Depois do trailer completo, a Netflix divulgou um cartaz oficial de ‘Quem Vê Casa…‘ (No Good Deed), nova série de comédia sombria estrelada porLisa Kudrow (‘Friends’).
A produção será lançada na plataforma no dia 12 de dezembro.
Liz Feldman (‘Disque Amiga para Matar’) é responsável pela série. Ela também servirá como showrunner e produtora executiva ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum.
“Três famílias muito diferentes competem para comprar a mesma vila de estilo espanhol da década de 1920, que eles acham que resolverá todos os seus problemas. Mas, como os vendedores já descobriram, às vezes a casa dos seus sonhos pode ser um pesadelo total.”
No último dia 08 de novembro, foram revelados os indicados à 67ª edição do Grammy Awards.
Dentre as principais categorias, a de Música do Ano visa sagrar a melhor faixa lançada no período de elegibilidade, destinando-se ao compositor responsável pela letra ou pela melodia de terminada track. E, dentre os selecionados para a premiação, tivemos nomes como Lady Gaga, Bruno Mars, Beyoncé e outros relembrados.
Pensando nisso, preparamos uma lista especial ranqueando todas as canções nomeadas à categoria em questão.
Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita para conquistar o gramofone dourado:
A track de abertura de ‘The Tortured Poets Department’, “Fortnight”, puxa colaboração de Taylor Swift com Post Malone em uma sólida narrativa sonora movida por uma amálgama do baixo e dos sintetizadores, explodindo em uma melancólica balada. Cada imagem arquitetada é pensada com cautela (com destaque aos versos “todas as minhas manhãs são segundas/ presas em um fevereiro interminável”, em referência ao momento letárgico entre o fim do inverno norte-americano e o começo da primavera).
Após ter colaborado com Beyoncé no aclamado ‘Cowboy Carter’, o artista conhecido como Shaboozey ganhou fama descomunal ao lançar a faixa “A Bar Song (Tipsy)”. Funcionando como quarto single do álbum ‘Where I’ve Been, Isn’t Where I’m Going”, a faixa fez um sucesso comercial grandioso e trouxe uma narrativa bastante relacionável e atual ao fazer com que o cantor incorporasse um eu-lírico exausto de sua longa jornada de trabalho – recorrendo ao hedonismo do álcool e das festas para se esquecer dos problemas e se divertir.
Enquanto Sabrina conquistou o mundo com o lançamento de “Espresso”, ela continuaria sua onde de extremo sucesso com a divulgação da segunda faixa promocional, intitulada “Please Please Please”. A track se afasta do escopo pop do single anterior, mergulhando em uma mistura soberba de Yacht rock e country que começa a dar as caras de uma versatilidade apaixonante – e que arranca alguns dos melhores vocais da cantora em uma rendição bastante caprichosa (no melhor sentido do termo).
Chappell Roan finalmente está tendo o reconhecimento que merece, sagrando-se como uma das maiores artistas da nova geração – em um nível que a propulsiona e a prevê como uma artista a níveis de Lady Gaga ou Beyoncé. E, com “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora explora um dos temas mais difíceis de ser analisado no cenário fonográfico: o da heterossexualidade compulsória. Através de uma pungente e ansiosa lírica, movida por uma construção pop e orquestral arrepiante e irretocável do começo ao fim, Roan fala sobre as angústias de uma personagem que não consegue aceitar quem é por quaisquer que sejam as razões. E, para além do enredo indesculpavelmente potente, temos uma rendição performática aplaudível que puxa elementos até mesmo do oitentismo irrefreável de Kate Bush.
Se de um lado de ‘HIT ME HARD AND SOFT’, Billie Eilish nos mostra a forte presença do dark-pop e do pop alternativo nas bases fundamentais das faixas mais comerciais, de outro, temos ousadias muito sólidas que revelam o domínio da dupla acerca dos arranjos e das harmonias que tenham o poder de dialogar com os ouvintes. Nesse tocante, “BIRDS OF A FEATHER” é uma mistura de ambos, fundindo violão, piano e sintetizadores em uma deliciosa semi-balada que nos rememora Olivia Rodrigo e Melanie Martinez.
3. “TEXAS HOLD ‘EM”, Beyoncé
Além do impecável arranjo instrumental, “Texas Hold ‘Em” é adornado com versos eximiamente assinados em uma colaboração com Elizabeth Lowell Boland, Megan Bülow e Raphael Saadiq que nos transportam para uma pequena cidade idílica do meio-oeste estadunidense em um rodeio musical e vibrante (“um passo para o lado, estamos indo ao bar que sempre achamos legal” volta a mergulhar nos prazeres da vida explorados em ‘Act I’, mas revestidos com uma roupagem diferente e muito bem-vinda).
São poucas as pessoas que não conhecem a infame rixa entre os rappersDrake e Kendrick Lamar, que se iniciou na década de 2010 e estendeu-se até os dias de hoje. O conflito entre ambos os artistas chegou a uma espécie de fim com a última “pá de cal” jogada por Lamar no impressionante e chocante single“Not Like Us”: o single, que quebrou inúmeros recordes de vendas (alcançando o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard) é uma inflexão do hip-hop e do hyphy pautada em versos tão cínicos e impactantes que chega a ser difícil não ficar boquiaberto. Ora, Kendrick não pensa duas vezes antes de criticar a posição de Drake no cenário rap e hip-hop, chamando-o de “colonizador” e de estar afiliado a um grupo de pedofilia.
Quando pensamos em colaborações musicais, é costumeiro ficarmos com um pé atrás pelo fato de, talvez, um dos nomes envolvidos ofuscar o outro. Porém, considerando o calibre artístico e performático de Bruno Marse Lady Gaga, sabíamos que essa certeira parceria havia encontrado sucesso antes mesmo do lançamento oficial: em “Die With a Smile”, não existe uma superposição de entregas que se digladia para roubar os holofotes, e sim uma comunhão sinérgica e simbiótica que se desenrola com naturalidade apaixonante e que, ao nos arrancar de uma brutal realidade, transporta os ouvintes a um lugar perdido no tempo em que nada importa além de um amor que atravessa os mais árduos obstáculos
Já passamos da metade do mês do novembro – e, agora, está na hora de começar as festividades de fim de ano.
Para dar início às celebrações, preparamos uma breve lista trazendo cinco longas-metragens disponíveis no catálogo do Disney+ para você entrar no clima natalino.
Em 1990, Chris Columbus trouxe à vida a divertida e imortal aventura protagonizada por Macaulay Culkin, ‘Esqueceram de Mim’. E é claro que, quando falamos de Natal, esse é um dos primeiros longas-metragens que vem à mente. A trama gira em torno de Kevin McCallister (Culkin), um jovem menino que é acidentalmente esquecido pela família em casa e, eventualmente, deve lidar com uma dupla de ladrões chamada Harry e Marv.
Entregando os presentes na casa do vendedor de brinquedos Scott Calvin, Papai Noel sofre um acidente e cai do telhado da casa. Eles são magicamente transportados para o Polo Norte, onde um duende explica que Scott deve tomar o lugar de Papai Noel antes que o próximo Natal chegue. Scott acha que está sonhando, mas ao longo dos próximos meses, percebe que está engordando e ganhando barba, transformando-se no novo Papai Noel responsável por salvar o Natal.
Em ‘O Homem que Inventou o Natal’, temos o incrível carisma de Dan Stevens encarnando o protagonista Charles Dickens, autor inglês que, à época, estava prestes a lançar o clássico ‘Um Conto de Natal’. Dickens vive com sua esposa e com seus três filhos em um enorme casarão, e está lidando com o iminente sucesso de seu último livro, ‘Oliver Twist’, a qual não foi recebida com entusiasmo o suficiente pela crítica especializada, mas foi abraçada pelas massas como um discurso acerca da camada menos favorecida. É a partir daí que ele se vê em um vórtice criativo em que o principal obstáculo é si mesmo.
Baseado no icônico livro ‘Quebra-Nozes e o Rei Rato’, ‘O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos’ pode não ter feito o sucesso que prometia à época do lançamento – mas posa como um divertido e prático filme de final de ano. A trama acompanha Clara, uma jovem esperta e independente que perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho. Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino.
Dirigido por Marc Lawrence, mesmo nome por trás de ‘Miss Simpatia’, ‘Noelle’ traz ninguém menos que a carismática Anna Kendrick e o hilário Bill Hader como protagonistas de uma aventura natalina bastante divertida. A história gira em torna da filha do Papai Noel, que é forçada a assumir o negócio da família quando seu pai decide se aposentar e seu irmão acaba ficando impossibilitado de ajudar antes de seu primeiro grande voo de Natal.
Em ‘Um Chamado Natalino’, Eddie Garrick (Ludacris) é um homem de bom coração que deu as costas ao Natal devido a uma experiência traumática na infância. A pedido de sua esposa Allison Garrick (Teyonah Parris), de quem está separado, Eddie leva sua filha Charlotte (Madison Skye Validum), de 9 anos, com ele na véspera de Natal, onde conhecem um misterioso homem vestido de terno vermelho chamado Nick (Lil Rel Howery). Eddie, que é assistente social, acha que o homem está delirando e precisa de ajuda profissional, mas quando evoca a ira de um político local (Oscar Nuñez), ele e sua filha são levados a uma aventura mágica que pode restaurar sua fé em Natal.
Faltam menos de dois meses para nos despedirmos de vez de 2024. O ano passou voando. Sempre nos dá aquela impressão que não tivemos tantos lançamentos de filmes assim. Mas é apenas impressão, já que a maior parte dos filmes do ano já passou pelas salas de cinema ou pelos streamings. Agora chegamos à época mais especial do ano para os cinéfilos. Com os principais festivais internacionais já tendo ficado para trás, é a vez do Brasil receber seus eventos de cinema mais badalados: o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo – ambos trazendo filmes badaladíssimos pelo mundo afora.
Muitos destes filmes presentes em tais eventos estão, por exemplo, presentes na próxima época de premiações. Sim, a partir de outubro é quando começamos a receber os que são considerados os melhores filmes do ano. Filmes de prestígio, que lutarão por um lugar ao sol em prêmios que convergem no maior de todos: o Oscar. E assim se inicia a corrida por indicações. E sim, o princípio é o mesmo de uma corrida política, é preciso dinheiro de campanha, divulgação e fazer aquele lobby.
Como todo ano, nos adiantamos novamente e apresentamos para você os filmes que começam a despontar comentários de prêmios. Ou seja, faltando mais ou menos três meses para o anúncio dos indicados (que costumam ser divulgados em janeiro), resolvemos dar o nosso pitaco do que devemos ver entre os indicados nas principais categorias no próximo Oscar. Aqui começaremos com a categoria de melhor filme. Confira abaixo.
Emilia Pérez
Despontando em todos os radares, ‘Emilia Pérez’ já é enaltecido como um dos melhores filmes de 2024 desde sua estreia no prestigiado Festival de Cannes em maio deste ano. Sua chegada ao Brasil igualmente encantou os cariocas no Festival do Rio – ele foi o filme de abertura do evento. Ao contrário de ‘Coringa 2’, ‘Emilia Pérez’ é um musical que vem agradando. A trama altamente representativa, mostra uma advogada ajudando o poderoso chefão de um cartel mexicano a sumir no mundo, se tornando a mulher que sempre sonhou em ser. O filme é dirigido pelo francês Jacques Audiard, de ‘O Profeta’ e ‘Ferrugem e Osso’, e pode conquistar indicações também a melhor diretor, atriz para Karla Sofía Gascón (que poderá fazer história como a primeira atriz trans a ser indicada) e coadjuvantes para Zoe Salanda e Selena Gomez; além de produção estrangeira para a França.
Escrito e dirigido por Sean Baker, o mesmo de ‘Projeto Flórida’ (2017), ‘Anora’ promete ser o romance apaixonante do ano. Descrito como uma versão moderna, realista e um pouco mais sombria de ‘Uma Linda Mulher’ (1990), aqui também temos uma prostituta vivendo um sonho de princesa quando um ricaço se apaixona por ela. A diferença é que o jovem aqui faz parte de uma família russa e os que comandam sua fortuna são contra o casamento. Os chamarizes aqui são os desempenhos dos jovens apaixonados Mark Eidelshtein e Mikey Madison (de ‘Era uma Vez em Hollywood’ e ‘Pânico 5’). Madison vem sendo contada para melhor atriz.
Drama sobre a Segunda Guerra Mundial, ‘Blitz’ é o novo filme do diretor Steve McQueen, do vencedor do Oscar ’12 Anos de Escravidão’. A trama se concentra em famílias inglesas desesperadas durante os bombardeios da Alemanha Nazista a Londres. Em especial da personagem de Saoirse Ronan, uma mãe de família fazendo de tudo para proteger seu filho. Esse será o primeiro papel mais maduro (de mãe), da carreira da jovem atriz. O longa vem prometendo indicações de melhor filme do ano, melhor diretor e, curiosamente, Ronan vem despontando para melhor coadjuvante, apesar de parecer a protagonista. Mas isso só saberemos quando assistirmos ao longa, que é uma produção da AppleTV+. Pode ser o caso também de a atriz vir sendo empurrada como protagonista por outro drama, ‘The Outrun’.
‘Nada de Novo no Front’ foi uma das sensações do Oscar 2023. Agora, o diretor alemão Edward Berger promete repetir a dose com um filme igualmente polêmico e badalado. ‘Conclave’ fala sobre a eleição do novo Papa, e os bastidores desta “campanha” após o antigo Papa morrer de forma misteriosa. Nos corredores do Vaticano, um Cardeal irá descobrir segredos de uma conspiração que prometem sacudir os alicerces da Igreja Católica. O filme vem sendo bastante mencionado para indicação na categoria principal e muitos acreditam que o protagonista Ralph Fiennes finalmente poderá levar seu tão esperado Oscar como melhor ator. Stanley Tucci e John Lithgow também são destaques como coadjuvantes.
Duna – Parte 2
Esse ano não tivemos uma dobradinha tão fenomenal quanto ‘Oppenheimer’ e ‘Barbie’, mas o que mais se aproxima disso é ‘Duna – Parte 2’. É claro que o fenômeno do ano foi ‘Deadpool e Wolverine’, mas o longa não tem cara de Oscar e dificilmente receberá indicações nas principais categorias – por mais que os produtores o estejam empurrando para isso. ‘Duna – Parte 2’ tem muito mais cara disso, e ajuda bastante o fato de o primeiro filme ter recebido 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme do ano, e ter saído vitorioso de seis. O segundo ‘Duna’ tem tudo para seguir o mesmo caminho.
Antes mesmo de ser lançado em circuito, ‘O Brutalista’ já estava gerando polêmico. Isso porque o diretor Brady Corbet (‘Vox Lux’) ao ser perguntado sobre a duração extremamente longa do filme (3h 35min), respondeu que é uma bobeira a discussão sobre o tamanho de um filme em 2024. Na verdade, grande parte do público evita filmes muito longos. Sabendo disso, Corbet inclusive colocou um intervalo em seu filme, como se fazia antigamente. Seja como for, ‘O Brutalista’ vem acumulando ótimas críticas desde sua estreia no Festival de Veneza deste ano e desponta como um dos fortes candidatos a indicações no Oscar – que ainda incluem o protagonista Adrien Brody. O filme conta sobre imigrantes europeus fugindo da guerra em 1947, terminam testemunhando o nascimento da América moderna.
Grandes mestres são sempre levados em consideração. E ‘O Quarto ao Lado’ surge como um marco na carreira do espanhol vencedor do Oscar Pedro Almodóvar. Isso porque o filme é o primeiro longa falado em inglês da carreira do cineasta, algo que o diretor evitou por mais de quatro décadas. Com um elenco de peso, de nomes como Julianne Moore, Tilda Swinton e John Turturo, ‘O Quarto ao Lado’ vem gerando falatório de indicações a melhor filme, diretor e para os três atores principais. A história conta sobre duas melhores amigas de juventude, afastadas durante a vida adulta, voltando a se reencontrar em nova fase da vida.
Apesar de aparecer em muitas listas de previsões do Oscar 2025, a verdade é que tudo dependerá do resultado de ‘Gladiador II’, um dos poucos filmes badalados desta segunda metade de 2024 que não foi exibido em nenhum festival de cinema pelo mundo até o momento. Ou seja, ninguém viu o longa ainda, e ninguém pode atestar sua qualidade. Por comparação, ‘Coringa 2’ também vinha sendo mencionado em muitos círculos como possível candidato a indicações – porque o original recebeu um monte delas, incluindo melhor filme e venceu melhor ator no Oscar. Mas bastou uma olhada no resultado, que dificilmente alguém ainda acredita na chance de Oscar para o filme. É preciso levar em conta também que os últimos filmes de Ridley Scott prometeram e morreram na praia, vide ‘Napoleão’, ‘Casa Gucci’ e ‘O Último Duelo’. Seja como for, ‘Gladiador II’ segue cotado. Esperemos.
Biografias musicais costumam ser um grande sucesso, e se feitas da forma certa, conquistam também o apreço da Academia. A prova disso é que só nos últimos cinco anos tivemos os exemplos de ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘Elvis’ indicados na categoria principal de melhor filme no Oscar. Esse ano uma tem tudo para figurar lado a lado a elas. ‘Um Completo Desconhecido’ é a biografia do lendário Bob Dylan, interpretado pelo menino de ouro de Hollywood, Timothée Chalamet, indicado ao Oscar por ‘Me Chame pelo seu Nome’. O filme também não foi exibido em lugar nenhum, então vai depender muito da aceitação da crítica e público, quando estrear em dezembro. Mas a aposta do estúdio é grande, falatório sobre indicações já dominam os principais veículos do meio. Ajuda o fato de na direção e roteiro termos James Mangold, que tem no currículo ‘Johnny e June’ (2005), biografia do cantor Johnny Cash, que fez sucesso no Oscar.
O sangue da família Washington tem poder! Que Denzel Washington é um dos atores mais consagrados de todos os tempos, todos nós sabemos. O astro é dono de duas estatuetas (melhor ator e ator coadjuvante) e outras sete indicações como intérprete e uma como produtor. Ou seja, prestígio não falta. Nos últimos anos, Denzel tem trabalhado em levar as obras do dramaturgo August Wilson dos teatros para as telonas. Foi assim com ‘Um Limite entre Nós’ (que o indicou como ator e produtor / melhor filme) e ‘A Voz Suprema do Blues’ – indicado a cinco Oscar e vencedor de dois. Além de menções a uma possível indicação como ator coadjuvante em ‘Gladiador II’, Denzel também produz ‘Piano de Família’, filme que a Netflix lança no fim de novembro e já participou de alguns festivais gerando comentários de Oscar. Na trama, um piano está no centro de uma família negra durante gerações. John David Washington, filho de Denzel, é quem estrela. Seu outro filho, Malcolm Washington estreia na direção no comando do longa, e sua filha Katia Washington é a produtora ao lado do pai.
Em entrevista ao The Bonfire, T.J. Miller (‘Ameaça Profunda’) revelou que aceitaria retornar para o universo de ‘Deadpool‘, caso o pedido fosse feito pelo astro Ryan Reynolds.
O ator, que interpretou o Weasel nos dois primeiros filmes da franquia, ficou de fora de ‘Deadpool & Wolverine‘.
“Nós conversamos há algum tempo. Se ele me pedisse para retornar… Acho que ele tem sido um bom amigo atualmente e sinto que seria realmente incrível [retornar para a franquia ‘Deadpool’].”
Vale lembrar que o ator enfrentou múltiplas acusações de agressão sexual e chegou a ser preso por fazer uma ameaça falsa sobre uma bomba.
Sucesso nos cinemas, ‘Deadpool & Wolverine‘ já arrecadou mais de US$ 1.33 bilhão nas bilheterias mundiais – o que representa a segunda maior bilheteria do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B).
Ryan Reynolds embolsou nada menos que US$ 30 milhões. Já Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Os filmes catástrofe se tornaram um subgênero popularizado na década de 1970, com destaque para produções como Aeroporto (1970), O Destino do Poseidon (1972), Terremoto (1974) e Inferno na Torre (1974). A estrutura era a mesma, rechear a obra de nomes muito reconhecíveis circundando, bem, como o nome diz, uma catástrofe, fosse um grande terremoto, problemas infernais em um arranha-céu, num aeroporto ou num navio transatlântico.
Depois de um breve descanso, o subgênero ensaiou retorno no fim da década de 1990, quando em 1997 dois vulcões entraram em erupção em uma cidadezinha americana e em plena Los Angeles, respectivamente em O Inferno de Dante e Volcano – A Fúria; e em 1998, asteroides gigantescos entraram em rota de colisão com nosso planeta, em Impacto Profundo (não, não é nome de filme que vocês costumam pesquisar na internet) e Armageddon.
Atualmente, o subgênero está em falta no mercado, dominado e saturado com filmes de super-heróis, sendo o principal requisito das massas que dominam os multiplex. Justamente por isso, uma alegria nostálgica cinéfila tomou conta deste que vos fala ao adentrar a sessão de Terremoto: A Falha de San Andreas (2015), que incluiu certa galhofa no todo, não se levando nada a sério e assim se tornando incrivelmente irresistível em seu esplendor megalomaníaco.
Em uma dimensão mais próxima do que eram os filmes catástrofe originais, Horizonte Profundo está disponível no catálogo da Netflix. A superprodução protagonizada pelo astro Mark Walhberg e dirigido pelo cineasta Peter Berg mantém vido o espírito original do cinema catástrofe, dando um enfoque mais dramático ao desastre, mas não se libertando de rótulos como “espetáculo”. Esse é um blockbuster, mas um que fala de uma tragédia real e a trata com o respeito merecido.
Na trama, Wahlberg vive Mike Williams, um dos técnicos da plataforma de petróleo Deepwater Horizon. Se você acompanha os noticiários mundiais deve se lembrar deste desastre, que é considerado o maior da história norte-americana envolvendo tal instalação. Explosões, chamas, incêndios e mortes chocam desesperando os personagens, de forma realística na tradução de Berg e dos realizadores, nos envolvendo instantaneamente e nos fazendo seguir de perto os ocorridos. Na tradição de um bom filme do subgênero, nomes como Kurt Russell, Kate Hudson, John Malkovich, Gina Rodriguez e Dylan O´Brien se amontoam entre os sobreviventes e as vítimas.
Além da parte técnica impecável, o roteiro de Matthew Sand e do eficiente Matthew Michael Carnahan (O Reino, Leões e Cordeiros, Intrigas de Estado), baseado no artigo de David Rohde e Stephanie Saul, cria bons momentos, salientando a tensão de cenas chave, entregando bons diálogos e desenvolvimento de personagens acima do esperado para produções deste tipo. A interação dos personagens, mais do que as cenas apoteóticas, é o verdadeiro cerne aqui, realizados de forma bem humana.
O diretor Peter Berg, que deu uma bela escorregada com Battleship: A Batalha dos Mares (2012) – um dos piores filmes dos últimos anos – volta aos trilhos nesta produção de classe, se reinventando como cineasta de qualidade. Pode-se inclusive apontar as parcerias com Wahlberg como alguns dos pontos altos de sua carreira. Além de Horizonte Profundo, a dupla colaborou em O Grande Herói (2013), filme de guerra e sobrevivência, que questiona a idolatria bélica norte-americana. Que a dupla siga gerando bons rebentos.
Em entrevista ao Vanity Fair, Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) revelou que está ficando cada vez mais difícil tirar os projetos em que está interessada do papel.
A atriz revelou que a situação “a assusta”, e que sente a necessidade de “se alinhar com as pessoas certas para ter a energia para seguir em frente”.
“Tudo é difícil atualmente. Tudo, de verdade. Talvez não seja difícil dar sinal verde para um filme do ‘Deadpool’, mas não há nenhum projeto que é simplesmente: ‘Ah, meu Deus. É isso. Está aprovado. Vamos lá’. Talvez isso só aconteça com os projetos que estou interessada.”
Ela completa, “Eu apenas sinto que essa é a natureza da indústria que estamos lidando atualmente. Algumas coisas estão encolhendo em termos de desenvolvimento de filmes e séries. Eu certamente sinto isso. Acredito que a maior parte da indústria também sente. Eu sei que equipes e roteiristas sentem isso.”
Vale lembrar que Kidman estará no elenco do aclamado thriller erótico ‘Babygirl‘, que estreará nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.
Na trama, a atriz interpreta uma CEO bem sucedida que se envolve com seu novo estagiário, Samuel (Harris Dickinson). O relacionamento dos dois pode arriscar a vida profissional e pessoal de ambos.
De acordo com o Deadline, a Warner Bros. está desenvolvendo um reboot de ‘Planeta Proibido‘ (Forbidden Planet), clássico da ficção científica de 1956.
Brian K. Vaughan (‘Y: O Último Homem’) assinará o roteiro da nova versão.
“Por seus temas atuais, o filme original é considerado uma estrela do norte para a escrita de ficção científica e o cinema que veio depois dele. A produção nunca ganhou remake para os cinemas — embora James Cameron supostamente tenha considerado a possibilidade —, em parte porque os direitos eram complicados e difíceis de desembaraçar,” compartilhou o site.
Emma Watts (‘Alita: Anjo de Combate’) servirá como produtora.
Alegadamente, o estúdio e a produtora finalmente conseguiram liberar os direitos do longa original.
Na trama original…
“A tripulação de uma nave espacial chega a um planeta distante habitado pelo Dr. Morbius, sua linda filha e um robô. A vida deles é constantemente ameaçada por uma criatura invisível.”
Fred McLeod Wilcox foi responsável pela direção do clássico.
Novas informações sobre a nova versão devem ser divulgadas em breve.
Trazendo para o público casos reais acontecidos em nosso país, as minisséries true crime brasileiras chegam cada vez mais com importante pontos de reflexões sobre os mais diversos crimes que logo se tornaram midiáticos. Pensando em algumas dessas obras, separamos abaixo cinco produções que você não pode deixar de conferir:
Ao longo de quatro episódios, todos já disponíveis na Netflix, tendo como foco cada um dos personagens principais, quatro jovens moradores de rua de diversas idades, acompanhamos pontos de vistas sobre uma das mais violentas tragédias que aconteceram no RJ nos anos 90.
Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez (MAX)
Nessa série documental disponível na HBO Max sobre um dos crimes mais chocantes do Brasil, o assassinato da atriz Daniella Perez no início da década de 90, por meio de depoimentos de pessoas próximas a ela, vamos acompanhando algumas questões desse terrível crime.
Uma dor que nunca terminará. Buscando trazer a história, além de detalhes chocantes para o público, de uma das maiores tragédias em território brasileiro, o incêndio na boate Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Todo dia a Mesma Noite nos faz reviver os horrores de uma madrugada onde as vidas de mais de 200 jovens se perderam, também o luto dos familiares, além da busca por justiça que vira uma estrada sem fim. Dividida em intensos cinco capítulos de cerca de 40 minutos, baseado no livro da jornalista Daniela Arbex, o projeto é profundo, intenso, impactante, angustiante com um foco grande, em seus últimos episódios, na lentidão e absurdos das questões jurídicas e seus desenrolares na busca pelos culpados.
Nessa produção de quatro episódios disponíveis na Netflix, acompanhamos um dos crimes mais famosos no Brasil dos últimos anos: de uma mulher que matou e esquartejou o marido. Ao longo dos episódios, o caso é explorado e conta com a entrevista da figura chave do ocorrido.
O Caso Celso Daniel (Globoplay)
Em oito episódios disponíveis na Globoplay, em O Caso Celso Daniel acompanhamos através de uma enorme pesquisa os desenrolares de um crime que ganhou as páginas policiais e políticas do Brasil.
O astro Will Smith revelou recentemente seu interesse em ressuscitar outra saga de sucesso.
Enquanto trabalha na sequência de ‘Eu Sou a Lenda’, o ator expressou seu desejo de reprisar seu papel em ‘Eu, Robô’, lançado em 2004.
Durante uma entrevista ao ComicBook, Smith declarou:
“Sabe, aqui está o negócio, neste momento no mundo, a nostalgia é tão deliciosa. Há tantas coisas acontecendo no mundo, uma dose de nostalgia está sendo apreciada. Eu humildemente aceitarei meu trabalho, como um entertainer neste mundo, para dar às pessoas o que elas querem”.
“A trama se passa em 2035, em um mundo onde robôs são comuns como empregados e assistentes humanos. No entanto, quando o Dr. Miles aparece morto e um robô se torna o principal suspeito, surge a possibilidade de que tenham encontrado uma maneira de contornar a Lei dos Robóticos, que proíbe a violência contra humanos”.
A série original, baseada no livro de H.G. Bissinger e no filme de 2004, se passava na cidade fictícia de Dillon, em West Texas. A trama acompanhava uma equipe de futebol americano, liberada pelo treinador Eric Taylor (Kyle Chandler).
O elenco ainda contava com Connie Britton, Taylor Kitsch, Jesse Plemons, Minka Kelly, Adrianne Palicki, Jurnee Smollett, Michael B. Jordan e Matt Lauria.
A produção durou 5 temporadas, e rendeu 76 episódios.
Novas informações sobre o reboot devem ser divulgados em breve.
Após ‘Rebel Moon‘ e ‘Crepúsculo dos Deuses‘, o diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’) já definiu seu próximo projeto em parceria com a Netflix.
De acordo com o Deadline, o cineasta vai dirigir um novo thriller focado no Departamento de Polícia de Los Angeles, ainda sem título divulgado.
Além de dirigir, Snyder também assinará o roteiro ao lado de Kurt Johnstad – parceiro de longa data, com quem colaborou em projetos como ‘300‘ e ‘Rebel Moon‘.
A trama será ambientada no mundo perigoso, de vida e morte, de uma unidade de elite do Departamento de Polícia de Los Angeles que é implacavelmente confrontada com a impactante colisão entre a lei e a moralidade.
Snyder também servirá como produtor ao lado de sua esposa e parceira criativa Deborah Snyder, além de Wesley Coller através da Stone Quary.
De acordo com o Deadline, Takashi Yamazaki, diretor do aclamado ‘Godzilla Minus One‘, comandará o seu primeiro filme de língua inglesa, intitulado ‘Grandgear‘.
J.J. Abrams (‘Cloverfield: Monstro’) servirá como produtor através de sua companhia Bad Robot.
O site afirma que a Sony Pictures conseguiu garantir os direitos da produção após uma “competitiva disputa de lances”.
“Após o enorme sucesso de ‘Godzilla Minus One‘, a indústria tem clamado para fazer negócios com Yamazaki e, uma vez que a notícia de que ele tinha seu primeiro filme em inglês no mercado foi divulgada, as propostas chegaram rápido. A Sony adquiriu os direitos, superando uma série de propostas, e fontes dizem que vários fatores entraram em jogo, o que incluiu o comprometimento do estúdio com o cinema, além de laços estreitos da Sony com o Japão por meio de sua empresa,” compartilha o site.
Além de dirigir, Yamazaki também será responsável pelo roteiro e produção.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
Vale lembrar que o cineasta também foi confirmado na direção do próximo filme da franquia ‘Godzilla‘, quando continuidade ao seu trabalho vencedor do Oscar de Melhor Efeitos Visuais.
Em entrevista ao Empire, Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) revelou que o grande protagonista do próximo filme da franquia ‘Predador‘, intitulado ‘Badlands‘, será a própria criatura titular.
O cineasta já havia confirmado que o novo longa irá “ultrapassar os limites da saga”, e parece que nós iremos torcer pelo Predador desta vez.
“O Predador será a estrela da história, liderando a narrativa. Ele ainda é f*dão, mas há algo neste Predador que também irá te envolver emocionalmente. Criar um personagem que o público pode se conectar, mas que ainda seja super intimidador, foi um grande desafio. Mas foi incrível.”
Vale lembrar que ‘Predador: Badlands‘ será lançado nos cinemas no dia 7 de Novembro de 2025 – assumindo a data que originalmente pertencia ao reboot de ‘Blade‘.
A trama alegadamente irá explorar a relação entre duas irmãs gêmeas em um futuro distópico. Thia é uma cientista curiosa e aventureira, e Tessa é uma militante determinada a alcançar seus objetivos. Seus laços familiares serão testados ao máximo quando elas se veem envolvidas em uma missão perigosa.
As filmagens de ‘Badlands’ já estão em andamento na Nova Zelândia, sob o codinome “Backpack”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros.
Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.
“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
Vale lembrar que, durante a D23 Brasil, o CinePOP conversou com o astroCharlie Cox, que falou sobre a nova temporada de Demolidor e o universo Marvel.
Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
‘Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+
Além deCharlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
O filme arrecadou apenas US$ 3,7 milhões em sua pré-estreia nos Estados Unidos, e deve encerrar o filme de semana com uma arrecadação entre US$ 25-30 milhões.
É um valor extremamente baixo, considerando que o orçamento foi de altos US$ 250 milhões – mais custos de marketing.
Para termos de comparação, o valor fica abaixo da estreia internacional de ‘Jungle Cruise‘ (US$26M), aventura familiar também estrelada pelo The Rock, que teve um lançamento simultâneo nos cinemas e no Disney+.
Vale lembrar que a produção foi originalmente desenvolvida para o serviço de streaming do Prime Video, mas o plano de lançamento foi alterado após o filme ter recebido uma resposta muito positiva nas exibições-teste.
No Rotten Tomatoes, ‘Operação Natal’ obteve uma aprovação de 40% da crítica especializada, com base em 20 análises.
A produção dividiu opiniões: enquanto alguns críticos acharam o longa divertido, outros não hesitaram em criticar e expressaram descontentamento com o resultado da comédia natalina.
“O filme mistura gêneros para oferecer uma diversão natalina para toda a família, com uma boa dose de absurdidade autossábia”, disse Glenn Garner do Deadline.
“‘Operação Natal’ poderia quase ser a versão cinematográfica de Vampire Assassin 4. É tão agitado e espalhafatoso, tão sobrecarregado com efeitos digitais exagerados, tão genericamente derivativo em sua violência brega”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“Este é um filme de conceito grandioso, saturado de CGI, que carece de coração e humor contagiante, mesmo que, no final, tente arrancar um pouco de emoção”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Este filme teria funcionado melhor se tivesse se aprofundado mais no humor, mas não consegue provocar mais do que algumas risadas ocasionais, principalmente com Evans reagindo à insanidade ao seu redor. Além disso, ‘Operação Natal’ não será o clássico de Natal que espera se tornar”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
“É um filme que se desenrola diante de você, e posso dizer isso com tranquilidade. No entanto, sendo uma produção feita para invocar o espírito natalino, falta completamente qualquer sinal de alegria, desde o roteiro até o nível da produção”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“No final das contas, fica um pouco acima da média. Para um filme como ‘Operação Natal’, isso é o melhor que se pode esperar”, disse William Bibbiani do TheWrap.
“A mistura de risadas, sentimento e ação deve satisfazer famílias menos exigentes, e a construção do mundo da história oferece o suficiente de novidade para o que, de outra forma, seria um pacote previsível”, disse Tim Grierson do Screen.
“Operação Natal oferece uma abordagem surpreendentemente inteligente sobre a mitologia do Natal. A comédia de ação de grande orçamento entrega o entretenimento necessário para pipoca com esplendor visual, mas também consegue construir seu próprio universo novo com personagens memoráveis”, disse Julian Roman do MovieWeb.
‘Operação Natal‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.
Na trama, depois que o Papai Noel – codinome: Das Neves – é sequestrado, o Chefe de Segurança do Polo Norte deve se unir ao mais infame caçador de recompensas do mundo em uma missão global e cheia de ação para salvar o Natal.
‘Ainda Estou Aqui’ é um fenômeno nas bilheterias e fechou sua primeira semana com quase 600 mil espectadores nos cinemas. São mais de R$ 12 milhões arrecadados, cobrindo o orçamento do filme estimado em R$ 8 milhões.
O filme chegou aos cinemas nacionais na última quinta-feira, 7 de novembro, apresentando a história da família de Rubens Paiva, engenheiro civil e político que desapareceu após ser levado pelos militares.
Nas redes sociais, o filme tem gerado incômodo em perfis de direita, que estão até mesmo tentando promover um boicote contra ‘Ainda Estou Aqui’.
Fernanda Torres, que interpreta a protagonista Eunice Paiva, tem sido alvo de ataques, com perfis utilizando diversos argumentos, incluindo muitos inverídicos, para criar uma campanha contra o filme brasileiro.
Com medo de Boicote, Fernanda Torres, eleitora de Lula e que já afirmou ter preconceito contra crentes, agora pede paz e diz que seu filme “Ainda estou aqui” e para todos…
Alguns perfis de direita também estão tentando descredibilizar o filme, alegando um suposto fracasso de bilheteira, o que não está ocorrendo.
De acordo com a Comscore, entre os dias 7 e 10 de novembro, ‘Ainda Estou Aqui’ atingiu um total de 358 mil espectadores, o que representa 27% do total da bilheteira nacional neste período.
O filme levou mais de 50 mil espectadores aos cinemas apenas na quinta-feira, 7, e arrecadou R$ 1,1 milhão em apenas um dia.
O longa liderou isolado das outras produções em cartaz.
Muito orgulho de ser brasileiro e dos brasileiros. #AindaEstouAquiFilme é o filme N°1 do Brasil! Já marca aqui quem precisa assistir esse filme com você e bora lotar os cinemas neste final de semana. pic.twitter.com/SrxQSDDIVj
Escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação do Oscar, o filme recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 20 avaliações.
Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e de Torres.
O filme tem apenas 2 críticas negativas.
Confira os comentários:
“Salles obtém performances convincentes de todo o elenco. Eles se sentem como família e amigos presos em um regime maligno.”, disse Dwight Brown.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
Já as duas críticas negativas dizem:
“O filme tem dificuldade em extrair qualquer humanismo grosseiro dessa história decididamente humana, optando, em vez disso, por pintar a família em seu centro com pinceladas amplas e pouco inspiradas.”, por Cole Kronman, da Slant.
“Talvez se Ainda Estou Aqui fosse enquadrado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, então a maioria das pinceladas amplas e idealizadoras neste retrato santo seriam muito mais permissíveis.”, afirmou Savina Petkova, do Movie Stage.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O filme estreia em Nova York e Los Angeles em 17 de janeiro, com uma semana de duração, válida para premiações, antes de estrear nos cinemas de todo o país em 14 de fevereiro.
A produção é inspirada no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, o filme foi selecionado para o Festival de Nova York, e venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.
George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, usou seu blog para compartilhar o que pensa sobre as recentes adaptações de livros aclamados, afirmando que no geral as adaptações são inferiores, com uma exceção: a série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’.
Martin argumenta que muitos roteiristas e produtores acreditam que podem “melhorar” histórias de livros, subestimando o trabalho dos autores originais.
“Para onde quer que você olhe, há mais roteiristas e produtores ansiosos para pegar grandes histórias e ‘torná-las suas’. Não parece importar se o material de origem foi escrito por Stan Lee, Charles Dickens, Ian Fleming, Roald Dahl, Ursula K. Le Guin, J.R.R. Tolkien, Mark Twain, Raymond Chandler, Jane Austen, ou… bem, qualquer um. Por maior que seja um escritor, por melhor que seja o livro, sempre parece haver alguém à mão que acha que pode fazer melhor, ansioso para pegar a história e ‘melhorá-la’. ‘O livro é o livro, o filme é o filme’, dirão, como se estivessem dizendo algo profundo. Depois, fazem da história a sua”.
Ele continua: “Eles nunca a tornam melhor, no entanto. Novecentas e noventa e nove vezes em mil, pioram. Ocasionalmente, porém, temos uma adaptação muito boa de um livro ótimo e, quando isso acontece, merece aplausos”.
Em meio à sua crítica geral, Martin destaca uma exceção: a série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’, recente adaptação para TV do romance de James Clavell. Ele confessa ter ficado cético inicialmente, mas se impressionou com a qualidade da produção.
Eu posso me deparar com um desses casos recentemente, quando assisti à nova versão da série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ da FX. [..].Mas não aceite a minha palavra para isso. Assista você mesmo”, conclui Martim.