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Live-action de ‘The Legend of Zelda’ será lançado ANTES de 2030

Em uma nota para a imprensa divulgando seus próximos projetos, a Nintendo revelou que o filme live-action de ‘The Legend of Zelda‘ será lançado antes de 2030.

No anúncio, a empresa confirmou ‘Super Mario Bros.‘ para 2026, e ‘The Legend of Zelda‘ para “202X”.

O diretor do live-action, Wes Ball, compartilhou recentemente suas expectativas para o próximo filme, revelando que a franquia é uma das coisas mais importantes para ele.

“Estamos trabalhando nisso. Acho que vai ser ótimo. Os fãs vão ficar felizes. The Legend of Zelda, para mim, é uma das coisas mais importantes em toda a minha vida. Você sabe, ao lado de Star Wars”, disse Ball segundo o Games Radar.

“Joguei Legend of Zelda desde a minha infância até a vida adulta. Você entende? Sou um fã. Sou um fã como vocês. Farei de tudo para garantir que seja o filme que todos esperamos que seja.”

Lembrando que em entrevista ao CBR, o cineasta não pôde revelar muitos detalhes sobre o projeto, mas disse que está planejando fazer algo “especial” com o filme.

“Eu realmente não posso dizer nada”, ele disse. “Aprendi no passado que tudo o que digo é tirado do contexto. Provavelmente é mais seguro não dizer nada até que tenhamos algo concreto, o que tenho certeza que acontecerá em algum momento. Estou muito emocionado e feliz por fazer parte disso. Tem sido um sonho [de toda a vida] para mim, basicamente… Fazer parte de um filme de The Legend of Zeldae fazer algo especial”.

Criada em 1986 por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, a série de jogos mistura, fantasia ação e aventura ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.

Durante a apresentação da Sony no Consumer Electronics Show de 2024, o CEO Kenichiro Yoshida elevou as expectativas para a produção, dizendo que “os fãs podem esperar uma incrível história de aventura e descoberta” (via ComicBook).

Por enquanto, detalhes sobre o enredo e o elenco ainda não foram divulgados, mas a direção deve ficar a cargo de Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reino’), enquanto a cadeira de produtor será ocupada por Avi Arad, responsável pelos filmes do ‘Homem-Aranha‘.

Por falar nisso, com o anúncio da adaptação, surgiu uma grande especulação se a atriz Patricia Summersett, que emprestou sua voz à Zelda em diversos jogos da franquia, se candidataria ao papel no filme.

Durante uma entrevista à Games Radar+, a atriz respondeu:

“Claro que sim”, afirmou Summersett. “Eu adoraria interpretar Zelda repetidamente.”

“Estou bastante conectada à base de fãs agora”, declarou. “Já se passaram sete anos, então esta é minha vida. Foram três jogos, e eu sempre poderia ter mais disso. Eu amo essa parte da minha vida e da comunidade. Não que isso vá embora tão cedo. É uma alegria absoluta.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Curtiu ‘A Hora do Vampiro’? Conheça ‘Missa da Meia-Noite’, a melhor obra sobre vampiros da última década!

A Hora do Vampiro’ é o mais recente lançamento de terror da plataforma Max, da Warner Bros. Os mais escolados sabem muito bem se tratar da mais recente adaptação do livro ‘Salem’s Lot’, do mestre do gênero, Stephen King. E bem, apesar de o remake não ser o completo desastre de trem que vinha sendo anunciado, também não é um filme que guardaremos como memorável. Isso em parte se deve pelo sucesso da minissérie ‘Missa da Meia-Noite’ (2021), uma adaptação muito mais eficiente da obra de King. Mas vamos com calma.

Como dito, ‘A Hora do Vampiro’ é a nova versão de um conto clássico do mestre Stephen King. De fato, ‘Salem’s Lot’ foi o segundo livro da carreira de King, lançado em 1975. O primeiro foi ‘Carrie – A Estranha’, em 1974. Seguindo esta ordem, ‘Carrie’ também foi o primeiro a ganhar uma versão para os cinemas. E ‘Salem’s Lot’ foi o segundo. Antes mesmo da obra-prima ‘O Iluminado’, a história de vampiros de King ganhou uma versão em audiovisual, meio desconhecida do grande público ainda hoje. E o motivo para isso é que a história se tornou não um filme nos cinemas, mas sim uma minissérie em dois episódios que passou na TV norte-americana, na rede CBS em horário nobre.

‘Os Vampiros de Salem’ foi a segunda adaptação de uma obra de Stephen King para o audiovisual.

Apesar de ser concebida e realizada bem no estilo do que era a TV antigamente, a obra foi dirigida por Tobe Hooper, então saído do fenômeno cultural ‘O Massacre da Serra Elétrica’ (1974). Com o título ‘Os Vampiros de Salem’ (no Brasil), a minissérie foi ao ar em 1979. É claro que depois, na era das videolocadoras, a produção foi comercializada como uma fita dupla, assim como muitas das obras de King, como ‘It – Uma Obra-Prima do Medo’ e ‘Tommyknockers’.

Na década de 1980, ‘Salem’s Lot’ finalmente chegaria aos cinemas, embora muitos sequer lembrem. Acontece que foi na forma de uma produção sem-vergonha do saudoso picareta Larry Cohen. A obra nada tinha a ver com o texto de Stephen King, e se tratava de uma continuação da minissérie da década anterior. Apesar da baixíssima qualidade, o longa foi um lançamento da Warner, e também seria a única vez que a criação de King (de uma forma ou de outra) foi lançada nos cinemas.

Poucos devem saber ou lembrar, mas ‘Os Vampiros de Salem’ teve uma continuação para os cinemas em 1987.

Em 2004, mais uma minissérie usando o texto de King como base chegava às telinhas. Desta vez no canal a cabo TNT. Novamente em dois episódios, quem protagonizada a história aqui era Rob Lowe, mas a produção ainda contou com nomes de peso como Donald Sutherland, Rutger Hauer, James Cromwell e Andre Braugher.

Na trama de ‘Salem’s Lot’, o escritor Ben Mears retorna à sua cidadezinha no coração dos EUA, no Maine (onde se passam a maioria das histórias de Stephen King). O local em questão é a fictícia Jerusalem’s Lot, e o título é a sua abreviação. Aliás, esse é mais um protagonista de Stephen King que é um escritor. Uma vez no local, Mears começa a notar que a cidade não está exatamente como era antes, e situações misteriosas começam a ocorrer, coincidindo com a sua chegada.

Rob Lowe foi o protagonista da versão da TNT para a obra de King há 20 anos, em 2004.

O novo morador do local é o suspeito Straker, dono de uma loja de antiguidades, que fez moradia na antiga mansão Marsten. Esse é o título, aliás, da segunda minissérie (da TNT) aqui no Brasil (‘A Mansão Marsten’). O local por si só tinha fama de amaldiçoado, e agora a sua fama irá corresponder. Ao mesmo tempo em que investiga os acontecimentos suspeitos, Mears se envolve com Susan e conhece o menino Mark, que terminará a história como seu “sidekick”. E sim, essa é uma história de vampiros, que até tem inspiração no clássico Drácula, de Bram Stoker. Straker, por exemplo, é o equivalente de Renfield, preparando a chegada de seu mestre. Aqui o vampirão é Kurt Barlow, um ser monstruoso, cujo visual tem clara inspiração em ‘Nosferatu’.

A nova versão do conto, intitulado por aqui ‘A Hora do Vampiro’, é mais uma que infelizmente não conseguiu ver seu lançamento nas salas de cinema. Ou seja, de quatro obras com o título, apenas uma, a mais picareta e que não era oficialmente uma adaptação do conto de King, foi a que estreou nas telonas. ‘A Hora do Vampiro’ tem produção de outro mestre, James Wan, e direção de seu apadrinhado Gary Dauberman, responsável pelo comando de ‘Annabelle 3’.

O onipresente James Wan é o produtor da nova versão, agora chamada ‘A Hora do Vampiro’.

Anunciado desde 2019, ‘A Hora do Vampiro’ gerava grande expectativa por parte dos fãs, em especial pois seria a primeira vez que o conto de King iria para as telonas em grande estilo. Seria a primeira oportunidade dos fãs assistirem à sua querida história na tela grande, feita da maneira certa. Enquanto ainda estava sendo filmado, eis que surge na surdina uma grande pedra no sapato de ‘A Hora do Vampiro’, trazida pela rival Netflix.

Corta para 2018, um ano antes da produção de ‘A Hora do Vampiro’ começar. Esse foi o ano do lançamento de ‘A Maldição da Residência Hill’, grande sucesso da Netflix na forma de uma minissérie em 10 episódios, que parou e surpreendeu positivamente os fãs de terror e a cultura pop de forma geral. Escrito, dirigido e produzido por Mike Flanagan, a obra é uma adaptação moderna do clássico livro de Shirley JacksonThe Haunting of Hill House’. A qualidade da minissérie foi assombrosa, e muito comentada na época.

Não me leve a mal, mas ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é a melhor adaptação de ‘Salem’s Lot’.

Dois anos depois, Mike Flanagan se uniu de novo à Netflix, desta vez para adaptar ‘A Volta do Parafuso’, de Henry James, na forma de outra minissérie, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’, em 2020. Mas o autor não parou por aí, e logo no ano seguinte buscava um novo projeto para a parceria. ‘Missa da Meia-Noite’ recuperou o prestígio absoluto de sua primeira minissérie, e se tornou a primeira obra original do realizador. Bem, original em partes, porque o que Flanagan fez foi pegar bastante inspiração justamente em ‘Salem’s Lot’.

Missa da Meia-Noite’ é uma reimaginação não declarada (ou talvez sim) da obra de vampiros de Stephen King. Vejam esta história: Riley Finn retorna à sua velha cidadezinha, localizada em uma ilha, em uma região pesqueira e humilde dos EUA. No local, ele encontra uma antiga paixão, nas formas de Erin. O sujeito começa a perceber situações bem estranhas, em especial no diz respeito ao novo padre do local, o Padre Paul (o rouba-cenas Hamish Linklater). Sem querer estragar para os que não assistiram, essa também é uma história de vampiros, e pela sinopse podemos perceber que guarda inúmeras similaridades com o conto de King.

Missa da Meia-Noite’ é a mais potente minissérie do mestre Mike Flanagan.

De fato, o próprio Stephen King não poupou elogios ao resultado da minissérie após seu lançamento. E foi uma via de mão dupla, pois Mike Flanagan tampouco escondeu sua inspiração no famoso conto do escritor. ‘Missa da Meia-Noite’ é a melhor adaptação do livro de King porque, primeiro, não se declara como tal. Segundo, traz um tema batido e o moderniza para os dias de hoje, inserindo muitas das questões sociais pertinentes, como fanatismo e cegueira religiosa, má interpretação da bíblia, preconceito racial contra imigrantes, e por aí vai. Fora isso, toma muitas liberdades criativas com o material, já que não é declaradamente uma refilmagem, e cria inúmeras reviravoltas inesperadas, incluindo o destino de alguns dos personagens principais.

Missa da Meia-Noite’ se tornou sensação e todo mundo estava falando sobre ela. Seu lançamento foi em 2021, mas ela ecoou por 2022 também. Sendo assim, essa era justamente a época que ‘A Hora do Vampiro’ estava para sair. O longa foi adiado para o ano de 2023 e novamente para 2024. Por um longo tempo o projeto ficou escondido, e chegou a ser arquivado. Na época especulava-se que seu destino seria igual ao de produções como ‘Batgirl’ e ‘Coyote vs. Acme’, dois filmes prontos que a Warner simplesmente colocou em seu cofre e coletou o dinheiro do seguro. ‘A Hora do Vampiro’ parecia se encaminhar para o mesmo.

A Hora do Vampiro’ era planejado para o cinema, mas ficou no streaming. Antes o filme havia sido engavetado.

Eis que nos 45 do segundo tempo, a Warner anuncia o filme para o halloween de 2024, mas não nas salas de cinema como havia sido planejado, e sim para uma estreia direto na Max. Embora jamais tenha sido divulgado, e provavelmente nunca será, ‘Missa da Meia-Noite’ pode ter tido efeito na estreia de ‘A Hora do Vampiro’, já que ambas as obras trazem tramas muito similares. Entre mortos e feridos, ambos se deram bem. ‘Missa da Meia-Noite’ se tornou fenômeno em sua época de lançamento, mesmo que hoje, três anos depois não seja mais tão falada quanto deveria. E ‘A Hora do Vampiro’ também não fez feio, já que conquistou o primeiro lugar do top 10 da Max. O longa ainda se mantém no ranking hoje, em terceira posição.

Artigo | Como ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ representa o VERDADEIRO amadurecimento dos bruxinhos

Em 2004, a franquia Harry Potter passava por uma profunda mudança em sua estética com o lançamento de ‘O Prisioneiro de Azkaban’, adaptando o terceiro romance da saga assinada por J.K. Rowling. É notável como, através de uma sólida direção de Alfonso Cuarón, toda a imagética antes infantil que rodeava Harry, Rony e Hermione começou a transformar em um profundo conto de terror e suspense que apenas ganharia mais camadas nos capítulos seguintes. Todavia, enquanto o filme em questão deu os primeiros passos nesse amadurecimento compulsório, não foi até ‘O Cálice de Fogo’ que as temáticas receberiam uma roupagem ainda mais densa e chocante.

Lançado um ano depois de ‘Prisioneiro de Azkaban’, a quarta iteração da franquia mágica se inicia com uma tenebrosa e arrepiante sequência que dá continuidade aos eventos anteriores. Após escapar de uma possível prisão, Rabicho (Timothy Spall) reúne-se com outros asseclas de Lord Voldemort para trazê-lo de volta à vida, esquadrinhando um plano temeroso cujos corolários são inimagináveis. Pouco depois, percebemos que o retorno d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está intrinsicamente ligado aos constantes pesadelos sofridos por Harry (Daniel Radcliffe), indicando que o perigo está cada vez mais perto e premeditando reviravoltas que mudariam para sempre a perspectiva do protagonista acerca da própria vida e do que irá acontecer.

Durante a Copa Mundial de Quadribol, Harry, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) ficam cara a cara com os Comensais da Morte, seguidores ferrenhos de Voldemort, pela primeira vez – e têm certeza de que, talvez, Hogwarts não seja mais tão segura (não que fosse uma fortaleza impenetrável, para início de conversa). Assim que conseguem se desvencilhar das garras do Ministério da Magia, que acreditam que os três jovens foram responsáveis por dessacralizar o mundo dos bruxos com a invocação da Marca Negra, eles voltam à escola para descobrirem que ela será palco do Torneio Tribuxo – uma competição árdua que reúne os melhores alunos para digladiarem pela honra eterna, enfrentando obstáculos mortais em três provas quase impossíveis. E, como podemos imaginar, Harry é selecionado para participar do Torneio, tornando-se uma presa fácil para forças externas encontrarem-no e matarem-no.

É notável a mudança artística que acomete o filme: se no capítulo anterior tínhamos sido engolfados na melancolia do azul e do verde, aqui ambos os tons são camuflados com pinceladas mais obscuras e de pura desesperança. É claro que tais conceitos seriam explorados com firmeza maior nos títulos subsequentes, mas o diretor Mike Newell e o diretor de fotografia Roger Pratt compõe um contraste significativo de cores que permeia as tramoias de Voldemort e seus asseclas, o coming-of-age dos personagens principais, que agora adentram a adolescência e as significativas mudanças hormonais, o Baile de Inverno e as tarefas do Torneio Tribruxo. Mesmo com uma quantidade exacerbada de tramas e subtramas, a estética identitária une os pontos em uma letargia que se sagra nos momentos finais do terceiro ato.

O motivo é simples: esta é a primeira vez que Harry e seus amigos lidam, de fato, com o conceito da morte. É claro que o nosso herói já tinha presenciado a morte dos pais, mas era muito novo para sequer se lembrar de alguma coisa. Agora, ele tem a maturidade o suficiente para não apenas sofrer com as angústias de sua idade – como o amor não correspondido, os traumas de um passado que se recusam a ir embora e uma necessidade de se provar para todos -, mas com uma desesperadora tragédia à qual ele é impotente para impedir.

Como bem nos lembramos, a terceira tarefa do Torneio é ambientada em um labirinto metamorfo recheado de criaturas perigosas – algo que não vemos no filme, mas que está presente no romance original. Eventualmente, Harry e Cedrico (Robert Pattinson) encontram a Taça da Vitória no centro do labirinto e, ao tocarem-na, são transportados para um cemitério amedrontador, coberto por uma densa névoa e onde Lord Voldemort seria trazido de volta à vida por Rabicho. Mas, antes disso acontecer, Cedrico tenta proteger seu amigo ao enfrentar Rabicho, apenas para ser atingido pelo feitiço Avada Kedavra e transformar-se em um cadáver gélido e inexpressivo. Depois de enfrentar Voldemort e os Comensais com a ajuda da energia psíquica daqueles que já se forma, incluindo seus pais, Harry consegue levar o corpo de Cedrico de volta a Hogwarts e anunciar que o Lorde das Trevas, enfim, retornou.

Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, estando presente no momento da morte de Cedrico, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.

Lembrando que a saga Harry Potter está disponível no catálogo da Max.

Matthew Lillard revela EMPOLGAÇÃO em voltar em ‘Five Nights at Freddy’s 2’

Em uma nova entrevista com a GamesRadar+, Matthew Lillard (‘Pânico’) falou sobre sua empolgação em voltar na aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘, baseada na popular saga de videogames. 

“Eu não tinha ideia do que estava fazendo quando começamos. Eu não joguei Five Nights, mas meus filhos jogaram. E então, quando a oferta chegou, foi meu filho do meio, Ace, que disse, você tem que aceitar esse trabalho. William Afton é esse papel enorme”, disse Lillard ao GamesRadar+.

“E foi a mesma coisa com a diretora [Emma Tammi]. A diretora disse, olha, não há muito o que fazer no primeiro filme, mas ele é o centro do universo em termos de maldade. E tendo sido deixado de fora de muitas sequências, fiquei muito animado com a ideia de poder me apoiar em uma comunidade. Você sabe, em algum momento bem no começo, o criador do jogo [Scott Cawthon]. Ele disse que em um ano ou mais, as pessoas não vão conseguir imaginar William Afton sem pensar em você.” 

Vale lembrar que o personagem de Lillard teve uma conclusão não apenas sinistra no final do primeiro filme, como também apontou para a origem de uma das figuras mais icônicas da franquia – que deve ganhar um grande destaque no próximo filme.

A sequência está programada para estrear nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro de 2025, um dia antes da estreia nos EUA.

Emma Tammi retornará à direção.

 

‘Atômica 2’: Diretor dá atualização sobre a sequência da ação estrelada por Charlize Theron

Em 2021, foi confirmado que a Netflix estava supervisionando a sequência de ‘Atômica’, filme de ação estrelado por Charlize Theron – mas, desde então, nenhuma outra informação foi revelada sobre o longa-metragem.

Ao falar com o The Direct durante um evento de comemoração do décimo aniversário de ‘John Wick‘, o diretor David Leitch deu uma atualização decepcionante sobre o status de ‘Atômica 2‘.

“Todo mundo ainda está tentando desvendar problemas de direitos autorais, e o filme migrou da Universal para a Netflix por um tempo, e agora se tornou um pequeno gargalo de muitas forças trabalhando umas contra as outras para tentar fazê-lo, porque é uma ótima peça de propriedade intelectual e seria incrível voltar e revisitar aquele mundo e aquele personagem. Então, espero que possamos fazê-lo…” 

Lançado em 2017, ‘Atômica‘ arrecadou apenas US$ 95 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 30 Milhões.

Em ‘Atômica‘, Theron interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.

O elenco também conta Sofia Boutella, John Goodman e Toby Jones. A direção fica a cargo de David Leitch, responsável por ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ e o roteiro é assinado por Kurt Johnstad.

Confira nossa crítica:

Fracasso de bilheteria, ‘Transformers: O Início’ pode ganhar sequência

transformers one

Apesar das críticas positivas, o filme animado ‘Transformers: O Início‘ encerrou sua jornada com apenas US$ 127 milhões nas bilheterias mundiais – a menor arrecadação da franquia.

O CEO da Hasbro Entertainment, Oliver Dumont, falou sobre a possibilidade:

“É muito cedo, mas nunca é cedo demais para pensar no que é possível! Na verdade, saindo de TRANSFORMERS – O INÍCIO, temos explorado projetos futuros com o diretor do filme, Josh Cooley. A franquia TRANSFORMERS tem uma história tão rica e um fandom apaixonado, então há tantas facetas que ainda precisam ser exploradas no entretenimento.”, afirmou. 

Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers – O Início‘ trouxe uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.

Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$ 4,3 bilhões.

‘Jogos Mortais’: James Wan revela condição para retornar à franquia

James Wan, o mestre do terror que deu vida à icônica franquia Jogos Mortais, revelou em uma recente entrevista a People seus sentimentos sobre a série que o lançou à fama.

Quando questionado sobre a possibilidade de retornar à franquia, Wan foi cauteloso: “Eu nunca diria nunca, mas teria que ser algo extremamente especial para eu querer voltar. E agora, tenho tantos outros projetos em andamento que significam muito para mim. Então, prefiro focar neles e ver esses projetos saírem do papel antes de revisitar algo que já fiz”.

Wan também revelou que, caso tivesse continuado à frente da franquia, “teria seguido um caminho diferente” em certos aspectos. “Mas é por isso que nunca fui crítico sobre para onde a franquia foi”, afirmou.

O diretor elogiou os diretores subsequentes e a Lionsgate por continuarem a expandir o universo deJogos Mortais com sucesso.

“Todos fizeram um ótimo trabalho em conduzir essa franquia e seguir fazendo tantos filmes quanto fizeram. Então, parabéns a eles por saberem o que fazer e para onde sentiram que a história precisava ir”, disse Wan.

Apesar do sucesso da franquia, Wan admite ter algumas reservas em relação ao primeiro filme.

“Não há nada de perfeito nesse filme para mim. A produção de Jogos Mortais foi literalmente eu passando cada dia lutando por coisas que não conseguia. Então, embora o filme e a franquia sejam um conforto para muitas pessoas, como cineasta, como diretor, você não pode deixar de ver todas as coisas que não conseguiu”, explicou.

“Acho que é assim que somos como artistas: não vemos o copo meio cheio — vemos o copo meio vazio”, reforçou.

Wan também comentou sobre a recepção positiva do primeiro Jogos Mortais: “Mas, obviamente, as pessoas amaram. E agora, definitivamente, posso olhar para trás com uma perspectiva mais positiva do que eu sentia naquela época”.

Por fim, ele declarou: “Sou grato, acho, pelo tamanho do orçamento, porque isso me forçou a ser o mais criativo possível”.

Lembrando que Jogos Mortais foi feito com um orçamento de apenas US$ 1,2 milhão e arrecadou mais de US$ 109 milhões nas bilheteiras.

Lembrando que o 11º filme da saga já está em desenvolvimento – e trará ninguém menos que Tobin Bell de volta como o icônico serial killer John Kramer/Jigsaw.

Em uma recente entrevista ao The Los Angeles Times, Bell revelou que a história do protagonista ainda não terminou e que ele irá regressar para o novo longa.

“Estou muito animado em continuar a desenvolvê-lo”, ele disse. “John Kramer ainda não acabou. Há mais a se aprender”.

Bell continua, dizendo que reconhece que pode começar a ser rotulado por interpretá-lo por tanto tempo, mas que aproveita a oportunidade para criar uma “rica experiência de atuação”:

“Se, sendo rotulado, eu puder criar uma rica experiência de atuação – e foi por isso que me tornei ator – faça isso, vá em frente. É responsabilidade de todo artista criar a partir de tudo o que lhe é dado; e é meu trabalho mudar a percepção que você tem de mim. Se você quiser me perceber de uma certa maneira, talvez me veja de forma diferente quando assistir ao próximo filme”.

Lembrando que a sequência tem estreia agendada para o dia 26 de setembro de 2025.

Kevin Greutert, diretor de ‘Jogos Mortais X‘, retorna ao comando do novo filme. Ele também dirigiu ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais – O Final‘.

Infelizmente, o longa não vai contar com o retorno dos roteiristas do filme anterior, Josh Stolberg e Pete Goldfinger.

James Gunn desmente MAIS UM rumor envolvendo o DCU; Entenda!

Desde que entrou para a DC StudiosJames Gunn desmentiu inúmeros rumores sobre os projetos do panteão super-heroico.

O mais recente deles afirmava que Gunn iria escrever e dirigir um filme da Liga da Justiça. Os boatos indicavam que o realizador faria um projeto que modernizaria os quadrinhos ‘Liga da Justiça: A Nova Fronteira’.

Para aqueles que não conhecem, a narrativa foi assinada e desenhada por Darwyn Cooke, e publicada pela DC Comics em 2004 através de seis volumes. A trama é ambientada nos anos 1950 e retrata Superman, Batman e Mulher Maravilha (super-heróis da Era de Ouro) conhecendo Flash, Lanterna Verde e Caçador de Marte (super-heróis da Era de Prata). A história, inclusive, funciona como ponte entre o fim da Era de Ouro e o começo da Era de Prata no Universo DC.

Porém, através do Threads, Gunn desbancou os rumores, escrevendo: “não, desculpem. Não há qualquer verdade sobre isso. Eu amo ‘A Nova Fronteira’ e essa mágica história alternativa é uma grande influência na DC Studios”.

 

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Enquanto os fãs especulam sobre mais personagens e astros, vale lembrar queSuperman marcará o início do novo DCU sob o comando de James Gunn.

O filme tem lançamento marcado para o dia 11 de julho de 2025.

David Corenswet interpretará o Super-Homem, enquanto Rachel Brosnahan viverá Lois Lane no longa.

Hulk Hogan explica por que cinebiografia da Netflix com Chris Hemsworth foi CANCELADA

Desde 2019, Chris Hemsworth estava se preparando para interpretar o ex-lutador Hulk Hogan em uma cinebiografia dirigida por Todd Phillips (‘Coringa’) para a Netflix.

No entanto, Phillips revelou em agosto deste ano que o projeto não estava mais em desenvolvimento depois que a plataforma de streaming abandonou a ideia.

Agora, Hogan forneceu mais detalhes sobre o motivo da atração não ter seguido em frente, explicando que certos aspectos do contrato não funcionaram.

“Eles meio que perderam o ritmo no contrato [quando o produtor Patrick Bet-David disse que a Netflix estragou tudo]. Houve um pagamento que não foi feito no momento certo”, ele afirmou em entrevista ao podcast PBD. “O roteiro era incrível. Scott Silver, que escreveu o roteiro de Coringa’, ‘O Lobo de Wall Street’ e vários outros filmes, disse: ‘essa é a melhor coisa que já escrevi’. isso é muito bom. Na época, eu estava em um espaço onde contei a ele coisas positivas sobre o wrestling.”

Ele continua, afirmando que o roteiro, na verdade, era bastante denso – e que Hemsworth poderia inclusive ganhar um Oscar por sua performance:

“Passei cerca de três anos com esse roteirista, indo e voltando. Quando li, estava muito, muito sombrio, se essa é a palavra certa. Mas era provavelmente o que o público queria ver. Quando li, pensei: ‘Meu Deus, se essa coisa for lançada…’. houve rumores de que Chris Hemsworth nunca havia interpretado uma pessoa real antes e que provavelmente poderia ganhar um Oscar”.

Para quem não conhece, Hogan alcançou popularidade nacional em 1980 e 1990, como o personagem Hulk Hogan na World Wrestling Federation (WWF, agora WWE). Encabeçando diversos par-per-views em sua carreira, as exibições de seus confrontos sempre foram populares, rendendo ao lutador uma condecoração por sua jornada no Hall da Fama da WWE, em 2005.

‘Stranger Things’: Netflix divulga títulos OFICIAIS dos últimos episódios da série; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 5ª e última temporada de Stranger Things, apresentando os títulos dos episódios.

Confira:

1. Missão de Resgate
2. O desaparecimento de […]
3. A Armadilha
4. Feiticeiro
5. Armadilha de Choque
6. A Fuga de Camazotz
7. A Ponte.
8. O Mundo “Direito”

A nova temporada estreia em 2025, ainda sem dia confirmado.

Em uma recente participação ao podcast Happy Sad Confused, David Harbour compartilhou informações empolgantes sobre o ciclo de encerramento.

De acordo com o ator, que interpreta Jim Hopper, o final da série promete entregar muita qualidade, sendo o melhor episódio de toda a produção.

O ator destacou que, muitas vezes, se incomoda com episódios que não o agradam, indicando ser exigente com o conteúdo; no entanto, demonstrou ter ficado satisfeito com o que foi planejado para o encerramento de Stranger Things.

“Posso ser muito crítico com esse show. Eles acertam a mão, e é o melhor episódio que já fizeram. O final desse episódio, quando estávamos lendo — apenas nós lendo —, cerca de metade do caminho, as pessoas começaram a chorar. Então, nos últimos 20 minutos, foi um choro incontrolável”, disse Harbour.

Após afirmar que parte do choro também se deve ao fato de o elenco principal ter crescido com a produção, David Harbour garantiu que a última temporada inteira agradará o público.

“É um episódio tão ótimo, e é uma temporada tão boa. Vocês vão adorar”, afirmou o ator.

Vale lembrar que, enquanto a série principal está terminando, o universo de ‘Stranger Things‘ vai continuar a se expandir por meio de spin-offs e outras mídias.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

Criada por Matt DufferRoss Duffer, a série se tornou um dos maiores sucessos da Netflix.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Ariana Grande e Cynthia Erivo soltam a voz em novo vídeo LEGENDADO de ‘Wicked’; Confira!

Estrelada por Cynthia Erivo e Ariana Grande, a adaptação cinematográfica do musical Wicked’ ganhou mais um vídeo promocional.

O vídeo nos leva aos bastidores da produção e explora como foi, para o elenco, cantar ao vivo nas gravações.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o filme chega aos cinemas em 22 de novembro.

Wicked segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de O Mágico de Oz.

Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).

A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.

O elenco ainda conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff GoldblumEthan Slater.

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

‘Não Se Mexa’ alcança 28 milhões de views e se torna o filme mais POPULAR da semana na Netflix

Pessoa deitada na grama com expressão intensa.

O terror ‘Não se Mexa‘, produzido pelo mestre Sam Raimi, continua dominando o serviço de streaming da Netflix. Em sua primeira semana completa na plataforma, o longa alcançou 28 milhões de visualizações.

O filme superou os números de ‘Corte no Tempo‘ (22.9M views) e ‘A Garota da Vez‘ (5.7M), assumindo o topo das produções mais populares da semana no serviço de streaming.

E as séries também têm se destacado na plataforma…

Beauty in Black‘ dominou o TOP 1, alcançando 8.7 milhões de visualizações. A segunda temporada de ‘A Diplomata‘ e a terceira de ‘O Poder e a Lei‘ completam o TOP 3, com 5.6 milhões e 5 milhões de visualizações, respectivamente.

Vale lembrar que ‘Não Se Mexa‘ conquistou 69% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram o longa, destacando sua capacidade de imersão e seu desenvolvimento bem executado.

Crítica | ‘Não se Mexa’ – Suspense produzido por Sam Raimi aborda o luto e a luta pela sobrevivência

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“‘Não Se Mexa’ estabelece um lindo contraste entre a imensidão do ambiente externo e a claustrofobia de uma mulher aprisionada em seu próprio corpo”, disse Ben Gibbons do Screen Rant.

“O maior valor do filme reside na exploração dos detalhes da arte de fazer cinema, representando uma tentativa genuína de inovar ao transformar a perspectiva sobre algo já conhecido”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“A protagonista de Não Se Mexa’ pode estar inerte, mas o filme mantém energia e uma ameaça sutis em abundância”, disse Jim Vorel do Paste Magazine.

“Netto e Schindler mantêm o público em constante expectativa, proporcionando uma experiência de tirar o fôlego que se posiciona entre ‘Sozinha’ e ‘Hunted'”, disse Bee Delores do Horrorverse.

“Não se trata de um quebra-cabeça a ser desvendado, mas de uma experiência de filme B voltada para aqueles que buscam um exercício de gênero enxuto, direto e de curta duração”, disse Brian Orndorf do Blu-ray.

“É eficaz o suficiente para disfarçar as partes que desafiam a plausibilidade em favor do impulso e da surpresa, e é sustentado por algumas atuações sólidas”, disse Matt Lynch do In Review Online.

“Um competente horror-thriller de alto conceito, produzido por Sam Raimi, que destaca as sólidas atuações de Kelsey Asbille e Finn Wittrock, disse Casey Chong do Talking Films.

“‘Não Se Mexa’ entrega tudo o que se propõe a fazer. Ele cria um cenário único que utiliza de forma fluida para gerar tensão por meio de momentos originais”, disse Charles Hartford do But Why Tho? A Geek Community.

Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.

Kelsey Asbille (‘Yellowstone’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’) estrelam.

Adam Schindler e Brian Netto (’50 States of Fright’) ficam responsáveis pela direção.

O roteiro foi assinado pela dupla T.J. CimfelDavid White.

Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.

Lucy Hale estrelará novo TERROR sci-fi estilo ‘O Enigma de Outro Mundo’

lucy hale

De acordo com o Deadline, Lucy Hale (‘Pretty Little Liars’) será a protagonista de ‘White Mars‘, novo terror de ficção científica estilo ‘O Enigma de Outro Mundo‘.

A atriz é conhecida pelos fãs do gênero, tendo estrelado filmes como ‘Pânico 4‘, ‘Verdade ou Desafio‘ e ‘A Ilha da Fantasia‘.

Na trama…

“Ambientada em uma instalação de pesquisa isolada em Aquila, na Antártida, a história segue a microbiologista Sammie (Hale) enquanto ela luta para salvar seus companheiros de tripulação de uma entidade malévola cuja única intenção é extinguir a todos.”

Martin Owen (‘Assassinos Anônimos’) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Matt Mitchell, Vicki Sargent Roo Berry.

“Este projeto será uma jornada intensa e psicológica. Estou muito animada para gravar este filme nos estúdios da Cinecittà, em Roma. No coração desta história está a Sammie, uma personagem que eu realmente admiro por causa de sua resiliência e força. Mal posso esperar para colaborar com o Martin Owen, seu incrível elenco e toda a equipe para trazer esta história à vida,” declarou Hale.

As filmagens estão programadas para começarem ainda este mês.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Detetive Alex Cross’: Série de SUSPENSE com Aldis Hodge chega ESTE MÊS ao streaming!

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Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga de romances ‘Alex Cross‘, de James Patterson, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro na plataforma de streaming.

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Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Novo filme da diretora de ‘Babadook’ irá adaptar “um livro muito famoso de TERROR”

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Em entrevista ao Gizmodo, a diretora Jennifer Kent, conhecida pelo aclamado ‘Babadook‘, revelou detalhes sobre o seu próximo projeto.

“Nós estamos prestes a anunciar um projeto que estamos desenvolvendo – um filme baseado em um livro. Um livro muito popular de terror. Não posso dizer muito sobre isso neste momento.”

O site World of Reel, no entanto, parece ter descoberto o mistério. O portal afirma que o próximo projeto da cineasta será uma adaptação do livro O Ladrão da Eternidade, escrito por Clive Barker, publicado originalmente em 1992.

Na trama…

“Um menino de 10 anos embarca em uma jornada por uma casa mágica, apenas para descobrir que seu mestre usa o local para atrair crianças e roubar sua juventude.”

Infelizmente, a informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Anteriormente, a diretor havia descartado a possibilidade de dirigir uma sequência de ‘Babadook‘: “Sinto que não há necessidade [para uma continuação]. Não há razão para explorarmos além do que já apresentamos. A única razão seria dinheiro. E, por mais que eu ame a ideia de fazer minha hipoteca, eu também quero poder dormir tranquila à noite. Então, sim, não farei uma sequência.”

Na trama, Amelia, uma mãe solo atormentada pela violenta morte do marido, tenta lidar com o medo irracional do filho de que há um monstro à espreita na casa, mas logo descobre uma presença sinistra ao seu redor.

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Confira a prévia do ÚLTIMO episódio de ‘American Sports Story: Aaron Hernandez’; Confira!

american sports story

O canal FX divulgou a prévia do 10º e último episódio de ‘American Sports Story: Aaron Hernandez‘, antologia criada por Ryan Murphy.

Intitulado “Who Killed Aaron Hernandez”, o capítulo vai ao ar no próximo dia 12 de novembro.

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A primeira temporada da nova antologia é baseada no podcast Gladiador: Aaron Hernandez e Football Inc, traçando a ascensão e queda do astro da NFL, Aaron Hernandez.

A temporada explora ainda mais “as conexões das vertentes díspares de sua identidade, sua família, sua carreira, seu suicídio e seu legado nos esportes e na cultura americana”, conforme pontua o comunicado oficial.

O projeto é conduzido por Murphy e sua equipe de produção executiva, formada por Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson.

Stu Zicherman fica à frente da minissérie como roteirista e produtor executivo.

Murphy, Falchuck, Jacobson, Simpson e Alexis Martin Woodall são os produtores executivos de ‘American Sports Story‘.

Josh Andrés Rivera, Patrick Schwarzenegger, Lindsay Mendez, Tony Yazbeck, Jake Cannavale, Catfish Jean, Jaylen Barron e outros estrelam.

american sports story poster

Retro Dance #20 | ‘Titanic Rising’ e a imaculada cornucópia artística de Weyes Blood

O cenário musical carrega consigo uma infeliz extensão da indústria cinematográfica e televisiva que impede que o que não esteja no foco mainstream do consumo generalizado, normalmente passa despercebido – impedindo, dessa forma, que álbuns incríveis e muito bem produzidos saiam de um medíocre holofote e ganhem nossa completa atenção. E talvez seja isso que acontece com diversos artistas que não estouram nas paradas da Billboard e outros sites afins, incluindo a habilidosa cantora Natalie Laura Mering. Conhecida profissionalmente pelo nome em ascensão de Weyes Blood, a performer norte-americana tem uma ainda jovem carreira que é marcada por clássicos instantâneos e alguns dos melhores álbuns da década (incluindo ‘The Outside Room’ e ‘The Innocents’).

Em 2019, Mering retornaria com mais uma impecável obra fonográfica com Titanic Rising, cujo próprio título já poderia nos direcionar para o caminho que tomaríamos ao embarcar nessa sinestésica jornada. Seu quarto álbum de estúdio, desde a capa até a orgânica composição das faixas, é, sem sombra de dúvida, o melhor que já apresentou e um concorrente esnobado para as premiações musicais (pelas questões discutidas no parágrafo acima). De qualquer forma, deixar que essa icônica artista passasse fora do radar é um crime hediondo – e por isso mesmo resolvemos trazê-la para o CinePOP.

Weyes vinha trabalhando no CD desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que “A Lot’s Gonna Change” dá o tom dessa perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.

É quase automático perceber as influências das quais Mering se vale para dar vida ao que apenas compreendemos como seu projeto mais pessoal: os vocais estendem-se para uma melódica comparação a Florence + The Machine e aos cândidos solilóquios do duo The Carpenters, enquanto os retumbantes instrumentos progridem numa proposital dissonância que nos arremessa para os clubes underground do chamber-pop e do soft-rock. Isso fica evidente na desconstruída balada “Andromeda” e na nostálgica “Everyday”, esta acompanhada por um coro declamatório deliciosamente envolvente.

Titanic Rising se nutre de uma humilde ambição que não nos é premeditada e nem almejada com artifícios pedantes: na verdade, a ambição mencionada insurge da talentosa minúcia da artista em erguer algo com tamanha coesão: todas as tracks se amarram em um mesmo refúgio sonoro, movidos pela sensorial guitarra e pela profundidade do piano e da bateria que vai ao encontro das notas proferidas pela lead singer – e, por mais que você esbarre em óbvias similaridades entre uma canção e outra, Weyes cuida para que cada investida traga um elemento diferenciado. Enquanto as primeiras músicas se fixam em um território mais indie, o miolo da produção marca uma brusca ruptura com o que vínhamos ouvindo.

É certo dizer que Mering mantém-se numa linearidade vocal que é direcionada para nos guiar em um arco narrativo de autorreflexão – e isso explica o motivo de ter permanecido fiel ao que queria nos entregar. E, se por um lado ela se recusa a ousar, por outro nos bombardeia com construções belas e oníricas, como é o caso do interlúdio-titular e da sintética guarnição que nos espera em “Movies” (cujo nome é um convidativo aviso). Mais de uma vez, a cantora entrega-se a um orquestral e emocionante augúrio que se expande em solilóquios contraditoriamente otimistas e que até mesmo dialogam com aspectos operísticos escolhidos a dedo.

O CD abre espaço para uma categórica e monumental mistura de instrumentos que, em qualquer outro lugar, seriam excludentes demais para alcançar um resultado coerente; em “Mirror Forever”, a convencional bateria é acompanhada pelos acordes do violino, pela sutileza do baixo e pela sonial potência de um ecoante clarinete; já em “Wild Time”, a longa faixa reúne forças do inesperado violão – inesperado até demais para uma obra como esta, mas que se aproveita para aparecer no classicismo teatral da incrível “Picture Me Better”, uma das melhores ballads de 2019.

Chegando finalmente à sua poderosa conclusão com “Nearer to Thee” (que é tanto emancipatória quanto trágica, ainda mais levando em conta a história que o álbum nos conta), Weyes Blood se superou mais uma vez com uma das melhores criações artísticas não apenas da década passada, mas sim do século. Titanic Rising é uma produção para os anos, para as décadas, e que, certamente, servirá de inspiração para diversos performers que se aventurarem nessa complexa esfera que é a indústria musical.

‘Mary Poppins’, ‘Minha Bela Dama’ e outros CLÁSSICOS que completam 60 anos em 2024

Quando pensamos na Era de Ouro de Hollywood, é muito difícil escolher apenas um clássico como favorito – e, em 1964, foi notável como a sétima arte estava permeada de produções de altíssimo calibre e que permanecem vivas na memória popular mesmo seis décadas depois de seu lançamento.

Dentre os inúmeros títulos que marcaram o ano em questão, tivemos a adaptação em live-action do romance Mary Poppins, estrelada por Julie Andrews (e cuja conturbada produção ajudou a alimentar a mitologia por trás do longa), além do icônico Minha Bela Dama, protagonizado por ninguém menos que a lendária Audrey Hepburn.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco clássicos que completam 60 anos em 2024 para você conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossa escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

A INCONQUISTÁVEL MOLLY

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Debby Reynolds recebeu sua primeira (e de algum modo única) indicação ao Oscar por seu papel neste musical, baseado na vida real de Molly Brown, uma mulher despreocupada e barulhenta do interior que se casa com um minerador de ouro e de repente se vê nas mais luxuosas festas da high society. E mesmo assim, ela não consegue adquirir respeito por parte de esnobes e invejosos. Entretanto, Molly ganha fama quando se torna uma heroína enquanto viaja no famoso transatlântico Titanic. Molly ganhou seu apelido de “imparável” (unsinkable, no inglês, que dá nome ao título original da produção) veio após sobreviver ao desastre e ajudar a resgatar muitos dos passageiros. A performance de Reynolds nesta biografia incrível traz uma radiação e um brilho capaz de atravessar gerações.

DR. FANTÁSTICO

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Onde assistir: Max, Prime Video

Funcionando como uma sátira para a Guerra Fria e para os conflitos ideológicos entre a União Soviética e os Estados Unidos, Dr. Fantástico é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores produções do aclamado cineasta Stanley Kubrick. Contando com nomes como Peter SellersGeorge C. ScottSterling Hayden, a trama acompanha um general insano que acredita que os comunistas planejam dominar o mundo dá ordens para bombardear a Rússia, iniciando processo de guerra nuclear. Ao mesmo tempo, o presidente e seus assessores do Pentágono tentam desesperadamente parar o processo.

MARY POPPINS

Onde assistir: Disney+

Mary Poppins continua como uma das melhores produções da Walt Disney Studios, trazendo um elenco de peso que inclui Julie Andrews (que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Atriz por seu irretocável trabalho no longa) e Dick Van Dyke. Baseada no romance homônimo de P.L. Travers, a trama nos leva para a Londres de 1910, onde um banqueiro rígido e severo com os filhos escreve um anúncio no jornal em busca de uma governanta. Trazida pelo vento em um guarda-chuva voador, uma babá com poderes mágicos aparece para transformar a triste rotina da família.

MINHA BELA DAMA

Onde assistir: Prime Video, Apple TV+ (Aluguel)

Nesse icônico longa-metragem musical dirigido por George Cukor, Henry Higgins (Rex Harrison), um intelectual e professor de fonética, aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente.

OS GUARDA-CHUVAS DO AMOR

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Onde assistir: Telecine

Cherbourg, 1957. Guy Foucher (Nino Castelnuovo) é um jovem de 20 anos que foi criado pela madrinha e trabalha como mecânico de carros. Ele é apaixonado por Geneviève Emery (Catherine Deneuve), uma adolescente de 17 anos que ajuda sua mãe viúva no negócio da família, uma loja de guarda-chuvas elegante, mas pouco lucrativa. Geneviève também o ama, mas sua mãe acha que ela é muito nova para casar e não vê como Guy pode manter uma família. Ele é convocado para o serviço militar e ela descobre estar grávida. Surge o dilema: esperar o retorno do amado ou seguir adiante?

‘Sintonia de Natal’: Rom-com NATALINA com Christina Milian chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Casal sorrindo em carruagem natalina à noite.

A comédia romântica ‘Sintonia de Natal‘ (Meet Me Next Christmas) já está disponível na Netflix.

O longa, que abre as produções de final de ano da plataforma de streaming, foi lançada hoje, 06 de novembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em busca de um romance de contos de fadas, Layla precisa correr por Nova York com a ajuda de um funcionário simpático e bonitão para conseguir o ingresso mais disputado da cidade: o show de Natal do Pentatonix.

Rusty Cundieff é responsável pela direção.

O elenco conta com Christina Milian, Devale Ellis, Kofi Siriboe e Kalen Allen.

Crítica | ‘Centro Ilusão’ – O choque entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca das frustrações [Festival do Rio 2024]

Quando o som traduz o sentimento. Direto e reto em seu discurso, o longa-metragem cearense Centro Ilusão ultrapassa as camadas superficiais com um nocaute nas levitações até o sonhar. Dando ênfase à cena cultural e musical nordestina, esse novo trabalho do excelente cineasta Pedro Diógenes também apresenta as diferenças do pensar no tempo, num choque de gerações, numa busca de um mesmo repouso para as interpretações dos momentos de devaneios.

Na trama conhecemos Caio (Brunu Kunk) e Tuca (Fernando Catatau), dois músicos, de duas gerações diferentes, que estão em uma audição para uma vaga que pode mudar suas vidas. Na espera pelo resultado, durante um tempo rodam pelo centro de fortaleza entre os sonhos e as desilusões sobre o próximo passo na vida.

Há uma generosa poesia em cada momento de reflexão, aproximando as verdades com a realidade. Num choque proposto entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca acumulada por frustrações, somos testemunhas de um encontro urbano tendo a música como um satélite que personifica os conflitos emocionais de cada um dos personagens. Como um tradutor das camadas emotivas, através de um roteiro que não se desgruda de contextos para validar o presente, Diógenes joga para o centro do palco a angústia e muitas verdades de duas almas artísticas.

Amores perdidos, abandono de relações em busca da carreira musical, a luta diária pelo reconhecimento, confrontos com a família, as incertezas e as muitas interpretações de um atual momento. Esses são alguns dos muitos assuntos que ganham tons e ritmos através de números musicais marcantes, alguns brilhantes. Em quase declamações, sem esquecer de imagens que contemplam a cidade e seus movimentos, pegamos uma reta rumo ao valor da arte urbana, da poesia das ruas, além de todo o significado que as marcas do passado podem ter nas perspectivas de um futuro.

Vencedor do Prêmio de Melhor Longa da Mostra Competitiva Novos Rumos da 26a edição do Festival do Rio, Centro Ilusão deve estrear em breve no circuito exibidor. Um filme para você ficar de olho.