontecimentos que assistimos, a mega produção coloca sua construção narrativa nos passos de um protagonista que se desconstrói em relação a tudo que acredita sobre lealdade atingindo um caminho sem volta para uma vingança épica. As subtramas nos mostram o caos político e a luta pelo poder em uma Roma enfraquecida com a perda de seu respeitado imperador Marco Aurélio. O olhar para o antagonista se resume as práticas cruéis de um recém imperador mimado, que sonha em alcançar o respeito de seu povo mas que nunca o terá.

Traições, amores proibidos, e um grande senso de justiça são elementos que contornam o vai e vém dos personagens. Mas há um elemento que se torna importante, um espaço criado para uma série de épicas lutas. Todo o circo caótico e desumano do mais famoso entretenimento desse recorte temporal romano, criado através de sangue e luta pela própria vida de pessoas intituladas gladiadores, ganham destaque e acabam nos guiando para todo o epicentro da trama.

Vencedor de cinco Oscars (incluindo Melhor Filme) esse inesquecível longa-metragem de mais de duas horas de projeção, com cenas grandiosas de batalhas, algumas que demoraram dezenas dias para serem filmadas, e uma trilha sonora assinada pelo craque Hans Zimmer, está disponível na Prime Video e Globoplay.

Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção, já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | Mesmo não chegando aos pés do original, ‘GLADIADOR 2’ é um espetáculo artístico de ponta

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Além de Paul Mescal, o épico histórico conta com Denzel Washington (O Protetor) Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things’) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua’)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Relembre o trailer:

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‘Skeleton Crew’: Jude Law fala sobre haters e cita NERVOSISMO com estreia em ‘Star Wars’

Jude Law está pronto para se juntar ao universo deStar Wars com o lançamento da série ‘Skeleton Crew’. O ator, apesar de muito experiente, revelou que está nervoso com sua estreia na franquia espacial.

Conversando com a GQ Magazine, Law falou sobre a responsabilidade de entrar na saga criada por George Lucas, comparando a experiência com a de assumir o papel de Dumbledore em ‘Animais Fantásticos’.

O ator também refletiu sobre o carinho que os fãs têm pela obra e citou os haters, afirmando que está ciente de que não será capaz de agradar a todas as pessoas com a série.

“Isso me deixa um pouco nervoso, sendo honesto, da mesma forma que senti a responsabilidade de garantir que Dumbledore tivesse um coração e uma alma considerados e verdadeiros. Quero dizer, há haters por toda parte, parece, hoje em dia, infelizmente. As pessoas têm opiniões muito fortes sobre esta galáxia e como ela deve ser tratada. Obviamente, você espera conquistar a maioria delas, mas sabe que pode não agradar a todas”, disse Jude Law.

Vale lembrar que recentemente o Disney+ Brasil divulgou o trailer oficial e dublado de ‘Star Wars: Skeleton Crew‘.

A produção estreará oficialmente no dia 3 de dezembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.

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‘A Era do Gelo 6’ ganha data de estreia

A Era do Gelo 6‘ ganhou data de estreia nos cinemas: 18 de dezembro de 2026.

O filme ocupou a data de estreia de um projeto ‘Star Wars‘ que seria focado na Rey Skywalker, vivida por Daisy Ridley.

Criador do esquilo Scrat, produtor e diretor de alguns filmes da franquia A Era do Gelo, o brasileiro Carlos Saldanha não retornará para o novo capítulo da saga.

A informação foi apurada pela reportagem, que confirmou a opção por outro nome para dar prosseguimento à saga dos animais pré-históricos. Vale ressaltar que a compra do 20th Century Studios pela Disney não trouxe obrigações contratuais especificamente para essa saga. Eles adquiriram os direitos totais e agora podem fazer o que quiserem com a franquia.

Carlos Saldanha foi um dos grandes convidados da Rio2C 2024. Foto: Pedro Sobreiro.

Anunciado oficialmente na última sexta-feira (8), A Era do Gelo 6 é uma das apostas da Disney para 2026.

A confirmação do novo filme da saga se deu no painel de animações da D23, que aconteceu em São Paulo no último fim de semana.

O grande destaque do anúncio foi o Bebê Scrat. Além do elenco original dos longas anteriores, Denis Leary e Simon Pegg estarão no filme.

 

Saiba QUANDO ‘Shrek 5’ estreia nos cinemas!

Depois de anos de rumores, o quinto capítulo da adorada saga de animação Shrek ganhou data de estreia nos cinemas.

A DreamWorks revelou que a próxima iteração da franquia será lançada oficialmente no dia 1º de julho de 2026.

Mike Myers (Shrek), Eddie Murphy (Burro Falante) e Cameron Diaz (Fiona) irão retornar no elenco de dublagem.

Vale lembrar que, em uma recente entrevista ao Collider, Murphy revelou que já começou a gravar suas falas para o próximo capítulo – e também confirmou que a DreamWorks está trabalhando também em um spin-off focado em seu personagem, o Burro..

“Comecei a gravar [para] Shrek 5’ […]. E estamos fazendo um [filme] focado no Burro também”, ele disse.

Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.

Shrek tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.

‘Possessão’: Remake do diretor de ‘Sorria’ estrelado por Robert Pattinson ganha distribuidora

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Paramount Pictures adquiriu os direitos do remake de ‘Possessão‘ (Possession, 1981), que será estrelado e produzido pelo Robert Pattinson (‘Batman’).

O site afirma que o cobiçado projeto despertou o interesse dos grandes estúdios, e chegou a ser disputado pela A24, Netflix, Sony Pictures e Warner Bros.

Parker Finn, diretor de ‘Sorria‘, comandará a nova versão – retomando sua parceria com o estúdio.

Ele também ficará responsável pelo roteiro, além de servir como produtor ao lado de Pattinson.

Na trama, após retornar de uma longa viagem, tudo que Marc quer é encontrar sua esposa Anna e seu filho novamente. No entanto, assim que chega a Berlim, Marc percebe que Anna mudou radicalmente de comportamento e, assim que pode, ela pede o divórcio.

O homem inicialmente suspeita que ela foi infiel, contudo os eventos dão uma guinada sinistra e ele percebe que está em uma situação macabra.

O novo filme está sendo descrito como uma versão “mais expansiva e elevada, mas ainda íntima” do longa original.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

SÉRIE live-action de ‘Scooby-Doo’ da produtora de ‘Garotos Detetives Mortos’ ganha novidades

Foi confirmado há alguns meses que o desenho ‘Scooby-Doo‘ vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, com episódios de uma hora, roteirizados por Josh Appelbaum e Scott Rosenberg.

A Television produzirá, tendo o estúdio lançado recentemente a série cancelada ‘Garotos Detetives Mortos‘.

Por enquanto, os detalhes exatos do enredo estão sendo mantidos em sigilo, exceto pelo fato de que será baseado no desenho animado de Hanna-Barbera.

No entanto, novidades podem chegar em breve, pois o produtor Greg Berlanti já está analisando o enredo dos episódios.

Em entrevista para o Deadline, o cineasta disse que o roteiro do primeiro episódio já está praticamente pronto.

“Quando nos perguntam sobre [a série live-action] ‘Scooby-Doo’, eu digo que estudamos possíveis enredos por um ano e meio e finalmente encontramos um que realmente sentimos que captura a essência do material original. Eu estava trabalhando no enredo da série esta manhã, para o primeiro episódio. Então, estamos realmente animados para começar a gravar.”

Apesar de Berlanti não ter revelado nada da trama, é possível que os detalhes sejam divulgados em breve.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e Leigh London Redman serão os produtores executivos da Berlanti Productions (a empresa está atualmente sob um acordo geral com a WBTV). Jonathan Gabay da Berlanti Productions e Adrienne Erickson serão os co-produtores executivos.

Em live-action, a franquia ganhou dois filmes lançados em 2002 e 2004, que trouxeram Freddie Prince Jr. (Fred) Sarah Michelle Gellar (Daphne), Matthew Lillard (Salsicha) e Linda Cardellini (Velma) como a turma da Mistério S/A.

Juntos, os títulos renderam US$ 456.9 milhões aos cofres da Warner Bros.

‘Garota Infernal’, ‘A Órfã’, ‘Premonição 4’ | 16 Filmes de Terror Famosos que Completam 15 ANOS em 2024

Filmes de terror nunca saem de moda. Além dos clássicos que amamos, todo ano somos brindados com novidades fresquinhas que chegam para arrepiar todos os nossos fios de cabelo. Mas o que acontece quando as novidades se tornam clássicos? Bem, isso é sinal de quem estamos ficando velhos. O tempo passa para todos, para mim, para você e até mesmo para os filmes de terror. Parece que foi ontem, mas algumas obras muito famosas do horror já estão completando quinze anos de seu lançamento.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu em sua nova lista, relembrar com vocês esses filmes que completam 15 anos em 2024. Não esqueça de comentar abaixo quais são os seus preferidos e quais cometeu a heresia de ainda não ter assistido. Vem lembrar.

Zumbilândia

Aqui, temos um exemplar do “terrir” – que está em vias de lançar sua tão planejada continuação (que passou por uma verdadeira epopeia, entre projetos para o cinema e TV cancelados). Quando foi lançado em 2009, os filmes de zumbis não eram novidade e estavam começando a crescer em seu status (a série Walking Dead, por exemplo, seria lançada no ano seguinte). Nem mesmo os filmes de terror cômico sobre zumbis eram mais novidade, com exemplares como Todo Mundo Quase Morto (2004) e os fracassos Fido (2006) e As Strippers Zumbi (2008). Mas Zumbilândia elevou o jogo e mostrou como fazer, se tornando um cult imediato. Fora isso, Jesse Eisenberg e Emma Stone se tornaram astros depois do filme. E a participação de Bill Murray é simplesmente hilária.

 

Garota Infernal

Novamente utilizando o título referente ao inferno – ao menos no Brasil -, este longa aproveitava o auge de popularidade da musa Megan Fox e explorava sua sexualidade latente e inerente. Em Jennifer´s Body (ou o Corpo de Jennifer), Fox viveu a menina mais popular da escola, melhor amiga da nerd vivida por Amanda Seyfried – igualmente em ascensão na carreira, tendo saído do sucesso de Mamma Mia no ano anterior. Uma banda de rock em busca de fama e sucesso – da qual a dupla de amigas é fã -, resolve usar Jennifer como sacrifício para uma oferenda ao demônio. Assim, o grupo consegue o que deseja, e a protagonista se torna uma criatura maligna devoradora de homens – literalmente. Este é outro exemplar do terrir – filmes de terror com muito humor implícito, diálogos sarcásticos e sacadas espertas.

Arraste-me para o Inferno

Outro item que mostrou que os gêneros terror e comédia podem funcionar muito bem quando trabalhados da maneira certa, esta produção é dirigida por ninguém menos do que Sam Raimi. Também pudera, por trás temos um verdadeiro mestre do estilão – vide a franquia Evil Dead – A Morte do Demônio/Uma Noite Alucinante. E Arraste-me para o Inferno é o mais legítimo herdeiro no cinema de sua famosa franquia citada, mesmo sem pertencer ao mesmo universo. E pensar que Ellen Page deixou passar a chance de ser divertir horrores como a protagonista. Na trama, uma funcionária de banco (a sumida Alison Lohman) nega um empréstimo a uma velha cigana, que termina ficando sem casa. A idosa então joga uma maldição na jovem – que agora tem os dias contados para reverter a situação ou ir direto para o inferno.

A Órfã

Adaptado de uma história real, e dirigido por Jaume Collet-Serra (Águas Rasas), o filme conta sobre Esther (a ótima Isabelle Fuhrman), uma menininha de 9 anos, saída do orfanato direto para a casa dos Coleman (papel de Vera Farmiga e Peter Sarsgaard). A história poderia ser perfeita e repleta de amor, mas este é um thriller, então a coisa não acaba bem. Esther não é tão inocente quando diz e guarda um terrível segredo. A Órfã poderia ser um filme de terror qualquer, mas dois motivos o fazem um dos maiores acertos da Warner no gênero nos últimos tempos: a atuação da pequena atriz principal e a reviravolta gélida da trama – da qual ninguém esquece jamais.

A Trilha

Este é um filme mais nos moldes do whodunit – subgênero do suspense ou terror no qual o espectador precisa adivinhar quem cometeu o crime. Aqui, um grupo de três casais viaja junto por locais paradisíacos no Havaí. Maravilhoso, certo? O único problema é que o sexteto recebe a informação de que um casal de serial killers está passando pelo local e acaba de matar mais algumas pessoas. E agora? Quem são os assassinos? Os hippies vividos por Chris Hemsworth (numa era pré-Thor) e Marley Shelton?  Os certinhos Milla Jovovich e Steve Zahn? Ou os aventureiros Timothy Olyphant e Kiele Sanchez (saída do sucesso de Lost)? No mesmo ano, Jovovich lançava o terror extraterrestre Contatos de 4º Grau – todo gravado no estilo found footage.

Remakes

O ano de 2009 lançou uma verdadeira enxurrada de refilmagens de produções do gênero. Isso demonstra que nesta época elas estavam mais populares do que nunca. Veja abaixo as mais famosas:

Dia dos Namorados Macabro

Esta refilmagem ainda pegou carona em outra tendência crescente há quinze anos, os filmes em 3D. O longa foi fortemente vendido com tal mote – no mesmo ano em que Avatar revolucionava o seguimento. Tanto que seu título original é My Bloody Valentine 3D. O remake é bem fiel ao original, contando a história de um assassino mascarado, usando o uniforme dos operários de uma mina, que ataca suas vítimas no dia dos namorados. Por trás do assassino existe uma lenda, já que ataca em épocas diferentes, e o novo filme brinca bem com isso. O filme original era uma produção canadense de 1981. Protagonizando o remake, outro veterano da série Sobrenatural, Jensen Ackles, o Dean.

 

Sexta-Feira 13

Não poderíamos começar por outra que não fosse a icônica releitura de uma das três franquias slasher mais amadas do cinema (as outras duas sendo Halloween e A Hora do Pesadelo). Aqui, no entanto, os criadores misturam pelo menos os três primeiros filmes da década de 1980 em sua trama. Apesar do sucesso moderado e dos planos, uma continuação ainda não conseguiu sair do papel. O remake traz Jared Padalecki, o Sam da série “eterna” Sobrenatural, como o protagonista.

 

O Padrasto

Aqui o remake é de um longa de 1987, protagonizado por Terry O´Quinn, o Locke da série Lost – que rendeu uma continuação em 1989. O protagonista é um psicopata completo, que romanceia e se casa com mulheres divorciadas ou viúvas, somente para se infiltrar em sua família, ganhar sua confiança e depois matar todos. O remake traz Dylan Walsh no papel do vilão, que contrasta bem com sua aparência de bom moço. Uma curiosidade é que no papel do filho mais velho da próxima família na lista do louco, está Penn Badgley, que recentemente fez muito sucesso vivendo justamente um psicopata, na série da Netflix, YOU (Você). O elenco conta ainda com a polêmica Amber Heard.

A Última Casa

Refilmagem de uma obra barra-pesada de 1972, dirigida por Wes Craven, intitulada Aniversário Macabro no Brasil. A nova versão conta com a ótima Sara Paxton no papel de uma jovem atacada e abusada por criminosos, que tentam matá-la, mas ela sobrevive. Ela é encontrada por seus zelosos pais. Um tempo depois e esta “quadrilha de sádicos” pede abrigo, justamente na casa da vítima. O que significa que é hora da vingança. No elenco, Aaron Paul, o Jesse de Breaking Bad, vive um dos criminosos.

 

O Mistério das Duas Irmãs

Um dos longas mais subestimados da lista, trata-se da refilmagem do asiático Medo (A Tale of Two Sisters, 2003).  Na refilmagem temos a talentosa Emily Browning no papel da protagonista, uma jovem que precisou de tratamento numa clínica após a morte suspeita de sua mãe. Ao voltar para a casa de sua família, se junta à sua irmã mais velha (papel da gracinha Arielle Kebbel) e começam a investigar a nova esposa de seu pai (papel de Elizabeth Banks), a antiga enfermeira de sua mãe. Ao mesmo tempo, as duas começam a ser assombradas por estranhos acontecimentos no local.

Pacto Secreto

Quem disse que terror é um gênero exclusivamente masculino? Clamando seu lugar entre os slashers, este terror “feminista” traz um grupo de estudantes de uma casa de sororidade, passando o pão que o diabo amassou após um trote sair do controle causando a morte de uma das alunas. A versão original, intitulada Assassinatos na Fraternidade Secreta, foi lançada em 1983. No elenco do remake, Jamie Chung, a Blink da série The Gifted, Rumer Willis (filha de Bruce Willis e Demi Moore) e a saudosa Carrie Fisher no papel da administradora do local.

Sequências

Premonição 4

Tudo que faz sucesso, precisa ser continuado. E quando falamos em terror, isso se torna uma certeza absoluta. O difícil é depois saber a hora de parar. Assim, o sucesso surpresa Premonição (Final Destination, 2000) se tornou uma das franquias mais rentáveis do gênero na década passada. A premissa é simples, mas eficiente – o problema é que as sequências a repetiram à exaustão, uma ou outra adicionando algum elemento novo e criativo. Na trama, um grupo de jovens “dribla” a morte em algum evento trágico – sempre com a ajuda de um integrante que possui “o dom da premonição” e antevê o acidente. A graça deste quarto exemplar é dar uma de “Sexta-Feira 13” e brincar com o público prometendo ser o capítulo final, assim como no quarto episódio dos filmes do Jason. Em ambos os casos a série continuou.

 

H2: Halloween 2

Este é um caso curioso na lista, pois se trata da continuação de uma refilmagem, mas não exatamente a refilmagem da continuação. Deu para entender? O primeiro filme dirigido por Rob Zombie era declaradamente um remake do clássico de 1978, imortalizado por John Carpenter. É difícil ocupar a sombra da obra, mas a refilmagem tem seus admiradores. No entanto, Zombie pôde seguir seu próprio caminho quando chegou a hora de comandar a continuação dois anos depois. E o diretor até brinca com referências a Halloween II (1981), que se passa todo em um hospital (ou ao menos 90%). Aqui, esta sequência também dá a entender que teremos uma trama no hospital, mas logo depois o filme caminha com as próprias pernas, desbravando uma estrada completamente nova – seja para o bem ou para o mal.

[REC]² – Possuídos

Continuação do bem sucedido terror espanhol, que se transformou em filme cult, e contava a história de uma repórter no plantão da madrugada, seguindo um grupo de bombeiros por suas emergências noturnas. A mais nova é um chamado de um prédio, no qual estranhos acontecimentos estão ocorrendo. Logo, a repórter, os bombeiros e os moradores se veem presos no prédio lutando por sobrevivência. Este é um criativo terror, todo produzido no estilo found footage, no qual a câmera da reportagem serve como nossos olhos para as ocorrências no filme. A parte 2, lançada dois anos depois, consegue ir ainda mais além, elevando todos os elementos, inclusive o terror, e adicionando na mistura novos itens, como adrenalina (o ritmo é mais frenético) e mais sobre a mitologia do tema principal – que não vale a pena ser revelado. Uma pena que depois disso, a série tenha apenas decaído com seus últimos dois exemplares. Fora isso, o longa foi refilmado nos EUA logo no ano seguinte, com o título Quarentena (2008).

Abismo do Medo – Parte 2

Ao contrário do item acima, esta continuação vai pelo caminho oposto e joga na lama o nome da obra-prima de 2005, dirigida e criada pelo britânico Neil Marshall (que está no comando do novo Hellboy). O filme original era claustrofóbico, intimista e inesperado – esta talvez seja a sua melhor característica. Um grupo formado só por mulheres, se reúne numa cabana para passar o fim de semana, conversar, beber e relaxar. Muito necessário, já que a protagonista Sarah (Shauna Macdonald) perdeu seu marido e filha num terrível acidente de carro. Além do tempo, as amigas decidem se exercitar, explorando uma caverna inóspita através do rapel. No local, precisam combater seus demônios internos e externos. Pois algo as espreita nas sombras. A sacada genial é a mescla de gêneros e o desfecho. E isso é exatamente o que a continuação trata de apagar. Ou seja, a parte 2 não é somente ruim por ser um caça-níquel desavergonhado que não acrescenta nada de novo e apenas suga, como também tenta manchar o original desfazendo o que havia sido estabelecido.

O Grito 3

Aposto que muitos de vocês sequer sabiam da existência desta continuação. Pois bem, aqui temos um caso parecido ao do item acima. O primeiro O Grito (The Grudge, 2004) era a refilmagem americana de uma obra japonesa de 2002 – Ju-on, no original. O longa trazia Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy, como protagonista, uma jovem morando no Japão e se deparando com uma forte presença maligna na casa na qual cuidava de uma idosa senhora. Dois anos depois e chegava a continuação, que também contava com uma participação de Gellar, mas apresentava um elenco de jovens talentos promissores, vide Amber Tamblyn, Arielle Kebbel, Sarah Roemer, Teresa Palmer e a veterana Jennifer Beals. A terceira parte foi lançada direto em vídeo, tanto no Brasil quanto nos EUA, e no elenco, o nome mais conhecido é o de Shawnee Smith, musa da década de 1980, de filmes como Curso de Verão (1987) e A Bolha Assassina (1988), e veterana da franquia Jogos Mortais – que lançava também há quinze anos o seu sexto exemplar, com a presença da atriz no papel da pupila Amanda.

‘Como Treinar o Seu Dragão’: Gerard Butler relembra os desafios durante as filmagens do live-action

A adaptação live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ já concluiu suas filmagens, e Gerard Butler, que reprisará seu papel como o imponente Stoick, compartilhou sua experiência durante as gravações na Irlanda do Norte.

Segundo o Collider, o ator revelou que teve dificuldades em lidar com o frio intenso do país.

“Estava muito frio e meio miserável, porque fomos filmar na pior época. Foi em dezembro, ou melhor, no começo de janeiro”, contou Butler.

As filmagens ocorreram entre janeiro e maio, o período mais gelado e úmido da região. Além disso, o ator decidiu iniciar sua rotina matinal com banhos de gelo às 5 da manhã.

“Eu tinha um quarto de hotel com a janela bem próxima à banheira, e, por algum motivo, resolvi tomar banhos de gelo todas as manhãs”, revelou.

“Então, às cinco da manhã, meu fisioterapeuta — porque eu não ia colocar gelo na banheira sozinho — vinha e enchia a banheira. Eu entrava no banho de gelo, mas lá fora estava escuro, com o vento soprando e tudo encharcado. Você pode imaginar o quão gelado estava. Pelo menos, se você estiver fazendo um banho de gelo em LA, tem um céu azul. Mas lá era: ‘Eu vou sair para aquilo?'”, brincou.

Durante as filmagens, o ator não teve dificuldades com as baixas temperaturas, graças ao traje que usava.

“Eu usava sete camadas, roupas grossas, uma barba espessa e uma pele de urso ou lobo por cima. Era pesadíssimo. Quando eu usava a espada, o escudo e o capacete — tudo muito pesado — e todas aquelas camadas com fivelas por todo lado, meu traje pesava uns 40 quilos. E no meio do dia mais gelado, eu estava encharcado de suor por dentro, porque era como uma fornalha lá dentro”, contou ele, rindo.

O ator também lembrou de uma situação curiosa durante as gravações.

“Eu acho que acabei tendo o benefício de não sentir tanto frio, enquanto todo mundo ao meu redor estava congelando”, Butler riu. “Minha barba estava caindo por causa do suor. Tive que colá-la de volta. Minhas sobrancelhas estavam caindo também. Tive que fixá-las de novo, porque eu estava suando demais”.

Lembrando que o elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O longa está programado para estrear no dia 13 de junho de 2025.

Zendaya fala sobre retorno em ‘Euphoria’: “Estou um pouco aterrorizada”

A estrela de cinema Zendaya recentemente falou sobre a terceira temporada de Euphoria, a aclamada série em que interpreta Rue Bennett.

Em uma entrevista à Vanity Fair, a atriz compartilhou alguns de seus sentimentos em relação ao retorno ao set da série, revelando seus receios após um tempo fora das filmagens.

“Eu diria que fiquei fora de cena por alguns anos, então o atraso não foi por minha causa… Eu estava disponível, só esperando. [Risos.] Eu estive esperando. Na verdade, vou começar a filmar um projeto antes de Euphoria, e estou tipo: ‘Cara, estou enferrujada.’ Não apareço em um set há quase dois anos. Estou um pouco aterrorizada. Será que ainda consigo fazer isso? Não sei”, afirmou.

Zendaya também comentou sobre a ansiedade que sente ao iniciar novos projetos, algo que acontece sempre que entra em cena para uma nova produção.

“Para ser sincera, sempre sinto isso toda vez que começo um novo projeto. Você sempre fica se perguntando: ‘O que estou fazendo aqui?’ No primeiro dia de gravação, você pensa: ‘Fui péssima. Eu fui horrível. Todo mundo me odeia. Vou ser demitida amanhã.’ E quando o diretor diz: ‘Você fez um ótimo trabalho’, você pensa: ‘Você está mentindo. Está mentindo para mim.’ Mas isso é só parte da autocrítica, de novo, do meu lado virginiano”, ressaltou.

Embora não tenha dado detalhes sobre a trama da nova temporada, Zendaya enfatizou seu compromisso em fazer justiça à sua personagem.

“Eu acredito que Euphoria está programado para janeiro. Ainda não li nada sobre o roteiro, mas estou muito empolgada para ver o que todos têm trabalhado e como será o futuro da série. Não tenho muito a dizer, além do fato de que as filmagens devem começar em janeiro. Minha maior prioridade é fazer justiça às pessoas que amam e se importam com a Rue, e garantir que ela seja tratada da melhor forma possível como personagem. Acho que essa é minha principal responsabilidade”, concluiu.

Personagens da série de televisão juntos em montagem colorida.

Vale ressaltar que segundo a HBO, o novo ciclo da série vencedora do Emmy começará a ser rodado em janeiro de 2025, com todos os membros do elenco principal retornando (via Variety).

“Estou emocionado por estarmos prontos para começar a produção de Euphoria em janeiro. Não poderíamos estar mais felizes com a nossa parceria criativa com [o criador Sam Levinson] e este elenco incrível. Estamos ansiosos para dar vida a esta nova temporada de Euphoria para os fãs”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO e chefe de séries dramáticas e filmes da HBO.

Isso significa que a produção dos novos capítulos começarão quase três anos depois da estreia da segunda iteração.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

Os 10 Melhores Filmes Musicais de Todos os Tempos

Os filmes musicais costumam ter um espaço especial no coração dos cinéfilos – principalmente por aqueles que são apaixonados por teatro musical. Afinal, ambos estão conectados por características bastante similares, visto que as produções cinematográficas do gênero também são acompanhadas de canções intrinsecamente conectadas com a narrativa e com o arco de cada um dos personagens, além de dança e de um ensemble que serve de apoio a determinado protagonista ou coadjuvante.

Desde o início da sétima arte, produções variadas conquistaram o público e a crítica, incluindo O Mágico de Oz‘A Noviça Rebelde’Mary PoppinsCantando na Chuva – e cuja popularização acompanhou o advento e o desenvolvimento do cinema falado e das conquistas sonoras para as telonas. E é notável como o legado de tais produções permanece vivo, ainda mais em pleno século XXI.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes musicais de todos os tempos para dar início a um novo especial. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. HEDWIG: ROCK, AMOR & TRAIÇÃO (2001)

hedwig

Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto. A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

9. THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW (1975)

The Rocky Horror Picture Show’ fala sobre a liberdade sexual, os prazeres, a libido, um contrafluxo contra a maior parte de uma sociedade que obediente por si só gerou engessamentos do pensar, do agir, deixando a felicidade e o prazer sempre em segundo plano. É uma engenharia de loucura, pulsante, dançante, orquestrada por O’Brien e Cia que se aprofunda em entrelinhas para gerar seus pontos reflexivos” – Raphael Camacho

8. CABARET (1972)

Ambientada na Alemanha nazista, Cabaret trouxe Liza Minelli no papel da dançarina e cantora Sally Bowles, que trabalha num cabaré chamado Kit Kat Club e acaba se envolvendo ao mesmo tempo com um professor inglês e um nobre alemão. Mais uma vez, Bob Fosse mostrou seu amor por musicais e transformou uma simples narrativa em um clássico longa-metragem que levou para casa diversos prêmios. Além da indicação para Melhor Filme, Minelli levou para casa a estatueta de Melhor Atriz no Oscar do ano seguinte, enquanto Fosse faturou o prêmio de Melhor Diretor e Joel Grey, que criou uma mágica performance ao lado da atriz, recebeu o de Melhor Ator Coadjuvante

7. MINHA BELA DAMA (1964)

“A história de Eliza Doolittle chegou aos palcos da Broadway em 1956 com My Fair Lady, em uma montagem até hoje exaltada pelos fanáticos por teatro e musical. Não por acaso, afinal a peça trazia ninguém menos que Julie Andrews no papel de protagonista. Ela contracenava ao lado de Rex Harrison. Curiosamente, quando chegou a hora de adaptar a peça para a tela grande, os produtores mantiveram Harrison no projeto, mas acharam que Andrews era inexperiente demais – sem outros trabalhos no cinema – e preferiam fazer a aposta menos arriscada em Audrey Hepburn. O resultado já conhecemos: Minha Bela Damasagrou-se um belo filme e viveu para conquistar oito estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor” – Lucas Salgado

6. AGORA SEREMOS FELIZES (1944)

Agora Seremos Felizes talvez seja um dos títulos menos conhecidos, ao menos atualmente, do ícone do cinema Judy Garland – apesar de ter feito um sucesso gigantesco à época de seu lançamento, em 1944. Dividindo os holofotes com nomes como Margaret O’BrienMary Astor e Lucille Bremer, a história acompanha a história da família Smith em uma série de vinhetas sazonais que começam em 1903 e terminam em 1904.

5. MARY POPPINS (1964)

“Em cada beco, em cada rua geometricamente construída, temos a presença de famílias que dialogam com os valores tradicionalistas defendidos por uma monarquia secular – e essa ideologia é encarnada, em uma investida paradoxal e quase bizarra, por uma personagem adorável e que empresta seu nome ao título do longa. Poppins nos é apresentada logo no prólogo, em um instigante plano-sequência aéreo que nos leva a conhecer Londres e logo depois repousa em uma novem (sim, isso mesmo) e nos mostra às sorridentes feições de Julie Andrews. Andrews e Poppins parecem ser a mesma pessoa – e quem já leu os livros sabe muito bem do que estou falando. Não é à toa que tal semelhança seja até mesmo assustadora: bochechas rosadas, uma polidez aguda e “praticamente perfeita de todo jeito” – Thiago Nolla

4. CHICAGO (2002)

Rob Marshall marca uma de suas primeiras parcerias ao lado do diretor de fotografia Dion Beebe, com o qual trabalharia em produções posteriores, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’. A colaboração entre os dois permite que o filme transforme-se em uma homenagem mimética e de grande respaldo estilístico para a peça original, tornando-se uma construção teatral que não segue os passos do teatro filmado, mas mesmo assim resgata inúmeros elementos que aproximam e distanciam propositalmente o público em um jogo dicotômico necessário para a compreensão da obra como um todo” – Thiago Nolla

3. A NOVIÇA REBELDE (1965)

Ao longo de usa carreira, Julie Andrews protagonizou inúmeras produções de aclame universal por parte da crítica e do público – sagrando-se uma das melhores atrizes de todos os tempos. Em 1965, Andrews encarnou a protagonista de ‘A Noviça Rebelde’, musical que revitalizou e reiterou a importância do gênero na sétima arte. A trama nos leva ao fim dos anos 1930, pouco antes da Segunda Guerra, e acompanha uma noviça que vive num convento, mas não consegue se adaptar às regras religiosas. Ela, então, vai trabalhar como governanta de um capitão viúvo com sete filhos e leva alegria de novo à casa.

2. CANTANDO NA CHUVA (1951)

Cantando na Chuva não é apenas uma irresistível comédia sobre alguns dos personagens mais icônicos já criados, mas também uma aula de História – afinal, todas as relações mais intimistas que se desenrolam e se completam durante o filme são respaldadas por um pano de fundo verídico e que causou muita discordância na época: a transição do Cinema mudo para o Cinema falado. Tal acontecimento deu-se em meados da década de 1920 e representou uma mudança brusca no cenário mercadológico do entretenimento. Como reafirmado por Simpson e Lockwood na introdução do segundo ato, ninguém botava fé que a sincronização de imagem e som vingaria – aliás, ninguém cria que realmente era possível aquilo” – Thiago Nolla

1. O MÁGICO DE OZ (1939)

“Encarar O Mágico de Oz como uma simples obra de ficção fantástica é cometer um erro imperdoável. Fleming não apenas imprime sua perspectiva acerca do romance de Baum, mas recupera também seus elementos críticos. Escrito em 1900, a ascensão de uma força poderosa e temida é reflexo dos governos imperialistas que impõe suas vontades às minorias – nesse caso, a relação abusiva entre a Bruxa e os munchkins.

A aparição de uma força etérea e ‘intangível’ insurge com Glinda (Billie Burke), a Bruxa Boa do Sul, e preconização uma iminente mudança nas configurações autoritárias de Oz. Afinal, pelo que podemos apreender, é Dorothy quem traz o necessário para destituir a Bruxa Má do Oeste e revelar as reais intenções do Mágico (Frank Morgan), um charlatão que assumiu tal papel para enganar e ganhar o respeito da população de Esmeralda. Trazer esses elementos para o final da década de 1930 também tem sua carga, visto que a época era propícia para o crescimento de movimentos extremistas, incluindo o nazi-fascismo, e para o início da II Guerra Mundial” – Thiago Nolla

MENÇÃO HONROSA: AMOR, SUBLIME AMOR (2021)

“O principal feito da obra é sua atemporalidade: Steven Spielberg em momento algum resvala no anacronismo – pelo contrário, se mostra ciente do que quer fazer e conduz cada enquadramento e sequência com naturalidade invejável, resplandecendo cores vivazes e uma fotografia requintada que nunca deseja ser mais do que consegue. Mas isso não é tudo, visto que a própria estética oferecida aos espectadores abraça a arte teatral e rompe as barreiras entre as telonas e os palcos, levando-nos a conhecer um pedacinho esquecido de uma antiga Broadway. No topo de tudo isso, coreografias cuidadosamente demarcadas e absorvidas por um corpo de baile on point que nunca decepciona – e um roteiro assinado pelo vencedor do Pulitzer Tony Kushner, que imprime sua identidade sem perder a bem-vinda reverência ao clássico” – Thiago Nolla

‘Um Amor Feito de Neve’: Romance natalino conquista 88% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O romance natalino Um Amor Feito de Neve (Hot Frosty) já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 88%, com base em 16 análises, e 66% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, destacaram que, apesar da premissa simples e boba, o longa é divertido e vale a pena ser assistido.

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“Aqui estão as duas possíveis reações do público: ‘Que idiota!’ e ‘Que idiota — não vejo a hora de assistir!'”, disse Amy Nicholson do New York Times.

“A narrativa traz alguns momentos refrescantes para o benefício do Universo Cinematográfico de Férias da Netflix, reconhecendo especificamente o desejo de seu público-alvo por uma pitada de desejo atrevido e desenfreado, ao lado de uma dramatização suave, mas genuína”, disse Courtney Howard da Variety.

“É barato, bobo e tem uma premissa risível que algumas pessoas vão confundir com algo terrível. Mas também é irreverente e caprichoso. Sabe exatamente o que está fazendo e faz isso de propósito. De algum jeito, acaba funcionando”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“É uma ideia sinceramente boba, mas executada com tanta sinceridade, que todos os envolvidos parecem totalmente comprometidos com o fato de que, sim, este é um filme sobre um boneco de neve com abdômen definido. Por enquanto, eu aceito esse tipo de ‘congelamento cerebral'”, disse Adrian Horton do The Guardian.

“Uma comédia romântica de Natal autoconsciente, com “momentos sem camisa” calculados, ‘Um Amor Feito de Neve’ é um entretenimento leve que não se destina a ser levado a sério”, disse Katie Rife do IGN Movies.

“‘Um Amor Feito de Neve’ é bobo, doce e mágico. Sabe exatamente quem é seu público e presenteia-o com uma fantasia perfeitamente aconchegante, no estilo Capra”, disse Marya E. Gates do RogerEbert.

“Os elementos de comédia de ‘peixe fora d’água’ foram realmente divertidos”, disse Rachel Wagner do Hallmarkies Podcast.

“‘Um Amor Feito de Neve’ é, no fim das contas, uma diversão boba e leve. A premissa de um boneco de neve ganhando vida como um homem de carne e osso e se envolvendo em travessuras pela cidade contribui para isso, e é aí que está sua força”, disse Sarah Musnicky do But Why Tho? A Geek Community.

Um Amor Feito de Neve’ está disponível na Netflix

Relembre a sinopse:

“Uma jovem viúva dá vida a um boneco de neve, mas será que ele conseguirá ajudá-la a reencontrar o amor e a alegria do Natal antes de derreter?”.

O filme tem direção de Jerry Ciccoritti, conhecido porAnjo de Natal’.

o elenco conta com Lacey Chabert, Dustin Milligan, Craig Robinson, Joe Lo Truglio, Katy Mixon, Lauren Holly e Chrishell Stause.

‘Premonição 6’ ganha logotipo

A saga de sucesso Premonição em breve retornará com seu aguardado sexto filme, e agora o longa recebeu seu logotipo.

Confira:

Em declarações anteriores, o criador da franquia Jeffrey Reddick havia adiantado que este novo filme abordaria a franquia de uma forma única.

“Este filme aborda a franquia de uma maneira tão única que a explora de um ângulo diferente. Você não sentirá, ‘Ah, há um setup incrível e depois uma reviravolta que pode potencialmente salvar todos vocês, exigindo uma decisão moral ou uma ação para resolver isso.’ Há uma expansão do universo que – estou sendo tão cuidadoso”, revelou Reddick.

Apesar de prometer novidades, Reddick garantiu que o sexto filme manterá a essência da franquia.

“Isso meio que desenterra uma camada profunda da história, tornando-a realmente interessante. É um verdadeiro filme de ‘Premonição’, mas que não segue aquele tipo de fórmula que estabelecemos”, revelou.

O sexto filme, intitulado ‘Final Destination: Bloodlines‘, será estrelado por Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’).

O elenco ainda contará com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

Na trama…

Stefani fez 18 anos e está prestes a sair de casa, mas começa a ter pesadelos horríveis sobre a morte em um acidente em uma torre na década de 1960, e descobre que seu sonho é na verdade uma premonição que aconteceu com sua avó, Esther, que frustrou a morte aos cinquenta anos. Stefani descobre que embora sua avó tenha frustrado a Morte (até ela morrer aos 80 anos), ela está perseguindo as supostas vítimas daquela catástrofe antiga, matando-as e depois perseguindo seus filhos. Stefani e sua família percebem que sua linhagem não está a salvo da Morte, que os levará de forma violenta e horrível, a menos que alguém como Stefani descubra uma maneira de impedir isso. 

O roteiro do filme é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

A direção fica a cargo de Zach Lipovsky e Adam B. Stein, ambos de ‘Aberrações‘.

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Relembre o trailer.

Ryan Reynolds muda de opinião sobre RETORNAR em ‘Deadpool 4’

Deadpool e Wolverine‘ se tornou um dos maiores sucesso recentes da Marvel, agradando o público e os críticos. Por conta disso, muitos já estão imaginando um possível quarto filme para a franquia.

Após dizer que não planeja outro filme solo do Mercenário Tagarela, Ryan Reynolds mudou de ideia.

Em entrevista à EXTRATV, ele revelou que adoraria retornar.

“Eu adoraria fazer o quarto filme, mas há uma razão para já terem se passado 6 anos desde a última vez… Tenho quatro filhos que mal me conhecem”, brincou.

Deadpool & Wolverine arrecadou US$ 1,33 bilhão.

Ryan Reynolds embolsou nada menos que US$ 30 milhões. Já Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘A Múmia’, com Brendan Fraser, vai ganhar pré-sequência focada em ‘Imhotep’

Segundo o insider Daniel Richtman, a Universal Pictures está desenvolvendo uma pré-sequência de ‘A Múmia‘ (1999) focada no vilão Imhotep.

A história se passará antes dele ter um embate com os protagonistas Rick O’Connell (Brendan Fraser) e Evie (Rachel Weisz).

Ele afirma que Wes Tooke (‘Midway – Batalha em Alto-Mar’) foi contratado para roteirizar o projeto.

Para reforçar ainda mais as especulações, o artista conceitual Jean-David Solon, que já trabalhou em filmes consagrados como ‘Doutor Estranho‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, também compartilhou algumas artes conceituais de um projeto intitulado ‘Imhotep‘, em sua página oficial no site Artstation.

O material compartilhado ainda confirma que o possível filme teria uma estética do Egito Antigo.

Confira duas das artes e clique aqui para ver os demais materiais:

 

Filme ‘Star Wars’ é REMOVIDO do calendário de estreias da Disney em 2026

O filme de ‘Star Wars‘ programado para estrear em 18 de dezembro de 2026 foi REMOVIDO do calendário da Disney.

Na data, o estúdio adicionou a estreia de ‘A Era do Gelo 6‘.

O filme seria focado na Rey Skywalker, vivida por Daisy Ridley. Sharmeen Obaid-Chinoy iria dirigir a partir de um roteiro de Steven Knight, que abandonou o projeto.

Essa semana, foi anunciada uma nova trilogia que será encabeçada por Simon Kinberg, conhecido por seu trabalho na franquia ‘X-Men’.

Kinberg, que possui um histórico misto em Hollywood, com sucessos como ‘Sr. & Sra. Smith’ e fracassos como ‘X-Men: Fênix Negra’, foi escolhido para o projeto graças a sua relação com a equipe criativa da Lucasfilm.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘Coração de Ferro’ ganha nova sinopse com DETALHES da trama; Confira!

Com lançamento marcado para 2025, ‘Coração de Ferro acaba de receber uma nova sinopse oficial, que revela um pouco mais sobre o enredo.

A produção da Marvel Studios acompanhará a personagem Riri Williams, uma jovem genial que deseja deixar sua marca no mundo.

Confira a sinopse:

“A série coloca a tecnologia contra a magia quando Riri Williams, uma jovem e genial inventora determinada a deixar sua marca no mundo, retorna à sua cidade natal, Chicago. Sua abordagem única na criação de trajes de ferro é brilhante, mas, na busca por seus objetivos, ela acaba se envolvendo com o misterioso e encantador Parker Robbins, também conhecido como O Capuz.”

Vale lembrar que, recentemente, a Marvel Studios revelou um teaser que mostra Riri Williams construindo uma nova armadura, que será utilizada na série do Disney+.

A produção promete entregar uma armadura realista, feita com o uso de efeitos práticos em vez de CGI.

Confira o teaser:

Coração de Ferro será lançada na plataforma de streaming em junho de 2025.

Anunciada pelo presidente do estúdio, Kevin Feige, como parte da fase 5 do MCU, a série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

‘Back to Black’: Cinebiografia de Amy Winehouse já está disponível no streaming!

A cinebiografia ‘Back to Black‘, que conta a história da icônica cantora e compositora Amy Winehouse, estreou oficialmente no catálogo brasileiro do Prime Video.

A produção acompanha o relacionamento tumultuado da cantora Amy Winehouse com Blake Fielder-Civil, que a inspirou a escrever e gravar o álbum Back to Black – que dá título à cinebiografia.

Com 35% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou mais de US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007).

O título é uma referência ao álbum homônimo que a cantora lançou em 2006 com hits como ‘Rehab’, ‘You Know I’m No Good’ e a faixa título.

Zack Snyder revela QUAL é o seu filme de super-heróis é o seu favorito… e não é do DCEU!

Zack Snyder, aclamado cineasta responsável por sucessos como ‘O Homem de Aço’ e Liga da Justiça de Zack Snyder, além de ser um dos nomes mais proeminentes do Universo Cinematográfico DC, revelou recentemente qual de seus filmes baseados em quadrinhos é o seu favorito.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta surpreendeu ao revelar queWatchmen de 2009 é sua preferência.

“Bem, é um pouco estranho, porque por um lado, eu penso em ‘O Homem de Aço’, ‘Batman vs Superman’, ‘Liga da Justiça’, que são obras à parte… Não sei se, para mim, eles se encaixam perfeitamente na definição clássica de filme de quadrinhos. Mas entendo por que as pessoas os consideram assim, já que são adaptações de personagens de quadrinhos. No entanto, minha visão para esses filmes se baseava mais em ideias próprias sobre os personagens”, explicou Snyder.

“Eu diria que ‘Watchmen’, para mim, representa a experiência mais completa de adaptar um quadrinho para o cinema. O processo de transformar o quadrinho em um filme, com todos os desafios e alegrias que isso envolve, foi extremamente gratificante em ‘Watchmen'”, continuou Snyder. “Acho que ‘Watchmen’ é a adaptação mais fluida e satisfatória que já realizei”, completou.

Zack Snyder comandará novo thriller policial da Netflix

Apesar do reconhecimento crítico, Watchmen não obteve grande sucesso de bilheteria, arrecadando US$185,4 milhões, e nunca teve uma sequência.

Assim como vários filmes de Snyder, como Madrugada dos Mortos, ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ e Liga da Justiça de Zack Snyder, Watchmen também recebeu uma versão estendida do diretor lançada em DVD.

Atualmente, o filme está disponível para ser assistido no Max.

Relembre o trailer de ‘Watchman’.

Dica | ‘A Chegada’ completa oito anos e segue a melhor ficção do século XXI

Nesta semana, fui surpreendido com a informação de que o filme A Chegada completou oito anos de seu lançamento. O longa de Denis Villeneuve é uma obra-prima e provavelmente é a melhor ficção científica do século XXI, mas é também um grande exercício de empatia e particularmente me lembra de um momento muito curioso do Rio de Janeiro.

Em 2016, o Rio foi o centro do mundo com a realização das Olimpíadas. E o grande coração do evento foi o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca/ Curicica. Nesse mesmo ano, após a cerimônia de abertura encantar o planeta, e diversos ícones olímpicos desfilarem suas capacidades super-humanas nos estádios e arenas cariocas, o Festival do Rio decidiu aproveitar essa onda de atenção e melhorias no transporte urbano da Barra para levar seus grandes eventos para a Cidade das Artes, que fica no centro do bairro. E o filme de abertura daquele ano foi justamente A Chegada, que vinha sendo muito comentado no exterior, já que diversas críticas apontavam o longa como presença certa no Oscar.

Divulgação/ Prefeitura do Rio

O resultado disso foi uma sessão concorridíssima que, mesmo realizada em uma sala gigantesca, acabou não conseguindo atender a todos os interessados em ver a obra de Villeneuve. No fim das contas, a organização do Festival do Rio entendeu que não dava para se separar do Odeon, na região Central, e a realização do evento voltou para seu lar tradicional pouco tempo depois. Ainda assim, ficou essa marca da sessão abarrotada de gente ávida por assistir a ficção científica do século.

Para quem nunca assistiu, A Chegada é uma adaptação do livro História da sua vida e outros contos, de Ted Chiang. O texto desse conto é primoroso, não por acaso foi adaptado quase na íntegra. A história acompanha um planeta Terra aparentemente comum, cuja vida vira de ponta-cabeça com a chegada de 12 naves alienígenas espalhadas pelo mundo. Elas não fazem absolutamente nada além de ficarem paradas, flutuando numa paz terrível. Contudo, como são gigantescas, os exércitos do mundo convocam tropas para tentar a comunicação ou destruição dos OVNIs.

É interessante reparar como cada nação reage de forma distinta às naves, com alguns exércitos tentando bombardeá-las imediatamente, enquanto outras tentam estudá-las para evitar maiores danos.

Nesse contexto, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma professora universitária de linguística, é convocada para tentar decifrar o idioma dos alienígenas, fazendo com que ela embarque em uma jornada de empatia, autodescoberta e negociações, já que além de tentar dialogar com os aliens, ela ainda busca meios de intervir nas estratégias militares de destruição. E afinal, qual o objetivo desses alienígenas tão diferentes com o planeta Terra? Destruí-lo ou ensiná-lo?

Ostentando uma fotografia de tirar o fôlego – que trabalhou em grande parte com iluminação natural -, com uma trilha sonora fabulosa, um requinte estético muito interessante e uma construção de universo exemplar, A Chegada é um filme tecnicamente perfeito, mas que cativa, além de tudo, pela humanidade de seus personagens.

É impossível não se prender a essa corrida contra o tempo da Dra. Louise, e também não é possível não se emocionar com sua trajetória de vida, que é contada de forma não-linear. É um daqueles filmes que se você ainda não viu, vai ficar se questionando: “por que não vi isso antes?”. E se já tiver visto, vai poder rever e se encantar novamente pela poesia em forma de filme que Denis Villeneuve construiu e entregou ao mundo.

A Chegada está disponível no Paramount+.