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Crítica | Megalopolis – Coppola cria fantasia ancorada em discurso político, porém com CAPENGA tom burlesco

Será que a ambição nos leva a cometer loucuras? Esta pergunta é pertinente tanto do ponto de vista da trama quanto dos bastidores da produção. É impossível falar de Megalopolis, de Francis Ford Coppola, sem contextualizar os anos de produção que o filme levou para ser feito e a rejeição de investidores ao projeto.

Desde da década de 1980, o renomado diretor — ganhador de cinco Oscar e duas Palmas de Ouro — sonha com este filme. Megalopolis é uma fantasia sobre política social, no entanto, ancorada em elementos do cinema de várias épocas e, principalmente, no caráter burlesco. 

Enquanto a encenação dos atores é propositalmente teatral, a estética do longa é futurista e espelha-se na ambientação de ficção-científica. Confuso? Pois é. Francis Ford Coppola apresenta uma montagem de elementos sobrepostos de maneira bastante desarmoniosa. 

Se nas cenas iniciais temos a sensação de pisar em um solo parecido com o de Christopher Nolan, onde temos que descobrir a lógica da obra para segui-la. Logo depois, compreendemos que esta é apenas uma ponta do espetáculo proposto pelo cineasta, o qual faz referências de dezenas de obras cinematográficas, assim como literárias, num roteiro em que a citação é rainha de todos os discursos. 

Em uma alusão direta a Metrópolis (1927), de Fritz Lang, Megalopolis propõe ser futurista, mas ancorado nas mazelas atuais, principalmente sobre a insustentabilidade do modelo capitalista, ao invés de ser na era industrial, é na digital. Para isso, no entanto, utiliza-se de linguagens antigas de forma cômica e satírica. 

Outra ponte traçada pelo cineasta é o Império Romano, sucumbido pela soberba de poder de poucos homens, uma referência, talvez, ao aumento de bilionários nesse planeta. A própria cidade fictícia chama-se New Rome, uma mistura de New York a ao império de Júlio César, e o narrador (Laurence Fishburne) nos lembra a cada momento desse espírito histórico em suas interferências.  

A interpretação mais memorável é a de Shia LaBeouf como Clodio Pulcher, por conta do seu caráter dúbio e andrógeno, tal como o bobo da côrte, já que todos os outros personagens  parecem terem saído de folhetins dos anos 1930. Além disso, os papéis femininos são unidimensionais. 

Uma é a mocinha Júlia Cicero (Nathalie Emmanuel), que vai apaixonar-se pelo arquiteto utopista Caesar Catalina (Adam Driver) a contragosto do seu pai, o prefeito Franklyn Cicero (Giancarlo Esposito) e inimigo n°1 dos projetos do amado da filha. A segunda personagem feninina é a femme fatalle Wow Platinum (Audrey Plaza), uma repórter interessei que utiliza dos seus atributos físicos para manipular, enganar e roubar os homens ricos. 

Dentro do arco principal da disputa de narrativas do que é melhor para as pessoas: uma cidade sustentável ou um mundo capitalista em ruínas, o enredo engendra ainda tons de filme noir e comédia pastelão. Em uma cena sobre a revelação do segredo de uma celebridade da música pop (Chloe Fineman), o desenrolar remete à cena do tribunal do filme O Mentiroso (1997), com Jim Carey. Sem contar as diversas citações de William Shakespeare e Marco Aurélio, como se o reinventar de frases fosse desnecessário diante de tantas palavras já ditas. 

Com tantos componentes a analisar em cena, a trama principal de Megalopolis sobre o arquiteto ganhador do prêmio Nobel, por conta da descoberta do Megalon, fica quase como um pano de fundo do que uma intriga latente. Ao invés de instigar a curiosidade, o longa nos aborrece com tanta espetacularização da riqueza, cenas exageradamente teatrais e de zombaria.

Megalopolis é um filme sobre um megalomaníaco utópico, dessa forma a cidade almejada não existe (e nunca existirá), mas o utopista luta pelo direito de imaginá-la. Algo que o protagonista diz em alto e bom tom na narrativa é que não importa se ele projetá-la um dia, só de as pessoas começarem a discutir sobre o processo é uma vitória. A reflexão soa piegas como boa parte da estética do filme e seus personagens. Olhando pelo prisma de deixar-se levar pela comicidade, é possível divertir-se aqui e ali durante a projeção. 

Ao tentar abraçar um mundo, isto é, todos às estéticas e referências, Megalopolis parece um filme mal acabado, com um pouco de beleza  — as cenas das estátuas desmoronando são ímpares  —, e sem lucidez. Aos 85 anos, Francis Ford Coppola permite-se confundir, enjoar e desagradar, já o público decide se vai aplaudir sua loucura ou escarnecer de sua ridicularização utópica.

Todo Tempo Que Temos

todo tempo que temos

(We Live In Time)

 

Elenco:

Florence Pugh
Andrew Garfield
Adam James

 

Direção: John Crowley

Gênero: Romance

Duração: 104 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Em TODO TEMPO QUE TEMOS, as vidas de Almut, uma talentosa chef de cozinha, e Tobias, um homem recém-divorciado, mudam para sempre quando eles se conhecem. Após um encontro inusitado, eles se apaixonam e constroem o lar e a família que sempre sonharam, até que uma verdade dolorosa põe à prova essa história de amor. Decididos a enfrentar as dificuldades, Almut e Tobias embarcam numa jornada emocionante, onde vão aprender que cada minuto conta quando estamos ao lado de quem amamos.

Crítica: 

Crítica | Todo Tempo que Temos – Andrew Garfield e Florence Pugh Juntos em EMOCIONANTE Romance

Curiosidades: 

» Nick Payne, de A Última Carta de Amor‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

poster todo tempo que temos

Fotos: 

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Som da Esperança: A História de Possum Trot

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(Sound of Hope: The Story of Possum Trot)

 

Elenco:

Nina King
Demetrius Grosse
Elizabeth Mitchell

 

Direção: Joshua Weigel

Gênero: Drama

Duração: 130 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2024

Sinopse: 

SOM DA ESPERANÇA conta a história de Donna, do Reverendo WC Martin, e sua igreja no leste do Texas, na qual 22 famílias adotaram 77 crianças do sistema de adoção local, dando início a um movimento em prol de crianças vulneráveis em todo o mundo.

‘Som da Esperança’: Drama cristão conquista 83% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Curiosidades: 

» O longa é baseado em uma história real;

» Além de dirigir, Joshua Weigel também assina o roteiro ao lado de Rebekah Weigel;

Trailer:

Cartazes: 

sound of hope

Fotos: 

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A Última Invocação

Pôster misterioso com duas pessoas e mãos sombrias.

(The Forbidden Play)

 

Elenco:

Hashimoto Kanna
Daiki Shigeoka
Minato Shougaki

 

Direção: Hideo Nakata

Gênero: Terror

Duração: 110 min.

Distribuidora: SATO Company

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Em A ÚLTIMA INVOCAÇÃO, Naoto Ihara vive feliz com a esposa Miyuki e o filho Haruto. Porém, quando Miyuki morre em um acidente, Naoto fica inconsolável. Haruto, em negação, decide enterrar um dedo da mãe no jardim na esperança de que, rezando todos os dias, ela volte à vida. Um dia, pai e filho são visitados por Hiroko Kurasawa, ex-colega de trabalho de Naoto. Mas o que era para ser uma simples visita a um amigo assolado pelo luto, toma um rumo macabro quando ela testemunha Haruto gritando palavras estranhas no quintal, e uma série de acontecimentos sombrios começam a perturbá-la.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Karma Shimizu;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz do filme 'A Última Invocação', olho assustador.

Fotos: 

Mulher assustadora em imagem distorcida e sombria.

Olho assustador observa através de uma fenda escura.

Crítica | ‘Malu’ – As dores da existência guiadas pelo furacão de emoções Yara de Novaes

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Explorando uma história sobre as dores da existência, do não saber lidar com as relações próximas, Malu foi um dos filmes selecionados para a competição de longas-metragens da Première Brasil no Festival do Rio 2024 – e venceu o prêmio de Melhor Longa de Ficção. Escrito e dirigido pelo cineasta Pedro Freire, que apresenta em sua estreia na direção memórias sobre a própria mãe, ao longo dos 103 minutos de projeção somos testemunhas de conflitos intensos, que vão de um extremo ao outro, do afeto até a indiferença, entre gerações de mães e filhas tendo como ponto de interseção a personagem título.

Na trama, ambientada nos anos 1990, conhecemos Malu (Yara de Novaes), uma atriz desbocada com dias de sucesso no passado, que após se separar muda-se para uma casa em construção que comprou com o marido tempos atrás. Morando com a mãe conservadora (Juliana Carneiro da Cunha) e com a visita da filha (Carol Duarte) iniciando a fase adulta, uma série de conflitos se estabelecem e que logo rumam para a descoberta de uma cruel doença.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Tendo como único cenário uma casa em construção, que logo vira o reflexo de relações conturbadas que se estabelecem a partir da figura central, o filme busca no embate seu alicerce para preencher essa ciranda de atritos potencializado pelo tripê: conservadorismo, orgulho e imaturidade, representado pela mais forte característica de cada uma das personagens. A questão é que o discurso da revolução de um viver se perde com uma narrativa que apresenta os desafios do resolver os conflitos com as ações sendo mais fortes que os significados. Talvez seja mais marcante para quem já conhece essa história, ou conheceu Malu.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Ao longo de três meses de gravações – com o mesmo tempo anterior de ensaios – um fato que fica em evidência é a proximidade do diretor com a história. Fato que pode ser um trunfo ou mesmo um calcanhar de aquiles. Entre memórias emotivas, desabafos, e lapidado pelo orgulho como característica mais forte da personalidade explosiva de uma protagonista brilhantemente interpretada pelo furacão de emoções Yara de Novaes, o projeto se consolida como uma carta aberta do diretor para si mesmo sobre a mãe diagnosticada com uma doença neurodegenerativa.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Exibido em festivais que alcançaram cinco continentes, incluindo uma passagem pelo Festival de Sundance, Malu não deixa de ser um filme corajoso de Pedro Freire. Abrir as portas de uma história que o diretor conhece como poucos e deixar o público receber as mensagens íntimas que propõe deve ter sido uma jornada repleta de emoções. O ponto é se o público vai conseguir se conectar com tudo que queria ser transmitido.

A Vilã das Nove

a vilã das nove poster

 

Elenco:

Karine Teles
Alice Wegmann
Camila Márdila

 

Direção: Teodoro Poppovic

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Em A VILÃ DAS NOVE, seguimos Roberta, que atualmente se encontra na melhor fase de sua vida. Recentemente divorciada, ela vive com sua filha Nara em uma liberdade que ela não sente há muito tempo, até descobrir que alguém transformou seu maior segredo no enredo de uma novela – onde ela é a vilã.

Curiosidades: 

» O longa é uma coprodução entre a Star Original Productions e a Lupa Filmes;

» Além de dirigir, Teo Poppovic também assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

a vilã das nove poster

Fotos: 

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Malu

Ilustração de mulher sorrindo com braços erguidos.

 

Elenco:

Yara de Novaes
Juliana Carneiro da Cunha
Carol Duarte

 

Direção: Pedro Freire

Gênero: Drama

Duração: 103 min.

Distribuidora: Filmes do Estação

Orçamento: R$ 4 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2024

Sinopse: 

MALU, uma mulher de meia idade com um passado glorioso, se vê presa em um caos existencial. A complexa relação com sua mãe conservadora e com sua filha adulta torna a crise ainda mais aguda, em meio a momentos de carinho e alegria entre as três. Um retrato de uma mulher em busca da melhor versão de si mesma.

Crítica | ‘Malu’ – As dores da existência guiadas pelo furacão de emoções Yara de Novaes [Festival do Rio 2024]

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Pedro Freire também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz do filme Malu: Viver é Revolucionário.

Fotos: 

Mulher sorrindo, ao ar livre, dia ensolarado.

Silhueta de pessoas em cena sombria

Mulher idosa e jovem interagindo carinhosamente.

Pessoa lê livro, segurando cigarro aceso.

Crítica | Todo Tempo que Temos – Andrew Garfield e Florence Pugh Juntos em EMOCIONANTE Romance

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Receber o diagnóstico de uma doença é um momento muito difícil na vida de qualquer pessoa, e esse momento se torna ainda mais difícil se a doença já estiver em estágio avançado ou for incurável. Tanto a literatura quanto o cinema têm abordado bastante esse tema, primeiramente com um olhar mais dramático sobre e agora, nos últimos tempos, com um tom mais esperançoso nas produções, mesmo que nem sempre o final seja feliz. Muito mais inclinado a retratar o que há de bom na vida apesar dos pesares, estreia no cinema o romance dramáticoTodo Tempo que Temos’.

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Tobias (Andrew Garfield, de ‘O Espetacular Homem-Aranha’) é dono de uma grande empresa de produtos pra café da manhã e ele vive viajando, o que acaba destruindo seu casamento. Prestes a assinar o papel do divórcio, ele acaba atropelado por Almut (Florence Pugh, de ‘Duna – Parte 2’), e, por ironia do destino, os dois acabam se apaixonando perdidamente. Ela, uma importante chef de cozinha, tem ambiciosos sonhos de participar de competições e ele, com sua empresa segura, só pensa em ter uma família. Do encontro desses dois a vida vai acontecendo, até Almut ser diagnosticada com uma doença incurável e se dar conta de que tem pouco tempo de vida. Agora, Tobias e Almut precisam pensar em como vão passar todo o tempo que têm juntos.

Antes de qualquer coisa é preciso dizer que ‘Todo Tempo que Temos’ é simplesmente um filme adorável. Sim, ele é drama, e desde o início você já sabe como terminará a história, mas nem por isso o espectador se envolve menos com o enredo, pois o que vale aqui é a construção, é como esses personagens vão se desenvolvendo e fazendo escolhas que os levam para determinados caminhos. É, sim, desses filmes que fazem você chorar, sem você nem mesmo esperar por isso, como anteriormente o fez ‘Como Eu Era Antes de Você‘.

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O roteiro de Nick Payne (de ‘A Última Carta de Amor’), entretanto, pode gerar alguma confusão em quem assiste ao filme, pois faz a história não só ficar indo e vindo no tempo (e, considerando que o espaço de tempo deles é curto, poucos anos, são poucas as diferenças estéticas nas memórias) como também à medida que a trama avança, ela começa também a intercalar com memórias do presente. Ou seja, navegamos em três períodos de tempo em um intervalo curto, com muitos acontecimentos, e às vezes podemos nos perder se aquilo que vemos é passado, presente ou desejo de futuro.

O realizador John Crowley consegue extrair o melhor do seu elenco, em atuações intensas emocionalmente e carismáticas do casal protagonista. A química entre Garfield e Pugh chega a ser palpável – a gente realmente acredita que os dois são um casal. Há cenas belissimamente gravadas, como a do nascimento do bebê em um contexto absurdo, que mistura drama, tensão, adrenalina, romance e humor tudo numa única sequência que deixa todo mundo a flor da pele. E Andrew Garfield, especialmente, se mostra tão frágil e emotivo que em quase todas as suas cenas o ator parece a ponto de chorar; dá vontade de abraçar ele.

Todo Tempo que Temos’ tem drama, humor e esperança na medida certa. Não é um filme sobre doença ou sobre perda, mas sim sobre amor, apesar das doenças e das perdas no caminho. Um filme lindo, emocionante e que vai preencher o coração do espectador.

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‘Som da Esperança’: Drama cristão conquista 83% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

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Som da Esperança: A História de Possum Trot’ drama baseado em uma história real já está em cartaz nos cinemas. O filme fez uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação da crítica especializada, com base em 42 análises, e impressionantes 98% de aprovação do público.

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Os críticos elogiaram amplamente as atuações e o roteiro tocante, embora tenham apontado que a história é, em alguns momentos, simples demais e apresenta algumas falhas.

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“É a típica história acolhedora e sentimental de amor cristão que agrada ao público da igreja de maneiras que são praticamente inofensivas, mesmo que toque essas notas de forma direta e sem muita finesse”, disse Clint Worthington do RogerEbert.

Som da Esperança: A História de Possum Trot provavelmente ressoará profundamente com o público que busca uma narrativa inspiradora e fundamentada na fé. Sua representação edificante de comunidade, compaixão e o poder do amor proporciona uma experiência emocionante”, disse Linda Marric do HeyUGuys.

“O roteiro pode ser excessivamente simplista, mas este é um biográfico bem feito, cujo coração está claramente no lugar certo. Se você está procurando um drama leve que possa fazer você derramar uma lágrima ou duas, este filme atende a sua expectativa”, disse Matthew Turner do Action Reloaded.

“As atuações são excepcionais. A história é formulaica, mas muito inspiradora. É revigorante ver um filme que celebra os aspectos positivos e curativos da fé, em vez de usar a fé como arma para o poder político e a divisão”, disse Robert Roten do Laramie Movie Scope.

“Realmente é algo de proporções cinematográficas, mesmo com a abordagem voltada para o público evangélico- embora talvez outros também gostem”, Bill Arceneaux do Moviegoing with Bill.

“É uma história verdadeira com um coração tão grande quanto o Texas. O filme não suaviza o processo de adoção e apresenta boas atuações”, disse Joe Friar do Fort Worth Report.

“O longa adota uma abordagem positiva em uma comovente história de interesse humano, sem explorar seus personagens nem pregar para o público”, disse Daniel Eagan do Film Legacy.

“Um drama intenso baseado na fé, repleto de atuações impressionantes”, disse Christian Toto do HollywoodInToto.

Som da Esperança: A História de Possum Trot’ já está em cartaz nos cinemas.

Na trama, um pastor batista e sua esposa lideram uma grande campanha de adoção. Em uma pequena comunidade rural negra, o movimento que eles protagonizam resulta na conquista de novos lares para 77 crianças vulneráveis. Em pouco tempo, eles conseguem esvaziar o orfanato da pequena comunidade de Possum Trot, no estado do Texas.

Nina King, Demetrius Grosse e Elizabeth Mitchell estrelam a produção.

O filme foi desenvolvido pela Angel Studios, produtora do polêmico ‘Som da Liberdade‘.

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Curtiu ‘A Substância’? Conheça outros clássicos do Body Horror

Mulher deitada com cicatriz costurada nas costas.
the substance

A Substância’ é o novo sucesso cult da temporada, e já está disponível no MUBI. Um filme que definitivamente não é para todos os gostos, mas que vem dando o que falar – ao ponto de render comentários de especialistas sobre uma possível indicação a prêmios para a estrela veterana Demi Moore, que protagoniza o longa. Moore definitivamente se entrega de corpo e alma para a insanidade proposta pelo longa, em um dos mais intensos e empenhados desempenhos de sua carreira.

A Substância’ é totalmente fora da caixinha, mas o inegável é o trabalho minucioso da diretora francesa Coralie Fargeat (‘Vingança’) ao construir esse mundo particular em uma narrativa envolvente e que nos deixa imediatamente investidos. O filme se divide em duas partes. A primeira é uma crítica social afiada sobre etarismo na indústria do entretenimento – em especial voltado à mulher. A segunda parte é onde o filme ganha seus contornos de fantasia e terror, quando a tal substância do título entra em cena. É neste ponto que o longa se torna um “body horror”.

Se você nunca ouviu falar no termo “body horror”, ele é extremamente literal. Ou seja, “terror corpóreo”. É o tipo de filme que traz aflição, desconforto e agonia usando o corpo humano para tal. Sim, é o que nos causa “nojo”, geralmente associado a metamorfoses humanas em algum outro ser monstruoso. A repulsa e o grotesco também estão sempre em cena no subgênero.

E se você adorou a segunda metade de ‘A Substância’, abaixo listaremos alguns exemplares memoráveis do subgênero Body Horror para você colocar na lista e conhecer um pouco mais este tipo específico de filme. Confira.

A Mosca (1986)

Não dá para falar de Body Horror sem mencionar ‘A Mosca’. O filme é provavelmente o mais famoso do subgênero, e o primeiro que vem à mente dos cinéfilos quando nos referimos a tal termo. Aliás, ‘A Substância’ pega muitas influências do longa. E também não dá para falar de Body Horror sem falar no diretor de ‘A Mosca’, David Cronenberg, uma verdadeira sumidade no estilo. Neste filme, vemos a transformação gradual de um brilhante cientista em uma mosca humanoide após um experimento sair terrivelmente errado.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Um dos pré-requisitos para um eficiente Body Horror são efeitos especiais práticos de primeira. Ou seja, o povo da maquiagem e dos efeitos precisam criar algo crível para chocar a audiência. ‘A Mosca’ permanece um dos mais impressionantes. Outro que resistiu ao teste do tempo é ‘O Enigma de Outro Mundo’, de John Carpenter, um dos cult mais adorados dos anos 80. Aqui, cientistas no Ártico de deparam com um ser de outro planeta capaz de imitar a forma humana, criando assim um estado de paranoia completa, afinal você pode não ser você mesmo.

Titane (2021)

Saindo da década de 1980, para uma produção bem recente, aqui temos mais um exemplar comandado por uma talentosa jovem francesa. Julia Ducournau havia impressionado no circuito de festivais com sua estreia no impactante ‘Raw’, de 2016. Seu trabalho seguinte igualmente deu o que falar. ‘Titane’ traz um impressionante desempenho de Agathe Rousselle, no papel principal de Alexia, uma jovem com implantes metálicos em seu corpo, que com o passar do tempo começa a se identificar mais com uma máquina do que com uma humana, ao mesmo tempo em que seu corpo vai sofrendo tal modificação.

Seres Rastejantes (2006)

James Gunn se tornou um dos nomes mais badalados da cultura pop após ter feito três golaços com a trilogia ‘Guardiões da Galáxia’, da Marvel. Quando ressuscitou o título ‘Esquadrão Suicida’, a Warner percebeu que o cineasta não tinha como errar, e assim lhe deu carta branca para comandar uma nova fase do universo DC no cinema. E o lançamento será em 2025 com um novo ‘Superman’. Porém, muito tempo antes disso, Gunn entregou ‘Seres Rastejantes’, que reflete mais suas origens no terror e que fala vermes de outro planeta aterrorizando uma cidadezinha americana. Aqui, o Body Horror entra em cena com o personagem de Michael Rooker, que, infectado, começa a se tornar uma criatura grotesca.

Tusk – A Transformação (2014)

Até mesmo o diretor Kevin Smith decidiu molhar os pés no subgênero do Body Horror com ‘Tusk’, longa que se tornou um cult querido. Acredite se quiser, mas a ideia para o longa surgiu de um podcast, no qual o cineasta inventava a tal história insana. Ele conseguiu realiza-la em filme, contando sobre um entrevistador saindo dos EUA para o Canadá, a fim de ouvir uma história para lá de louca de um idoso. Muito cuidado com o que você deseja. Com uma atuação brilhante do saudoso Michael Parks como o idoso, ele decide transformar o entrevistador, através de uma série de cirurgias, em um leão marinho.

Viagens Alucinantes (1980)

Voltando para a década de 1980 (casa de alguns dos mais memoráveis Body Horrors do cinema), a obra do diretor Ken Russell é um interessante conto sobre ciência e regressão. Assim como em ‘A Mosca’, o saudoso William Hurt interpreta um cientista tão obcecado com sua própria teoria, que resolve se tornar cobaia de seu experimento de privação em um tanque sensorial. O sobrenatural e a ciência se encontram, quando o homem erudito viaja em uma jornada ao passado, em sua própria mente, se tornando um antepassado primitivo.

O Mistério do Cesto (1982)

O exemplar mais trash da lista, ‘Basket Case’ serviu de forte influência para ‘A Substância’, em especial no design de sua criatura final. Um clássico cult do terror, ‘O Mistério do Cesto’ conta a história de Duane (Kevin VanHentenryck), um jovem retraído e estranho, que vive para cima e para baixo com um misterioso cesto de palha. Ao longo, descobrimos a verdade bizarra sobre o objeto: ele guarda seu irmão gêmeo com má formação, que não passa de uma cabeça e dois braços – mas é extremamente agressivo e homicida.

Re-Animator – A Hora dos Mortos Vivos (1985)

Depois de David Cronenberg, um dos diretores mais devotos ao Body Horror dos anos 80 é Stuart Gordon, que não por menos se dedicou a adaptar as obras do romancista do terror fantástico H.P. Lovecraft, como por exemplo ‘Do Além’ (1986). No ano anterior, Gordon lançaria seu primeiro longa, que se tornou também seu filme mais famoso: o cult ‘Re-Animator’. Na trama com vibe de ‘Frankenstein’, cientistas descobrem uma forma de reanimarem os mortos, trazendo-os de volta à vida, mesmo que sejam apenas pedaços de corpos desmembrados, como uma cabeça falante, por exemplo.

A Cor que Caiu do Espaço (2019)

Por falar em Lovecraft, aqui temos um dos filmes mais recentes a adaptar uma de suas obras para as telonas. Quem estrela é Nicolas Cage, em um dos longas considerados de sua nova boa-fase no cinema. Cage vive um pai de família entrando em contato com uma entidade de outro planeta caída em sua propriedade rural. O ser é uma energia de luz que reflete a cor púrpura. É claro que ao tocar sua pele no ser, logo o sujeito e sua família irão começar a se tornar criaturas horrendas e insanas.

Hellraiser – Renascido do Inferno (1987)

Representante máximo do “cinema podreira” dos anos 80, no melhor sentido da palavra, o ‘Hellraiser’ original jamais será equiparado por alguma sequência ou refilmagem, sendo um dos longas mais grotescos não apenas da década, como também de todos os tempos. Como dito acima, ajuda e muito o fato do longa britânico ter tido à sua disposição uma equipe de maquiagem e efeitos práticos extremamente competente, que conseguiram, entre outras coisas, ressuscitar um ser humano desde uma mucosa até um esqueleto ensanguentado, depois um corpo com os músculos à mostra. Além da criação dos Cenobitas, entidades sadomasoquistas do inferno.

A Sociedade dos Amigos do Diabo (1989)

Um dos cults de terror dos anos 80 que começou a cair na boca dos fãs nos últimos tempos, ‘Society’ (no título original) é uma sátira à depravação social da alta classe. Quem estrela é Billy Warlock (S.O.S. Malibu), que vive um jovem se deparando com seu pior pesadelo. Ele descobre que seus pais ricos fazem parte de uma sociedade secreta, que não são apenas esnobes endinheirados, mas sim uma diferente espécie. Juntos eles realizam orgias em um culto repugnante, em um Body Horror único, que fez muito mais sucesso na Europa do que nos EUA em sua época de lançamento.

Trailer LEGENDADO de ‘Presence’, terror contado pela perspectiva do fantasma

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O CinePOP traz o trailer LEGENDADO do terror ‘Presence‘, que estreou oficialmente no festival Sundance 2024 e fez diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”.

A produção acompanha uma história sobrenatural através da perspectiva da entidade maligna.

Na trama…

Após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme brinca com as convenções do terror de uma casa mal-assombrada a partir da perspectiva do fantasma situado em uma casa recentemente reformada, com novos habitantes se mudando para lá – uma família, liderada por Lucy Liu e Chris Sullivan.

Como as famílias costumam fazer neste gênero, elas chegam com excesso de bagagem, tensões que esperam que se dissipem em um novo lar, um novo começo após um período de mal-estar.

Stephen Rodrick, repórter da Variety que acompanhou a sessão, afirmou que “eu não posso aguentar esse nível de estresse tão tarde na noite” após deixar precocemente a sessão, enquanto outros cinéfilos também se mostraram extremamente abalados com a experiência.

O próprio elenco do filme ficou afetado com a exibição. A atriz Lucy Liu afirmou: “Estou devastada. Meu corpo está reagindo como se eu não estivesse no filme.”

Apesar de parecer um típico filme de casa mal-assombrada, o grande diferencial da produção foi ter sido filmada sob a perspectiva da entidade que assombra o local, colocando o público à espreita da família ao lado do fantasma.

A jornalista Rafa Gomes estava na exibição e traz a crítica direto do Festival de Sundance:

https://cinepop.com.br/critica-presence-steven-soderbergh-brilha-na-direcao-em-intimidador-drama-sobrenatural-467048/

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Lucy Liu, Julia Fox e Chris Sullivan.

O roteiro foi assinado por David Koepp (‘Anjos e Demônios’).

O terror será programado para estrear no dia 17 de janeiro de 2025.

 

Rainha Elizabeth II vai aparecer em ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta’

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Conforme revelado pela Variety, o aguardado Paddington 3: Uma Aventura na Floresta’ não apenas trará Olivia Colman, intérprete da Rainha Elizabeth II na aclamada série ‘The Crown’, ao elenco – mas contará com uma breve aparição da verdadeira monarca.

Segundo informações, foi confirmado que a saudosa Rainha, que faleceu em 2022, aparecerá em uma foto ao lado do personagem-título – ambos desfrutando de um chá da tarde.

Sobre a homenagem, a produtora Rosie Alison comentou:

“[A família real] ficou muito feliz com o acontecimento. Mas não gostamos de fazer um alvoroço em relação a isso, porque Paddington é, obviamente, alguém bastante modesto”.

Vale lembrar que o filme chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2025.

No novo filme, Paddington (Ben Whishaw) deixa Londres e viaja à sua terra natal na América do Sul para visitar sua amada tia Lucy (Imelda Staunton), que agora reside no Lar para Ursos Aposentados. No entanto, o que seria uma pacata temporada de férias se transforma em uma aventura emocionante acontece quando um mistério os mergulha em uma jornada inesperada pela floresta amazônica e até os picos das montanhas do Peru.

O longa-metragem marca a estreia diretorial de Dougal Wilson e terá a produção de Paul King, Simon Farnaby e Mark Burton.

Além de Wishaw (‘007 – Sem Tempo para Morrer’), Colman (‘The Crown’) e Staunton (‘Harry Potter’), o elenco conta com Antonio Banderas (‘Zorro’), Carla Tous (‘Através da Minha Janela 3’), Emily Mortimer (‘Ilha do Medo’), Hugh Bonneville, Madeleine Harris, Samuel Joslin, Julie Walters e Jim Broadbent.

Lembrando que ‘Paddington‘ (2014) e ‘Paddington 2‘ (2017) arrecadaram quase US$ 500 milhões mundialmente.

Skeleton Crew | Disney lança trailer EMPOLGANTE da nova série Star Wars

skeleton crew

Diante de tantas séries pasteurizadas do universo Star Wars, parece que estamos diante de uma produção que realmente promete trazer algo diferente para a galáxia muito, muito distante. Na manhã desta sexta-feira (1º), a Disney lançou um trailer divertidíssimo de Skeleton Crew, nova série Star Wars que acompanhará um grupo de crianças que parte em uma aventura com piratas espaciais. Confira!

Ao som de Major Tom, o trailer dita o tom da série, que vai apostar em uma trama ao melhor estilo Os Goonies, trazendo aquele delicioso gostinho de aventura televisiva dos anos 80, enquanto Jude Law lidera um time de pirralhos em uma aventura pelo espaço sideral.

Contando uma história inédita na saga, Skeleton Crew busca agradar a todos os públicos deStar Wars, sendo destinada a pessoas de idades diferentes.

A série estreará oficialmente no dia 3 de dezembro, no Disney+.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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“No primeiro capítulo, somos apresentados a quatro crianças que fazem uma descoberta misteriosa em seu planeta natal aparentemente seguro e se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Encontrando seu caminho…”

Apesar da premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.

“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”

Mesmo com um elenco mais jovem, que conta com Ravi Cabot-Conyers, Kyriana Kratter, Robert Timothy Smith e Ryan Kiera Armstrong, Ford deixou claro que:

“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew é para todos, não importa a idade.”

Entre os diretores estão Bryce Dallas Howard (‘The Mandalorian’) e os vencedores do Oscar Daniel Kwan e Daniel Scheinert (‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’), além de David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), Jake Schreier (‘Beef’) e Lee Isaac Chung (‘Minari’).

Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew também será ambientada no mesmo período deO Mandaloriano’, ‘Ahsoka’ e ‘O Livro de Boba Fett’.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fett’ e agoraSkeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

“‘Skeleton Crew‘ é uma história sobre um grupo de crianças, de cerca de 10 anos, de um pequeno planeta que acidentalmente se perdem na vasta galáxia de Star Wars. E é a história de sua jornada tentando encontrar o caminho de casa… Nós gostamos da ideia de usar crianças para dar uma perspectiva diferente e ver a galáxia através de um par de olhos diferentes”, disse Watts.

A trama se passa após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘, e é descrita como “uma versão intergaláctica dos filmes de aventura dos anos 80 da Amblin“, produtora responsável por sucessos como ‘E.T – O Extraterrestre‘ e ‘Os Goonies‘.

Godzilla vai ganhar outro filme com diretor de ‘Godzilla Minus One’

Após o sucesso de ‘Godzilla Minus One’, o diretor Takashi Yamazaki supostamente comandará mais um filme japonês da franquia.

De acordo com o insider Daniel Ritchmann, Yamazaki será responsável pelo próximo filme da criatura, que será ambientado em seu país de origem.

Por enquanto, detalhes sobre a trama não foram revelados, mas especula-se que o filme seja uma sequência direta de ‘Minus One’, principalmente após o final do longa ter deixado pontas soltas.

Vale lembrar que ‘Godzilla Minus One‘ fez um enorme sucesso, recebendo, inclusive, o Oscar 2024 de Melhores Efeitos Visuais.

O longa teve uma excelente recepção entre os críticos, com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O filme está disponível na Netflix.

‘Gladiador 2’ ENFURECE estudiosos com imprecisões históricas: “Bobagem de Hollywood”

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Em 2023, o aclamado cineasta Ridley Scott causou um alvoroço nos historiadores franceses ao trazer inúmeras imprecisões históricas ao épico de guerra ‘Napoleão’ – e parece que conseguiu o mesmo efeito com a antecipadíssima sequência ‘Gladiador II’.

Em uma recente conversa com o The Hollywood Reporter, a historiadora Dra. Shadi Bartsch, especializada em Roma Antiga e que leciona na Universidade de Chicago, comentou sobre os inúmeros equívocos já presentes no trailer do longa-metragem.

“Isso tudo é bobagem de Hollywood. Não creio que os Romanos sabiam o que era um tubarão”, ela afirmou, mencionando uma das cenas disponíveis no trailer.

Bartsch comenta, porém, que batalhas navais, de fato, aconteciam no Coliseu.

A cena dos rinocerontes na lendária arena de batalha, entretanto, é parcialmente respaldada em fatos, dizendo que Marcial escreveu em 80 d.C. sobre um rinocerontes arremessando um touro em direção ao céu”; todavia, os animais em questão não tinham dois chifres, como mostrado no filme, mas apenas um. Além disso, não há quaisquer evidências de que os gladiadores, de fato, os usavam como montaria.

Um dos anacronismos mais gritantes apontados pela professora envolve uma cena em que um nobre Romano está bebendo chá em uma espécie de cafeteria, lendo o jornal da manhã – 1200 anos antes da invenção da imprensa.

“Eles tinham notícias diárias – Acta Diuma -, mas eram esculpidas e colocadas em certas localidades”, Bartstch aponta. “Você tinha que ir até lá, não era possível segurá-las em uma cafeteria. Aliás, eles não tinham cafeterias!”.

Lembrando que o filme será lançado no dia 14 de novembro nos cinemas nacionais.

Gladiador II‘ continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.

Além de Paul Mescal como o protagonista Lucius, a sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘).

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Agora vai? Mahershala Ali APROVA o novo roteiro de ‘Blade’

Blade finalmente parece ter caminho livre na Marvel Studios, após enfrentar muitos problemas e passar por adiamentos, sendo, inclusive, retirado do calendário de lançamentos do UCM.

De acordo com o insider Daniel Richtman, o novo roteiro do filme tem a aprovação do astro Mahershala Ali, que gostou do rascunho. Além disso, a Marvel supostamente está perto de encontrar um diretor para o projeto.

O insider acredita queBlade entrará em produção em 2025.

“Ali gosta do novo rascunho e eles estão perto de encontrar um diretor. É o filme do MCU com mais probabilidade de entrar em produção no ano que vem, sem nada tão próximo”, escreveu Daniel Richtman.

Vale lembrar que recentemente Richtman informou que o filme do caçador de vampiros será mais sombrio do que outras produções do Universo Cinematográfico da Marvel e terá um orçamento reduzido.

Antes de ser tirado do calendário de lançamentos, Blade estava datado para 7 de novembro de 2025.

A decisão do império dos quadrinhos de tirar o filme da pauta era amplamente esperada depois que o CEO da Disney, Bob Iger, declarou em uma teleconferência de resultados em 7 de maio que a Marvel lançará “no máximo três” filmes por ano.

Dos quatro filmes de super-heróis que a Disney havia programado para 2025 — incluindo “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, “Thunderbolts” e “O Quarteto Fantástico” — ‘Blade‘ era o projeto mais distante de começar a produção.

Além de Mahershala Ali, o elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.” 

Mostra SP | Crítica – ‘Saturday Night: A Noite Que Mudou a Comédia’ traz diversão caótica genial

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Sucesso absoluto nos EUA, o programa Saturday Night Live revolucionou a TV norte-americana e deu palco para alguns dos maiores comediantes da história do país, que eventualmente foram brilhar nos cinemas e alcançaram fama mundial. Nomes como Bill Murray, Dan Aykroyd, Chevy Chase e muitos outros ‘explodiram’ nas telinhas antes de chegarem às telonas, fazendo do SNL o humorístico de maior prestígio da televisão dos EUA.

Mas nem sempre foi assim. E é justamente essa fase de “vacas magras” que o cineasta Jason Reitman explora em Saturday Night: A Noite Que Mudou a Comédia*. Ainda sem data de estreia no Brasil, o longa é uma aventura cômica frenética sobre os bastidores da noite de 11 de outubro de 1975, data de estreia do Saturday Night Live, trazendo a público todos os diferentes tipos de caos que marcaram o lançamento do programa que quase foi cancelado em cima da hora.

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O longa é contado pela perspectiva do criador e produtor do programa, Lorne Michaels (Gabriel LaBelle), que teve de resolver as incontáveis pendências do programa de estreia, que estava sendo ameaçado pela direção do canal de sequer ir ao ar, faltando cerca de uma hora para o início do show. E é justamente em seu protagonista que reside o maior mérito. Quem já trabalhou em televisão certamente vai sair apaixonado da sessão, já que o filme consegue retratar com maestria a ansiedade e urgência que esse tipo de produção exige. E utilizar a figura de um produtor para conduzir a trama foi genial, porque é o profissional que fica sobrecarregado com as exigências e jamais pode ‘explodir’ ou perder o controle, senão o programa não acontece.

A atuação de LaBelle é muito sutil e competente. Ele não tem um grande rompante, mas é em suas expressões contidas que seu personagem diz tudo. Para intensificar essa sensação de ansiedade, a direção de Jason Reitman aposta em duas estratégias muito eficazes. A primeira é demarcar os horários em que cada situação acontece. Isso passa uma sensação de urgência terrível, ainda mais porque ele sempre termina a marcação com o relógio avançando um minuto, fazendo com que o público também sinta estar atrasado. É algo bobo, mas ajuda a galera a entrar na pele de Lorne.

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Mas a melhor ação da direção para criar esse senso de urgência é a aposta em planos-sequências que transitam entre os personagens nas situações mais caóticas. Tem vezes que você embarca em uma cena para resolver um problema, aí entra o Chevy Chase (Cory Michael Smith), por exemplo, e te carrega para uma problemática dele em outro núcleo. E sem ter os cortes de câmera, o público fica sem tempo para respirar, exatamente como Lorne e o resto do elenco.

É um projeto que transpira televisão e apesar de funcionar perfeitamente para quem conhece esse mundo de bastidores, é tudo conduzido de forma tão autêntica, divertida e caótica que certamente cativará a diversos públicos. Isso certamente foi uma preocupação das distribuidoras. Afinal, o SNL é um fenômeno cultural dos EUA, mas o programa em si não é algo de alcance mundial. Como vender um filme que teoricamente é fortalecido pela nostalgia para países que não viveram esses quadros clássicos, essas piadas na época? O Brasil mesmo tem um apego praticamente negativo com o Saturday Night Live, mas mesmo que boa parte do público não conheça os personagens retratados em tela, eles são tão perfeitamente conduzidos e interpretados que não tem como não embarcar na proposta do longa.

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Para quem é familiarizado com os personagens, então… O filme é um tiro certeiro no coração dos fãs. Ver esses ícones da comédia sendo retratado de forma tão fiel, politicamente incorreta e divertida é um deleite. Isso se deve ao próprio Reitman, que cresceu em meio a essa trupe revolucionária da TV norte-americana. Ele retrata os ícones, os cenários e os quadros com uma ótica glorificada, típica de quem se apoiou em memórias infantis para homenagear esses tempos diferentes.

E ver essa diferença de condução do programa e situações que parecem impensáveis nos dias de hoje, como ter um menino implorando para que as pessoas entrassem em um estúdio para ver a gravação de um novo programa de TV, ou ver um executivo ameaçando não exibir um programa já anunciado na grade televisiva simplesmente por achar que ele não vai dar certo, ou ainda ter de ir atrás do astro do programa faltando cinco minutos para o início porque ele decidiu patinar no gelo… São coisas tão absurdas que você pensa: “isso realmente aconteceu, porque ninguém seria sádico o suficiente para pensar em maldades desse tipo para com o pobre Lorne”.

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E vale destacar o trabalho de caracterização espetacular feito pela equipe. Nunca na vida pensei que enxergaria o Dan Aykroyd no Dylan O’Brien, mas ele não apenas convence, como também diverte no papel. É um elenco realmente escolhido a dedo e que jamais decepciona. Destaque para os veteranos Willem Dafoe e J.K. Simmons, que mantém seu já reconhecido padrão de qualidade.

No fim das contas, Saturday Night: A Noite Que Mudou a Comédia é uma gratíssima surpresa por conseguir fazer humor universal e não apenas se apoiar em memórias enlatadas para norte-americanos. É um filme que te prende, te deixa tenso, mas, acima de tudo, te diverte.

*Filme assistido na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

‘Alien’: Ridley Scott está DESENVOLVENDO novo filme da franquia

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Ridley Scott revelou recentemente ao The Hollywood Reporter que está trabalhando em um novo projeto da icônica franquia Alien‘.

O diretor não divulgou detalhes do projeto; no entanto, afirmou que a produção está em estágio inicial.

Após ter dirigido o primeiro filme da franquia, Scott voltou a comandar longas da saga com os títulos ‘Prometheus’ eAlien: Covenant’, que deveriam compor uma história a ser encerrada com um terceiro filme.

No entanto, após a recepção de ‘Covenant’ ser inferior ao esperado, o terceiro filme nunca foi lançado. Agora, os fãs especulam que o projeto anunciado por Scott possa ser a sequência do enredo iniciado em ‘Prometheus’.

Com uma sequência de Alien: Romulus’ confirmada pelo estúdio, Scott também pode ter se referido a esse projeto, onde deverá atuar novamente como produtor. Além disso, uma nova expansão da franquia, com uma trama inédita, não está descartada

Lembrando queAlien: Romulus’ foi o último filme da franquia.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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Shao Kahn em bela imagem de ‘Mortal Kombat 2’

Shao Kahn estampa uma nova imagem de ‘Mortal Kombat 2‘.

Confira:

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Após sua notável ausência no filme de reboot de 2021, o torneio de ‘Mortal Kombat 2‘ recebeu uma notícia promissora pelo astro Lewis Tan. Os detalhes do enredo permanecem em segredo para a continuação da adaptação de videogame de sucesso, embora seja esperado que continue seu enredo de Cole Young e outros lutadores poderosos protegendo Earthrealm das forças de Outworld, incluindo novos rostos Jade, Kitana, Shao Kahn, Auan Chi e Baraka.

Durante uma entrevista com o Collider, Tan prometeu uma continuação “muito sangrenta, muito sangrenta”:

“Para a sequência, posso prometer muito mais lutas, lutas muito mais longas. É muito sangrento, muito sangrento. Temos Karl Urban interpretando Johnny Cage. Temos uma boa amiga minha, Adeline [Rudolph], que interpreta Kitana. Martyn Ford interpreta Shao Khan. Há um torneio neste. É tudo o que posso dizer antes que fiquem bravos comigo. Mas olha, eles realmente ouvem as pessoas e o que aprendemos com o primeiro filme, e o tornamos 100 vezes melhor no segundo filme. Estou muito animado para que os fãs vejam.”, afirma.

Ed Boon, que serviu como consultor criativo de ‘Mortal Kombat 2‘, divulgou uma foto de Adeline Rudolph (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) como a Princesa Kitana e seu icônico leque.

“Recentemente, pude assistir (uma versão inacabada) de Mortal Kombat 2. Durante a exibição, hakeei o celular de Todd Garner (produtor), encontrei essa imagem do filme e enviei para meu celular. Eu posso vazar coisas também”, brincou.

Warner Bros. Pictures finalmente confirmou quando a aguardada sequência Mortal Kombat 2’ chegará aos cinemas.

O longa-metragem, cujas filmagens já terminaram, será lançado no dia 24 de outubro de 2025.

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro. Lewis Tan, Hiroyuki Sanada, Joe Taslim, Jessica McNamee, Mehcad Brooks, Max Huang e vários outros voltam para o elenco da continuação.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

Primeira foto de Barry Keoghan no filme ‘Peaky Blinders’

Enquanto o filme de Peaky Blinders está sendo produzido, os fãs esperam ansiosamente por novidades e pelo lançamento na Netflix.

Agora, para aumentar as expectativas, o longa ganhou uma nova foto estampada por Barry Keoghan.

Confira:

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Recentemente, o filme de Peaky Blindershavia recebido sua primeira imagem oficial, com Cillian Murphy retornando como o icônico Tommy Shelby, personagem que se tornou aclamado pelos fãs da produção.

Com a foto, a Netflix também aproveitou para aproveitar o início oficial da produção do longa.

Além da primeira imagem oficial do personagem no filme de ‘Peaky Blinders, a Netflix também divulgou uma imagem de Cillian Murphy no set de filmagens, acompanhado por Steven Knight, o criador da série.

Pode comemorar: Thomas Shelby está de volta.

Cillian Murphy e Steven Knight estão passando aqui pra avisar que a produção do filme de Peaky Blinders já começou!

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— Netflix Brasil (@netflix-br.bsky.social) September 30, 2024 at 12:10 PM

Segundo o criador da série, Steven Knight, já havia adiantado que a história do filme se passará durante a Segunda Guerra Mundial.

Tom Harper será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Steven Knight.

Relembre o trailer da 6ª e última temporada de Peaky Blinders’: